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Covid-19: casos avançam em Guarabira e 21 pessoas já morreram

A Secretaria de Saúde de Guarabira divulgou no começo da noite desta quinta-feira (11) a atualização do boletim epidemiológico com os números da Covid-19. Os infectados na cidade rompeu a barreira de mil pessoas, somando 1.066 até o momento. Um aumento de 51 casos de ontem para hoje.

Guarabira é o epicentro da doença em toda a região, que envolve mais de 25 cidades. Dos infectados, 491 pacientes já foram recuperados e 554 estão em tratamento.

De acordo com os dados divulgados, foram confirmadas 21 mortes em decorrência do novo coronavírus. 1.256 casos foram descartados e 2.879 notificados.

Os bairros com maior incidência de infectados pela doença até agora são: Centro (132), Novo (115), Nordeste 1 (105), Cordeiro (86) e Primavera (79).

 

portal25horas

 

 

Paraíba chega perto dos 1000 casos de Covid-19; 67 pessoas já morreram

A Secretaria de Estado da Saúde confirmou, na noite desta quinta-feira (30) mais 112 casos casos de Covid-19 e cinco óbitos nas últimas 24h. A Paraíba chegou a 926 casos confirmados da doença causada pelo novo Coronavírus, com 67 mortes.

Destes pacientes, 156 já se recuperaram, segundo informações das Secretarias Municipais de Saúde. Outros 1.695 casos investigados já foram descartados para Covid-19. Dos 370 leitos de UTI previstos no plano de Contingência para Coronavírus, 171 já estão ativos e 40% estão ocupados no momento.

Os casos confirmados estão distribuídos em 49 municípios: Alagoa Grande (2); Alagoa Nova (1); Alhandra (2); Araçagi (1); Areia (1); Barra de São Miguel (1); Bayeux (34); Bom Jesus (1); Boqueirão (1); Brejo do Cruz (1); Caaporã (3); Cabedelo (28); Cajazeiras (8); Campina Grande (51); Catingueira (1); Conde (13); Congo (1); Coremas (1); Coxixola (1); Cruz do Espírito Santo (3); Esperança (2); Guarabira (7); Gurinhém (1); Igaracy (1); Itabaiana (2); Itapororoca (3); João Pessoa (563); Junco do Seridó (3); Lagoa Seca (2); Lucena (3); Mamanguape (1); Mari (1); Marizopolis (3); Patos (19); Pedras de Fogo (5); Pombal (2); Princesa Isabel (1); Queimadas (2); Riachão Poço (1); Riacho dos Cavalos (1); Rio Tinto (4); Santa Helena (1); Santa Rita (85); São Bento (4); São João do Rio do Peixe (5); São José de Piranhas (1); São José do Bonfim (1); Sapé (29); Serra Branca (1); Serra Redonda (1); Sousa (12); Taperoá (2); Umbuzeiro (2)

Mais cinco óbitos foram confirmados em relação aos números divulgados ontem (29/4):

  • Homem, 51 anos, residente do município de João Pessoa, com comorbidades etilista, insuficiência cardíaca congestiva e fibrilação ventricular, óbito ocorrido em hospital público, no 29/04.
  • Mulher, 40 anos, residente do município de Patos, com comorbidades obesidade, hipertensa e diabética, , interno em hospital público óbito ocorrido no 28/04.
  • Homem, 49 anos, residente do município de Santa Rita, com comorbidades transtorno mental e obesidade, óbito na residência, exame coletado no SVO. Óbito ocorrido no 29/04.
  • Mulher, 61 anos, residente do município de Alhandra, com comorbidades Doença cardiovascular,neurológica e renal crônica, sequela de AVC. Interno em hospital público, óbito ocorrido no 28/04.
  • Homem, 55 anos, residente do município de Cabedelo, com comorbidades cardiopata e diabetes, estava em hospital público, óbito no dia 28/04.

 

Portal WSCOM

 

 

Em 2018, 771 pessoas morreram por AVC na Paraíba

Em 2018, 771 pessoas morreram vítimas de acidente cerebral vascular (AVC) na Paraíba e por dia, dois vão a óbito por esse mal, no estado. Os dados são do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) e tema de debate entre o Ministério Público da Paraíba e a Secretaria de Saúde do Estado, que se reuniram na quarta-feira (03).

