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Caos na saúde pública atinge a rede privada; Unimed entra na mira dos internautas

hospital-unimed-jpOs problemas relacionados à saúde no Brasil não atinge só a rede pública, mas a privada também. Em aproximadamente um mês, o ClickPB já publicou mais de cinco matérias de internautas denunciando problemas com relação atendimento/serviço prestado no Hospital da Unimed, em João pessoa/PB.

Após a publicação de ontem de Dois vídeos do Facebook postado no último dia 6 causou a revolta de vários usuários do Plano de Saúde em toda Paraíba. Nas imagens uma paciente acabou desmaiando após aguardar por atendimento no Hospital da Unimed.  Já o outro vídeo é o depoimento de uma jovem que afirma estar aguardando o resultado de um exame há várias horas.

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Outros internautas externaram sua insatisfação com o serviço oferecido pela unidade Hospitalar através dos comentários na publicação na página oficial do portal no Facebook. Veja:

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PF liga Pasadena a suspeita de lavagem e vê ‘organização criminosa’ na Petrobras

Paulo-Roberto-CostaA Polícia Federal investiga a ligação entre a compra da refinaria de Pasadena, no Texas, pela Petrobras, e o esquema de lavagem de dinheiro desbaratado durante a operação Lava-Jato. Obras na refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, também são investigadas como parte do esquema fraudulento. Investigadores citam a existência de uma possível “organização criminosa” que estaria atuando “no seio” da estatal.

Nos dois casos há um mesmo um personagem envolvido: o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, que exerceu o cargo entre os anos de 2004 e 2012. A compra de Pasadena, iniciada em 2006 com a aquisição de 50% da refinaria de uma empresa belga, a Astra Oil, é cercada de controvérsias em razão do preço pago pela Petrobras. Após o negócio ser fechado, a estatal brasileira indicou um integrante para representá-la no conselho de proprietários. Esse representante era Costa.

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Depois de um litígio envolvendo questões contratuais entre as empresas, a Petrobras acabou desembolsando mais de 1,2 bilhão de dólares pela compra completa de Pasadena. A Polícia Federal suspeita que as operações envolvendo a unidade tenham sido usadas para pagamento de propinas e uso de offshores para o “abastecimento de grupos” que atuavam na estatal.

Ofício – Em ofício enviado em 22 de abril ao juiz federal Sérgio Fernando Moro, do Paraná, o delegado Caio Costa Duarte, da Divisão de Repressão a Crimes Financeiros em Brasília, cita a existência de “uma organização criminosa no seio” da estatal, que atuaria desviando recursos. Duarte pede ainda o compartilhamento de provas obtidas durante a Operação Lava-Jato.

Segundo o ofício, as provas e o material apreendidos na Lava-Jato seriam de “grande valia” para a condução do inquérito sobre Pasadena. “A citada refinaria teria sido comprada por valores vultosos, em dissonância com o mercado internacional, o que reforça a possibilidade de desvio de parte dos recursos para pagamento de propinas e abastecimento de grupos criminosos envolvidos no ramo petroleiro”, descreve o delegado. “Acrescentando-se a isto, apura-se possível existência de uma organização criminosa no seio da empresa Petrobras que atuaria desviando recursos com consequente remessa de valores ao exterior e retorno do numerário via empresas offshore”, aponta o delegado Duarte.

O documento da PF foi analisado na Câmara dos Deputados na quarta-feira pelo líder do Solidariedade, Fernando Francischini (PR). “O delegado chefe da investigação de Pasadena pediu cópia da operação dizendo que descobriu que o ex-diretor da Petrobras era conselheiro da refinaria e da trading na época da aquisição. E que todo o cruzamento dos dados mostra que o Paulo Roberto [Costa] estava trazendo dinheiro de fora, via offshore, via Alberto Youssef”, disse o deputado. O doleiro é um dos presos da Operação Lava-Jato.

Celeridade – No ofício, o delegado sustenta que o compartilhamento das provas traria economia processual e celeridade da investigação. “Em linha gerais, adentrando no mérito do procedimento persecutório, a partir da compra de uma refinaria no Estado do Texas/EUA (Pasadena), por parte da Sociedade de Economia Mista Petrobras, possíveis valores teriam sido enviados ou mantidos no exterior sem a respectiva declaração aos órgãos competentes”, diz ele.

A Lava-Jato foi deflagrada em março pela PF para desarticular organizações criminosas que tinham como finalidade lavar dinheiro em diversos Estados da Federação. De acordo com as informações fornecidas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), integrantes do esquema teriam movimentado até 10 bilhões de reais.

Abreu e Lima – Uma das suspeitas da PF é de que o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras atuou como elo entre o doleiro e a estatal. Costa teria participado, por exemplo, de contratos em obras da Petrobras tocadas pelo consórcio liderado pela empreiteira Camargo Corrêa na refinaria Abreu e Lima, em construção em Pernambuco.

