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Mega-Sena: apostas de BH e de SP acertam as seis dezenas e ganham R$ 27,8 milhões cada uma

Duas apostas, uma de Belo Horizonte e outra de São Paulo, acertaram as seis dezenas do concurso 2.240 da Mega-Sena, realizado neste sábado (7). Cada uma receberá R$ 27.894.020,38.

Veja as dezenas sorteadas: 07 – 09 – 10 – 19 – 25 – 58.

A quina teve 143 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 28.124,13. A quadra teve 10.345 apostas vencedoras; cada uma levará R$ 555,37.

O próximo concurso (2.241) será na terça-feira (10). O prêmio é estimado em R$ 2 milhões.

Como apostar

As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) de quinta-feira em qualquer lotérica do país e também no portal Loterias Caixa.

O valor da aposta simples é de R$ 4,50 nas lotéricas. Para jogar no portal Loterias Caixa, o apostador deve ser maior de 18 anos e efetuar um cadastro. O cliente escolhe os palpites, insere no carrinho e paga suas apostas de uma só vez, com cartão de crédito. O valor mínimo da compra é de R$ 30,00 e máximo de R$ 500,00 por dia.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

G1

 

Mega-Sena: ninguém acerta as seis dezenas e prêmio vai a R$ 7 milhões

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.238 da Mega-Sena deste sábado (22), em São Paulo. O prêmio acumulou.

Veja as dezenas sorteadas: 11 – 36 – 45 – 55 – 57 – 58

A quina teve 14 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 123.443,51. A quadra teve 1.679 ganhadores; cada um levará R$ 1.470,44.

O próximo concurso será nesta quarta-feira (4). O prêmio é estimado em R$ 7 milhões.

O sorteio ocorreu no Terminal Rodoviário Tietê, em São Paulo, e foi o terceiro maior da história da Mega-Sena em concursos regulares (excluída a Mega da Virada, cujos sorteios são no dia 31 de dezembro).

G1

 

Desemprego fica em 11,2% em janeiro, mas quase 12 milhões de brasileiros ainda estão sem trabalho

A taxa de desemprego no Brasil caiu no primeiro mês do ano, segundo dados da Pnad Contínua, divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. O resultado do trimestre encerrado em janeiro foi de 11,2%, atingindo 11,9 milhões de pessoas. Houve queda de 0,4 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em outubro, que serve como base de comparação para o dado atual.

Instituições financeiras ouvidas pela Bloomberg projetavam uma taxa de 11,3% para o trimestre encerrado em janeiro. Um ano antes, no trimestre encerrado no mesmo mês de 2019, a taxa havia ficado em 12%.

A taxa de informalidade atingiu 40,7% da população ocupada, representando um contingente de 38,3 milhões de trabalhadores informais. No trimestre encerrado em outubro de 2019, essa taxa havia sido de 41,2% e no mesmo trimestre do ano anterior, 40,6%.

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (excluindo trabalhadores domésticos) chegou a 33,7 milhões e cresceu em ambas as comparações: 1,5% (mais 504 mil pessoas) em relação ao trimestre terminado em outubro e 2,6% (mais 845 mil pessoas) contra o mesmo trimestre do ano anterior.

A categoria dos empregados sem carteira assinada no setor privado (11,7 milhões de pessoas) ficou estável em relação ao trimestre móvel anterior e cresceu 3,7% (ou mais 419 mil pessoas) comparada ao mesmo trimestre de 2019.

Rendimento médio é de R$ 2.361
O rendimento médio real (R$ 2.361) ficou estável em todas as comparações. Já a massa de rendimento real (R$ 217,4 bilhões) ficou estável frente ao trimestre anterior e cresceu 2,2% frente ao mesmo trimestre do ano anterior.

A Pnad analisa tanto o mercado formal quanto o informal. Esta é a primeira estatística de emprego divulgada para 2020.

