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‘Se a gente sair andando todo mundo de uma vez, vai faltar pro rico, pro pobre’, diz ministro da Saúde

O ministro da saúde, Henrique Mandetta, mudou neste sábado (28) o tom novamente de suas declarações sobre isolamento social. Na terça-feira (24), ele tinha ajustado o seu discurso ao do presidente Jair Bolsonaro, contrário a um isolamento mais geral e favorável ao isolamento apenas de idosos e pessoas de 60 anos e mais.

Neste sábado, Mandetta foi mais enfático na defesa de que as pessoas que podem devem ficar em casa. Ele justificou sua defesa de que as pessoas devem permanecer em casa para que o sistema de saúde não se sobrecarregue, aumentando a letalidade da Covid 19 por falta de leitos e de UTI.

Ele disse que o fato de as pessoas estarem em casa já fez o número de internados por acidentes de trânsito diminuir, o que libera espaço para os que precisam se tratar da Covid:

” Mais uma razão pra gente diminuir bastante a atividade de circulação de pessoas no intuito de diminuir o trauma, que é um efeito também secundário, benefico, além do efeito de diminuir a transmissão”, ele disse.

O ministro afirmou: “Mais uma razão pra gente ficar em casa, parado, até que a gente consiga colocar os equipamentos na mão dos profissionais que precisam. Porque se a gente sair andando todo mundo de uma vez vai faltar pro rico, pro pobre, pro dono da empresa, pro dono do botequim, pro dono de todo mundo”.

Critérios técnicos

Mandetta disse que vai se pautar por critérios técnicos e pela ciência:

“Nós precisamos ter racionalidade e não nos mover por impulso neste momento. Nós vamos nos mover, como eu disse desde o princípio, vamos nos mover pela ciência e pela parte técnica, com planejamento. Pensando em todos os cenários quando a gente fala de colapso, de sobrecarga, ou de sobreuso no sistema, a gente tá falando disso. Não só de sobrecarga na saúde mas por exemplo na logística.”

Desafio inédito

O ministro da saúde enfatizou que o desafio do novo coronavírus é inédito no mundo. E que a doença ataca a saúde, a economia e a sociedade como um todo. E que por esse motivo exige toda a cautela:

“E aí eu volto a repetir: muitas vezes… Hoje está cheio de professor de epidemiologia, cheio de fazedores de conta, de cálculos. Preste atenção: essa epidemia é totalmente diferente da H1N1.”

“Não há receita de bolo. Quem raciocinar pensando: nesta aqui foi assim, vai errar feio. Essa não é assim. Essa causou não uma letalidade pro indivíduo, não é esse o nosso problema. Nem daqueles que falam assim: ah essa doença vai matar só 5 mil, só 10 mil. Não é essa a conta”, ele disse.

“A conta é: esse vírus ele ataca o sistema de saúde e ataca o sistema da sociedade como um todo. Ele ataca logística, ele ataca educação, ele ataca economia, ele ataca uma série de estruturas, no mundo.”

Setores essenciais

O ministro da saúde descartou nesse momento a discussão sobre quarentena vertical – só de idosos – ou horizontal, que pega todas as idades.

Ele disse que o que não pode haver é uma parada de todos, em todo o Brasil. Um discurso compatível com o que vem sendo praticado: fica em casa quem pode para que os trabalhadores de setores essenciais possam trabalhar, entre eles aquele que abastecem as cidades de alimentos e outros insumos:

“Não existe quarentena vertical, horizontal. Existe a necessidade de arbitrar em determinado tempo qual o grau de retenção que uma sociedadade deve fazer”, disse o ministro.

“O lockdown – parada absoluta ou total -, pode vir a ser necessário, em algum momento, em alguma cidade. O que não existe é um lockdown ao mesmo tempo, desarticulado. Isso é um desastre que vai causar muito problema pra nós da saúde”, ele afirmou.

