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Paraíba já registra 210 mortes de mulheres por câncer de mama

Em 2019, já foram registrados 210 óbitos por câncer de mama e 85 óbitos por câncer de colo do útero na Paraíba. Os dados são da Secretaria de Saúde e revelam ainda que só no ano passado, foram 260 óbitos por câncer de mama e 147 óbitos por câncer de colo do útero. Já em 2017, foram registradas 217 mortes por câncer de mama e 148 por câncer de colo do útero.

Na Paraíba, estima-se que no biênio 2018/2019 terão 880 novos casos de câncer de mama e, desses, 240 ocorrerão na capital. No que se refere ao câncer de colo do útero estima-se 370 novos casos para o Estado e 80 novos casos para a capital.

De acordo com a médica Roseane Machado, diretora do Centro Especializado de Diagnóstico do Câncer (CEDC) estão disponíveis para atender a rede SUS 18 serviços com mamógrafos, sendo 13 públicos e cinco privados, conveniados com o Sistema Único de Saúde. Os exames de mamografias são ofertados pelos municípios.

Ela ainda informou que o estado possui cerca de 304.415 mulheres na faixa etária de 50 a 69 anos, mas que abaixo dessa faixa etária as mamografias diagnósticas são para os grupos com fatores de risco elevado para câncer de mama e que os exames de rastreamento no CEDC são realizados em mulheres a partir de 40 anos de idade.

 

clickpb

 

 

Número de casos suspeitos de dengue aumenta 43,7% e sete mortes já foram confirmadas na Paraíba

O número de casos suspeitos de dengue na Paraíba aumentou em 43,7%, passando de 9.717 para 13.959. Os dados estão no Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde divulgado nesta quarta-feira (11) e se referem ao período de 30 de dezembro a 24 de agosto.

Sete mortes já foram confirmadas este ano e 11 estão em investigação. Conforme o boletim, são 145 casos de dengue com sinais de alarme e 11, grave.

Também foram divulgados os casos suspeitos de chikingunya, que este ano já somam 1.018 casos, um aumento de 20,5%. Uma pessoa morreu por conta da doença.

A incidência de zika aumentou 1,6% e este ano já são 312 os casos suspeitos. Em 2019, foram confirmados dois óbitos por zika no estado da Paraíba.

Em todo o Brasil foram registrados 1.439.471 casos de dengue. A média é 6.074 casos por dia e representa um aumento de 599,5%, na comparação com 2018. No ano passado, o período somou 205.791 notificações.

 

clickpb

 

 

Casos de sarampo no Brasil chegam a 2.753 desde junho, com 4 mortes, diz Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (4) que os casos de sarampo no país totalizam 2.753 desde junho, quando um novo surto da doença teve início. Os estados de São Paulo e Pernambuco, juntos, registraram 4 mortes.

Foram três mortes no estado de São Paulo, sendo duas crianças e um adulto, e uma criança no estado de Pernambuco.

Além disso, 98,37% dos casos (2.708) ocorreram no estado de São Paulo.

As informações foram divulgadas pelo secretário de Vigilância em Saúde da pasta, Wanderson Kleber de Oliveira, em Brasília. Segundo ele, é importante separar os dados do surto atual daquele que ocorreu no início do ano na região Norte do país, que durou até maio.

“Esses dados são colocados separadamente, pois estamos trabalhando com surtos ativos, com cadeias ativas”, explica o secretário. Um dado consolidado, unificando os dois momentos da doença no Brasil ao longo do ano, deve ser divulgado na semana que vem.

G1

 

 

Paraíba tem queda de 21,9% no número de mortes violentas no 1º semestre, revela Monitor da Violência

A Paraíba registrou uma queda de 21,96% nas mortes violentas no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2018. A queda ficou dentro da média nacional, que foi de 22%, conforme divulgou neste domingo (1º) o Monitor da Violência, índice nacional de homicídios criado pelo G1.

Em seis meses, foram registrados 476 mortes na Paraíba, contra 610 no mesmo período do ano passado. São 134 mortes a menos. O mês de fevereiro foi o que teve mais mortes violentas, com 84 casos, seguido de abril, com 83 e junho, com 81. O número consolidado até agora contabiliza todos os homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte, que, juntos, compõem os chamados crimes violentos letais e intencionais.

A tendência de queda nos homicídios foi antecipada pelo G1 no balanço dos dois primeiros meses do ano, que apresentaram redução de 24% em relação ao mesmo período do ano passado.

