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Paraibanos são vice-campeões mundiais de robótica, mas esbarram na falta de apoio

roboticaUm professor e dois alunos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB) de Cajazeiras, Sertão paraibano, a 485 km de João Pessoa, foram vice-campeões mundiais na competição internacional de robôs controlados via internet, a Mercury Remote RobotChallenge, realizada e promovida no dia 18 deste mês, pela Universidade do Estado de Oklahoma, nos Estados Unidos.

O trio paraibano desbancou outras 26 equipes, vindas de países como o México, Colômbia e de países asiáticos, além de vários times dos Estados Unidos e outras equipes brasileiras e conquistaram o vice-campeonato.

Para participar da competição internacional, os cajazeirenses disputaram uma seletiva estadual contra alunos e professores de outros campus do IFPB e ficaram entre os dois melhores colocados, garantindo a participação e o custeio das passagens que foram pagas pela instituição de ensino. Duas equipes da Capital também participaram da competição nos EUA.

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O robô, projetado e construído pelo professor Raphaell Maciel e os alunos Kleysson Cavalcante e Natanael Queiroz, foi feito a partir de peças e um chip.

“O processo foi todo realizado nos laboratórios do IFPB. Fomos projetando, construindo e testando o robô. Além do motor e de outras peças, o robô possui um micro controlador, que funciona como um sistema embarcado, que é um chip que possibilita que a gente programe e insira um código para que ele faça o que a gente determina”, afirmou o professor.

Durante a competição, o robô, controlado pela internet, teria que estar a cerca de 80 km de distância do piloto. A equipe optou por colocar um celular acoplado ao robô e desenvolveu um aplicativo para que, à distância, o piloto pudesse controlá-lo.

A competição foi disputada em duas etapas. De acordo com o professor, a primeira etapa, que foi eliminatória, serviu para que as equipes demonstrassem a conectividade do robô com a internet e, posteriormente, a máquina seria desligada da rede, tendo que se reconectar por conta própria.

Classificadas, as equipes teriam que percorrer um circuito e realizar tarefas no menor espaço de tempo possível.

“Na segunda etapa, o robô tinha que percorrer um circuito e realizar tarefas, como passar por um túnel escuro, passar por uma ponte e simular o resgate de uma vítima, através de uma bolinha que ele tinha que ser pega e depositada em um cilindro do outro lado do circuito. Cada tarefa recebia uma pontuação. Concluímos com o tempo de cerca de nove minutos e só perdemos para os asiáticos, que ficaram com um tempo próximo dos sete minutos”, disse o professor.

Ainda segundo o professor, o trio paraibano foi para a competição com a pretensão de fazer um bom trabalho, mas ficaram felizes com o vice-campeonato mundial.

“Fomos sem pretensão de ganhar, mas queríamos ter um bom desempenho. Tínhamos o objetivo de ver como era a competição e conhecer novas tecnologias. A nossa colocação nos deixou felizes. Ficamos satisfeitos com o resultado, que é fruto de um trabalho que começou há um tempo, desde a minha graduação e com os estudos dos meus alunos”, contou Raphaell Maciel.

Natanael Queiroz, aluno integrante da equipe, contou que mesmo estando relativamente no início do curso, já conquistou um importante título.

“Foi uma emoção muito grande. Eu comecei no terceiro período agora e já ter um destaque em uma competição internacional é muito bom. Pretendo continuar para conseguir outros objetivos e mais conquistas para a Paraíba”, disse Natanael.

Conquista mundial esbarra na falta de apoio

Embora tenham conquistado o vice-campeonato mundial em uma área concorrida como a robótica, os paraibanos sofrem com a falta de apoio por parte das autoridades e da comunidade em geral.

“Temos capacidade de ter um bom desempenho em competições mundiais, mas desde que sejam ofertadas as condições. Infelizmente não tivemos investimento de outras pessoas ou empresários no nosso projeto. A realidade que vimos é que os outros participantes têm investimento da comunidade, diferente do que vemos no Brasil, que dificulta e nos limita muito com a questão da verba para pesquisa e desenvolvimento”, concluiu o professor Raphaell.

