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Filho de Bolsonaro ataca Julian Lemos e posta montagem do paraibano em privada

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL) ironizou a fala do deputado federal paraibano Julian Lemos (PSL), que afirmou ter ‘pedido para cagar’ e saído de reunião após ser convocado para assumir a liderança do PSL na Câmara.

“Quando pintar aquela situação embaraçosa faça como o Julian Lemos”, postou Eduardo, que também colocou uma montagem do paraibano em um vaso sanitário.

Caso

Em conversa vazada ontem, o deputado paraibano  afirma que recebeu a ‘intimação’ do Governo Federal para angariar assinaturas e assumir a liderança no lugar do Delegado Waldir.

“Jair me pedindo uma coisa é foda. Eu simplesmente, pedi pra cagar e saí. Não vou fazer isso, não vou”, declarou o deputado, que aparentemente virou piada dentro do seu próprio partido.

 

Portal WSCOM

 

 

Mãe do goleiro Danilo, da Chapecoense, publica montagem do filho lhe ‘confortando’

goleiro-daniloDona Laide Celine tem sido uma guerreira. Mãe do goleiro Danilo Padilha, que morreu na tragédia com o avião da Chapecoense há uma semana, a paranaense não se cansa de confortar famílias, amigos e fãs do jogador e de outros atletas e jornalistas, que também se foram no acidente aéreo, na Colômbia. Na sua página do Facebook, ela publicou uma montagem em que o arqueiro aparece como se estivesse lhe protegendo e confortando, na foto em que ela aparece debruçada no caixão.

Com belas palavras, Laide agradeceu o carinho que tem recebido, explicou que não tem tido tempo de responder e deixou um alento para quem sofre pela perda dos entes queridos. Ainda afirmou que espera que a Chapecoense contrate um goleiro tão bom ou melhor que Danilo.

“A todos os meus filhos que abracei na arena Conda, em Cianorte, no Paraná, no Brasil e no mundo!! Quero dizer que não estou ainda em condições de responder a todas as mensagens que recebo, pois agora, graças a Deus, são muitos e não tô dando conta. Olha para essa imagem, mães que estão com seus filhos desesperados, digam a eles que eu e o Danilo estamos cuidado deles. Estou implorando a Deus consolo e conforto para os corações de todos. Imploro a Deus também que o novo guerreiro que a Associação Chapecoense contratar seja igual ou melhor que o Danilo. Fiquem com Deus”, escreveu no Facebook.

Danilo com a mãe, Laide Celine
Danilo com a mãe, Laide Celine Foto: R

Extra

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Justiça manda WhatsApp quebrar sigilo de chat com montagem ‘pornô’

whatsappCom base no Marco Civil da Internet, a Justiça de São Paulo mandou o Facebook liberar o conteúdo de conversas no aplicativo de chat WhatsApp que espalhavam montagens pornográficas feitas com as fotos de uma estudante universitária paulista. No começo do ano, a rede social adquiriu o app em um negócio de US$ 19 bilhões.

As mensagens eram trocadas em grupos fechados do app, que viraram um recurso para disseminar fotos da chamada “vingança pornográfica”. A exposição de jovens e mulheres dessa forma se multiplicou no Brasil. Algumas vítimas não suportaram o sofrimento e se suicidaram.

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As fotomontagens da estudante de engenharia da Universidade Presbiteriana Mackenzie foram feitas a partir de imagens dela publicadas em seu perfil no Facebook. Em sua decisão, o relator do processo, juiz Salles Rossi, da 8ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, também obrigou o Facebook a ceder os números dos IPs (o protocolo de internet identifica dispositivos conectados à internet) dos indivíduos que pegaram a foto da estudante para fazer as alterações.

A montagem feita por eles colocava a imagem em posições pornográficas e foi espalhada nos grupos “Atlética Chorume” (sic) e “Lixo Mackenzista”. Segundo a decisão da Justiça, os conteúdos dessas conversas entre os dias 26 e 31 de maio de 2014 deverão ser liberados. A estratégia da advogada e mãe da estudante, Adriana Serrano Cavassani, de mover a ação contra o Facebook é usar as informações obtidas para identificar os autores para responsabilizá-los criminalmente. “Não só quem cria, mas quem divulga também comete o crime”, diz Cavassani.

As imagens traziam ainda o número de celular da jovem, que passou a receber ligações de homens propondo programas sexuais. Cavassani diz que a filha recebeu ligações de alunos do Mackenzie, FEI e da Poli-USP.

Suicídio
A mãe e advogada afirmou ao G1 que a repercussão das imagens fizeram a filha pensar em suicídio. A jovem planejava ainda concluir o curso de engenharia no exterior. “Na hora do desespero, eu pensei: ‘Eu faço qualquer coisa para você não sofrer mais por isso’. Mas eu ia sacrificar a vida da minha filha por meia dúzia de inconsequentes.”

