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Aposta de Minas leva prêmio de R$ 58 milhões da Mega-Sena

mega senaUma aposta acertou as dezenas do concurso 1910 da Mega-Sena, sorteadas nesta quarta-feira (8) em Serra Negra (SP), e levou sozinha o prêmio de R$ 58 milhões.

O vencedor saiu na cidade de Conceição do Pará, em Minas Gerais. Esse é o maior prêmio pago pela Mega-Sena este ano.

Confira os números sorteados:

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O próximo sorteio acontece neste sábado (11) e pode pagar até R$ 3 milhões.

Band

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Árbitro saca arma durante partida de futebol amador em Minas

Em Brumadinho, árbitro saca arma durante discussão em partida de futebol
Em Brumadinho, árbitro saca arma durante discussão em partida de futebol

Um árbitro sacou uma arma durante uma partida de futebol em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte, neste final de semana.

Durante o jogo entre Amantes da Bola e Brumadinho, pelo Campeonato Amador local, o juiz Gabriel Murta, 27, que também é policial militar, mostrou a arma durante uma confusão, mas em seguida foi contido pelos colegas.

De acordo com a Rede Globo, o profissional disse que foi agredido e que por se sentir ameçado procurou a pistola para se defender.

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No vídeo que mostra a confusão, é possível ver torcedores e jogadores correndo atrás do juiz após a expulsão de um jogador.

Conforme o site da Federação Mineira de Futebol, Murta apitou jogos da segunda divisão do campeonato mineiro, da 1ª divisão do sub-17 e da 1ª divisão do sub-15. Desde agosto, foram pelo menos 30 jogos como árbitro e como árbitro-assistente. Ainda não se sabe se ele será punido pela atitude.

FS

Em Minas, Justiça condena igreja a indenizar noivos por casamento ‘mal celebrado’

casamentoA Justiça de Minas Gerais condenou a Paróquia Santo Antônio, da cidade de Mateus Leme (a 56 km de Belo Horizonte), a indenizar em R$ 15 mil, por danos morais, um casal que considerou ter tido um casamento “mal celebrado” por um dos párocos da cidade. A paróquia vai recorrer da decisão.

Em primeira instância, o pedido havia sido negado, mas os noivos recorreram ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), que reverteu o caso e impôs a indenização.

Conforme o TJ-MG, os autores da ação disseram que o religioso teria tido uma conduta displicente durante a cerimônia, realizada em 24 de fevereiro de 2012. O pároco, que não teve o nome divulgado, teria abandonado o altar mais de uma vez em momentos cruciais da celebração do casamento e conduzindo o rito com “dicção inaudível e incompreensível” para os presentes.

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Além disso, ele teria encerrado o ato antes da bênção das alianças, não presenciando a troca do objeto entre o casal nem a assinatura do livro de registro. O DVD com a gravação do casamento foi apresentado como prova.

Em sua defesa, a paróquia havia informado ao juiz da 2ª Vara Cível, Criminal e de Execuções Penais de Mateus Leme que o pároco teve, na ocasião, um mal súbito. Por esse motivo, ele teve de ir à sacristia para tomar medicações na tentativa de recobrar a saúde. Foi apresentado um atestado que comprovou o comparecimento dele a um pronto-socorro, no dia seguinte.

O caso foi julgado em março deste ano pelo tribunal mineiro, mas a defesa da paróquia entrou com recurso negado pelo tribunal no dia 1º deste mês. No entanto, o processo só foi externado pela assessoria do tribunal nesta terça-feira (8).

O desembargador Amorim Siqueira, relator dos embargos, descreveu na sua decisão que, embora tenham sido reconhecidos os problemas de saúde do padre, essa situação não descaracterizava o “sofrimento experimentado pelos noivos em um dia importante nas suas vidas”. Segundo o magistrado, era incumbência da paróquia a substituição dele antes da celebração.

“O padre poderia ter avisado sobre o seu estado de saúde antes da cerimônia, em respeito aos noivos e demais presentes, os quais não ficariam tão chocados com a sua conduta”, escreveu. Ele foi acompanhado no seu voto por outros dois desembargadores. Um quarto magistrado votou contra.

Recurso

Segundo Irene Maria de Oliveira, advogada da paróquia, a direção da congregação vai recorrer da decisão, até se esgotarem as possibilidades de recursos, porque entende que o padre foi injustiçado no caso. Conforme ela, à época, o religioso ficou abalado com o caso. Ele já não é mais pároco da cidade.

