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Em Cuitegi, mulher é presa por policiais do 4º BPM depois de agredir o marido

Uma mulher suspeita de agredir o marido foi presa por policiais do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) na noite dessa quinta-feira (8), na zona rural do município de Cuitegi. Os policiais foram solicitados para atender a uma ocorrência de lesão corporal e, ao chegarem ao local, constataram que a mulher teria agredido fisicamente o marido e estava muito alterada e agressiva, sendo necessário contê-la porque ela resistiu à voz de prisão e ainda proferiu palavras de baixo calão contra a guarnição. O marido, que tinha se trancado em um dos quartos, apresentava escoriações no braço. Após ser contida, a mulher foi conduzida, juntamente com a vítima, para a Delegacia de Polícia Civil.

No Bairro São José, em Guarabira, uma mulher ligou para o Copom informando que o filho chegou em casa, com sinais de embriaguez alcoólica e estava tentando agredi-la. Para se defender, ela acabou causando algumas escoriações nele. Rapidamente os policiais chegaram ao local e constataram que o filho tinha escoriações em um dos braços e na perna, então ele foi encaminhado inicialmente para o Hospital Regional, onde recebeu atendimento médico e foi liberado. Em seguida, ele foi conduzido juntamente com a mãe para a delegacia.

No acesso à PB-057, em Araçagi, os policiais realizavam rondas quando se depararam com um homem pilotando uma moto com duas pessoas como passageiros, entre eles, uma criança de 5 anos de idade. O condutor da moto foi levado à delegacia por infringir o artigo 309 do Código de Trânsito Brasileiro e a moto, que estava com o licenciamento atrasado, foi removida ao pátio da 2ª CPTran.

 

Assessoria 4º BPM

 

 

Segunda morte por covid-19 é confirmada na Paraíba; mulher de 86 anos era de Junco do Seridó

A covid-19 fez sua segunda vítima fatal na Paraíba. Uma mulher de 86 anos, moradora de Junco do Seridó, na região da Borborema paraibana, faleceu no início da manhã deste sábado (4).

A Secretaria de Estado da Saúde confirmou que a mulher era portadora de Diabetes, Meningioma e Glaucoma, e apresentou início dos sintomas de Coronavírus no dia 25 de março. Ela estava internada na UTI do Hospital Regional de Piancó desde a madrugada do dia 01 de abril. A paciente apresentava um quadro clínico estável, o que permitiu a remoção para a unidade de referência em João Pessoa, mas veio a óbito durante o trajeto.

Até essa sexta-feira, a Paraíba tinha 32 casos confirmados de covid-19, incluindo o da idosa que agora veio a óbito. A primeira morte por covid-19 no estado foi registrada no dia 31 de março. A vítima foi Danilo Andrade, de 36 anos, morador do município de Patos, Sertão paraibano.

 

clickpb

 

 

Mulher de 62 anos é morta com cinco tiros na frente de casa, em João Pessoa

Uma mulher de 62 anos foi morta a tiros em frente da casa onde morava, no fim da noite desta terça-feira (24), na Comunidade Maria de Nazaré, no bairro do Grotão, em João Pessoa. De acordo com a Polícia Civil, não há informações sobre a motivação do crime.

A vítima, identificada como Maria José Bezerra Melo, estava sentada em uma cadeira em frente da casa onde morava quando foi atingida por cinco tiros de um revólver calibre.38. O caso foi registrado na delegacia de homicídios da Central de Polícia Civil.

A mulher morreu no local do crime. Até as 8h10 desta quarta-feira (25) não havia informações sobre os suspeitos e ninguém foi preso.

G1

 

Mulher é agredida pelo companheiro após crise de ciúmes, em Campina Grande

Uma mulher de 24 anos foi espancada pelo companheiro na noite de quinta-feira (19), em Campina Grande, no Agreste da Paraíba. De acordo com o relato da vítima à polícia, o companheiro estava embriagado no momento do crime e o motivo teria sido ciúmes.

Conforme a vítima, o seu companheiro estava bebendo com um primo na residência do casal. O homem teve uma crise de ciúmes e começou a espancá-la com socos no rosto, empurrões e depois quebrou uma garrafa em seu braço.

Segundo a mulher, ela pediu ajuda ao primo que presenciou todas as agressões e ele não a ajudou. A vítima acionou a Polícia Militar, mas o suspeito fugiu e não foi preso.

A vítima foi encaminhada para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, onde recebeu atendimento. O estado de saúde não foi divulgado. O caso foi registrado na Central de Polícia Civil de Campina Grande.

