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‘Minha casa Minha Vida’ é retomado e terá 2,6 mil novas unidades no país, diz ministro

As obras para a construção de 2.600 unidades habitacionais da Faixa 1 do Programa Minha Casa Minha Vida serão retomadas em todo o Brasil. O anúncio foi feito nessa sexta (26), em Recife (PE), pelo ministro das Cidades, Bruno Araújo. Serão aplicados mais de R$ 200 milhões em recursos.

Durante a abertura do Feirão da Caixa, o ministro  também autorizou o reinício das obras de 576 unidades habitacionais dos Residenciais Dona Lindu I e II na Granja Luciana, no município de São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana do Recife. Com investimento de R$ 36 milhões, mais de duas mil pessoas devem ser beneficiadas com os residenciais.

“Eram 60 mil unidades paralisadas em todo o Brasil. Já retomamos mais de 33 mil e, semana que vem, vamos anunciar, em Pernambuco, novos empreendimentos da Faixa 1 do Minha Casa Minha Vida para o estado”, destacou o ministro.

Ao longo da próxima semana, ministro das Cidades, Bruno Araújo. antecipou que deverá ser retomada a construção de mais 20 mil unidades habitacionais distribuídas em vários estados do país.

Correio da Paraíba com agências

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Marília Mendonça fala sobre críticas: ‘A minha verdade ainda assusta’

 (Foto: Maurício Antônio/Divulgação)
(Foto: Maurício Antônio/Divulgação)

Marília Mendonça já era destaque em composições sertanejas anos antes de fazer seu primeiro show como cantora. A estreia nos palcos aconteceu em 2015, pouco depois de ela gravar seu primeiro DVD. Menos de um ano após a primeira apresentação oficial, Marília entrou forte para o hall de mulheres em destaque no cenário sertanejo.

Há algumas semanas, inclusive, tornou-se a artista mais vista no Brasil segundo números do Youtube, superando até artistas internacionais como Shakira, Taylor Swift e Adele.

Sobre o fato, aliás, Marília comemora, mas prefere não ser comparada a nenhuma outra estrela. “É uma felicidade muito grande até por nunca ter tido essa pretensão. Tudo aconteceu naturalmente. Não gosto de comparações… Fizeram comparação, falando que fiquei na frente da Adele. Mas sempre digo, não tenho nada a ver com isso, foi o povo que escolheu. Obrigada a todos os fãs”, afirmou ela, ressaltando que não foi uma conquista planejada.

Marília conversou com o EGO dias após ser internada com princípio de estafa. “Já voltei (ao trabalho). Foi só um sustinho”, afirmou ela, que vem tentando se acostumar com a mudança radical entre a vida de compositora e a de cantora.

“É uma mudança da água para o vinho. Compositor tem a vida mais tranquila, dorme na hora certa, acorda na hora certa, tem como preservar a imagem. Cantava desde nova na igreja, mas não pensava em tudo o que está acontecendo. Algumas coisas assustam a gente, como o que aconteceu agora (a internação). Mas a felicidade é muito grande ao ouvir as pessoas cantarem minha música”, afirmou ela.

Sinceridade
A sinceridade de Marília não aparece apenas para falar sobre esse assunto, mas é um de seus pontos fortes. Sua postura firme e direta é comum em sua fala e decisões. Como por exemplo, a de não seguir os conselhos para emagrecer. “Presenciei muita gente que fez isso por pressão. Eu não acho que isso seja legal. Tenho que mostrar no palco o que eu sou. A gente já sofre tanto por ai, se não puder comer o que gosta, não dá, né? (risos). Vou fazer sempre o que me sinto bem”, disparou ela, que por muitas vezes também já foi julgada por beber nos palcos.

Sobre esse fato, aliás, Marília faz um desabafo envolvendo as críticas que recebeu após o show cancelado por estar passando mal. “Muitas pessoas falaram que eu estava bêbada, que bebi o dia todo no hotel. E eu já cheguei doente no hotel de noite. As pessoas acham estranha mulheres botando a cara desse jeito. Acho que estou sofrendo um pouco disso. Uma pratica que não é comum ainda. E as pessoas acabam colocando foco naquilo. Se fosse um cantor sertanejo tomando uma dose no palco, como faço, é normal. Mas se é mulher, é alcoólatra. A minha verdade ainda assusta as pessoas”, desabafou.

