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‘Medo de morrer’, diz mulher na PB que já prestou 10 boletins de ocorrência contra ex-companheiro

“Cada vez que eu vejo na televisão que um ex-companheiro matou a companheira e depois se matou, eu me vejo nessa situação. Sinto muito medo de morrer”. O trecho faz parte do desabafo da vendedora de 54 anos, moradora de Campina Grande, que já prestou dez boletins de ocorrência durante 12 anos, contra ameaças e agressões do ex-companheiro.

Segundo a mulher relatou à TV Cabo Branco, o relacionamento durou apenas um ano. A primeira medida protetiva solicitada data mais de uma década. São mais de dez solicitações. “Uma vez chamei os policiais e disseram que a medida [protetiva] estava vencida, por isso não prenderam ele”, declara a mulher.

Juntos, o casal tem uma filha que hoje vive com a mãe. “Ele está sambando com a cara da Justiça. Eu não estou tendo nenhum respaldo, estou a mercê dele”, desabafa. Hoje ela vive do trabalho para casa, da casa para o trabalho. “O que mais dói em mim é porque ele não tem punição, ele está solto e eu presa em casa”, diz.

Medidas protetivas

A coordenadora adjunta das Delegacias da Mulher no Estado, Renata Matias, explicou que muitas das medidas expedidas pela Justiça têm um prazo de vigência, que pode variar dependendo o caso. Depois da determinação, o agressor precisa ser notificado sobre a decisão.

Segundo a delegada Renata Matias, em caso de descumprimento, o suspeito pode responder a um outro processo, por descumprimento de decisão judicial, ou ser preso em flagrante. A delegada ressaltou que, em alguns casos, o descumprimento da medida ocorre juntamente a uma nova agressão verbal ou física.

De acordo com o Conselho Nacional de Justiça, as medidas protetivas podem ser o afastamento do agressor do lar ou local de convivência com a vítima, a fixação de limite mínimo de distância de que o agressor fica proibido de ultrapassar em relação à vítima e a suspensão da posse ou restrição do porte de armas, se for o caso.

O agressor também pode ser proibido de entrar em contato com a vítima, seus familiares e testemunhas por qualquer meio ou, ainda, pode ficar restrito a visitar os dependentes que sejam crianças ou adolescentes.

Outra medida que pode ser aplicada pelo juiz em proteção à mulher vítima de violência é a obrigação de o agressor pagar pensão alimentícia ou alimentos provisórios.

Os bens da vítima também podem ser protegidos por meio das medidas protetivas. Essa proteção se dá por meio de ações como bloqueio de contas, indisposição de bens, restituição de bens indevidamente subtraídos pelo agressor e prestação de caução provisória, mediante depósito judicial, por perdas e danos materiais causados pela prática de violência doméstica.

De acordo com a lei, mais de uma medida pode ser aplicado ao mesmo caso, podendo ser substituídas a qualquer momento por outras de maior eficácia, sempre que os direitos reconhecidos pela Lei Maria da Penha forem violados.

G1

 

‘Tive que correr pra não morrer’, diz vigilante baleado em assalto a carro-forte na UEPB

O vigilante Erivaldo Barbosa, armado com um revólver com apenas seis balas, contra bandidos armados com pistola e fuzil, tentou evitar que criminosos assaltassem um carro-forte e ferissem alunos dentro da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande. O vigilante foi baleado, durante o confronto, depois que o revólver ficou sem munição. “Tive que correr pra não morrer ali”, disse, em entrevista à TV Paraíba.

O vigilante contou como aconteceu o assalto ao carro-forte que resultou em 16 pessoas feridas na Central de Aulas da universidade. Segundo ele, o horário de abastecimento dos caixas eletrônicos é sempre tenso. “O carro-forte apareceu. Aí eu olhei e pensei: “O perigo agora é grande”. Aí veio o primeiro segurança do carro-forte pegar a senha pra depositar o dinheiro. Quando ele voltou foi que o outro segurança veio com malote (com dinheiro)”, disse.