De acordo com o MPPB , está sendo articulado com a Secretaria a organização da rede de atendimento a vítimas de acidente cerebral vascular (AVC) na Paraíba. O órgão vê problemas  na organização do fluxo e do atendimento das vítimas, principalmente, nas cidades do interior.

O coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça da Saúde e promotor Raniere da Silva Dantas, vê a necessidade de uma campanha educativa para que a população possa reconhecer os sinais do AVC.

“Vamos mobilizar as secretarias de Saúde de João Pessoa e Campina Grande, inicialmente, para a participação do Samu e, também, garantir que a medicação esteja disponíveis em outras cidades como Patos, Sousa, Cajazeiras e Monteiro”, explicou o promotor.

Em 2017, 820 pessoas morreram no estado pelo mesmo acidente, número menor que às ocorrências de AVC que resultaram em óbito em 2016, quando 970 não resistiram.

Na reunião, foi feito encaminhamento para disponibilidade da trombólise química (trombolítico) em cidades-polos da Paraíba, além da campanha educativa sobre sintomas do AVC e o que fazer diante deles. A capacitação dos médicos também foi abordada além dos profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de João Pessoa e Campina Grande.

MaisPB

 

 

Corpo de Bombeiros resgata quatro corpos de trabalhadores que morreram em poço no Cariri

vitimasO Corpo de Bombeiros resgatou os corpos dos quatro homens que morreram em um poço, no distrito de Riacho Fundo, município de Barra de São Miguel, no Cariri da Paraíba, na tarde desta quinta-feira (12). Os bombeiros não confirmaram o envenenamento da água e ressaltaram que a causa da morte das vítimas será conhecida somente após exame cadavérico.

As vítimas foram identificadas como: Evandro Lauro Dutra, 43 anos; Lucas Lima Rolim, 28 anos; Rodrigo Lima Rolim, 27 anos e Itamar, de 42 anos.

Uma quinta vítima foi socorrida para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande e seu estado de saúde é considerado estável.

MaisPB

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Nos últimos 3 anos, mais de 13 mil pessoas morreram vítímas do cigarro na Paraíba

cigarroEntre 2011 e 2014, mais de 13 mil pessoas morreram devido a algum tipo de câncer na Paraíba. Os tipos de câncer mais comuns entre as mulheres são os de mama, útero e tireóide. Já entre os homens, são os de próstata, traqueia/ brônquios/ pulmões e estômago. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde.

O câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado (maligno) de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo espalhar-se (metástase) para outras regiões do corpo. Cada órgão, por sua vez, pode ser afetado por tipos diferenciados de tumores, menos ou mais agressivos.

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A prevenção nem sempre é possível, mas há fatores de risco que estão na origem de diferentes tipos de tumores. O principal é o tabagismo. O consumo de bebidas alcoólicas e de gorduras de origem animal, dieta pobre em fibras, vida sedentária e obesidade também devem ser evitados. São raros os casos de câncer que se devem apenas a fatores hereditários.

Ações de prevenção primária e detecção precoce de doenças são capazes de reduzir a mortalidade, melhorar o prognóstico e qualidade de vida dos doentes. O tratamento do câncer é feito por meio de uma ou várias modalidades combinadas. A principal é a cirurgia, que pode ser empregada em conjunto com radioterapia, quimioterapia ou transplante de medula óssea. O médico vai escolher o tratamento mais adequado de acordo com a localização, o tipo do câncer e a extensão da doença. Todas as modalidades de tratamento são oferecidas pelo SUS.

Prevenção –  O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Saúde, vem trabalhando ações de prevenção e controle do câncer. Uma delas é o Centro Especializado de Diagnóstico do Câncer (CEDC), que é referência para a detecção precoce do câncer de colo de útero e mama, disponibilizando serviços médicos especializados e atendimento diferenciado, com qualidade, confiança e credibilidade à população paraibana, usuária do SUS. Neste dia 4 de fevereiro é lembrado o Dia Mundial do Câncer.

O Governo do Estado investiu recursos próprios de R$ 1,2 milhão na implantação do novo CEDC. Desse montante, R$ 1,1 milhão foi para aquisição de equipamentos e mais R$ 50 mil na estruturação do prédio climatizado e moderno. O local é responsável por aproximadamente 11 mil atendimentos mensais, entre exames e consultas.