Kleysson Cavalcante, aluno integrante da equipe, disse que se sente feliz com a conquista, mas cobrou apoio da comunidade.

“A gente se sente com o objetivo alcançado e com o nosso esforço tendo valido a pena. O segundo lugar para gente é como se fôssemos campeões. Mas, espero que o pessoal veja que temos capacidade e apoie mais. Lá, nós vimos que as equipes locais e de outros países são acompanhadas pelos institutos e pela comunidade. Um título para eles é como se fosse um título para a comunidade local, diferente do que vemos aqui”, contou Kleysson.

portalcorreio

Seleções mundiais excluem João Pessoa do roteiro da Copa do Mundo no Brasil

copaApesar da tentativa do Governo do Estado e da Prefeitura de João Pessoa para que a capital paraibana recebesse um das seleções da Copa do Mundo Fifa 2014, o roteiro não foi escolhido por nenhuma seleção que participará do mundial. A informação foi confirmada neste final de semana com o anuncio das localidades onde serão os Centros de Treinamentos neste ano. A intenção era que João Pessoa fosse escolhida por sua proximidade com Recife (PE) e Natal (RN), sedes da Copa.

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A menos de cinco meses da Copa do Mundo de 2014, todas as seleções já definiram onde irão fazer sua preparação no Brasil. Nesta sexta-feira (31), a Fifa divulgou a lista final dos centros de treinamento escolhidos pelas equipes classificadas para o Mundial. Na relação existem estádios, CTs de clubes e resorts, entre outros pontos.

As estruturas de times brasileiros foram escolhidas por seleções como Espanha (CT do Caju, do Atlético-PR), México (CT Rei Pelé, do Santos), Argentina (Cidade do Galo, do Atlético-MG), Chile (Toca da Raposa, do Cruzeiro), Estados Unidos (CT da Barra Funda, do São Paulo) e Irã (CT Joaquim Grava, do Corinthians). Seleção da Coreia do Sul treina em Foz do Iguaçu.

Algumas das equipes mais tradicionais optaram por tranquilidade e isolamento em resorts, como a Itália e a Alemanha, que se envolveu na construção de um novo empreendimento. Alguns dos campos de treinamento estão ainda em obras, como os estádios Kleber Andrade e Arena Unimed Sicoob, ambos em Vitória e que receberão, respectivamente, Camarões e Austrália.

O Estado de São Paulo foi o local mais escolhido entre as equipes que jogarão o Mundial, sendo casa para 15 times nacionais – quase metade dos classificados. Liderado por São Paulo, o Sudeste é a região que domina as sedes das seleções. Rio de Janeiro terá quatro equipes, enquanto Minas Gerais será casa de outras três. O Espírito Santo, por sua vez, abrigará mais duas, o que soma 24 times (75% das seleções da Copa do Mundo).

A concentração resulta em outra consequência: nenhuma equipe vai se hospedar no Norte ou no Centro-Oeste antes do Mundial, apesar de estas regiões contarem com três sedes da maior competição do futebol.

Confira a seguir a lista completa de onde cada seleção vai realizar seus treinamentos:

MaisPB com Terra

Brasil encerra 2013 com 30 medalhas em Mundiais

Divulgação/ME
Divulgação/ME

Com a medalha de ouro da Seleção Brasileira feminina de handebol em Belgrado, na Sérvia, conquistada em 22 de dezembro, o Brasil encerrou o ano de 2013 com 30 medalhas em Campeonatos Mundiais ou competições equivalentes.

Desse total,  27 pódios foram obtidos em provas que fazem parte do programa olímpico e que as 30 medalhas não levam em conta o desempenho do País em competições como o vôlei, a Liga Mundial ou o Grand Prix, de altíssima relevância para a modalidade, mas que não têm o status de um Campeonato Mundial.

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Só nas provas olímpicas, os atletas conquistaram ouros, dez pratas e nove bronzes. Com isso, a temporada termina com o melhor ano pós-olímpico do País em todos os tempos. Para se ter uma ideia de como o 2013 foi vitorioso no cenário internacional, antes desta temporada o melhor ano tinha sido em 2005 (após os Jogos de Atenas-2004), quando o número de medalhas em Mundiais ou equivalentes não passou de 11.

