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Governo da Paraíba capta do Banco Mundial cerca de US$ 50 milhões para o “Programa Paraíba Rural Sustentável”

O Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) possui mais de 200 projetos ativos no Brasil, os recursos ultrapassam os U$ 30 bi. Na Paraíba, o montante será aplicado na agricultura familiar por meio de licitações públicas de produtos e serviços, que irão beneficiar 45 mil famílias no estado

Em fevereiro deste ano, o Senado Federal autorizou o governo da Paraíba a contrair um empréstimo de cerca de US$ 50 milhões junto ao Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD). O crédito externo será usado para execução do “Programa Paraíba Rural Sustentável”, que prevê investimentos em segurança hídrica, perfuramento de poços, dessalinizadores e sistemas de abastecimento d’água. Essa ação do governo vai beneficiar 45 mil famílias que trabalham com agricultura familiar no estado.

Outra iniciativa relevante do BIRD, mais conhecido como Banco Mundial, foi a execução do Projeto META em parceria com o Ministério de Minas e Energia (MME), que teve como principal objetivo contribuir para ampliar e consolidar os avanços dos setores energético e mineral brasileiros. O MME obteve, nos últimos anos, uma autorização para financiamento de cerca de U$ 98 mi, aplicado, em duas fases, ao “Projeto META”.

Parte desses recursos foi utilizada na primeira fase do Projeto via processos licitatórios, na construção de um laboratório de Ultra-Alta Tensão Externo no Rio de Janeiro, o segundo no mundo, depois da China, na aquisição de hardwares e softwares a serem utilizados na operação nacional do sistema elétrico, na realização de Curso de Pós-Graduação para Servidores do Ministério de Minas e Energia em Políticas Públicas e Gestão Governamental nos Setores Energético e Mineral, entre outras ações.

Muito além dos dois casos citados, o Brasil possui mais de 200 projetos ativos com o BIRD, executando cerca de U$ 30 bi em doações e financiamentos. A maior parte desses recursos é executada por meio de licitações públicas. Os valores disponibilizados pelo BIRD podem ser direcionados a todos os entes da Administração Pública, porém, devem seguir critérios rigorosos do financiador.

Palavra do especialista

No caso de licitações de produtos e serviços realizadas por meio da obtenção de recursos do BIRD, são consideradas as normas das Diretrizes para Aquisições de Bens, Obras, Serviços e Consultorias financiados por empréstimos do BIRD, pois devem ser executados por meio de modalidades licitatórias diferenciadas, conforme rege o Art. 42, parágrafo 5º da Lei 8666-93.

Nas mencionadas licitações, as empresas participantes devem seguir normativas próprias do BIRD. Segundo Alfredo Dezolt, economista especialista em gestão de projetos da UGP Brasil, a falta de conhecimento técnico das instituições públicas para a elaboração e execução de projetos e preparação de propostas técnicas e financeiras dificulta e atrasa o andamento dos processos licitatórios que se alinhem às exigências do Banco Mundial.

“O desconhecimento dos processos para acessar essas fontes de recursos internacionais de fomento é um dos maiores entraves para uma captação mais abrangente de recursos disponíveis para melhoria de setores vitais da sociedade brasileira”, declara o economista.

O especialista da UGP também menciona que uma situação crítica na cadeia executiva dos financiamentos com recursos internacionais está no desconhecimento, por parte das empresas e prestadores de serviços, das regras e diretrizes diferenciadas para participar dos certames licitatórios.

“Nossa experiência, durante a gestão dos certames financiados pelo Banco Mundial, aponta que cerca de 60% das propostas técnicas e/ou financeiras apresentadas nesse tipo de licitação são desclassificadas por falhas formais e/ou procedimentais; ou seja, há pouco conhecimento técnico, principalmente de empresas nacionais, para competir nesse mercado”, explica.

O economista complementa informando que “as empresas nacionais, transnacionais e estrangeiras, de modo geral, não dominam os procedimentos de apresentação de propostas, que devem, além de respeitar os princípios da Lei 8.666/93, seguir as diretrizes internas dos agentes financiadores internacionais, como o Banco Mundial” finaliza.

Mais recursos, maior desenvolvimento

O governador do estado da Paraíba, João Azevêdo, afirma que o recurso recebido para o governo é de extrema importância para a economia da região e que o montante será investido na vulnerabilidade agroclimática do estado e no acesso a mercados econômicos, principalmente aqueles voltados para a agricultura familiar.

“Nós vamos ter investimentos de 50 milhões de dólares do BIRD. Esses recursos injetados na base da economia, sem sombra de dúvidas, farão uma diferença significativa, considerando que exatamente das 117 mil famílias que dependem da agricultura familiar, praticamente a metade estará envolvida com esse projeto”, destaca o governador.

Nos próximos meses, o governo paraibano deve iniciar o direcionamento dos recursos obtidos no BIRD, que serão utilizados no “Programa Paraíba Rural Sustentável”.

 

objetiva.com

 

 

Fifa anuncia novo Mundial de Clubes, a cada 4 anos e com 24 times

A Fifa anunciou nesta sexta-feira a criação de um novo Mundial de Clubes, a ser disputado a cada quatro anos, com a presença de 24 times. A primeira edição será organizada em junho e julho de 2021, em local a ser definido, ocupando a janela deixada pela Copa das Confederações no calendário mundial.