Articulação

O ministro disse que, enquanto um acordo nacional não sai, os governadores devem seguir os parâmetros que adotaram até aqui:

“Agora não é hora de sobrecarregar o sistema de saúde seja em nome do que for. Agora é hora de aguardar, vamos ver como essa semana vai se comportar, e nós vamos ter nessa semana a discussão dentro da Saúde para achar os parâmetros, aqueles que tomaram medidas de acordo com a sua localidade sem o parâmetro, usou o parâmetro próprio, utiliza o seu parâmetro que nós vamos construir um consenso para nós podermos andar.”

A entrevista foi precedida por uma reunião na manhã de hoje entre o presidente Jair Bolsonaro e outros ministros. Isso gerou novamente boatos de que o ministro seria demitido por discordar do presidente na questão do isolamento na atual fase da pandemia. Mandetta comentou os rumores:

“Eu sei que hoje, essa semana, todo mundo ficou ‘mas e o ministro? ele sai? ministro não sai?’. Eu volto a repetir: vou ficar aqui junto com vocês, enquanto o presidente permitir, enquanto eu tiver saúde e não puder sair. E digo mais, aqui no fundo do Ministério da Saúde tem um lugarzinho pra uma creche, tem um quarto, se toda a equipe aqui estiver com gripe e tiver tudo bem, inclusive eu, nós vamos ficar no quartinho ali, pra gente ficar perto pra pelo menos a gente ficar conversando”

“Ou na hora que não for mais necessário nós estarmos aqui, na hora que falarmos ‘olha, cumprimos o nosso dever’, e tá encerrada a nossa participação no Ministério da Saúde. E vamos trabalhar com essa equipe e vamos terminar com essa equipe.”

O ministro criticou aqueles que querem convocar protestos pelo fim do isolamento:

“Fazer movimento assimétrico, de efeito manada, agora nós vamos daqui duas semanas, três semanas, os mesmos que falam ‘vamos fazer uma carreata de apoio’ os mesmos que fizerem vão ser os mesmos que vão estar em casa. Não é hora agora. “

Jovens em casa e comércio

Mandetta explicou por que o comércio não pode reabrir e também por que os jovens têm de ficar em casa, apesar de terem apenas sintomas leves em sua maioria:

“Por que se suspendem aulas? Se todas as crianças e jovens, como vocês viram, se têm a doença e são assintomáticos e são sintomas leves, por que a gente os tira da aula? Muitas vezes é o que fala: ‘Deixa as crianças e adolescentes’. É porque eles são assintomáticos e não sabem, só transmitem. Como voltam para casa e casa tem comodo, temos déficit habitacional enorme, pode contaminar cinco, seis pessoas. Quando a gente diminui a mobilidade, cada um positivo contamina dois. Quando deixa todo mundo andando, cada um contamina seis, e isso faz progressão geométrica, faz essa curva super rápida.”

“Se eu deixar a movimentação social contínua eu não estou preparado para hora da periferia sobrecarregar em bloco o sistema de saúde. Todo comércio diz: eu quero abrir, eu quero abrir. Calma porque vamos ter que fazer isso. Uma regrinha para saberem. Vou abrir assim: faço teste com funcionário, menos mesa, não pode ter fila de espera, buffet, fila um atras do outro. Algumas coisas que vamos colocar para serem pontos de referência. Para não falar que está tratando assim ou assado.”

E, pouco antes do fim da entrevistas, o ministro elogiou a preocupação do presidente Bolsonaro:

“Espero que tenhamos tranquilizado todos vocês, Vamos trabalhar, essa semana a gente encerra, começa amanhã domingo com trabalho no Ministério da Saúde e vamos ver se conseguimos fazer um plano mínimo que compatibilize saúde e economia. Esse é nosso trabalho de fim de semana junto com a equipe econômica. Como ir, como voltar, o que funciona, o que é essencial, o que pode rodar a economia. O presidente está certíssimo quando fala que a crise econômica vai matar as pessoas. As pessoas não aguentarão a fome. Está certíssimo. E estamos 100% engajados em achar a solução junto com a equipe da economia, mostrar a fórmula para o Ministério da Economia. Vamos aumentar, vamos melhorar. Precisa de um grande pacto para que possamos sair do outro lado”, disse Mandetta.

