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Gestão de mídias sociais é a profissão de 2020

Profissionais contam com graduações e cursos livres para se capacitar; segundo especialista, estar atualizado é essencial para a área

Entre as 15 profissões que estão em alta para 2020, gestão de mídias sociais lidera a lista. Segundo o levantamento da rede social de negócios LinkedIn, a procura pela ocupação cresceu em média 122% ao ano entre 2015 e 2019. O cargo de assistente de mídias sociais também entrou no rol, com alta anual de 60%.

“As mídias sociais promovem uma comunicação indispensável entre empresa e público. O trabalho de um profissional da área é crucial para que o diálogo seja assertivo. Com isso, surge uma procura maior por bons gestores de mídias sociais”, explica a professora de Marketing Digital do Centro Universitário Internacional Uninter, Maria Carolina Avis.

Formação

A profissão surgiu com a popularização das redes sociais, o que aconteceu com maior intensidade nos anos 2010. Por isso, não há uma “receita” de como se capacitar para atuar na área. Para Avis, a melhor opção é fazer um curso superior de Marketing Digital ou Comunicação.

“Aprender a parte operacional não basta. É preciso ter habilidades de marketing, comunicação, publicidade e planejamento estratégico”, diz. Os cursos livres são considerados complementos à formação, já que são mais voltados para a parte técnica.

Para os profissionais que estão começando na área, uma boa forma de conseguir experiência é a partir de trabalhos voluntários. Assim como o setor privado, organizações beneficentes estão apostando nas redes para prosperar. “Mesmo sendo um ofício novo, exige experiência prática para desenvolver habilidades de comunicação interpessoal, escrita clara, criatividade e organização”, defende.

Ocupações tecnológicas

Além das profissões ligadas a mídias sociais, a lista conta com seis outras ocupações na área de tecnologia e computação – engenharia de cibersegurança e cientista de dados, por exemplo. “Precisamos suprir o mercado de trabalho com profissionais capacitados em todos os segmentos que fazem uso de tecnologias, pois o ritmo de avanço está intenso. As instituições de ensino superior cumprem o papel de organizar a formação profissional para atender às novas demanda”, diz o reitor do Centro Universitário Internacional Uninter, Benhur Gaio.

Sobre o Grupo Uninter

O Grupo Uninter está entre os maiores players do segmento educacional, e é a única instituição de ensino a distância do Brasil recredenciada com nota máxima pelo Ministério da Educação (MEC). Além disso, o centro universitário conquistou o conceito 4 no Índice Geral de Cursos (IGC), divulgado pelo MEC. O resultado aliado à nota máxima de seu programa de educação a distância (EAD), consolida a Uninter como a melhor instituição EAD no Brasil, à frente dos outros cinco maiores grupos educacionais que atuam na modalidade.

Sediado em Curitiba (PR), já formou mais de 500 mil alunos e, hoje, tem mais de 250 mil alunos ativos nos mais de 200 cursos ofertados entre graduação, pós-graduação, mestrado e extensão, nas modalidades presencial, semipresencial e a distância. Com polos de apoio presencial, estrategicamente localizados em todo o território brasileiro, mantém cinco campi no coração de Curitiba. São 2 mil funcionários trabalhando todos os dias para transformar a educação brasileira em realidade. Para saber mais acesse uninter.com

Foto: Tracy Le Blanc – Pexels.

 

Assessoria uninter.

 

 