Segundo ela, o caso ainda não está definido e nega as acusações de desleixo supostamente praticado pelo celebrante. “O casamento foi celebrado e sacramentado. O padre deu as bênçãos e finalizou a cerimônia. Ele foi injustiçado porque celebrou o casamento mesmo passando muito mal. Com todas as dificuldades, ele se esforçou e ainda celebrou o casamento, mas esse esforço dele não foi reconhecido”, declarou.

A advogada informou ainda que o sacerdote chegou a ficar internado depois que foi atendido no pronto-socorro.

“Ainda há vários recursos a serem interpostos. Nós vamos analisar o acórdão, assim que publicado, e vamos ver qual recurso será interposto”, afirmou. O advogado do casal informou que não foi autorizado a falar do assunto e que os clientes também não se manifestariam sobre o caso.

Uol

Virgem de 87 anos é estuprada por jovem de 18 no norte de Minas

presoA descoberta de um crime assustou moradores de um pequeno povoado do norte de Minas Gerais. Uma virgem de 87 anos foi estuprada por um jovem, de 18. O rapaz foi preso e confessou o abuso.

Luciano Cardoso dos Reis foi detido na cidade de Montes Claros. Em depoimento à Polícia Civil, o jovem disse que atacou a mulher exatamente por ela ser virgem.

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O crime ocorreu há cerca de 40 dias, no distrito de Aparecida do Mundo Novo. O suspeito não foi preso na época porque a vítima, que tem problemas de visão, não conseguiu reconhecê-lo.

Depois do abuso, a idosa, que morava sozinha e em uma residência isolada, precisou se mudar para a casa de parentes. Cardoso está preso preventivamente na cadeia de Montes Claros.

 

Uma idosa foi torturada e abusada durante duas horas em Contagem, na Grande BH:

R7

Aécio propõe na TV, para o país, programa de educação que não funciona em Minas

JOSÉ PAULO LACERDA/CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA
JOSÉ PAULO LACERDA/CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA

O senador, ex-governador de Minas Gerais e candidato do PSDB à presidência da República, Aécio Neves, dedicou a maior parte de seu programa da TV, no horário eleitoral de dessa quinta-feira (28), a propor a implementação no país do Poupança Jovem, programa instituído em Minas em 2007, em seu segundo mandato.  “A Poupança Jovem é a minha proposta”, disse. Segundo ele, a meta é estender o programa a todo o Brasil até 2017.

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O problema é que o Poupança Jovem de Aécio é não apenas superficial, já que não enfrenta a questão educacional de maneira estrutural, como é alvo de críticas, reclamações dos beneficiados e abrangência mínima em seu estado.

A imprensa de Minas tem divulgado que apenas nove dos 853 municípios do estado oferecem o benefício, pelo qual os alunos do ensino médio recebem R$ 1 mil por ano, que só podem “sacar” após o terceiro ano, e se não interromperem os estudos.

Dos R$ 57,6 milhões previstos no orçamento do ano de 2014, o programa teve apenas R$ 6 milhões (10,4%) executados. Segundo o site Pautando Minas, a coordenadora-geral do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SindUTE/MG), Beatriz Cerqueira, diz que o Poupança Jovem é apenas uma vitrine. “Ele não tem nenhuma repercussão no estado e não atende ao seu objetivo. Não chega à maioria da juventude e, portanto, se torna ineficaz”, afirma. Os alunos com direito a receber o benefício reclamam de frequentes atrasos no pagamento da bolsa.

Ao prometer o Poupança Jovem, Aécio não esclarece de onde sairia o dinheiro. Considerando que o país tem hoje 8,4 milhões de jovens matriculados no ensino médio, para manter a bolsa para esses estudantes ao custo de R$ 1 mil por aluno, o governo federal teria de dispor de R$ 8,4 bilhões por ano.

 

Redação RBA

Cerveja produzida em Minas é eleita a melhor do mundo em concurso

cerveja-minasTem muita gente levando a sério a brincadeira de produzir cerveja artesanal. O número de rótulos não para de crescer e, neste ano, uma microcervejaria mineira faturou a World Bier Cup, a Copa do Mundo das Cervejas.

A melhor cerveja do mundo, quem diria, é mineirinha e foi escolhida entre 5 mil receitas, em um dos mais disputados concursos do mundo, nos Estados Unidos. Há sete anos, a microcervejaria fazia 500 litros por mês. Hoje, são 60 mil litros. Tudo com tecnologia nacional.

A empresa, que já exporta para a América do Norte, até novembro vai quadruplicar a produção. Investiu quase R$ 40 milhões.

