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Diabetes: por que é importante monitorar a glicemia?

diabetesO diabetes é uma doença crônica, e como tal, precisa de cuidados por toda a vida. Mas, acredite, é possível levar uma vida normal tendo esta doença, desde que se tenha um controle adequado, o que pode ser conseguido através do monitoramento daglicemia. O melhor recurso para isso é a medição através dos glicosímetros, aparelhos que medem a glicose no organismo, por meio de uma gota de sangue: os famosos aparelhinhos que picam o dedo.

“Pacientes que se tratam com insulina, ou seja, com diabetes tipo 1, gestacional e alguns com diabetes tipo 2, precisam monitorar constantemente esse índice para aplicarem a quantidade certa do hormônio”, explica o endocrinologista Walter Minicucci, especialista em endocrinologia pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. No entanto, mesmo diabéticos tipo 2 que usam medicamento oral podem se beneficiar dessa prática. “Nesses casos, a medição pode ser feita quando o paciente está doente ou sob algum fator que cause alteração em sua glicemia”, considera o especialista.

Além disso, existem diversas vantagens em fazer um monitoramento mais próximo de sua glicemia. Entre eles: saber como se o tratamento está indo bem, entender com mais facilidade as oscilações da glicemia, oferecer um controle em relação aos alimentos ingeridos, prevenir possíveis complicações e evitar a hipoglicemia noturna. Veja a seguir cada uma delas:

Avalia como está indo o tratamento

Para o médico é muito importante medir a glicemia do paciente e acompanhar essa relação. “Sabemos que quanto mais controlados estão os níveis de glicemia capilar melhores serão os níveis da hemoglobina glicada”, explica a endocrinologista Andressa Heimbecher, médica Colaboradora do Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP).

A hemoglobina glicada é um exame que mostra a média dos níveis de glicose do paciente nos últimos três meses. No entanto, muitas vezes ela pode apresentar um resultado que não representa com exatidão os níveis de glicemina do paciente. Isso porque, se o indivíduo apresentou muitas variações na glicemina ao longo de um período, os marcadores do exame podem tirar uma média e apontar que a quantidade de açúcar está normal, mas nem sempre está. “É como se o paciente estivesse com uma temperatura média porque colocou a mão no fogo e depois no gelo várias vezes”, compara o endocrinologista Minicucci.

O monitoramento da glicemia capilar é feito na hora e por isso mostra de forma mais fiel o que está acontecendo com o paciente. Com essa informação, o profissional de saúde têm mais insumos para receitar medicamentos e até mesmo entender como outros fatores influenciam na medicação que ele recomenda. Por exemplo, corticoide pode afetar a glicemia, então através do monitoramento é possível perceber como ele está agindo no paciente e em qual horário.

Ajuda a entender a oscilação da glicemia

Para a endocrinologista Denise Franco, diretora da ADJ Diabetes Brasil, monitorar a glicemia tem um caráter educativo para o paciente também. “Com esse processo, ele começa a entender os hábitos que o levam a ter picos ou quedas de açúcar no sangue, e assim ele pode mudar isso”, considera a especialista. Dessa forma a pessoa com diabetes consegue ter noção de quais atitudes o ajudam a ter um diabetes mais controlado. Além disso, consegue relatar melhor ao médico suas impressões e ajudar no tratamento.

Traz um controle melhor da alimentação

Um dos fatores que mais causa oscilação da glicemia é a alimentação. “O paciente começa a notar que quando come uma pizza a noite, por exemplo, ele acorda com níveis glicêmicos altos, ou quando ele come arroz com feijão, salada e um pouco de carne, seus níveis ficam bem mais estáveis”, explica Minicucci. Dessa forma, o paciente começa a entender os efeitos dos alimentos na sua saúde e se torna mais autônomo e ativo no tratamento.

Previne complicações do diabetes descontrolado

Pacientes disciplinados são capazes de controlar melhor sua glicemia, entendendo o que pode levá-la a cair ou se elevar de forma preocupante. Portanto, é muito mais fácil evitar as complicações ocasionadas pelo diabetes descontrolado. “Essas consequências incluem infartos, derrames e obstruções nas artérias (que se ocorrerem nas pernas, podem causar amputações), acometimento da retina e dos rins (com perda da função renal) e a alteração na sensibilidade e nos nervos (a chamada neuropatia diabética), enumera Andressa.