O CEDC atende uma média de 100 municípios paraibanos e disponibiliza os laudos dos exames citopatológicos, via e-mail, propiciando o aumento da produtividade e reduzindo o tempo de atendimento total. Atualmente sua média mensal de produção de exames gira em torno de 8.000 atendimentos em geral. O CEDC também é o responsável pela realização do Monitoramento Externo de Qualidade dos exames citopatológicos de colo de útero realizados em toda a Rede SUS da Paraíba.

O CEDC não atende demanda espontânea. Os pacientes são encaminhados dos Postos de Saúde da Família e o centro os acompanha durante todo o tratamento até a alta. Edilene Lima, surpervisora do CEDC, ressalta a importância do auto-exame: “Muitas mulheres têm medo de descobrir um nódulo, de procurar o médico. É importante que as mulheres tenham o hábito do auto-exame. O quanto antes o problema for descoberto, maiores as chances de cura”, disse.

Vários serviços estão à disposição da população no CEDC, entre os quais as consultas especializadas com mastologista e ginecologista. Há ainda o tratamento de lesões de alto grau no colo do útero, por meio da cirurgia de alta frequência. Os exames também podem ser feitos no local, a exemplo de biópsias; leituras de lâminas, com material coletado nessas biópsias; punções aspirativas por agulha fina de mama e tireóide; laboratório de citopatologia; ultrassonografias de mama, tireóide, transvaginal, abdômen total e pélvica; além de biópsia percutânea guiada por ultra (Core Biopsy), que permite tirar um pequeno fragmento da lesão para análise da mama.

O CEDC possui equipe com patologista, citopatologista, mastologista, ginecologista e ultrassonografista. O quadro de profissionais conta ainda com técnicos de enfermagem, coordenados por um enfermeiro; citotécnicos; e mais técnicos de laboratório. O telefone do Centro Especializado de Diagnóstico do Câncer é o 3218-5369. O local funciona de segunda-feira a sexta-feira, das 7h às 17h.

Se o usuário for diagnosticado com câncer, o CEDC o encaminha ao serviço de referência no Estado, que é o Hospital Napoleão Laureano. Enquanto isso, os que apresentam lesões benignas são acompanhados pelos médicos do próprio Centro Especializado, durante um período de dois a cinco anos.

 

Assessoria

Paraíba registra 7.035 casos suspeitos de dengue; sete pessoas já morreram

denguengueA Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou nesta terça-feira (2) mais um boletim de notificações de casos dengue. O levantamento aponta que, de 1º de janeiro a 22 de novembro de 2014 (47ª semana epidemiológica de início de sintomas), foram notificados 7.035 casos suspeitos de dengue na Paraíba, o que representa uma redução de 59,65 % em relação a igual período do ano passado (17.434).

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Do total de notificações deste ano, 1.669 casos foram descartados e 3.293 confirmados por dengue – sendo eles, 185 casos de dengue com sinais de alarme, 84 já confirmados e 11 casos como dengue grave, dos quais oito confirmados. Os demais casos (1.877) seguem em investigação, aguardando o encerramento por parte das secretarias municipais.

Até o momento, dos 223 municípios do Estado, 197 registraram a ocorrência de casos no sistema. Ainda restam 26 municípios sem nenhuma notificação. Os municípios que sinalizam a possibilidade do agravo efetivam as ações de controle da doença. Segundo a gerente executiva de Vigilância em Saúde da SES, Renata Nóbrega, é importante que os profissionais de saúde estejam atentos ao agravo e sinalizem a doença através das notificações.

“Sinalizar a possibilidade de casos suspeitos é uma forma de manter todas as equipes de vigilância e assistência atentas para o agravo, o que contribui para desencadear as demais ações de vigilância epidemiológica e ambiental necessárias para o controle da doença”, alertou.

Neste ano foram notificados 7 óbitos: Campina Grande (2), Cruz do Espírito Santo (1), Cuité (1), Itapororoca (1), João Pessoa (1) e Patos (1). Em 2013, no mesmo período, foram confirmados 17 óbitos, o que demonstra uma redução de 58,82%. Apesar da redução, a SES-PB segue em alerta. “A Secretaria de Estado da Saúde recomenda às secretarias municipais que se mantenham atentas para o diagnóstico precoce da doença e o manejo correto para que se evite o possível óbito”, recomendou Renata Nóbrega.

De acordo com Renata, é importante que os profissionais de saúde sejam multiplicadores de seus conhecimentos e repassem para a população os cuidados que devem ser tomados. “É imprescindível reforçar a população que cerca de 90% dos criadores são encontrados nas residências, em recipientes contendo água por mais de sete dias”, observou.