O ex-diretor da Petrobras nega ter participado de ilegalidades envolvendo a estatal. Procurada, a Petrobras informou que não tinha conhecimento da nova linha de investigação da PF.

Veja

Após 11 dias na UTI, jovem baleada no rosto não resiste e morre em João Pessoa

ericaA bacharel em Direito Érika Vanessa de Lima, de 31 anos, morreu na manhã desta segunda-feira (5), após passar 11 dias internada em estado gravíssimo no Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa.

Ela sofreu um tiro no rosto, dentro do apartamento onde morava, no bairro do Bessa, na quinta-feira (24 de abril) e o principal suspeito do crime é o namorado, o bacharel em Direito José Itamar Montenegro, de 35 anos, que já está preso na sede do 5º Batalhão de Polícia Militar, no Valentina, por cumprimento de mandado de prisão preventiva.

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A Delegacia de Crimes contra a Pessoa (Homicídios) da Capital interditou a residência da vítima desde quarta-feira (30) e durante três dias o Instituto de Polícia Científica (IPC) realizou exames. De acordo com a delegada Roberta Neiva, titular da delegacia especializada, as análises no local foram concluídas e os vestígios necessários preservados. “O laudo do IPC será encaminhado à Justiça pela Delegacia de Homicídios no prazo de dez dias”, adiantou a delegada.

Os exames no apartamento de Érika Vanessa foram realizados por uma equipe formada por dois peritos e um técnico em perícia. “O trabalho foi meticuloso, de muita paciência e nós utilizamos métodos científicos consagrados nacional e internacionalmente”, detalhou Herbert Boson, perito que coordenou as análises e que é especialista em Balística Aplicada ao Local de Crime.

Na contra mão, países africanos reforçam leis contra homossexuais

bandeira-glbtEnquanto a igualdade de direitos para homossexuais avança a passos largos na Europa e nas Américas — já são 17 os países que permitem o casamento de parceiros do mesmo sexo —, na África, o movimento é inverso. Muitas das 54 nações do continente não só mantêm leis específicas para punir este segmento da população por sua orientação sexual, como buscam novo respaldo legal para uma repressão ainda mais dura. A mistura de populações majoritariamente conservadoras, oportunismo político e extremismo religioso provoca uma escalada de ódio com consequências graves para uma minoria que, mesmo perseguida, não desiste de se fazer ouvir.

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Os dois exemplos mais recentes são Nigéria e Uganda, países que já impunham limites aos direitos LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros), mas aprovaram novas leis ainda mais restritivas. Na Nigéria, o presidente Goodluck Jonathan sancionou em janeiro a proibição do casamento gay, da defesa dos direitos LGBT e da “propaganda de relacionamentos homossexuais”. No mês anterior, o Parlamento de Uganda aprovou a punição a homossexuais com prisão perpétua, e o presidente Yoweri Museveni — para quem ser gay é uma “anormalidade” — prometeu assinar o texto.

Mas estes são apenas dois de 38 países africanos no quais não ser heterossexual dá cadeia. Em quatro deles, é crime passível de pena de morte: Mauritânia, Somália, Sudão e a própria Nigéria (apenas nos estados do Norte, onde vigora uma rígida interpretação da sharia, a lei islâmica). Em Camarões e Quênia, registros de prisões, espancamentos e mortes de homossexuais são frequentes.

Na visão de quem acompanha o tema, as investidas contra os cidadãos LGBT surgem menos do preconceito e mais de manobras políticas com o objetivo de distrair a população de problemas não resolvidos e assegurar a liderança frente a uma maioria conservadora sobre a qual igrejas cristãs ganharam influência nos últimos 20 anos.

— Neste países, os líderes políticos estão sendo pressionados pela população, e por isso recorrem a leis populistas — disse o escritor queniano Binyavanga Wainaina, cuja saída do armário por meio de um texto no jornal “Guardian”, no mês passado, rodou o mundo. — A Nigéria enfrenta uma crise energética e vai ter eleições em 2015.

Neela Ghoshal, pesquisadora sobre direitos LGBT da ONG Human Rights Watch (HRW), e a diretora de comunicação da Comissão Internacional de Direitos Humanos de Gays e Lésbicas (IGLHRC, na sigla em inglês), Roberta Sklar, também destacam o elemento político como incentivador da repressão. Além disso, citam a organização cada vez maior do segmento LGBT em países africanos na última década e as consequentes reivindicações por igualdade de direitos como um incômodo para populações e governos.

— O público LGBT passou a exigir direitos em suas casas, nas ruas, no trabalho. Quando as pessoas passam a exigir direitos, há uma reação negativa — opina Roberta. — Não é só sobre homossexualidade, é sobre o uso do ódio para fins políticos.