Gianni Infantino realizou pronunciamento em Miami — Foto: AFP

Gianni Infantino realizou pronunciamento em Miami — Foto: AFP

A nova competição terá 24 clubes: oito da Europa, seis da América do Sul e as demais divididas entre os demais continentes. A Fifa deixou para cada confederação continental definir os critérios de classificação ao Mundial.

– Houve muitas discussões construtivas, com o presidente da Uefa. Estamos avançando nesse assunto. Temos a responsabilidade de tomar decisões, e tomamos a decisão, e nas próximas semanas essas discussões vão dar frutos. Hoje há clubes que representam mais do que uma cidade, um país. Há clubes que são internacionais, têm fãs por todos os lados. Será importante para eles tentar ser campeões mundiais – afirmou o presidente da Fifa, Gianni Infantino.

Ameaça de boicote da Europa

Horas antes do anúncio da Fifa, enquanto membros do conselho ainda estavam reunidos, os gigantes europeus fizeram uma ameaça oficial de boicote à nova competição. A Associação de Clubes Europeus (ECA, na sigla em inglês) afirmou por meio de carta para a Fifa que iria boicotar o torneio, por ser “frontalmente contra a aprovação” do novo formato e que “nenhum membro do ECA vai disputar essa competição”.

O documento está assinado por representantes de 15 dos maiores clubes da Europa, incluindo Juventus, Real Madrid, Ajax, PSG, Barcelona, Bayern de Munique, Manchester United e Benfica. Trata-se de mais uma batalha na guerra entre a Fifa e os grandes clubes europeus, que também se opuseram ao aumento do número de participantes da Copa do Mundo para 48 seleções — mas foram derrotados.

No lugar da Copa das Confederações

O Mundial de Clubes reformado vai substituir no calendário dois torneios que eram considerados fracasso de público, crítica e qualidade técnica: o velho Mundial de Clubes (disputado por sete clubes em dezembro) e a Copa das Confederações, que desaparece do calendário.

Ainda haverá duas edições do velho Mundial com sete clubes, em 2019 e 2020. A edição de 2021 ainda não tem local definido, uma vez que o calor do verão no Catar, no meio do ano, inviabilizaria a prática do futebol em alto nível. Desta forma, o torneio não será um evento-teste para as instalações da Copa do Mundo.

GE

 

Dia Mundial da Voz é celebrado com roda de conversa na LBV em João Pessoa/PB

Saúde da voz na Terceira Idade foi o tema abordado

Preocupada com o bem-estar de seus atendidos, a Legião da Boa Vontade – LBV em sua sede na Rua das Trincheiras, 703, promoveu nesta última segunda-feira, 16, uma roda de conversa com suas idosas que integram o programa Vida Plena, sobre o Dia Mundial da Voz.

O Departamento de Fonoaudiologia da Universidade Federal da Paraíba – UFPB, representado pelas mestres em fonoaudiologia, Renata Serrano e Alexandra Aguiar, que mediaram uma roda de conversa com as idosas da LBV, esclarecendo-as sobre a importância da voz na Terceira Idade. A psicóloga da LBV, Luciane Borges, comenta que é muito importante proporcionar o conhecimento. “A roda de conversa desenvolvida pelas fonoaudiólogas da UFPB, foi maravilhosa. Nossas idosas interagiram bastante e serão as multiplicadoras desse conhecimento da saúde da voz para seus familiares”, declara a psicóloga.

A fonoaudióloga Renata Serrano, explica a importância dos cuidados com a voz na Terceira Idade. “Nos idosos o envelhecimento é natural, mais é importante observar se tem cansaço ao falar, ardor, falha na voz, dor ao falar, mudança de tom, tudo pode estar relacionado a uma lesão nas pregas vocais. Evitar álcool e cigarro por desenvolver o câncer de laringe. Contudo, a prevenção para ter uma voz saudável é beber água, alimentação saudável e ter uma rotina de sono estabelecida”, alerta a mestre em fonoaudiologia.

Anualmente, em 16 de abril, celebra-se o “Dia Mundial da Voz” e a conscientização sobre a importância da voz no Brasil foi iniciada em 1999, e a partir de 2003 passou a ter expressão internacional.

O objetivo da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia neste dia e na semana que o circunda é promover a conscientização da população sobre a importância da voz humana para a promoção da saúde, bem como realizar conscientização de sinais e sintomas que favoreçam o diagnóstico precoce de doenças, como o câncer de laringe, que podem comprometer a qualidade de vida e a própria sobrevida dos indivíduos.

A roda de conversa, aconteceu no Centro Comunitário de Assistência Social da LBV, localizada na Rua das Trincheiras, 703 – Bairro Jaguaribe. Conheça e colabore com o trabalho desenvolvido pela Legião da Boa Vontade na capital paraibana. Acesse www.lbv.org ou ligue: (83) 3198.1500.

