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Loira misteriosa faz sessão de fotos nua na Ponte Estaiada e em praças no PI

A Ponte Estaiada é o mais belo cartão postal de Teresina e nos últimos dias virou cenário de uma sessão de fotos ousada, protagonizada por uma loira misteriosa.

Pelo menos três fotos circularam nas redes sociais da moça, do jeito que veio ao mundo, sem vergonha de mostrar seus atributos na ponte mais famosa da capital piauiense.

Há também um registro na complexo Lagoas do Norte. As fotos parecem ter sido feitas durante a madrugada, para evitar um flagrante de atentado ao pudor.

Ainda não se sabe a identidade da mulher, que já tem causado polêmica nas redes sociais.

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Ministério da Saúde confirma que casos semelhantes a ‘doença misteriosa’ da PB na Bahia, é mesmo Zika

lucas
Foto: Nice Almeida

O Ministério da Saúde confirmou nesta terça-feira, 5, que pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) encontraram o Zika Vírus, que provoca doença semelhante à dengue, em amostras de sangue de pacientes do Estado nordestino. A confirmação da circulação desse vírus no Brasil só será feita pelo governo, porém, após a conclusão de testes feitos em laboratórios de referência para os quais as amostras foram enviadas. Há relatos de pacientes com esse quadro nos Estados da Bahia, Maranhão, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe e Paraíba.

O material foi encaminhado para o Instituto Evandro Chagas, no Pará, e para o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC). As amostras são de pacientes da cidade de Camaçari, na Bahia, que apresentaram sintomas semelhantes à dengue, com manchas e erupções no corpo, sem que um diagnóstico pudesse ser estabelecido. Exames feitos de forma independente por especialistas da UFBA detectaram a presença do vírus.

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Transmitido pelo Aedes aegypti e por outros tipos de mosquito, o Zika Vírus apresenta sintomas parecidos com os da dengue e da chikungunya, mas com menor gravidade. Os quadros suspeitos já reportados no Brasil foram caracterizados por febre baixa, vermelhidão nos olhos, dores nas costas, articulações, costas e cabeça e o chamado exantema (erupção na pele com pontos brancos ou vermelhos).

Caso se confirme a presença do Zika Vírus em pacientes brasileiros, será a primeira vez que a doença é registrada nas Américas. Até agora, o vírus já havia sido reportado em países da África e da Ásia.

Assim como no caso da dengue, o tratamento é apenas dos sintomas, com o uso de paracetamol para febre e dor. Não se recomenda o uso de medicamentos com ácido acetilsalicílico por causa do risco de complicações hemorrágicas. Os sinais e sintomas da doença duram, em média, sete dias e não há relato de mortes associadas ao Zika Vírus.

Estadão

Secretaria de Saúde confirma surto de doença misteriosa na Paraíba, explica sintomas e alerta unidades

Funcionário da TV Arapuan ficou doente
Funcionário da TV Arapuan ficou doente

Dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES) confirmaram ontem o surto da doença cujos sintomas, manchas vermelhas pelo corpo acompanhadas ou não de febre, vêm assustando os paraibanos.

A Gerência de Vigilância e Saúde afirmou que enviou notas técnicas para todas as Unidades de Saúde do Estado visando alertar profissionais de saúde para que notifiquem os novos casos da doença, que atinge a Paraíba e outros Estados do Nordeste.

“A gente esclarece a população que a doença tem uma evolução benigna e de curta duração, sendo que depois de uma semana, no máximo duas, as manchas desaparecem. Pedimos ainda o apoio de procurarem as Unidades de Saúde da Família (USFs) para que os casos sejam registrados e o tratamento seja feito de acordo com os sintomas, uma vez que não existe tratamento específico para a doença”, comentou a gerente executiva de Vigilância em Saúde da SES, Renata Nóbrega, acrescentando que os casos vêm sendo enquadrados como ‘exantema.

Até agora, em todos os casos identificados, a doença apresentou curso benigno, ou seja, não ofereceu risco de morte ou sequelas para os doentes.

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Já sobre a descoberta divulgada na última quarta-feira por pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (UFBA), que classificaram a doença como um vírus chamado Zika Vírus, Renata ressaltou que não existe confirmação nem por parte da SES nem do Ministério da Saúde (MS).

“Até o momento é tudo investigação. De fato, ocorreu essa pesquisa, como circula nas redes sociais, colocando o Zika como uma doença transmitida pelo mesmo vetor da dengue, do chikungunya”, frisou, garantindo que os órgãos continuarão trabalhando para resolver a questão.