No entanto, Minicucci ressalta que esse tipo de complicação ocorre em pacientes cuja glicemia está completamente descontrolada. Em pacientes que tem descontroles eventuais, o que pode ocorrer mesmo com quem monitora a glicemia, esses problemas costumam ser menos perigosos e ocorrer em longo prazo, o que permite o cuidado antes que eles evoluam. “Dificilmente um paciente que segue o tratamento corretamente poderá perder a visão ou ter que fazer hemodiálise”, frisa o especialista.

Evita a hipoglicemia noturna

A hipoglicemia é muito comum em pacientes que não controlam seu diabetes, principalmente os que fazem uso de insulina no tratamento. Nesses casos, é muito comum ela ocorrer durante a noite, quando o paciente fica em jejum por mais tempo . Esse quadro pode ser evitado quando o paciente se alimenta corretamente antes de dormir e também aplica a quantidade certa de insulina. “A partir do momento em que o paciente passa a enxergar melhor os períodos de maior ou menor glicemia, conseguimos avaliar na consulta médica uma melhor forma de ajustar as doses de insulina”, frisa Andressa.

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MP irá monitorar nível de agrotóxico em vegetais vendidos em supermercados e aponta uso de produtos ilegais

glauberto-bezerraO Ministério Público do Estado (MPPB), através da Promotoria do Consumidor, reuniu nesta quinta-feira (16) representantes de quatro órgãos para discutir o combate à utilização irregular de agrotóxicos. Na reunião ficou definida que será feito monitoramento do nível de  agrotóxico utilizados nos vegetais comercializados nos supermercado e mercado de João Pessoa. O MP também aproveitou para denunciar o uso ilegal de agrotóxicos não permitidos.

Segundo o promotor Glauberto Bezerra, os próprio produtores paraibanos já começam a enfrentar dificuldades de comercializar seus produtos em outros estados por causa do uso excessivo de agrotóxicos. Bezerra contou que um produtor de Mamanguape que vendia seus produtos em Recife já não consegue mais entrar naquele mercado.

Nesta quinta foi feita a primeira reunião para traçar estratégicas e os órgãos presentes resolveram chamara outros órgãos como Sudema, Secretaria da Saúde e INCRA.

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A fiscalização – A idéia é que a fiscalização seja mais intensificada e vire um rotina de longo prazo. A ação começou na Empasa e deve se estender para supermercados e mercados públicos a partir de novembro. Futuramente ainda deve avançar para feiras de produtos orgânicos.

As hortaliças passarão por teste de laboratório aferindo o valor do agrotóxico e em caso de verificação de nível irregular serão tomadas as medidas como multas e até a proibição do produto. Os responsáveis pela entrada de agrotóxicos com uso proibido no estado também serão responsabilizados criminalmente.

Na primeira fase da ação proposta pelo MP foram fiscalizados tomates e pimentões, na segunda fase será a vez dos mamões e repolho.

Participaram da reunião no Ministério Público, a Secretaria de Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (Sedap), Luiz Carlos Barros e João Alberto Silva, a diretora-geral da Agência de Vigilância Sanitária do Estado (Agevisa), Glaciane Mendes Roland, a técnica da Agevisa, Djanira Machado, o representante da Receita Estadual, Marcelo Pio Chaves, o presidente da Empasa, João Tavares.

 

Paulo Dantas/João Thiago

Como monitorar conversas dos seus filhos no bate-papo do Facebook

Os pais que desejam ficar de olho nas atividades dos filhos no Facebook podem monitorar todas as ações deles por meio de um programa espião: o Free Facebook Monitoring. O sistema capta e armazena imagens da navegação, sem ser notado, desde o momento do login até o logoff do usuário no site.

Apesar do Facebook restringir o cadastro no serviço para maiores de 13 anos, muitos pais permitem que seus filhos ainda crianças tenham um perfil e interajam com outros contatos, como amigos, parentes e vizinhos.

Descubra se seu filho sofre bullying e controle posts no Facebook.

