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Em João Pessoa, mulheres vão às ruas em defesa do #EleNão

O ato “Mulheres Unidas Contra Bolsonaro” acontecerá no próximo sábado (29) em João Pessoa, a partir das 15h, na Praça da Paz, Bancários. A manifestação ocorrerá simultaneamente em todas as capitais e em diversas cidades do interior, além de outros países, como Alemanha, Argentina, Austrália, Canadá, Estados Unidos, Espanha, França, Holanda, Inglaterra e Portugal.

O movimento contra o candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) surgiu de forma espontânea nas redes sociais, reunindo, em pouco menos de uma semana, mais de 2 milhões de mulheres em grupo fechado. Este, tem a participação de mulheres de todas as classes sociais, níveis de escolaridade, linhas ideológicas distintas e religiões diversas, todas unidas com um objetivo em comum: expor sua voz contra a ameaça de um governo machista, homofóbico, racista e misógino, que incita constantemente o ódio e prega a violência, além de não propor um projeto de governo que visa um Brasil mais justo e igualitário.

Ao tomar tamanha proporção, a página do grupo chegou a ser hackeada, mas foi rapidamente resgatada, e já ultrapassa 3 milhões de mulheres.

Assim, todas as mulheres convidam a população pessoense para participar do ato. Homens, mulheres, LGBTQ+, segmentos religiosos e entidades sociais e artísticas, entre outras, estarão ocupando as ruas da capital, num grande movimento de união contra os retrocessos. O ato contará com oficinas de cartazes, batucadas, intervenções culturais e artísticas, além de falas sobre o porquê levantamos a bandeira do #EleNão!

Somos milhões! Não nos calarão!

Mulheres Unidas Contra Bolsonaro em João Pessoa

Local: Praça da Paz, nos Bancários

Hora: a partir das 15h

 

pbagora

 

PB tem 42,4% das famílias comandadas por mulheres

Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

A posição de comando das mulheres nas famílias paraibanas chegou a 42,4% no total de famílias no estado, o que representa 566.941 famílias. Os dados fazem parte estudo ‘Mulheres chefes de família no Brasil: avanços e desafios’ coordenado pela Escola Nacional de Seguros.

Em dados nacionais, a pesquisa mostra que 28,9 milhões de famílias são comandadas por mulheres, o que representou um aumento de 105% entre 2001 e 2015.

Ao longo de 15 anos, o número de mulheres chefes passou de 1 milhão para 6,8 milhões nos casais com filhos, um aumento de 551%. Entre os casais sem filhos, o percentual de crescimento foi ainda maior: de 339 mil famílias para 3,1 milhões, uma expansão de 822%.

“Há uma revolução em curso que afeta vários aspectos da vida familiar. Mas ainda falta muito para essa revolução se completar. As mulheres vivem em média sete anos mais do que os homens, ultrapassaram os homens em todos os níveis educacionais, aumentaram a sua participação no mercado de trabalho, reduziram as diferenças salariais e são maioria entre os eleitores, os beneficiários da Previdência e dos programas de assistência social. No entanto, há uma enorme disparidade na divisão do tempo dedicado aos afazeres domésticos e aos cuidados com filhos e idosos”, afirmou Maria Helena Monteiro, diretora de Ensino Técnico da Escola Nacional de Seguros.

Ainda conforme a pesquisa, a chefia feminina concentra-se entre as adolescentes (15-19 anos) e jovens (20-24 anos) e também entre as idosas (60 anos ou mais).

No arranjo casal com filhos, a chefia feminina entre adolescentes subiu de 3,8%, em 2001, para 15,1% em 2015. Entre as jovens, saltou de 7,3% para 27,4%. No caso das idosas, o aumento foi de 1,9% para 6%. Entre as adolescentes no arranjo casal sem filho, o aumento foi ainda mais expressivo: de 2,8% para 23,2%.

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Mulheres gastam dobro do tempo dos homens com tarefa doméstica

No Brasil, nove entre cada dez mulheres realizam algum tipo de tarefa doméstica durante, no mínimo, uma hora semanal. Entre os homens, sete em cada dez se dedicam a afazeres domésticos, mas dedicam metade do tempo gasto pelas mulheres nestas atividades. É o que revela um levantamento divulgado nesta quinta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Constatou-se, também, que as mulheres dedicam, em média, 20,9 horas semanais aos cuidados com o lar, enquanto eles dedicavam 11,1 horas semanais.

