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Governo cogita mudar nome do Bolsa Família e pagar adicional de R$ 20 por trabalho voluntário

O governo pretende mexer no programa Bolsa Família para introduzir o conceito de dignidade, segundo uma fonte a par do assunto. Também se cogitou trocar o nome por “Bolsa Dignidade“, mas existem dúvidas se isso é possível e avalia-se o risco de eventual repercussão negativa da medida em ano eleitoral. Também está em discussão a possibilidade de pagar um adicional de R$ 20 para os beneficiários que realizarem trabalho voluntário.

Outra proposta em análise é reajustar o Bolsa Família para repor a inflação (que fechou 2017 em 2,95%) e mais parte do aumento do botijão de gás como uma forma de compensar o impacto da alta do produto no orçamento das famílias mais pobres. O último aumento do Bolsa ocorreu em meados de 2016, de 12,5%.

O presidente Michel Temer pediu ao ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, para apresentar uma proposta ainda em março, a fim de o aumento possa ser pago dentro de um mês. O ministro quer anunciar a medida antes de deixar o cargo para disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados.

 OGlobo

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Unesco: mundo precisará mudar consumo para garantir abastecimento de água

águaRelatório da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) mostra que há no mundo água suficiente para suprir as necessidades de crescimento do consumo, “mas não sem uma mudança dramática no uso, gerenciamento e compartilhamento. Segundo o documento, a crise global de água é de governança, muito mais do que de disponibilidade do recurso, e um padrão de consumo mundial sustentável ainda está distante.

De acordo com a organização, nas últimas décadas o consumo de água cresceu duas vezes mais do que a população e a estimativa é que a demanda cresça ainda 55% até 2050. Mantendo os atuais padrões de consumo, em 2030 o mundo enfrentará um déficit no abastecimento de água de 40%. Os dados estão no relatório Mundial das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento de Recursos Hídricos 2015 – Água para um Mundo Sustentável.

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O relatório atribui a vários fatores a possível falta de água, entre eles a intensa urbanização, as práticas agrícolas inadequadas e a poluição, que prejudica a oferta de água limpa no mundo. A organização estima que 20% dos aquíferos estejam explorados acima de sua capacidade. Os aquíferos, que concentram água no subterrâneo e abastecem nascentes e rios, são responsáveis atualmente por fornecer água potável à metade da população mundial e é de onde provêm 43% da água usada na irrigação.

Os desafios futuros serão muitos. O crescimento da população está estimado em 80 milhões de pessoas por ano, com estimativa de chegar a 9,1 bilhões em 2050, sendo 6,3 bilhões em áreas urbanas. A agricultura deverá produzir 60% a mais no mundo e 100% a mais nos países em desenvolvimento até 2050. A demanda por água na indústria manufatureira deverá quadruplicar no período de 2000 a 2050.

Segundo a oficial de Ciências Naturais da Unesco na Itália, Angela Ortigara, integrante do Programa Mundial de Avaliação da Água (cuja sigla em inglês é WWAP) e que participou da elaboração do relatório, a intenção do documento é alertar os governos para que incentivem o consumo sustentável e evitem uma grave crise de abastecimento no futuro. “Uma das questões que os países já estão se esforçando para melhorar é a governança da água. É importante melhorar a transparência nas decisões e também tomar medidas de maneira integrada com os diferentes setores que utilizam a água. A população deve sentir que faz parte da solução”, diz.

Cada país enfrenta uma situação específica. De maneira geral, a Unesco recomenda mudanças na administração pública, no investimento em infraestrutura e em educação. “Grande parte dos problemas que os países enfrentam, além de passar por governança e infraestrutura, passa por padrões de consumo, que só a longo prazo conseguiremos mudar, e a educação é a ferramenta para isso”, diz o coordenador de Ciências Naturais da Unesco no Brasil, Ary Mergulhão.

