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Policial militar é baleado após tentar impedir assalto, em João Pessoa

Um policial militar, de 48 anos, foi baleado após tentar impedir um assalto nesta segunda-feira (10), em João Pessoa. Segundo informações da PM, a vítima estava de folga e foi atingida por um tiro na região da coxa.

Ainda segundo a polícia, o policial estava perto da casa onde mora quando viu dois homens tentando assaltar uma pessoa. Ele teria perseguido os suspeitos e houve troca de tiros.

O policial foi socorrido para o Hospital de Trauma de João Pessoa. A unidade hospitalar informou que o estado de saúde dele é regular. Até as 20h20 desta segunda-feira, a dupla não havia sido detida.

G1

 

Polícia Militar recaptura foragido do PB-1 condenado a 85 anos de prisão

Um foragido da Penitenciária de Segurança Máxima Doutor Romeu Gonçalves de Abrantes (PB-1) foi recapturado pela Polícia Militar na madrugada deste domingo (26), na cidade de Santana de Mangueira, Sertão da Paraíba. O homem responde por homicídios e tem uma condenação de 85 anos de prisão.

A Polícia foi acionada por meio de uma denúncia anônima. A informação era de que três suspeitos estavam dormindo em um bar há dois dias. Os homens tentaram fugir quando perceberam a chegada da polícia, mas foram rendidos.

O outro homem que estava no local também era procurado da justiça por homicídio em Pernambuco, além disso, contra ele pesava um mandado de prisão aberto por vários roubos. O terceiro, que estava sem identificação, passou um nome falso e está sendo investigado, mas há possibilidade de também ser procurado pela Justiça.

De acordo com a polícia, os homens planejavam homicídios na região. Não foram encontradas armas, mas as diligências da Força Tática continuam para desarticular uma possível quadrilha da qual eles fariam parte.

Os três suspeitos foram apresentados na Delegacia de Polícia, em Itaporanga.

paraiba.com.br/

 

 

Governador promove policiais e realiza mudanças na Policia Militar da Paraíba

O governador da Paraíba João Azevêdo promoveu policiais além de realizar mudanças na Polícia Militar da Paraíba. As mudanças foram publicadas no Diário Oficial deste sábado (11).

Confira a publicação 

Entre as mudanças estão nomes como o do agora tenente-coronel Irlan Trajano de Sena e do agora tenente-coronel Nicolau França de Alencar Leite Terceiro, entre outros.

 

clickpb

 

 

Prazo para alistamento militar online já está aberto

O prazo para o alistamento militar online começou na quarta-feira (1º). As inscrições podem ser feitas no site do Exército, com o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e preenchimento do formulário para validação dos dados pessoais.

O alistamento é obrigatório e deve ser feito no ano em que o jovem (sexo masculino) completa 18 anos.

O jovem que não tiver acesso à internet ou não tiver CPF deve ir à Junta de Serviço Militar com a certidão de nascimento ou carteira de identidade ou de motorista e o comprovante de residência.

Segundo o coordenador da Seção de Serviço Militar do Ministério da Defesa, coronel Fernando Penasso, quem não regularizar sua situação não poderá tirar passaporte, prestar exame para estabelecimento de ensino, tirar carteira de trabalho, ingressar no serviço público ou  mesmo na iniciativa privada.

Quem perder o prazo para fazer o procedimento no último ano, poderá regularizar a situação no próprio site do alistamento ou comparecer à Junta de Serviço Militar. O atraso implicará no pagamento de multa.

Em 2020, a expectativa do Ministério da Defesa é que quase 2 milhões de jovens realizem o alistamento e que 100 mil sejam incorporados para trabalhar na Marinha, no Exército ou na Aeronáutica.

O Serviço Militar Obrigatório tem a duração de um ano.

Agência Brasil

 

 

Nove pessoas morrem pisoteadas em tumulto após ação da Polícia Militar durante baile funk em Paraisópolis

Nove pessoas, sendo uma mulher e oito homens, morreram pisoteadas durante um baile funk na comunidade de Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo, na madrugada deste domingo (1º), depois de uma perseguição policial seguida de tiros, segundo a Polícia Civil. Outras sete pessoas ficaram feridas.