Para descobrir com quem os seus filhos conversam e o que fazem no Facebook, siga os passos abaixo.

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Passo 1. Baixe o Free Facebook Monitoring no TechTudo Downloads e execute-o;

Passo 2. Antes de começar o monitoramento, defina o intervalo de captação das imagens da navegação no Facebook. Digite os segundos no campo “Log Interval in Seconds”. Você pode, por exemplo, captar imagens a cada segundo, a fim de avaliar as atividades dos usuários da rede social sem interrupções em recursos como o bate-papo, por exemplo;

Interface do software Free Facebook Monitoring (Foto: Reprodução/Marcela Vaz)Interface do software Free Facebook Monitoring (Foto: Reprodução/Marcela Vaz)

Passo 3. Inicie o monitoramento ao clicar na opção “Start Monitoring”;

Use o botão Start Monitoring para iniciar o monitoramento das atividades no Facebook (Foto: Reprodução/Marcela Vaz)Use o botão “Start Monitoring” para iniciar o monitoramento das atividades no Facebook (Foto: Reprodução/Marcela Vaz)

Passo 4. Defina uma senha para acesso restrito ao programa espião no campo “Hidden Mode Password”;

A senha garante acesso restrito aos dados do programa (Foto: Reprodução/Marcela Vaz)A senha garante acesso restrito aos dados do programa (Foto: Reprodução/Marcela Vaz)

Passo 5. Coloque o programa no modo oculto, para que ninguém mais descubra o monitoramento através da opção “Hide Application”;

Passo 6. Para abrir o programa novamente use o atalho de teclado  “Ctrl + Alt + Shift” e digite a senha;

O acesso ao programa e permitido mediante senha (Foto: Reprodução/Marcela Vaz)O acesso ao programa e permitido mediante senha (Foto: Reprodução/Marcela Vaz)

Passo 7. Pare o monitoramento através da opção “Stop Monitoring”;

O botão Stop Monitoring para o programa espião (Foto: Reprodução/Marcela Vaz)O botão “Stop Monitoring” para o programa espião (Foto: Reprodução/Marcela Vaz)

Passo 8. Para ver as imagens de tela captadas, clique na opção “View Logs” e, em seguida, escolha uma pasta de destino para as imagens;

As imagens captadas ficam armazenadas em uma pasta do Windows (Foto: Reprodução/Marcela Vaz)As imagens captadas ficam armazenadas em uma pasta do Windows (Foto: Reprodução/Marcela Vaz)

Passo 9. Após a verificação, apague as imagens ou transfira o conteúdo para um local seguro, se desejar que o monitoramento permaneça oculto. Você pode, ainda, proteger a pasta com senha.

 

 

techtudo

População vai poder monitorar programas sociais pela internet

O governo federal disponibilizará, em janeiro, um portal que vai permitir à população monitorar os programas sociais – é o mesmo instrumento usado pela presidenta Dilma Rousseff e a Casa Civil para fiscalizar as ações.

 

Cuba internet Portal de programas sociais

Segundo a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, dos cerca de 40 programas monitorados atualmente, com mapas referenciados, três estarão no portal a partir do próximo mês: Mais Médicos; Minha Casa, Minha Vida; e Desastres Naturais.

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“Queremos colocar esse programa disponível agora em janeiro porque a gente acha importante a população poder nos ajudar a fiscalizar também e acompanhar os programas”, disse Gleisi nessa sexta (27), durante café da manhã oferecido aos jornalistas no Palácio do Planalto. A ministra ressaltou que muitos dados estão no Portal da Transparência e no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), mas nem sempre de uma forma gerencial, que possibilite a população ajudar na fiscalização.

O sistema disponibilizado traz um mapa do país com pontos marcados em cada município onde os programas são executados e dão uma visão geral na qual o cidadão poderá selecionar um local para mais detalhamento. Segundo Gleisi, no Programa Mais Médicos será possível obter o número de profissionais com nome e dados de cada um e o tutor responsável e um mapa com a localização da unidade de saúde onde ele atende. As informações são atualizadas a cada envio de profissionais.

No Minha Casa, Minha vida, serão disponibilizados dados de todos os empreendimentos registrados, os nomes das construtoras, data de início e término das obras e número de unidades. O cidadão também poderá acessar fotos das obras.

