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Duas mulheres são mortas a tiros em praça de Catolé do Rocha

Duas mulheres foram mortas a tiros na noite desta terça-feira (7), na Praça da Prefeitura, no Centro de Catolé do Rocha.

De acordo com informações iniciais, as vítimas estavam no local quando foram surpreendidas e alvejadas com disparos de arma de fogo.

Não há informações de quem teria cometido o crime.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e se dirigiu até o local.

 

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Novembro registra menor número de mulheres assassinadas em 2019

Duas mulheres foram assassinadas no mês de novembro, na Paraíba. Os dois casos estão sendo investigados pela Polícia Civil como feminicídios. Além de novembro, o único mês em que todas as mortes de mulheres foram consideradas feminicídios foi setembro, onde quatro mulheres foram assassinadas por questões de gênero. No entanto, apesar disso, novembro tem, até agora, o menor número de mulheres mortas em 2019. Os dados foram obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação, pela Secretaria de Segurança e Defesa Social do Estado.

Em novembro, o corpo de uma mulher foi encontrado na BR-230, em Santa Rita, na Grande João Pessoa. Ela foi identificada como Gessica Silva, de 27 anos. Um feto foi encontrado ao lado do corpo da mulher, ambos em estado de decomposição. A vítima estava com seis meses de gestação. No entanto, a polícia não tem informações sobre a motivação do crime.

No início do mês de novembro, uma mulher de 33 anos foi morta com dois tiros, quando seguia para o trabalho de moto com o companheiro, no bairro Jardim Veneza, em João Pessoa. Segundo informações da Polícia Militar, os disparos aconteceram quando uma moto emparelhou com a moto em que seguia a vítima. O companheiro da mulher informou que estava em um relacionamento com ela há três meses, mesmo tempo em que ela perdeu o marido em um acidente. A polícia informou que tem uma linha de investigação traçada, mas ainda não há conclusão sobre o caso.

Já em outubro, ao todo, doze mulheres foram assassinadas no estado da Paraíba. Destes, seis casos estão sendo investigados como feminicídios. Segundo dados da Secretaria de Segurança e da Defesa Social, apesar de o número representar 50% dos casos no mês, ele se iguala ao mês de abril como o mais violento para as mulheres, com seis mortes registradas relacionadas à causa de gênero. Outubro também superou as estatísticas do mês de maio, que até então tinha o maior número de assassinatos de mulheres, independente da motivação.

A notícia se repete, mas o número e a dor só crescem. Os casos de feminicídio seguem aumentando na Paraíba em 2019. Desde o início do ano, 35 mulheres tiveram suas vidas encerradas pelas mãos de seus ex-companheiros motivados por um sentimento de posse e, na maioria dos casos, da não aceitação do término do relacionamento ou da autonomia da mulher.

Feminicídios nos meses anteriores

Em setembro, todos os casos de assassinatos de mulheres que foram registrados estão sendo investigados como feminicídios. De acordo com dados da Secretaria de Estado de Segurança e Defesa Social, quatro mulheres foram mortas por seus companheiro ou ex-companheiros.

No mês de agosto, oito mulheres foram mortas na Paraíba. Cinco casos estão sendo investigados como feminicídios. Esse número representa que 62,5% dos assassinatos de mulheres aconteceram por motivação de gênero, apenas no mês de agosto.

O mês de outubro lidera o ranking de mulheres assassinadas. Doze foram mortas por homicídio doloso. Seis, desse total, foram feminicídios. Na sequência está o mês de maio, com dez homicídios de mulheres e cinco feminicídios. O mês de abril se junta a outubro como o que mais teve mulheres mortas por crimes relacionados ao gênero. Nesse mês, o número de feminicídios subiu 50% apenas em relação ao primeiro trimestre do ano.

Só no primeiro semestre deste ano, 32 mulheres foram mortas por crimes letais intencionais, em toda Paraíba. Do total, 17 casos estão sendo investigados como feminicídios. O número representa 53% dos assassinatos de mulheres. Em junho, foram quatro assassinatos, sendo dois feminicídios.

G1

 

Duas mulheres ficam feridas após explosão durante troca de botijão de gás, no Centro de João Pessoa

Duas mulheres ficaram feridas após uma explosão em um estabelecimento comercial no Centro de João Pessoa, nesta terça-feira (19). As vítimas foram socorridas pelo Corpo de Bombeiros e levadas para o Hospital de Emergência e Trauma da capital.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, as duas mulheres estavam realizando uma troca de botijão de gás. Ao ligar o fogão com o novo botijão instalado, houve a explosão.