Casos de coronavírus no Brasil — Foto: Arte G1

Casos de coronavírus no Brasil — Foto: Arte G1

 

G1

 

 

Papa Francisco abençoa Lula em audiência e os dois dialogam sobre a busca por um “mundo menos desigual”

Depois de 580 dias como preso político no Brasil, o ex-presidente Lula reuniu-se no Vaticano com o Papa Francisco, que o recebeu para discutir soluções contra a crescente desigualdade no mundo.

O encontro, na tarde desta quinta-feira (13), prolongou-se por mais de uma hora. O tema da desigualdade foi o principal assunto da reunião.

Lula entregou ao Papa um exemplar do livro “Lula e a Espiritualidade: oração, meditação e miitância”, das editoras 247 e Kotter Editorial.

O ex-presidente chegou a Roma nesta quarta-feira (12), acompanhado do ex-chanceler Celso Amorim e de um grupo pequeno de assessores. Ele aproveitou a viagem para se encontrar com lideranças políticas do país e falar sobre a conjuntura da política no Brasil.

Ele se reuniu com atual secretário-geral do Partido Democrático (um dos dois partidos que governa a Itália), Nicola Zingaretti, e o ex-primeiro-ministro italiano Massimo D’Alema, que havia visitado Lula no cárcere em Curitiba em setembro de 2018.

Para adquirir um exemplar do livro entegue ao Papa, clique aqui.

 

(Foto: Ricardo Stuckert)

Por Brasil 247

 

 

Brasil é o país mais ansioso do mundo, aponta estudo da OMS

O Brasil sofre uma epidemia de ansiedade. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o País tem o maior número de pessoas ansiosas do mundo: 18,6 milhões de brasileiros (9,3% da população) convivem com o transtorno. O tabu em relação ao uso de medicamentos, entretanto, ainda permanece.

Daniel Martins de Barros, psiquiatra do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, confirma. “As duas frases que eu mais ouço na clínica são ‘eu não queria tomar remédio’, na primeira consulta, e ‘eu não queria parar de tomar os remédios’, na consulta seguinte. A gente tem muita resistência porque existem muitos mitos: ficar viciado, bobo, impotente, engordar”.

Barros explica que todo remédio pode ter efeitos colaterais e eles serão receitados quando existir uma relação de custo-benefício a favor do paciente. “Tudo é assim na medicina e na vida”, diz. Neury Botega, psiquiatra da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), afirma que há 30 anos os médicos dispunham de recursos inadequados para tratar a ansiedade.

“Ou usávamos drogas bem pesadas, como barbitúricos, ou as que existem até hoje, como as faixas pretas, os benzodiazepínicos. Por isso, nós vimos várias tias, avós, viciadas em remédios e essa é uma das imagens gravadas quando pensamos em tratamentos psiquiátricos”.

A partir de 1990, a fluoxetina, mais conhecida comercialmente como Prozac, torna-se popular. Para Botega, isso muda totalmente o paradigma do tratamento da ansiedade. “Hoje, para tratá-la, na maioria das vezes usamos medicamentos que aumentam a atividade de um neurotransmissor chamado serotonina. É o nosso Bombril: mil e uma utilidades”.

Em relação ao tempo de duração do tratamento, não há protocolos claros para a ansiedade, como existem para a depressão. “Ele pode durar um tempo ou ser necessário pela vida inteira. Ansiedade é como pressão alta: quando descontrola, às vezes é para sempre. Você pode controlar com atividade física, meditação, terapia, mas ela vai estar sempre ali te ameaçando”, diz Martins de Barros.

De acordo com ele, os casos variam bastante: há desde indivíduos que terão alta e nunca mais precisarão de remédios até outros que dependerão de medicamentos para o resto da vida.

Medicalização

Leandro Karnal, historiador e colunista do jornal O Estado de S. Paulo, aponta outro lado da questão e vê uma “medicalização” do comportamento humano. “Se o aluno não consegue acompanhar as aulas, dão remédio para ele. Nem todo mundo que não presta atenção tem deficit de atenção. A aula pode ser chata mesmo”, argumenta.