“Isso pode explicar, por exemplo, porque a participação da mulher no mercado de trabalho é menor que a do homem”, apontou Alessandra Brito, analista da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE.

Por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), o IBGE buscou, ao longo de 2016, investigar outras formas de trabalho distintas da ocupação remunerada.

Foram investigados no levantamento, além da realização de afazeres domésticos, a realização de cuidados de pessoas, de trabalho voluntário e da produção para o próprio consumo.

“São formas de trabalho que poderiam ser valoradas. São serviços que você poderia contratar ou produtos que poderia comprar, pagando por eles, mas acaba fazendo por conta própria ou sem cobrar nada por eles”, explicou a pesquisadora.

De acordo com a pesquisa, em 2016, 81,3% da população brasileira com mais de 14 anos (cerca de 135,5 milhões de pessoas) havia realizado afazeres domésticos no domicílio onde vive ou na casa de parentes. Entre as mulheres, a taxa de realização deste tipo de trabalho foi de 89,8%, enquanto entre os homens foi de 71,9%.

Tanto entre as mulheres quanto entre os homens, a taxa de realização de afazeres domésticos foi maior no grupo etário entre 25 e 49 anos – respectivamente 93,5% e 75,9% – e menor, para ambos os gêneros, na faixa etária entre 14 e 24 anos de idade – 83,4% entre as mulheres e 59,5% dos homens.

A pesquisa buscou observar, ainda, dentre as pessoas que realizaram tarefas domésticas quantas tinham ocupação profissional. Constatou-se que 82,7% delas trabalhavam. Esta tendência foi observada tanto entre as mulheres quanto entre os homens – 92,2% das mulheres ocupadas realizavam tarefas domésticas, enquanto 75,5% dos homens ocupados também as faziam.

Tarefas relacionadas com a alimentação no domicílio foram as principais atividades domésticas realizadas por ambos os sexos. As mulheres, no entanto, se dedicam mais aos serviços de limpeza do lar, enquanto os homens priorizam pequenos reparos e serviços de manutenção.

Cuidados de pessoas

O levantamento do IBGE sobre formas de trabalho não remuneradas mostrou que cerca de ¼ da população em idade de trabalhar cuidou de outras pessoas em 2016. O percentual de mulheres (32,4%) que se dedicavam a cuidar de pessoas foi superior ao dos homens (21%).

O IBGE destacou que tanto para os homens (64,7%) quanto para as mulheres (60,7%), a realização de cuidados com pessoas se concentrava na faixa etária de 25 a 49 anos. “Essa é uma faixa etária que se caracteriza por um grande percentual de pessoas com filhos com idade de serem cuidados”, observou o instituto.

A pesquisa mostrou que 49,6% das pessoas que receberam cuidados tinham entre 0 e 5 anos de idade e 48,1% tinham entre 6 e 14 anos. O cuidado de idosos correspondeu a apenas 9% dos casos.

Monitorar ou fazer companhia dentro do domicílio foi o principal cuidado desempenhado (86,9%). A menor ocorrência de cuidados foi relacionada ao auxílio a atividades educacionais (66,8%).

“Se eu cuidar do filho da vizinha para ela poder sair, isso não é cuidado de pessoas, isso é trabalho voluntário”, ressalvou Alessandra Brito, analista da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE.

Trabalho voluntário

A partir da Pnad, o IBGE estimou que 6,5 milhões de brasileiros realizaram trabalho voluntário em 2016. Este contingente corresponde a apenas 3,9% da população com mais de 14 anos.

Em média, foi maior a proporção de mulheres (4,6%) na comparação com os homens (3,1%) que realizaram algum tipo de trabalho voluntário. Todavia, eles se dedicavam a estas atividades por mais horas semanais que elas (6,9 horas para homens e 6,6 horas para elas).

A pesquisa mostrou ainda que foi maior a proporção (4,2%) das pessoas que trabalhavam e se dedicavam também ao trabalho voluntário que a de pessoas desocupadas (3,6%).

Além disso, o levantamento apontou que a Região Norte do país foi a que apresentou a maior taxa de trabalho voluntário (5,6%) na comparação com as demais regiões. Em segundo lugar, aparece a Região Sul (5%). O Nordeste ficou na lanterna deste ranking, com taxa de 3%.