A decisão foi emitida no começo de setembro, mas publicada em definitivo nesta semana. O Facebook tem cinco dias para cumpri-la. A empresa tentou evitar quebrar o sigilo das conversas. A rede social afirmava não poder ceder dados do WhatsApp, porque ainda não concluiu a aquisição do app. Argumentou ainda que as informação pedidas estão na plataforma do WhatsApp Inc, uma companhia com sede nos Estados Unidos e sem representação no Brasil.

Com base nas prerrogativas do Marco Civil da Internet, em vigor desde junho de 2014, o juiz descartou a defesa do site. “O serviço do Whatsapp é amplamente difundido no Brasil e, uma vez adquirido pelo Facebook e somente este possuindo representação no país, deve guardar e manter os registros respectivos, propiciando meios para identificação dos usuários e teor de conversas ali inseridas determinação, aliás, que encontra amparo na regra do artigo 13 da Lei 12.965/2014 (conhecida como Marco Civil da Internet)”, escreveu. Procurado pelo G1, o Facebook informou não comentar casos específicos.

De acordo com Cavassani, além da ação contra o Facebook, há um inquérito em andamento e um processo criminal vai ser ajuizado nos próximos dias acusando os envolvidos por calúnia e difamação. Já há indícios de que entre cinco e seis jovens participaram da ação. Além disso, a advogada vai entrar com uma ação civil para pedir indenização assim que todos os envolvidos forem identificados. “Vou pedir uma indenização compatível ao sofrimento e ao abalo emocional que ela vem sofrendo até os dias de hoje”, afirmou.

G1 

Gervásio ironiza desejo de Ricardo de firmar aliança com o PMDB: “Pensei que fosse montagem a fala do governador”

  O líder da oposição na Assembleia Legislativa da   Paraíba, deputado Gervásio Maia Filho (PMDB)     ironizou, nesta quarta-feira (7), as declarações  do  governador Ricardo Coutinho (PSB), que  ontem  sinalizou a possibilidade de uma  reaproximação  com os peemedebistas já no 1º  turno das  eleições deste ano.

Durante entrevista, o governador disse que “haveria espaços” para o PMDB em sua chapa. Indagado sobre as declarações de Ricardo Coutinho, Gervásio Filho disse que, num primeiro momento, não acreditou e chegou até a pensar que fosse montagem. “Isso é um sinal de desespero porque o governador sabe que o nosso partido pode ir para o segundo turno e que a candidatura de Veneziano tem muito a crescer ainda”, observou.

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Gervásio Filho questionou ainda a sinalização do governador, lembrando que “até um dia desses, ele queria dar uma surra de votos na oposição”. Para o peemedebista, Coutinho está desesperado com alto índice de rejeição ao seu governo e o crescimento da oposição, inclusive na Assembleia. O deputado disse ainda que não ouviu nenhuma manifestação contrária à sua na bancada peemedebista, e que qualquer posicionamento em outra direção seria “como remar contra a maré”.

MaisPB

Ditadura: fotógrafo reafirma montagem da cena de ‘suicídio’ de Herzog

Foto: RenattodSousa/Câmara Municipal de São Paulo
Foto: RenattodSousa/Câmara Municipal de São Paulo

“O que trago na memória é um muro alto, portão alto de ferro e um lugar escuro e de acesso fácil.” O fotógrafo Silvaldo Leung Vieira, ex-funcionário da Polícia Civil de São Paulo, relembra com essas palavras a imagem que guardou do prédio do DOI-Codi no dia em que fez a conhecida fotografia do jornalista Vladimir Herzog morto em sua cela, no dia 25 de outubro de 1975. Ele veio de Los Angeles (EUA) a convite da Comissão da Verdade da Câmara Municipal de São Paulo, onde mora desde 1979, para visitar e fazer o reconhecimento do local em que hoje funciona o 36º Distrito Policial, no bairro do Paraíso, zona sul de São Paulo. Sobre como se sentia ao voltar ao local, olha em torno e diz: “Era um lugar mais escuro”.

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Segundo a versão policial na época, Herzog havia se suicidado. Mas, como ficou comprovado, ele foi assassinado um dia após se apresentar espontaneamente ao DOI-Codi, depois de ser procurado por agentes.

O fotógrafo Vieira, que na época tinha 22 anos, disse que percebeu haver algo estranho no momento em que fez a foto. Principalmente porque o corpo de Herzog estava numa posição estranha, segundo ele, para alguém que havia se suicidado, com a perna dobrada. “Num suicídio normalmente a pessoa salta de uma cadeira, ela fica pendurada, e não era aquilo que eu via”, lembra. “Foi clara (a montagem da cena) para mim. E também toda a blindagem em volta. Normalmente você vai num local e encontra PMs, carro de cadáver, você circula no local, procura coisas no chão, tenta fazer um croqui.”