Com geração de mídias concluída, TRE inicia nesta segunda cargas de urnas

urna-eletronicaApós a realização dos trabalhos de geração de mídias concluídos na última sexta-feira (16), o desembargador José Aurélio da Cruz, presidente do TRE-PB, comemorou o resultado dos trabalhos e elogiou o juiz Antônio Carneiro: “Doutor Antônio Carneiro de Paiva Júnior é um juiz compenetrado, é um dos membros da Corte muito atuante, sem desmerecer os demais, dedicado, interessado, é uma pessoa voltada para o trabalho e tenho certeza presidirá os trabalhos com muito equilíbrio”, afirmou.
Na próxima segunda-feira (19), com início às 08h00, o desembargador José Aurélio, presidente do TRE-PB, se fará presente à abertura dos trabalhos de preparação das urnas eletrônicas para as Eleições 2016, no Núcleo de Apoio Técnico às Urnas Eletrônicas (NATU I) de João Pessoa, localizado na Rua Hilton Souto Maior, s/n, no bairro José Américo. A carga de urnas acontecerá, simultaneamente, nos cinco NATU’s localizados em João Pessoa, Campina Grande, Patos, Pombal e Cajazeiras.
O juiz-membro do TRE-PB, Antônio Carneiro de Paiva Júnior, presidente da Comissão de Geração de Mídia e da Preparação das Urnas, externou seu agradecimento às pessoas envolvidas: “Pelo excelente trabalho dos técnicos da Secretaria de Tecnologia da Informação do TRE-PB, parabenizo a todos os envolvidos nos nomes do secretário George Bezerra Cavalcanti, do Coordenador de Eleições Fábio Falcão e do secretário da Comissão, Eduardo Rangel; concluímos a geração de mídias de todo o Estado, antes do prazo previsto”, afirmou.
O procedimento de carga de urnas se estenderá até o próximo dia 28/09/2016, e consiste em gravar os dados necessários para as eleições, utilizando as mídias geradas com a informação dos eleitores, candidatos, municípios e seções nas urnas eletrônicas. Também acontecem nesse mesmo evento cerimônia de lacre e auditoria nas urnas

 

Ascom TRE-PB

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Convergência de Mídias: tecnologia a favor da comunicação

 

Triple PlayA convergência dos serviços de voz, vídeo e dados – o denominado triple play – tornou-se uma necessidade no mercado de telecomunicações, devido ao crescimento explosivo do acesso banda-larga na Internet.

Atualmente, para atrair e manter novos assinantes, os provedores de comunicação, além de disponibilizar acesso banda-larga, devem também oferecer triple play como um serviço de valor-agregado. Nesse cenário, surgem desafios econômicos, tecnológicos e operacionais, onde as redes convergentes visam oferecer recursos para criação, implantação e gerenciamento dos serviços multimídia.

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A telefonia via Internet, Voice Over Internet Protocol, Voz sobre IP, ou simplesmente VoIP é  uma tecnologia que permite a transmissão de voz por IP, possibilitando a realização de chamadas telefônicas pela internet. Além da óbvia praticidade, ocorre uma diminuição drástica no custo das ligações, mesmo que se esteja falando por horas com uma pessoa localizada no outro lado do mundo. Por isso, sua popularidade cresceu tão rapidamente, inclusive entre as empresas, que, para otimizar e expandir os recursos de seus serviços telefônicos de maneira econômica e eficiente fazem uso desta tecnologia.

A TV sob IP, ou IPTV é o serviço de transmissão de programas de TV ao vivo e de vídeos sob demanda através da internet. Este serviço é acessado pelos usuários domésticos através de uma conexão à internet em “Banda Larga”, no qual os sinais de TV serão decodificados por uma SET-TOP-BOX, equipamento equivalente aos receptores de TV por satélite de banda aberta e de banda fechada como SKY, CLAROTV, entre outras, onde os SET-TOP-BOX se conectam aos televisores disponibilizando o acesso aos canais de TV abertos (globo, record, band, entre outros) ou fechados (TNT, DISCOVERY, ESPN, GLOOB, entre outros).

O serviço de IPTV, ou TV sobre IP, é provido por empresas de telecomunicações, neste caso, o provedor de internet será o mesmo provedor de TV sob IP, sendo este responsável por fornecer tanto os dispositivos SET-TOP-BOX, quanto a infra-estrutura de serviço fim-a-fim.

A oferta dos serviços de INTERNET, IPTV E VoIP (telefonia sob IP) normalmente fazem parte de um pacote de serviços ofertados pelas grandes empresas de TELECOMUNICAÇÕES e de TV A CABO, contudo, os PROVEDORES DE BANDA LARGA estão se adequando às necessidades do mercado e buscando atender aos seus clientes com estes serviços convergentes denominados de triple-playou combo , sendo pacotes compostos por Internet, Telefonia sob IP (VoIP), IPTV etc. Estes Serviços vieram para somar no acesso à internet pelo usuário, que tem a oportunidade de estar usufruindo desta tecnologia tão rápida e eficaz.

