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Duas mulheres e uma criança são vítimas de sequestro ao saírem de igreja, em João Pessoa

Momentos de tensão foram vividos por uma família na noite desse domingo (14), na saída de uma igreja localizada no bairro da Torre, em João Pessoa.

Três pessoas, sendo duas mulheres e uma criança de três anos foram abordados ao saírem da igreja e feitas reféns.

Os bandidos entraram no carro com as vítimas e o marido de uma das mulheres ao perceber a ação criminosa seguiu o carro pelas ruas do bairro.

Ao notarem que estavam sendo seguidos os homens desistiram da ação e abandonaram o veículo.

A Polícia Militar fez diligências na área e conseguiu encontrar um dos suspeitos, os outros dois continuam foragidos.

PB Agora

 

 

Câmara aprova emenda que favorece aposentadoria de mulheres e pensão de viúvas

O plenário da Câmara aprovou nesta quinta-feira (11), durante sessão para votação dos destaques ao texto da reforma da Previdência, uma emenda que altera a regra para cálculo do valor da aposentadoria de mulheres e favorece viúvas que recebem pensões. A emenda recebeu 344 votos favoráveis e 132 contrários – houve 15 abstenções.

A emenda trata do acréscimo no valor do benefício de mulheres que, no momento da aposentadoria, tiverem mais tempo de contribuição que o mínimo exigido.

O texto-base aprovado nesta quarta-feira (9) prevê que, para requerer aposentadoria, as mulheres precisam:

  • ter pelo menos 62 anos de idade;
  • 15 anos de contribuição para a Previdência.

Nessas condições, conforme o texto-base, o valor do benefício seria:

  • equivalente a 60% da média dos salários adotados como base para contribuições;
  • e haveria um acréscimo de 2% para cada ano a mais de contribuição que excedesse o mínimo de 20 anos.

Ou seja, uma mulher que contribuísse por mais de 15 anos e menos de 20 não teria acréscimo no valor do benefício.

Com a emenda aprovada, continua a exigência de 62 anos de idade e 15 anos de contribuição para a mulher requerer a aposentadoria. O valor do benefício continua o equivalente a 60% da média dos salários adotados como base para contribuições, mas o acréscimo de 2% passa a ser para cada ano a mais de contribuição que exceder o mínimo de 15 anos, em vez de 20 anos.

“Essa emenda avança em um aspecto, pois garante que as mulheres possam atingir a integralidade com um cálculo a partir dos 15 anos de contribuição”, declarou a deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP).

Pensão por morte

O texto-base possuía um trecho que permitiria que uma viúva recebesse menos de um salário mínimo de pensão do marido falecido caso a pensão não fosse a única fonte de renda da família.

Assim, uma viúva desempregada, mas com dependentes que trabalham, poderia receber menos de um salário mínimo de pensão.

Com a aprovação da emenda, a pensão por morte do segurado, homem ou mulher, ao cônjuge ou ao companheiro e aos seus dependentes não poderá ser menor do que um salário mínimo, quando se tratar da única fonte de renda auferida pelo dependente; e não auferida pelo conjunto de dependentes, conforme estava no texto-base.

Essa era uma reivindicação da bancada feminina da Câmara, uma vez que, no Brasil, as mulheres vivem mais que os homens e por isso são mais comuns viúvas que viúvos.

Justiça estadual

A emenda também altera o texto-base da reforma para dizer que lei infraconstitucional poderá autorizar que as causas de competência da Justiça Federal, em que forem partes o INSS e o segurado, possam ser processadas e julgadas na justiça estadual.

G1

 

Agentes de saúde da Paraíba irão atuar para acolher e orientar mulheres vítimas de violência doméstica

O governador João Azevêdo sancionou uma lei que estabelece que os agentes comunitários de saúde irão atuar diretamente com a prevenção e combate à violência doméstica contra as mulheres. O projeto de lei, de autoria do deputado estadual Nabor Wanderley, foi sancionado pelo governador e publicado na edição deste sábado (29) do Diário Oficial do Estado.