G1

 

Mulher morre com suspeita de coronavírus em João Pessoa

Uma mulher de 39 anos morreu, em João Pessoa, na madrugada desta quarta-feira (18) com Síndrome Respiratória Grave (SRAG). A Secretaria de Saúde da Paraíba apurou que ela apresentava “comorbidades”, ou seja, um quadro com mais de uma doença, e investiga se ela tinha Covid-19, a enfermidade provocada pelo coronavírus.

A paciente estava internada no Hospital Universitário Nova Esperança (HUNE) e o material para teste foi colhido para confirmar o quadro que ela apresentava. “No momento, a Secretaria de Estado da Saúde aguarda o resultado dos exames”, disse a Pasta, sem informar prazos.

 

portalcorreio

 

 

Filha desnaturada: embriagada, mulher agride a própria mãe a socos e pontapés

A Polícia Militar foi acionada por volta das 20h para averiguar uma ocorrência no distrito de Rua Nova, município de Belém, em que uma mulher que apresentava sinais de embriaguez alcóolica chegou até a residência de sua genitora e passou a proferir palavras de baixo calão contra ela, que em seguida, sem motivos aparentes, passou a agredir fisicamente a mãe com socos e pontapés.

De imediato a guarnição se deslocou até o local e conduziu a acusada à delegacia em Guarabira-PB, onde foi apresentada ao delegado plantonista, a fim de que fossem tomadas as devidas providências.

 

portal25horas

 

 

Mulher é presa suspeita de matar idosa para não pagar dívida, em Campina Grande

Uma mulher de 57 anos foi presa na tarde desta quinta-feira (12), suspeita de matar uma idosa de 83 anos com cerca de 13 facadas na quarta-feira (11), no bairro Rocha Cavalcante, em Campina Grande. Segundo informações da Polícia Civil, a mulher confessou o crime e disse que matou a vítima para não pagar uma dívida de R$ 300.

A polícia chegou até a suspeita por meio de imagens de câmeras de segurança de residências da região que possibilitaram a reconstituição do trajeto que ela fez até a casa da idosa.

Ainda conforme a polícia, a suspeita trabalha na Feira Central de Campina Grande. Por volta das 5h da quarta ela também teria esfaqueado uma feirante com quem se desentendeu e usado a mesma faca nos dois crimes.

A mulher foi autuada pelos crimes de homicídio e tentativa de homicídio. Ela está detida na Central de Polícia Civil de Campina Grande e passará por uma audiência de custódia na sexta-feira (13).

Foto: Artur Lira/TV Paraíba

G1

 

Briga entre marido e mulher acaba com homem esfaqueado, em Dona Inês

Uma discussão entre um casal terminou com um homem esfaqueado, na tarde deste domingo (8) no Sítio Zé Paz, na Zona Rural de Dona Inês, na Paraíba. A suspeita de ter desferido o golpe contra a vítima fugiu.

Segundo o boletim de ocorrência, familiares do lesionado relataram que durante a discussão, a esposa da vítima sacou uma faca do tipo peixeira e golpeou o abdômen do marido.

O homem foi socorrido por populares e encaminhado ao Hospital Regional de Guarabira (HRG) onde permaneceu em observação médica.

A PM foi acionada e realizou diligências nas proximidades mas, não encontrou a agressora. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia Civil.

 

 Pedro Júnior

 

 

Homem bate em mulher no aniversário de casamento; na Grande JP foram 12 agressões

Os números de violência contra a mulher chamaram atenção até mesmo da equipe da delegacia de Violência Contra a Mulher, no bairro do Geisel, que, durante o fim de semana, absorve as demandas da Grande João Pessoa.

Ao menos 12 mulheres foram agredidas pelos companheiros no dia 08 de março, dia Internacional da Mulher. Uma delas, estava comemorando o aniversário de casamento, quando o marido, revoltando porque queria sair para beber com amigos, acabou agredindo a vítima.

Três homens foram presos em flagrante e 15 medidas protetivas foram pedidas pela delegada Cláudia Germana.

Em Santa Rita, a mulher comemorava o aniversário de casamento com o amigo e ele decidiu sair para beber, ela interveio e o homem agrediu a vítima.

Os casos foram registrados nas cidades de João Pessoa, Santa Rita, Cabedelo e Bayeux. Os autos de prisão em flagrante delito ocorreram em Mangabeira, José Américo e Santa Rita.

As 11 medidas protetivas de urgência foram solicitadas e 10 inquéritos policiais foram por casos de violência doméstica nos seguintes locais:

2 Torre,
1 Varadouro,
2 Miramar,
1 Tambaú,
1 Cristo,
1 Bairro das indústrias,
1 Bayeux,
1 Santa Rita

 

Foto: Flávio Fernandes/Paraíba.com.br
Marília Domingues/Flávio Fernandes

 

 

Violência contra a mulher: Brasil tem leis progressistas, mas ainda enfrenta barreiras culturais

Dois terços dos países do mundo possuem leis punitivas, segundo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime
Numa comparação internacional, o Brasil está no hall dos 140 países que possuem leis que punem, de alguma maneira, a violência contra a mulher. Isso representa dois terços das nações. Ainda restam 40 que simplesmente não possuem legislação específica.