 

Assessoria

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Dia Mundial da Atividade Física lembra a importância da prática de exercícios

Para lembrar a importância da atividade física tanto para a saúde do corpo quanto para o cérebro, foi criado o Dia Mundial da Atividade Física, celebrado nesta sexta, 06 de abril. Praticar exercícios vai além de dispor de uma hora na academia ou fazer algum esporte. É possível fazer movimentos desde os mais simples aos mais intensos e em qualquer idade. É possível realizar uma sequência de exercícios nos mais diversos ambientes para estimular o corpo.

“Há exercícios que caem bem para quem é iniciante porque o esforço é mínimo e o resultado positivo”, aponta Jailson Santos profissional de educação física do Hapvida. Ele orienta que há exercícios como polichinelo, agachamento, bicicleta, pula corda, e outros que podem ser iniciados por aquelas pessoas que desejam começar a praticar atividades físicas.

Os benefícios vão além do físico. Mais que perder peso e combater a obesidade, a prática regular de movimentos gera benefícios como o fortalecimento dos ossos, articulações e músculos, e fortalece o coração. Tem importância no controle da gordura corporal, melhora o humor, ajuda na vida sexual e estimula a atividade cerebral.

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Grêmio estreia no Mundial com motivos de sobra para cuidados

O discurso não chega a ser novidade no futebol. Ninguém no Grêmio fala do sonho de disputar a final do Mundial de Clubes antes da hora, algo que seria de certa forma normal, especialmente com a possibilidade de encarar o Real Madrid pela frente. A “final” do Tricolor ocorre nesta terça-feira, na estreia na competição, contra o Pachuca, às 15h (de Brasília), no Estádio Hazza Bin Zayed, em Al Ain, com transmissão ao vivo do GloboEsporte.com. Uma lista de motivos explica o por quê.

Chamou atenção a maneira enfática com a qual Renato tratou o assunto em sua entrevista coletiva, na véspera da partida. Do mesmo modo, Pedro Geromel falou logo a seguir, com sua velocidade semelhante à das antecipações dentro de campo, e reforçou a visão do comandante e grupo de jogadores.

– Estamos focados no Pachuca, viemos até aqui estudando os dois possíveis adversários, o Pachuca foi vencedor e estamos preparados e focados. Vamos fazer de tudo, temos que fazer nosso melhor e vamos nos doar para isso. Não estamos pensando em quem vai ser o adversário na final, não tem sentido pensar na frente sem ver a semifinal – garantiu o zagueiro gremista.

Renato garante que foco do Grêmio está na semifinal (Foto: Lucas Uebel/Divulgação Grêmio)

Renato garante que foco do Grêmio está na semifinal (Foto: Lucas Uebel/Divulgação Grêmio)

São vários motivos para as preocupações:

  • Fuso Horário

Aos poucos a delegação gremista vai se adaptando às seis horas de diferença para o Brasil. No entanto, especialmente com relação ao sono, o fuso diferente ainda é sentido por membros do clube gaúcho. O preparador físico Rogério Dias, em conversa informal, revelou que estava com dificuldades para dormir. O vice de futebol Odorico Roman elencou o fuso como um dos problemas que faz o Grêmio estar muito concentrado na semifinal.

– Existem algums fatores que podem influenciar. Primeiro, a questão do fuso horário, que aos poucos vamos entrando, mas ainda se sente efeitos – comentou o dirigente ao GloboEsporte.com.

  • Rivalidade e exemplo

Claro que ninguém admite publicamente. Mas é inegável que o Grêmio não quer repetir o vexame do maior rival ao eliminado do Mundial antes da final, especialmente nos Emirados Árabes. Os torcedores, porém, constantemente citam essa situação, em meio a risadas. O Inter, em 2010, foi eliminado no mesmo país pelo Mazembe, do Congo, e acabou como primeiro sul-americano a ficar de fora da decisão.

Inter foi eliminado pelo Mazembe de Kidiaba em 2010 (Foto: Getty Images)

Inter foi eliminado pelo Mazembe de Kidiaba em 2010 (Foto: Getty Images)

Mas não o único. O Atlético-MG, em 2013, foi derrubado pelo Raja Casablanca, do Marrocos, em outro exemplo a não ser seguido pelo Grêmio. No ano passado, o Atlético Nacional, então campeão da Libertadores, foi superado pelo japonês Kashima Antlers. Por isso o discurso ensaiado de respeito ao Pachuca.

  • Ansiedade do jogo único

Serão dois sentimentos muito complicados para se administrar nesta terça-feira. Primeiro, porque é a estreia gremista no Mundial de Clubes. O Pachuca, por outro lado, já quebrou o gelo ao vencer o Wydad Casablanca na prorrogação, embora tenha se desgastado em 120 minutos. E toda estreia reserva dificuldades em campeonatos deste porte.

Junta-se a isso uma tensão inerente pelo jogo ser eliminatório. Mas, diferente da campanha da Libertadores, sem a partida de volta. Diante do discurso normalmente propagado por Renato Gaúcho, são 90 minutos, e não 180, de decisão. Colocar na cabeça do jogador a necessidade de estar concentrado torna-se essencial para evitar surpresas.

– A gente conversa com o Renato e ele conversa com os jogadores e demais membros da comissão. Até diria que talvez venha a ser quase uma rotina, é uma equipe muito consciente, sabe a importância que tem este jogo, este torneio que estamos disputando. Vencê-lo seria uma glória extraordinária, então neste primeiro jogo a busca pelo resultado é para passar a final – disse o vice-presidente Adalberto Preis.