De acordo com o texto do projeto, a Política de Prevenção à Violência Doméstica fica instituída como Estratégia de Saúde da Família. Sendo assim, por meio da atuação dos agentes comunitários de saúde será buscada a proteção das mulheres em situação de violência.

Os agentes comunitários deverão ser capacitados para promover o acolhimento humanizado e a orientação de mulheres em situação de violência, assim como encaminhar elas aos serviços da rede de atendimento especializado, quando necessário.

A lei ainda destaca quais são as diretrizes de Política de Prevenção de Violência Doméstica com a Estratégia de Saúde da Família. Dentre as diretrizes estão a prevenção e combate à violência física, psicológica, sexual, moral e patrimonial contra as mulheres, conforme legislação vigente; divulgação e promoção dos serviços que garantem a proteção e a responsabilização dos agressores e autores de violência contra as mulheres.

 

clickpb

 

 

Duas mulheres são amarradas, estupradas e roubadas na PB-325, no Sertão da PB, diz polícia

Duas mulheres foram estupradas e roubadas na noite desta quinta-feira (27), na PB-325, próximo à cidade de Riacho dos Cavalos, no Sertão paraibano. De acordo com o delegado Seccional da Polícia Civil de Catolé do Rocha, Sylvio Rabello, após o crime, as vítimas foram encontradas às margens da rodovia por policiais da PM que passavam no local.

Segundo o delegado, o caso aconteceu por volta das 21h. Policiais militares seguiam da cidade de Jericó para Catolé do Rocha, na mesma região, quando encontraram as duas mulheres desesperadas e pedindo socorro na rodovia, próximo ao trevo que dá acesso a cidade de Riacho dos Cavalos.

De acordo com relato das mulheres à polícia, elas seguiam na rodovia em uma motocicleta quando diminuíram a velocidade para passar por uma lombada próxima ao trevo. Foi quando as vítimas foram surpreendidas e abordadas por dois homens armados.

Ainda conforme relato das mulheres, elas foram rendidas pelos suspeitos e amarradas às margens da rodovia. Em seguida, os homens teriam estuprado as vítimas e, após o crime, fugiram do local levando a motocicleta e R$ 1 mil em dinheiro.

Após serem encontradas pela polícia, as mulheres foram socorridas e levadas para o Hospital Regional de Catolé do Rocha. As vítimas receberam atendimento médico e depois foram conduzidas à Delegacia de Polícia Civil para registrar o caso, onde foram encaminhadas para exames de corpo de delito.

Na manhã desta sexta-feira (28), o delegado informou que policias militares realizavam rondas pelas região em busca dos suspeitos e que a Polícia Civil investiga o caso. Mas, até as 9h30, nenhum dos suspeitos do crime havia sido localizado.

G1

 

Lei prevê atendimento prioritário a mulheres vítimas de violência que precisem de cirurgia na PB

Foi promulgada e entrou em vigor nesta terça-feira (18) uma lei que determina o atendimento prioritário para a mulher vítima de violência doméstica e familiar, quando o dano físico necessitar de realização de procedimento cirúrgico estético reparador, nos serviços públicos de saúde. A lei, de autoria do deputado estadual Wallber Virgolino (Patriota), foi publicada no Diário Oficial do Estado da Paraíba (DOE-PB).

Conforme a lei, a prioridade é para atendimento psicoterápico e de cirurgia plástica reparadora em casos de violência. O dano físico estético disposto na Lei é caracterizado quando a mulher apresenta, em decorrência de violência, qualquer deformidade ou deficiência em relação aos parâmetros clínicos estéticos reconhecidos pela comunidade médica.

O texto diz ainda que os serviços públicos de saúde devem adotar medidas necessárias para que seja realizado, prioritariamente, procedimento cirúrgico a fim de sanar a deformidade. O documento detalha que após realizado o diagnóstico e comprovada a agressão e dano, mediante autorização da vítima, ela deve ser inscrita em cadastro único.