Foi nesse instante que os suspeitos sacaram as armas e anunciaram o assalto. Um dos assaltantes estava com um fuzil escondido dentro de uma bolsa usada para carregar instrumentos musicais.

Criminosos entraram na UEPB escondendo arma dentro de bolsa usada para carregar instrumento musical — Foto: Reprodução/TV Cabo Branco

Criminosos entraram na UEPB escondendo arma dentro de bolsa usada para carregar instrumento musical — Foto: Reprodução/TV Cabo Branco

O vigilante baleado conta que estava bem próximo de onde o assalto foi anunciado.

“Eu estava na frente. Aí o cara (o bandido) da pistola entrou e disse: “para, para, para” e atirou. Eu consegui desviar, puxei minha arma e dei dois disparos nele. Só que o outro (bandido) passou correndo com o fuzil. Eu efetuei mais quatro disparos e vi que minha arma havia acabado a munição”, disse.

No confronto com os criminosos, o vigilante ficou ferido no joelho e no calcanhar. Ele foi socorrido e levado para o Hospital de Emergência Trauma de Campina Grande, foi atendido e já recebeu alta.

Mesmo compreendendo que não era um massacre, o vigilante ficou com medo de que alunos fossem atingidos.

“Eu fiquei preocupado com os alunos, porque eles estavam ali na hora do intervalo da aula, depois de 9h30 pra lanchar e conversar. Havia muita gente mesmo”, disse o vigilante Erivaldo Barbosa.

Entenda o tiroteio na UEPB

Um tiroteio durante assalto na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande, deixou um vigilante e uma estudante baleados na manhã desta segunda-feira (1º) no campus Bodocongó. Outros alunos ficaram feridos devido ao tumulto e, ao todo, 16 pessoas foram levadas para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande.

Até as 9h40 desta terça-feira (2), nenhum dos suspeitos que participaram do assalto foi preso. Segundo a Polícia Militar, os criminosos entraram no local fingindo serem estudantes. Um dos assaltantes portava um fuzil dentro de um “case” de violão.

G1

 

Até 2050, ninguém mais vai morrer de câncer, diz estudo

Pesquisadores da University College de Londres (UCL) e do Kings College London estão trabalhando para que no futuro nenhum indivíduo sofra de câncer. Os avanços nos tratamentos radiológicos, cirúrgicos e medicamentosos, combinados com a redução do tabagismo e melhores taxas de diagnóstico precoce poderiam combater o câncer totalmente até 2050.

Em 2015, mais de 14 milhões de pessoas no mundo são diagnosticadas todo ano com câncer, sendo que cerca de 8 milhões morreram. Até 2030, o número crescerá de forma assustadora para 26 milhões de diagnósticos e 17 milhões de morte.

Para que o sonho se torno real, o estudo mostra é preciso que os investimentos em cuidados com o câncer aumentem, igualmente como o acesso universal a medicamentos. Os pesquisadores indicam que os governos e instituições precisam incentivar os pacientes a terem consciência e conhecimento sobre sintomas menores que poderiam indicar o câncer e levar ao diagnóstico precoce.

De acordo com os especialistas, a cura para o câncer só ocorrerá por conta das pessoas se preocuparem mais com a saúde. Independente da demora de 34 anos, esse poderá ser um dos maiores sonhos conquistados pela humanidade.

Minha Vida

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50 mil crianças correm risco de morrer de fome na Nigéria, diz Unicef

fomeQuase 50 mil crianças que vivem no nordeste da Nigéria, a região onde o grupo jihadista Boko Haram operou nos últimos anos, correm risco de morrer no próximos 12 meses devido à desnutrição avançada, alertou nesta sexta-feira (16) o responsável de nutrição do Unicef neste país, Arjan de Wagt.

Após a recuperação do acesso a zonas que tinham sido tomadas pelo grupo terrorista, a partir de abril, descobriu-se que o nordeste da Nigéria sofre uma crise humanitária mais grave do que se imaginava.

