Arquivo da tag: Militar

Morte de PM em CG vai ser investigada na esfera civil e militar

A morte do cabo Emerson Thiago Soares de Lima ocorrida no início da manhã desta segunda-feira (09), durante ação policial em Campina Grande será apurada através de dois inquéritos, um na esfera civil e outro na militar.

De acordo com as informações, a polícia trabalha com a hipótese de tiro acidental, já que o tiro partiu de outro PM, mas, de toda a forma, serão realizadas perícias nas armas e todos os policiais que estavam presentes durante a ação serão ouvidos.

O corpo também deverá passar por exames periciais.

PB Agora

 

 

Policial militar é morto com tiro acidental por outro PM durante ação, em Campina Grande

Um policial militar foi morto com um tiro na cabeça durante uma ação da polícia no início da manhã desta segunda-feira (9), no bairro do Monte Santo, em Campina Grande. De acordo com a Polícia Militar, o tiro foi disparado acidentalmente por outro PM. Ele ainda foi socorrido para o Hospital de Trauma de Campina Grande, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade de saúde.

De acordo com relato dos moradores à TV Paraíba, a polícia foi acionada pela população da região para verificar uma movimentação de três homens que estavam em um carro na rua Olegário Maciel.

Segundo informações da Polícia Militar, ao chegarem no local os policias se depararam com os três jovens que estavam bastante alterados. Durante a abordagem da polícia, houve um disparo acidental da arma de um policial militar, que atingiu a cabeça do outro PM que participava da ocorrência.

Ele ainda foi socorrido para o Hospital de Trauma de Campina Grande, mas não resistiu aos ferimentos. Os jovens foram presos e encaminhados para a Central de Polícia de Campina Grande para mais esclarecimentos.

Foto: Mário Aguiar/TV Paraíba

G1

 

Crianças e idosos da LBV levam o tema Natureza para o Desfile Cívico e Militar em JP

Vestidos de verde e com mensagens fraternas bradaram os cuidados com o planeta  

No último sábado, 7, em homenagem ao Dia da Independência do Brasil, a Legião da Boa Vontade (LBV), com seu pelotão formado por crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos e voluntários, participaram do Desfile Cívico e Militar de João Pessoa que percorreram pelas avenidas Getúlio Vargas e Duarte da Silveira.

Em dezenas de cidades brasileiras, ao lado do povo, a Instituição expressou o sentimento de patriotismo, com o engajamento em atos cívicos e a realização de várias ações.

A Instituição levou para a Avenida o tema a Natureza. Crianças e adolescentes vestidos de verde e com mensagens fraternas sobre os cuidados em que a sociedade precisa ter com o planeta. Idosos que integram o serviço de convivência e fortalecimento de vínculos mantido pela entidade, o Vida Plena da LBV, bastante aplaudido pelos presentes.

Tradicionalmente, a LBV, leva à frente de seu pelotão a Majestosa Estampa de Jesus, como referência de Amor Fraterno e Solidariedade.

A sra. Ana Maria, 80 anos, marca presença todos os anos para representar a instituição nas avenidas Getúlio Vargas e Duarte da Silveira, em João Pessoa. “Tenho muita alegria em participar todos os anos, representando a nossa LBV, é muita emoção e felicidade”, declara a idosa.

Durante a semana da Pátria, os Centros Comunitários de Assistência Social e as escolas da LBV promoveram diversas atividades pedagógicas, culturais, lúdicas, esportivas e de lazer, para reforçar a importância da data com os atendidos.

Em João Pessoa/PB, a Instituição desenvolve ações socioeducativas por meio do seu Centro Comunitário de Assistência Social, localizado a Rua das Trincheiras, 703 – Jaguaribe, área central da capital paraibana. Colabore pelo site www.lbv.org

 

 

Policial militar atira acidentalmente na própria perna, em João Pessoa

Um policial militar ficou ferido na noite desta quinta-feira (5) depois de atirar acidentalmente contra a própria perna, em João Pessoa. Ele estava no Centro de Educação da Polícia Militar, no bairro de Mangabeira.

O policial, de 22 anos, faz o curso de formação de soldados e estava se preparando para ir para casa, quando manuseou a arma e ela disparou.

O policial foi socorrido pelos colegas até o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. Ele deu entrada no bloco cirúrgico e o estado de saúde é considerado estável.

G1

 

Em Belém, polícia Civil e Militar prendem foragido acusado de tráfico

Na tarde desta quarta-feira (21), na cidade de Belém-PB, a Polícia Civil (GTE da 8DSPC) e a Polícia Militar (NI/PM e Guarnição do Comando do 4BPM), em ação conjunta, prenderam Leandro José Romão (30 anos), contra quem havia mandado de prisão em aberto.

