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Juíza apresenta vídeo de agressão de fiscal a militante do PSB e TRE-PB vai apurar caso

treO Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba realizou na manhã desta segunda-feira (29) uma reunião para analisar o vídeo em que um fiscal eleitoral aprece agredindo um militante do PSB. Estiveram reunidos o presidente do TRE-PB, José Aurélio da Cruz, a corregedora e vice-presidente do pleno, desembargadora Maria das Graças, e a juíza da propaganda de rua da 76ª Zona Eleitoral, Agamenilde Dias.

Na ocasião, de acordo com a assessoria de comunicação do TRE-PB, Dias apresentou ao presidente e a corregedora as imagens em que o fiscal aprece agredindo fisicamente um militante do PSB que participava de uma carreata promovida pela candidata a prefeita de João Pessoa, Cida Ramos (PSB), nesse domingo (28). O caso será apurado.

O ato do funcionário da Justiça Eleitoral foi filmado e ocorreu nas proximidades do Busto de Tamandaré.

A coligação interpelou judicialmente o fiscal eleitoral Sérgio Ricardo Ponce Leon por agressão contra um militante e pelo comportamento com o motorista do carro que conduzia a socialista.

No processo, a coligação pede que todas as medidas cabíveis sejam adotadas para apurar o caso do fiscal que adotou uma conduta que se “contrapõe a atuação respeitosa e diligente de todos os demais integrantes desta Justiça Eleitoral”.

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Embaixador americano na Coreia do Sul é agredido a faca por militante nacionalista

EMBAIXADORO embaixador dos Estados Unidos na Coreia do Sul, Mark Lippert, foi ferido a faca nesta quinta-feira em Seul por um militante nacionalista contrário à aliança militar entre seu país e Washington.

O agressor, que estava armado com uma faca de cozinha de 25 cm, segundo a polícia, atacou Lippert quando ele participava em uma reunião durante um café da manhã no instituto cultural Sejong, no centro da capital sul-coreana.

“O homem surgiu bruscamente entre o público no momento em que começava o café da manhã. Alguns tentaram impedir seu avanço, mas tudo aconteceu muito rápido. O embaixador foi ferido no rosto e levado para o hospital”, explicou Kim Young-man, porta-voz do Conselho Coreano para a Reconciliação e a Cooperação, que organizou o evento.

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O diplomata, ferido na mão e na bochecha, foi operado com sucesso e se encontra em condição estável, segundo os médicos. Lippert, no entanto, deverá permanecer por dois ou três dias no hospital.

“Estou bem, animado”, escreveu o embaixador no Twitter.

O presidente Barack Obama telefonou para o embaixador para desejar uma recuperação rápida, informou a porta-voz do Conselho de Segurança Nacional (NSC), Bernadette Meehan.

O Departamento de Estado condenou com veemência o “ato de violência”.

– Ataque à aliança com EUA –

A polícia identificou o suspeito como Kim Ki-jong, 55 anos, já condenado por atirar uma pedra contra o embaixador do Japão em Seul no ano de 2010.

“Ele permanece detido e estamos tentando entender o motivo do ataque”, disse o chefe de polícia encarregado da investigação, Yoon Myung-Soon.

A presidente sul-coreana, Park Geun-hye, denunciou a agressão como um ataque contra a aliança militar entre Seul e Washington.

“Estes fatos são intoleráveis porque não se trata apenas de uma agressão física contra o embaixador Lippert, mas sim contra a aliança entre Coreia do Sul e Estados Unidos”, destacou.

A presidente Park também foi vítima de um ataque com arma branca, em 2006, durante uma campanha eleitoral. O agressor foi condenado a 10 anos de prisão por tentativa de homicídio.

A Coreia do Norte considerou o ataque contra Lippert um “castigo justo”, pela decisão dos Estados Unidos de seguir adiante com os exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul.

“Castigo justo para os belicistas americanos”: este é o título de um breve comunicado da agência de notícias oficial KCNA.

A agência afirmou que o ataque a Lippert reflete a postura da opinião pública sul-coreana, “que é crítica a respeito dos Estados Unidos por provocar uma crise bélica na península coreana por seus exercícios militares conjuntos” com Seul.

A KCNA classificou o ataque de “expressão de resistência” válida.

– Movimento nacionalista –

A embaixada dos Estados Unidos na Coreia do Sul coopera com a polícia local, informou o Departamento de Estado.

Os agentes das forças de segurança avançaram sobre o agressor, que usava uma roupa tradicional coreana e gritou uma frase contra a guerra no momento do ataque.

A agência Yonhap revelou que o agressor lidera um movimento nacionalista que organiza regularmente manifestações contra as pretensões territoriais do Japão sobre um grupo de ilhas controladas pela Coreia do Sul.

Partidário do regime norte-coreano, segundo fontes da inteligência de Seul, o agressor viajou seis vezes para a Coreia do Norte entre 2006 e 2007. Ele tentou construir um monumento em memória de Kim Jong-Il em Seul após a morte do dirigente de Pyongyang em 2011.