A comprovação de ser a mulher portadora de deficiência ou deformidade, em decorrência de violência doméstica e familiar, deve ser atestada por laudo médico. A inscrição das vítimas no cadastro único do Sistema Único de Saúde (SUS) deve nortear a ordem de atendimento das vítimas no serviço público, com ressalva para os casos de risco iminente de dano irreversível, que impliquem a necessidade de intervenção imediata dos profissionais.

Na justificativa do projeto de lei, o deputado aponta que é dever do Estado delinear estratégias e políticas públicas para acabar com a violência contra a mulher, “cabendo ao serviço de saúde assumir também a sua responsabilidade, dando atenção especial às vítimas desses crimes, acolhendo-as, de forma a minimizar sua dor e evitar outros agravamentos”.

A justificativa também diz não é raro que em casos de violência contra a mulher, o resultado das agressões são cicatrizes e outro danos físicos incapacitantes, que influenciam na própria condição de ser mulher.

“Desse modo, a atenção psicológica imediata contribui para o resgate da dignidade da vítima de violência doméstica, bem como a assistência médica reparadora tem o condão de devolver a autoestima da mulher”, diz o texto.

G1

 

Duas mulheres são presas com cerca de 50 quilos de maconha

Duas mulheres foram presas e flagrante na tarde deste sábado (15) acusadas de tráfico. Com elas, a Polícia Militar apreendeu cerca de 50 quilos de maconha. De acordo com a polícia, elas vinham com a droga da cidade de Caruarú, no Pernambuco com destino à João Pessoa quando foram interceptadas.

As suspeitas, de 38 e 28 anos, estavam em um carro e foram interceptadas quando passavam no Distrito de Galante, em Campina Grande, onde os policiais realizavam uma blitz.

A droga estava separada em quatro sacos, dentro do porta-malas do veículo. Uma das presas, a de 38 anos, já cumpre pena por tráfico de drogas e usa uma tornozeleira eletrônica.  A maconha ainda seria ‘tratada’ para a venda, segunda as presas, que não revelaram qual bairro iriam fazer a entrega.

De acordo com o comandante da 3ª Companhia do Policiamento de Trânsito do BPTran, capitão Ralisson Andrade, as duas atuavam no tráfico como transportadoras de drogas, conforme as informações que foram levantadas a partir do momento da prisão da dupla. “Elas são paraibanas e estariam atuando nesse transporte de drogas. Elas usavam GPS para escolher rotas alternativas, com o objetivo de evitar vias movimentadas nas cidades e tentar não passar por fiscalizações, mas foram surpreendidas com uma blitz da 3ª CPTran, que abordou o veículo e encontrou as drogas no carro”, disse.

Além das drogas, os policiais encontraram com as acusadas um caderno de anotações com todas as despesas financeiras da viagem, desde combustível até a alimentação. Elas foram apresentadas com todo o material apreendido a Central de Polícia Civil, em Campina Grande.

paraiba.com.br

 

 

Casos de feminicídio são 60% dos assassinatos de mulheres em maio de 2019

Maria de Fátima, de 28 anos, era natual de Quixaba, na PB. Foi morta a tiros e o corpo deixado em uma rodovia de São Mamede. — Foto: Polícia Militar/Divulgação

O casos de mortes de mulheres que estão sendo investigados como feminicídio representam 60% do número de homicídios dolosos ou qualquer outro crime doloso que resulte na morte de uma mulher, apenas no mês de maio de 2019. De acordo com a Secretaria de Segurança e Defesa Social da Paraíba, foram registrados dez homicídios de mulheres em maio. Desse total, seis casos são investigados como feminicídio.

Apesar do número de feminicídios ser o mesmo do que foi registrado em abril, no mês anterior o aumento foi exponencial. O número aumentou 50% em abril, com relação à soma dos casos do primeiro trimestre de 2019, na Paraíba. Das nove mortes de mulheres no mês de abril, seis estão sendo investigadas como feminicídio.