Levantamento divulgado essa semana pelo Núcleo de Estudos da Violência da USP e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública revelou que, embora o número de homicídios dolosos de mulheres tenha diminuído no ano passado no país (queda de 14,1%, 3.739 casos), o de feminicídios aumentou 7,3% (1.314 mulheres casos, uma mulher a cada sete horas).

Desde 2015, a legislação mudou no Brasil e passou a prever penas mais graves para aqueles homicídios que estejam ligados à discriminação da mulher. “Geralmente, o feminicídio envolve violência doméstica e familiar ou clara discriminação à condição de mulher. São crimes de ódio motivados pela condição de gênero, geralmente impulsionados pelo ciúme, pelo motivo passional. A pena varia de 12 a 30 anos de prisão”, explica o criminalista Leonardo Pantaleão.

Alguns especialistas apontam que o crescimento no número de feminicídios, desde quando ele foi incluído na lei penal, não significa necessariamente o aumento da violência contra a mulher, mas sim um enquadramento mais correto do tipo de crime.

“Pode ser que estejamos melhorando nossa estrutura de atendimento, mas a violência contra a mulher ainda é uma questão que envolve, historicamente, uma cultura de diminuição da mulher, de sua condição e seus direitos. Os avanços vieram amparados na lei, mas não significa que já conseguiram mudar a cultura. Esse é um processo lento, gradual. Sem contar que ainda temos que romper a barreira do silêncio, já que muitas mulheres, vítimas de violência, não denunciam”, analisa.

Segundo dados da ONU Mulheres, os países que mais denunciam os crimes de violência contra a mulher são os Estados Unidos e os da Europa Ocidental, justamente aqueles que possuem leis mais protetivas.

Embora os números ainda sejam alarmantes no Brasil, temos tido alguns avanços no que diz respeito à conscientização da sociedade. É o que acredita Acacio Miranda Filho, professor e mestre em Direito Penal Internacional pela Universidade de Granada (Espanha). “Todos os regramentos existentes no Brasil foram tipificados em virtude de tratados e convenções internacionais dos quais somos signatários. E os instrumentos jurídicos foram importantes para conscientizar a população acerca da igualdade entre homens e mulheres. Em outros países, onde essa equiparação não é tão difundida, os índices são mais alarmantes, como o caso da Rússia e o de alguns países africanos”, reflete.

Agressões pelo mundo
Segundo o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), a estimativa é que metade das mulheres assassinadas no mundo são vítimas dos próprios cônjuges ou de homens da família.

O casamento antes dos 18 anos é uma prática que costuma levar a histórias de violência, além de interromper estudos e planos de vida para 750 milhões de meninas, segundo a ONU Mulheres. Bangladesh e Índia são os países que lideram o ranking de casamentos infantis, indo contra as próprias leis.

África Subsaariana, Ásia Meridional e Oriente Médio são as regiões do mundo em que as mulheres são mais desprotegidas em termos de lei. A Rússia, onde uma mulher é assassinada a cada 40 minutos, descriminalizou a violência de gênero em 2017, reduzindo a pena ao pagamento de uma multa. Na União Europeia (UE), a Bulgária se destaca por não ter leis que criminalizem o estupro dentro do casamento e a Hungria, por não punir o assédio sexual.

Leonardo Pantaleão – Advogado, professor e escritor, com Mestrado em Direito das Relações Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC), Doutorado na Universidad Del Museo Social Argentino, em Buenos Aires e Pós-graduado em Direito Penal Econômico Internacional pelo Instituto de Direito Penal Econômico e Europeu (IDPEE) da Universidade de Coimbra, em Portugal, professor da Universidade Paulista. Autor de obras jurídicas, palestrante em Direito Penal e Direito Processual.

Acacio Miranda Filho — Doutorando em Direito Constitucional pelo IDP/DF. Mestre em Direito Penal Internacional pela Universidade de Granada/Espanha. Cursou pós-graduação em Processo Penal na Escola Paulista da Magistratura e em Direito Penal na Escola Superior do Ministério Público de São Paulo. É especialista em Teoria do Delito na Universidade de Salamanca/Espanha, em Direito Penal Econômico na Universidade de Coimbra/IBCCRIM e em Direito Penal Econômico na Universidade Castilha – La Mancha/Espanha. Tem extensão em Ciências Criminais, ministrada pela Escola Alemã de Ciências criminais da Universidade de Gottingen, e em Direito Penal pela Universidade Pompeu Fabra.

M2 Comunicação