No próximo sábado, dia 6, a Secretaria de Estado Saúde recomenda a todos os municípios a realização de ações para o Dia D contra a Dengue. É uma proposta do Ministério da Saúde para a intensificação da mobilização social. “Esperamos uma intensa mobilização da população, além de mutirões de limpeza urbana e atividades para alertar os profissionais do Estado sobre o diagnóstico correto das doenças, identificação dos principais criadouros e orientar as ações de prevenção e controle de Dengue e Chikungunya”, explanou Renata Nóbrega.

Febre de Chikungunya – Por se tratar de uma doença de aspectos semelhantes aos sintomas da dengue e mesma forma de transmissão (mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus), a Secretaria de Estado da Saúde recomenda a intensificação das ações de controle vetorial, bem como a divulgação em toda rede de saúde, pública e privada, sobre a conduta frente a um caso suspeito de Febre de Chikungunya, disponíveis no site do Ministério da Saúde:

http://portalsaude.saude.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=14831&catid=197&Itemid=250.

Na Paraíba, até a 47ª semana epidemiológica foram notificados três casos suspeitos de CHIKV, sendo todos descartados. “Todo caso suspeito de Chikungunya é de notificação compulsória imediata e informada em até 24 horas as esferas municipal, estadual e federal. Para a notificação, basta entrar em contato com a Secretaria de Estado da Saúde através dos telefones: 0800.281.0023 e 3218-7331″, esclareceu a gerente executiva de Vigilância em Saúde da SES-PB.

Secom/PB

Mais de 120 profissionais de saúde já morreram vítimas de ebola na África

Foto divulgada pelo Instituto de Doenças Tropicais da Antuérpia, Bélgica, mostra vírus ebola visto pelo telescópio (Foto: Antwerp Institute of Tropical Medicine/AP)
Foto divulgada pelo Instituto de Doenças Tropicais da Antuérpia, Bélgica, mostra vírus ebola visto pelo telescópio (Foto: Antwerp Institute of Tropical Medicine/AP)

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta segunda-feira (25) que até o momento, mais de 120 profissionais da área de saúde morreram após contraírem o vírus do ebola na Guiné, Nigéria, Libéria e em Serra Leoa. Além dos mortos, mais de 240 teriam sido contaminados pela doença. O surto, considerado o mais grave desde que o vírus foi descoberto em 1974, tem feito um número sem precedentes de médicos, enfermeiros e demais profissionais da saúde infectados.

Entre os fatores que explicariam a proporção elevada de infecção entre a comunidade médica estaria a falta de equipamentos de proteção pessoal, como luvas e máscaras, que não estariam disponíveis em quantidade suficiente a suportar a demanda de médicos em atividade na região – inclusive em enfermarias dedicadas ao tratamento de ebola. Além disso, a situação estaria fazendo com que diversos profissionais da área de saúde estejam trabalhando muito além do número de horas considerado seguro nesse caso.

Mas também não é só a escassez de equipamento que aumenta a transmissão. A OMS explica que os equipamentos de proteção individual são em geral quentes e pesados, limitando consideravelmente o tempo que os médicos e enfermeiros poderiam trabalhar em uma ala de isolamento, principalmente em uma localidade de clima tropical.

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A diretora-geral da OMS Margaret Chan declarou na última semana é preciso intensificar os esforços na luta contra o ebola. “O nível desse surto de ebola e a ameaça persistente que a doença representa requer outro nível de resposta da OMS e dos países atingidos. E isso vai exigir mais recursos, perícia médica, preparação regional e coordenação. Os países têm identificado o que eles precisam, e a OMS está fazendo a ponte com a comunidade internacional para impulsionar um plano de resposta”, afirmou.

Os índices de mortalidade na comunidade médica também estariam dificultando a OMS de garantir uma entrada suficiente de médicos vindos de outros países. A OMS apontou também que o impacto sobre os profissionais de saúde neste surto tem uma série de consequências negativas para o combate ao ebola. Em primeiro lugar, estaria a perda de médicos em um lugar onde já existe um déficit muito grande: A OMS estima que, nos três países mais atingidos, exista apenas um ou dois médicos para cada 100 mil pessoas. Além disso, existe o próprio medo dos profissionais de saúde, que passariam a temer pela vida e deixariam de ir para os hospitais – impossibilitando a abertura de centros de saúde. Por fim, teria o próprio impacto na sociedade, gerando mais insegurança e medo ao ver que até mesmo os médicos estariam desprotegidos do vírus.