Leandro foi um dos alvos da Operação Rede do Mal-Belém, desencadeada em fevereiro deste ano para combater organização criminoso atuante no tráfico de drogas naquela cidade, e, desde então, encontrava-se foragido. Cumprido o mandado, o acusado foi encaminhado à cadeia pública de Belém.

 

portalmidia

 

 

Bolsonaro: ‘Se o presidente da OAB quiser saber como o pai desapareceu no período militar, eu conto para ele’

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (29) que “um dia” contará ao presidente da Ordem do Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, como o pai do jurista desapareceu na ditadura militar, caso a informação interesse ao filho.

Segundo Bolsonaro, Santa Cruz “não vai querer saber a verdade” sobre o pai, Fernando Augusto de Santa Cruz Oliveira, que desapareceu no período na ditadura militar (1964-1985).

O presidente deu a declaração ao comentar o desfecho do processo judicial que considerou Adélio Bispo, autor da facada em Bolsonaro durante a campanha eleitoral, inimputável (isento de pena devido a doença mental). Por isso, ele ficará em um manicômio em vez de um presídio.

Antes de falar sobre o pai de Santa Cruz, Bolsonaro criticou a atuação da OAB no caso de Adélio Bispo e perguntou qual era a intenção da entidade. Segundo o presidente, a ordem teria impedido o acesso da Polícia Federal ao telefone de um dos advogados do autor da facada.

“Por que a OAB impediu que a Polícia Federal entrasse no telefone de um dos caríssimos advogados [do Adélio]? Qual a intenção da OAB? Quem é essa OAB?”, questionou o presidente.

Sem ser questionado, Bolsonaro falou na sequência sobre o pai do presidente da OAB.

“Um dia se o presidente da OAB [Felipe Santa Cruz] quiser saber como é que o pai dele desapareceu no período militar, eu conto para ele. Ele não vai querer ouvir a verdade. Eu conto para ele”, disse Bolsonaro.

“Não é minha versão. É que a minha vivência me fez chegar às conclusões naquele momento. O pai dele integrou a Ação Popular, o grupo mais sanguinário e violento da guerrilha lá de Pernambuco, e veio a desaparecer no Rio de Janeiro”, complementou.

G1 procurou o presidente da OAB para ouvi-lo sobre a declaração de Bolsonaro e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem.

Conforme informou o colunista do G1 Matheus Leitão, o pai do presidente da OAB militou no movimento estudantil e participou da Juventude Universitária Católica (JUC), movimento da Igreja reconhecido pela hierarquia eclesiástica, e depois integrou a Ação Popular (AP), organização de esquerda contrária ao regime.

Fernando desapareceu em um encontro que teria no Rio de Janeiro, em 1974, com um colega militante, Eduardo Collier Filho, da mesma organização. Segundo o livro “Direito à memória e à verdade”, produzido pelo governo federal, Fernando e o colega foram presos juntos em Copacabana por agentes do DOI-CODI-RJ em 23 de fevereiro daquele ano.

‘Ato abominável’

Em abril de 2016, dias depois de aberto o processo de impeachment contra a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), a seccional da OAB do Rio de Janeiro, comandada à época por Felipe Santa Cruz, protocolou na Câmara dos Deputados um requerimento pedindo a cassação do mandato do então deputado Jair Bolsonaro por quebra de decoro parlamentar e apologia à tortura.

Na oportunidade, Bolsonaro, ao declarar seu voto favorável à abertura do impeachment, homenageou Carlos Alberto Brilhante Ustra, condenado por tortura durante a ditadura militar.

“Pela memória do Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff”, disse o então deputado ao votar pela abertura do processo.

A seccional da OAB do Rio também enviou um ofício ao então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, classificando a declaração como um “ato abonminável” e pedindo providência do Ministério Público.

Ustra foi condenado na área cível a pagar indenização por danos morais por tortura. O relatório final da Comissão Nacional da Verdade afirma que Ustra cometeu crimes de tortura e execuções.

OAB no caso Adélio

Em março, o desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) Néviton Guedes atendeu a pedido Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB) e da OAB de Minas Gerais e suspendeu apurações sobre a suposta participação do advogado Zanone Manuel de Oliveira Júnior, que defendeu Adélio, no atentado contra o presidente.

Em dezembro, sob justificativa de tentar identificar quem estaria financiando a defesa do autor do atentado, a PF em Minas Gerais cumpriu dois mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao advogado.

Foram apreendidos na ocasião livros caixa, recibos e comprovantes de pagamento de honorários e de seu aparelho telefônico. Na ocasião, a OAB disse que ação da PF em locais ligados a Zanone “viola prerrogativas da advocacia”.

