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Temer é o presidente mais impopular do mundo, diz pesquisa

© Reuters / POOL New

O brasileiro Michel Temer é considerado o presidente com maior taxa de rejeição do mundo, atrás até do venezuelano Nicolás Maduro, indicou uma pesquisa do grupo de análise política Eurasia. De acordo com a sondagem, que coletou dados a partir do mês de agosto, Temer detém 3% de aprovação popular, a menor em todo o mundo.

O presidente da África do Sul, Jacob Zuma, que enfrenta denúncias de corrupção, tem 18%. Já o venezuelano Nicolás Maduro, que trava um confronto político interno com a oposição e cujo país fora sancionado em fóruns internacionais devido à censura e prisão de seus adversários, tem 23% de apoio popular.

A lista dos líderes “mais impopulares” conta ainda com o mexicano Enrique Penã Nieto, com 28% de aprovação; a premier britânica, Theresa May, que possui 31% e conduz o polêmico processo de saída do Reino Unido da União Europeia (UE); o norte-americano Donald Trump, com 37%; e o francês Emmanuel Macron, com 45%, que, apesar de recém-eleito, tem gerado reações internas por seus projetos de reformas.

Ontem, Temer se livrou de sua segunda denúncia em três meses. A Câmara dos Deputados negou o prosseguimento da denúncia de obstrução de justiça e participação em organização criminosa, por 251 votos a favor e 233 contrários.

Com informações da ANSA.

 

Foto de bombeiros portugueses exaustos viraliza e emociona o mundo

Há dois dias, Portugal vive a maior onda de incêndios da era moderna do país. A luta dos bombeiros para combater as queimadas gerou grande comoção no mundo inteiro. Entre as fotos que mostram a bravura desses guerreiros, uma chamou mais atenção.

A foto foi tirada pelo bombeiro Pedro Brás e mostra 13 bombeiros dormindo na grama após horas tentando apagar o fogo, visivelmente exaustos, na região de Góis, no centro do país.

PEDRO BRÁS

Segundo informações do El País, os bombeiros deitaram no chão para descansar por aproximadamente 25 minutos, tempo que os caminhões levam para reabastecer os tanques de água.

O povo português se solidarizou com a luta de seus heróis e começou a postar nas redes sociais fotos dos bombeiros trabalhando, com a hashtag #herois.

PEDRO BRÁS
PATRICIA DE MELO MOREIRA (AFP)
PEDRO BRÁS
PAULO DUARTE (AP)
PATRICIA DE MELO MOREIRA (AFP)

razoesparaacreditar

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CG divulga programação do Maior São João do Mundo na próxima quarta (19)

são joãoA Prefeitura de Campina Grande divulga na próxima quarta-feira (19) a programação oficial do Maior São João do Mundo. A solenidade acontecerá às 10h no auditório da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), em Campina.

Ao MaisPB, o prefeito Romero Rodrigues adiantou algumas mudanças. De acordo com o gestor, um segundo palco dará maior visibilidade dos artistas para quem estiver no Parque do Povo, além das atrações nacionais.

“Teremos uma programação boa, talvez a maior de toda a história. O layout estará bem melhor. Teremos um palco que vai dar a visão de 360º do Parque do Povo”, disse.

Wallison Bezerra – MaisPB

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Presidente da Associação dos Municípios do Litoral Norte da Paraíba participará de protesto na Praça do Meio do Mundo

prefeitosO Prefeito de Lagoa de Dentro, Fabiano Pedro, Presidente da Associação dos Municípios do Litoral Norte do Estado da Paraíba confirmou nesta quarta-feira, 05 de abril, que estará presente no protesto dos Prefeitos Paraibanos marcado para o dia 05 de maio na Praça do Meio do Mundo. Fabiano disse que vai acompanhado de uma caravana de Prefeitos da região do Litoral Norte Paraibano e Vale do Mamanguape.

