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Mais da metade dos trabalhadores da Paraíba são informais, diz MTE

carteira de trabalhoMais da metade dos trabalhadores da Paraíba estão na informalidade. Conforme estudo divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), com base dados do Censo do IBGE, a taxa de informalidade paraibana chega a 50,4%. O percentual faz da Paraíba o quarto estado do país com maior número de trabalhadores informais, atrás apenas do Maranhão, Piauí e Pará.

O superintendente regional do Trabalho e Emprego na Paraíba, Rodolfo Ramalho Catão, afirmou que São Bento é o município paraibano com maior incidência de trabalhadores informais nas empresas. A situação no local, de acordo com ele, é considerada crítica. Este problema chega, em média, a 80% do total de empreendimentos existentes na cidade.

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“A situação em São Bento é crítica, acredito que a informalidade chega a 80%. O pior é que os trabalhadores são coniventes com esta situação. Eles preferem não ter carteira assinada para não ter os descontos previstos em lei”, frisou Catão. Os setores que mais contratam empregados informais no Estado são comércio e construção civil, de acordo com o MTE. O segmento de empregada doméstica também se destaca neste tipo de infração.

Para combater a sonegação dos valores do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e contratação sem carteira assinada, o MTE lançou uma campanha nacional. Devido a essa força-tarefa, a Paraíba vai receber reforços de auditores fiscais. O superintendente regional do trabalho, Rodolfo Catão, contou que atualmente existem na Paraíba 51 auditores fiscais e desse total apenas 15 são responsáveis por fiscalizar a parte documental das empresas em todo o Estado.

“Com o número pequeno de auditores fiscais na Paraíba, o ministério irá enviar reforço de pessoal e novas ferramentas de fiscalização, porque não podemos parar as atividades que estão em andamento, como é o caso dos trabalhadores da construção civil. Eles correm risco de vida. Para abranger uma ação maior, precisamos de reforço”, afirmou Catão.

 

G1

MTE resgatou 1.590 pessoas da condição de trabalho escravo em 2014

trabalho-escravoO Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) informou nesta quarta-feira (28/01) que 1.590 trabalhadores foram resgatados da situação análoga à escravidão em 2014. Esses números refletem resultados obtidos por meio de 248 ações fiscais realizadas durante o ano passado. “Os dados, ainda que em fase de consolidação, indicam atuação do Grupo Especial de Fiscalização Móvel de Combate ao Trabalho Análogo ao de Escravo (GEFM)”, afirmou em nota Alexandre Lyra, chefe da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo (Detrae).

A maior parte das fiscalizações foi feita na área de pecuária, mas o maior número de trabalhadores resgatados foi registrado na construção civil, com 437 pessoas. Agricultura teve 344 resgatados e pecuária, 228.

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Minas Gerais foi o estado onde houve a maior quantidade de trabalhadores resgatados, 354. Em segundo lugar ficou São Paulo, com 139 pessoas, seguido por Goiás, com 141 liberados.

As ações com maior quantidade de trabalhadores identificados em condição análoga à escravidão aconteceram em Macaé (RJ), na construção civil; Sooretama (ES), em colheita de café ; Picos (PI), na coleta da palha da carnaúba (61); Tarauacá (AC), em criação de bovinos para corte; Mineiros (GO), na preparação e fiação de fibras de algodão (52); e em Parnaíba (PI), na coleta de palha da carnaúba (52).

Globo.com

Santa Rita está entre as cidades que mais demitiram no Brasil, diz MTE

imagem da Internet
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Enquanto João Pessoa apareceu no ranking do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, entre as 20 cidades do país que mais contrataram profissionais formais. O município de Santa Rita, região metropolitana da Capital, apresentou o pior índice da Paraíba, estando entre as cinco cidades brasileiras que mais demitiram.

Conforme os dados, em todo o país, as contratações formais superaram as demissões em 588.671. Em junho, foram 25.363 postos de trabalho criados – no pior resultado para o mês em 16 anos.

 

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50 CIDADES QUE MAIS CONTRATARAM NO 1º SEMESTRE:

São Paulo:  48.392
Brasília (DF): 13.756
Curitiba (PR): 13.266
Goiânia (GO): 12.632
Porto Alegre (RS): 8.841
Rio de Janeiro (RJ): 8.485
Altamira (PA): 7.150
Santa Cruz do Sul (RS): 7.141
Franca (SP): 6.740
Joinville (SC): 6.468
Belo Horizonte (MG): 6.118
Lauro de Freitas (BA): 5.896
Blumenau (SC): 5.758
Duque de Caxias (RJ): 5.044
Campos dos Goytacazes (RJ): 4.748
Teresina (PI): 4.728
João Pessoa (PB): 4.724
Aracaju (SE): 4.698
Bebedouro (SP): 4.617
Rio Grande (RS): 4.379
Petrolina (PE): 4.302
Venâncio Aires (RS): 4.243
Guarulhos (SP): 4.057
Natal (RN): 4.045
Olinda (PE): 4.020
Itajaí (SC): 4.002
São José do Rio Preto (SP): 3.973
Maringá (PR): 3.901
Canaã dos Carajás (PA): 3.778
Nova Serrana (MG): 3.734
Cascavel (PR): 3.676
Uberlândia (MG): 3.658
Ribeirão Preto (SP): 3.609
São José (SC): 3.295
Pontal (SP): 2.951
Londrina (PR): 2.890
Juazeiro (BA): 2.881
Caxias do Sul (RS): 2.872
Botucatu (SP): 2.848
Itaguaí (RJ):  2.812
Sorocaba (SP): 2.784
Fortaleza (CE): 2.673
Mogi das Cruzes (SP): 2.537
Florianópolis (SC): 2.508
Niterói (RJ): 2.505
Campo Grande (MS): 2.441
Cristalina (GO): 2.378
Goianésia (GO): 2.363
Brusque (SC): 2.353
Serra (ES): 2.345