Uma ofensiva do Exército obrigou nos últimos meses as forças do Boko Haram a se retirarem mais ao norte, onde estima-se que haja 2 milhões de pessoas que seguem fora do alcance das organizações de ajuda.

“Ao norte de Borno ainda há muitos distritos que são completamente inacessíveis para nós”, indicou o representante do organização de proteção infantil.

Segundo De Wagt, as novas avaliações revelaram que pelo menos 244 mil crianças estão em condição de desnutrição grave unicamente no estado de Borno, e “uma quinta parte delas foi achada literalmente à beira da morte”.

Para superar esse estado, os menores necessitam ser nutridos em primeira instância com alimentos terapêuticos.

Nos três estados do norte da Nigéria, a ONU calcula que 4,4 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária urgente e que cerca de 55 mil pessoas adicionais estão em “condições similares à crise de fome”, disse o representante do Unicef.

“O nível de sofrimento e desnutrição nesses lugares é extremamente alto, com 12% de desnutrição severa, que é algo que normalmente não se vê e ressalta a gravidade do que está ocorrendo no local”, declarou De Wagt por telefone desde Abuja.

O representante sustentou que, em seus 20 anos de experiência em contextos similares, a última crise comparável foi a ocorrida na Somália em 2011.

Confisco de alimentos e terras agrícolas
Uma das razões para que a população do norte da Nigéria tenha chegado a este extremo é que os milicianos de Boko Haram se apoderaram nos últimos cinco anos dos terrenos agrícolas e os habitantes não puderam cultivar suas próprias terras com fins de autoconsumo.
Uma das razões para que a população do norte da Nigéria tenha chegado a este extremo é que o Boko Haram se apoderou das terras agrícolas e confiscou alimentos da população.

De Wagt sustentou que outra prática comum dos membros da organização terrorista foi a de confiscar os alimentos da população, que com a passagem dos anos foi esgotando suas reservas, incluídos os animais que criavam.

“Não há cultivos e todos dependem da ajuda humanitária, pelo menos até o final da próxima colheita, que será em outubro do próximo ano”, disse o especialista em nutrição.

Sobre o número de crianças que podem ter morrido até agora pela desnutrição, o Unicefconsidera que é impossível fazer um cálculo sério porque muitos morreram em suas casas e não há registros.

Considera-se que uma avaliação realista só pode ser feita com visitas casa por casa, para as quais foram contratados 1,5 mil colaboradores que ao mesmo tempo informarão às famílias da existência dos programas nutricionais do Unicef.

O grande problema para cumprir com as metas é o pouco financiamento dos programas do organização na Nigéria, lamentou De Wagt.

G1

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Consumidores de café têm menos probabilidade de morrer de certas doenças

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

Miami, 16 Nov 2015 (AFP) – Pessoas que relatam beber entre três e cinco xícaras de café ao dia têm menor propensão a morrer prematuramente de doenças cardíacas, suicídio, diabetes ou mal de Parkinson – é o que revela uma pesquisa norte-americana nesta segunda-feira.

Tanto o café comum quanto o descafeinado aparecem como benéficos, disseram os pesquisadores da Chan School de Saúde Pública da Universidade de Harvard em estudo publicado na revista especializada Circulation.

O estudo comparou as pessoas que não bebem café, ou beberam menos de duas xícaras por dia, com aquelas que relataram valores “moderados” de consumo de café, ou até cinco xícaras diárias.

O estudo não prova relação de causa e efeito entre o café e a probabilidade reduzida de certas doenças, mas descobriu uma aparente ligação que se alinha com a pesquisa anterior, e que os cientistas disseram que ainda investigarão mais.

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“Componentes bioativos presentes no café reduzem a resistência à insulina e a inflamação sistemática”, disse a principal autora do estudo, Ming Ding, doutoranda do departamento de Nutrição.

“Isso poderia explicar alguns dos nossos resultados. No entanto, mais estudos são necessários para investigar os mecanismos biológicos que produzem esses efeitos”.

