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Solanense Luís Henrique, filho de Ronaldo estreia no Botafogo-RJ e vira destaque no jogo contra Atlético no Mineirão

O Botafogo mais uma vez foi presa fácil no Campeonato Brasileiro. Chegou à 21ª derrota – são 13 no returno – com os 2 a 0 sofridos diante do Atlético-MG. Um rápido exemplo da fragilidade alvinegra é a discrepância no número de finalizações: 28 a 13 para o Galo.

Enfim, nova partida ruim, a maioria das apostas não deu certo, substituições erradas, e os experientes também não corresponderam. De positivo só o garoto Luis Henrique, que substituiu Valencia no segundo tempo.

Luis Henrique foi o melhor jogador do Botafogo contra o Galo — Foto: Vitor Silva/Botafogo

Luis Henrique foi o melhor jogador do Botafogo contra o Galo — Foto: Vitor Silva/Botafogo

O Alvinegro é o penúltimo colocado do returno. Perdeu 13 vezes, marcou apenas 12 gols em 18 jogos e só pontuou mais do que o Avaí: 15 a 6. Uma reta final incompatível com o apoio irrestrito que a torcida tem dado no Nilton Santos.

Ao lado do CSA, Botafogo é o segundo time com mais derrotas no Brasileirão 2019. São 21, sendo superado apenas pelo Avaí, que soma 23.

Primeiro tempo: início positivo, fim melancólico

O Botafogo começou relativamente bem, chegou a ter 60% de posse de bola, mas repetiu o problema crônico da equipe: criação zero. Sorte que o Galo pouco levava perigo também, mas começava a gostar do jogo.

Os donos da casa tinham em Otero sua figura mais perigosa. Deu dois chutes perigosos na etapa. No segundo, Gatito voou e colocou para escanteio. Na sequência, o Botafogo saía para o contra-ataque, e Rhuan tomou a pior das decisões. Tocou a bola no vazio, Guga disparou e entregou a Cazares, que cruzou para Jair abrir o placar.

Após o gol, o Botafogo já tinha a cara do time que fez péssimo returno. Acuado, pressionado e mais perto de sofrer o segundo do que fazer o primeiro. Foi para o intervalo com apenas 1 a 0 de desvantagem. No lucro.

Segundo tempo: Luís Henrique se escala para pegar o Ceará

No segundo tempo, o Galo foi melhor de novo e não fez muita força para fechar o placar. Bem superior. De interessante mesmo pelo lado botafoguense só a entrada do garoto Luis Henrique.

O paraibano de 17 anos, que completa 18 no próximo dia 14, mostrou força e personalidade. Em seu primeiro lance, saiu arrastando o adversário em direção ao gol e acabou parado com falta. Natural de Solânea, Luis Henrique é filho do ex-jogador do vila Branca Ronaldo e atualmente dono da Escolinha do Ronaldo.

Se Rhuan, outra esperança da base alvinegra, esteve muito apagado, Luis foi para cima. Finalizou duas vezes, primeiro pelo lado esquerdo e depois, no fim da partida, em ótima jogada individual pela ponta direita. Além disso, lutou, deu opção e buscou o jogo o tempo todo.

Luis Henrique vai para cima de Igor Rabello após passar por José Welison — Foto: Vitor Silva/Botafogo

Luis Henrique vai para cima de Igor Rabello após passar por José Welison — Foto: Vitor Silva/Botafogo

Além das boas participações do jovem, destaque apenas para uma finalização de Cícero que tirou casquinha da trave. Completou bom cruzamento de Luiz Fernando com chute seco, mas não teve sucesso.

A animadora atuação de Luis Henrique fez Alberto Valentim confirmá-lo como titular para o jogo contra o Ceará, domingo, às 16h, no Nilton Santos.

– Sempre falo que preciso, no fim de temporada, sem tempo de recuperação, ver quais jogadores estão bem fisicamente. Gostei muito do Luis Henrique durante o jogo. Garoto que entrou bem. Vai ter oportunidade para jogar essa partida. As outras duas vagas vamos estudar direitinho – disse o treinador.

O segundo gol atleticano deu-se aos 23 minutos. E que facilidade! Igor Rabello, Jair e Otero trocaram passes com muito espaço até Guga invadir a área. Na sequência, Marcinho e Marcelo bateram cabeça, e Luiz Fernando e Cícero não se entenderam na saída de bola.