Um dos casos que marcam o mês de maio foi Maria de Fátima da Silva Torres, de 28 anos. O corpo dela foi encontrado no meio da rodovia PB-251, no município de São Mamede, no Sertão da Paraíba, no dia 9 de maio. O corpo da vítima estava com três marcas de tiros. Ela estava separado do companheiro há uma semana e o homem tentava reatar o relacionamento, mas a vítima não aceitava. No dia 11, o companheiro da vítima de entregou à polícia como principal suspeito do crime.

Feminicídios nos outros meses de 2019

Em janeiro, das quatro mulheres assassinadas, duas foram feminicídio. Em fevereiro, o número caiu 25%, quando três mulheres foram mortas. Duas delas, especificamente, por homicídio doloso. O outro caso é tratado pela Polícia Civil como feminicídio. Em março, o número e a proporção do feminicídio permaneceu o mesmo de fevereiro.

Os casos ainda estão sob investigação, mas o investigado até o momento sobre o crime leva a um dado preliminar de feminicídio. A lei nº 13.104, sancionada em 2015 pela ex-presidenta Dilma Rousseff, inclui o feminicídio no rol dos crimes hediondos. É feminicídio o homicídio contra a mulher por razões da condição de sexo feminino, isto é, quando envolve violência doméstica e familiar, menosprezo ou discriminação à condição de mulher.

G1

 

‘Cabeçada’: em nota, Julian Lemos diz que agiu em defesa das mulheres

O deputado federal Julian Lemos protagonizou, na noite desta quarta-feira (29) uma confusão com o também deputado Expedito Netto. Julian se exaltou após o Netto esbarrar nele enquanto conversava com outros deputados. Em vídeo compartilhado nas redes sociais, o paraibano aparece dando uma ‘cabeçada’ no parlamentar de Rondônia.

Veja o vídeo:

Nesta quinta-feira (30), após a repercussão do fato, o parlamentar usou seu perfil numa rede social para emitir nota, dando sua versão a respeito do fato ocorrido.

Na nota, Julian alega que não houve ato de violência. “Não houve agressão física pois não se percebe naquele momento nenhum movimento brusco”. E acrescenta que agiu para defender as mulheres. “Se tratava de agressões que queriam desmerecer a Presidente por ser mulher”, declarou.

De acordo com informações da revista Época, Expedito Netto declarou que vai denunciar o paraibano no Conselho de Ética. Confira nota na íntegra:

Nota sobre o episódio de ontem.

Na noite desta quarta feira (29) durante uma acalorada sessão plenária que votava destaques de importantes medidas provisórias para o futuro da nação, membros da oposição ao Governo e ele (Deputado Expedito Netto) vinham agredindo verbalmente a Deputada Geovânia de Sá que presidia a sessão. As ofensas chegaram a tal ponto, que até mesmo as deputadas da oposição ao Governo saíram em defesa de Geovânia por entender que ali se tratava de agressões que queriam desmerecer a Presidente por ser mulher.
Ao ser repreendido de maneira pública pela Presidente da Mesa, ele se dirige transtornado (como se vê no vídeo) à mesa para continuar suas ofensas e acaba por esbarrar no Deputado Julian Lemos – PSL/PB. Neste momento, Julian Lemos é escolhido para ser alvo de suas ofensas que não devem ser transcritas aqui, por respeito as famílias e ao decoro parlamentar. Julian Lemos se aproxima de Netto e de maneira dura e séria exige respeito a ele e a presidente. As imagens não deixam dúvida de que não houve agressão física pois não se percebe naquele momento nenhum movimento brusco por parte de Julian Lemos.
Por fim, este episódio deixa claro, que para aqueles que estão contra o progresso do país, vale tudo, até mesmo diminuir uma parlamentar por ser mulher.

Julian Lemos Deputado Federal.