Nessa quarta (05) o Prefeito esteve em uma reunião com outros Prefeitos em Campina Grande discutindo a pauta que será levada para o Protesto em defesa dos Municípios.

A manifestação, de acordo com o presidente da Federação das Associações dos Municípios da Paraíba (Famup), Tota Guedes, é uma forma de chamar atenção para a situação de dificuldade pela qual passam os municípios, além de provocar os parlamentares a votarem de acordo com a orientação dos prefeitos em questões pontuais que tramitam no Congresso Nacional.

Fabiano Pedro disse que o momento será muito importante para que, não só o Estado, mas todo o País tome conhecimento da situação difícil que os Municípios da Paraíba enfrentam.

Assessoria

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As duas leis que ajudam o Japão a ser um dos países mais ‘magros’ do mundo

japonesa-orientalA lista dos 50 países com menores índices de obesidade do mundo está cheia de nações que lutam contra a pobreza, a fome, a falta de segurança – ou tudo isso ao mesmo tempo. Mas no 38º lugar, entre Mali e Zimbábue, um país se difere do resto.

Com apenas 3,7% de obesidade entre a população adulta, o Japão é, de longe, a nação desenvolvida com taxas mais baixas.

Se o país for comparado a outros membros do G8 (grupo de nações com as economias mais industrializadas do planeta), as diferenças são gritantes: Alemanha, França e Itália têm entre 21% e 22% de obesos na população, Reino Unido tem aproximadamente 26% e os Estados Unidos, quase no outro extremo, registram 33,6%.

Para efeito de comparação, o Brasil tem 17,1% de obesos entre a população.

A BBC Mundo, serviço da BBC em espanhol, conversou com Katrin Engelhardt, especialista em nutrição da OMS (Organização Mundial da Saúde), sobre o sucesso japonês em manter níveis baixos de obesidade e sobrepeso em todas as idades da população.

Por trás dos bons resultados, destaca Engelhardt, há um governo comprometido com políticas para manter o sobrepeso sob controle, investindo muito em programas de nutrição e educação para a saúde.

Todas essas medidas fazem parte de uma campanha nacional chamada “Saúde Japão 21”.

Para começar, entenda duas leis específicas que ajudam a garantir a boa saúde no país e a frear a obesidade:

Lei Shuku Iku, para a educação das crianças

“Essa lei tem um nome bem profundo”, explica Engelhardt. Shuku faz referência à comida, à dieta e ao ato de comer, enquanto Iku se refere à educação intelectual, moral e física.

O objetivo dessa regra é aumentar a informação dos estudantes sobre a cadeia alimentar, a procedência e a produção dos alimentos, além de exigir educação sobre nutrição desde os primeiros anos de escola até o nível secundário.

Vigente desde 2005, a Lei Shuku Iku determina processos como cardápios saudáveis nas escolas e contratação de nutricionistas profissionais que também tenham formação como professores para dar aulas específicas sobre alimentação.

Além disso, a lei prega a promoção de uma cultura social ao redor da comida. O que isso significa: as crianças são estimuladas a preparar e compartir alimentos nos colégios.

Na hora das refeições, as salas de aula são transformadas em uma espécie de restaurante. As crianças ajudam a por a mesa, servem umas às outras e comem todas juntas.
A ideia é transmitir a mensagem de que “comer é um ato social”, diz Engelhardt.

Além disso, segundo a especialista, não há quiosques ou máquinas de comida dentro das escolas, o que faz com que os alunos dificilmente consigam encontrar lanches que não sejam saudáveis, com batatas fritas ou bebidas açucaradas.

Lei Metabo, para controlar o peso em adultos

Outra legislação que a especialista destaca para explicar o êxito japonês é a Lei Metabo (de metabolismo), que estimula adultos entre 40 e 75 anos a fazerem uma medição anual da circunferência abdominal.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, uma circunferência de mais de 94 cm para homens e mais de 80 cm para mulheres traz mais risco de complicações metabólicas, como doenças cardiovasculares.