  • Desempenho ruim não ilude

O Grêmio já preparou um relatório sobre o Pachuca para ser consumido internamente. O analista de desempenho Antônio Cruz está em Al Ain e vai mostrar um vídeo com os principais pontos fortes e fracos na tarde desta terça, na palestra antes do jogo. Na segunda, antes do treino, outro vídeo já havia sido mostrado pelo técnico Renato Gaúcho, também preparado pelo profissional.

Pachuca sofreu para bater o Wydad Casablanca na prorrogação  (Foto: Reuters)

Pachuca sofreu para bater o Wydad Casablanca na prorrogação (Foto: Reuters)

Após a classificação do Pachuca, o consenso no Grêmio é de que fraco futebol apresentado pelos mexicanos no primeiro jogo pode ser ilusório. Não seria um comportamento comum. A qualidade do jogo foi ruim, mas os tricolores não acreditam que tal desempenho irá se repetir nesta terça no Hazza Bin Zayed. Também por isso o resguardo.

– E não fique pensando que o Pachuca não mostrou um bom futebol, cada jogo é um jogo. Mesmo que estivesse jogando muito bem. Precisamos analisar o adversário não em 90 minutos apenas. Sabemos que é o jogo da vida deles, mas vai ser o das nossas vidas também – apontou Renato.

Cercado de cuidados, com a tentativa de reproduzir o foco da Libertadores, o Grêmio começa sua caminhada curta na busca pelo bicampeonato mundial. A provável escalação tem Marcelo Grohe; Edílson, Geromel, Kannemann e Cortez; Michel, Jailson, Ramiro, Luan e Fernandinho; Lucas Barrios.

GRÊMIO X PACHUCA – SEMIFINAL – MUNDIAL DE CLUBES

  • Local: Estádio Hazza Bin Zayed, em Al Ain, Emirados Árabes.
  • Data e horário: terça-feira (12), às 15h (de Brasília).
  • Escalação provável do Grêmio: Marcelo Grohe; Edílson, Geromel, Kannemann e Cortez; Michel, Jailson, Ramiro, Luan e Fernandinho; Lucas Barrios.
  • Escalação provável do Pachuca: Pérez; Herrera, Martínez, Murillo e García; Hernández; Urretaviscaya, Honda, Gúzman e Aguirre; Sagal.
  • Trio de arbitragem: Felix Brych, auxiliado por Mark Borsch e Stefan Lupp (trio alemão). Árbitro de vídeo: Feliz Zwayer.
  • Transmissão: TV Globo (com Galvão Bueno, Walter Casagrande, Maurício Saraiva e Arnaldo Cezar Coelho), SporTV (com Jader Rocha e Lédio Carmona) e GloboEsporte.com (após o jogo, a transmissão continua com a análise dos comentaristas Casagrande, Maurício Saraiva e Alexandre Alliatti).

GE

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No Dia Mundial da Saúde, OMS alerta sobre depressão

Foto: Internete
Foto: Internete

A depressão tem tratamento e o primeiro passo é conversar sobre o assunto. Essa é a proposta da Organização Mundial da Saúde (OMS) no Dia Mundial da Saúde, lembrado hoje (7). A doença, segundo a entidade, afeta pessoas de todas as idades e estilos de vida, causa angústia e interfere na capacidade de o paciente fazer até mesmo as tarefas mais simples do dia a dia.

“No pior dos casos, a depressão pode levar ao suicídio, segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos”, destacou a OMS. “Ainda assim, a depressão pode ser prevenida e tratada. Uma melhor compreensão sobre o que é a doença e como ela deve ser prevenida e tratada pode ajudar a reduzir o estigma associado à condição, além de levar mais pessoas a procurar ajuda”, completou a entidade.

Números em ascensão

O número de pessoas que vivem com depressão, segundo a OMS, está aumentando – 18% entre 2005 e 2015. A estimativa é que, atualmente, mais de 300 milhões de pessoas de todas as idades sofram com a doença em todo o mundo. O órgão alertou ainda que a depressão figura como a principal causa de incapacidade laboral no planeta.

“A depressão é diferente de flutuações habituais de humor e respostas emocionais de curta duração aos desafios da vida cotidiana. Especialmente quando de longa duração e com intensidade moderada ou severa, ela pode se tornar um sério problema de saúde”, destacou a organização. Os dados mostram que quase 800 mil pessoas morrem anualmente em razão de suicídio.

Depressão no Brasil

De acordo com a OMS, cerca de 5,8% da população brasileira sofrem de depressão – um total de 11,5 milhões de casos. O índice é o maior na América Latina e o segundo maior nas Américas, atrás apenas dos Estados Unidos, que registram 5,9% da população com o transtorno e um total de 17,4 milhões de casos.

O levantamento mostra que, além do Brasil e dos Estados Unidos, países como a Ucrânia, Austrália e Estônia também registram altos índices de depressão em sua população – 6,3%, 5,9% e 5,9%, respectivamente. Entre as nações com os menores índices do transtorno estão as Ilhas Salomão (2,9%) e a Guatemala (3,7%). A prevalência na população mundial, segundo a OMS, é 4,4%.