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“A gente já está investindo em duas novas fábricas, inclusive fora do país, no estado da Califórnia, em San Diego”, anuncia Tiago Carneiro, sócio-proprietário da empresa.

O mercado tem se profissionalizado, ganhado espaço no exterior e, cada vez mais, o setor cervejeiro tem deixado de ser apenas um hobby. Hoje, no Brasil, existem cerca de 270 microcervejarias, e muitas começaram com panelas, no quintal de casa mesmo.

Toda vez que tinha churrasco em casa, Felipe fazia cerveja para os amigos. “Eu cheguei em um ponto no qual eu estava tomando conta da minha casa com as minhas coisas da cerveja”, conta Felipe Viegas, proprietário da empresa de cervejas.

Ele, que nunca pensou em trabalhar na área, há cinco anos abriu uma cervejaria. E, dentro da fábrica, a primeira escola cervejeira de Minas Gerais. 1.600 pessoas já passaram pelo curso. “É bom demais. Dá orgulho quando você bebe e vê que deu certo”, diz Adriano Miranda, administrador de empresas.

Com um crescimento de 21% ao ano, o país produz hoje 70 milhões de litros de cerveja especial. Minas Gerais é o estado com mais estilos diferentes: são 52.

“Estamos acrescentando também às nossas cervejas inúmeros ingredientes como casca de laranja, coentro e doce de leite. Uma cerveja maravilhosa”, diz Lícia Costa Vieira, mestre cervejeira.

“Ainda existe muito espaço para quem está aí, querendo criar um produto de qualidade, uma cerveja realmente diferente para estar acompanhando essa nova tendência”, prevê Tiago Carneiro, dono de uma empresa cervejeira.

G1 

Após polêmica com Aécio, deputados de Minas querem CPI dos aeroportos regionais

aecioDeputados estaduais do bloco Minas sem Censura, que reúne parlamentares de PT, PMDB e PRB, decidiu encaminhar um pedido de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar os aeroportos regionais de Minas Gerais. Reportagem da Folha de S.Paulo mostrou que o governo de Minas gastou R$ 14 milhões para erguer um aeroporto em uma fazenda da família do senador e candidato à Presidência Aécio Neves (PSDB) em 2010.

O deputado Rogério Correia publicou a decisão pela CPI em seu perfil pessoal no Twitter junto com uma foto de outros deputados em volta do ex-ministro Fernando Pimentel, candidato ao governo de Minas Gerais pelo PT. O grupo faz campanha em Caratinga, no interior de Minas, nesta segunda-feira.

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Desde que a reportagem da Folha de S.Paulo foi publicada, Correia tem publicado provocações ao tucano nas redes sociais.

— Agora entendi porque Aécio Neves chama bolsa família de bolsa miséria (sic). Ele ganha é bolsa aeroporto! Gente fina é outra coisa! (…) Aécio gasta 14 milhões do orçamento de MG em obras de aeroporto que só ele usa. Pouso é na fazenda do titio e a 6 km da dele.

Explicações

Em nota publicada neste domingo (20), a assessoria de Aécio Neves informou que “ao contrário do que foi publicado, ‘o Governo do Estado não construiu aeroporto em terra de tio de Aécio’. O aeroporto foi construído em área pertencente ao Estado, não havendo, portanto, o investimento público em área privada afirmado no título da reportagem”.

Na mensagem, o tucano diz ainda que “não se trata também de construção de um novo aeroporto, mas de melhorias realizadas em pista de pouso que existia há mais de 20 anos no local, realizadas por meio do ProAero, programa criado no governo Aécio Neves e que garantiu investimentos em inúmeros aeroportos do Estado”.

Segundo Aécio, “todas as atitudes do governo de Minas Gerais referentes ao aeroporto de Cláudio se deram dentro da mais absoluta transparência e lisura”.

R7

Marcos Valério é transferido da Papuda para presídio de Minas Gerais

Condenado como operador do esquema do mensalão do PT, o publicitário Marcos Valério foi transferido na manhã desta quarta-feira (28) de Brasília para a cidade de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Na semana passada, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, atendeu ao pedido da defesa de Valério e autorizou sua transferência para uma penitenciária de Minas Gerais, seu estado natal.

Valério no aeroporto de Brasília (Foto: Reprodução/TV Globo)
Valério no Aeroporto de Brasília antes de embarcar
para Minas Gerais (Foto: Reprodução/TV Globo)

O empresário deixou o Complexo Penitenciário da Papuda, nos arredores de Brasília, por volta das 6h. Escoltado por policiais federais, mas sem algemas, o operador do mensalão chegou ao Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek por volta das 7h. Após pegar suas bagagens, Valério foi conduzido à sala da Polícia Federal para aguardar o embarque.