No Brasil, a preocupação com a falta de água ganhou destaque com a crise hídrica no Sudeste. Antes disso, o país já enfrentava problemas de abastecimento, por exemplo no Nordeste. Mergulhão diz que o Brasil tem reserva de água importante, mas deve investir em um diagnóstico para saber como está em termos de política de consumo, atenção à população e planejamento. “É um trabalho contínuo. Não quer dizer que o país que tem mais ou menos recursos pode relaxar. Todos têm que se preocupar com a situação”.

O relatório será mundialmente lançado hoje (20) em Nova Délhi, na Índia, antes do Dia Mundial da Água (22). O documento foi escrito pelo WWAP e produzido em colaboração com as 31 agências do sistema das Nações Unidas e 37 parceiros internacionais da ONU-Água. A intenção é que a questão hídrica seja um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que vêm sendo discutidos desde 2013, seguindo orientação da Conferência Rio+20 e que deverão nortear as atividades de cooperação internacional nos próximos 15 anos.

Agência Brasil

Governo vai mudar regras de acesso ao seguro-desemprego

mercadanteO ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, apresentou nesta segunda-feira, 29, uma série de mudanças que o governo pretende fazer nos programas sociais abastecidos com recursos federais para, segundo ele, “corrigir distorções”.

O governo vai alterar as regras para concessão de abono salarial, seguro-desemprego, seguro-desemprego do pescador artesanal, pensão por morte e auxílio-doença.

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As medidas devem gerar uma economia de R$ 18 bilhões nas despesas da União anualmente a partir de 2015.

De acordo com o ministro, as novas regras passam a valer apenas para futuros dependentes do sistema previdenciário público.

“As alterações não se aplicam a quem já recebe. A lei não retroage. É daqui para frente”, disse.

As propostas foram apresentadas por Mercadante ao lado da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, o futuro titular da pasta, Nelson Barbosa, e o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias.

Segundo Barbosa, as medidas terão impacto crescente de economia nos gastos públicos ao longo dos próximos anos.

O futuro ministro do Planejamento justificou as medidas como forma de garantir a segurança jurídica das alterações, o que exige “anterioridade, carência e proporcionalidade” com base no ano fiscal anterior ao de entrada em vigor das medidas.

“Essas medidas foram adotadas porque foram propostas pela equipe atual (do ministro da Fazenda, Guido Mantega)”, disse Barbosa.

“O impacto global dessas medidas dependem da evolução delas, de como a sociedade vai se adaptar, mas a expectativa é de gerar uma economia de R$ 18 bilhões por ano. Isso representa cerca de 0,3% do PIB estimado para o próximo ano”, afirmou.

Exame

Lei vai mudar regra para guarda dos filhos em casos de divórcio; entenda

familiaSe divorciar não é exatamente a coisa mais fácil, e quando se tem filhos o processo tende a ser ainda pior. Isso porque, além da divisão dos bens, os pais também precisam enfrentar uma série de audiências para definir quem irá ficar com a guarda dos filhos.

Mas essa realidade está prestes a ser mudada no quesito guarda dos filhos. Com o projeto de lei 117/2013 aprovado ontem (26) pelo Senado Federal, saindo a separação judicial, automaticamente, pai e mãe recebem a guarda compartilhada. Isso porque, o projeto determina que a custódia dos filhos de pais divorciados ainda que haja desacordo entre os ex-cônjuges, deverá ser compartilhada.

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De acordo com o advogado especialista em Direito Civil, Leopoldo Torres, o projeto que segue agora para sanção presidencial para virar lei, altera quatro artigos do Código Civil (os 1.583, 1.584, 1.585 e 1.634). E prevê que o tempo de convivência com os filhos deve ser dividido de forma “equilibrada” entre mãe e pai.

“A lei atual induz o magistrado decidir somente pela guarda compartilhada, quando os pais mantém um bom relacionamento na separação, e a guarda unilateral como melhor solução nos casos de litigio. O que se observa é que a mudança vai retirar o conservadorismo no que se refere em que na maioria dos casos a guarda fica com a mãe”, disse o advogado.