Dentre as pessoas que fizeram trabalho voluntário, a grande maioria (91,5%) o fizeram por meio de empresa, organização ou instituição. Os principais locais de realização deste tipo de trabalho foram congregações religiosas, sindicato, condomínio, partido político, escola, hospital e asilo.

“Às vezes, a pessoa ajudava, por exemplo, a limpar a igreja após uma celebração. Mas ela sequer se dava conta de que aquilo era trabalho voluntário”, destacou a pesquisadora Alessandra Brito.

G1 

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Paraíba contabiliza 4.028 casos de violência contra mulheres este ano

Os dados sobre a violência contra a mulher ainda são alarmantes na Paraíba. Somente em 2017, já foram realizados 4028 boletins de ocorrência nas 13 delegacias especializadas e nos dois núcleos que funcionam em todo o Estado. De janeiro a novembro, 74 mulheres foram assassinadas.

De acordo com dados da violência na Paraíba, foram instaurados 2501 inquéritos policiais e emitidas 2780 medidas protetivas de janeiro até novembro.

Para debater os casos de feminicídio, a Lei Maria da Penha a Polícia Civil da Paraíba promove um seminário nesta quarta (6) e quinta-feira (7) em celebração dos 30 anos de instalação da 1ª Delegacia da Mulher no Estado. O evento acontece na Academia de Polícia Civil (Acadepol) às margens da PB-008, em Jacarapé.

De acordo com a coordenadora das Delegacias da Mulher na Paraíba, delegada Maísa Félix, a Paraíba criou a 3ª Delegacia da Mulher do Brasil, tornando-se pioneira no enfrentamento da violência doméstica e família na Paraíba, rompendo com a cultura de dor, silêncio e medo.

“A vítima de violência é quem sabe a importância de ter onde procurar ajuda e neste lugar ser bem acolhida, receber as condições de iniciar uma nova vida, com a paz que ela merece e tem direito”, argumentou.

MaisPB

Câncer de mama atinge cada vez mais mulheres abaixo de 30 anos

A luz rosa de alerta para o câncer de mama costuma acender na vida das mulheres brasileiras a partir dos 40 anos, quando a mamografia passa a ser um exame de necessidade anual, segundo recomendação da Sociedade Brasileira de Mastologia. Há ainda quem comece a se preocupar somente aos 50, idade considerada de risco pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

No entanto, a doença tem relação direta com o desenvolvimento da glândula mamária, que começa a crescer logo após a primeira menstruação, e por isso, pode aparecer antes mesmo dos 30 anos, segundo especialistas.

“Quanto maior o tempo de exposição aos hormônios [estrógeno e progesterona], mais a mulher fica suscetível às células malignas”, disse o oncologista Márcio Paes, médico no Instituto Aliança, no Distrito Federal. Segundo ele, a incidência da doença em mulheres com menos de 30 anos tem aumentado, mas ainda não há um diagnóstico científico que explique este crescimento.

A oncologista Ana Carolina Salles, do hospital Santa Lúcia, disse ao G1 que nos casos de mulheres mais jovens a investigação genética é imprescindível. “Geralmente, elas têm histórico positivo para câncer de mama na família.”

“Essas meninas jovens precisam ser pesquisadas, porque podem estar carregando mutações que podem ser repassadas para as filhas.”

A médica, no entanto, destaca que o que câncer é multifatorial e, por isso, também pode ser influenciado por questões externas, como o consumo de produtos industrializados. O oncologista Paes aposta no ritmo de vida estressante e acelerado e na exposição hormonal precoce. “Antigamente, as meninas menstruavam aos 14 anos e hoje isso já acontece aos 9 anos. Então, a produção hormonal começa ter ciclos muito cedo.”

“Acabou essa de que [o câncer] só é mais recorrente em mulheres acima dos 40 anos. Há cada vez mais pacientes abaixo dos 30.”

É o caso da brasiliense Gabrielly de Oliveira, que descobriu o nódulo no seio aos 25 anos e passou por seis meses de quimioterapia. Ela disse ao G1 que tinha uma vida ativa, se alimentava bem e não tinha histórico de câncer de mama na família. Mesmo assim, foi surpreendida pela doença. Há cerca de dois meses, elas fez a mastectomia – cirurgia de retirada da glândula mamária.