Ainda de acordo com a polícia, agentes do 16º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (BPM/M) realizavam uma Operação Pancadão na comunidade – a segunda maior da cidade, com 100 mil habitantes – quando foram alvo de tiros disparados por dois homens em uma motocicleta. A dupla teria fugido em direção ao baile funk ainda atirando, o que provocou tumulto entre os frequentadores do evento, que tinha cerca de 5 mil pessoas.

No entanto, a mãe de uma adolescente de 17 anos que estava no local e que foi agredida com uma garrafa disse que os policiais fizeram uma emboscada para as pessoas que estavam no baile.

A jovem ferida durante a confusão descreveu o momento em que foi atingida. “Eu não sei o que aconteceu, só vi correria, e várias viaturas fecharam a gente. Minha amiga caiu, e eu abaixei pra ajudá-la”, afirmou.

“Quando me levantei, um policial me deu uma garrafada na cabeça. Os policiais falaram que era para colocar a mão na cabeça.”

Segundo a polícia, equipes da Força Tática, ao chegarem para apoiar a ação em Paraisópolis, levaram pedradas e garrafadas. Os policiais, então, teriam respondido com munições químicas para dispersão. Ainda de acordo com informações da polícia, alguém no meio da multidão disparou um tiro, e houve correria.

Durante a confusão, pessoas foram pisoteadas. Elas foram levadas em estado grave ao Pronto Socorro do Campo Limpo. Duas viaturas da PM foram depredadas. O delegado Emiliano da Silva Neto, do 89º DP, afirmou que todas as vítimas morreram pisoteadas e que ninguém foi vítima de disparos (leia mais abaixo).

O governador João Doria (PSDB) lamentou as mortes e pediu “apuração rigorosa” do episódio. O Ouvidor das Polícias, Benedito Mariano, afirmou que “a PM precisa mudar protocolo”.

A diretora-executiva do Instituto Sou da Paz, Carolina Ricardo, afirmou em entrevista à Globo News que a polícia tem de prestar contas do que ocorreu “sem medo de assumir um erro caso tenha havido”.

Vídeos que circularam nas redes sociais mostraram a ação da PM em Paraisópolis na madrugada deste domingo.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, a Operação Pancadão tem sido periodicamente realizada em toda a capital “para garantir o direito de ir e vir do cidadão e impedir a perturbação do sossego, fiscalizando a emissão ruídos proveniente de veículos”.

Dados sobre Paraisópolis

  • 2ª maior favela de São Paulo e 5ª maior do Brasil
  • 100 mil habitantes
  • 21 mil domicílios
  • 12 mil moradores analfabetos ou semianalfabetos
  • 31% da população é composta por jovens de 15 a 29 anos, portanto mais vulneráveis à carência de emprego e oportunidades
  • 42% das famílias têm mulheres como responsáveis
  • 12 escolas públicas (estaduais e municipais), uma Escola Técnica Estadual (Etec), um Centro Educacional Unificado (CEU), três unidades básicas de saúde (UBS) e uma unidade de Assistência Médica Ambulatorial (AMA)

Adolescente foi agredida por policiais, diz mãe

A mãe da adolescente de 17 anos ferida no baile funk diz que a filha foi agredida por policiais.

“[Minha filha] levou uma garrafada na cabeça [que partiu] de um policial. Deram [com] um cassetete nas costas dela. Ela está lúcida e aguardando a tomografia”, disse afirmou. “Quando eu a vi, não a reconheci. Ela estava com o rosto deformado e perdeu muito sangue. Estava em choque.”

A mãe continuou: “É uma rua com duas ou três saídas. Eles [policiais] fecharam e coagiram. Atiraram com arma de fogo – não só com bala de borracha. Bateram com cassetete, fora [o uso de] spray de pimenta. Eles [os frequentadores do baile funk] estavam só curtindo”.

“Os policiais fecharam a rua. Teve corre-corre, pisoteamento de adolescente. Gás de pimenta, bala de borracha, e ainda estavam agredindo pessoas. Foi um policial que tacou garrafa de vidro na minha filha.”