Falhas no acesso ao tratamento

A organização também alertou que, apesar da existência de tratamentos efetivos para a depressão, menos da metade das pessoas afetadas no mundo – e, em alguns países, menos de 10% dos casos – recebe ajuda médica. As barreiras incluem falta de recursos, falta de profissionais capacitados e o estigma social associado a transtornos mentais, além de falhas no diagnóstico.

“O fardo da depressão e de outras condições envolvendo a saúde mental está em ascensão em todo o mundo”, concluiu a OMS, ao cobrar uma resposta compreensiva e coordenada para as desordens mentais por parte de todos os países-membros.

Agência Brasil

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Febre amarela chegará a outros estados do Brasil, alerta OMS

mosquitoA Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que o atual surto de febre amarela deverá chegar a outros estados do Brasil. Até agora, casos da doença foram notificados nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, São Paulo, Distrito Federal (todos descartados), Goiás e Mato Grosso do Sul.

A OMS informou ainda que, pelo menos por enquanto, não há evidências de que o Aedes aegypti esteja transmitindo o vírus, causando uma expansão urbana. Os casos confirmados são registrados nas zonas silvestres, rurais e de mata, com transmissão por meio dos mosquitos Haemagogus e Sabethes.

No entanto, o risco de que indivíduos viajem para áreas de dentro ou fora do Brasil onde os mosquitos Aedes estejam presentes foi assumido pela organização.

“Espera-se que casos adicionais sejam detectados em outros estados do Brasil devido ao movimento interno de pessoas e de macacos infectados, além do baixo nível de cobertura vacinal em áreas que antes não estavam em risco de transmissão de febre amarela”, disse o boletim.

O Ministério da Saúde informou nesta semana que reforçará o estoque de vacinas da doença em 11,5 milhões de doses.

Vacinação

Moradores ou pessoas que pretendem visitar regiões silvestres, rurais ou de mata devem se vacinar no Sistema Único de Saúde (SUS). A transmissão da doença, que ocorre pela picada dos mosquitos Haemagogus e Sabathes nessas regiões, é possível em grande parte do território brasileiro. O Aedes aegypti também é transmissor da febre amarela, mas apenas em área urbana.

Vale lembrar que, em situações de emergência, a vacina pode ser administrada já a partir dos 6 meses. O indicado, no entanto, é que bebês de 9 meses sejam vacinados pela primeira vez. Depois, recebam um segundo reforço aos 4 anos de idade. A vacina tem 95% de eficiência e demora cerca de 10 dias para garantir a imunização já após a primeira aplicação.

Pessoas com mais de 5 anos de idade devem se vacinar e receber a segunda dose após 10 anos. Idosos precisam ir ao médico para avaliar os riscos de receber a imunização.

Por causar reações, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não recomenda a vacina para pessoas com doenças como lúpus, câncer e HIV, devido à baixa imunidade, nem para quem tem mais de 60 anos, grávidas e alérgicos a gelatina e ovo.

G1

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Líder da Igreja Mundial do Poder de Deus leva facada durante culto em SP

valdomiroO apóstolo Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, levou uma uma facada no pescoço durante um culto por volta das 8h deste domingo (8) em um templo da igreja no Brás, centro de São Paulo.

Ele postou um vídeo nas redes sociais, direto do hospital, contando o que ocorreu.

O homem que o atacou foi preso em flagrante, segundo informações do 8º Distrito Policial (Brás), com um facão. O homem, que está desempregado, disse que teve uma discussão com o pastor há algumas semanas.

“Eu estava impondo as mãos, acabando de ouvir um milagre, um testemunho, e entrou alguém por trás, não sei, não vi quem era, e deu uma facada no pescoço, ou uma navalha, não sei”, explicou o pastor em vídeo.

O apóstolo afirmou que voltará a pregar. “Orem por mim”, pediu Valdemiro.
“Eu perdoo a pessoa que fez isso”, afirmou.

G1

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Brasil cai em ranking mundial de educação em ciências, leitura e matemática

sala de aulas resultados do Brasil no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês), divulgados na manhã desta terça-feira (6), mostram uma queda de pontuação nas três áreas avaliadas: ciências, leitura e matemática. A queda de pontuação também refletiu uma queda do Brasil no ranking mundial: o país ficou na 63ª posição em ciências, na 59ª em leitura e na 66ª colocação em matemática.

A prova é coordenada pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) foi aplicada no ano de 2015 em 70 países e economias, entre 35 membros da OCDE e 35 parceiros, incluindo o Brasil. Ela acontece a cada três anos e oferece um perfil básico de conhecimentos e habilidades dos estudantes, reúne informações sobre variáveis demográficas e sociais de cada país e oferece indicadores de monitoramento dos sistemas de ensino ao longo dos anos.