Fique alerta

A avaliação precoce é considerada pelos médicos o principal fator de sucesso no tratamento contra o câncer – de qualquer tipo. Conhecer o próprio corpo também é primordial, segundo a oncologista Ana Carolina. “A mulher precisa estar atenta a qualquer mudança no próprio corpo. Se saiu da normalidade, procure um médico.” Nos casos de mulheres mais novas, o diagnóstico antecipado é ainda mais importante, porque o câncer tende a ser mais agressivo, afirmou o médico Márcio Paes. “O prognóstico costuma ser pior abaixo dos 30. São nódulos maiores. A mulher jovem tem a vantagem de tolerar melhor o tratamento, mas tem que ter o cuidado mais rigoroso.”

Foi o que ocorreu com Gaby, que buscou uma avaliação médica de imediato. No entanto, há mulheres que levam meses para investigar uma alteração fisiológica, como a atleta Larissa, de 42 anos. Ela fez a mamografia cerca de cinco meses depois de perceber os caroços no seio. Hoje, mastectomizada e recuperada, ela recomenda o oposto do que fez.

“Talvez, se não tivesse demorado tanto, meu tratamento teria sido bem menos doloroso.”

Um diagnóstico eficaz, no entanto, depende de uma rede de saúde capaz de amparar essas mulheres em todas as necessidades, desde os exames de rotina às terapias intensivas. “Vivemos uma crise na saúde pública em que as mulheres não têm acesso aos exames, mamografia, ecografia mamária. Às vezes não consegue atendimento de um ginecologista”, disse Paes.

“A demora é o que torna tudo pior. O acesso [à saúde] define a chance de cura. Aumenta de 90% a 95%.”

De acordo com a Secretaria de Saúde, a média de mamografias realizadas nos hospitais da rede pública é de 2 mil por mês – o DF tem capacidade para 5,4 mil.

Somente em 2017, a quantidade de mamografias realizadas quase dobrou em relação ao ano passado. De janeiro à outubro, foram 29.320 procedimentos.

Os únicos hospitais que oferecem tratamento para o câncer de mama são o Hospital de Base e os hospitais regionais de Sobradinho, Taguatinga e do Gama.

Segundo a secretaria, após o pedido de exame, o prazo de espera é de dez dias no máximo.

No Brasil e no mundo

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres e também o mais letal, sendo a segunda principal causa de morte na América Latina. A nível mundial, entre todos os tipos de câncer, o de mama é o que mais mata mulheres na faixa dos 20 aos 59 anos. A doença também atinge homens, mas a incidência representa 1% do total.

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estimou 57.960 novos casos de câncer de mama no Brasil em 2017. Somente no DF, a previsão é de 1.020 novos casos. Apesar do aumento das taxas de câncer de mama em mulheres mais jovens, ainda assim, a faixa etária entre 40 e 50 anos representa 74% do casos. Por isso, a Sociedade Brasília de Mastologia recomenda a realização da mamografia anualmente a partir dos 40.

Já a indicação do Ministério da Saúde é que o exame seja feito a cada dois anos pelas mulheres com 50 anos ou mais – grupo considerado prioritário. De acordo com o ministério, no ano passado foram realizadas 4,1 milhões de mamografias em toda a rede pública do país. Somente na faixa prioritária, foram 2,5 milhões de exames. Como identificar o nódulo?

De acordo com os médicos, o nódulo cancerígeno que pode aparecer no seio costuma ter formato de “bolinha de gude”, é endurecido e nem sempre dói. A dica dos oncologista ouvidos pelo G1 é o autoconhecimento. Para perceber qualquer alteração fisiológica é preciso que a mulher saiba como o próprio corpo funciona em condições normais.

“Qualquer mudança no formato, se aparecer caroço, dor, mancha, procure um médico. Se for insistente, não desaparecer, isso é um sinal de alerta”, disse Márcio Paes. Além do nódulo, o câncer pode aparecer com outros sintomas, como lesões e feridas que não cicatrizam, caroços na axila e secreções escuras.

“Hoje não se recomenda mais fazer o auto exame nos três primeiros dias após a menstruação. É preciso estar atenta ao próprio corpo sempre”, explicou a Ana Carolina Salles.

Prevenção

A observação do próprio corpo e o acompanhamento ginecológico de rotina são imprescindíveis para a identificação de um possível câncer de mama. Para evitar que ele apareça, o médico recomenda uma vida saudável, mas destaca que é impossível garantir imunidade.