50 CIDADES QUE MAIS DEMITIRAM NO 1º SEMESTRE:

 

Ipojuca (PE): -11.537
Coruripe (AL): -7.062
Manaus (AM): -6.261
Santa Rita (PB): -4.237
Contagem (MG): -4.177
Rio Largo (AL): -3.680
São Bernardo do Campo (SP): -3.509
Baia Formosa (RN): -3.160
Três Lagoas (MS): -3.044
Rio Formoso (PE): -3.034
Cabo de Santo Agostinho (PE): -3.022
Salvador (BA): -3.007
Atalaia (AL): -2.860
Sirinhaém (PE): -2.451
Imperatriz (MA): -2.396
Igreja Nova (AL): -2.201
São Miguel dos Campos (AL): -2.180
São José da Laje (AL): -2.121
Diadema (SP): -2.073
Barra de Guabiraba (PE): -2.066
Escada (PE): -2.056
São Luis do Quitunde (AL): -1.915
Urucânia (MG): -1.905
Vicência (PE): -1.849
Boca da Mata (AL): -1.808
Pelotas (RS): -1.797
Lagoa do Itaenga (PE): -1.757
Igarassu (PE): -1.741
Goiana (PE): -1.731
Campo Alegre (AL): -1.728
São Jose dos Pinhais (PR): -1.696
Porto Real (RJ): -1.661
Camutanga (PE): -1.657
Ipubi (PE): -1.618
Teotônio Vilela (AL): -1.594
Tamandaré (PE): -1.555
Porto Velho (RO): -1.552
Capela (SE): -1.542
Mariana (MG): -1.520
Cruz Alta (RS): -1.451
Rio Tinto (PB): -1.421
Anchieta (ES): -1.413
Brumado (BA): -1.404
Sobral (CE): -1.375
São Luis (MA): -1.368
Acailândia (MA): -1.365
Jequiá da Praia (AL): -1.362
Colônia Leopoldina (AL): -1.300
Taubaté (SP): -1.271
Maceió (AL): -1.270

 

 

Click com G1

Número de resgatados do trabalho escravo aumenta 14% entre 2011 e 2012, diz MTE

trt18.jus.br
trt18.jus.br

O número de trabalhadores libertados de situação análoga à escravidão aumentou 14,37% em 2012, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgados nessa segunda (13). Ao todo foram realizadas 255 operações de fiscalização pelo órgão no ano passado, no meio urbano e rural, que resgataram 2.849 trabalhadores, contra 2.491 em 2011.

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Segundo o ministério, o número de libertos aumentou porque as operações de fiscalização chegaram até locais que não eram inspecionados com regularidade. Além disso, o órgão destaca que houve um aprimoramento na triagem das denúncias e nos planos das ações. Segundo o ministério, as ocorrências aumentaram no meio urbano.

O estado campeão foi o Pará, com 74 operações de fiscalização e 563 libertos, seguido por Tocantins, com 24 operações e 321 libertos e pelo Paraná, com 13 ações e 256 libertos. Os ramos de atividade com o maior número de vítimas são o siderúrgico, o de açúcar e álcool e a construção civil.

No ano passado, foram pagos R$ 9,5 milhões aos resgatados em verbas rescisórias. Ao todo, 3.695 autos de infração foram lavrados, 2.336 guias de seguro-desemprego foram emitidas e 500 carteiras de trabalho foram assinadas.

As operações são realizadas pelo Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM) e pelos Grupos de Fiscalização das Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego (SRTEs). As unidades regionais realizaram 136 operações, que alcançaram mais de 8 mil trabalhadores, com 1.848 libertos. Já as equipes da fiscalização móvel realizaram 119 operações e alcançaram 22.793 trabalhadores, dos quais 824 estavam em condições análogas à escravidão e foram resgatados.

Outros 177 trabalhadores foram resgatados por esses grupos, mas não foram incluídos na relação por ainda estar em processos jurídicos para receber direitos trabalhistas, segundo a assessoria de imprensa do ministério.

Confira o número de resgatados por estado:

Estados Ações Fiscais Resgatados
Acre 1 0
Amapá 1 3
Amazonas 13 174
Pará 74 563
Rondônia 4 39
Roraima 0 0
Tocantins 24 321
Alagoas 2 141
Bahia 13 52
Ceará 0 0
Maranhão 10 67
Paraíba 1 0
Pernambuco 1 19
Piauí 9 97
Sergipe 0 0
Rio Grande do Norte 3 0
Distrito Federal 0 0
Goiás 20 201
Mato Grosso 22 83
Mato Grosso do Sul 6 49
Espirito Santo 2 26
Minas Gerais 14 217
Rio de Janeiro 3 14
São Paulo 9 239
Paraná 13 256
Rio Grande do Sul 3 59
Santa Catarina 7 52

 

Redação, da RBA