Rosely Sayão, psicóloga e consultora em educação, chama a atenção para o que ela intitula de “epidemia de diagnósticos”, que envolve leigos e profissionais de saúde. Para ela, cada um de nós hoje usa a lógica médica para olhar para o outro e dizer: “Essa pessoa é chata; essa pessoa tem TOC; fulano surtou”. “Nós vivemos à base de diagnósticos e, quando fazemos isso, apagamos a pessoa que está por trás dele”.

 

OMS

 

 

Barulho aumenta a cada dia e afeta a saúde auditiva de milhões de pessoas em todo o mundo

A Perda Auditiva Induzida por Níveis de Pressão Sonora Elevados (PAINPSE) é um dos grandes males da atualidade

Neste século 21, o volume dos sons da vida está cada vez maior. Problemas de audição já atingem mais de 360 milhões de indivíduos, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde. Estima-se que 25% da população trabalhadora exposta a ruídos, em todo o mundo, seja afetada pela perda auditiva, em algum grau.

Trabalhadores da construção civil, pilotos e tripulantes de aviões, motoristas, dentistas, cabeleireiros, engenheiros, músicos e produtores musicais são alguns dos profissionais prejudicados com os elevados decibéis dos ruídos do dia a dia. Sem proteção acústica adequada, eles estão sujeitos à perda auditiva já na idade adulta porque as células ciliadas da orelha, responsáveis pela audição, quando morrem, não se regeneram e as pessoas passam a ouvir cada vez menos.

Perda Auditiva Induzida por Níveis de Pressão Sonora Elevados (PAINPSE) atinge qualquer pessoa exposta a níveis de som elevados, com frequência. Um dos primeiros sinais de que algo não vai bem pode ser o zumbido. Cerca de 28 milhões de pessoas no Brasil já sofrem de zumbido e cinco milhões apresentam algum grau de surdez. O excesso de barulho não está somente em alguns ambientes de trabalho. O dano auditivo pode ocorrer ao participarmos de shows e micaretas, principalmente se ficarmos próximo às caixas de som; ao exagerarmos no volume do áudio ao usar fones de ouvido diariamente; em consequência à alta intensidade de ruído durante o disparo de um tiro – para os amantes de clubes de tiro; ao colocarmos a TV em alto volume dentro de casa; e até no estampido dos fogos de artifício.

“Todo trabalhador exposto a altos níveis de ruído em seu local de trabalho deve usar equipamentos de proteção individuais (EPI) adequados, como os protetores auriculares, que podem ser personalizados, de acordo com as medidas do ouvido de cada um. O uso simples desses acessórios já diminui bastante o risco de perda auditiva”, ressalta a fonoaudióloga Marcella Vidal, da Telex Soluções Auditivas.

É fundamental fazer avaliações audiológicas periódicas da audição, como precaução; ou buscar tratamento imediato assim que se percebe que já não escutamos bem. As fonoaudiólogas da Telex, inclusive, realizam check up auditivo gratuito em todas as unidades situadas em cidades de todo o país.

“Ao perderem a audição, as pessoas relatam dificuldades de compreensão da fala do interlocutor; dificuldade de localização e concentração; e até dor de cabeça; tontura e irritabilidade. O zumbido é um dos sintomas da perda auditiva. O barulho perturbador que pode ser tratado com o uso de uma prótese auditiva com recurso especial que suaviza o incômodo, ao mesmo tempo em que trata a perda de audição”, explica a fonoaudióloga.

Sons por todos os lados

Além dos fatores de risco já mencionados, a população ainda convive diariamente com buzinas; carros de som; grito de camelôs; barulho de obras; eletrodomésticos ruidosos – como aspirador de pó, secador de cabelo e liquidificador; pessoas conversando em tom alto; gritaria de crianças; latido de cachorro; telefones e equipamentos eletrônicos. São tantos os sons ao redor que às vezes fica difícil até saber de onde vem cada um. Essa overdose sonora que afeta a todos, voluntária ou involuntariamente, também pode trazer sérios riscos à saúde auditiva.