 

Erick José Maia de Araújo

Graduado em Redes de Computadores – IFPB

Abraço Nacional e entidades manifestam reivindicações pelas Rádios Comunitárias e mídias populares

no-arAbraço Nacional, juntamente com representantes de entidades populares, rádios comunitárias, militantes dos movimentos sociais e cidadãos brasileiros manifestam a preocupação com a falta de políticas públicas destinadas ao Serviço de Radiodifusão Comunitária. O Encontro Regional de Rádios Comunitárias da Macro Região da Mata, estado da Paraíba, motivou uma reivindicação mais aguda pela destinação de recursos financeiros oriundos da rubrica de publicidade das ações governamentais, que tem sido exclusivas para os Meios de Comunicação Comerciais.

Anualmente, os gestores das três esferas de poder destinam bilhões de Reais para fazer face às despesas com a chamada publicidade das ações governamentais. No entanto, nenhum centavo é destinado às chamadas mídias alternativas e populares às rádios comunitárias , ou, mídias populares espalhadas por todas as regiões do país. A maioria destes locais, contam apenas com este tipo de serviço de comunicação radiofônica. Quando há cobertura das rádios comerciais, o conteúdo apresentado por elas nem sempre tem haver com a realidade da própria comunidade. Dessa maneira, a população é forçada a ouvir e consumir conteúdos que em nada contribuem com a vida e a cultura regional.

Diante da falta de condições para exercer o direito humano da comunicação, as entidades propõem ao governo federal, aos governos estaduais e aos governos municipais, que destinem, oficialmente, o valor percentual de 20% da rubrica de publicidade das ações governamentais para as Rádios Comunitárias legalmente constituídas, além do atendimento às seguintes demandas:

1 – Fim da perseguição as Rádios Comunitárias e aos seus dirigentes, tais como: apreensão de equipamentos, prisão dos dirigentes e multa as emissoras comunitárias;

2 – Desburocratização por parte do Ministério das Comunicações no processo de concessão e renovação de outorga das emissoras comunitárias;

3 – Fomento, em instituições públicas de ensino, de cursos de capacitação para comunicadores, sonoplastas e técnicos comunitários;

4 – Disponibilização de serviço gratuito de Internet (Banda Larga) via satélite, para as Rádios Comunitárias situadas em localidades que não disponham desse tipo de serviço;

5 – Produção de material que oriente os gestores de emissoras comunitárias na área das políticas públicas, da lei acesso à informação e capacitação na elaboração de projetos destinados a captação de recursos financeiros;

6 – Obrigatoriedade de criação de conselhos estaduais e municipais de comunicação, de caráter deliberativo, nos municípios onde existirem rádios e TVs comunitárias autorizadas pelo Ministério da Comunicação;

7 – Fomento à criação de Pontos de Cultura, em parceria com o Ministério e as Secretarias Estaduais de Cultura, nos municípios onde existam rádios e TVs comunitárias autorizadas pelo Ministério da Comunicação, onde as emissoras estejam integradas aos respectivos Pontos.

Entidades que assinam as reivindicações:

ABRAÇO Nacional
ABRAÇO Paraíba
ABRAÇO Rio Grande do Norte
ABRAÇO Pernambuco
Associação Rádio Comunitária Araçá FM
Central Única dos Trabalhadores – Paraíba
Rádio Comunitária Sapé FM – Sapé/PB
Rádio Comunitária Comunidade Geral FM – Guarabira/PB
Rádio Comunitária Interação FM – Rio Tinto/PB
Rádio Comunitária Alvorada FM – Jacaraú/PB
Rádio Comunitária Alquimista – João Pessoa/PB
Rádio Comunitária Zumbi dos Palmares – João Pessoa/PB
Rádio Comunitária Atitude FM – Dona Inês/PB
Rádio Comunitária Umbu FM – Umbuzeiro/PB
Rádio Comunitária Conde FM – Conde/PB
Rádio Comunitária Mituaçú FM (quilombola) – Conde/PB
Rádio Comunitária Voz Popular – João Pessoa/PB
GAPEV – Grupo Ação Pela Vida