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A previsão é que o publicitário chegue ao aeroporto de Confins às 9h50. De lá, será conduzido pela PF até o presídio mineiro.

Ao todo, Valério cumprirá pena de 37 anos, 5 meses e 6 dias de prisão, e pediu transferência para a Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, a mesma que abriga atualmente o ex-goleiro Bruno Fernandes, condenado por mandar matar a ex-amante Eliza Samudio. O operador do mensalão estava no Complexo da Papuda desde novembro do ano passado.

No início de janeiro, a Procuradoria Geral da República (PGR) deu parecer favorável à transferência do condenado. A Vara de Execuções Penais de Contagem, porém, desaconselhou a transferência por conta de um suposto plano de extorsão que existiria no presídio da cidade.

No despacho em que avalizou a ida de Valério para Minas Gerais, Barbosa lembrou que consultou a defesa do condenado sobre se, mesmo diante do alerta, ele queria ser transferido. Os advogados informaram ao STF que seu cliente queria ficar mais perto de onde vive sua família.

Diante da resposta, o presidente do Supremo autorizou a transferência e citou que a administração pública informou que garantirá a segurança do condenado. “Defiro o pedido de transferência formulado pela defesa, tendo em vista que não há, até o momento, notícia da existência de interesse público a tal ponto relevante que imponha a aplicação do princípio da supremacia do interesse público sobre o particular, de modo a neutralizar o interesse manifestado pelo apenado de cumprir a pena em local próximo ao da residência de sua família, tal como previsto no art. 103 da Lei de Execuções Penais (garantia de permanência do preso em local próximo ao seu meio social e familiar).

 

Ato político marca o encerramento do Congresso da UJS-Minas

 

O ato político deste sábado contou com a participação do futuro presidente nacional da UJS, Renan Alencar; do presidente estadual do PCdoB, Wadson Ribeiro; da deputada federal Jô Moraes; do prefeito de Contagem, Carlin Moura; dos vereadores Ricardo Faria (Contagem) e Tiago Santana (Betim), além de lideranças políticas da juventude do PT, PTB e do PMDB.

A atividade ressaltou as conquistas sociais – nas áreas da educação, do emprego, da distribuição de renda e do acesso à moradia – nos últimos 11 anos de governos democráticos progressistas à frente do governo federal. E reforçou a necessidade do aprofundamento de novos avanços no próximo período.

Para o futuro presidente da UJS nacional, a Reforma Política é um dos principais desafios da atualidade que irá assegurar à juventude brasileira mais presença nos espaços de poder do país. “Minas Gerais é um espaço muito importante para a história, a consolidação da nossa democracia e a economia do Brasil. Esse é um congresso que não foge também de colocar o dedo na ferida e debater a situação que hoje vive o estado. A propaganda que o governo de Minas veicula não mostra a mesma Minas Gerais que a juventude vive. Nossa juventude gostaria muito de morar no estado das propagandas do senador Aécio e do ex-governador Anastasia”, afirmou Renan.

Em sua intervenção, a deputada federal Jô Moraes elogiou a ousadia da direção da entidade ao realizar um congresso em uma praça pública: “um legítimo espaço do povo”. Ela exaltou a aula dada pelos MC’s e rappers que participaram do ato e sugeriu que as letras de suas músicas fossem transformadas nas propostas dos comunistas mineiros. “É uma vergonha que se fale que é normal espancar um jovem. É também uma vergonha que tenhamos chegado a mais de 20 linchamentos no Brasil apenas em 2014”.

A parlamentar defendeu ainda a aprovação no Congresso Nacional do projeto que extingue o Auto de Resistência, uma medida administrativa criada durante a ditadura militar brasileira para legitimar a repressão policial comum à época. “A polícia não pode matar sem a existência de um inquérito para investigar a sua ação”, encerrou Jô.

Wadson Ribeiro – ex-presidente nacional da entidade por duas gestões – falou do orgulho de ter dedicado a maior parte de sua própria juventude para militar na UJS. Ele lembrou que a história da entidade é marcada pelas grandes lutas da juventude brasileira. “A mesma UJS que foi criada para enterrar de vez a ditadura militar, que atuou durante a Constituinte pelo voto aos 16 anos, que reivindicou as eleições diretas para presidente da República, que levantou a bandeira pelo impeachment do Collor, que lutou contra o neoliberalismo e por políticas públicas de juventude, saiu às ruas de todo o país no ano passado para dizer que não estava morta e que queria defender seus direitos”.