Adolescente ficou ferida na cabeça após confusão em Paraisópolis — Foto: Arquivo pessoal

Adolescente ficou ferida na cabeça após confusão em Paraisópolis — Foto: Arquivo pessoal

Adolescente levou golpe de cassetete durante ação da polícia em baile funk — Foto: Arquivo pessoal

Adolescente levou golpe de cassetete durante ação da polícia em baile funk — Foto: Arquivo pessoal

Em novembro, uma jovem perdeu a visão de um dos olhos ao ser atingida por uma bala de borracha da polícia na dispersão de um baile funk na Zona Leste de São Paulo.

‘Muito tiro’

Um jovem de 18 anos que não é morador de Paraisópolis, mas que costuma frequentar os bailes, disse que viu muitos adolescentes passando mal e desmaiando por causa das bombas de gás atiradas pela polícia durante o baile funk da madrugada deste domingo.

“Chegaram atirando em todo mundo. A gente estava no baile e primeiro veio a bomba. Começaram a cair as pessoas, passando mal, e a desmaiar, sendo pisoteadas. Ficamos encurralados. Não tinha para aonde correr, para aonde ir. Muita gente caindo já morta, a polícia atirou. Muitas pessoas tentavam salvar a própria vida. Vi muito sangue e escutei bastante barulho de tiro”, disse o jovem.

A mãe dele afirmou: “Foi meio tenso, a polícia queria saber se meu filho estava no baile funk. É uma guerra ao pobre. Se fosse nos Jardins[bairro de classe alta de SP], a coisa seria nem diferente. Até a forma da polícia abordar é diferente. O problema não é o funk, é a cultura da periferia, é o lazer”.

Paraisópolis, maior favela de São Paulo, é vizinha do bairro do Morumbi, na zona oeste de São Paulo  — Foto: Felipe Souza/BBC Brasil

Paraisópolis, maior favela de São Paulo, é vizinha do bairro do Morumbi, na zona oeste de São Paulo — Foto: Felipe Souza/BBC Brasil

Delegado disse que ninguém foi vítima de disparos

O delegado Emiliano da Silva Neto, do 89º DP, afirmou que nenhuma das mortes ocorridas no baile funk foi causada por tiro.

“Policiais militares pararam duas pessoas em uma moto. Eles entraram onde estava ocorrendo a festa e continuaram atirando nos policiais. Em decorrência desse tiroteio, houve um efeito manada, teve uma viela com escadaria, e as pessoas pisotearam umas nas outras”, disse.

“Nove morreram. Todas elas estão com graves lesões de pisoteio, não tem nada de perfuração ou alguém atingido por projétil de arma de fogo.”

Governador pediu apuração ‘rigorosa’

O governador João Doria pediu “apuração rigorosa”do episódio.

“Lamento profundamente as mortes ocorridas no baile funk em Paraisópolis nesta noite. Determinei ao Secretário de Segurança Pública, General Campos, apuração rigorosa dos fatos para esclarecer quais foram as circunstâncias e responsabilidades deste triste episódio”, escreveu Doria, no Twitter.

Mapa da comunidade Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo — Foto: Amanda Paes/G1

Mapa da comunidade Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo — Foto: Amanda Paes/G1

'É fundamental que as periferias recebam investimentos', afirma Carolina Ricardo

‘É fundamental que as periferias recebam investimentos’, afirma Carolina Ricardo

Pancadões

Os bailes funks em comunidades de São Paulo ocorrem de quinta-feira a domingo, até a madrugada, nas zonas Leste, Sul e Norte da capital paulista.

G1

 

Policial Militar atropelado em colisão com animal na pista morre após 14 dias internado

Um policial militar que estava internado após um acidente de trânsito morreu nesta sexta-feira (29). Ele estava internado no Hospital de Trauma de João Pessoa há 14 dias.

De acordo com testemunhas, o policial militar Anderson Rodrigues Bezerra, 27 anos, estava indo para o seu trabalho em Guarabira quando, em Araçagi, colidiu com um animal na pista e caiu de sua motocicleta.

Ainda na pista, ele foi atropelado por um automóvel. O acidente aconteceu em 15 de novembro.

Anderson Rodrigues Bezerra foi socorrido para o Hospital de Trauma de João Pessoa, onde ficou internado por 14 dias.

Cerimônia

Anderson Rodrigues Bezerra foi representado por um parente na cerimônia de formatura do Curso de Formação da Polícia. Ele foi elogiado como um dos melhores alunos da turma.