A conquista do time do técnico Morten Soubak na Sérvia foi ainda mais contundente devido à forma como o troféu de campeão do mundo foi conquistado. O Brasil terminou a competição invicto, tendo vencido todas as nove partidas, e ainda voltou para casa com dois prêmios individuais importantíssimos: a armadora Duda foi eleita a MVP (jogadora mais importante do torneio) e Babi fechou o torneio como a melhor goleira do mundo.

O sucesso da Seleção Brasileira feminina de Handebol é fruto de muito esforço e dedicação por parte das atletas e de toda a comissão técnica. Mas também só foi possível devido ao investimento que o governo federal está fazendo na modalidade (e em outros esportes).

Desde a preparação para os Jogos Olímpicos de Londres-2012, a Seleção feminina de handebol já contou com R$ 5,4 milhões em recursos. Especificamente para os Jogos do Rio 2016, as Seleções feminina e masculina terão R$ 3 milhões do Ministério do Esporte, além das verbas das empresas estatais: R$ 4,4 milhões do Banco do Brasil e R$ 2 milhões dos Correios, totalizando R$ 9,4 milhões.

Em 2009, o Brasil fechou o ano com nove medalhas em Mundiais ou competições equivalentes. Mas a conquista do direito de sediar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 pelo Rio de Janeiro elevou o esporte brasileiro a um novo patamar e possibilitou a entrada de novos recursos nas modalidades por parte do governo federal, segundo Ricardo Leyser, secretário nacional de Alto Rendimento do Ministério do Esporte.

Esses recursos vêm sendo repassados não apenas para o esporte de alta performance — como a Bolsa Pódio —, mas também para obras e descoberta/manutenção de talentos, de forma que os Jogos Olímpicos de 2016 deixem um grande legado para o Brasil em todos os sentidos.

Um exemplo são os 285 Centros de Iniciação ao Esporte que serão construídos por todo o País em 2014, dentro do PAC 2, e os investimentos voltados par a Liga de Desenvolvimento de Basquete, que nesta edição teve 20 times, de 11 estados e mais o Distrito Federal. A perspectiva da Liga e da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) é a de que, quando for criada a segunda divisão do Novo Basquete Brasil (NBB), o principal torneio disputado País, o número de equipes chegue próximo a 80 em todos os campeonatos em disputa no Brasil.

Antes do ouro no Mundial Feminino de Handebol 2013, a modalidade já havia recebido R$ 5,9 milhões do Ministério do Esporte para realizar o Campeonato Mundial Feminino 2011, em São Paulo, quando o Brasil chegou ao então inédito quinto lugar e deu início à trajetória que levaria as meninas do País ao sexto lugar nos Jogos de Londres-2012 e, finalmente, ao troféu na Sérvia neste ano.

Por meio de dois convênios firmados em 2011 (em um total de R$ 4 milhões), a Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) teve recursos para estruturar as seleções adultas, feminina e masculina, visando as temporadas seguintes.

Há, ainda, recursos que valem para o handebol, de um convênio do Ministério do Esporte de R$ 2 milhões para estruturação da modalidade no Complexo Esportivo Bernardo Werner, de Blumenau (mesmo local onde também por meio de convênio o Sesi-SC aportará R$ 5,2 milhões para apoiar o handebol, o atletismo e o rúgbi). Também foi feita uma parceria do governo federal com São Bernardo do Campo, em São Paulo, que finaliza o Centro de Desenvolvimento do Handebol Brasileiro. Nesse caso, são R$ 12 milhões repassados à prefeitura, que entrou com investimento de R$ 1 milhão.

Avanço das modalidades

O sucesso do handebol fecha de forma espetacular uma temporada brilhante dos atletas do Brasil em 2013. Ídolos como o ginasta Arthur Zanetti e o nadador Cesar Cielo, ambos campeões olímpicos, ampliaram suas conquistas nesta temporada. Zanetti, agora, é também mundial. E Cielo, além das medalhas olímpicas e recordes mundiais nas provas de velocidade, agora é tricampeão mundial dos 50m livre e bicampeão mundial nos 50m borboleta.