 

Secom

 

 

Projeto de lei quer que mulheres se afastem do trabalho por três dias do mês durante menstruação

O projeto de Lei 1143/2019 propõe que as mulheres possam se afastar do trabalho durante o período menstrual, por até três dias ao mês, podendo ser exigida a compensação de horas não trabalhadas. A proposta do deputado licenciado Carlos Bezerra (MDB-MT), que tramita na Câmara dos Deputados, altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5.452/43).

Este projeto é uma reapresentação de projeto do próprio parlamentar, o PL 6784/16, que foi arquivado no final da legislatura passada.

O parlamentar explicou que a ideia veio de uma empresa britânica que adotou esse tipo de licença. “O afastamento do trabalho durante a menstruação tem respaldo científico e é defendido por médicos, levando-se em conta as alterações sofridas pelo corpo feminino durante esse período”, explica Bezerra.

“Cerca de 70% das mulheres têm queda da produtividade do trabalho durante a menstruação, causada pelas cólicas e por outros sintomas associados a elas, como cansaço maior que o habitual, inchaço nas pernas, enjoo, cefaleia, diarreia, dores em outras regiões e vômito”, lista o parlamentar citando estudo sobre o assunto elaborado pela empresa MedInsight.

Carlos Bezerra acredita que a proposta trará vantagens para as mulheres trabalhadoras e para as empresas, que contarão com a força de trabalho feminina nos momentos de maior produtividade.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

 

clickpb

 

 

Aproximadamente dois milhões de mulheres no Brasil tem miomas uterinos

Embolização é menos dolorosa e oferece tempo de recuperação mais curto 

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Estima-se que 80% das mulheres em idade fértil tenham miomas, de acordo com dados da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). A maioria das mulheres têm pouca informação sobre as opções menos invasivas para o tratamento dos miomas uterinos, e acabam se submetendo a cirurgias mais agressivas e, eventualmente, desnecessárias. Segundo o Ministério da Saúde, o problema atinge cerca de dois milhões de mulheres no Brasil e cerca de trezentas mil perdem o útero, por ano, em consequência da doença. O tratamento é individualizado e pode ser medicamentoso ou através de cirurgia.

Segundo o Dr. André Moreira de Assis, membro titular da Sociedade Brasileira de Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular (SOBRICE), aembolização dos miomas uterinos é um exemplo de terapia minimamente invasiva guiada por imagem que melhorou o padrão de cuidados e a qualidade de vida de muitas mulheres.  “Além evitar a retirada do útero, a embolização oferece um período de recuperação mais curto do que a opção cirúrgica convencional” explica o médico.

O mioma uterino costuma ocorrer em mulheres em idade reprodutiva, na faixa dos 30 a 50 anos. A doença causa a formação de tumores pélvicos benignos nas paredes do útero. Estima-se que até 75% das mulheres desenvolverão este problema ao longo da vida, ainda que apenas 10 a 20% destas pacientes apresentem sintomas.

O procedimento de embolização de miomas uterinos consiste na obstrução das artérias levam sangue aos miomas por meio da injeção de micropartículas de resina acrílica ou de polivinilálcool, substâncias com efeito permanente e inofensivas ao organismo. A técnica é realizada sob anestesia peridural ou raquidiana e indicada como opção de tratamento definitivo para a miomatose uterina sintomática. Não necessita de anestesia geral ou cortes, e o tempo médio de internação hospitalar é de 1 dia.

Para o especialista, esse tratamento é indicado como alternativa para as mulheres que têm que retirar os miomas ou o útero em decorrência de sangramento acentuado (que pode levar à anemia), e de sintomas relacionados à compressão de outras estruturas pélvicas. “Há ainda mulheres com adenomiose isolada ou em associação com os miomas uterinos que também podem ser tratadas com esta mesma técnica”, finaliza o médico.

Dr. André Moreira de Assis – médico do CRIEP – Carnevale Radiologia Intervencionista Ensino e Pesquisa – especializou-se em Radiologia Intervencionista e Angiorradiologia pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-FMUSP). É radiologista intervencionista do HC-FMUSP e do Hospital Sírio-Libanês, e membro titular do Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR) e da Sociedade Brasileira de Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular (Sobrice).

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