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Fumantes são mais preguiçosos e têm menos motivação, diz estudo

Foto: Getty Images
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Uma pesquisa feita pela Universidade Estadual de Londrina descobriu que fumantes são mais preguiçosos, menos ativos fisicamente e sofrem com falta de motivação. Além disso, têm mais probabilidade de terem ansiedade e depressão. As informações são do Daily Mail.

 

Os cientistas analisaram 60 fumantes e 50 não-fumantes durante 12 horas por dia, no período de seis dias. Os voluntários usaram um pedômetro no período estipulado. Os fumantes mostraram perda da função pulmonar e consequentemente mais dificuldade para exercer atividades físicas. O grupo também se declarou mais cansado e admitiu não ter motivação para mudar o estilo de vida. Pesquisas anteriores sugeriram que os fumantes dormem menos horas e que o sono é menos repousante do que o dos não-fumantes.

 

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Cientistas da Charité de Berlim Medical School, na Alemanha, levantaram que 17% dos fumantes dormem menos de seis horas por noite, enquanto 28% sofrem de perturbações no sono. Já dos entrevistados não adeptos do fumo, apenas 7% dormem menos de seis horas por noite e 19% têm sono perturbado.

 

Terra

Teste: descubra a sua maior motivação profissional

carreiras-motivacao-profissional-size-598Dinheiro, aprendizado, segurança, aprovação social e autorrealização: esses são os cinco objetivos que, em maior ou menor grau, animam a corrida pelo sucesso, segundo o consultor Eduardo Ferraz, especialista em gestão de pessoas. Compreender qual é a motivação predominante é um passo importante para qualquer profissional.

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Para ajudar nessa tarefa, o site de VEJA reproduz a seguir um teste elaborado por Ferraz que pretende revelar qual a motivação e quais as carreiras mais indicadas para cada perfil. O teste é uma adaptação do publicado no livro Seja a Pessoa Certa no Lugar Certo (Editora Gente, 183 páginas, 27,90 reais), de autoria do consultor, que chegou às livrarias na última sexta-feira.

“Ficar rico, ter estabilidade, ser famoso ou fazer caridade não estimulam a todos da mesma forma”, afirma. “A frustração no trabalho decorre principalmente do autoconhecimento limitado, que induz o profissional a falsas expectativas, decisões equivocadas e, consequentemente, resultados ruins.” Por isso, vale a pena conhecer um pouco mais a respeito das suas motivações.

 

Teste: descubra qual é sua maior motivação profissional

Atribua pontos de 0 a 5 a cada uma das sentenças a seguir. As notas devem expressar a frequência (nunca, sempre etc.) com que você pensa, sente ou age conforme a situação descrita, obedecendo ao seguinte critério:

  • 0 — nunca
  • 1 — quase nunca
  • 2 — poucas vezes
  • 3 — normalmente
  • 4 — quase sempre
  • 5 — o tempo todo

Motivação: dinheiro

  • 1- Dinheiro é minha maior motivação no trabalho
  • 2- Abro mão do lazer para ganhar mais
  • 3- Meu maior sonho é ficar rico
  • 4- Ganhar bem é mais importante do que trabalhar no que gosto
  • 5- Receber aumento de salário é mais importante do que promoção de cargo
  • 6- Pressão para atingir metas é positiva, desde que esteja atrelada a bônus em dinheiro
  • 7- Arriscaria abrir um negócio próprio se tivesse chance de ganhar mais
  • 8- Trocaria um emprego seguro por outro menos estável se ganhasse no mínimo 30% mais
  • 9- Prefiro ser remunerado por comissão a ter um salário fixo
  • 10- Deixaria meu emprego em qualquer circunstância para ganhar mais

Veja

Invencibilidade do Botafogo-PB é a motivação do clássico contra o Auto

treinadorEm jogo, pouca coisa. O Botafogo-PB já assegurou o título simbólico da primeira fase do Campeonato Paraibano com uma campanha irretocável (10 vitórias e três empates até aqui). O Auto Esporte, por sua vez, se livrou do rebaixamento, na última rodada, com a vitória de 1 a 0 sobre o Cruzeiro de Itaporanga. Ainda assim, o clássico deste domingo, às 16h, no Estádio da Graça, tem lá seus atrativos.

