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Ações que pequenas e micro empresas na pandemia de Covid-19 devem tomar para minimizar crise

Consultor empresarial aponta quais atitudes os negócios devem ter para lidar com o momento caótico na economia 
A pandemia do novo coronavírus tem levado o mundo a inúmeras transformações, sendo a econômica, umas das mais importantes e relevantes no momento. Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE ou clube dos países ricos), a economia global pode levar anos para se recuperar do impacto desse problema de saúde pública mundial.

No Brasil, algumas medidas têm sido tomadas para tentar evitar a crise, principalmente nas micro e pequenas empresas. Foi anunciado no dia 19 de março que empresas com faturamento bruto anual de até R$10 milhões passam a contar com linha de crédito de recursos de 1 bilhão do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Destinada ao financiamento de capital de giro, o intuito dessa liberação é a tentativa de minimizar os impactos da pandemia sobre os micro e pequenos negócios.

Dia 27 de março, nesta mesma linha de socorro às micro e pequenas empresas, o governo lançou uma linha para pagar os salários (limitado a dois salários mínimos) onde o empresário teria 6 meses de carência e 2 anos para quitar este empréstimo. O dinheiro irá diretamente para a conta do trabalhador.

Com a minha experiência de mais de 35 anos na vida corporativa e desde 2015 à frente da MORCONE Consultoria Empresarial, hoje apresento ações que devem ser tomadas pelas pequenas e micro empresas na pandemia de Covid-19, para que possam minimizar ao máximo os efeitos dessa crise e continuar em atividade no mercado.

Pequenas e micro empresas na pandemia de Covid-19 – ações para lidar com a crise econômica

O que tem sobressaído no mundo nos últimos dias é o pânico das pessoas. Quanto aos colaboradores, o medo de perderem os seus empregos, quanto às empresas, as muitas incertezas sobre a continuidade no mercado após o tempo de paralisação devido à pandemia do novo coronavírus.

Decidi trazer algumas orientações sobre as atitudes que devem ser tomadas pelas pequenas e micro empresas na pandemia de Covid-19, para que possam minimizar ao máximo os efeitos dessa crise mundial. Vamos a elas:

Corte de custos

Essa é obviamente a primeira ação emergencial que as empresas precisam tomar. A minha orientação é cortar tudo o que for possível, tanto de custos fixos, quanto de variáveis.

Mas é preciso minuciosa análise quanto a quais cortes podem ser realizados, de maneira que não afete a empresa. Essa pandemia tem, por exemplo, mostrado a muitos negócios sobre a eficiência do home office e o quanto pode economizar para as empresas manter esse modelo de trabalho nos próximos meses.

Muitos negócios podem encontrar a necessidade de procurar orientação para esse momento de rever os seus custos e quais poderiam ser cortados. O auxílio de um especialista pode ser muito bem-vindo nesse momento.

Diminua o volume de atividades

Muitas indústrias adotaram o funcionamento parcial, mantendo 50% de suas atividades. Essa diminuição de volume também impacta sobre os custos fixos e variáveis, por isso, é uma ação importante em um momento emergencial.

Comunicação clara com clientes

Nesse período de crise, as empresas devem direcionar as suas energias também ao esclarecimento, à comunicação com clientes. Muitas empresas, principalmente no setor da alimentação, tem adotado, por decreto governamental, o serviço delivery como alternativa para prosseguir em funcionamento, essa mudança requer o cuidado da comunicação com os consumidores.

Qualquer tipo de mudança precisa ser comunicada claramente e, para isso, o marketing digital é fundamental.

Negociação de pagamento com fornecedores/parceiros

Nesse momento caótico que estamos vivenciando em nossa economia, acredito que a habilidade da negociação será a ação mais importante para as empresas. Tentar uma negociação de prazos de pagamento com fornecedores/parceiros é essencial, levando em conta a diminuição do volume de atividades, provavelmente haverá diminuição também da demanda com essas empresas parceiras.

Investimento em técnicas de venda mais eficientes e humanizadas

Algumas coisas por conta da pandemia já mudaram, como já mencionei, algumas empresas passaram a investir mais no modelo e-commerce e daqui para frente enfatizo que será cada vez mais importante o investimento em técnicas de vendas eficientes em que a humanização do atendimento seja uma das principais prioridades.

Transformações nas pequenas e micro empresas na pandemia de Covid-19

Diante desse problema tão grave para a economia brasileira e mundial, friso a importância de que as empresas não esperem o problema acontecer e se antecipem. Essas ações demonstram confiabilidade por parte do negócio.

As lideranças nesse cenário precisam estar prontas para lidar com dias difíceis. Negociação será a principal ferramenta das empresas em tempos de pandemia.

O planejamento estratégico nesse cenário é fundamental, aliás, vale lembrar sobre a importância de constantemente atualizar o planejamento, para que em momentos complexos como esse atual no Brasil e no mundo, as empresas saibam quais ações precisam ser tomadas em curto e longo prazo.

Atitudes impulsivas só podem prejudicar as empresas nesse momento, qualquer decisão como corte de gastos, demissão de pessoas, mudanças em processos operacionais, entre outras, devem ser realizada sob análise, por isso saliento a importância de que nesse momento, as empresas recorram à ajuda especializada para lidar com esse cenário por conta da pandemia de Covid-19.