Marília contou ainda que não esconde nada de sua vida e, inclusive, coloca algumas de suas histórias em suas canções. “Sentimento louco”, música que conta a história de uma mulher que se envolve com um homem comprometido, é uma delas.

DVD
Ainda colhendo os frutos de seu primeiro DVD, Marília se prepara para gravar o segundo trabalho. A filmagem será no dia 8 de outubro no Sambódromo de Manaus. As participações especiais no palco ainda são surpresa. Mas a cantora entrega que, no repertório, trará novamente histórias falando de amor. “Vem a cara da Marília Mendonça de novo. Com novos assuntos, mas as ‘polêmicas’ ainda vão existir. As pessoas gostam de chamar de polêmica, mas gosto de falar sobre a verdade. Serão músicas românticas, mas com o toque mais dançante”, contou.

Em suas faixas, Marília costuma falar sobre uma mulher mais independente, que não sofre tanto por amor quando é largada e que, muitas vezes, também é a responsável por “dar o pé” no boy. Mas essa independência nos relacionamentos ela admite que é mais para os palcos mesmo. “Eu sofro de amor, sim. Hoje estou com o coração tranquilo, estou namorando um rapaz aí… Eu não sou tão forte como eu canto. Mas acho que aquilo é uma forma de incentivar as mulheres”, afirma.

Marília Mendonça (Foto: Flaney Gonzalez/Divulgação)Marília Mendonça (Foto: Flaney Gonzalez/Divulgação)

 

Marília Mendonça  (Foto: Maurício Antônio/Divulgação)Marília Mendonça (Foto: Maurício Antônio/Divulgação)
Marília Mendonça  (Foto: Maurício Antônio/Divulgação)Marília Mendonça (Foto: Maurício Antônio/Divulgação)
Marília Mendonça  (Foto: Maurício Antônio/Divulgação)Marília Mendonça (Foto: Maurício Antônio/Divulgação)

 

EGO

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Governo reduz subsídio da baixa renda do Minha Casa, Minha Vida de 95% para 15%

minha casaSem ter de onde tirar recursos para investir no faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida (segmento voltado para famílias com renda de até R$ 1,6 mil mensais), o governo anunciou uma medida que pode garantir o financiamento dessa modalidade do programa habitacional sem ter de usar o próprio cofre em meio ao ajuste fiscal. A solução está na utilização de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para manter o investimento do programa.

O governo federal subsidiava 95% do valor do imóvel e agora a subvenção será de apenas 15%, enquanto o FGTS vai financiar 80% a fundo perdido. Os outros 5% continuam sendo pagos pelos mutuários. Ou seja, o mutuário pagará 85% do imóvel, enquanto antes da mudança pagava apenas 5%.

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Na terça-feira (6), o Conselho Curador do FGTS aprovou a aplicação de R$ 3,3 bilhões na faixa 1 do programa neste ano, com previsão de R$ 4,8 bilhões para 2016, o que resultará em R$ 8,1 bilhões até o ano que vem.

A medida foi proposta pelo governo de Dilma Rousseff, mas precisava ser aprovada pelo conselho, que reúne representantes do governo, dos trabalhadores (beneficiários do fundo) e de empresas (que fazem depósitos). Após cortar verbas do programa, e com previsão de déficit orçamentário, o governo federal teve de buscar uma alternativa de recursos para que o Minha Casa, Minha Vida não fosse paralisado. O programa é vitrine política dos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff e tem sofrido cortes no montante investido, com redução de R$ 5,6 bilhões apenas em 2015, o que levou à necessidade de buscar recursos de outras fontes.

Para o deputado federal Carlos Marun (PMDB/MS), integrante da Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara, a proposta do governo é positiva. “O FGTS tem esse caráter de promover habitação social. É umas das funções do fundo. A medida é bem-vinda num momento em que governo tem extrema dificuldade de caixa.”

Deputado Carlos Marun (PMDB-MS) prepara projeto de lei para salvar pequenas construtorasCâmara dos Deputados Deputado Carlos Marun (PMDB-MS) prepara projeto de lei para salvar pequenas construtoras

Marun acredita que o fato de o governo repassar 80% da subvenção ao FGTS é “desproporcional”, mas necessária. “Essa é uma questão do momento. O bom seria que isso não acontecesse, mas dentro da atual realidade é, talvez, um mal necessário porque cria condições de manter o faixa 1. E precisamos lembrar que não é uma medida definitiva.”