A invencilidade do Botafogo, aliás, é o maior deles. O time de Marcelo Vilar curte o bom momento e espera terminar a fase sem perder para ninguém. Por isso, o treinador já avisou que não pretende poupar ninguém no Botauto.

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– É um jogo importante, um clássico da cidade, e nós queremos vencer. É bom também para dar ritmo e entrar embalado na segunda fase – justificou Marcelo Vilar, que mais uma vez não conta com o lateral Zadda e o volante Fernando, entregues ao departamento médico.

Em contrapartida, dois titulares que não enfrentaram o Paraíba de Cajazeiras na última rodada estão de volta: o zagueiro André Lima e o atacante Wanderley, que cumpriram suspensão no Perpetão.

Com lugar garantido na equipe, o atacante Warley tem mais uma oportunidade de se desgarrar do trezeano Tiago Chulapa na briga pela artilharia. Ambos têm nove gols. Outro que está motivado para o duelo é o zagueiro Thuran, que decidiu permanecer na Maravilha do Contorno, mesmo com uma boa proposta do Macaé.

– Está tudo resolvido e agora é só pensar no Botafogo. Vou ficar e ajudar nessa caminhada para o título – disse.

No Auto Esporte, o técnico Jairo Santos tem problemas. O goleiro Anderson, o lateral Coca e o volante Gildo seguem no departamento médico. Eles ganharam a companhia do zagueiro Júnior, que machucou o joelho na partida contra o Cruzeiro de Itaporanga.

Últimos reforços contratados pelo clube, o goleiro Alan (ex-Tuna Luso) e o volante Tércio (ex-Palmeira de Goianinha) ainda não foram regularizados.

GloboEsporte.com

Maioria dos crimes contra jornalistas no Brasil possui motivação política, aponta Fenaj

Dos 23 casos de violência contra jornalistas em 2011, 16 estão relacionados a problemas políticos e sete têm a ver com violências policiais. O levantamento feito pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) aponta que grande parte dos casos de violência e atentados contra a liberdade de imprensa no País é motivada por reportagens com temas “políticos ou relacionados à administração pública”.

José Augusto Camargo, secretário-geral da Fenaj, aponta que o problema é reforçado por poderes autoritários em pequenas cidades do país. “Nossas instituições, na maioria das vezes, não possuem uma feição republicana. Esses poderes são autoritários e dominadores”. Camargo explica que esses atentados não causam comoção pública, o que é ruim, pois não ganham divulgação. “Veículos menores escondem essa violência, mas ela tem que ser combatida por meio de instrumentos legais”.

José Augusto Camargo
O jornalista explica que a falta de uma Lei de Imprensa agrava a situação e representa um vão jurídico.  “Não ter nenhuma lei cria um vácuo, as pessoas não têm direito de resposta, algo que tipifique o crime de imprensa em que a empresa tem parte, não tem tipificação legal”.

O levantamento da Fenaj mostra que a região Sudeste é a mais perigosa para o exercício da profissão alternando posição com as regiões Nordeste e Centro Oeste. A região Sul é a única que se mantém na posição que não apresenta casos de violência contra jornalistas.

Mortes

Décio Sá
O número de jornalistas mortos no Brasil, que varia de acordo com relatório de cada entidade, está entre quatro e sete. Entre os casos estão os jornalistas Mário Randolfo Marques Lopes, em Vassouras (RJ) e Paulo Roberto Cardoso Rodrigues, em Ponta Porã (MS), ambos mortos no mês de fevereiro. Em julho, Valério Luiz de Oliveira, da Radio Jornal, em Goiânia, foi assassinado quando saía da emissora. No mês de abril, o maranhense Décio Sá que trabalhava no Estado do Maranhão foi morto com seis tiros. Em Simões Filho (BA), a vítima foi Laércio de Souza.
O ano de 2012 também tem sido tenso para jornalistas de outros países. Pelo mundo 119 profissionais foram mortos enquanto exerciam a profissão. De acordo com o Instituto Internacional de Imprensa (IPI) o índice supera o de 2009, que teve 110 jornalistas mortos.

Agressões contra jornalistas por motivações:

portalimprensa