A psicóloga, doutora em psicologia jurídica, Rildésia Gouveia, afirma que a mudança deve ser positiva para os filhos, pois eles passarão a desfrutar da convivência permanente com seus pais. “A separação dos pais para os filhos trás dores, deixa feridas, e evitar o contato com o outro mesmo que indireto, pode mexer no emocional de cada um”.

A doutora Rildésia lembra ainda, que a mudança também deve contribuir para evitar a alienação parental, que por sua vez, não decorre do ato de se separar. “A alienação pode ser, paradoxalmente, acentuada quando se convive apenas com um lado, mas talvez mais do que as crianças, os pais em alguns casos necessitam de atenção e apoio, pois não são as crianças que têm problemas, mas seus pais, elas são tão somente vítimas incontestável desse quadro de desarmonia familiar”, ressaltou.

Conforme informa o advogado, com a guarda compartilhada, os pais serão responsáveis por decidir tudo sobre o filho em conjunto, forma de criação e educação da criança; autorização de viagens ao exterior e mudança de residência para outra cidade.

E algumas medidas serão tomadas em estabelecimentos, como por exemplo, a escola que negar informação sobre o filho ao pai, por ter uma observação de que a responsável pela criança é a mãe, deverá receber uma multa. Isso, evitar uma situação de constrangimento para os pais.

Após essa nova lei ser sancionada, a prioridade será toda da criança, a guarda unilateral será concedida apenas quando um dos pais abrir mão do direito ou caso o juiz verifique que o filho não deva permanecer sob a tutela de um dos responsáveis. E para aqueles pais que tiverem interesse em mudar o tipo de guarda, deverão entrar com um pedido de revisão de guarda com base nessa futura lei.

 

Graça Macena

Dilma diz que investigações da Lava Jato podem mudar país para sempre

dilmaEm sua primeira manifestação pública sobre a nova etapa da Operação Lava Jato – que resultou, até agora, na prisão de 23 pessoas, entre as quais presidentes de empreiteitas e o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque –, a presidente Dilma Rousseff afirmou que as investigações do escândalo de corrupção podem “mudar o Brasil para sempre”. A chefe do Executivo comentou a sétima fase da operação policial em coletiva de imprensa concedida, em Brisbane, na Austrália, pouco antes do encerramento do encontro de cúpula do G20.

“Eu acho que isso [investigações da Lava Jato] pode mudar, de fato, o Brasil para sempre. Em que sentido? No sentido de que vai se acabar com a impunidade. Nem todos, aliás, a maioria absoluta dos membros da Petrobras, os funcionários, não é corrupta. Agora, têm pessoas que praticaram atos de corrupção dentro da Petrobras”, disse a presidente da República.

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Durante a entrevista em Brisbane, Dilma ressaltou que, na visão dela, é necessário tomar cuidado para não “condenar” a Petrobras pelos atos de corrupção cometidos por alguns funcionários. A petista destacou ainda que o fato de a Lava Jato ter colocado atrás das grades corruptos e corruptores é uma questão “simbólica” para o país.

“Não se pode pegar a Petrobras e condenar a empresa. O que nós temos de condenar são pessoas. Pessoas dos dois lados: os corruptos e os corruptores. Eu acredito que a questão da Petrobras é simbólica para o Brasil. É a primeira investigação efetiva sobre corrupção no Brasil que envolve segmentos privados e públicos”, ponderou Dilma.

A presidente reeleita também disse que os contratos firmados entre a Petrobras e as empresas investigadas na Operação Lava Jato estão sendo revistos. Ela, no entanto, advertiu que não haverá revisão dos contratos envolvendo outras empresas públicas.

“Nem toda a Petrobras, nem todas as empreiteiras. Eu não acho que também dá para demonizar as empreiteiras desse país. São grandes empresas e se A,B, C ou D, praticaram mal-feitos, atos de corrupção ou de corromper, eu acho que eles pagarão por isso”, disse.

Ainda segundo a presidente, os possíveis desdobramentos políticos da Operação Lava Jato não influenciam em nada o apoio do Congresso ao governo. Na coletiva de imprensa que deu na Austrália, Dilma não entrou em detalhes sobre a reforma ministerial, disse apenas que todos os ministros entregaram uma carta de demissão para facilitar a troca dos titulares das pastas.