Essas medições são feitas pela administração pública e também por empresas.

“Os empregadores têm um dia anual claramente identificado, quando todo o pessoal precisa medir a circunferência da barriga”, afirma a especialista da OMS.

Se as medidas não forem saudáveis, as empresas estimulam os empregados a participarem de sessões de apoio e a fazerem mais exercícios.

O objetivo da lei é estimular os adultos a serem mais conscientes sobre a importância de um peso saudável e da prática de atividades físicas.

A lei prevê ainda o seguinte:

– As companhias estimulam que trabalhadores façam exercícios durante seus horários livres. Algumas inclusive têm ginásios ou quadras de badminton para que os empregados possam se exercitar facilmente na hora do almoço ou depois do trabalho;

– Os funcionários são estimulados a chegar ao trabalho caminhando ou de bicicleta, e o governo promove segurança nas ciclovias para estimular o exercício.

Comida tradicional e porções pequenas

Mas além das leis específicas, há peculiaridades culturais que ajudam aos japoneses a se manterem no peso.

Como em outras sociedades asiáticas como a Coreia do Sul, que também tem um índice de obesidade bem baixo (4,6%), no Japão se dá muita importância à comida tradicional.

“A ênfase está na comida recém-preparada e produzida localmente”, destaca Katrin Engelhardt.

Os japoneses têm muito orgulho dos pequenos terrenos e das hortas urbanas onde produzem alimentos na forma natural.

“Em algumas culturas asiáticas, a comida sempre foi vista como algo quase medicinal”, diz a especialista. Além disso, ela destaca um fator cultural que também impacta: eles historicamente preferem porções pequenas.

“Nos eventos familiares japoneses, na cozinha tradicional, são servidos muitos pratos em porções pequenas, cheias de vegetais e comida muito fresca”, explica Engelhardt.

Enquanto isso, por exemplo, em algumas ilhas do Pacífico que têm índices de obesidade mais altos do mundo, como Tonga, Palau, Nauru, Niue e Ilhas Cook (mais de 40%), as porções são gigantescas, combinadas com índices de atividade física extremamente baixos.

Os países da América Latina com índices mais baixos de obesidade

1. Haiti: 6,7%

2. Honduras: 12,3%

3. Bolívia: 12,4%

4. Nicarágua: 12,6%

5. Guatemala: 13,4%

Os países da América Latina com índices mais altos de obesidade

1. Argentina: 26,7%

2. Chile: 24,8%

3. México: 23,7%

4. Uruguai: 23,5%

5. Venezuela: 21,9%

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Bill Gates pode se tornar o primeiro trilionário do mundo

Bill-GatesO fundador da Microsoft, Bill Gates, deve ser o primeiro trilionário do mundo, de acordo com uma pesquisa feita pela Oxfam, organização internacional que tem como objetivo a redução da desigualdade social. Segundo o levantamento, o crescimento exponencial da riqueza de Gates pode levá-lo a passar do US$ 1 trilhão em 25 anos, quando ele chegar aos 86 anos de idade.

 

Quando Gates deixou a Microsoft, em 2006, sua fortuna estimada pela Oxfam era de US$ 50 bilhões. Dez anos depois, esse valor cresceu para US$ 75 bilhões, apesar das várias doações feitas por meio da Fundação Bill e Melinda Gates. O empresário também é um dos criadores do The Giving Pledge, um compromisso assumido pelos mais ricos do mundo para doar mais de metade de suas fortunas.

Em uma análise hipotética, os pesquisadores da Oxfam aplicaram a taxa média de crescimento dos bilionários – 11% ao ano desde 2009 – à fortuna atual de Gates (cerca de US$ 84 bilhões de acordo com FORBES) e chegaram à conclusão de que, se os investimentos continuarem crescendo, ele pode tornar-se o primeiro trilionário do mundo.