O professor Marcio Fernandes Gabrielli, da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV), avalia a medida como positiva também, mas faz algumas ressalvas.

“A utilização do FGTS para isso está correta e é boa. Mas a mudança pode ser um golpe duro para o mutuário mais vulnerável, porque vai ficar mais caro para um público sem recursos”, avalia Gabrielli.

“Para esse tipo de mutuário tem de ver se será viável, pois a questão é que o subsídio vai ficar menor e as dificuldades de pagamento podem surgir. Se a pessoa não paga, FGTS vai assumir isso. Acredito que teremos um problema de inadimplência, sim.”

Segundo o professor, a conta a ser feita é a seguinte: uma família com renda mensal de R$ 1,6 mil não deve utilizar mais de 30% do orçamento doméstico [R$ 500, neste caso] para pagar habitação. Mesmo que o financiamento do FGTS seja a fundo perdido, na comparação com a forma como era feita até agora, a cobrança dos 80% do valor do imóvel vai pesar para o mutuário de baixa renda. “Acho que pode ter problema de inadimplência, sim. Vai encarecer demais as prestações para esse público. Pode tornar inviável, além de onerar o FGTS no caso de inadimplência.”

Na terça-feira (6), o ministro do Trabalho e da Previdência Social, Miguel Rossetto, que presidiu sua primeira reunião à frente do Conselho, disse que a medida tem como finalidade alcançar as famílias na Faixa 1 do programa habitacional, possibilitando a manutenção de geração de empregos no setor da construção civil e a garantia da habitação às famílias de baixa renda, como é o caso daqueles inseridos no Faixa 1.

“Essa condição excepcional se dá por conta da boa condição financeira do FGTS e tem por objetivo sustentar investimentos, preservar empregos, dinamizar as regiões e assegurar o direito à moradia aos trabalhadores. Estamos ampliando para o Faixa 1 uma metodologia já existente, para que pudéssemos investir em financiamento a essas famílias e permitir que tenham acesso a sua moradia”, afirmou o ministro.

Para este ano, o Conselho já tinha aprovado R$ 8,9 bilhões em subsídios nas faixas 2 e 3 do programa, cujos juros são menores do que o praticado pelos bancos, mas o retorno não é a fundo perdido.

Segundo o Ministério do Trabalho e da Previdência Social, a medida tomanda amplia as regras da resolução Nº 702/12 do Conselho Curador, em caráter excepcional, até 31 de dezembro de 2016, mantendo na faixa 1 as regras vigentes para as outras faixas de renda, vinculando o aporte de recursos à contratação individual dos beneficiários e de imóveis novos produzidos no âmbito do Minha Casa Minha Vida.

“Por meio desta nova linha, o FGTS complementará o desconto atualmente oferecido na faixa 1 do MCMV aos beneficiários. O desconto é concedido no momento em que o cidadão assina o contrato de crédito habitacional junto às instituições financeiras habilitadas a operar no programa [Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil]. O financiamento será garantido por meio de caução formada pelo depósito de parte do crédito da venda do imóvel”, explica o MTE.

Em 2015, o subsídio é de 80%, até o limite de R$ 45 mil reais por habitação. Para 2016, o subsídio será de 60% até o limite de R$ 45 mil reais por habitação.

Projeto de lei quer responsabilizar governo por atraso nos pagamentos

O deputado Carlos Marun trabalha na elaboração de um projeto de lei (PL) para ajudar pequenas empresas da construção civil quebradas pelos atrasos nos repasses do governo do programa Minha Casa, Minha Vida. “Os atraso de pagamento produziram muito desequilíbrio financeiro e levaram ao fechamento de diversas empresas que atuam na faixa 1. O governo deve admitir isso. Quando há um desequilíbrio financeiro constatado, que leva à falência de empresas que trabalharam, é preciso socorrê-las”, explica o deputado que deve apresentar o PL à comissão de Finanças da Câmara na próxima semana.