Nenhum efeito protetor contra o câncer foi encontrado neste estudo. Algumas pesquisas anteriores já apontavam para uma ligação entre o consumo de café e um menor risco de certos tipos de câncer.

O estudo foi baseado em dados recolhidos a partir de três grandes questionários incluindo cerca de 300.000 enfermeiros e outros profissionais de saúde que concordaram em responder sobre suas próprias condições médicas e hábitos em intervalos regulares ao longo de 30 anos.

“Em toda a população do estudo, o consumo moderado de café foi associado à redução do risco de morte por doença cardiovascular, diabetes, doenças neurológicas como a doença de Parkinson, e o suicídio”, afirma o estudo.

Os pesquisadores também apontaram como potenciais fatores de confusão o tabagismo, índice de massa corporal, atividade física, consumo de álcool e dieta. Mas o fato de que a pesquisa baseou-se em pesquisas que usam comportamento auto-relatado pode levantar questões sobre sua confiabilidade.

E os especialistas alertam que o café – uma substância adorado por muitos – pode ser bom para todo mundo.

“Consumo regular de café pode ser incluído como parte de uma dieta saudável e balanceada”, afirmou Frank Hu, professor de nutrição e epidemiologia em Harvard.

“Algumas populações como grávidas e crianças devem tomar cuidado com o consumo elevado de cafeína proveniente do café e outras bebidas”.

 

Uol

Mãe salva o filho antes de morrer em escada rolante; veja o vídeo

videoCentenas de milhares de chineses reagiam nesta segunda-feira com emoção após o acidente com uma mulher que, antes de morrer, presa no mecanismo de uma escada rolante, utilizou suas últimas forças para salvar seu filho pequeno.

A cena, chocante, foi gravada no sábado por uma câmera de vigilância de umshopping de Jingzhou, província central de Hubei.

As imagens mostram a mulher, de 30 anos, subindo na escada rolante.

Ao chegar ao andar superior e segurando o filho, o alçapão da escada rolante se abre e a mulher repentinamente começa a afundar, sendo sugada pelo mecanismo.

Duas funcionárias do shopping correm para ajudar a mulher, que já está com metade do corpo presa, mas não conseguem impedir que ela seja arrastada pelo mecanismo.

Em um último gesto desesperado, a mulher consegue afastar do buraco seu filho, que uma das funcionárias segura.

O corpo da vítima foi retirado da maquinaria horas depois.

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O acidente era destaque em vários sites chineses.

Mais de meio milhão de chineses expressaram sua emoção no Sina Weibo, site de microblogs, e prestavam homenagem à mulher.

“Exemplo supremo do instinto materno”, escreveu um internauta.

Veja o vídeo abaixo. Atenção: as imagens são extremamente fortes.

 

manchetepb

Jovem negro tem 13,4 vezes mais chances de morrer na Paraíba, pior índice do Brasil

negroNo Brasil, um jovem negro corre 2,5 vezes o risco de morte de um jovem branco. No nordeste, o perigo para eles é 5 vezes maior. Em alguns Estados da região, como a Paraíba, chega a 13,4 vezes. Os números fazem parte do Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência e Desigualdade (IVJ 2014), pesquisa realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública a pedido do governo federal que foi divulgada pela Folha de S. Paulo.

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O estudo usou dados de 2012 do Datasus (banco de dados do Sistema Único de Saúde) para calcular as taxas de homicídio de jovens negros (pretos e pardos) e brancos de 12 a 29 anos. O resultado não é novidade: a desigualdade racial ainda é expressiva em nosso cotidiano, especialmente em relação à violência. Em todos os Estados brasileiros, com exceção do Paraná, os jovens negros têm mais chance de serem assassinados que os jovens brancos. Os piores números são observados na Paraíba (risco de 13,4 vezes), Pernambuco (11,5), Alagoas (8,7), Distrito Federal (6,5) e Espírito Santo (5,9).