Top 5 do Pisa em CIÊNCIAS:

  1. Cingapura: 556 pontos
  2. Japão: 538 pontos
  3. Estônia: 534 pontos
  4. Taipei chinesa: 532 pontos
  5. Finlândia: 531 pontos

Top 5 do Pisa em LEITURA:

  1. Cingapura: 535 pontos
  2. Hong Kong (China): 527 pontos
  3. Canadá: 527 pontos
  4. Finlândia: 526 pontos
  5. Irlanda: 521 pontos

Top 5 do Pisa em MATEMÁTICA:

  1. Cingapura: 564 pontos
  2. Hong Kong (China): 548 pontos
  3. Macau (China): 544 pontos
  4. Taipei chinesa: 542 pontos
  5. Japão: 532 pontos
    (veja o ranking completo)

Especialistas ouvidos pelo G1 afirmam que não há motivos para comemorar os resultados do país no Pisa 2015, e afirmaram que, além de investir dinheiro na educação de uma forma mais inteligente, uma das prioridades deve ser a formação e a valorização do professor.

“Questões como formação de professores, Base Nacional Comum e conectividade são estratégicas e podem fazer o Brasil virar esse jogo”, afirmou Denis Mizne, diretor-executivo da Fundação Lemann.

“É fundamental rever os cursos de formação inicial e continuada, de maneira que os docentes estejam realmente preparados para os desafios da sala de aula (pesquisas mostram que os próprios professores demandam esse melhor preparo)”, disse Ricardo Falzetta, gerente de conteúdo do Movimento Todos pela Educação.

Para Mozart Neves Ramos, diretor de Articulação e Inovação do Instituto Ayrton Senna, parte da solução “passa também em superar a baixa atratividade dos jovens brasileiros pela carreira do magistério, ao contrário do que ocorre nos países que estão no topo do ranking mundial do Pisa. Nesses países, ser professor é sinônimo de prestígio social”.

Participação do Brasil

No país, a prova fica sob responsabilidade do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A amostra brasileira contou com 23.141 estudantes de 841 escolas, que representam uma cobertura de 73% dos estudantes de 15 anos.

Em cada edição, o Pisa dá ênfase a uma das três áreas. Na deste ano, o foco foi ciências. Em 2015, a nota do país em ciências caiu de 405, na edição anterior, de 2012, para 401; em leitura, o desempenho do Brasil caiu de 410 para 407; já em matemática, a pontuação dos alunos brasileiros caiu de 391 para 377. Cingapura foi o país que ocupou a primeira colocação nas três áreas (556 pontos em ciências, 535 em leitura e 564 em matemática).

Segundo o Inep, não existem “evidências empíricas” para afirmar que houve “diferenças estatisticamente significativas” entre a pontuação dos estudantes brasileiros nas três áreas do Pisa entre 2015 e as três últimas edições da prova (2012, 2009 e 2006).

De acordo com os dados, os resultados dos estudantes em ciências e leitura são distribuídos em uma escala de sete níveis de proficiência (1b, 1a, 2, 3, 4, 5 e 6). Em matemática, a escala vai de 1 a 6. De acordo com a OCDE, o nível mínimo esperado é o nível 2, considerado básico para “a aprendizagem e a participação plena na vida social, econômica e cívica das sociedades modernas em um mundo globalizado”.

No Brasil, em todas as três áreas, mais da metade dos estudantes ficaram abaixo do nível 2. Veja no gráfico:

Maioria dos brasileiros ficaram abaixo do nível básico de proficiência em todas as áreas do Pisa 2015 (Foto: Editoria de Arte/G1)Maioria dos brasileiros ficaram abaixo do nível básico de proficiência em todas as áreas do Pisa 2015 (Foto: Editoria de Arte/G1)

Maioria dos brasileiros ficaram abaixo do nível básico de proficiência em todas as áreas do Pisa 2015 (Foto: Editoria de Arte/G1)

Além disso, 4,38% dos alunos brasileiros ficaram abaixo até do nível mais baixo no qual a OCDE determina habilidades esperadas para os estudantes em ciências. Em leitura e matemática, esse índice foi de 7,06% e 43,74% em matemática (no caso, da matemática, porém, há seis níveis de proficiência, e não sete).

Participaram alunos de todos os estados brasileiros, mas, no Amapá e no Paraná, não houve um número mínimo de avaliações para garantir uma análise estatística ampla. Por isso, o Inep alerta que os dados referentes a estes estados sejam analisados com cautela.

Em ciências e leitura, o Espírito Santo foi o estado com a maior média (435 e 441 pontos, respectivamente). Em matemática, a média do Paraná foi a mais alta, com 406 pontos, e o Espírito Santo teve a segunda maior média: 405. Já Alagoas registrou a média mais baixa nas três áreas: 360 em ciências, 362 em leitura e 339 em matemática.

Para Ricardo Falzetta, do Todos pela Educação, os dados mostram dois problemas principais. “Em primeiro lugar, que os nossos jovens não estão aprendendo conhecimentos básicos e fundamentais para que possam exercer plenamente sua cidadania enquanto jovens e depois, enquanto adultos, realizando seus projetos de vida. Em segundo lugar, a pesquisa aponta novamente – como vemos em diversos outros estudos, inclusive os nacionais – as enormes disparidades entre as regiões.”

Veja abaixo os resultados do Brasil em cada área:

Ciências

A área de ciências foi o foco da prova neste ano. Os alunos foram avaliados de acordo com três competências científicas: explicar fenômenos cientificamente, avaliar e planejar experimentos científicos e interpretar dados e evidências cientificamente. De acordo com a OCDE, “um jovem letrado cientificamente está preparado para participar de discussões fundamentadas sobre questões relacionadas à Ciência, pois tem a capacidade de usar o conhecimento e a informação de maneira interativa”.