Ele pondera que está buscando uma solução para que a “indústria do reajuste” não seja fomentada. “É fato que o governo deu causa ao desequilíbrio financeiro, ou porque atrasou pagamentos ou porque manteve os preços em um nível inviável, prejudicado pela inflação da construção. Meu projeto é para que a gente não perca a experiência de empresas com expertise. Não sou favorável à indústria do reajuste. Mas muitas empresas idôneas foram prejudicadas pelo desequilíbrio financeiro do governo.

Fundo é grande financiador de moradias no País

Até o dia 3 de setembro, R$ 33,8 bilhões do FGTS foram utilizados para financiar 351.697 unidades habitacionais populares no País. O número é superior aos R$ 30,2 bilhões em empréstimos para construção, com esses recursos, de 320.185 unidades em todo o ano de 2014.

O FGTS fechou 2014 com um volume de ativos que totalizaram R$ 410,4 bilhões, além de patrimônio líquido que alcançou R$ 77,5 bilhões. A contratação de subsídios chegou a R$ 7,89 bilhões, sendo a maior parte destinada aos trabalhadores com conta vinculada.

IG

Caixa fecha cerco a inadimplentes do Minha Casa e imóveis serão retomados

minha casaO governo federal decidiu retomar os imóveis dos beneficiários mais carentes do programa Minha Casa Minha Vida que estão inadimplentes há mais de três meses. A Caixa Econômica Federal apertou a cobrança das prestações que estão atrasadas. Passou a ligar e a enviar SMS para os beneficiários logo após os primeiros dias de vencimento.

A mudança de postura em relação aos calotes da chamada faixa 1 do programa – famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil – se deve a dois fatores: o agravamento da crise, que não permite ao governo ser leniente com a inadimplência em momento de frustração de recursos, e o temor da fiscalização dos órgãos de controle, já que até 95% desses imóveis são bancados com dinheiro público.

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A inadimplência do faixa 1 fechou o primeiro semestre deste ano em 22%, dez vezes superior aos atrasos dos financiamentos imobiliários tradicionais. O nível é também destoante das operações das outras duas faixas de renda do Minha Casa: a parcela de atrasos acima de 90 dias nessas faixas está por volta de 2%. Os dados foram repassados pelo Ministério das Cidades. Segundo o governo, um quarto dos contratos do MCMV faixa 1 está há mais de 90 dias em atraso. De acordo com as regras do programa, as prestações para as famílias da faixa 1 não podem ultrapassar 5% da renda do beneficiário, com valor mínimo de R$ 25 pagos pelo período de dez anos.

O primeiro passo para retomar os imóveis dessas famílias foi dado no fim do ano passado pela presidente Dilma Rousseff. Ela modificou uma lei para determinar que os imóveis tomados devem ter um tratamento diferenciado. Em vez levar a leilão, como costuma acontecer nos financiamentos imobiliários, a Caixa tem de reincluir o imóvel no programa, para ser direcionado a outro beneficiário que está na lista de espera do Minha Casa.

A alteração na lei evita que o imóvel retomado seja comprado por uma família com renda superior à dos beneficiários do programa, o que seria uma desvirtuação do programa. Essas casas ou apartamentos têm um tratamento tributário diferenciado, ou seja, são construídos com menos impostos.

Na época, o Ministério das Cidades informou que o programa não tinha objetivo de retomar os imóveis no caso de inadimplência, mas ajudar as famílias a superar as dificuldades financeiras e colocar as prestações em dia. Ressaltou o fato de que a faixa 1 do Minha Casa não era um financiamento como outro qualquer, mas uma política social para reduzir o déficit habitacional.

O discurso, porém, mudou. O Ministério das Cidades informou agora que adotará o que diz a lei para os casos de inadimplência, ou seja, entregar o imóvel para outra família. “Hoje, o Ministério das Cidades e o agente operador do programa estão discutindo a forma de implementação da lei”, informou.

“Tolerar a inadimplência como ocorreu até pouco tempo é inadmissível. O imóvel é bancado com dinheiro da sociedade. Não consigo entender por que não tomaram essa decisão antes”, diz Flávio Prando, vice-presidente de Habitação Econômica do Secovi-SP, o sindicato de empresas do setor em São Paulo. Ele considera que as condições são “exageradamente favoráveis” para o calote e que falta uma qualificação mais precisa das condições financeiras das famílias.