Alimentar-se de forma balanceada, consumir preferencialmente produtos orgânicos – livres de agrotóxicos – fugir da obesidade e praticar exercícios podem ajudar a afastar o câncer de mama e outros tipos de doença.

Segundo ele, o fator genético representa 10% de chance do desenvolvimento da doença, mas não é determinante. “A atividade física também ajuda o câncer a não voltar, porque os radicais livres protegem o organismo contra células invasoras.”

G1

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Duas mulheres são detidas tentando entrar em presídio de Guarabira com droga no órgão genital

Na manhã deste domingo (25), agentes penitenciários do Presídio Vicente Claudino de Pontes, em Guarabira, solicitaram o apoio de policiais do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) para averiguar atitudes suspeitas de duas visitantes, que poderiam estar portando substâncias ilícitas dentro do órgão genital.

Ao chegar ao presídio, o CPU (Coordenador de Policiamento da Unidade) foi informado que uma das mulheres, de forma espontânea, tinha retirado e entregue a substância semelhante à maconha que estava acondicionada dentro de um preservativo masculino.

Ela informou que a droga seria entregue ao seu companheiro, que cumpre pena no presídio. Como a outra mulher se recusou a ser revistada, foi conduzida ao Hospital Regional da cidade para que fosse verificado se portava ou não a droga. Na unidade hospitalar, a equipe médica constatou e fez a retirada do seu órgão genital de uma porção de uma substância semelhante à maconha.

No total, foram 148g de uma substância semelhante à maconha, 98g com uma mulher e 50g com a outra. As duas mulheres e a droga apreendida foram levadas para a Delegacia de Polícia Civil, onde elas foram autuadas em flagrante por tráfico de entorpecente.

PILÕEZINHOS – Um homem foi preso depois que algumas pessoas denunciaram que ele estava em via pública, apresentando sinais visíveis de embriaguez e perturbando o sossego dos vizinhos. Policiais do Destacamento de Pilõezinhos o conduziram até a delegacia, onde ele foi autuado em flagrante.

Assessoria 4º BPM

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Fani faz 1ª ensaio após ganhar 15kg: ‘Mulheres torcem o nariz para mim depois que engordei’

Com 83kg, Fani Pacheco decidiu virar uma espécie de porta-voz das minorias e do feminismo. A ex-BBB, considerada um dos símbolos sexuais mais marcantes da história do programa, quer ser vista como uma mulher comum, porém, empoderada. Inclusive pela ala feminina.

“Continuo sendo sexy para os homens. As mulheres torceram mais o nariz para mim quando engordei 15 quilos, afinal, quem repara em celulite, eles ou nós?”, questiona.

Fani Pacheco vai protagonizar websérie
Fani Pacheco vai protagonizar websérie Foto: Faya/divulgação

Para dividir sua nova experiência num corpo que ela chama de plus size, Fani lança nesta quinta-feira, no Club Blankara, na Barra da Tijuca, uma websérie em seu canal no Youtube. “Fani quebra o padrão” é uma espécie de reality show da vida da loura, que pretende levar assuntos espinhosos para serem discutidos.

“Quero botar abaixo os padrões de beleza, os culturais, mostrar que podemos ser felizes do jeito que somos. Eu sou hoje uma gordinha feliz. Quando pesava 65 kg me desesperava porque me achava gorda”, observa.

Fani Pacheco no auge da boa forma: ela se achava gorda
Fani Pacheco no auge da boa forma: ela se achava gorda Foto: reprodução

Solteira, Fani diz que o foco mudou: “Sou romântica, até vejo uns gatos quando saio, sou paquerada, mas não me dá vontade de fazer nada. Gosto de ser amada”.

Fani Pacheco: homens a acham sexy
Fani Pacheco: homens a acham sexy Foto: Faya/divulgação

Extra

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Discussão e bebedeira acaba com duas mulheres esfaqueadas em Esperança

esperancaUma discussão durante uma bebedeira terminou com duas mulheres esfaqueadas na noite dessa quarta-feira (12), no bairro do Catolé, na cidade de Esperança, a 156 quilômetros de João Pessoa.

De acordo com informações da polícia, as duas estavam bebendo e chegaram às vias de fato, após uma discussão. No momento da confusão, uma das mulheres estava com uma faca peixeira e a outra portava um canivete. Ambas se esfaquearam e ficaram bastante feridas.