O levantamento faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Os dados apontam que:

  • Houve 134 mortes a menos nos primeiros seis meses de 2019
  • Fevereiro foi o mês mais violento de 2019, com 84 mortes
  • Um total de 476 pessoas foram mortas mediante uso de violência de algum tipo.
Redução de mortes violentas no primeiro semestre de 2019 no Brasil — Foto: Rodrigo Sanches/G1

Redução de mortes violentas no primeiro semestre de 2019 no Brasil — Foto: Rodrigo Sanches/G1

Causas da queda: o que dizem os especialistas

Para Bruno Paes Manso, do NEV-USP, a ação dos governadores e das autoridades estaduais de Justiça, mais focada nos presídios, ajuda a entender a permanência da tendência de queda dos homicídios no Brasil.

“Os governos capazes de impor custos aos grupos violentos – a partir da identificação dos mandantes de assassinatos ou identificação dos autores das mortes, tarefa que atualmente tem sido feita a partir de escutas em presídios – tendem a induzir a tréguas ou acordos entre rivais para a diminuição de conflitos”, diz Bruno Paes Manso.

Segundo o pesquisador, para manter a tendência de queda e evitar que os grupos criminosos se fortaleçam economicamente, vai ser preciso usar a capacidade de inteligência e articulação do Estado.

Para Samira Bueno e Renato Sérgio de Lima, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, as explicações para a queda passam por melhorias da gestão pública, integração de programas de prevenção social com as políticas de segurança, melhoria da qualidade da investigação policial, maior integração entre agências, em especial as polícias Civil e Militar, e o fortalecimento de políticas de controle de armas.

“Em termos regionais, no Nordeste uma iniciativa pioneira tem fortalecido a integração de esforços e o compartilhamento de informações entre agências interestaduais com o Centro Regional de Inteligência de Segurança Pública, baseado em Fortaleza, e mais recentemente com a formalização de um consórcio constitucional na região. Se o Estado tem suas fronteiras administrativas, a ação do crime tem mostrado que este é hoje um fenômeno transnacional e que demanda de governos e do sistema de Justiça uma nova gramática”, diz Samira Bueno e Renato Sérgio de Lima.

Samira Bueno destaca ainda o “componente demográfico”. “A gente tem uma estimativa do IBGE que mostra que, até 2030, haverá uma redução de 25% da população jovem no Brasil. Essa mudança demográfica é algo que já vem impactando em vários estados. Isso porque a maior parte das vítimas de homicídio no Brasil é jovem. A maior parte da população encarcerada no Brasil é jovem. Se há uma quantidade menor de jovens na população, consequentemente há também uma redução dos homicídios.”

Como o levantamento é feito

A ferramenta criada pelo G1 permite o acompanhamento dos dados de vítimas de crimes violentos mês a mês no país. Estão contabilizadas as vítimas de homicídios dolosos (incluindo os feminicídios), latrocínios e lesões corporais seguidas de morte. Juntos, estes casos compõem os chamados crimes violentos letais e intencionais.

Jornalistas do G1 espalhados pelo país solicitam os dados, via assessoria de imprensa e via Lei de Acesso à Informação, seguindo o padrão metodológico utilizado pelo fórum no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

Para fechar o 1º semestre, foi pedida aos estados uma revisão dos dados dos meses desde janeiro. Alguns dos números foram retificados, em razão de ajustes feitos posteriormente pelas secretarias, e agora estão totalmente atualizados.

Brasil registra queda de 22% nas mortes violentas no 1º semestre de 2019

Brasil registra queda de 22% nas mortes violentas no 1º semestre de 2019

Em março, o governo federal anunciou a criação de um sistema similar. Os dados, no entanto, não estão atualizados como os da ferramenta do G1. O último mês em que há informações disponíveis para todos os estados é abril de 2019 e há incongruências em parte das estatísticas.

Uma informação importante: os dados coletados mês a mês pelo G1 não incluem as mortes em decorrência de intervenção policial. Isso porque há uma dificuldade maior em obter esses dados em tempo real e de forma sistemática com os governos estaduais. O balanço de 2018 foi publicado pelo Monitor da Violência separadamente, em abril. Um balanço com dados de 2019 ainda será divulgado.

Participação dos estados na redução de mortes no Brasil em 2019 — Foto: Rodrigo Cunha/G1

Participação dos estados na redução de mortes no Brasil em 2019 — Foto: Rodrigo Cunha/G1

 

G1

 

 

Paraíba registra 76 mortes violentas em maio de 2019

Foram registradas 88 mortes decorrentes de crimes violentos na Paraíba no mês de maio de 2019, de acordo com o Monitor da Violência do G1, que acompanha as mortes violentas mês a mês em todos o país. Em relação ao mês anterior, houve um diminuição de oito mortes violentas.