Para Lauro Gonzalez, coordenador do centro de estudos de microfinanças e inclusão financeira da FGV, parte considerável dos beneficiários do programa poderia pagar uma prestação superior à de 5% da renda. Ele defende que o caminho seria uma espécie de microcrédito orientado para essas famílias, com análise do potencial de pagamento de cada uma. “Isso diminuiria a inadimplência e o subsídio empregado no programa”, diz.

Cerca de 4 milhões de unidades foram contratadas nas duas primeiras fases do Minha Casa
Cerca de 4 milhões de unidades foram contratadas nas duas primeiras fases do Minha Casa

 

Estadão

“Foi a maior decepção da minha vida”, desabafa radialista sobre passagem por emissora do Brejo

JOSENILDOA região polarizada por Guarabira é uma das maiores concentrações radiofônicas da Paraíba. Várias emissoras fazem parte do cotidiano das pessoas que habitam ou transitam nos mais de 30 municípios que formam o conglomerado populacional do brejo/curimataú.

O rádio é uma verdadeira paixão do povo de Guarabira e região. E como toda paixão desperta sentimentos diversos. Foi o que se ouviu nesta terça-feira, 14.

O radialista Josenildo Monteiro, integrante da Rádio Serrana AM de Araruna, utilizou os microfones da Rádio Rua Nova 87,9 FM para revelar que sofreu a maior decepção de sua vida ao apostar todas as fichas num suposto projeto novo de comunicação instalado em sua terra natal, Belém.

Sem citar nominalmente o projeto ao qual se referia, Monteiro revelou que abandonou a Rádio Integração AM de Bananeiras após 21 anos de militância para ingressar em outra frequência que só lhe trouxe decepção. Ele ainda realçou que vários profissionais da região do brejo paraibano foram vítimas das enganações de um suposto projeto novo de comunicação em Belém.

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“Fui enganado, foi a maior decepção da minha vida, fui enganado, prometeram fazer uma rádio democrática, diferente, mas o que vimos foi um engodo”, desabafou Josenildo.

“Muitos profissionais saíram tristes, decepcionados, mas graças a Deus por seus próprios talentos conseguiram dar a volta por cima e estão em outas empresas se destacando, pois em Belém foram literalmente enganados”, enfatizou o radialista que integrou a Rádio Talismã 99,3 FM de Belém.

Josenildo Monteiro agradeceu a Rádio Integração AM de Bananeiras (patrimônio da Diocese de Guarabira) pela correção e lealdade no cumprimento das obrigações trabalhistas e direitos funcionais. O locutor destacou também que tem recebido seus vencimentos em dia na Rádio Serrana de Araruna, enaltecendo a liberdade de expressão que desfruta na emissora pertencente a família Maranhão.

Rafael San

‘Minha Casa Minha Vida’ ganha terceira etapa com nova faixa de renda; entenda

minha_casa_minha_vidaA terceira etapa do Minha Casa Minha Vida, prevista para ser lançada no segundo semestre, deverá facilitar a vida de famílias com renda entre R$ 1,2 mil e R$ 2,4 mil. A secretária Nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, afirmou que será criada a Faixa 1- FGTS, na qual a família interessada poderá comprometer até 27,5% de sua renda com o financiamento da casa própria.

Nesta nova modalidade, a contrapartida dos governos estadual ou municipal ou da poupança será de 20% do valor do imóvel. “Se uma família com renda mensal de R$ 1,6 mil comprar um imóvel de R$ 135 mil, por exemplo, necessitará de um subsídio de R$ 45 mil”, disse.

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Atualmente, o Minha Casa Minha Vida tem três faixas de renda. Na primeira, para famílias que recebem até R$ 1,6 mil, o subsídio pode chegar a R$ 95% do valor do imóvel. Na segunda (até R$ 3.275 mensais), esse subsídio tem um teto de R$ 25 mil.

O ajuste se explica pela forte demanda na faixa 1, que acaba concentrando as contratações em famílias que recebem entre R$ 800 e R$ 900. Na prática, a nova faixa intermediária reduzirá as prestações destas famílias.

O governo também estuda adotar uma agenda sustentável para o programa. Algumas das medidas são ampliar a eficiência enérgica, reduzir o consumo de água e criar um sistema integrado de cadastramento de beneficiários. “Esse sistema traria transparência para os municípios”, observou Inês Magalhães no evento em Campinas (SP).