 

A pesquisa também apontou que, atualmente, a fortuna somada de oito bilionários é igual ao patrimônio de 3,6 bilhões de pessoas que compõem a parte mais pobre da população global.

forbes

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Brasil é o país que mais consome agrotóxicos no mundo

frutas-e-verdurasO Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo e pela primeira vez, uma análise da Anvisa mostrou que consumir laranjas pode causar contaminação aguda.

 

E não é só a laranja, não. Muitas frutas, verduras e legumes têm concentração de produtos químicos acima do permitido, mas será que tirar a casca resolve? E lavar? O Bem Estar desta segunda-feira (09) fala sobre o assunto e as nutricionistas Vanderli Marchiori e Mariana Garcia explicam o que o consumidor pode fazer. E você sabe a diferença entre agroecológicos, orgânicos e hidropônicos? Pensando na saúde, será que vale a pena pagar mais caro?

Saiba mais

Em geral, os agrotóxicos são utilizados de maneira errada, o agricultor não segue a recomendação de quantidades, modo de aplicar, tempo para colheita, tipo de cultura que pode receber aquele produto, etc, e isso resulta em resíduos no alimento acima do permitido.

Preferir alimentos orgânicos certificados é sempre melhor, verifique se o produtor possui o selo de certificação ou a embalagem. Outra dica é preferir alimentos da época, pois eles precisam, em tese, de menos agrotóxicos. Alimentos in natura que são da sua região também precisam de menos produtos químicos para estarem em boas condições, mas em todos os casos, nunca devemos deixar de comer frutas, legumes e verduras por causa dos agrotóxicos porque os benefícios são muito maiores que os riscos.

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) preparou um mapa que mostra onde tem feira orgânica pelo Brasil. CLIQUE AQUIpara acessar.

Os alimentos orgânicos precisam ser lavados antes do consumo com hipoclorito de sódio, como todo alimento in natura. Os procedimentos de lavagem e a retirada de cascas e folhas externas contribuem para a redução dos resíduos de agrotóxicos presentes no exterior do alimento, mas são incapazes de eliminar os contidos no interior.

G1

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Em carta aos bispos de todo o mundo, papa Francisco pede tolerância zero com pedofilia

papaO papa Francisco enviou uma carta aos bispos de todo o mundo em que pede a proteção de crianças e para que “o sofrimento, a história e a dor dos menores que foram abusados sexualmente por sacerdotes” não sejam esquecidos. Ele ainda pediu “tolerância zero” aos religiosos. As informações são da agência de notícias Ansa.

“Escutar o choro das crianças significa também escutar o choro e o lamento de nossa mãe igreja, que chora não só pela dor causada em seus filhos mais pequenos, mas também porque conhece o pecado de alguns de seus membros. Pecado que nos causa vergonha. Pessoas que tinham a responsabilidade de cuidar destas crianças, destruíram a dignidade delas”, escreveu o papa.

Ele pede “coragem para proteger a infância dos novos Herodes dos nossos dias, que roubam a inocência de nossas crianças”. O pontífice referia-se ao rei que mandou matar todos os primogênitos de Belém após o nascimento de Jesus Cristo.

“Hoje, na lembrança do dia dos santos inocentes, quero que renovemos todo o nosso empenho para que essas atrocidades não ocorram mais entre nós. Que encontremos a coragem necessária para promover todos os meios necessários para proteger de todas as formas as vidas de nossas crianças porque tais crimes não podem mais se repetir”, disse.

 

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Câncer poderá matar 5,5 milhões de mulheres por ano no mundo em 2030

terapia-anticancerO câncer poderá matar 5,5 milhões de mulheres a cada ano no mundo em 2030, quase 60% a mais em relação a 2012, devido ao aumento e ao envelhecimento da população, de acordo com um relatório divulgado nesta terça-feira (1º).