Resultado: o Galo se reorganizou, e Jair, totalmente livre, cruzou. Luan também teve muita tranquilidade para passar nas costas de Lucas Barros e marcar.

Titulares tomam cartões evitáveis e não fazem a diferença

Cícero, de 35 anos, nem jogou tão mal. Manteve o hábito de acertar a maioria dos passes tentados (errou três de 35), foi o autor da finalização mais perigosa do time na partida, mas levou cartão amarelo evitável. Chegou duro demais em Luan, por baixo e por cima em jogada que ainda não era tão promissora.

Jogadores "pendurados" do Botafogo recebe cartão amarelo

Jogadores “pendurados” do Botafogo recebe cartão amarelo

Diego Souza, de 34 e menos participativo do que o volante, levou cartão amarelo após desentendimentos na área atleticana. Isso aos 43 minutos do segundo tempo, quando o jogo já estava resolvido. Pisou na bola.

Luiz Fernando, de 23 e bem mais novo que os outros dois, foi amarelado por cotovelada em Jair. É jovem, mas, diante de um elenco desmantelado no início da temporada, já é um dos mais cascudos.

Léo Valencia não tomou amarelo, mas também não aproveitou a chance dada por Alberto Valentim. Foi discretíssimo em campo e o líder em erros de passes no jogo (cinco).

FN com GE

 

Cruzeiro e Atlético-MG empatam no Mineirão. Resultado ruim para os dois

atleticoNem o torcedor do Cruzeiro e muito menos o torcedor do Atlético-MG ficaram satisfeitos com empate 1 a 1, no clássico mineiro, disputado neste domingo, no Mineirão. Resultado que deixou o Atlético mais longe dos líderes do Brasileirão. São cinco pontos para o Palmeiras e quatro para o Flamengo.

Já o Cruzeiro segue a sina de poucas vitórias como mandante e, consequentemente, não consegue ganhar uma boa distância para as equipes que estão na zona do rebaixamento. Caso Vitória e Internacional vençam Botafogo e América-MG, respectivamente, o Cruzeiro termina a rodada entre os últimos colocados.

Torcida do Cruzeiro chega no limite com Lucas

Vaias a cada vez que Lucas pegava na bola. Um sinal claro que a torcida do Cruzeiro já não tem a menor paciência com o lateral direito. É verdade que o camisa 2 até acertou um belo cruzamento, já no final da primeira etapa, mas é muito pouco para ser titular da equipe. Lucas foi facilmente envolvido pelos adversários e errou algumas saídas de bola. O lance do gol, por exemplo, foi cm Fábio Santos sozinho pelo setor do lateral cruzeirense. No fim, Lucas ainda foi expulso e desfalca o Cruzeiro contra o Flamengo.

Robinho deixa o jogo mais cedo e vê xará empatar

Preservado da partida contra o Sport, para jogar o clássico inteiro, Robinho ajudou o Atlético. Fez boas jogadas, deu dribles e bons passes. Mas não foi decisivo como nas jornadas anteriores. O atacante atleticano suportou o ritmo do clássico somente até os 27 minutos do segundo tempo, quando deu lugar a Cazares. Três minutos depois o Cruzeiro empatou, com o outro Robinho.

Ábila perde as melhores chances do Cruzeiro no jogo

Não há dúvidas de que Ramón Ábila é um goleador nato. O argentino chegou fazendo muitos gols e foi um dos responsáveis pela reação cruzeirense na temporada. Até por se tratar do homem-gol do Cruzeiro, Ábila não podia perder a melhor chance do time no clássico com o Atlético. Já no final do primeiro o argentino ficou sozinho com Victor, mas chutou a bola para fora. No segundo tempo, foi a vez de mostrar oportunismo e aproveitar uma bola cruzada por Edimar e que desviou na defesa. No entanto, Ábila chutou na trave.

Mano faz troca ousada e é premiado com o empate

Derrota por 1 a 0 e resultado que pressionava o Cruzeiro na classificação do Brasileirão. Mano Menezes não teve dúvidas e deixou o time mais aberto, tirando um volante e colocando um meia-atacante. Élber entrou no lugar de Ariel Cabral e foi o responsável pela jogada do gol de empate. O camisa 23 que tocou para Robinho marcar.