“A grande preocupação é que a PAINPSE tem efeito cumulativo. Dependendo do volume e do tempo de exposição ao som elevado, além de predisposição genética, o indivíduo pode sofrer danos auditivos cada vez mais severos, de forma contínua e elevada, ao longo da vida. E as novas gerações serão as maiores vítimas dessa perda precoce de audição, em razão de hábitos ruins, como o uso de fones, boates, música alta nas academias e da vida cada vez mais barulhenta”, alerta a especialista da Telex.

Prevenção

Quanto mais cedo for detectada a perda auditiva, melhor. “Quando o dano ainda é pequeno, é mais fácil a adaptação aos aparelhos auditivos e o retorno do acesso aos sons acontece mais naturalmente. O problema é que a maioria das pessoas não reconhece que ouve mal. A falta de informação e o preconceito fazem com que a consulta ao médico otorrinolaringologista seja protelada por muitos anos. Quando se procura tratamento, a audição está muito comprometida, o que pode acarretar até problemas cognitivos, com dificuldades no processamento de informações, atenção e raciocínio, por exemplo”, completa Marcella Vidal.

A boa notícia é que, graças aos avanços da tecnologia, os aparelhos auditivos hoje são minúsculos, como os da Telex, garantindo discrição e elegância ao usuário. Por isso, ao desconfiar de dificuldades para ouvir, consulte um especialista para obter um diagnóstico preciso. A partir de exames como a audiometria, é indicado o tratamento mais adequado.

 

Assessoria de imprensa da Telex Soluções Auditivas

 

 

Estados Unidos passam por cima da Holanda e conquistam a Copa do Mundo

Os Estados Unidos levaram o tetra da Copa do Mundo feminina de 2019. Esse resultado você talvez já esperasse, mas o roteiro não foi assim tão previsível. No início de jogo, a Holanda mudou a disposição tática de três jogadoras, se fechou na defesa e impôs dificuldades ao setor de criação norte-americano. Quando os EUA arranjavam espaço, lá estava Van Veenendaal para evitar os gols. Mas, no segundo tempo, não houve jeito.

O pênalti de Van der Gragt em Morgan, convertido por Rapinoe, quebrou o equilíbrio da partida. Lavelle marcou o segundo sete minutos depois, e aí foi um verdadeiro ataque contra defesa.

A Holanda se jogou à frente e se expôs lá atrás. Só não houve mais gols porque, novamente, lá estava Van Veenendaal. As americanas martelaram até o apito final, quando, enfim, levantaram o tão sonhado título, o quarto de sua história. As holandesas ficam com o vice, em sua melhor participação em Copas.

Megan Rapinoe foi a autora do gol que abriu caminho para o título norte-americano. O troféu de melhor em campo está em boas mãos

Globoesportes.com

 

 

João Azevêdo anuncia alunos selecionados para o Gira Mundo 2019

O governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), no início da noite desta quarta-feira (3), usou seu perfil numa rede social para anunciar os alunos selecionados para o Gira Mundo.

Ao todo, 280 alunos do 2º ano do Ensino Médio irão participar de intercâmbio estudantil em países como a Argentina, o Canadá, o Chile, a Colômbia e a Espanha.

Os candidatos podem ter acesso à lista através do Portal da Cidadania, clicando na aba Relação Final da 3ª etapa do Gira Mundo 2019.

Os estudantes selecionados cursarão no país de destino o correspondente a um semestre letivo, com duração em torno de cinco meses, em escolas de nível médio, com data de embarque previsto para o segundo semestre 2019. Receberão bolsas de manutenção no valor total de R$ 4.500,00, além de seguro de saúde durante o período que estiver residindo no país de destino. A acomodação será em casa de família residente na localidade definida para o intercambista.

O Programa – Com início em 2016, o programa já contemplou 350 estudantes da rede pública sendo 150 para o Canadá, 75 para a Espanha, 50 para Portugal e 25 para a Argentina, um investimento de mais de R$ 11 milhões.