Segundo o relatório da Sociedade Americana do Câncer (ACS) divulgado no Congresso Mundial do Câncer, que acontece até quinta-feira em Paris, será essencial aumentar os esforços em educação e em prevenção para lutar contra esta epidemia que matou 3,5 milhões de mulheres em 2012. A maioria destes óbitos ocorreu em países em desenvolvimento.

“O peso do câncer aumenta nos países com rendas baixas e médias devido ao envelhecimento e ao crescimento da população”, explicou Sally Cowal, vice-presidente sênior de saúde global da ACS, que compilou o relatório com a empresa farmacêutica Merck.

Este aumento também é atribuído ao “aumento da frequência de fatores de risco de câncer conhecidos e ligados à transição econômica rápida, como a falta de atividade física, a má alimentação, a obesidade e fatores reprodutivos”, por exemplo, ter o primeiro filho com uma idade avançada, o que aumenta os riscos de câncer de mama.

Segunda causa de morte de mulheres
O câncer constitui, depois das doenças cardiovasculares, a segunda causa de morte de mulheres no mundo, o que representa 14% do total de mortes femininas em 2012, afirma o relatório.

Os autores observam que grande parte das 700 mil mortes anuais por câncer de pulmão e do colo do útero poderiam ser prevenidas com um combate eficiente ao tabagismo, da vacinação e do diagnóstico precoce.

O câncer de mama, o mais frequente, é a principal causa de morte por doenças oncológicas de mulheres no mundo, com 1,7 milhão de casos diagnosticados e 521.900 óbitos em 2012.

Em segundo lugar vem o câncer de pulmão, com 491.200 mortes por ano entre as mulheres. Nos Estados Unidos e na França, mais de 80% destes casos estão vinculados ao tabagismo, enquanto na África subsaariana esta porcentagem se reduz a 40%.

Um dos fatores de risco que poderia ser reduzido é a poluição interior, causada pela cozinha e pela calefação a lenha ou a carvão, responsável por 1,6 milhão de mortes de mulheres no mundo em 2010.

Já o câncer do colo do útero causa 266.000 mortes por ano. Em relação a este tipo de câncer, “90% dos casos são registrados em países em desenvolvimento. A Índia representa 25% do total de casos”, detalha o relatório.

A África subsaariana, a América Central e do Sul, assim como o sudeste asiático e o leste da Europa, têm as taxas de incidência (novos casos) e de mortalidade mais elevadas.

A maioria dos casos de câncer do colo do útero pode ser evitada através da vacinação contra o vírus do papiloma humano (HPV), e pode ser facilmente detectada através do teste de papanicolaou.

Diagnóstico precoce
O diagnóstico de lesões pré-cancerígenas ou de cânceres em estado precoce também faz parte da luta contra esta doença, mas ainda está longe de ser ótimo, assim como a vacinação, afirmam os autores.

O acesso aos tratamentos e ao diagnóstico do câncer de mama também continua sendo problemático nos países em desenvolvimento.

O relatório revela uma “escassez” em matéria de radioterapia na África e no sudeste asiático, onde ao menos 30 países não contam com estes serviços.

Os países de rendas baixas e médias, onde se concentram 60% dos casos de câncer, possuem apenas 32% dos equipamento de radioterapia disponíveis.

Os analgésicos opioides, como a morfina, são subutilizados nesses países, onde os pacientes morrem sem que suas dores sejam aliviadas.

G1

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Brasil é o 4º país mais corrupto do mundo, segundo Fórum Econômico Mundial

policia federalO Brasil é a quarta nação mais corrupta do mundo, segundo o índice de corrupção do Fórum Econômico Mundial. O país está atrás apenas do Chade, da Bolívia e da Venezuela, que lidera o ranking. A corrupção é um dos elementos que a organização suíça inclui em seu índice anual de competitividade, baseado em uma pesquisa com 15.000 líderes empresariais de 141 economias do mundo.