Financiamento

O vice-presidente de Habitação da Caixa Econômica Federal, Teotônio Rezende, disse que, apesar da atual conjuntura econômica, as famílias brasileiras continuam procurando casas para comprar. Prova disso é que seis milhões de pessoas fizeram simulação de financiamentos imobiliários no site da Caixa apenas no mês de maio, sendo 40% para imóveis do Minha Casa Minha Vida.

“Notamos que as simulações de financiamento foram feitas para unidades de até R$ 150 mil reais e por famílias com idade entre 25 e 35 anos”, disse Rezende, lembrando que o banco reponde por 68% do crédito imobiliário do país. “[A Caixa] não trabalha com redução de investimento em habitação de interesse social”, acrescentou.

Anunciada pela presidenta Dilma Rousseff em julho do ano passado, a meta da terceira etapa do programa Minha Casa Minha Vida é construir mais de 3 milhões de unidades até 2018. Trata-se de um número expressivo se comparado às 3,75 milhões de moradias contratadas desde a criação do programa em 2009.

Essa etapa consta de uma série de medidas do governo federal para retomada do crescimento da economia. Em junho, foram anunciados o Programa de Investimento em Logística (PIl) e o Plano Nacional de Exportações (PNE).

 

Por Portal Brasil

Crise faz aumentar calote no programa “Minha Casa Minha Vida”

casa-caixaO Minha Casa Minha Vida, maior programa habitacional do país, tem registrado uma alta da inadimplência, reflexo da queda na renda do trabalhador e do aumento do desemprego. Segundo dados do Ministério das Cidades, os atrasos acima de 90 dias, período a partir do qual o cliente é considerado inadimplente pelo sistema bancário, atingiram, em março, 21,8% dos financiamentos concedidos na faixa 1 do programa, destinada às famílias com renda mensal de até 1,6 mil reais. Em abril de 2014, eram 17,5%. Nas faixas 2 e 3, que inclui famílias com renda de até 5 mil reais, a inadimplência também subiu de 1,9% para 2,2% nesse intervalo. Os números foram publicados pelo jornalFolha de S. Paulo, nesta segunda-feira.

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O grupo da faixa 1 paga prestações mensais entre 25 e 80 reais mensais por um período de dez anos, valor que corresponde a 5% do imóvel. Nesse caso, o valor não pago pelo mutuário é bancado pelo Tesouro Nacional. Já nas faixas 2 e 3 as perdas são assumidas pelo banco que concedeu o empréstimo, como em qualquer financiamento imobiliário.

A alta dos atrasos entre mutuários levou a Caixa a suspender, em fevereiro, o programa Minha Casa Melhor, que disponibilizava uma linha para compra de móveis e eletrodomésticos com prestações de pouco mais de 100 reais. “As pessoas de menor renda são mais suscetíveis a mudanças na economia. Com o aumento do desemprego e a inflação elevada, a tendência é mais inadimplência até essas pessoas conseguirem ajustar o orçamento”, afirmou o presidente do Secovi-SP (sindicato de habitação), Flavio Amary.

Para Lauro Gonzalez, coordenador do Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o cenário econômico favorece a inadimplência, pois as famílias gastam mais água, luz e condomínio. Há também a perda de renda com emprego e inflação. Gonzalez aponta ainda falhas no programa. “Quando se cobra um valor muito inferior à capacidade de pagamento, a pessoa enxerga aquela obrigação como um compromisso menos importante”, diz sobre o valor cobrado na faixa 1.

 

Por: Blog do Gordinho

 

A Caixa Econômica Federal suspende novos contratos do programa Minha Casa Melhor

Caixa-minha_casa_melhorA Caixa Econômica Federal confirmou a suspensão do programa Minha Casa Melhor, que facilita a compra de móveis e eletrodomésticos. O banco informou que novas contratações estão sendo discutidas para uma nova fase do programa, mas não informou detalhes nem prazos. Para os beneficiários que já tem cartão referente a contratos realizados não haverá mudanças.

Lançado em 2013, o programa facilita a aquisição de bens conforme as necessidades das famílias inscritas no Minha Casa, Minha Vida. A Caixa oferece a cada beneficiário do programa habitacional do governo crédito subsidiado de até R$ 5 mil para compra de móveis e eletrodomésticos, a juros de 5% ao ano e prazo de pagamento em 48 meses.