Depoimentos da Lava Jato
A Polícia Federal concluiu neste sábado (15) a primeira etapa dos depoimentos de presos na sétima fase da Operação Lava Jato. A lista com os nomes de quem depôs não foi divulgada. A previsão é que os depoimentos sejam colhidos até a próxima terça-feira (18). Segundo o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil do Paraná (OAB-PR), Juliano Breda, os advogados receberam da PF um cronograma com a ordem dos depoimentos.

Na noite deste sábado, três executivos da empreiteira Camargo Corrêa chegaram à Superintendência da PF em Curitiba e se juntaram a outras 20 pessoas que já tinham sido presos na sexta.

G1

Kirchner quer mudar capital de Buenos Aires para cidade pacata e histórica

cristina-kirchnerCom apenas 230 mil habitantes, a pacata Santiago del Estero, no norte da Argentina, aparece pouco no noticiário do país. Mas, nas últimas semanas, Santiago del Estero virou o assunto principal na imprensa argentina.

A presidente Cristina Kirchner lançou a ideia de transferir a capital do país para a cidade, onde, devido à cultura local e às altas temperaturas normalmente registradas no verão, ainda se cultiva a tradicional “siesta” – o cochilo após o almoço herdado dos colonizadores espanhóis.

A principal justificativa para a mudança, segundo Kirchner, é a localização geográfica de Santiago del Estero.

“Com visão estratégica, deveríamos pensar em um desenho territorial diferente porque o mundo mudou”, afirmou a presidente argentina durante visita à cidade no final de agosto.

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Segundo Kirchner, a transferência de Buenos Aires para Santiago del Estero aproximaria a Argentina de novos mercados de exportação, como a região asiática.

“Como dirigentes devemos nos adiantar [aos fatos]. Hoje, nosso comércio está cada vez mais orientado ao Oriente. Do mundo desenvolvido, só chegam crises e problemas. Enquanto do outro lado [países asiáticos] cada vez compram mais nossos produtos”, afirmou.

‘Saída para o Pacífico’
Conhecida como “mãe das cidades”, por ser a mais antiga do país, Santiago del Estero – ou apenas Santiago, como é chamada pelos argentinos – foi fundada em 1563 e se localiza a cerca de 1,2 mil km de Buenos Aires.

Historiadores lembram que a cidade de Santiago del Estero foi disputada pelos incas, pelos espanhóis e pelo Chile, nos séculos 15 e 16.

Também está a 400 km da fronteira com o Chile, país banhado pelo Oceano Pacífico e que, como o Peru, é visto como “porta de entrada” para a Ásia.

Já Buenos Aires se localiza às margens do Rio da Prata, próxima do Uruguai e do Brasil.

“Também temos de pensar como região, como Mercosul, Unasul, América do Sul”, completou Cristina.

Críticas
A proposta de Kirchner gerou polêmica e dividiu a opinião pública argentina. “Deve ser uma brincadeira”, disse o senador opositor e cineasta Fernando Pino Solanas. “Se o governo quer uma saída para o Pacífico, que realize uma política externa adequada”, afirmou a senadora Laura Alonso, também da oposição.

No entanto, nem mesmo Kirchner demonstra confiança na viabilidade de sua proposta.

Na terça-feira, em pronunciamento na TV, a presidente exaltou a capital Buenos Aires e anunciou que a cidade abrigará o prédio “mais alto da América Latina”, ainda a ser construído.

Santiago del Estero é a cidade mais importante da província de mesmo nome, governada por Claudia Ledesma Abdala, e considerada uma das mais pobres do país. As indústrias são raras e as principais fontes de receita da região são a agricultura, o comércio, o funcionalismo público e o turismo.

Abdala – os sobrenomes de origem árabe são comuns na região – sucedeu seu marido, o senador kirchnerista Gerardo Zamora, como governadora de Santiago del Estero após a Justiça ter impedido a candidatura dele.