Na quinta, o Ministério da Economia anunciou o atraso na divulgação do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que monitora o mercado formal. O número só será conhecido na segunda quinzena de março. Tradicionalmente,  os dados  costumavam ser divulgados por volta do dia 20 no mês subsequente.

Os números por trás do desemprego

  • 11,9 milhões de desempregados

São os brasileiros que buscaram uma vaga na semana da pesquisa do IBGE, mas não encontraram.

  • 26,4 milhões de subutilizados

A conta considera os trabalhadores desempregados, subocupados e a força de trabalho potencial. A redução de 2,7% se comparado ao trimestre encerrado em outubro, e de 3,4%  na comparação com o mesmo período do ano passado.

  • 6,6 milhões de subocupados por insuficiência de horas

Aqueles que trabalharam menos de 40 horas semanais e gostariam de ter uma jornada maior. A taxa ficou estável se comparado ao mesmo período do ano anterior

  • 7,7 milhões na força potencial

Considera quem procurou uma vaga,mas,por algum motivo, como cuidado com um parente,não estava disponível para trabalhar; e quem não procurou,mas estava disponível, considerando os desalentados.

 

O Globo

 

 

Mega-Sena: apostas de Rio Branco e Fortaleza acertam as seis dezenas e faturam cada uma R$ 105,8 milhões

Uma aposta de Rio Branco (AC) e outra de Fortaleza (CE) acertaram as seis dezenas do concurso 2.237 da Mega-Sena. Elas receberão, cada uma, R$ 105.826.358,87. O sorteio ocorreu nesta quinta-feira (27) no Terminal Rodoviário Tietê, em São Paulo. A aposta mínima custa R$ 4,50.

Veja as dezenas sorteadas: 11 – 20 – 27 – 28 – 53 – 60.

A quina teve 263 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 44.509,85. A quadra teve 15.054 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 1.110,86.

O próximo concurso (2.238) será no sábado (29). O prêmio é estimado em R$ 3 milhões.

G1

 

Mega-Sena acumula e próximo concurso deve pagar R$ 105 milhões

Ninguém acertou as seis dezenas do Concurso 2.232 da Mega-Sena sorteadas ontem (8), no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo. O prêmio para o próximo sorteio, que ocorrerá na quarta-feira (12), está estimado em R$ 105 milhões.

Os números sorteados foram 07 – 08 – 31 – 34 – 38 – 47.

A quina teve 111 ganhadores que vão receber, cada um, R$ 54.265,87. Acertaram quatro números 8.685 apostadores, que receberão o prêmio individual de R$ 990,79.

As apostas para o próximo concurso da Mega-Sena (2.233) podem ser feitas até as 19h de quarta-feira (12). Um jogo simples, de seis números, custa R$ 4,50.

 

Agência Brasil

 

 

Mega-Sena acumula e deve pagar R$ 90 milhões no sábado

Nenhum apostador acertou os seis números do concurso nº 2.231 da Mega-Sena dessa quarta-feira (5).

Foram sorteados os números 04, 13, 25, 40, 53 e 57. Segundo estimativa da Caixa, o concurso de sábado (8) deverá pagar R$ 90 milhões.

A quina teve 127 apostas vencedoras e cada uma vai receber um prêmio de R$ 39.228,56. A quadra saiu para 8.326 apostadores, que receberão prêmio de R$ 854,81.

A aposta mínima na Mega-Sena custa R$ 4,50. Nesse caso, a chance de acerto (probabilidade estatística) é de uma em mais de 50 milhões.

 

Agência Brasil

 

 

Paraíba recebe mais de R$ 38 milhões em recursos do Fundeb para educação

A educação do estado da Paraíba receberá R$ 38.295.788,92, o recurso faz parte do repasse da Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). De acordo com os dados divulgados pela Confederação Nacional dos Municípios, o montate será investido por meio de duas parcelas, o primeiro é referente ainda ao ano de 2019. Já o segundo repasse, faz parte do primeiro repasse da complementação federal de 2020.