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Sobre a suspensão a Caixa distribui apenas um nota com o posicionamento do banco. “Novas contratações do Minha Casa Melhor estão sendo discutidas no âmbito do programa Minha Casa Minha Vida fase 3. Os cartões referentes a contratos já realizados continuam operando normalmente”, diz.

Fonte: Agência Brasil

RC se compromete: ‘Farei o melhor mandato da minha trajetória política na Paraíba a partir de 2015’

ricardo-coutinhoO governador Ricardo Coutinho, durante entrevista ao Programa Rede Verdade do Sistema Arapuan de Comunicação, voltou a enfatizar que  nesse segundo mandato a frente dos destinos da Paraíba fará o melhor mandato de sua trajetória política no Estado.

Para que isso aconteça, Ricardo Coutinho destacou que não será necessário fazer nenhuma mágica basta apenas qualificar os  avanços  que a Paraíba teve. RC disse que o Estado possuiu números que ele jamais imaginaria conseguir alcançar.

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“Eu não imaginava que a gente pudesse conseguir fazer 2,3 mil quilômetros  de estradas  nem aqui nem em  canto nenhum e nesse segundo semestre teremos a melhor malha viária do Nordeste e programa de rodovias da Paraíba é muito grande  e eu sou o governador que mais construiu estradas no Estado”, destacou.

Ele destacou ainda conclusão da segunda etapa do Programa Caminhos da Paraíba que depende de uma conjuntura da política econômica vigente no país, mas acredita na presidente Dilma com a implantação de uma política de investimentos em infraestrutura e que a Paraíba precisa de R$ 600 milhões para investimentos em estradas nessa segunda etapa do Programa Caminhos da Paraíba o que vai beneficiar o Litoral Sul do Estado.

Paulo Cosme

Dilma deve anunciar hoje ampliação do programa Minha Casa, Minha Vida

minha-casa-minha-vidaEm mais uma iniciativa para melhorar o relacionamento com o setor privado, o ministro Guido Mantega (Fazenda) agendou para esta quarta-feira (17) reunião com o setor da construção civil, quando pode ser anunciada o aumento da meta de habitações da segunda etapa do programa Minha Casa, Minha Vida.

Segundo a Folha apurou, o governo vai analisar atender pedido do setor de elevar em 350 mil as unidades do programa, que passaria de 2,75 milhões de unidades para 3,1 milhões.

A decisão será tomada na reunião de hoje no Ministério da Fazenda, com o presidente da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil), José Carlos Martins.

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O empresariado da construção civil já vinha reivindicando o aumento da meta desde meados deste ano para evitar que o setor passe por um momento de paralisação, depois de contratadas todas as obras para execução das 2,750 milhões de unidades da segunda etapa.

Empreiteiras alertaram, inclusive, que, sem o aumento da meta, há risco de demissões no setor, já que as empresas não teriam condições de planejar novos projetos a partir do final deste ano e início do próximo ano.

Até agosto, já haviam sido contratadas mais de 2,5 milhões unidades. Ou seja, o setor está próximo de cumprir toda meta da segunda etapa. Seguindo orientação do Palácio do Planalto, a equipe econômica passou a atender pedidos do setor privado na busca de reconquistar seu apoio para a presidente Dilma Rousseff.

Na segunda-feira (15), Mantega reuniu empresários de multinacionais brasileiras e anunciou a extensão da redução da cobrança de Imposto de Renda sobre lucros no exterior para toda indústria. Na prática, a alíquota do IR caiu de 34% para 25%.

Na semana passada, o ministro já havia divulgado a volta da alíquota de 3% para o programa de estímulo a exportações, o Reintegra, em 2015. Este mecanismo devolve um percentual das vendas externas aos exportadores para dar mais competitividade à indústria brasileira.

A decisão de iniciar um processo de distribuir bondades para o setor privado tem como objetivo tentar evitar que o empresariado passe a apoiar a candidata do PSB, Marina Silva, nesta reta final da eleição.

A principal adversária da presidente Dilma Rousseff aparece na frente da petista nas pesquisas de simulação do segundo turno, o que tem preocupado a cúpula da campanha dilmista.

Folha de SP