PB Agora

 

 

 

Reconhecimento facial será usado para melhor segurança no Maior São João do Mundo

A segunda maior festa popular do país está investindo em tecnologia de ponta para garantir uma melhor segurança durante os 31 dias dos festejos juninos em Campina Grande. A Medow Entertainment, empresa organizadora do evento, contratou a plataforma digital Facewatch, que usará câmeras de reconhecimento facial em todas as entradas do Parque do Povo.

A máxima atenção com o sistema de segurança no Parque do Povo, durante a realização da 36ª edição do Maior São João do Mundo, vai muito além da ampliação do número de câmeras no Parque do Povo, que saltou de 120 unidades instaladas no ano passado para 265 câmeras em Full Hd em 2019.

A aliada de primeira hora para garantir uma festa junina tranquila é a tecnologia. A Medow contratou o Facewatch, uma solução em segurança digital, que utiliza a câmera 360 graus Speed Domy, capaz de encontrar uma pessoa com um zoom de até dois quilômetros de distância.

A plataforma utiliza o reconhecimento facial para controle de pessoas indesejadas no espaço público festivo, mais precisamente aquelas consideradas perigosas e/ou suspeitas.

O software é um instrumento preventivo de segurança, atuando na identificação de potenciais criminosos através das câmeras de reconhecimento.

Em parceria com as instituições policiais, uma vez identificado um suspeito, o alerta é repassado. Um dos principais ganhos proporcionados pelo sistema é a agilidade na ação de contenção da ameaça de perigo.

Presente nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Austrália, o Facewatch está no Brasil há cerca de dois anos. No começo de 2019 teve sua eficácia reconhecida ao conseguir encontrar um foragido da Justiça vestido de mulher no Carnaval de Salvador.

Em Campina Grande, o trabalho está sendo feito em parceria com a Brisanet. Segundo a empresa, todas as entradas do Parque do Povo terão câmeras de reconhecimento facial.

Nos portões de entrada haverá um telão, no qual a partir do sistema de identificação facial serão registradas as presenças de quem visitar o Parque do Povo.

A pretensão é transformar o trabalho em um case nacional e levar a tecnologia para outros espaços públicos do País com eventos de grande porte.

Um contador de público também estará presente na edição deste ano. As câmeras foram instaladas no Quartel General do Forró de maneira estratégica, visando aumentar ainda mais a segurança dos forrozeiros. Os banheiros (mantendo a privacidade e intimidade de cada cidadão preservada) e regiões adjacentes estão todas monitoradas, se tornando praticamente um Big Brother Brasil (BBB) campinense.

Outra novidade em segurança, para este ano, será a localização da sala de monitoramento dessas câmeras. Em comum acordo com as Polícias Militar e Civil, foi estudado e decidido que a central ficará localizada no 1º andar do Centro Cultural Lourdes Ramalho, na rua Paulino Raposo, com uma vista privilegiada para festa. Será um lugar amplo equipado com 15 monitores, sendo uma estrutura inovadora montada pela Medow para os festejos juninos de Campina Grande.

O comandante do Comando de Policiamento Regional (CPR-1), Arilson da Silva Valério, destacou a importância da instalação das câmeras no Parque do Povo e garantiu reforço para os dias de grandes públicos no Maior São João do Mundo.

“É algo muito louvável ter a ajuda das 265 câmeras. Mas também informo que reforçaremos o nosso efetivo policial nos dias que forem necessários. Estamos estipulando 19 dias de grande público. Se for preciso, traremos reforço de João Pessoa, Guarabira e Patos”, disse o comandante Valério.

Para o superintendente da Polícia Civil de Campina Grande, Luciano Soares, a imprensa também deverá ser uma grande parceira no trabalho realizado pelas polícias nos festejos juninos de Campina Grande.

“Caminhando juntos alcançaremos mais facilmente o objetivo do sucesso da festa. Ano passado alguns fake news acabaram causando um terrorismo por conta das tão faladas agulhadas. A expectativa para este ano é de uma festa tranquila e muito mais segura”, declarou o superintendente.

 

Codecom/CG

 

 

Raposa anuncia contratação de jogador campeão do mundo pelo São Paulo

Um campeão na área. Após anunciar Jaelson Marcelino como o novo comandante para o restante da Série D do Brasileiro, o Campinense fez uma verdadeira reformulação no elenco. Seis jogadores foram desligados do elenco, e quatro contratações, anunciadas, dentre as quais uma impactante.