Marcelo Oliveira barra Pratto e escolhido faz gol

Fred e Lucas Pratto atuaram juntos por oito partidas. Foram 512 minutos com ambos em campo, mas com apenas dois gols da dupla. Apesar de o Atlético ter um aproveitamento superior a 60% quando joga com os dois centroavantes, o desempenho não é dos melhores. Tanto que Marcelo Oliveira barrou Pratto no clássico com o Cruzeiro e optou por mantr Clayton, titular contra o Sport. E o camisa 23 fez o gol do Atlético.

Empate mantém tabus do clássico mineiro

O Cruzeiro entrou para o jogo deste domingo com um tabu de quatro clássicos sobre o rival. Já o Atlético não é derrota pela equipe celeste no Mineirão desde 2013, ou cinco partidas. Com o 1 a 1 deste domingo os dois tabus foram mantidos. O Cruzeiro já soma cinco clássicos sem derrota para o Atlético, com três vitórias, enquanto o lado alvinegro completa seis clássicos de invencibilidade no Mineirão, com quatro vitórias.

FICHA TÉCNICA
CRUZEIRO 1 X 1 ATLÉTICO-MG

Data: 18/09/2016 (domingo)
Horário: 16h (de Brasília)
Motivo: 26ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Público: – pagantes
Renda: R$ –
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)
Assistentes: Alex dos Santos (SC) e Jose Roberto Larroyd (SC)
Cartões amarelos: Fábio Santos e Otero (CAM)
Cartão vermelho: Lucas (CRU)
Gols: Clayton aos 30 min do primeiro tempo; Robinho aos 30 do segundo tempo

CRUZEIRO
Rafael, Lucas, Bruno Rodrigo, Léo e Edimar; Ariel Cabral (Élber, aos 15 do 2º), Henrique (Denilson, aos 38 do 2º) e Robinho; Rafael Sóbis (Alisson, no intervalo), Arrascaeta e Ramón Ábila.
Treinador: Mano Menezes.

ATLÉTICO-MG
Victor, Carlos César (Gabriel, aos 25 do 2º), Leonardo Silva, Erazo e Fábio Santos; Rafael Carioca, Júnior Urso e Otero; Clayton, Robinho (Cazares, aos 27 do 2º) e Fred (Lucas Pratto, aos 19 do 2º).
Treinador: Marcelo Oliveira.

Uol

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No reencontro com Marcelo Oliveira, Cruzeiro vence o Palmeiras no Mineirão

cruzeiroO Cruzeiro venceu o Palmeiras, na tarde deste domingo, por 2 a 1, no Mineirão. Na partida que marcou o reencontro de Marcelo Oliveira com o seu ex-clube, Alisson e Giorgian De Arrascaeta balançaram a rede de Fernando Prass e garantiram a vitória do time mandante. O argentino Cristaldo foi quem fez para o visitante.

Com o triunfo, o time comandado por Vanderlei Luxemburgo se distancia da zona de rebaixamento, já o Palmeiras segue distante da luta pela primeira colocação do Campeonato Brasileiro, atualmente ocupada pelo Atlético-MG.

Ficha técnica
Cruzeiro x Palmeiras

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Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: 9/8/2015
Horário: 16h
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO/Fifa)
Assistentes: Fabricio Vilarinho da Silva (GO/Fifa) e Bruno Raphael Pires (GO)

Cartão amarelo: Willians, Vinícius Araújo e Fabrício (Cruzeiro); Victor Ramos, Egídio e Lucas (Palmeiras)

Gols: Alisson – 4’/1ºT (1-0); Cristaldo – 29’/2ºT (1-1); De Arrascaeta – 36’/2ºT (2-1)

Cruzeiro
Fábio; Léo, Paulo André, Manoel e Eugenio Mena (Eurico); Willians, Henrique e Fabrício; Alisson, Marinho (Marquinhos) e Vinícius Araújo (Giorgian De Arrascaeta).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

Palmeiras
Fernando Prass; Lucas, Victor Ramos, Leandro Almeida e Egídio; Amaral (Cleiton Xavier), Arouca; Rafael Marques, Robinho (Cristaldo) e Dudu; Leandro Pereira (Alecsandro).
Técnico: Marcelo Oliveira.