As transferências federais do Fundeb acontecem a título de complementação. O investimento em todo o Brasil chega ao valor de R$ 4,5 bilhões, os recursos devem ser pagos nesta sexta-feira (29).

Na Paraíba, todos os municípios receberão recursos, João Pessoa lidera com R$ 3.049.566,96 em segundo, a cidade que mais será beneficiada é Campina Grande R$ 1.561.792,70, seguida por Santa Rita com R$ 718.841,47 e Patos, que receberá R$ 457.754,34.

O Fundeb é um fundo especial formado entre outras coisas, por recursos oriundos de impostos e transferências constitucionais dos estados, Distrito Federal e municípios, que são destinados à educação básica. Os valores recebidos por cada ente da Federação são calculados conforme o número de estudantes matriculados nas escolas públicas, é levado em consideração o valor a ser aplicado por cada aluno.

Confira quanto cada municípios receberá.

Cynthia Silva – MaisPB

 

 

Ninguém acerta as seis dezenas e Mega Sena acumula em R$ 80 milhões

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.230 na noite deste sábado (1), em São Paulo (SP).

Veja as dezenas sorteadas: 07 – 17 – 26 – 39 – 56 – 60

A quina teve 75 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 61.137,23. Já a quadra teve 6.440 apostas ganhadoras, cada uma receberá R$ 1.017,14.

A estimativa de prêmio para o próximo concurso, no dia 5 de fevereiro, é de R$ 80 milhões.

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

 

G1

 

 

Desemprego fica em 11% em dezembro, mas ainda atinge 11,6 milhões, diz IBGE

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 11% no trimestre encerrado em dezembro, atingindo 11,6 milhões de pessoas, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Foi a terceira queda seguida do indicador, que ficou em 11,2% nos três meses até outubro. Com isso, a taxa de desemprego segue no menor patamar desde o trimestre encerrado em março de 2016, quando foi de 10,9%. Para trimestres encerrados em dezembro, é a menor taxa registrada desde 2015, quando ficou em 8,9%.

Evolução da taxa de desemprego — Foto: Economia G1

Evolução da taxa de desemprego — Foto: Economia G1

“Verificamos um aumento significativo (de postos de trabalho) ao longo do ano. Isso tem a ver com contratações em diversas áreas e uma reação do comércio a partir do fim do ano. Claro, nessa época do ano devemos levar em consideração a sazonalidade característica do fim do ano. Precisamos esperar para verificar se essas pessoas permanecerão empregadas”, afirmou a analista da pesquisa, Adriana Beringuy.

“Alguns setores, como construção e indústria, que vinham apresentando quedas, conseguiram contratar”.

Alta na carteira assinada

Segundo o IBGE o maior destaque em relação aos três meses anteriores (julho a setembro) foi o aumento de 1,8% no contingente de empregados no setor privado com carteira assinada, que atingiu 33,7 milhões de pessoas. Na mesma comparação, o número de trabalhadores sem carteira assinada ficou estável, em 11,9 milhões.

“Houve um crescimento expressivo do emprego com carteira assinada, com expansão de 1,8%, o que não ocorria desde o início da série, em 2012″, apontou em nota a analista do IBGE Adriana Beringuy. Ainda assim, o número total de trabalhadores com carteira é cerca de 3 milhões inferior ao recorde da série, alcançado em 2014, quando foram registrados 36,7 milhões.

Informalidade no trimestre

Os dados do IBGE mostraram também que a taxa de informalidade atingiu 41% no quarto trimestre, um contingente de 38,4 milhões de pessoas. A categoria por conta própria, com 24,6 milhões de pessoas, ficou estável no último trimestre. Na comparação com o último trimestre de 2018, houve elevação (3,3%), representando um adicional estimado de 782 mil pessoas.