Margaret Chan já havia dito anteriormente que o surto de ebola ainda pode durar muitos meses. “Ninguém está falando tão cedo sobre um fim para o surto. Os países mais atingidos estão entre os mais pobres do mundo. Além disso, só recentemente emergiram de anos de conflito e de guerra civil que deixaram seus sistemas de saúde, em grande parte, destruídos ou pelo menos deficientes”, apontou Chan ao New England Journal of Medicine.

O atual surto de ebola

Segundo os últimos dados da OMS, mais de 1,3 mil pessoas já morreram em decorrência da atual epidemia de ebola e, desde o início dela, mais de 2,4 mil casos da doença já foram identificados. O vírus do ebola foi descoberto no ano de 1976, e já fez milhares de vítimas em outros surtos epidêmicos.

A OMS diz que esse surto difere em outros fatores de outras epidemias de ebola mais recentes. Nos últimos surtos de ebola, os casos costumavam acontecer em áreas mais remotas, com uma propagação e contaminação mais controlável. Dessa vez, tanto as capitais quanto as áreas mais rurais tem sido afetadas – e isso faria com que as possibilidades de que alguém não diagnosticado entrasse em contato com a equipe médica aumentassem.

Além disso, diversas outras doenças endêmicas – malária e febre tifóide, por exemplo – possuem sintomas iniciais semelhantes ao ebola, dificultando um cuidado emergencial mais rápido. A OMS aponta também que casos de infecção na comunidade médica aconteceram em momentos que médicos desprotegidos precisaram agir instantaneamente para auxiliar pacientes muito debilitados.

JB 

Mais de 500 mil pessoas morreram no trânsito em dez anos, diz pesquisa

acidenteAcidentes de trânsito deixaram mais de 536 mil mortos no Brasil em dez anos, contabilizou uma pesquisa do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ). A principal base de dados utilizada foi a da Seguradora Líder Dpvat, responsável pelo pagamento do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (Dpvat).

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O levantamento começa no ano de 2003, com o registro de 34,7 mil mortes no trânsito, e constata um crescimento de quase 100% até 2007, ano em que é atingido o pico de 66,8 mil mortes. O número de vítimas cai até 50,7 mil de 2008 a 2010 e volta a subir nos anos seguintes, encerrando 2012 em 60,7 mil. Na conclusão, a pesquisa menciona que em 2013 houve novo recuo, para 54 mil.

“É um número assustador de mortos, mas ninguém dá a menor bola para isso. As pessoas acham que faz parte da vida, mas é uma cidade de grande porte que faleceu nos últimos dez anos”, destaca o professor de engenharia de transporte da Coppe, Paulo Cézar Ribeiro, o responsável pela pesquisa.

O banco de dados do Dpvat mostra ainda um número de quase 2 milhões de feridos nos acidentes, com o pico de 447 mil em 2012. A pesquisa usa ainda a proporção de acidentes/mortos e acidentes/feridos, do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), para estimar que, no período, foram registrados 13 milhões de acidentes, sendo 8,1 milhões sem vítimas.

A pesquisa, também, tenta fazer um levantamento do prejuízo que essas mortes causam por perda da força de trabalho, cuidados médicos, manutenção das estradas e outros ônus, mas esbarra na falta de dados sobre as circunstâncias dos acidentes. O estudo estima que cada morte no trânsito em área urbana custe R$ 232,9 mil, menos que a metade do custo das que ocorrem em rodovias, que somam R$ 576,2 mil. Como, segundo Ribeiro, não há como definir quais ocorreram em quais áreas, o estudo propõe que, num cenário em que todos se deram em áreas urbanas, o custo soma R$ 236 bilhões, e, no cenário oposto, o valor chegue a R$ 772 bilhões. A média, então, ficaria acima dos R$ 500 milhões.

O professor responsável pela pesquisa defende que é preciso estudar esses acidentes para que se possa enfrentar esse cenário: “Ninguém apoia acidentes de trânsito. Todo mundo é contra, mas as pessoas continuam dirigindo perigosamente e construindo vias ruins. É preciso mapear. Cada acidente tem que ser analisado, para definir se o motorista foi imprudente, se a estrada é perigosa, se a velocidade máxima está alta”.