 

Uol

Galo goleia Timão, se classifica e transforma Mineirão em salão de baile

guerreiroNão se pode duvidar jamais da força do Atlético-MG e do Mineirão lotado. Empurrado por sua massa fanática, o Galo foi histórico: começou o jogo contra o Corinthians, nesta quarta-feira, precisando vencer por três gols de diferença para avançar às semifinais da Copa do Brasil, já que o Timão fez 2 a 0 na ida, em São Paulo. Levou um gol aos quatro minutos de jogo, mas jamais desistiu. Foi forte e vingador, como diz o seu hino e, de forma espetacular, venceu por 4 a 1, assegurando a classificação. Ao fim da partida, os jogadores atleticanos imitaram a dancinha do corintiano Mano Menezes no jogo de ida. O adversário na proxima fase será o Flamengo, que eliminou o América-RN: os confrontos serão nos dias 29 de outubro e 5 de novembro.

O jogo

Amparado pelos 2 a 0 que fez no jogo de ida, o Corinthians entrou em campo relaxado, tocando bem a bola, evitando o abafa do Atlético. Com apenas quatro minutos de jogo, o Timão abriu o placar, com Guerrero tirando proveito do vacilo de Jemerson. Deu a impressão de que o restante do jogo seria mera formalidade, já que o Galo precisaria agora marcar quatro gols para avançar. Era uma vantagem muito grande para o time paulista.

Os mineiros, porém, não se deram por vencidos, foram em busca da reação e desandaram a fazer gols. Luan, aos 23, e Guilherme, aos 31, colocaram a equipe da casa na frente. Faltavam mais dois, que Cássio insistia em não deixar passar. O goleiro corintiano fez boas defesas e conseguiu manter seu time na semifinal ao fim do primeiro tempo.

O Atlético voltou ao segundo tempo bem adiantado, com sua linha de meio-campo próxima à área corintiana. O chute de Carlos que explodiu na trave, aos 15 minutos, acabou sendo um prenúncio do que estava por vir. O Mineirão respirou fundo. Ao Corinthians, restava o contra-ataque. À medida que o jogo avançava, a equipe de Mano Menezes ia ganhando mais espaço para explorar. Mas quando parecia que o Timão começava a controlar o ímpeto do Galo, Guilherme marcou o terceiro e incendiou a disputa.

Imediatamente, o treinador corintiano colocou Elias e Danilo em campo, nos lugares de Guilherme Andrade e Renato Augusto, respectivamente. A intenção era segurar a bola no meio e tentar apagar o fogo dos mineiros. Em seu primeiro lance, Danilo quase fez os corações atleticanos pararem em chute colocado que obrigou Victor a fazer grande defesa.

Dois gols. Não parecia muito, dado o volume de jogo do Galo, que voltou à carga passado o susto do chute de Danilo. Não foi na base do abafa, mas de forma consciente, tocando a bola e envolvendo o Corinthians. Guilherme marcou o terceiro, aos 29, num chute colocado, após tabela na entrada da área. Torcedores mineiros se abraçavam. Alguns já choravam. Faltava um. Um golzinho… Não seria impossível.

Não foi! Aos 41, o golpe fatal: Edcarlos, de cabeça, fez explodir o Mineirão. Os minutos finais foram de festa para os mineiros, já que o Corinthians se abateu de tal forma que não conseguiu mais ameaçar o gol de Victor. O apito final transformou o gramado em um salão de baile, com os jogadores do Atlético imitando a dancinha de Mano Menezes no primeiro jogo.

 

Globoesporte.com

Cruzeiro e Botafogo medem força no Mineirão em clima de ‘final antecipada’

bota e cruzeiroNo duelo mais esperado da rodada, Cruzeiro e Botafogo, líder e vice-líder, medem força em jogo movido pelo clima de decisão. Embora o resultado não mudará a posição na tabela, a diferença de pontos poderá definir a situação da dupla na sequência da competição. Com sete vitórias seguidas, o time mineiro pode abrir sete pontos de frente. Já a equipe carioca quer reduzir a vantagem do rival para um ponto.

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Com quatro triunfos seguidos, o Botafogo, que faz boa campanha como visitante, desafia  aproveitamento de 96% do Cruzeiro no Mineirão.

UOL