“A responsabilidade (de combater a doença) não é só dos órgão oficiais, é da população, que precisa ajudar a combater o vetor. A única forma de prevenir a dengue e, possivelmente, a Zika, caso chegue à Paraíba e seja comprovado, é eliminando os criadouros do mosquito, como locais de acúmulo de água nas casas”, finalizou Renata. A Secretaria disponibilizou dois telefones de contato para quem tiver dúvidas sobre o procedimento diante da doença: (83) 3218-73310800- 281-0023.

 

 

 

Secom-PB

Pesquisadores descobrem vírus causador de ‘doença misteriosa’ que deixou PB em alerta

Funcionário da TV Arapuan ficou doente
Funcionário da TV Arapuan ficou doente

Dois pesquisadores do Instituto de Biologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA) descobriram o vírus causador da doença cujos sintomas são semelhantes aos da dengue e que vem assustando a população de pelo menos sete estados da região nordeste: o Zika Vírus, que é transmitido pelos mosquitos aedes aegypti, aedes albopictus e outros tipos de aedes.

A Secretaria de Saúde da Paraíba iniciou, em parceria com o Ministério da Saúde, uma investigação para identificar a doença exantemática (manchas vermelhas).

A gerente operacional de resposta rápida da Vigilância Epidemiológica Estadual, Diana Pinto, conversou com o portal Paraíba e explicou que a investigação continua em andamento, mas já foi possível identificar que a doença, após sete dias, evolui para uma cura, indicando que é benígna. “A nossa recomendação é que, quem apresentar os sintomas, se encaminhe para o Posto de Saúde mais próximo, não há necessidade de ir a uma unidade de emergência”, orientou.

Já na Bahia, de acordo com Gúbio Soares, pesquisador que fez a descoberta junto com Silvia Sardi, é a primeira vez que o vírus é identificado na América Latina, sendo mais comum na África e Ásia. A dupla suspeita que o vírus chegou à Bahia por causa da Copa do Mundo de Futebol, realizada em 2014 no Brasil.

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“A Copa atraiu pessoas do mundo inteiro. Então acreditamos que algumas pessoas que estavam infectadas foram picadas pelos moquitos trasmissores, e o vírus foi passado para outras pessoas”, diz.

A identificação do vírus foi realizada nesta semana, após a dupla de pesquisadores trabalhar por cerca de 20 dias em amostras de sangue de pacientes de Camaçari, cidade da região metropolitana de Salvador, por meio de uma técnica chamada RT-PCR, que amplifica o material genetico do virus, através de reagentes, aumentando o sinal deste material genético.

Segundo Gúbio, o Zika Vírus causa um quadro muito parecido com o da dengue, em que o paciente pode apresentar sintomas como febre, diarreia, dores e manchas no corpo. Porém, este novo vírus é mais fraco e os sintomas mais brandos.

 

“Zika Vírus não é tão grave quanto dengue ou chikungunya, não leva o paciente à morte. O quadro parece alérgico, é mais tranquilo e o tratamento é o mesmo”, explica o pesquisador. Além destes sintomas, o paciente pode apresentar sinais de conjuntivite.

“O tratamento é o mesmo para dengue: Paracetameol. Você não combate o vírus. Isto quem faz é o seu organismo. Você combate os sintomas”, afirma Gúbio.

A descoberta de Gúbio e Silvia derruba as duas hipóteses levantadas pela Vigilância Epidemiológica e a Secretaria de Saúde de Camaçari, para explicar a doença. No último mês de março, os dois órgãos suspeitavam que o sintomas seriam causados por roséola ou parvovírus-B19.

Gúbio acrescenta que, em geral, os sintomas duram cerca de 12 dias até desaparecerem. “O importante é procurar um médico, assim que os sintomas começarem”, diz.

Globo.com

Secretaria afirma que ‘doença misteriosa’ é benígna, mas alerta que investigação ainda continua

Funcionário da TV Arapuan ficou doente
Funcionário da TV Arapuan ficou doente

Uma doença desconhecida tem movimentado as unidades de Saúde da Paraíba desde o mês de março. A Secretaria de Estado da Saúde iniciou, em parceria com o Ministério da Saúde, uma investigação para identificar a doença exantemática (manchas vermelhas).

A gerente operacional de resposta rápida da Vigilância Epidemológica Estadual, Diana Pinto, conversou com o portal Paraíba e explicou que a investigação continua em andamento, mas já foi possível identificar que a doença, após sete dias, evolui para uma cura, indicando que é benígna. “A nossa recomendação é que, quem apresentar os sintomas, se encaminhe para o Posto de Saúde mais próximo, não há necessidade de ir a uma unidade de emergência”, orientou.