Os bombeiros realizaram os primeiros atendimentos e informaram que o estabelecimento não chegou a pegar fogo, porém houve um princípio de incêndio que ocasionou queimaduras nas vítimas.

As mulheres foram levadas ao Hospital de Emergência e Trauma, uma com queimaduras no rosto e pescoço e outra com ferimentos no braço. Uma das vítimas recebeu alta no início da tarde desta terça-feira, e a outra segue internada em estado estável.

G1

 

Projeto ensina técnicas de defesa pessoal para mulheres na UEPB, em Campina Grande

Um estudante do curso de Educação Física da Universidade Estadual da Paraíba desenvolveu um projeto que ajuda mulheres a se defenderem de ataques de possíveis agressores, através de técnicas de defesa pessoal, utilizando artes marciais. O projeto da aluna Romênia Soares Barreto é realizada dentro do conjunto de ações desenvolvidas pela Coordenadoria de Esporte e Lazer da instituição.

As aulas são realizadas na sala de Dança do Departamento de Educação física da UEPB, às terças e quintas, das 12 às 13h. As vagas são abertas para alunas da universidade e para o público feminino externo.

Com o nome “O uso da defesa pessoal feminina no combate à violência no cotidiano”, o objetivo é favorecer o acesso das mulheres à informação e às práticas que as ajudem diante de ataques físicos ou psíquicos.

O projeto envolve mais de 15 estudantes que visam promover conhecimentos variados voltados não apenas a treinos físicos, mas também ao trabalho de linguagem corporal, competências psicológicas e verbais. Além disso, conta também com a parte teórica em que dispõe de um acervo bibliográfico de diversos autores que defendem o tema, e fornecem informações sobre a Lei Maria da Penha.

G1

 

Feminicídios representam 100% dos assassinatos de mulheres em setembro de 2019, na PB

Todos os casos de assassinatos de mulheres que aconteceram no mês de setembro, na Paraíba, estão sendo investigados como feminicídios. De acordo com dados da Secretaria de Estado de Segurança e Defesa Social, quatro mulheres foram mortas no mês passado por seus companheiro ou ex-companheiros.

O mês de setembro foi o primeiro de 2019 que não houve um assassinato de mulheres sem causa relacionada ao gênero. Apesar disso, o mês mais violento ainda em números absolutos é o mês de maio, com dez mulheres mortas. Desse total, cinco casos começaram a ser investigados como feminicídio.

Em setembro, foi o início do mês que marcou as principais mortes de mulheres. Só no primeiro dia do mês, pelo menos duas mulheres foram assassinadas. Na cidade de Itabaiana, no Agreste paraibano, uma diarista de 40 anos foi morta a facadas pelo marido. Antes do crime eles discutiram porque a mulher queria a separação do casal. O suspeito, de 57 anos, foi preso minutos depois.

No mesmo dia, Jenilsa Lira da Silva também foi assassinada a facadas. O crime aconteceu em Campina Grande e o suspeito é o ex-companheiro da vítima. Jeans Carlos Dias da Silva chegou até a casa onde a mulher estava, brigou com ela e a atingiu com várias facadas. Dois filhos da vítima presenciaram o crime. O casal estava separado há um ano, mas brigavam constantemente, segundo familiares, porque ele não queria pagar a pensão alimentícia dos dois filhos. O homem foi preso.

Feminicídios nos meses anteriores

No mês de agosto, oito mulheres foram mortas na Paraíba. Cinco casos estão sendo investigados como feminicídios. Esse número representa que 62,5% dos assassinatos de mulheres aconteceram por motivação de gênero, apenas no mês de agosto.

Até que os dados de agosto fossem analisados, o mês de julho era considerado o terceiro mês com mais mortes de mulheres. Sete mulheres foram assassinadas. No entanto, com a atualização das estatísticas, julho cai para quarto, deixando o espaço do terceiro lugar para o mês de agosto.

Só no primeiro semestre deste ano, 32 mulheres foram mortas por crimes letais intencionais, em toda Paraíba. Do total, 17 casos estão sendo investigados como feminicídios. O número representa 53% dos assassinatos de mulheres. Em junho, foram quatro assassinatos, sendo dois feminicídios.

O mês de maio lidera o ranking de mulheres assassinadas. Dez foram mortas por homicídio doloso. Cinco, desse total, foram feminicídios. Na sequência está o mês de abril, com nove homicídios de mulheres e seis feminicídios.