Os menores números, por sua vez, foram encontrados em Tocantins (1,8), Rio Grande do Sul (1,7), São Paulo (1,5), Santa Catarina (1,4) e Paraná (0,7). Neste último, o jovem branco tem mais risco de ser alvo de homicídio que o negro.

A mesma pesquisa aponta ainda que, dos quase 30 mil jovens assassinados em 2012, 76,5% eram negros. Além disso, de 2007 a 2012, enquanto o total de homicídios de jovens brancos caiu 5,5%, o de jovens negros subiu 21,3%.

Terra

MT: vídeos mostram jovem bebendo pouco antes de morrer

adolescenteInstantes após o adolescente Jerry Tamborim, de 16 anos, morrer de tanto beber, na madrugada de domingo (9), em Juína (MT), começaram a circular, pelo Whatsapp, três vídeos registrando momentos da festa de orgia alcoólica. Quase uma semana depois, as imagens seguem sendo compartilhadas entre jovens da cidade.

Um dos vídeos mostra mostra Jerry fazendo o “vira-vira” de uma garrafa de bebida destilada. Em outro vídeo aparecem os amigos, que estavam na festa, rindo muito da situação e pichando o corpo do garoto, quando ele já estava desfalecido, caído no chão. Em um terceiro vídeo, os amigos tiram a roupa do garoto e “zoam” com as nádegas dele.

Após beber muito, Jerry caiu em um colchão, onde ele está em um dos vídeos, e assim ficou até a manhã seguinte, quando a dona da casa acordou, percebendo que ele não respirava. Jurema de Oliveira Henemann, de 43 anos, chamou a Policia Militar, que, ao constatar a situação, acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). O SAMU certificou o óbito.

O delegado Rodrigo Costa Rufato, que abriu inquérito para apurar as circunstâncias da morte precoce, disse que o adolescente misturou várias bebidas. Ele pediu o exame de necropsia, para confirmar o que provocou a possível intoxicação fatal.

O delegado, que tem 30 dias para concluir o inquérito, iniciou esta semana a fase de depoimentos. Ele quer ouvir todos que estavam na festa, inclusive a dona da casa, para saber se houve negligência por parte dos envolvidos. Mas Rufato já adianta que foi uma festa como muitas que acontecem na fase da adolescência, segundo ele, fase de excessos.

Os vídeos já estão em posse da Polícia Judiciária Civil. A população de Juína ficou chocada com o ocorrido. Jerry foi sepultado na segunda-feira (10).

Terra

Condenado agoniza antes de morrer após falha em injeção letal nos EUA

Clayton Lockett (esquerda) e Charles Warner, os dois condenados à morte em Oklahoma (Foto: Reuters/Oklahoma Department of Corrections/Handout)
Clayton Lockett (esquerda) e Charles Warner, os dois condenados à morte em Oklahoma (Foto: Reuters/Oklahoma Department of Corrections/Handout)

Um condenado à morte por injeção letal agonizou por mais de 30 minutos devido a complicações durante a execução da pena em Oklahoma, nos Estados Unidos, na noite de terça-feira (29). Segundo as autoridades penitenciárias, o corpo do homem teve rejeição à substância aplicada e ele morreu em decorrência de um ataque cardíaco. A falha fez as autoridades adiarem a execução de um segundo detento, prevista para ocorrer na sequência.

Segundo o jornal local “The Oklahoman”, antes de morrer, o preso Clayton Lockett, de 38 anos, condenado à morte pelo assassinato de uma jovem de 19 anos em 1999, se contorceu e teve convulsões quando recebeu a injeção, que continha uma combinação de substâncias que nunca havia sido utilizada em Oklahoma.

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O diretor de prisões do estado, Robert Patton, ordenou a suspensão da execução de Lockett cerca de 3 minutos após a aplicação da injeção. Era a primeira vez que o medicamento “midazolam” era usado como parte de uma injeção em Oklahoma. A execução do condenado cumpria um inédito protocolo de injeção letal que continha três componentes: um sedativo, um anestésico e uma dose letal de cloreto de potássio.