As perguntas variavam entre o nível de dificuldade (baixo, médio e alto), e as respostas podiam ser dissertativas, de múltipla escolha simples ou múltipla escolha complexa. Os temas de ciências envolvem os sistemas físicos, vivos e sobre a Terra e o espaço, e foram abordados nos contextos pessoal, local/nacional e global.

Em ciências, 43,4% dos estudantes obtiveram pelo menos o nível 2 da escala de proficiência, segundo os dados divulgados nesta sexta. A média do Brasil na área foi de 401 pontos. Desde 2009, o desempenho do Brasil estava estagnado em 405, e agora recuou quatro pontos.

Veja a evolução do Brasil em ciências nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)Veja a evolução do Brasil em ciências nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)

Veja a evolução do Brasil em ciências nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)

Desempenho em CIÊNCIAS:

  • Média dos países da OCDE: 493 pontos
  • Média do Brasil: 401 pontos
  • Brasil – rede federal: 517 pontos*
  • Brasil – rede privada: 487 pontos*
  • Brasil – rede estadual: 394 pontos
  • Brasil – rede municipal: 329 pontos**
    *Segundo o Inep, o desempenho médio dos estudantes da rede federal e da rede priva não é “estatisticamente diferente”
    **O Inep ressalta que a rede municipal tem pontuação inferior porque, na maioria das escolas, os estudantes ainda estão cursando o ensino fundamental

Os estudantes brasileiros que participaram do Pisa em 2015 apresentaram mais facilidade para interpretar dados e evidências cientificamente e mais dificuldade com a competência de avaliar e planejar experimentos científicos. As questões que tinham contexto pessoal foram mais fáceis tanto para brasileiros quanto para alunos de outros países: elas registraram um índice de acertos de 33,8% pelos estudantes do Brasil. As questões globais, por outro lado, só foram respondidas corretamente por cerca de 26% dos participantes.

“Apenas para ilustrar, se considerarmos os nossos resultados em ciências, atingimos 401 pontos, enquanto que os alunos dos países da OCDE obtiveram uma média de 493 pontos”, afirmou Mozart Neves, do Instituto Ayrton Senna. “É uma diferença que equivale a aproximadamente ao aprendizado de três anos letivos!”

De acordo com o Inep, “representam pontos fortes dos estudantes brasileiros, de modo geral, os itens da competência explicar fenômenos cientificamente, de conhecimento de conteúdo, de resposta do tipo múltipla escolha simples. Por outro lado, representam pontos fracos os itens da competência interpretar dados e evidências cientificamente, de conhecimento procedimental, de resposta do tipo aberta e múltipla escolha complexa”.

Leitura

O Pisa define o “letramento em leitura” como a capacidade de os estudantes entenderem e usarem os textos escritos, além de serem refletir e desenvolver conhecimentos a partir do contato com o texto escrito, além de participar da sociedade. A prova do Pisa avalia o domínio dos alunos em três aspectos da leitura: Localizar e recuperar informação, integrar e interpretar, e refletir e analisar.

Vários tipos de textos aparecem na prova, como os descritivos, narrativos e argumentativos, e há textos que apresentam situações pessoais, públicas, educacionais e ocupacionais.

No Pisa 2015, 50,99% dos estudantes ficaram abaixo do nível 2 de proficiência. A média de desempenho foi de 407 pontos. É a segunda queda consecutiva na área de leitura desde 2009.

Veja a evolução do Brasil em leitura nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)Veja a evolução do Brasil em leitura nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)

Veja a evolução do Brasil em leitura nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)

Desempenho em LEITURA:

  • Média dos países da OCDE: 493 pontos
  • Média do Brasil: 407 pontos
  • Brasil – rede federal: 528 pontos*
  • Brasil – rede privada: 493 pontos*
  • Brasil – rede estadual: 402 pontos
  • Brasil – rede municipal: 325 pontos**
    *Segundo o Inep, o desempenho médio dos estudantes da rede federal e da rede priva não é “estatisticamente diferente”
    **O Inep ressalta que a rede municipal tem pontuação inferior porque, na maioria das escolas, os estudantes ainda estão cursando o ensino fundamental

“Os estudantes brasileiros mostraram melhor desempenho ao lidar com textos representativos de situação pessoal (por exemplo, e-mails, mensagens instantâneas, blogs, cartas pessoais, textos literários e textos informativos) e desempenho inferior ao lidar com textos de situação pública (por exemplo, textos e documentos oficiais, notas públicas e notícias)”, avaliou o Inep, no documento divulgado à imprensa.