Atualmente, Zamora é presidente do Senado argentino e terceiro na linha sucessória à Presidência, após Kirchner e o vice-presidente, Amado Boudou.

G1

 

Couto critica partidos e lideranças que rejeitam plebiscito para mudar sistema político

luiz coutoO deputado federal Luiz Couto (PT-PB) afirmou nessa quarta-feira (9) que é totalmente favorável à realização de uma constituinte exclusiva que reforme o sistema político brasileiro.

Couto criticou a maioria dos partidos e das lideranças políticas por serem contra o plebiscito, “que daria às pessoas a oportunidade de expressar a opinião sobre o tema através do voto”.

“Eles têm medo do povo, mas é o povo que nos escolhe. Parece que estão naquele tempo em que João Batista Figueiredo disse que preferia o cheiro dos seus cavalos ao cheiro do povo”.

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O parlamentar disse que o plebiscito popular, que está sendo preparado desde agosto de 2013 por mais de 250 organizações, movimentos sociais, centrais sindicais e partidos políticos, vai ajudar a população a despertar para esse assunto.

Luiz Couto informou que atualmente já foram criados mais de 600 comitês populares em todo o Brasil, e destacou que a votação, prevista para ocorrer na semana da pátria – entre um e sete de setembro – trará apenas uma pergunta: “Você é a favor de uma constituinte exclusiva e soberana sobre o sistema político?”

Assessoria

Derrota do Brasil no Mundial faz governo mudar estratégia para evitar prejuízos

copaA humilhante derrota do Brasil na Copa do Mundo, fora de qualquer prognóstico, acendeu, no Palácio do Planalto, o alerta sobre o efeito político do 7 a 1 na campanha da presidente Dilma Rousseff à reeleição. Se até o momento Dilma estava explorando politicamente as vitórias da seleção brasileira, a estratégia agora é tentar colar sua imagem apenas à organização do evento, considerada um sucesso pelo governo.

Logo após a derrota, a presidente tentou se colocar como uma torcedora comum, afirmando por meio de sua conta no Twitter que estava “muito, muito triste” com a derrota da seleção brasileira, e tentou passar uma mensagem de motivação para a população.

 

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“Sinto imensamente por todos nós, torcedores, e pelos nossos jogadores. Mas, não vamos nos deixar alquebrar. Brasil, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”, escreveu a presidente.

O perfil institucional do Palácio do Planalto no Facebook adotou imediatamente a linha de defender a organização do evento: “Valeu Brasil! Vamos continuar mostrando ao mundo que, mesmo sem nossa seleção na final, batemos um bolão fora de campo”.

O perfil da presidente Dilma no Facebook, que é administrado pelo PT, foi ainda mais explícito: “Perdemos a taça, mas a #copadascopas é nossa”, afirmou, repetindo o bordão adotado pelo governo para referir ao Mundial.

PREOCUPAÇÃO COM O PESSIMISMO

A presidente não foi poupada nas redes sociais. Assim que tuitou lamentando a derrota do Brasil, os internautas partiram para cima, respondendo desaforos, na maioria. Alguns, mais leves, como: “Auto-ajuda não, presidente!”, “Foco nas vagas de medicina que a senhora prometeu”, “Vamo (sic) construir hospital agora que perdemos?” e até brincadeiras, como “Faz outra Copa aí pro Brasil vencer”, e “Cancela a Copa”. Mas os palavrões dominaram a timeline.

O discurso no entorno da presidente é que ela foi uma das maiores torcedoras e incentivadoras da seleção, mas que não estava em campo:

—A Copa deu certo e ela foi a maior torcedora (da seleção) — disse um auxiliar da presidente.

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, garantiu que a presidente irá à final entregar a taça ao capitão do time campeão da Copa:

— O jogo foi um desastre, como nunca tinha acontecido. Ninguém pode dizer que o governo ou Dilma tenha responsabilidade sobre isso — disse Bernardo.