A grande novidade foi a contratação do experiente Richarlyson, de 36 anos, tricampeão brasileiro (2006, 2007 e 2008) e campeão mundial (2005) com o São Paulo Futebol Clube.  O anúncio foi feito futuro diretor de futebol da Raposa José Pereira, o Pezão.

Polivalente, já que atua no meio-campo e também na lateral esquerda, Ricky estava disputando a Série A-3 do Paulista pelo Noroeste de Bauru, cidade natal da sua família. Ele fez 16 partidas e anotou um gol, com a última atuação no dia 13 de abril.

Além de Richarlyson, o Campinense confirmou também os acertos com o lateral esquerdo Jackinha, que estava no Atlético de Cajazeiras e agora retorna ao Renatão, e os atacantes Soares, ex-Jaciobá de Alagoas, e Carlos Caaporã, cria do CSP que tem passagens por Treze, América de Natal e por último Esporte de Patos. Jackinha é o quarto nome anunciado pelo Campinense que vem do Atlético de Cajazeiras. Antes dele, a Raposa já havia buscado no Trovão Azul o goleiro João Manoel, o volante Ferreira e o atacante Yerien. Na semana passada, a Raposa repatriou o volante Negreti.

Enquanto uns chegam outros saem. A direção rubro-negro anunciou o desligamento do zagueiro Jean, o lateral esquerdo James, o volante Vitor Maranhão, o meia Alex Mineiro e o atacante Chaveirinho.

Já o centroavante Lopeu, artilheiro da equipe na temporada até então com cinco gols anotados, pediu para deixar o Campinense. Segundo a assessoria de imprensa raposeira, o atleta alegou problemas particulares para solicitar o desligamento.

Jaelson Marcelino vai começar a treinar o time para a partida de domingo (26), contra o ASA de Arapiraca, no Amigão, pela quarta rodada do Grupo A-7 da Série D. A Raposa está na 3ª posição, e precisa recuperar os pontos perdidos em casa e fora de seus domínios para obter a classificação para o restante da competição, e manter o sonho do acesso para a Série C do Brasileiro em 2021.

 

Severino Lopes

PB Agora

 

 

 

Ensaio para o casamento coletivo do Maior São João do Mundo reunirá 164 casais em CG

O ensaio para o casamento coletivo do Maior São João do Mundo reunirá 164 casais, na Pirâmide do Parque do Povo, neste domingo (19). A atividade começa a partir das 15h. Um dos principais objetivos desse ensaio é para que os casais conheçam com antecipação o percurso que farão no dia 12 de junho, data que ocorrerá a Cerimônia.

O local de concentração dos casais é o Centro Cultural Lourdes Ramalho, inicialmente eles serão acolhidos no Teatro Rosil Cavalcanti onde  receberão as primeiras instruções, sobre horário de chegada, vestimenta, tramites da cerimônia, produção de maquiagem e penteado, dentre outras etapas.

Em seguida serão perfilados em forma cortejo e  conduzidos pela equipe da Secult para o local onde ocorrerá a cerimônia, dando inicio aos ritos do Casamento.

A agenda dos casais prossegue com reuniões dia 28 de Maio no Teatro Severino Cabral e 09 de junho , onde ocorrerá o ensaio geral com a participação da Filarmônica Epitácio Pessoa e vários outros artistas que abrilhantarão o grande acontecimento, que no ano de 2019 celebra 30 anos de realização, reunindo cerca de cinco mil novas famílias.

 

clickpb

 

 

Apesar de evitável, hemorragia pós-parto ainda é a doença materna que mais mata no mundo

Uma em cada quatro mulheres morre por conta da complicação ao parir

Definida como a perda exagerada de sangue após o parto, a hemorragia pós-parto (HPP) é responsável por quase um quarto das mortes maternas no mundo e é a principal causa em países de baixa e média renda, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). No Brasil, dados preliminares do DATASUS apontam que, em 2017, 1.654 mulheres morreram por causa de doenças relacionadas à maternidade, sendo a HPP a segunda maior responsável pelos óbitos.