Matemática

A área de matemática do Pisa é onde o Brasil tem a pontuação mais baixa nas últimas cinco edições do programa. Porém, o país vinha registrando uma tendência de crescimento consistente. Na edição de 2012, o governo federal afirmou que o Brasil foi o país que mais evoluiu na pontuação média de matemática no Pisa. Porém, nesta edição, essa foi a área onde o Brasil teve a queda mais acentuada:

Veja a evolução do Brasil em leitura nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)Veja a evolução do Brasil em leitura nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)

Veja a evolução do Brasil em leitura nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)

Desempenho em MATEMÁTICA:

  • Média dos países da OCDE: 490 pontos
  • Média do Brasil: 377 pontos
  • Brasil – rede federal: 488 pontos*
  • Brasil – rede privada: 463 pontos*
  • Brasil – rede estadual: 369 pontos
  • Brasil – rede municipal: 311 pontos**
    *Segundo o Inep, o desempenho médio dos estudantes da rede federal e da rede priva não é “estatisticamente diferente”
    **O Inep ressalta que a rede municipal tem pontuação inferior porque, na maioria das escolas, os estudantes ainda estão cursando o ensino fundamental

“Os resultados do Brasil no Pisa são gravíssimos porque apontam uma estagnação em um patamar muito baixo. 70% dos alunos do Brasil abaixo do nível 2 em matemática é algo inaceitável. O Pisa é mais uma evidência do que vemos todos os dias nas escolas”, afirmou Denis Mizne, da Fundação Lemann.

Os conteúdos matemáticos avaliados na prova do Pisa são relacionados a quantidade; incerteza e dados; mudanças e relações; espaço e forma. A OCDE considera como capacidades fundamentais da matemática atividades como delinear estratégias, raciocinar e argumentar, utilizar linguagem e operações simbólicas, formais e técnicas e utilizar ferramentas matemáticas. Entre os processos matemáticos, o Pisa mede a habilidade dos estudantes de formular, empregar, interpretar e avaliar problemas.

De acordo com a avaliação do Inep, os estudantes brasileiros apresentaram “facilidade maior em lidar com a matemática envolvida diretamente com suas atividades cotidianas, sua família ou seus colegas”. Além disso, “o manuseio com dinheiro ou a vivência com fatos que gerem contas aritméticas ou proporções é uma realidade mais próxima dos estudantes do que, por exemplo, espaço e forma”, diz o órgão.

Entenda o Pisa

As provas do Pisa duram até duas horas e as questões podem ser de múltipla escolha ou dissertativas. Nesta edição, em alguns países, incluindo o Brasil, todos os estudantes fizeram provas em computadores. O exame é aplicado a uma amostra de alunos matriculados na rede pública ou privada de ensino a partir do 7° ano do ensino fundamental. Além de responderem às questões, os jovens preencheram um questionário com detalhes sobre sua vida na escola, em família e suas experiências de aprendizagem.

Do total de alunos da amostra brasileira, 77,7% estavam no ensino médio, 73,8% na rede estadual, 95,4% moravam em área urbana e 76,7% viviam em municípios do interior.

Estudantes de escolas indígenas, escolas rurais da região Norte ou escolas internacionais, além de alunos de escolas situadas em assentamentos rurais, comunidades quilombolas ou unidades de conservação sustentável não fizeram parte do estudo do Pisa. Segundo o Ministério da Educação, o motivo foram as dificuldades logísticas de aplicação da avaliação e o fato de certos grupos populacionais não terem necessariamente a língua portuguesa como língua de instrução.

G1

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Chape agradece tributo e manifesta apoio a Atlético Nacional em Mundial

A homenagem do Atlético Nacional, na noite de última quarta-feira no estádio Atanasio Girardot, no horário que seria disputada a primeira partida da final da Sul-Americana contra a Chapecoense comoveu o Brasil, a Colômbia e o mundo. Na manhã desta quinta-feira, o clube catarinense agradeceu, através do twitter, o tributo. Além disso, aproveitou a ocasião para manifestar torcida pelo time colombiano no Mundial de Clubes, que começa no dia 8 de dezembro, no Japão. O Atlético Nacional está classificado para o torneio por ter vencido a Libertadores deste ano e estreia no próximo dia 14.

– Uma imagem aérea do estádio Atanasio Girardot. Nossos mais sinceros agradecimentos, @nacionaloficial. Rumo ao mundial! #ForçaChape.

Chapecoense agradece homenagem do Atlético Nacional (Foto: Reprodução)Chapecoense agradece homenagem do Atlético Nacional (Foto: Reprodução)

No horário marcado para o jogo contra a Chapecoense, pela primeira partida da final da Copa Sul-Americana, o Atlético Nacional preparou uma homenagem impressionante, à altura das 71 vítimas fatais do acidente do voo da LaMia. Vestidos de branco e segurando velas e celulares, cerca de 52 mil torcedores do clube colombiano lotaram o estádio Atanasio Girardot para lembrar os envolvidos. Em toda a arquibancada, o grito ecoou por diversas vezes: “Vamos, vamos, Chape”. No fim, uma chuva de flores jogadas ao gramado pelos torcedores. Nas redes sociais, brasileiros criaram hashtag #GraciasColombia para agradecer a solidariedade do Atlético Nacional.

Simultaneamente, milhares de torcedores ocuparam a Arena Condá, em Chapecó, e fizeram, junto a jogadores do clube, familiares, moradores da cidade e jornalistas de todo mundo uma comovente demonstração de compaixão, dor, tristeza e fé.

Estádio Medellín homenagem Chapecoense (Foto: RAUL ARBOLEDA / STR / AFP)Estádio lotado em Medellín para homenagem à Chapecoense (Foto: AFP)
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