A presidente Dilma assistiu ao jogo no Palácio da Alvorada e, como os seus principais adversários na disputa pelo Planalto, não divulgou nenhuma foto durante a partida — ao contrário do que faziam nos jogos anteriores. O candidato do PSB a presidente, Eduardo Campos, como em todos os jogos, assistiu em casa, com a família. O único que foi ao estádio do Mineirão foi o candidato do PSDB, Aécio Neves. Ele foi discretamente, sem anúncio, segundo a assessoria, como um torcedor comum. O presidenciável tucano considerou a derrota sofrida, mas afirmou que o brilho do futebol brasileiro continua.

“Uma derrota sofrida, difícil de entender, mas que não apaga o brilho do futebol brasileiro e muito menos do nosso povo. Apesar do resultado, envio o meu abraço aos nossos jogadores, à comissão técnica e a todos que lutaram para colocar o Brasil no lugar mais alto do pódio”, disse no Facebook.

O primeiro a lamentar a derrota, nas redes sociais, foi Eduardo Campos. E mandou um recado, para a próxima Copa. “O povo brasileiro fez uma festa linda durante toda Copa, mas o sonho do hexa foi, por ora, adiado. Tenho certeza de que voltaremos mais fortes em 2018”, afirmou, pelo Facebook.

Integrantes do governo afirmaram após a derrota da Seleção que uma coisa é futebol e, outra, é política. Mas reconheciam que o resultado do campo deve ser usado para atacar a presidente Dilma durante a campanha eleitoral. Um ministro afirmou que o governo e a campanha petista devem se preparar para a enxurrada de críticas e cobranças, ao menos, até a final da Copa do Mundo. O ministro do Turismo, Vinicius Lages, defendeu a realização da Copa no Brasil, dizendo que foi a mais intensa realizada até hoje:

— O sucesso da Copa até aqui não dependia da Seleção. Fomos gigantes na hospitalidade, no carinho com os turistas, marcamos pele e corações. A derrota em campo, por mais absoluta, não deve afetar nossa capacidade de reconhecermos o que somos hoje, um dos melhores países do mundo — disse o ministro do Turismo.

O ministro da Secretaria da Aviação Civil, Moreira Franco, disse que a função do governo era de garantir condições para realização da Copa no Brasil:

— Futebol é esporte. Eleição é política.

O candidato do PT ao governo de São Paulo, o ex-ministro Alexandre Padilha, verbalizou no Twitter a defesa que deverá ser repisada pelo comando também da campanha da presidente Dilma. “Brasil e os brasileiros estão de parabéns. Garantimos a estrutura, a hospitalidade, saímos um país mais forte p/ nossos desafios. Faltou futebol”, escreveu Padilha.

Há mais de uma semana havia dúvidas no PT quanto à estratégia de Dilma de avocar para si a defesa da realização do evento no Brasil — com a repetição como um mantra de que os “pessimistas” foram derrotados — e de tentar capitalizar o desempenho da seleção.

O discurso de que “Dilma não estava em campo” já vinha sendo preparado como antídoto bem antes da derrota acachapante do time brasileiro. O coordenador da campanha à reeleição e presidente do PT, Rui Falcão, já tinha dado a deixa depois do zero a zero com o México.

— A única coisa que não depende do governo federal é o Brasil ganhar a Copa. Nós queremos que ganhe, mas aí a Dilma não está em campo. Se ganhar melhor, tem tudo para ganhar.

Às vésperas do início do Mundial, o governo e o comando da campanha estavam tensos com a perspectiva de haver novamente grandes manifestações, nos moldes das que ocuparam as ruas em junho do ano passado. Também temiam alguma falha grave nos novos estádios. Desse ponto de vista, ficaram todos aliviados.

A atuação da presidente na Copa foi dividida em dois momentos. Primeiro, ela estava preocupada com o mau humor da população em relação aos gastos públicos para sediar o evento e pretendia acompanhar de longe os jogos. Mas depois que o Palácio do Planalto captou que as agressões sofridas na abertura da Copa repercutiram mal e poderiam ser revertidas a favor de Dilma, a presidente passou a tentar capitalizar politicamente a atuação da seleção brasileira.