Kim Ki-jong tem um blog no qual expressou esta semana sua oposição aos exercícios militares conjuntos da Coreia do Sul com os Estados Unidos, por considerar que impossibilitam a retomada do diálogo entre as Coreias.

As manobras conjuntas anuais em grande escala geralmente provocam reações violentas do governo da Coreia do Norte.

Quase 30.000 soldados americanos estão presentes na Coreia do Sul de forma permanente e Washington assumiria o comando operacional no caso de conflito armado com a Coreia do Norte.

Lippert, 42 anos, ex-assistente do Departamento de Defesa para Assuntos Asiáticos, tem a reputação de ser um diplomata próximo do presidente Obama. Oficial da reserva da Marinha, que serviu no Iraque nos anos de 2007 e 2008 como agente de informação das forças especiais, assumiu o posto em Seul em outubro do ano passado.

 

 

AFP

Candidato sensação, Eduardo Jorge se formou na UFPB e foi militante revolucionário em João Pessoa

eduardo-jorgeO candidato a presidência da República, Eduardo Jorge (PV), se transformou em uma sensação na internet depois do debate entre os presidenciáveis da TV Bandeirantes no dia 26 de agosto.

Apresentando propostas diferenciadas como legalização da maconha e do aborto, o candidato se diferencia também pelos gestos irreverentes e comentários provocativos. Surgiu até uma comparação com o falecido Plínio Arruda.

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Mas são as comparações com um outro político é que chamam mais atenção: Pepe Mujica, presidente do Uruguai. O presidente do PV na Paraíba, Sargento Dênis, comentou com satisfação sobre a comparação e lembrou da humildade e simplicidade de Eduardo. “Ele anda de ônibus, vai trabalhar de bicicleta, é vegetariano. Ele é o Mujica brasileiro”, colocou.

Dênis conversou com o Portal Paraíba e contou um pouco sobre o presidenciável que estudou em João Pessoa e casou com uma paraibana. “Foi aqui que ele iniciou sua carreira médica, morou no bairro de Manaíra, tem família aqui. Ele é amigo dos professores da UFPB”, disse.

Foi justamente na Universidade Federal da Paraíba que começou a entrar em contato  com a política. Em 1968 entrou para o movimento estudantil e para o Partido Comunista Revolucionário Brasileiro.

Foi para São Paulo em 1974, estudar especialização em medicina. Lá se filiou ao PT e se elegeu deputado estadual e depois federal por 4 vezes. Se filiou ao PV em 2003.

Dênis afirmou que tem trabalhado muito na campanha de Eduardo e criticou os grandes veículos de imprensa que só dão espaço para os candidatos dos grandes partidos. “Nós estamos nos esforçando para ele vir aqui em campanha. As propostas que ele tem têm muito a acrescentar para a Paraíba”, continua.

“A legalização da maconha para medicina, como o Canabidiol, já é defendida pelo PV a muito tempo. Além disso tem muitos outros debates como a defesa da mulher, a legalização do aborto”, acrescentou.

O presidente do PV paraibano destacou que a campanha de Eduardo é muito humilde “muito mais do que foi a de Marina Silva, quatro anos atrás. É importante a gente ter esse espaço para as pessoas verem que ele é um candidato diferente, o único diferente”, afirmou.

Pedro Callado

 

Após romper com Cartaxo, militante histórico abandona o PT e se filia ao PSB

Aguardando uma lembrança que não veio na gestão do prefeito Luciano Cartaxo (PT), o ex-deputado estadual Jeová Campos decidiu abandonar os quadros do Partido dos Trabalhadores após quase 30 anos e ingressar no Partido Socialista Brasileiro, onde apoiará a reeleição do governador Ricardo Coutinho em 2014.

Informações de bastidores dão conta que a quebra de um acordo politico entre Jeová Campos e o presidente estadual do PT, Rodrigo Soares teria motivado o rompimento. O acordo previa uma dobradinha entre Rodrigo e Jeová, onde um seria candidato a deputado federal e o outro estadual respectivamente. Como Rodrigo Soares, se submeteu as exigências do prefeito Luciano Cartaxo, desistindo da candidatura a federal, passando a ser pré-candidato a estadual, Jeová Campos acabou sendo prejudicado e ‘chutou o pau da barraca’.

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Em uma audiência realizada em João Pessoa, entre o governador Ricardo Coutinho (PSB), a prefeita Denise Albuquerque (PSB) e o secretário de interiorização Carlos Antônio (DEM), ficou decidido que o ex-deputado se filiará ao PSB. A festa para receber o novo girassol está sendo preparada para quinta-feira, dia 3 de outubro.

O ex-parlamentar que obteve uma votação de mais de 60 mil votos não conseguiu êxito nas últimas eleições ficando na primeira suplência. Diante do seu insucesso no pleito passado, Jeová Campos demonstra mágoas com algumas figuras da política paraibana, e sempre lamenta por não ter conseguido ser efetivado como representante do povo do sertão do estado em Brasília.

O ‘Rei do Alho’, como é carinhosamente conhecido, chega ao grupo do governador na intenção de buscar  o seu retorno à Assembleia Legislativa, onde espera contar com o apoio da prefeita Denise Albuquerque e do secretário Carlos Antônio.