Ser levado ao local praticamente sem saber para onde estava indo foi outro elemento que lhe causou “quase a certeza que aquele era um caso especial, um caso de homicídio”. “Eu nem sabia quem era, não sabia o nome. No decorrer é que vim juntando as peças. Ninguém comentou nada, vim a saber depois, no dia seguinte. Quando fui almoçar no Crusp (Conjunto Residencial da USP) já tinha comentário formado de tudo que tinha acontecido”, conta o fotógrafo.

Ele fazia um curso de fotografia na USP. “Foi uma fatalidade para mim (ter fotografado o corpo de Herzog). Eu estava iniciando a minha vida, de 21 para 22 anos.” Segundo ele, o trabalho foi rápido. “Só recebi a ordem de fotografar, não me movimentei pela sala, não vi mais nada a não ser o cadáver. Fiz a foto da porta.” Ele diz que não houve comentários, nem antes nem depois de fotografar, que pudessem suscitar quem era a vítima.

“Eu estava muito tenso, muito nervoso, e foi um choque para mim a forma com que eu cheguei aqui. Eu achava que ia ser a foto de um treinamento, por eu estar na escola, e foi uma coisa ultrassigilosa.” Vieira diz que estava nervoso ao se dirigir para o local “porque era a segunda semana minha no curso, não estava preparado. Eu sabia que ia fotografar um ‘encontro de cadáver’”, explicando que esse é um “termo técnico” para designar o trabalho. Após fazer as fotos, recebeu dos agentes a orientação de não comentar nada. Ele garante que nunca militou ou fez política, nem antes nem depois da famosa foto.

O agora ex-fotógrafo, com 60 anos, não se lembra de nomes e reafirma ter pouca ou quase nenhuma lembrança de seus movimentos dentro do prédio. Segundo o vereador Gilberto Natalini (PV), presidente da Comissão da Verdade paulistana, que ficou 60 dias preso e foi torturado no mesmo prédio, o local foi reformado. “A modificação física do prédio dificultou muito a identificação dos detalhes”, diz o parlamentar. “Houve uma reforma grande, e faz 38 anos, é praticamente uma vida”, completa Vieira.

Sobre a importância de sua presença no local, o fotógrafo respondeu: “Espero que mais pessoas que saibam mais do que eu venham também, e participem. Acredito que muitos funcionários presenciaram isso, e talvez até possam citar nomes.”

Quatro anos depois, em 1979, Silvaldo Leung Vieira partiu para os Estados Unidos. Filho de um imigrante chinês que chegou ao Brasil em 1933, ele só voltou 15 anos depois, para ver a mãe. Em Los Angeles, recorreu a subempregos até conseguir uma vaga de aprendiz de joalheria. Ficou 25 anos no ramo. Atualmente, trabalha num abrigo para mulheres solteiras ou mães solteiras de até duas crianças em uma organização patrocinada pela igreja católica. “Dou instrução em Microsoft Office, ensino às pessoas como resumir um currículo.” Mas diz que sempre amou e continua amando a fotografia.

 

por Eduardo Maretti, da RBA

Planalto conduz montagem de CPI para evitar danos

Disposto a conter danos colaterais durante as investigações, o Palácio do Planalto está conduzindo –via Secretaria de Relações Institucionais –a montagem da CPI mista de Cachoeira.

Além da avaliação de nomes para a relatoria e de membros da CPI, a equipe da ministra Ideli Salvatti também busca quadros para assessorar tecnicamente os governistas na comissão.

Em CPIs que funcionaram, como a do mensalão, funcionários mais experientes do Congresso foram disputados entre oposição e base aliada.

A orientação do governo agora é se antecipar na escolha. O assessor é quem ajuda a traçar estratégia de atuação, bem como dissecar as centenas de dados que chegam a uma CPI a pedido dos parlamentares.

A Folha apurou com parlamentares e interlocutores de Ideli que a ministra participa ativamente da escolha do relator, mantendo uma série de reuniões com líderes e parlamentares.

O deputado Odair Cunha (PT-MG), ligado a ela, foi sondado ontem para ocupar o posto. Mas ainda ontem não estavam descartados os nomes do ex-líder Paulo Teixeira (PT-SP) e do ex-ministro Luiz Sérgio (PT-RJ). Apesar da disposição do ex-líder Cândido Vaccarezza (PT-SP) de assumir a tarefa, sua postulação enfrentava resistência no Palácio do Planalto.

Participantes da negociação alegavam ontem desconhecer a decisão final porque sua condução acontece “em outras esferas” que não do Congresso Nacional.

Preterido pelo PR para uma cadeira da comissão, o deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) ameaçava ontem protestar na tribuna da Câmara. Ele alega ter se apresentado para a comissão. Diz, no entanto, que foi excluído por determinação do Palácio.

Líder do partido, Lincoln Portela (MG) afirma que a escolha obedeceu à ordem de apresentação de pretendentes. A relação do empresário Carlos Cachoeira com o governo do Rio durante a gestão de Garotinho teria pesado para a escolha.

CATIA SEABRA
ANDREZA MATAIS
NATUZA NERY

Folha