As três perguntas feitas a esses executivos foram: “O quanto é comum o desvio de fundos públicos para empresas ou grupos?”; “Como qualifica a ética dos políticos?”; e “O quanto é comum o suborno por parte das empresas?”. Em uma escala de um a sete, em que, quanto maior a nota, maior é a transparência, o Brasil recebeu 2,1, segundo análise publicada pelaBusiness Insider. Em um estudo divulgado pela Transparência Internacional, no início do ano, o país ficou em 76º colocado em uma lista sobre a percepção de corrupção do mundo entre 168 países.

Entre as 10 nações mais corruptas do ranking do Fórum Econômico Mundial, cinco são latino-americanas: Venezuela, à frente, com nota 1,7; Bolívia, com 2; Brasil e Paraguai, ambos com 2,1; e República Dominicana, com 2,2–, mas que não são membros da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), o think tank a cujo pertencimento define a fronteira entre os países industrializados ou não.

AS NAÇÕES DESENVOLVIDAS MENOS TRANSPARENTES

Segundo o Foro Econômico Mundial, os países desenvolvidos com maiores índices de corrupção são:

1. México (2,5)

2. Eslováquia (2,7)

3. Itália (3,1)

4. Hungria (3,1)

5. Grécia (3,2)

6. República Tcheca (3,3)

7. Espanha (3,4)

8. Coreia do Sul (3,5)

9. Polônia (3,7)

10. Eslovênia (3,7)

(Fonte: BusinessInsider )

Um relatório do Fórum publicado em junho assinalava a corrupção como o maior problema que a América Latina precisa enfrentar, segundo seus líderes políticos e empresariais. Escândalos como o da Petrobras, no Brasil, as acusações contra a ex-presidenta da Argentina Cristina Kirchner e o suborno de que é acusado o ex-governante guatemalteco Otto Pérez-Molina mantiveram a região estagnada, nesse aspecto, em relação aos índices de 2014 e 2015.

O México aparece entre os primeiros lugares do mundo desenvolvido com o mais complexo e abrangente de seus problemas: a corrupção. O Fórum Econômico Mundial coloca o país como a décima-terceira nação mais corrupta do mundo. Mas, excluindo-se da lista os países menos industrializados, o México fica com a liderança. Segundo o Fórum, o fator que o eleva ao primeiro lugar é o crime organizado.

O caso do México, no entanto, parece ser o mais alarmante, por se tratar de uma economia mais avançada do que a dos demais países da região. No índice global de competitividade, ele ocupa o 51º lugar de um total de 138, tendo subido seis pontos graças a uma eficiência maior de seus mercados, e mantém uma longa série de fatores que assustam os investidores: a corrupção, o mais grave, é seguida pelo crime organizado e outros fatores administrativos como a ineficiência da burocracia e a política fiscal.

“A educação básica continua a ser uma fragilidade significativa para a sua competitividade se comparada a outros líderes regionais e mundiais, além do fato de que a qualidade institucional recuou. A economia mexicana foi atingida pela queda dos preços do petróleo, um comércio internacional fraco e a consequente queda na produção industrial”, assinala o Foro em seu texto sobre o México.

Crise ambiental urbana

A corrupção nesse país latino-americano não apenas afeta negativamente a possibilidade de realização de negócios, de acordo com o índice, mas também atinge o seu meio ambiente. Em março, a capital mexicana passou pela sua pior crise ambiental em 14 anos: a poluição do ar subiu a níveis perigosos para a saúde da população e o Governo local aplicou um polêmico programa para reduzir imediatamente o nível de partículas tóxicas.

Em relatório publicado em maio, o próprio Fórum relatava uma série de práticas que frustram as tentativas realizadas de melhorar a qualidade do ar: subornos nos centros de verificação veicular; transportes públicos sob controle privado, o que fragiliza a fiscalização; e “malversação de fundos na nova linha do metrô da Cidade do México, inaugurada em 2012 e fechada pouco depois devido a falhas estruturais.

El País

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