Taxa de informalidade — Foto: Economia G1

Taxa de informalidade — Foto: Economia G1

Desemprego médio de 11,9% em 2019

No ano de 2019, a taxa média de desocupação foi de 11,9%, ante 12,3% em 2018. Também no ano, a pesquisa apontou um contingente de 12,6 milhões de pessoas desocupadas, 1,7% a menos que em 2018.

Apesar da queda em relação a 2018, esse número de desocupados representa quase o dobro dos 6,8 milhões registrados em 2014, o menor ponto da série.

Evolução da taxa anual de desemprego — Foto: Economia G1

Evolução da taxa anual de desemprego — Foto: Economia G1

2019 teve maior informalidade em 4 anos

Já a taxa de informalidade (soma dos trabalhadores sem carteira, trabalhadores domésticos sem carteira, empregador sem CNPJ, conta própria sem CNPJ e trabalhador familiar auxiliar) ficou em 41,1% da população ocupada no ano. Esse número equivale a 38,4 milhões de pessoas, o maior contingente desde 2016.

Na passagem de 2018 para 2019, houve uma alta de 4% no número de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado (exceto domésticos), para 11,6 milhões de pessoas – o maior patamar da série histórica iniciada em 2012.

Trabalhadores no setor privado — Foto: Economia G1

Trabalhadores no setor privado — Foto: Economia G1

Segundo Adriana, a alta informalidade contribui negativamente para o cenário da Previdência no país: “houve uma mudança no cenário de contribuição previdenciária, também. Isso se deve muito ao crescimento da informalidade. Isso fica claro quando comparamos o momento atual com, por exemplo, o cenário que tínhamos em 2014. Naquela época, o emprego com carteira assinada era o que mais crescia. Hoje, temos um predomínio do trabalho informal – uma grande massa de trabalhadores no Brasil que não contribui. Grande parte formada por trabalhadores por conta própria e empregados sem carteira, que não contribuem de forma regular”, afirmou.

número de trabalhadores por conta própria também atingiu o maior nível da série, subindo para 24,2 milhões. A maior parte deles (19,3 milhões) não tinha CNPJ – uma alta de 4,1% sobre 2018, e de 3,9 milhões de pessoas desde 2012, segundo o IBGE.

Trabalhadores por conta própria — Foto: Economia G1

Trabalhadores por conta própria — Foto: Economia G1

Entre os trabalhadores com carteira assinada, a alta foi de 1,1% entre 2018 e 2019. A criação de 356 mil vagas interrompeu a trajetória descendente registrada entre 2015 e 2018, mas foi menor que o crescimento da informalidade.

De acordo com o levantamento, do acréscimo de 1,8 milhão no número de ocupações em 2019, 446 mil foram sem carteira assinada; e a maior parte, 958 mil, são ocupações de trabalhadores por conta própria, dos quais 586 mil sem CNPJ.

“O crescimento dessas atividades – transportadores de serviços de entrega de comida, como o iFood – está ligado ao fato de que muitos trabalhadores não conseguem encontrar um emprego formal, com os vínculos tradicionais. Diante dessa situação, ele vê nessas atividades uma forma de encontrar uma renda que vai garantir sua sobrevivência”, explica Adriana. “A pesquisa mostra que essas atividades são importantes para sustentar o mercado de trabalho brasileiro nos últimos anos. As atividades tradicionais parecem ter começado a reagir em 2019, mas passamos os anos de 2016, 2017 e 2017 verificando o protagonismo das atividades informais”.

Já o número de trabalhadores domésticos chegou a 6,3 milhões, permanecendo praticamente estável em relação à estimativa de 2018 (6,2 milhões). Mas o número de pessoas com carteira assinada caiu 3%, de 1,819 milhão para 1,764 milhão, enquanto o contingente sem carteira assinada manteve-se estável, somando 4,5 milhões.