Segundo ele, é essa mesma juventude que carrega o ‘S’ do socialismo – por um mundo diferente, com valores diferentes. “É essa juventude que está aqui em Contagem hoje para dizer e lutar por um mundo que se baseie no amor e na construção de uma pátria verdadeiramente justa”.

O prefeito Carlin Moura afirmou que deve à militância partidária e na UJS muito daquilo que é hoje. Ele defendeu a construção política através das instituições, dos movimentos sociais e dos partidos. “Somos a favor da política e da politização”, enfatizou. Segundo ele, foi na mesmapraça utilizada para o congresso da UJS que a Prefeitura convidou a população de Contagem para participar do Planejamento Participativo e decidir os investimentos e caminhos do desenvolvimento da cidade. “Defendemos que governar é dialogar constantemente com o povo. Não governamos como muitos que se mantêm de costas para o povo”.

Carilin defendeu ainda a democratização da mídia e a liberdade de imprensa. “Democratizar a mídia não é cortar os direitos da imprensa, mas é assegurar que tenhamos um espaço legítimo para dizer as verdades para o povo. Assim como a imprensa, a forma que se faz política no Congresso Nacional também é monopolizada. E essa correlação de forças não é favorável para o povo”.

O Congresso de Minas também elegeu os delegados que irão participar do 17º Congresso Nacional da UJS – que acontece entre os dias 22 e 25 de maio, em Brasília.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

portal vermelho

Miss Minas Gerais morre ao ter AVC durante assalto no DF, diz amiga da família

miss-grMarilúcia Fernandes Malaquias, que foi miss Araguari e Minas Gerais na década de 1970, morreu neste sábado (1º), aos 63 anos, quatro dias após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) durante um assalto em Brasília, segundo uma amiga da família, Carmen Lúcia Tavares. Ela foi sepultada no fim da manhã deste domingo (2) no Cemitério Campo da Esperança Asa Sul, no Distrito Federal.

Carmem contou ao G1 que Marilúcia estava em casa com parentes e amigos quando a residência foi invadida por três ladrões, por volta das 21h de terça-feira (28). De acordo com a amiga da ex-miss, os ladrões renderam as 14 pessoas que estavam na casa de Marilúcia e começaram um arrastão. A ex-miss passou mal quando os ladrões ameaçaram dois netos dela, um deles de oito meses de idade.

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“Ela desmaiou e os ladrões acharam que ela estava fingindo. Ela só foi socorrida às 2h da manhã”, afirmou Carmen. Segundo a amiga, Marilúcia foi encaminhada ao hospital na madrugada de quarta-feira (29), e teve morte cerebral detectada na tarde de sexta-feira (31). Ela disse que os aparelhos que a mantinham viva foram desligados na manhã deste sábado. “A vida dela foi dedicada à família. Ela foi boa mãe, boa avó, boa mulher”, afirmou a amiga que disse que a família está muito abalada e a cidade de Araguari “está de luto”.

A ex-miss morava em Brasília desde meados da década de 1970, para onde se mudou com o marido, que é engenheiro. Marilúcia teve três filhos e sete netos. Ela estava casada havia 38 anos e tinha seis irmãos.

O G1 tentou contato com uma irmã de Marilúcia, que está em Brasília para o velório e enterro, mas ela não atendeu aos telefonemas. O enterro, de acordo com Carmem, está marcado para as 11h30 deste domingo em Brasília. A Polícia Militar não conseguiu encontrar registro da ocorrência e, segundo a Secretaria de Saúde do governo do DF, Marilúcia não foi encaminhada para a rede pública de saúde.

Violência
O assalto à casa da ex-miss foi mais um dos casos de violência registrados no Distrito Federal nas últimas semanas. A capital federal enfrenta uma onda de crimes, motivada em parte pela operação tartaruga da Polícia Militar.

Nesta sexta-feira, a Justiça do DF considerou o movimento dos policiais ilegal e ordenou o fim da operação tartaruga, sob pena de multa diária de R$ 100 mil às associações de policiais que estão à frente do protesto.

Os PMs e bombeiros de Brasília reivindicam aumento salarial e reestruturação da carreira. O governo do DF já anunciou que não vai dar reajuste à categoria. Nesta sexta, o governador Agnelo Queiroz convocou uma reunião com a cúpula da segurança pública. Ficou acertado que mais policiais estariam em serviço nas ruas.

O comandante da Polícia Militar, Anderson Moura, afirmou que os líderes da operação tartaruga seriam punidos – cinco já teriam sido identificados, segundo ele. A punição pode ir de advertência até demissão.

G1