A pesquisa, também, traz dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), que comparam as mortes registradas no Brasil com os outros países. Enquanto aqui há 19,9 mortos no trânsito para cada 100 mil habitantes, outros países registram números bem menores, como Estados Unidos (12,3), Finlândia (6,5), China (5,1) e Reino Unido (2,86). A pesquisa afirma que, se a OMS usasse os números do Dpvat, a proporção subiria para 30,9 em 2012.

Agência Brasil

32 pessoas morreram em assaltos a bancos em todo o país no primeiro semestre

bancoEntre janeiro e junho deste ano, 32 pessoas morreram em assaltos a bancos em todo o país. O número é 6,7% maior que o registrado no mesmo período do ano passado. O levantamento foi feito pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) e pela Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), com base em notícias veiculadas pela imprensa.

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O crime conhecido como “saidinha de banco”, em que uma pessoa é assaltada logo após sacar dinheiro, provocou 20 dessas mortes. O assalto a correspondentes bancários (como casas lotéricas) aparece em segundo lugar na estatística, com quatro mortes.

Os clientes representam a maior parte das vítimas: 22 morreram no primeiro semestre deste ano em assaltos a bancos, seguidos por policiais (2 mortes), vigilantes (1) e outras pessoas (7), entre elas, vítimas de balas perdidas em tiroteios.

São Paulo é o estado que registrou mais mortes em assaltos a banco no período (12), seguido pelo Rio de Janeiro (4) e Pernambuco (3).

Para as entidades de trabalhadores, as mortes em assaltos a bancos revelam “a escassez de investimentos dos bancos para melhorar a segurança dos estabelecimentos e garantir um atendimento seguro para os clientes e a população”, de acordo com o presidente da Contraf, Carlos Cordeiro.

“Mais do que muito preocupantes, essas mortes comprovam o descaso e a indiferença dos bancos para a prevenção de assaltos e sequestros. Eles continuam enxergando a segurança como custo e não como investimento na proteção da vida de trabalhadores e clientes”, acrescentou.

Sobre o aumento no número de mortes em saidinhas de bancos, Cordeiro disse que as instituições deveriam instalar biombos entre a fila de espera e os caixas, além de divisórias individualizadas entre os guichês, para impedir esse tipo de crime. “O biombo é uma das medidas testadas e aprovadas no projeto-piloto de segurança bancária, que está terminando este mês no Recife, em Olinda e Jaboatão dos Guararapes (PE). Queremos que seja estendido para todo o país, a fim de ajudar a combater a “saidinha de banco” e evitar novas mortes”, disse Cordeiro.

Procurada, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), entidade que representa o setor bancário brasileiro, ainda não se pronunciou sobre o levantamento.

Agência Brasil

PT reage:‘Muitos já morreram e ele (Zé) continua insistindo em disputar eleição’

Jackson MacedoO presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) em João Pessoa, Jackson Macedo, reagiu nesta terça-feira (12) às declarações bombásticas do ex-governador José Maranhão (PMDB) contra o PT, afirmando que legenda precisa crescer muito para pensar em ter um candidato ao Governo do Estado. Durante entrevista ao Correio Debate, da 98 FM, Macedo disse que o presidente estadual do PMDB já deveria está aposentado, pois suas idéias ainda estão no século passado.

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“Eu acho que José Maranhão está saturado para a política. Ele fez política no século passado. Acho que ele representa ainda os últimos coronéis da política nordestina. Muitos morreram, outros se aposentaram e ele continua ainda insistindo em disputar eleição e fazer parte da vida política do estado”, disparou .

A entrevista com a fala polêmica de José Maranhão foi concedida na noite desta segunda-feira (11) aos jornalistas Hermes de Luna e Lena Guimarães na RCTV, emissora em canal fechado do Sistema Correio de Comunicação. Durante sua participação, o ex-governador disse que não subestimava a competência do PT, mas alegou que a legenda precisaria crescer muito ainda para apresentar nome na disputa eleitoral de 2014.

“O PT precisa evidentemente crescer muito ainda para, primeiro, ter um candidato. O importante é que a legenda tenha um candidato, mas, é importante que esse candidato surja com força própria e não só pela força da legenda. A legenda do PT na Paraíba não é uma legenda de muita força. Ganhou a Prefeitura de João Pessoa e isso foi um grande passo, mas, a Paraíba tem 223 municípios, argumentou Maranhão.

Roberto Targino – MaisPB