Trabalhadores domésticos — Foto: Economia G1

Trabalhadores domésticos — Foto: Economia G1

O número de empregadores totalizou 4,4 milhões em 2019, estável em relação à 2018, mas representando um crescimento de 24,5%, frente ao início da série, em 2012.

Subutilização foi recorde em 2019

O IBGE também apontou que a população subutilizada na força de trabalho (que inclui pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas ou na força de trabalho potencial), que chegou a 27,6 milhões em 2019, uma alta de 1,2% sobre 2018, o maior valor da série e 79,3% acima do menor patamar (15,4 milhões), apurado em 2014.

Rendimento

Os dados mostraram que o rendimento médio real habitual ficou estável na passagem do terceiro para o quarto trimestre de 2019, em R$ 2.340. Já a média anual ficou em R$ 2.330, com pequena variação (0,4%) em relação a 2018.

A massa de rendimento real habitual (R$ 216,3 bilhões) cresceu 1,9% em relação ao trimestre de julho a setembro. Frente ao mesmo trimestre de 2019, houve alta de 2,5%. A média anual (R$ 212,4 bilhões) subiu 2,5% em relação a 2018.

“O rendimento médio verificado na pesquisa ainda não mostra uma reação – está estável”, disse Adriana Beringuy. “Essa estabilidade está associada ao fato de boa parte das pessoas ocupadas estar inserida em ocupações de baixo rendimento. Além disso, setores importantes como indústria, construção e transporte não apresentaram expansão de rendimentos. Ou seja, vemos que há mais gente trabalhando, mas isso não se refletiu no aumento de rendimentos”.

 

38 milhões de pessoas ainda podem fazer o saque do FGTS na Caixa

O resgate de até R$ 998 do FGTS ainda pode ser feito por 37,6 milhões de trabalhadores, de acordo com a Caixa Econômica Federal, que administra o fundo.

Até o dia 27 de janeiro, R$ 27,2 bilhões já haviam sido pagos para 58,4 milhões de pessoas.

O valor pode ser sacado até 31 de março de 2020 por todos que tinham até R$ 998 em uma conta do FGTS em 24 de julho de 2019, quando o governo Bolsonaro anunciou a liberação da grana.

Para quem tem mais de R$ 998, o limite de saque é de R$ 500 para conta ativa (atual emprego) ou inativa do trabalhador. Por exemplo, se tiver três contas com R$ 1.000 cada, terá direito a sacar até R$ 1.500 no total.

Mais de 4 milhões de trabalhadores que já resgataram R$ 500 ainda podem sacar mais R$ 498 do FGTS. O valor extra foi liberado em dezembro para aquecer a economia. Segundo a Caixa Econômica Federal, 5,9 milhões de brasileiros já receberam a diferença.

Para saber se pode resgatar a grana, basta conferir o seu extrato do FGTS em qualquer agência da Caixa, pelo site ou pelo Aplicativo FGTS.

O saque pode ser feito em qualquer agência da Caixa, nas lotéricas e nos correspondentes Caixa, apresentando um documento de identificação. Quem tem o cartão cidadão pode ainda fazer o saque diretamente no caixa eletrônico.

SEGURO-DESEMPREGO

Quem aderiu ao saque imediato não perde o direito ao seguro-desemprego em caso de demissão por justa causa.

No entanto, mais de 67 mil pedidos tiveram que ser reprocessados pelo governo federal, pois, durante o cruzamento de dados realizado para a liberação do seguro, a movimentação da conta do FGTS fez com que o sistema barrasse o pagamento.

De acordo com a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia, os problemas relacionados ao saque imediato foram sanados.

DINHEIRO NA CONTA

  • Dos 96 milhões de trabalhadores com direito ao saque imediato do FGTS, 58,4 milhões já fizeram o resgate
  • Dos 10 milhões de trabalhadores com direito ao valor extra, de R$ 498, apenas 5,9 milhões já receberam o valor
  • O saque imediato do FGTS pode ser realizado até 31 de março de 2020

 

FOLHAPRESS