Fundamentalismo importado

A presença maciça de religiosos com discurso fundamentalista, principalmente cristãos, também foi lembrada pelos entrevistados ouvidos pelo GLOBO. Segundo Wainaina, a virada ocorreu entre os anos 1980 e 1990, quando missionários vindos dos EUA passaram a atrair milhões de pessoas e, com elas, o interesse dos políticos.

— Apesar das leis, até essa época praticamente ninguém era preso por ser gay — diz.

Neela Ghoshal, da HRW, argumenta que esse movimento aumentou com o avanço da igualdade de direitos no Ocidente.

— Os religiosos fundamentalistas dos EUA perderam relevância no país com avanços como a legalização do casamento gay — explica.

O uso da homofobia como instrumento de dominação popular também tem efeitos nefastos sobre a prevenção e o tratamento da Aids, e logo no continente que concentra 70% dos diagnosticados com a doença no mundo, conta o diretor executivo adjunto do Programa Conjunto da ONU sobre HIV/Aids (Unaids, na sigla em inglês), Luiz Loures. Ele lembra que a homofobia tem aparecido como tendência também em países da Ásia e do Leste Europeu. Consciente das dificuldades de reversão do panorama, ele aposta no diálogo.

— Estamos nos preparando para um desafio de longo prazo e adotando novas estratégias. Por exemplo, estamos trabalhando com as comissões nacionais de direitos humanos e com parlamentares. — explica Loures. — É necessário investir em setores que influenciam o comportamento da sociedade. É importante sensibilizar os setores religiosos. Neste momento, os segmentos religiosos extremistas estão à frente e apoiando leis que são contra a vida. Precisamos urgentemente de vozes ativas que defendam a vida e a dignidade das pessoas.

Apesar do momento difícil, há um certo sentimento de otimismo: Loures cita a vibrante sociedade civil nigeriana, e Neela Ghoshal conta que os gays de Uganda se articulam com movimentos LGBT de outros países. Para Roberta Sklar, países de leis homofóbicas serão pressionados se tiverem que assinar acordos comerciais com nações ocidentais. E Wainaina lembra que a população ainda pode ser majoritariamente conservadora, mas os muitos jovens africanos, com o combustível do acesso fácil à internet móvel após anos de democracia e crescimento econômico — apesar de desigual — têm mais expectativas de liberdades que seus pais. Para ele, o debate tem implicações que vão além da causa LGBT.

— São tempos de mudanças rápidas. Isso ameaça o establishment político.

O Globo

Na África do Sul, camisinhas são usadas para aliviar dores nos joelhos

camisinha coloridaO governo da África do Sul tem incrementado os esforços para conter o alastramento da Aids no país. Um deles é a ampliação da distribuição gratuita de preservativos.

Só que muitas das camisinhas distribuídas à população estão sendo usadas para outro fim: combater as dores decorrentes de artrite nos joelhos.

De acordo com Candith Mashego-Dlamini, chefe de saúde de Mpumalanga, os idosos estão esfregando os preservativos nos joelhos a fim de aliviar o sofrimento causado pela doença crônica. As pessoas acreditam que o lubrificante pode lhes trazer benefícios.

“Não é a cura para a minha artrite, mas faz a dor diminuir”, disse uma idosa da Cidade do Cabo, segundo os site “Times Live”.

Além de “remédio” para artrite, as camisinhas também estão sendo usadas no país africano para limpar CDs e dar bilho em sapatos.

180 Graus

Futuro de competição que garante vaga para Copa do Brasil será definido hoje na FPF; Treze de CG pode se beneficiar

federação paraibanaA Federação Paraibana de Futebol (FPF) prometeu divulgar até o fim da tarde desta segunda-feira uma definição da entidade em relação a Copa Paraíba. Para ser realizada, a competição precisava ter pelo menos a participação de quatro times. No entanto, até o último dia de inscrição, que foi na quinta-feira passada, apenas dois times (Campinense e CSP) confirmaram interesse em disputar o torneio, que prevê uma vaga na Copa do Brasil 2014 ao campeão.

Caso opte por não realizar o campeonato, o clube que terá direito a representar a Paraíba na competição nacional é o vice-campeão do Estadual deste ano, no caso o Treze. No entanto, ainda existe a possibilidade da entidade prorrogar o prazo de inscrição (proposta defendida, por exemplo, pelo Campinense).

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Além da quantidade mínima de participantes, a reformulação no regulamento da Copa Paraíba prevê ainda que o torneio passe a ser profissional e não Sub-21, como vinha acontecendo.

Todas essas mudanças foram feitas após uma decisão do STJD sobre a segunda vaga do estado na Copa do Brasil deste ano. O CSP, que venceu a Copa Paraíba 2012, perdeu a classificação no Tribunal após uma reivindicação do Sousa alegando que o torneio seletivo teve a participação de apenas três times, o que fere o regulamento da Copa do Brasil.

G1