O sistema com dados sobre desastres naturais ainda precisa ser melhor estruturado porque, segundo a ministra, há muitos dados desencontrados, de estados e municípios, que chegam ao sistema. Quando estiver pronto, no entanto, será uma ferramenta importante principalmente à população das áreas atingidas. A ministra disse que será possível saber quais obras estão sendo liberadas por município, quais já têm recursos e quais municípios já foram mapeados para prevenção de riscos de deslizamentos e enchentes.

Atualmente, 538 municípios do país estão mapeados, com pluviômetros instalados. A meta até o fim de 2014 é que o número ultrapasse 800. Nas duas últimas semanas, as consequências das fortes chuvas nos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo resultaram em mais de 40 mortes e desalojamento de milhares de pessoas.

Fonte: Agência Brasil

Monitorar a rotina do filho pelo celular pode virar obcessão

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

Ligar para o pai ir buscar na casa do amiguinho ou receber uma chamada da mãe perguntando se está bem faz parte da rotina de muitas crianças. No Brasil, o celular é uma das tecnologias mais presentes na vida dos pequenos: 64% das crianças entre cinco e nove anos já usaram o telefone móvel para se comunicar com alguém, segundo uma pesquisa conduzida pela Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC). O aparelho ajuda a garantir segurança e a organizar o dia a dia familiar, mas pode prejudicar o desenvolvimento se os pais não estipularem regras para o uso.

No começo, o celular é mais uma necessidade dos pais do que da criança, como destaca a psicóloga Ana Luiza Mano, pesquisadora do Núcleo de Pesquisas de Psicologia e Informática da PUC-SP. Apesar do aparelho não ser uma garantia total de segurança, poder falar com os filhos a qualquer hora e em qualquer lugar deixa os pais mais tranquilos. No entanto, ter um celular só será benéfico se os pais explicarem para criança para o que aquele novo objeto vai servir e se respeitarem a privacidade do pequeno.
Monitorar os filhos o tempo inteiro pelo celular é sinal de obsessão. “O aparelho não pode ser como um cordão umbilical, que liga mães e filhos o tempo todo”, alerta a educadora Silvia Colello, professora de psicologia da educação da Universidade de São Paulo (USP). Adquirir um aparelho não pode ser motivo de mais preocupações e estresse. A criança pode perceber quando os pais estão mais preocupados do que o normal e deixar de aproveitar plenamente os momentos longe de casa. Além disso, dar ordens pelo celular pode atrasar o desenvolvimento da autonomia do pequeno.
Tanto a criança quanto os pais devem respeitar, ainda, as restrições de uso do dispositivo. Quando o pequeno está no colégio, por exemplo, os pais não devem ligar e, de preferência, o aparelho deve estar desligado. O ideal é que a escola tenha regras estabelecidas sobre o uso das tecnologias, e os pais façam uma parceria com a instituição para ensinar essas regras para a criança. Mas nunca devem dar mau exemplo para os pequenos.
Quando chega a hora de comprar o primeiro celular
Não há uma idade exata a partir da qual crianças podem ter um celular. Em geral, especialistas consideram inadequado antes dos oito anos, mas é preciso avaliar a maturidade do pequeno para dar o aparelho. O certo é que deve haver uma necessidade, um motivo concreto que faça o aparelho ter utilidade na vida da família, até porque representa um gasto a mais para os pais. Se houver uma razão, o ideal é adquirir um modelo simples e autoexplicativo.
Ao entregar o celular nas mãos do pequeno pela primeira vez, os pais devem explicar como mexer, gravar os contatos mais importantes na agenda – como os celulares e os telefones do local de trabalho dos pais, para emergências – e orientar a criança sobre quando usar ou não o aparelho. Também é preciso explicar o que fazer quando um número desconhecido ligar e orientar para nunca passar dados pessoais pelo aparelho, conforme as regras que cada família estabelecer. A psicóloga Ana Luiza destaca ainda que os pais devem conhecer todas as possibilidades do aparelho que estão dando para os filhos, para assim poder ensiná-lo.
Cartola – Agência de Conteúdo
Terra

Sisu supera 1 milhão de inscritos e ministro sugere aluno monitorar nota

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou na tarde desta terça-feira (8) que foram registrados desde segunda (7) 1.163.150 inscritos no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que seleciona os candidatos que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para vagas em instituições federais de ensino superior.