No mar, o velejador bicampeão olímpico Robert Scheidt, aos 40 anos, surpreendeu a ele mesmo com o ouro do Mundial de Laser depois de ficar afastado da classe desde 2005, quando optou por competir na classe Star.

De todos os atletas que se destacaram no ano, a maioria quase absoluta faz parte do programa Bolsa-Atleta e vários deles já subiram para a Bolsa Pódio, parte do Plano Brasil Medalhas, implantado pelo Ministério do Esporte visando ao ciclo olímpico 2013-2016.

Evolução no individual e no coletivo

Vários dos atletas que tiveram sucesso em 2013 são jovens promessas, como Sarah Nikitin (oitavo lugar no Mundial de Tiro com Arco) e Fernando Reis (sétimo na categoria +105 kg do Mundial de Levantamento de Peso), que conseguiram as melhores colocações para o Brasil até hoje na história de seus esportes.

No Mundial de Canoagem de Velocidade, Isaquías Queiroz foi bronze na C1 1000 m (prova olímpica) e levou o ouro na C1 500 m (não-olímpica). Nos Mundiais de Canoagem de Slalom, Ana Sátila, aos 17 anos, foi bronze no Mundial Júnior e 12º no Mundial Adulto. O boxeador Róbson Conceição subiu das oitavas de final para a prata da categoria 60 kg no Campeonato Mundial deste ano. Além dele, Guilherme Dias também subiu ao pódio, com o bronze na categoria 58 kg do Mundial de Taekwondo.

São vários os exemplos de bons resultados em 2013. Mas o desempenho das mulheres no judô merece destaque, uma vez que nossas atletas arrasaram no Mundial, disputado no Rio de Janeiro, com cinco medalhas em categorias olímpicas, entre elas o ouro inédito de Rafaela Silva nos 57 kg. No masculino, a única medalha foi de Rafael Silva, prata na categoria +100 kg.

O Brasil também brilhou nas maratonas aquáticas, com três medalhas (ouro, prata e bronze) de Poliana Okimoto e duas (prata e bronze) de Ana Marcela Cunha no Mundial de Desportos Aquáticos de Barcelona. Isso sem contar, na mesma modalidade, o crescimento da categoria entre os homens, com Samuel de Bona tendo chegado à primeira medalha de ouro masculina para o Brasil em etapas de Copa do Mundo.

No pentatlo moderno, a medalhista de bronze nos Jogos de Londres-2012 Yane Marques conquistou uma inédita medalha de prata para o Brasil em Campeonatos Mundiais. Na Vela, além do sucesso de Robert Scheidt, as jovens Martine Grael e Kahena Kunze, ambas com 22 anos, foram prata no Mundial de 49erSX e fecharam o ano no topo do ranking mundial. Ainda na vela, Jorginho Zarif, de 21 anos, fez história ao conquistar os títulos de campeão mundial júnior e adulto na classe Finn, proeza que fez dele o vencedor do Prêmio Brasil Olímpico 2013, promovido pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB).

No atletismo, Mauro Vinícius “Duda” da Silva foi quinto no salto em distância no Mundial, enquanto Carlos Chinin chegou em sexto no decatlo. No salto com vara, Augusto Dutra, de 23 anos, e Thiago Braz, 20, mantiveram um duelo brasileiro, com ambos melhorando suas marcas. No hipismo, o Brasil também conseguiu resultados sensacionais com suas equipes de base no salto, em um ano sem Mundial Adulto.

Nos esportes coletivos, as garotas da Seleção de vôlei foram campeãs do Grand Prix pela nona vez, enquanto, no masculino, o Brasil ficou com a prata na Liga Mundial. No basquete feminino, a Seleção garantiu vaga para o Mundial de 2014 ao conquistar a medalha de bronze na Copa América.