Os números oscilam durante os cinco meses do ano. Em janeiro, foram 79 crimes violentos letais e intencionais, contabilizando os homicídios dolosos (incluindo os feminicídios), latrocínios e lesões corporais seguidas de morte. Em fevereiro, o número chega a 84, no mês de março, o número volta a 79, em abril o número retorna a 84 e no mês de maio o número contabilizado é 76.

Em relação ao mesmo período de 2018, no entanto, houve uma redução de quase 21%. Nos cinco primeiros meses de 2018, 504 pessoas foram assassinadas. Já em 2019, o número caiu para 402.

O levantamento faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Os dados são abastecidos por informações repassadas pela Secretaria da Defesa e Segurança Social (Seds) da Paraíba, por meio da Lei de Acesso à Informação.

G1

 

Brasil totaliza 339 mortes por gripe até junho deste ano

O Ministério da Saúde divulgou o número de mortes causadas pelo vírus da gripe no Brasil em 2019 que totalizou 339 até o dia 28 de junho. As análises das últimas semanas mostraram que a circulação do vírus influenza nas seguintes regiões: Paraná, Amazonas e São Paulo.

De acordo com o boletim epidemiológico da Semana 23 de junho, foram registradas mortes devido a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) – causada pelo vírus influenza.

Os casos de influenza chegaram a 1.576 registros, que são considerados os casos mais graves e, por isso, passam por análise laboratorial para identificar o subtipo do vírus.

O ministério informou que o estado do Paraná tem o maior número de mortes do ano, sendo 52 óbitos até o dia 28 de junho. Logo atrás vem o estado do Rio de Janeiro com 41 mortes por gripe. E a terceira posição fica com o Amazonas que registrou 35 mortes e São Paulo com 34.

O que é a vacina da gripe?

A vacina da gripe está disponível na rede pública para gestantes, pessoas com 60 anos ou mais, profissionais de saúde, mulheres que tiveram filhos a menos de 45 dias, crianças de 6 meses a 4 anos de idade, pessoas com doenças crônicas e indígenas. As vacinas são trivalentes, ou seja, imunizam contra três tipos de vírus diferentes. A composição da vacina é recomendada anualmente pela OMS, com base nas informações recebidas de todo o mundo sobre a prevalência das cepas circulantes. Dessa forma, a cada ano a vacina da gripe muda, para proteger contra os tipos mais comuns de vírus da gripe naquela época.

Existem três tipos de vacinas contra influenza:

  • vacinas de vírus fracionados
  • vacinas de subunidades
  • vacinas de vírus inteiros.

 

 

 Minha Vida

 

 

Saúde confirma oito mortes por H1N1 na Paraíba este ano

Oito pessoas morreram vítimas da Influenza A na Paraíba, também conhecida como Gripe A, provocada pelo vírus H1N1, de janeiro de 2019 até esta terça-feira (2). A informação é da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e foi obtida pelo Portal Correio.

Os óbitos foram registrados nos municípios de Alagoa Nova (1), Cachoeira dos Índios (1), João Pessoa (1), Santa Rita (1), São João do Rio do Peixe (1), São Bento (1), Sousa (1) e em Coremas (1).

No último dia 11 de junho, um idoso de 60 anos, que estava internado no Hospital Regional de Sousa, no Sertão da Paraíba, a 438 km de João Pessoa, morreu com suspeita da doença, posteriormente confirmada. Outra mulher de 65 anos, da cidade de Coremas, também morreu no mesmo hospital vítima da Influenza A.

Prevenção

O Ministério da Saúde recomenda que, além da vacinação, a população deve adotar medidas de prevenção para evitar a infecção por influenza. Algumas delas são lavar sempre as mãos e evitar locais com aglomeração de pessoas, o que facilita a transmissão de doenças respiratórias.

 

portalcorreio

 

 

PRF registra 16 acidentes com 117 pessoas feridas e 8 mortes nas rodovias da PB

A Polícia Rodoviária Federal encerrou ontem (30) a Operação Festejos Juninos na Paraíba. A ação teve início no dia 7 de junho em todo Estado com o objetivo de
intensificar a fiscalização nas rodovias federais com maior fluxo de veículos e pessoas em virtude das festividades características do mês.

Durante a Operação foram empregados 1.054 policiais em escala de revezamento nas atividades operacionais. Para tanto, foram empregados policiais de outras unidades da federação, como Brasília, Mato Grosso, Pará e Paraná, bem como policiais que desenvolvem atividades administrativas foram deslocados para a Operação.