Em março, os advogados de Lockett haviam conseguido o adiamento de sua execução por falta de anestésico para a aplicação da injeção intravenosa, mas o estado obteve a substância e decidiu mudar o procedimento de execução.

Diante do ocorrido, o diretor decidiu adiar por 14 dias a execução do condenado Charles Warner, prevista para ocorrer na mesma noite, segundo informou Jerry Massie, porta-voz das prisões de Oklahoma, à agência de notícias France Presse. Warner recebeu a pena capital em 1997 pelo estupro e assassinato da filha de 11 meses de sua companheira.

Essa seria a primeira execução dupla dos Estados Unidos no século XXI, já que a última vez em que a pena capital foi aplicada em dois condenados no mesmo dia foi em 9 de agosto de 2000, no Texas. Além disso, essa seria a primeira execução dupla em Oklahoma desde 1937.

Nos últimos meses, houve vários episódios de complicações na aplicação da pena de morte no país. A maioria dos 32 estados onde a pena capital está em vigor está tendo problemas para conseguir as substâncias com as quais são feitas as injeções letais convencionais. Com isso, alguns estados estão testando fórmulas alternativas, enquanto outros determinaram o uso obrigatório da cadeira elétrica se não houver medicamentos disponíveis.

Oklahoma mudou a lei que regulamenta a aplicação da pena de morte no final de março, e permitiu o uso de cinco diferentes combinações de substâncias para a injeção letal, após os problemas que ocorreram nas primeiras execuções do ano.

No início de abril, o estado informou aos advogados dos condenados que usaria uma injeção letal com o anestésico midazolam, o paralisante brometo de pancurônio e cloreto de potássio, que interrompe o ritmo cardíaco.

Lockett e Warner processaram o estado por não terem recebido informações sobre onde o estado havia adquirido os medicamentos, nem evidências de que esses remédios fossem seguros. A Suprema Corte de Oklahoma suspendeu na época as execuções de ambos os réus, mas acabou cancelando depois a decisão.

G1

Mulheres solteiras têm mais chances de morrer de problemas cardíacos

mulherAs mulheres solteiras têm 28% mais chances de morrer por problemas cardíacos do que as casadas, revela um estudo realizado por cientistas da Universidade Oxford. A pesquisa, publicada nesta quarta-feira pela revista BMC Medicine, foi realizada com base no acompanhamento de 735 mil mulheres britânicas, as quais apresentavam uma média de idade de 60 anos e não tinham um histórico prévio de problemas cardiovasculares e cujos casos foram seguidos durante oito anos.

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Após oito anos de analises, os cientistas concluíram que as mulheres casadas — 81% do total — contraíam as mesmas cardiopatias isquêmicas que as mulheres solteiras, viúvas ou divorciadas, mas sua taxa de mortalidade era consideravelmente mais baixa. Ao término do estudo, três em cada 100 mulheres casadas morreram por problemas cardíacos, enquanto, em relação ao outro grupo, essa média era de quatro em cada 100.

Os especialistas da Universidade de Oxford consideram que as diferenças entre ambos os grupos pode estar relacionada, principalmente, por fatores socioeconômicos e de estilo de vida. Embora os cientistas tenham mencionado que essas conclusões não são definitivas, eles acreditam que as mulheres casadas poderiam ter mais segurança financeira e mais apoio por parte de seu parceiro na hora de seguir um estilo de vida mais saudável.

O estudo explica, entre outros fatores, que as mulheres solteiras são mais propensas a viver em zonas desfavorecidas, fazer menos exercício físico, consumir mais tabaco e ter mais níveis de depressão, frente a um maior nível de ingestão de álcool entre as casadas. Esta pesquisa faz parte de uma série de estudos da Universidade de Oxford sobre fatores que relacionam o estilo de vida com doenças, como o câncer de mama, sob o título de The Million Study Women.

Agência Efe