Apesar de ser mais comum nas primeiras 24 horas, quando é chamada de primária ou precoce, a HPP também pode ocorrer após o primeiro dia até seis semanas após o puerpério, definida como secundária ou tardia. As causas do problema são variadas, estando relacionadas principalmente a falha da contração uterina secundária a condições que levam à fadiga do útero, como trabalho de parto prolongado, ou à distensão exagerada do útero por gravidez de gêmeos, por exemplo. A obesidade, a idade materna (menos de 20 ou mais de 40 anos) e distúrbios da coagulação também são fatores de risco para hemorragia pós-parto.

O diagnóstico por profissional treinado é relativamente simples e feito por meio da identificação de um sangramento excessivo de acordo com o exame físico da paciente. “Um dos problemas é a demora na identificação da complicação, já que a perda sanguínea tende a ser subestimada após o parto e, além disso, a demora na instituição de medidas adequadas e oportunas de prevenção e tratamento”, destaca Samira Haddad, médica obstetra, com doutorado em Ciências Médicas pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

A observação global da mulher permite identificar a complicação precocemente ao identificar outros sinais e sintomas, como aumento da frequência cardíaca, tontura, palidez, confusão, hipotensão, entre outros. “Desta forma, é possível que a equipe de saúde responsável realize uma série de medidas que podem evitar o sangramento na hora do parto”, acrescenta Samira.

Tratamento

Atualmente, a opção de terapia mais conhecida para a hemorragia pós-parto é a aplicação intravenosa de ocitocina sintética, uma versão do hormônio naturalmente produzido por parturientes. Entretanto, o medicamento é sensível e precisa de refrigeração entre 2ºC e 8ºC, limitando assim o transporte e o armazenamento, motivo possivelmente envolvido na ocorrência de mais mortes em áreas mais afastadas dos centros urbanos.

Uma opção inovadora com potencial de salvar a vida de milhares de mulheres é a carbetocina termoestável, que  demonstrou em estudo não ser inferior ao padrão atual de tratamento, sendo, ainda mais resistente a mudanças climáticas e permanecendo eficaz mesmo em altas temperaturas – sua durabilidade é assegurada por pelo menos três anos se armazenada a até 30 °C, e por seis meses a até 40 °C.

“É importante que novas opções de tratamento sejam estudadas e disponibilizadas de maneira acessível, principalmente, nos países com maiores índices de mortalidade materna por hemorragia pós-parto, para que os números diminuam e mais vidas sejam salvas”, destaca a especialista.

Estudo

Publicado no New England Journal of Medicine, o estudo clínico CHAMPION foi realizado com quase 30 mil mulheres em dez países. Conduzido pela OMS com colaboração do Laboratórios Ferring e MSD for Mothers, este é o maior estudo realizado na prevenção da HPP, e concluiu que o novo medicamento não é inferior à ocitocina na prevenção da HPP e tem potencial para ser o medicamento de escolha em países de baixa e média renda, onde é mais difícil manter a refrigeração adequada.

Sobre a Ferring Pharmaceuticals

A Ferring Pharmaceuticals é uma empresa biofarmacêutica líder internacional em saúde reprodutiva e materna atuando em mais de 110 países – com 60 sedes próprias, 10 plantas de produção e 12 centros de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em todo o mundo, incluindo Estados Unidos, Europa, Índia, China e América Latina. Com sede na Suíça, a Ferring conta com mais de 6 mil funcionários e identifica, desenvolve e comercializa produtos inovadores nas áreas de Reprodução Humana, Urologia, Gastroenterologia, Endocrinologia e Ortopedia. Hoje, mais de um terço do investimento em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) é direcionado a tratamentos personalizados para mães e bebes da concepção ao nascimento. A companhia atua há 25 anos no Brasil, com sede em São Paulo, e possui mais de 100 colaboradores no país. Para mais informações sobre a Ferring ou seus produtos, visite www.ferring.com.br

Assessoria de Imprensa