Embora o mês de maio tenha sido o mais violento, o mês de abril, em proporção, foi o que mais registrou a morte de mulheres por motivações de gênero. Nesse mês, o número de feminicídios subiu 50% apenas em relação ao primeiro trimestre do ano.

G1

 

2º Encontro de Mulheres Empreendedoras acontece neste sábado, em Bananeiras

O 2º Encontro de Mulheres Empreendedoras no Outubro Rosa vai acontecer neste sábado (05), em Bananeiras. “O encontro é um momento de compartilhamento de informações sobre empreendedorismo e vivências na conscientização sobre o câncer de mama”, destaca Luciana Dias, umas das organizadoras do evento.

Como palestrantes o encontro terá a presença do Dr. Rodolfo Marinho e da Drª Ana Izabel Sotelo. No evento também estarão disponíveis diversos produtos da ONG Mulheres do Peito, que vem ajudando inúmeras mulheres no diagnóstico do câncer.

2º Encontro de Mulheres Empreendedoras no Outubro Rosa acontece no Condomínio Alto da Serra Villas, às 18h.

Redação FN

 

 

Em 2019, Paraíba já registrou 22 casos de estupros contra mulheres

De janeiro até maio deste ano, foram registrados 22 casos de estupro contra mulheres na Paraíba. Os números fazem parte do levantamento realizado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Somados com casos de homens e sexo não identificados, os registros de violência sexual chegam a 25.

Apesar dos dados contemplarem desde o começo do ano, o primeiro registro de abuso sexual foi feito em março, que também foi o mês com mais ocorrências de estupro.  Já as vítimas do sexo feminino do crime de homicídio doloso somam 30 ocorrências no estado, neste ano.

Os dados de todos as unidades federativas são reunidos pela Secretaria Nacional de Segurança Público(Sinesp) após a consolidação desses dados na Base Nacional. As informações ajudam a análise de microdados e produção de estatísticas.

Em João Pessoa existem Delegacias da Mulher, onde mulheres podem fazer a denúncia e registrar a ocorrência. Pelo estado, as vítimas também têm direito a apoio jurídico, psicológico e médico.

MaisPB

 

 

Paraíba já registra 210 mortes de mulheres por câncer de mama

Em 2019, já foram registrados 210 óbitos por câncer de mama e 85 óbitos por câncer de colo do útero na Paraíba. Os dados são da Secretaria de Saúde e revelam ainda que só no ano passado, foram 260 óbitos por câncer de mama e 147 óbitos por câncer de colo do útero. Já em 2017, foram registradas 217 mortes por câncer de mama e 148 por câncer de colo do útero.

Na Paraíba, estima-se que no biênio 2018/2019 terão 880 novos casos de câncer de mama e, desses, 240 ocorrerão na capital. No que se refere ao câncer de colo do útero estima-se 370 novos casos para o Estado e 80 novos casos para a capital.

De acordo com a médica Roseane Machado, diretora do Centro Especializado de Diagnóstico do Câncer (CEDC) estão disponíveis para atender a rede SUS 18 serviços com mamógrafos, sendo 13 públicos e cinco privados, conveniados com o Sistema Único de Saúde. Os exames de mamografias são ofertados pelos municípios.

Ela ainda informou que o estado possui cerca de 304.415 mulheres na faixa etária de 50 a 69 anos, mas que abaixo dessa faixa etária as mamografias diagnósticas são para os grupos com fatores de risco elevado para câncer de mama e que os exames de rastreamento no CEDC são realizados em mulheres a partir de 40 anos de idade.

 

clickpb

 

 

Patrulha Maria da Penha na PB atende 193 mulheres em menos de 30 dias

Em apenas um mês de funcionamento, o serviço da Patrulha Maria da Penha da Paraíba (PMP-PB) atendeu 193 mulheres, desse total 25 permanecem com proteção integral. A equipe multidisciplinar já realizou 374 atividades, entre visitas, triagens, atendimento social, jurídico e acionamentos de plantão da equipe técnica. No total, 79 rotas indicadas pelas mulheres como áreas de risco são monitoradas sistematicamente. Até agora, dois homens foram presos em flagrante por descumprimento de medida protetiva.

A equipe da PMP realiza um trabalho ostensivo preventivo para acompanhar mulheres em situação de violência doméstica e familiar e de monitoramento do cumprimento das medidas protetivas de urgência e medidas judiciais contra os agressores. Funciona com caracterizadas e unidade móvel (Ônibus Lilás) para ações preventivas.  O campo de atuação é em 27 cidades da Paraíba, incluindo a região metropolitana de João Pessoa, de segunda a segunda, em regime de plantão.