As inscrições tiveram início na segunda e terminam às 23h59 da próxima sexta-feira (11). Elas devem ser feitas no site sisualuno.mec.gov.br. São oferecidas 129.319 vagas no ensino superior em 3.752 cursos de 101 instituições.

“Mantendo o padrão de inscrição deveremos superar o nível do ano passado”, afirmou o ministro da Educação Aloizio Mercadante. O curso mais procurado e com a maior nota de corte é medicina. A instituição de ensino com maior quantidade de inscrições é a Universidade Federal do Ceará, que oferece 140 vagas no curso de medicina. A nota de corte relativa ao Enem até agora é de 781.82.

A segunda instituição com mais procura é a Universidade Federal do Rio de Janeiro, que tem a maior nota de corte no curso de medicina, 819.27. A segunda universidade com maior nota de corte é a Universidade Federal de Uberlândia: 813.03 em medicina. A terceira é a Universidade Federal de Ouro Preto, com nota de corte de 808.7.

Monitorar nota de corte
Mercadante aconselhou os candidatos interessados em uma vaga pelo Sisu que entendam como analisar as notas de corte para encontrar opções de cursos em que tenham maior chance de aprovação. “É muito importante que os estudantes tenham clareza das suas possibilidades e como é que vão atuar na sua inscrição”, disse.

Ele explicou que o Sisu é um sistema dinâmico e, por isso, os candidatos podem mudar sua inscrição quantas vezes quiserem até as 23h59 da sexta-feira (11), quando as inscrições serão fechadas. O sistema considerará apenas a última inscrição validada pelo candidato.

Segundo o ministro, os candidatos não precisam ficar acordados de madrugada à espera da nova nota de corte, que é anunciada sempre às 2h, já que ela vale para o dia inteiro. Durante o dia, ele pode verificar se sua nota do Enem está acima ou abaixo dessa nota, que, de acordo com ele, não deve cair até a sexta. A primeira chamada de aprovados no Sisu sairá no dia 14.

“Se ele está muito longe da nota mínima, ele tem que começar a analisar outras possibilidades, ou então aguardar o próximo Enem.”

Durante o período de inscrição, o candidato poderá consultar, em seu boletim na página do Sisu, a sua classificação parcial na opção de curso escolhido. A classificação parcial é calculada a partir das notas dos candidatos inscritos na mesma opção. Essa classificação é apenas uma referência e pode ser observada pelo estudante durante o período em que o sistema estiver aberto para as inscrições. Ao final do período de inscrição, é divulgada a lista de selecionados e em seu boletim de acompanhamento o candidato pode consultar a sua classificação e resultado final.

Mercadante explicou que, desde que a primeira nota de corte foi anunciada, na madrugada desta terça-feira, cerca de 400 mil estudantes que já estavam inscritos em uma opção de curso alteraram sua inscrição. No total, desde a abertura do sistema até o início da tarde desta terça, 709.936 dessas substituições já haviam sido feitas.

CLIQUE AQUI E VEJA O MAPA DO G1 COM A DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS DO SISU

Mapa do G1 mostra onde estão as mais de 129 mil vagas do Sisu 2013 (Foto: G1)Mapa do G1 mostra onde estão as mais de 129 mil vagas do Sisu 2013 (Foto: G1)

Veja a seguir as instruções para participar do processo seletivo deste semestre:

Quem pode participar do Sisu 2013?
Apenas quem fez o Enem 2012 e tirou nota maior do que zero na prova de redação. O resultado no exame é a pontuação utilizada para selecionar os candidatos nas vagas escolhidas. Para se inscrever, basta usar o CPF ou o número de inscrição no Enem, além da senha cadastrada no sistema do Enem, que será a mesma utilizada pelo Sisu. Quem perdeu a senha do Enem deverá recuperá-la no site do exame.