Os sintomas identificados são manchas vermelhas na pele que causam coceira e, em alguns casos, febre baixa. “Para todos os casos suspeitos, estamos fazendo testes para outras doenças exantemáticas e até o agora tivemos alguns casos que deram positivo para dengue, mas outras doenças como rubéola e sarampo não”.

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A Vigilância afirma que a “doença misteriosa” está gerando uma demanda muito grande nos postos de Saúde, mas não é motivo para alarmar a população. “É um evento de Saúde Pública e aumenta a demanda, mas não é alarmante. Quem apresentar sintomas receberá toda a orientação em um posto de saúde”.

 

paraiba.com.br

Doença misteriosa e contagiosa chega à Paraíba; Ministério da Saúde investiga os casos

firminoUma doença misteriosa conhecida por ‘Eritema Infeccioso ou  Parvovírus B19’ chega a Paraíba  e já preocupa as autoridades de saúde. Várias pessoas apresentando os sintomas da doença estão procurando os serviços de saúde. Diante da situação, técnicos do Ministério da Saúde já se encontram em João Pessoa fazendo uma avaliação de todo os casos suspeitos, mas até agora não foi fechado nenhum diagnóstico preciso sobre doença.

Um dos pacientes apresentando os sintomas da doença procurou o serviço de saúde é o médico suspeitou que se tratava da doença que é muito confundida com a dengue.

Os sintomas são manchas avermelhadas que podem se estender para os braços, tronco, coxas e nádegas. A coloração das manchas é rosada ou avermelhada e com um ligeiro relevo.

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A diretora geral do Clementino Fraga, Adriana Teixeira fala um pouco mais sobre a doença:

Veja:

O que é Eritema infeccioso?

Eritema infeccioso é uma doença causada pelo vírus parvovírus B19. Também chamada de parvovirose, ela afeta principalmente crianças e o principal sintoma são erupções vermelhas nos braços, pernas e rosto. Essa doença pode ser grave em casos de gravidez ou pessoas com um sistema imunológico comprometido.

Causas:

O parvovírus B19 humano provoca eritema infeccioso. A doença já é contagiosa uma semana antes das erupções aparecerem. No entanto, uma vez que a doença se manifesta, a doença deixa de ser contagiosa.

Sintomas:

A maioria das pessoas com eritema infeccioso não têm sintomas. Entretanto, os primeiros sinais de eritema infeccioso em adultos e crianças podem incluir:

Garganta inflamada; Febre baixa; Dor de estômago; Dor de cabeça; Fadiga; Coceira; Garganta inflamada; Febre baixa; Dor de estômago; Dor de cabeça e Fadiga.



Eritema infeccioso em adultos:

Adultos não costumam desenvolver as erupções e manchas no rosto. Em vez disso, o sintoma mais importante do eritema infeccioso em adultos é a dor nas articulações, que podem durar dias ou semanas. As articulações mais comumente afetadas são as mãos, pulsos, joelhos e tornozelos.

Eritema infeccioso em crianças:

Vários dias após o aparecimento dos primeiros sintomas pode aparecer uma mancha avermelhada em ambas as faces da criança. Eventualmente, ela pode se estender para os braços, tronco, coxas e nádegas. A coloração das manchas é rosada ou avermelhada e com um ligeiro relevo.

Período de Incubação:

Repouso e ingestão de líquidos são ações que facilitam o processo de cura. As crianças muitas vezes podem voltar para a escola quando as erupções cutâneas acontecem, pois já não são mais contagiosas nesse ponto.

Após contrair o parvovírus uma vez, a pessoa se torna imune à doença.

Tratamento:

Na maioria dos casos não é necessário qualquer tratamento para eritema infecioso. Se há dor nas articulações ou dor de cabeça, por exemplo, podem ser usados analgésicos conforme os sintomas aparecerem. Caso contrário, é necessário apenas esperar o corpo combater o vírus, o que normalmente leva de uma a três semanas.

Repouso e ingestão de líquidos são ações que facilitam o processo de cura. As crianças muitas vezes podem voltar para a escola quando as erupções cutâneas acontecem, pois já não são mais contagiosas nesse ponto.

Após contrair o parvovírus uma vez, a pessoa se torna imune à doença.

Prevenção:

Não há vacina para eritema infeccioso. Como é uma doença transmitida pelo ar e através de fluidos corporais, é Importante lavar suas mãos e as da criança com frequência pode ajudar a diminuir as chances de infecção. Além disso, é importante evitar o contato com crianças e adultos infectados pelo menos até que ocorram as erupções cutâneas.

paraiba.com.br