“Neste curto período de trabalho, considero que os números já revelam a importância do monitoramento e de proteção a 25 mulheres, além de duas prisões efetuadas. Também fizemos articulações com os serviços que compõem a rede de enfrentamento a violência contra mulheres, incluindo o próprio público interno da Polícia Militar, para garantir a efetividade na segurança das mulheres protegidas”, explica a secretária executiva da Mulher e da Diversidade Humana, Lídia Moura, que está na execução do PMP.

A coordenadora geral da PMP, Mônica Brandão, avalia que as ações preventivas contribuem diretamente para que as mulheres venham a romper o ciclo da violência doméstica e familiar. “Como a violência doméstica é um fenônemo e atinge todas as mulheres, acreditamos que o serviço permamente ajuda as mulheres a quebrarem o ciclo de violência que pode levar a morte”, alerta Mônica Brandão.

Ações
Dentre as atividades, faz triagem,  atendimento inicial, reconhecimento da área que a mulher aponta como risco à sua integridade física e/ou psicológica, realização de visitas periódicas, onde serão realizados todos os procedimentos e encaminhamentos para que a mulher fique em segurança, rotas de monitoramento dentro de um perímetro arbitrado pela Justiça, ações educativas, encaminhamentos à rede de serviços, fomenta o fluxo de comunicação entre as mulheres assistidas, Delegacias da Mulher e Distritais e o Poder Judiciário, entre outras. A Patrulha conta com Equipe Multiprofissional (Advogadas, Assistente Social e Psicólogas), além do efetivo da PM.

Decreto
O Programa Integrado Patrulha Maria da Penha foi instituido por meio do Decreto n° 39.343, de 08 de agosto deste ano, por meio de um Termo de Cooperação Técnica entre o Tribunal de Justiça e Governo do Estado. As ações em conjunto são desenvolvidas pela Secretaria da Mulher e da Diversidade Humana em parceria com a Secretaria de Segurança e Defesa Social (Sesds), por meio da Polícia Militar, Polícia Civil, Coordenação das Delegacias Especializadas de Mulheres e o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ-PB).

 

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Julho é o terceiro mês que mais matou mulheres em 2019, na Paraíba

O mês de julho teve o registro de 7 homicídios de mulheres. Os dados da Secretaria de Segurança e Defesa Social do Estado (Seds) mostram que, desse total, um caso está sendo investigado como feminicídio. O mês foi o terceiro com mais morte de mulheres em 2019.

O mês de maio lidera o ranking de mulheres assassinadas. Dez foram mortas por homicídio doloso. Cinco, desse total, foram feminicídios. Na sequência está o mês de abril, com nove homicídios de mulheres e seis feminicídios.

Embora o mês de maio tenha sido o mais violento, o mês de abril, em proporção foi o que mais registrou a morte de mulheres por motivações de gênero. Nesse mês, o número de feminicídios subiu 50% apenas em relação ao primeiro trimestre do ano.

Mulher morta por ex-companheiro, na Paraíba, foi identificada como Josineide Ascendino da Silva, de 30 anos — Foto: PMPB/Divulgação

Mulher morta por ex-companheiro, na Paraíba, foi identificada como Josineide Ascendino da Silva, de 30 anos — Foto: PMPB/Divulgação

Feminicídio em julho

Uma mulher foi morta a facadas no dia 10 de julho, na Zona Rural da cidade de Sapé, na região da Mata Paraibana. De acordo com informações da Polícia Militar da região, o suspeito do crime é o ex-companheiro dela, que se matou logo após o crime.

O feminicídio teria acontecido por volta das 2h. Conforme informações da Polícia Militar, o crime aconteceu no Distrito Inhauá, na localidade do sítio Carrasco. A mulher foi identificada como Josineide Ascendino da Silva, de 30 anos. O ex-companheiro dela, José Lino da Cruz Irmão, de 41 anos, teria cometido o suicídio com uma facada no peito.

Segundo informações da Polícia Militar, o casal estava separado há seis meses, mas morava junto na mesma casa. O suspeito já havia a ameaçado a vítima várias vezes, segundo os vizinhos contaram à polícia.

Mortes do semestre

No primeiro semestre de 2019, 32 mulheres foram mortas por crimes letais intencionais, em toda Paraíba. Desse total, 17 casos estão sendo investigados como feminicídios. O número representa 53% dos homicídios de mulheres. E essa proporção já é maior do que o mesmo período do ano de 2018, quando 48 mulheres foram assassinadas e 22 casos foram tratados como feminicídios, representando 44% do total.

G1