Carlos Moreira – Há mais de 35 anos atuando em diversas empresas nacionais e multinacionais como Manager, CEO (Diretor Presidente), CFO (Diretor Financeiro e Controladoria) e CCO (Diretor Comercial e de Marketing).É empresário há mais de 15 anos e sócio e fundador da MORCONE Consultoria Empresarial.

 

Para minimizar crise, Temer come picanha com embaixadores

temerApós uma série de reuniões neste domingo na tentativa de minimizar os efeitos da Operação Carne Fraca sob as exportações, o presidente Michel Temer terminou o dia com churrasco. Ele convidou embaixadores de países importadores de carne para uma churrascaria em uma área nobre de Brasília. Nem bem chegou, o presidente foi servido com picanha, que comeu acompanhado de uma caipirinha.

Participaram do evento 19 embaixadores e oito encarregados de negócios. O presidente se sentou ao lado dos representantes da Angola e da China. Também estiveram na churrascaria ministros de Estado, como o da Agricultura, Blairo Maggi, e da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco. Aos diplomatas e membros do governo foram servidos ainda de vinho tinto e caipirinhas.

A churrascaria fica às margens do Lago Paranoá e cobra, aos domingos, R$ 119 por pessoa. A reserva foi feita para 80 convidados.

Mais cedo, em reunião no Palácio do Planalto, o presidente disse aos embaixadores que as suspeitas de irregularidades na inspeção e liberação de produtos impróprios para consumo se limitam a uma parcela pequena dos frigoríficos do país. Ele fez questão de ressaltar que, dos mais de quatro mil empreendimentos brasileiros, apenas 21 estão sob investigação. Deles, três foram interditados.

O presidente da República tirou fotos com a equipe de funcionários da churrascaria e participou da brincadeira do chefe de cozinha, que lhe passou o chapéu para a fotografia. Na saída, ele reforçou o discurso de que são poucos os frigoríficos envolvidos na Operação e disse que os embaixadores entenderam e irão divulgar aos seus países que há tranquilidade para o consumo da carne brasileira:

– Os embaixadores disseram que vão divulgar aos seus países a tranquilidade em relação ao consumo da carne. Não é para causar um terror que está possivelmente se imaginando que se possa causar em relação a isso. Todos eles (embaixadores) aceitaram o meu convite e se deliciaram.

 

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Vital do Rêgo defende ações para minimizar efeitos da seca no NE

 

O senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) que vem participando ativamente das audiências públicas da Subcomissão Permanente do Desenvolvimento do Nordeste, ao qual é titular que está debatendo a problemática da estiagem nos Estados Nordestinos, demostrou preocupação com a estimativa preliminar da Defesa Civil onde prevê que mais 80 munícipios paraibanos estão na iminência de decretar estado de emergência.

Ligada à Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR), a subcomissão está promovendo está realizando visitas técnicas em toda a região abrangida pela Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). Já foram realizados encontros em Alagoas, Piauí, Paraíba e Ceará, sempre com a presença de técnicos do governo federal que apresentam as ações em curso na respectiva região e as metas.

Para Vital, o papel desenvolvido pela comissão é de grande importância para apontar saídas para os graves problemas que ainda afligem a região. Para ele, encontrar a maneira sustentável e viável de diminuir ao máximo o problema da seca significa criar a possibilidade de potencializar aptidões regionais e de desenvolver uma nova perspectiva de vida para os homens e mulheres que vivem no campo e nas cidades. “Dados como os do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) revelam que esse ano só choveu 42% do previsto para o período no Sertão, o que já comprometeu grande parte das lavouras.  Neste sentido apoio à adoção de medidas de enfrentamento à seca que se agrava, onde defendo medidas de combate ao desperdício de água nas cidades paraibanas, como também reforço minha luta pela agilidade nas obras da transposição do Rio São Francisco e pelo perdão das dívidas aos mais de 320 mil agricultores familiares oriundas de operações de crédito rural contratadas por instituições financeiras federais, como o Banco do Nordeste (BNB)”, disse o parlamentar.

O senador peemedebista destaca que se faz necessário que a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (CAGEPA) invista mais na criação de programas de redução do desperdício de água, tendo em vista que dados recentes da companhia mostram que o desperdício de água na Grande João Pessoa ainda é o grande vilão e chega a 15% de um total de 3 mil litros por segundo produzidos pela estação de Gramame, ou seja, 450 litros por segundo são perdidos por causa dos vazamentos das torneiras, da rede antiga e do uso inconsciente da população. Ele apela que o chefe do executivo estadual mude a política adotada de desestruturação da empresa que constantemente vem sendo alvo de críticas na mídia paraibana devido aos péssimos serviços prestados a população.

No âmbito da Transposição lembra que o Tribunal de Contas da União (TCU) a seu pedido já liberou os aditivos permitindo ao governo a retomar os serviços. O senador recebeu recentemente uma ligação do Ministro da Fernando Bezerra, dando garantia ao seu pedido de andamento nos lotes que estavam paralisados.

Assessoria para o Focando a Notícia