O sucesso dos atletas do Brasil em 2013 mostra que o País está no rumo certo para que a delegação nacional chegue bem preparada para os Jogos de 2016. O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) tem um estudo que, para que um país termine os Jogos Olímpicos de 2016 entre os dez melhores do quadro de medalhas, é necessário que ele conquiste entre 23 e 30 medalhas na competição. Nesse sentido, as 27 medalhas conquistadas em Mundiais em provas olímpicas neste ano são um ótimo parâmetro.

Medalhas do Brasil em Campeonatos Mundiais em 2013

Retrospecto (30 medalhas – 9 ouros, 10 pratas, 11 bronzes)

Handebol

Campeonato Mundial Feminino da Sérvia

Disputado entre 6 e 22 de dezembro

Ouro – Seleção Brasileira (modalidade olímpica)

Desportos aquáticos

Campeonato Mundial de Barcelona

Disputado entre 19 de julho e 4 de agosto

Natação

Ouro – Cesar Cielo – 50m borboleta (prova não olímpica)

Ouro – Cesar Cielo – 50m livre (prova olímpica)

Bronze – Felipe Lima – 100m peito (prova olímpica)

Bronze – Thiago Pereira – 200m medley (prova olímpica)

Bronze – Thiago Pereira – 400m medley (prova olímpica)

Maratona aquática

Ouro – Poliana Okimoto – 10km (prova olímpica)

Prata – Poliana Okimoto – 5km (prova não olímpica)

Prata – Ana Marcela Cunha – 10km (prova olímpica)

Bronze – Ana Marcela Cunha – 5km (prova não olímpica)

Bronze – Allan do Carmo, Poliana Okimoto, Samuel de Bona – Revezamento 5 km (prova não olímpica)

Ginástica Artística

Campeonato Mundial da  Antuépia (Bélgica)

Disputado entre 30 de setembro a 6 de outubro

Ouro – Arthur Zanetti – argolas (prova olímpica)

Boxe

Campeonato Mundial de Almaty (Cazaquistão)

Disputado entre 4 e 20 de outubro

Bronze – Éverton Lopes – 64kg  (prova olímpica)

Prata – Róbson Conceição – 60kg  (prova olímpica)

Canoagem velocidade

Campeonato Mundial de Duisburg (Alemanha)

Disputado entre 27 de agosto e 1º de setembro

Ouro – Isaquías Queiroz no C1 masculino 500m (prova não olímpica)

Bronze – Isaquías Queiroz no C1 masculino 1000m (prova olímpica)

Judô

Campeonato Mundial do Rio de Janeiro (Brasil)

Disputado entre 26 de agosto a 1º de setembro

Feminino

Ouro – Rafaela Silva, até 57kg (prova olímpica)

Prata – Érika Miranda, até 52kg (prova olímpica)

Prata – Maria Suelen Altheman, mais de 78kg (prova olímpica)

Prata – por equipes (não-olímpica)

Bronze – Mayra Aguiar, até 78kg (prova olímpica)

Bronze – Sarah Menezes, até 48kg (prova olímpica)

Masculino

Prata – Rafael Silva, mais de 100kg (prova olímpica)

Pentatlo moderno

Campeonato Mundial de Kaohsiung (Taiwan)

Disputado entre 15 e 21 de agosto

Prata – Yane Marques (prova olímpica)

Vela

Campeonato Mundial da Classe Finn de Talinn (Estônia)

Disputado entre 23 a 31 de agosto

Ouro – Jorge João Zarif 2013 (prova olímpica)

Campeonato Mundial da Classe 49er.FX de Marseille (França)

Disputado entre 21 e 29 de setembro

Prata – Martine Grael/Kahena Kunze (prova olímpica)

Campeonato Mundial da Classe Laser

Disputado entre 17 e 23 de novembro

Ouro – Robert Scheidt (prova olímpica)

Vôlei de praia

Campeonato Mundial de Stare Jablonki (Polônia)

Disputado entre 1 e 7 de julho

Prata – Ricardo/Álvaro Filho (prova olímpica)

Bronze – Lili/Bárbara Seixas (prova olímpica)

Taekwondo 

Campeonato Mundial de Puebla (México)

Disputado entre 15 e 21 de julho

Bronze – Guilherme Dias – 58kg – (prova olímpica)

Fonte:
Ministério do Esporte