 

clickpb

 

 

Polícias Militar e Civil fecham ponto de venda de drogas em Serraria, na Paraíba

Uma mulher, de 22 anos e um adolescente, de 17 anos foram detidos na tarde desta quinta-feira (28) com maconha, dinheiro e celulares na cidade de Serraria, no Brejo da Paraíba. A ação foi executada de forma integrada entre as Polícias Militar e Civil da 21ª AISP de Solânea.

Os policiais receberam uma denúncia anônima sobre uma residência que funcionava como ponto de venda de drogas. Havia uma movimentação suspeita e pessoas desconhecidas no local.

Na casa, os policiais apreenderam 212 (duzentos e doze) invólucros e 03 (três) pequenos tabletes de substância semelhante à maconha, 02 (dois) celulares de marcas diversas e R$ 50,00 reais em espécie.

Ana Vitória Paulinho de Oliveira, de 22 anos e o adolescente de iniciais A.M.S.C, de 17 anos, juntamente com os entorpecentes apreendidos, foram conduzidos a Delegacia de Polícia de Solânea para os procedimentos legais.

Redação e Créditos | Blog do Pedro Júnior

 

 

Polícia Militar prende homem suspeito de tráfico de drogas em Areia

Um homem, de 20 anos, foi preso na noite do domingo (17) suspeito de tráfico de drogas, no bairro da Jussara, na cidade de Areia, no Brejo Paraibano. A prisão foi efetuada por volta das 22h, por uma Guarnição da Polícia Militar da 3ª Cia.

Segundo informações, Willian dos Santos ainda tentou correr para dentro de uma casa quando avistou a presença dos policiais da VTR-7578, composta pelo CB Neto, CB Alcides, SD Elvys e SD Henrique, que estava em rondas de rotina.

Em tempo, os policiais apreenderam uma embalagem com material semelhante à maconha, uma embalagem semelhante à crack, dois aparelhos celulares, dois carregadores, duas facas peixeiras, uma balança de precisão e a quantia de R$ 178,00 em dinheiro.

O homem juntamente com o material apreendido foram encaminhados a delegacia de flagrantes em Esperança, na Paraíba.

Redação: Blog do Pedro Júnior

 

 

Polícia investiga se policial da PB morto por PMs do RN teria falado que era militar

O caso que chamou a atenção dos paraibanos esta semana, sobre o assassinato de um policial militar paraibano de 36 anos, no estado vizinho do Rio Grande do Norte, vem sendo investigado e a polícia quer saber se o militar teria se identificado, como policial.

Edmo Tavares foi morto por três policiais do Rio Grande do Norte na cidade de Tacima, localizada no Agreste paraibano, com quatro tiros. Os PMs do estado vizinho estavam no local à paisana com objetivo de capturar um foragido.

O superintendente da Polícia Civil, Luciano Soares, informou durante entrevista concedida a uma emissora de rádio local que Edmo alertou que era policial. Entretanto, ele foi alvejado pelos policiais potiguares.

“No tocante a morte do policial militar no inicio desta semana, no município de Tacima, a investigação está a cargo de dois delegados de policia no sentido de se obter em detalhes como ocorreu a dinâmica daquela atuação de policiais do Rio Grande do Norte dentro da área do estado da Paraíba. Estamos no momento da coleta de depoimentos e realização de pericia. A população está sendo ouvida porque o policial vitima havia informado que era policial e, ainda assim, foi alvejado”, disse Luciano.

Por fim, Soares ressaltou que o carro da vitima e dos policiais vão passar por pericia. As armas dos militares também foram apreendidas.

 

pbagora

 

 

Morte de PM em CG vai ser investigada na esfera civil e militar

A morte do cabo Emerson Thiago Soares de Lima ocorrida no início da manhã desta segunda-feira (09), durante ação policial em Campina Grande será apurada através de dois inquéritos, um na esfera civil e outro na militar.

De acordo com as informações, a polícia trabalha com a hipótese de tiro acidental, já que o tiro partiu de outro PM, mas, de toda a forma, serão realizadas perícias nas armas e todos os policiais que estavam presentes durante a ação serão ouvidos.

O corpo também deverá passar por exames periciais.

PB Agora