Como funcionam as inscrições?
As inscrições, abertas nesta segunda-feira (7), vão até as 23h59 da sexta-feira (11) no site do Sisu. Durante esse período, os participantes poderão se inscrever em até duas opções de opções de vaga, especificando suas opções em ordem de preferência e incluindo a instituição, o local de oferta, o curso e o turno pretendidos.

Como cada instituição pode definir seus critérios de seleção, é dever do candidato ficar atento para as notas mínimas exigidas em cada curso, além da documentação necessária para a matrícula. A inscrição poderá ser alterada quantas vezes o candidato quiser até as 23h59 do dia 11, mas somente a última inscrição confirmada será considerada pelo sistema.

Diariamente, o sistema emitirá um boletim informando a nota de corte de cada curso, para que o candidato saiba se sua nota do Enem é suficiente para concorrer à vaga, e a classificação parcial do candidato, em seu boletim individual. Porém, a nota de corte não é calculada em tempo real, e sim uma vez ao dia. Por isso, ela não é uma garantir de que o candidato será selecionado para a vaga disputada.

VEJA O CALENDÁRIO DO SISU 2013
7 a 11 de janeiro Período de inscrições do Sisu
14 de janeiro Primeira chamada do Sisu
18 a 22 de janeiro Matrícula da primeira chamada do Sisu
28 de janeiro Segunda chamada do Sisu
1º a 5 de fevereiro Matrícula da segunda chamada do Sisu
28 de janeiro a 8 de fevereiro Prazo para participar da lista de espera
a partir de 18 de fevereiro Convocação dos candidatos da lista de espera

Como funciona a seleção?
Após o período de inscrição, o sistema selecionará automaticamente os candidatos com maior pontuação, na quantidade referente ao número de vagas em cada curso. O resultado desta seleção será divulgado na primeira chamada, no dia 14.

Os candidatos selecionados em sua primeira opção de curso devem fazer a matrícula entre os dias 18 e 22 de janeiro. Eles não poderão participar das chamadas seguintes.

Quem for selecionado na segunda opção continuará participando da seleção, inclusive quem fizer a matrícula no mesmo período, e poderá ser convocado na segunda chamada para sua primeira opção de curso. A segunda chamada está prevista para o dia 28.

A matrícula dos convocados na segunda chamada acontece entre 1º e 5 de fevereiro.

Como funciona a lista de espera?
No dia 28 o Sisu abre as inscrições para a lista de espera, que podem ser feitas até 8 de fevereiro. Para se inscrever, é preciso acessar o sistema durante esse período especificado, no boletim de acompanhamento, clicar no botão que correspondente à confirmação de interesse em participar da lista de espera do Sisu.

Dessa lista podem participar tanto quem não foi convocado em nenhuma chamada quanto quem foi selecionado em sua segunda opção – mesmo tendo feito matrícula. Porém, cada candidato só poderá disputar as vagas remanescentes relativas à sua primeira opção.

A lista será divulgada em 18 de fevereiro. A partir daí, a seleção será feita gradativamente pelas instituições.

Como a lei de cotas será aplicada no Sisu?
No ato da inscrição, o candidato também deverá especificar a modalidade de concorrência da qual quer participar. Ele poderá concorrer às vagas reservadas pela Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012.

A lei determina que, até 2016, 50% das vagas das instituições federais sejam para alunos que fizeram todo o ensino médio em escola pública. Além disso, metade deste índice será para alunos com renda familiar até 1,5 salário mínimo. Há ainda um percentual para estudantes autodeclarados pretos, pardos e indígenas de acordo com a proporção desta população no estado da instituição, segundo o IBGE.

Em 2013, pelo menos 30% do total de vagas ofertadas pelas universidades serão preenchidas nestes critérios.

O candidato inscrito no Sisu pode se inscrever no Prouni?
Sim, mas só podem participar do Prouni quem cursou todo o ensino médio em escola pública ou foi bolsista integral em uma particular. A seleção do Prouni também será feita usando a nota do Enem 2012.

Porém, apenas um dos resultados será considerado. Caso o candidato seja aprovado pelo Sisu para uma vaga em universidade pública, mas também receba uma bolsa de estudos do Prouni para uma instituição privada, ele terá que optar por apenas uma delas, já que não é permitido acumular as duas vagas.