O Globo

 

Pesquisadores desenvolvem fonte de energia limpa inesgotável que pode mudar o rumo da humanidade

fusao-nuclearUm grupo de pesquisadores do laboratório americano Livermore National conseguiu desenvolver um reator de fusão nuclear que poderia mudar a história do consumo energético do mundo. Por quê? Porque produz muito mais energia do que consome e, portanto, poderia vir a ser uma fonte inesgotável de energia limpa, similar à energia utilizada pelas estrelas.

Segundo o artigo, publicado pela revista Nature, o grande problema dos reatores de fusão nuclear até o momento é, justamente, o fato de necessitarem de mais energia do que são capazes de produzir. Agora, parece que este balanço pode se tornar positivo.

Depois de diversas experiências com o reator NIF (National Ignition Facility), a equipe liderada por Omar Hurricane alcançou o feito histórico. “O mais empolgante, no momento, é que estamos registrando um aumento constante na produção energética, resultante do processo de ignição”, explicou Hurricane.

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A chave para o sucesso foi o ataque contra as partículas Alfa que, ao invés de escapar, depositam sua energia no combustível. O novo processo contribui para o aquecimento que, por sua vez, aumenta o número de reações de fusão nuclear, produzindo assim mais partículas Alfa. Trata-se de um processo de renovação interminável.

Nossa ideia de consumo energético e combustível pode estar à beira de uma imensa transformação.

History

Está na hora de mudar a nossa visão sobre adultério e casamento?

adulterioNa sociedade de hoje, o casamento acontece quando duas pessoas apaixonam-se e decidem passar o resto da vida juntos em um relacionamento monogâmico. Mas sabia que nem sempre foi assim? Na verdade, a versão moderna do casamento surgiu há apenas duzentos e poucos anos atrás. No passado, o casamento raramente estava relacionado ao amor (a maioria dos casamentos era arranjada de acordo com a renda e status social das famílias), e a maioria das sociedades permitiam e até esperavam casamentos plurais, seja com várias esposas ou vários maridos.

Sem dúvida, o conceito de casamento tem mudado bastante com o passar do tempo. Com a taxa de divórcio atual atingindo de 40% a 50% das relações, juntamente com a presença do adultério em muitos casamentos, talvez a hora tenha chegado para o conceito do casamento continuar a evoluir. De acordo com a Associated Press, a publicação sobre terapia de casais e família Journal of Marital and Family Therapy afirma que 41% dos cônjuges admitem a infidelidade, seja ela física ou emocional. Isso me leva a perguntar, “Será que realmente fomos feitos para nos envolvermos com apenas uma pessoa durante toda a nossa vida? E se não, temos que casar cinco vezes? Existem formas alternativas de perceber e participar de um casamento que garantirão o seu sucesso?”.

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Talvez o adultério seja inevitável

Centenas de anos atrás, a expectativa de vida era apenas uma fração do que ela é hoje. Quando duas pessoas se casavam com vinte e poucos anos, era bem possível que uma das duas estaria morta dentro de 10 a 15 anos – muitas vezes, bem antes disso. Mas nos dias de hoje, esse mesmo jovem casal pode acabar vivendo junto por 60 anos ou mais! Será que estamos sendo realistas ao pensar que duas pessoas podem manter a compatibilidade emocional, mental, física e sexual por tanto tempo? Eu já soube de vários casamentos que duraram tanto tempo, alguns até bem felizes, que é maravilhoso. No entanto, esses casos são bem raros.

Não me leve a mal… Eu não estou aprovando o adultério como nós o conhecemos nos dias de hoje, pois não falo apenas de sexo. Mas já que ele é um grande tabu, quando consideramos o contexto histórico do casamento, será que ficarmos chocados com o adultério não é um tanto exagerado?