Foram fiscalizadas nesse período 13.475 pessoas, sendo que 4.740 motoristas foram flagrados cometendo algum tipo de infração de trânsito. Foram flagrados também 129 motoristas dirigindo sob efeito de álcool. Esse número é 23% maior do que o registrado no mesmo período do ano anterior, quando 103 condutores foram pegos em flagrante dirigindo embriagados.

A PRF registrou durante a Operação 116 acidentes de trânsito, com 117 pessoas feridas e 8 mortes no local do acidente. Em 2018, durante o mesmo período ocorreram 108 acidentes, com 121 feridos e 11 mortes no local do acidente.

As ações de combate ao crime também foram intensificadas neste período, o que resultou na prisão de 59 pessoas, 12 veículos foram recuperados, 5 armas de fogo e 3,7 kg de cocaína foram apreendidas.

Assessoria

 

 

 

Saúde 74% das mortes por gripe em 2019 foram causadas pelo H1N1

As mortes por gripe no Brasil já somam 199 casos em 2019, de acordo com balanço do Ministério da Saúde até 3 de junho. A maior parte delas (74,4%) foi provocada pelo vírus H1N1.

O número total de mortes é menor do que no mesmo momento do ano passado. Neste mesmo período, a gripe matou 335 pessoas. No entanto, o número de casos de H1N1 aumentou. Em 2018, este vírus estava relacionado com 65% das mortes até a Semana Epidemiológica 21. Neste ano, o aumento foi de quase 10 pontos percentuais.

A campanha nacional de vacinação contra a gripe terminou no fim de maio, com a imunização de 80% do público-alvo, abaixo da meta de 90% de cobertura. Com isso, as doses remanescentes foram disponibilizadas para toda a população.

Algumas cidades e estados, no entanto, podem manter a imunização restrita aos grupos prioritários (idosos, crianças, gestantes, mulheres que deram à luz há pouco tempo, índios, portadores de doenças crônicas, profissionais da saúde, pessoas privadas de liberdade e alguns servidores públicos).

Confira:

  • Rio de Janeiro mantém a vacinação exclusiva para o grupo prioritário até 15 de junho.
  • Tocantins vai manter a vacina para o grupo prioritário e a liberação para o público-geral será determinada por cada prefeitura.
  • Ceará restringe a vacinação ao público-alvo até 14 de junho.
  • Recife mantém a campanha para o público-alvo por tempo indeterminado.

A vacina não é capaz de causar a gripe em quem recebe. Ela permite que o paciente fique imune aos tipos de vírus mais comuns em circulação sem ficar doente.

A vacina produzida para 2019 protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, de acordo com determinação da Organização Mundial da Saúde (OMS): H1N1, H3N2 e linhagem B/Victoria/2/87.

G1

 

 

Paraíba tem cinco casos de mortes por H1N1 confirmados em 2019, diz Secretaria de Saúde

Cinco casos de morte por H1N1 em 2019, na Paraíba, foram confirmados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) nesta segunda-feira (10). Os casos aconteceram nas cidades de São Bento, Santa Rita, João Pessoa, Alagoa Nova e Cachoeira dos Índios.

Em maio, quatro casos estavam sendo investigados. A Secretaria foi notificada no dia 1º de maio, após a morte de uma criança de quatro anos, que morava no município de Alagoa Nova, no Agreste da Paraíba. Uma outra morte por suspeita de H1N1 foi notificada no dia 4 de maio. A vítima foi um homem de 45 anos, morador do município de São Bento, no Sertão do Estado.

Além disso, a SES informou que, em 2019, foi confirmado que 17 pessoas estão tratando a influenza.

Nesta segunda-feira (10), também foi confirmado que um homem de 59 anos está em tratamento no Hospital Regional de Sousa, com suspeita de H1N1. Ele fez os exames necessários, que foram encaminhados para o Laboratório Central do Estado (Lacen). A Secretaria aguarda o resultado.

Vacinação

A campanha de vacinação contra a gripe terminou no dia 31 de maio. Em algumas cidades, como Patos e João Pessoa, a vacina foi liberada para toda a população nesta segunda-feira (10), quando atingiu a meta prevista pelo Ministério da Saúde.

A vacina protege contra três tipos do vírus – H1N1, H3N2 e influenza B – e começou voltada, especialmente, para os grupos prioritários, que incluem crianças e idosos. Agora, toda a população já pode ter acesso às doses.

Conforme a gerente executiva de Vigilância em Saúde da SES, Talita Tavares, outras medidas de prevenção podem ser adotadas, como higienizar as mãos com água e sabão ou álcool gel; evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies possivelmente contaminadas, como corrimão, bancos e maçanetas; e manter hábitos de alimentação saudáveis.

G1