‘Maluco até morrer’

Bolsonaro também comentou a decisão da Justiça Federal de considerar Adélio inimputável e impor medida de segurança de internação por prazo indeterminado. O presidente e o Ministério Público Federal não recorreram da decisão e o processo foi encerrado.

Com a decisão, após análises de laudos psiquiátricos, Adélio não poderá ser punido criminalmente após facada contra Bolsonaro.

Bolsonaro explicou que, como não recorreu, Adélio será considerado “maluco até morrer”, detido em um manicômio judicial. O presidente disse desejar que Adélio revele mais informações sobre o atentado.

“Como não recorri, agora ele é maluco até morrer. Vai ficar em um manicômio judicial, uma prisão perpétua. Estou sabendo que ele está aloprando lá. Abre a boca, pô. Ah, não tem valor porque é maluco, abre a boca, pô! Quem sabe dê o fio da meada”, disse o presidente.

G1

 

Policial militar é assaltado e tem carro roubado, em Campina Grande

Um policial militar foi assaltado nesta quarta-feira (24), em Campina Grande. Ele estava com duas crianças dentro do carro, além de parentes. Quando ele estava saindo de casa, foi abordado por dois suspeitos armados, que anunciaram o assalto. Ninguém ficou ferido.

O policial desceu do carro, foi revistado e os suspeitos encontraram a arma dele. A dupla mandou o policial deitar no chão e levou a carteira, onde estava a identidade funcional do policial, o celular e o carro.

Em seguida, os suspeitos fugiram e abandonaram o veículo no bairro do Catolé. O carro foi recuperado, mas os outros objetos não foram encontrados. Os suspeitos não foram presos.

G1

 

Policial militar e músico é encontrado morto ao lado de moto, em Alagoa Grande, PB

O policial militar e músico, Roberio Chaves, de 38 anos, foi encontrado morto na noite desta quarta-feira (17), juntamente com sua moto as margens da PB-079, na entrada do distrito de Zumbi, em Alagoa Grande, no Agreste da Paraíba. Ele estava desaparecido desde a última terça-feira (16). O músico atuava na banda da PM e era vocalista da banda Jackson Envenenado.

Segundo informações da Polícia Militar, Roberio foi visto pela última vez na festa de emancipação política da cidade de Juarez Távora, na noite da terça-feira (16). Ele retornava sozinho em sua moto para sua cidade natal, Alagoa Grande.

Após buscas na região, o corpo da vítima foi encontrado ao lado de sua moto em uma curva entre o distrito de Zumbi e Alagoa Grande. O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para o recolhimento do corpo.

O músico além de atuar na banda da Polícia Militar, era vocalista e um dos fundadores da banda Jackson Envenenado, que homenageava Jackson do Pandeiro, desde 2001. O velório de Roberio será na câmara de vereadores de Alagoa Grande, a partir das 16h desta quinta-feira.

G1

 

Ex-policial militar é morto em rodovia federal no Sertão da Paraíba

Um ex-policial militar, de 58 anos, foi morto na manhã desta segunda-feira (1º) na BR-427, entre as cidades de Pombal e Paulista, no Sertão paraibano. Segundo a Polícia Militar, o homem foi atingido por pelo menos cinco tiros quando pilotava uma motocicleta.

O caso foi registrado por volta das 5h. Motoristas encontraram o corpo caído e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Quando a equipe médica chegou constatou o óbito.

Ainda de acordo com a PM, o ex-policial era criador de animais e todos os dias fazia o mesmo percurso até uma propriedade rural. A suspeita é que o homem tenha sido executado. No começo de 2019 ele tinha já tinha sofrido uma tentativa de homicídio.

O corpo da vítima foi levado para o Instituto de Polícia Científica (IPC) da cidade de Patos. A Polícia Civil investiga o caso e ainda não tem informações sobre os suspeitos do crime.

G1

 

Policial militar suspeito de agredir manifestante em Campina Grande é afastado das ruas

O policial flagrado dando uma tapa na cara de um manifestante em Campina Grande na manhã desta sexta-feira (14) foi afastado das ruas. A decisão foi tomada pelo governador João Azevêdo e confirmada ao G1 pelo secretário de Comunicação, Luis Tôrres.

O caso aconteceu em frente a uma empresa de call center, no bairro do Cruzeiro. Manifestantes impediam a entrada de funcionários e a PM foi acionada. Quando os policiais chegaram houve uma discussão e um PM deu uma tapa na cara de um estudante ligado à União Nacional dos Estudantes (UNE).

Segundo o secretário Luis Tôrres, o policial está afastado temporariamente e vai ser investigado. “A Corregedoria abriu processo disciplinar para, após conclusão, dar parecer sobre o caso e, consequentemente, sugerir medidas”, informou.

G1