Claro, ninguém pode negar que, quando você mente e faz algo sem que a outra pessoa saiba, você está fazendo algo errado. Você está quebrando um acordo, e isso é falta de integridade. Você está traindo a confiança da outra pessoa, o que é doloroso para qualquer um. Mas no decorrer de um relacionamento de longo prazo, considerando as realidades práticas da necessidade humana de vivenciar a vida por si só ou através de experiências em outros relacionamentos platônicos ou românticos, quem sabe possa surgir um novo tipo de diálogo com o seu cônjuge ou parceiro, onde os dois comunicam as suas necessidades e estabelecem parâmetros razoáveis e práticos do que é e do que não é permitido no seu casamento, para que os comportamentos negativos e ocultos associados com o adultério não aconteçam.

Uma visão evolutiva do casamento

Como o casamento evoluiu tanto com o passar do tempo e diferentes culturas podem ter visões distintas dele ainda hoje, talvez esteja na hora dessa antiga instituição evoluir mais uma vez. Talvez a medida de um casamento de sucesso não deva ser a monogamia ao longo de décadas. Ao invés disso, deveria ser uma comunicação entre parceiros que estabeleça como o casamento deles especificamente deva ser, o que será aceitável ou não.

Por exemplo, a maioria dos casais que acabam fazendo terapia comigo dizem que se acomodaram. Um deles, ou os dois, já desistiram do relacionamento, mas não querem o divórcio pelo bem dos filhos. Ou o casal ainda se ama, cada uma das partes entende o outro como alguém que lhe apoia e como um amigo próximo, mas não sente mais a atração sexual de antes. Ou um dos dois sente a necessidade de ter um tempo a sós para trabalhar questões próprias, longe das responsabilidades que um relacionamento exige. Em qualquer um desses casos, todos estão frustrados pelas limitações que lhe foram impostas pelas expectativas tradicionais do casamento.

Sempre peço aos meus clientes que criem uma visão, um plano de como querem que o casamento deles seja e quais condições os dois aceitam. Isso permitirá que o relacionamento cresça dentro dos limites que eles, como um casal singular, estabeleceram para o casamento. Um dos casais com que trabalho passou um ano separado. Outro casal decidiu que os dois viveriam separados, mas continuaram sendo grandes amigos, pois gostavam muito da amizade que tinham, mesmo tendo a paixão acabado. E advinha o que aconteceu com esses dois casais depois de um tempo? Eles reataram, pois se permitiram ter aquele espaço para respirar e sentiram que o simples fato de ter a liberdade de fazer o que queriam naquele momento acabou direcionando a energia deles para o parceiro(a) original. Às vezes, como diz o ditado, “longe dos olhos, perto do coração”. Talvez o período de “abstinência” tenha os aproximado novamente.

Cultivar esse tipo de transparência ao avaliar o relacionamento é um dos segredos para a felicidade e diminui a vergonha de esconder os seus desejos e necessidades do seu parceiro(a). Se o casamento é uma união sagrada, então devemos ao nosso parceiro(a) essa sinceridade, por mais complicadas que sejam as expectativas individuais do outro.

No meu trabalho como coach de vivência e professora espiritual em Hollywood, trabalho com muitos clientes que estão se divorciando e que consideram o adultério como a principal causa. E quando eu pergunto por que o adultério aconteceu, a pessoa que traiu geralmente explica que sentia uma desconexão emocional com o(a) parceiro(a) e se sentia presa – não havia mais comunicação entre eles. Imagine quantos divórcios e corações partidos poderiam ser evitados se a nossa cultura aceitasse esse tipo de comunicação aberta – o tipo de aceitação que permite que o casamento evolua para algo com o qual os dois concordem, ainda que não seja o que a sociedade tradicionalmente espera do casamento?

Se vamos ampliar ou evoluir na definição do casamento a fim de incorporar realidades modernas, a comunicação é o primeiro passo. Para isso acontecer, recomendo a todos que conversem com o cônjuge ou parceiro hoje, e juntos criem uma definição de como será o casamento. Sim, realmente é simples assim… E é a maneira mais eficiente de garantir um relacionamento feliz e saudável.

Brasil Post