A polícia foi acionada e levou uma das mulheres ao hospital da cidade.A vítima tinha sofrido cinco perfurações de faca. Posteriormente, a outra mulher também foi levada para o hospital, com várias perfurações. As duas foram atendidas e receberam os primeiros socorros na unidade, mas por conta da gravidade dos ferimentos, tiveram que ser levadas para o Hospital de Trauma de Campina Grande.

O caso foi registrado na delegacia local e será investigado pela polícia. As armas foram recolhidos e entregues à autoridade policial.

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Mais de 700 mulheres assassinadas em cinco anos

violenciaA violência contra a mulher ainda é um dos grandes problemas enfrentados na sociedade. Só nos dois primeiros meses deste ano, 10 mulheres foram assassinadas ou  vítimas de outros crimes que resultaram em morte na Paraíba. De 2011 até fevereiro deste ano, foram registradas 727 ocorrências do tipo. Isto sem levar em consideração os casos que não são registrados, além das agressões. Neste fim de semana, mais dois acontecimentos entraram para os registros.

No sábado, uma mulher desmaiou após ter sido agredida com um soco pelo namorado. O crime aconteceu na saída de uma casa de shows no bairro do Catolé, em Campina Grande. O Samu foi acionado para atendê-la e prestou os primeiros socorros ainda no local, logo após a mulher foi encaminhada para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande.

O homem, suspeito de agredir a namorada, compareceu à delegacia, juntamente com familiares, para registrar a ocorrência e prestar esclarecimentos.

Já na noite deste domingo (9), uma jovem de 27 anos foi assassinada com pelo menos quatro facadas em Araruna, Agreste do estado, a 165 km de João Pessoa. O ex-namorado dela, um pintor de 46 anos, é o principal suspeito do crime. Eles tinham se separado havia cerca de três meses e familiares informaram que a vítima vinha sendo ameaçada pelo pintor, mas não chegou a denunciar o caso.

De acordo com a Polícia Militar, o crime aconteceu por volta das 18h20, quando a vítima voltava de um balneário com um amigo. Eles trafegavam em uma motocicleta pela Zona Rural e foram seguidos pelo suspeito, que também estava em uma moto. Ainda conforme a PM, o suspeito colidiu propositalmente o veículo que conduzia com o que a ex-namorada estava.

“Quando a moça caiu, o suspeito desferiu duas facadas no peito dela e uma em cada perna. O amigo que a acompanhava correu e informou que chegou a ser perseguido pelo suspeito, mas conseguiu escapar ao pular uma cerca e se esconder em um matagal. Furioso, o suspeito voltou ao local e destruiu o tanque da moto do rapaz com três facadas”, informou o sargento Pedro.

Programas de combate

Para tentar combater a violência contra a mulher, o governo do Estado tem o programa Mulher Protegida, que entregou 150 aparelhos nas cidades de João Pessoa e Campina Grande. O aplicativo liga a vítima ao Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop) e à Delegacia da Mulher quando ela se sentir ameaçada. O programa ainda prevê visitas regulares a fim de fiscalizar o cumprimento de medida protetiva expedido pela Justiça contra o agressor.

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Projeto Movimenta Bananeiras atenderá mulheres dos distritos de Roma e Vila Maia

ROJETOMULHERA partir do final de março o Projeto Movimenta Bananeiras, promovido pela Prefeitura Municipal através da Secretaria Executiva de Política para as Mulheres com o apoio das Secretarias de Desenvolvimento Social e Saúde será realizado em Bananeiras.

Com atividades físicas e sociais o projeto visa oferecer políticas públicas de esporte e lazer para as mulheres dos distritos de Roma e Vila Maia estimulando a comunidade a adotar um estilo de vida mais ativo, resgatando a autoestima e a valorização do ser humano.

As inscrições poderão ser realizadas nos dias 20 e 21 de março em Roma, no anexo da Escola João Paulo II e nos dias 22 e 23 de março na Escola Dionísio mais, das 8:30h às 11h e das 14:30h às 16h.

Para a Secretária Executiva da Mulher, Cristina Carvalho, “ esse projeto irá promover a interação e elevar a autoestima das mulheres que poderão ter na atividade física um momento de descontração e cuidado pessoal.”

A prática de exercícios além de melhorar a saúde também exerce efeitos no convívio social dos envolvidos, tanto no trabalho quanto no convívio familiar.

Ascom-PMB