O edital com as datas do Prouni em 2013 será divulgado em janeiro, segundo o MEC.

G1

Criado fórum para monitorar processos relativos à liberdade de imprensa

Foi aprovada na sessão plenária dessa terça-feira (13/11) do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a criação do Fórum Nacional do Poder Judiciário e Liberdade de Imprensa. A proposta de criação do Fórum (Resolução no 163) foi apresentada pelo presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ayres Britto, que comandou sua última sessão à frente do órgão.
O Fórum será responsável por fazer o levantamento estatístico das ações judiciais que tratem das relações de imprensa e elaborar estudos sobre os modelos de atuação da magistratura em países democráticos. A ideia é que estes estudos possam facilitar a compreensão de conflitos que digam respeito à atuação da imprensa. Está prevista ainda a atuação integrada do Fórum com a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam) e as escolas de magistratura dos tribunais no aprofundamento dos estudos sobre o tema.
Os trabalhos do Fórum serão conduzidos pela Comissão Executiva Nacional, presidida por um conselheiro do CNJ e composta por membros do CNJ (dois conselheiros e um juiz auxiliar), da OAB, da Associação nacional de Jornais (ANJ), da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), da Associação brasileira de Imprensa (ABI) e dois magistrados (um da magistratura estadual e um da justiça federal) indicados pelo presidente do CNJ e aprovados pelo plenário.
Está prevista a realização de pelo menos um encontro nacional por ano para discussão do tema. O encontro deve contar com a participação não só de membros do Fórum, mas também de representantes de órgãos públicos e de entidades civis envolvidos na temática.
Tatiane Freire

Governo Federal lança na Paraíba sala para monitorar secas

Ela vai funcionar na AESA, no campus da Universidade Federal de Campina Grande, e será conectada à Sala de Situação da ANA, em Brasília

Efeito SecaNesta segunda-feira (20), representantes da Agência Nacional de Águas (ANA) estão na Paraíba. Eles inauguram a Sala de Situação para monitorar eventos hidrológicos críticos, que vai funcionar na Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), no campus da Universidade Federal de Campina Grande, e será conectada à Sala de Situação da ANA, em Brasília. A inauguração está marcada para 16 horas.

O monitoramento promovido na Sala de Situação permite cruzar informações e avaliar com antecedência as regiões onde podem ocorrer secas ou enchentes. Para que o estado receba as informações necessárias, 14 plataformas de coleta de dados (PCDs) já estão em funcionamento e outras seis vão ser instaladas até o final de agosto. Os aparelhos possuem sensores de chuva, nível da água, e transmitem automaticamente as informações via satélite para os computadores instalados no centro de monitoramento.

Durante o processo de instalação das estações, especialistas da ANA capacitam técnicos paraibanos a montar e fazer a manutenção preventiva e corretiva das plataformas de coleta de dados.

Plano Nacional de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres Naturais
O objetivo da ANA é equipar todos os estados e o DF com Salas de Situação, além de modernizar o monitoramento hidrometeorológico nacional, com o apoio do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI); da Secretaria Nacional de Defesa Civil, vinculada ao Ministério da Integração Nacional; do Serviço Geológico do Brasil (CPRM); e dos órgãos gestores estaduais de recursos hídricos. Alagoas, Goiás, Pernambuco, Roraima e Sergipe já possuem seus centros de monitoramento.

A montagem de Salas de Situação nos estados integra o Plano Nacional de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres Naturais, lançado pela presidente Dilma Rousseff em 8 de agosto. O Plano prevê investimentos de R$ 15,4 bilhões em ações articuladas de prevenção e redução do tempo de resposta a ocorrências e as Salas de Situação fazem parte do eixo de Monitoramento e Alerta.

Monitoramento hidrometeorológico
A Rede Hidrometeorológica Nacional da Agência possui mais de 4,5 mil estações de monitoramento, de diferentes tipos, em todo o País. Por meio de sua Sala de Situação, em Brasília, a ANA acompanha as tendências hidrológicas dos principais rios e reservatórios nacionais e desenvolve ações de prevenção que permitem identificar possíveis eventos críticos e adotar antecipadamente medidas para mitigar seus impactos.


Redação com Portal Correio