 PB Agora 

Militante do PT de Belém (PB) denuncia partidários de Ricardo Marcelo de ameaçá-lo de morte

 

Marcelo Matias (Marcelo do PT), que reside em Belém/PB, encaminhou nota ao FOCANDO A NOTÍCIA denunciando que vem sofrendo veladas ameaças de morte após o resultado que culminou na vitória de Edgar Gama para prefeito do município.

Marcelo, que é dirigente estadual do partido na Paraíba, narra que teve que se ausentar da cidade com seus familiares por causa dos “partidários do grupo do Presidente da Assembléia Legislativa da Paraíba, Ricardo Marcelo, e do seu irmão Tarcisio Marcelo (derrotados no último pleito de 07 de outubro)”.

Confira a nota na íntegra:

Povo Paraibano, em especial aos belenenses, através deste denuncio as ameaças de morte que venho recebendo desde o último dia 05 de outubro de 2012, em virtude da mina atuação política na cidade de Belém-PB, especialmente no pleito eleitoral recente. Sem querer me vangloriar, minha atuação ao lado de outros companheiros vem sendo considerada decisiva para o resultado alcançado pela nossa coligação que elegeu Edgar Gama, prefeito de Belém.

Desde então, minha família e eu, nos refugiamos longe da minha cidade, sem inclusive ter tido o direito e o prazer de comemorar nossa vitória por causa das freqüentes ameaças que chegam até mim ao ponto de amigos me aconselham a ficar longe de Belém-PB, em função do que estão escutando nas esquinas e praças da minha cidade, poucos não tem sido os telefonemas anônimos que tenho recebido com ameaças de morte.

Essas ameaças partem de partidários do grupo do Presidente da Assembléia Legislativa da Paraíba, Ricardo Marcelo, e do seu irmão Tarcisio Marcelo (derrotados no último pleito de 07 de outubro).

Temendo pela minha vida e pela integridade física da minha família, escrevo está carta denunciando as ameaças recebidas e considerando o medo das pessoas que trazem os recados em servirem de testemunhas, escrevo um documento deixando nas mãos de algumas pessoas os nomes dos principais ameaçadores, dos locais aonde as ameaças foram verbalizadas e o nome das testemunhas, caso, algo aconteça comigo, está lista será entregues as autoridades para fins de investigação.

Por fim, dou ciência à direção estadual e nacional do meu partido, bem como solicito as autoridades competentes que tomem as medidas necessárias para garantir a minha vida e a minha integridade física.

João Pessoa 12 de outubro de 2012

Marcelo Matias (Marcelo do PT)

Dirigente Estadual do Partido dos Trabalhadores da Paraíba

Servidor Público, e Acadêmico de Direito

Redação/Focando a Notícia

Rádio comunitária pode se manter sem publicidade, diz militante

Marcelo Delfino é amante do movimento de rádios livres e comunitárias no Rio de Janeiro, admirador da extinta Rádio Progressiva, emissora que tinha sede e torre no Complexo da Maré. A emissora era tocada por uma equipe de ativistas sociais, que tinham Wladimir Aguiar à frente. ”A Progressiva tinha a vantagem da independência total, por não ter ezecutivos tacanhos como os que mataram a rádio niteroiense várias vezes. A planilha da rádio era vasta e variada”, lembra Marcelo.

Para ele, radiodifusores de rádios autenticamente comunitárias pelo país afora deveriam se espelhar na Rádio Progressiva no tocante à independência financeira, sem precisar de mendigar apoios culturais. “As rádios cariocas, sejam grandes, comunitárias ou ditas livres, estão quase todas entregues à politicagem, à Música de Cabresto Brasileira, ao jabá musical, jornalístico e esportivo e à picaretagem gospel”, lamentou. Para cumprir sua função de rádio comunitária, a Progressiva FM fazia parceria com associações de moradores do Complexo da Maré e com outras entidades que atuavam ali. A rádio não tinha comerciais. No lugar deles, colocava campanhas e mensagens educativas. Havia uma que recomendava explicitamente a substituição da margarina por manteiga, por ser mais saudável.

Na realidade, esse assunto de comercial em rádio comunitária vem rendendo, depois que a Justiça tem multado muitas emissoras comunitárias por irradiar anúncios considerados impróprios para esse tipo de estação de rádio. Conforme entendimento do Ministério das Comunicações, o anúncio em rádio comunitária deve ser institucional. Ou seja, sem promoção ou qualquer frase que enalteça o anunciante. Pode divulgar apenas o nome e um contato, seja telefone ou email. Para sobreviver, as rádios comunitárias vendem anúncios com padrão de rádio comercial. “Não tem necessidade disso”, afirma Jacinto Moreno, da Rádio Comunitária Zumbi dos Palmares. Segundo ele, uma rádio comunitária tem gastos mínimos, apenas com energia, aluguel e outras pequenas despesas de manutenção, que podem ser cobertas pelas entidades que fazem parte do Conselho Comunitário da rádio. “O resto é picaretagem de espertalhões que usam a outorga de rádio comunitária para ganhar dinheiro”, diz Moreno.

radiozumbijp