Bruno Caetano
Da Redação Abraço

Audiência na Câmara debaterá financiamento de mídias alternativas

 

A Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara realiza, nesta quarta-feira (12), audiência pública para debater as formas de financiamento de mídias alternativas. De acordo com a deputada Luciana Santos (PCdoB-PE), que solicitou a realização da audiência, é premente a necessidade de se criar mecanismos que possam democratizar o acesso, a produção e a divulgação da informação.[bb]

Audiência na Câmara debaterá financiamento de mídia alternativa Luciana (de preto) debate sobre mídia alternativa no Festival de Inverno de Garanhus (PE).

Para a parlamentar, a internet derrubou barreiras e permitiu um maior acesso à informação. Ela cita como exemplo dessa explosão de comunicação o surgimento do movimento dos chamados “Blogueiros Progressistas”. Um movimento que permite a participação de toda sociedade: intelectuais, jornalistas, políticos, personalidades, formadores de opinião, estudantes, donas de casa etc.

“Todos têm em comum necessidade de comunicar, produzir informação seja ela, política, cultural, educacional ou de formação. Existe assim, a necessidade de se criar mecanismos que possam democratizar o acesso, a produção e a divulgação da informação”, declarou Luciana Santos, que preside a Subcomissão Especial para Analisar Formas de Financiamento de Mídias Alternativas, criada pela Comissão de Ciência e Tecnologia para ampliar o debate sobre o tema.

Foram convidados para a audiência o coordenador-executivo do Coletivo Brasil de Comunicação Social (Intervozes), João Brant; diretor-executivo da Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores da Comunicação (Altercom), Renato Rovai; presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Daniel Pimentel Slaviero; gerente-geral da TV Pernambuco (TVPE), Roger de Renor; e presidente da Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner), Roberto Muylaert[bb].

Fonte: Agência Câmara

Faturamento de anúncios em mídias sociais crescerá nos próximos anos, aponta estudo

A empresa BIA/Kelsey revelou que as receitas em anúncios veiculados em redes sociais devem dobrar até 2016, nos EUA, informou AdNews, na segunda-feira (26/11).

A pesquisa ainda indica que a estratégia deve se tornar um negócio de US$ 9 bilhões no mesmo período, o que representa um crescimento anual de 19,2%. Os anúncios no Facebook e Twitter liderariam o crescimento.
No caso do Facebook, o crescimento será de 15% até 2016, o que significa um aumento de US$ 5.4 bilhões. Já a receita dos anúncios móveis deve saltar de R$ 500 milhões em 2012 para US $ 1,5 bilhão daqui a quatro anos.

Fonte: Portal Imprensa
Focando a Notícia

Projeto institui Política Estadual de incentivo às Mídias Locais e Regionais no RS

O deputado Aldacir Oliboni (PT) é autor do PL159 /2012, que institui a Política Estadual de incentivo às Mídias Locais e Regionais no Estado do RS. Pela proposição, os poderes do Estado destinariam um percentual da receita anual de publicidade em publicações de mídias locais e regionais.

Oliboni sustenta que sua proposição tem por objetivo facilitar o acesso da população a informações referentes a editais, atos e programas dos Poderes do Estado, possibilitando que, dentro dos preceitos legais, estes possam ser publicados em mídias regionais e locais. Também busca ampliar a transparência, princípio básico da Administração Pública, bem como viabilizar e fortalecer os pequenos veículos de comunicação como forma de democratizar o fluxo das informações direcionadas à população. “Estas são mídias de importância fundamental para pequenas comunidades, bairros, pequenos e médios municípios”, argumenta.

Para o parlamentar, a distribuição desconcentrada dos recursos de publicidade oficial, os quais, historicamente, acabam destinados majoritariamente para grandes empresas, é uma medida substantiva para o desenvolvimento de uma comunicação local voltada aos reais interesses dessas comunidades. “Ao nosso ver, possibilitar que estes pequenos veículos se viabilizem, contribui decisivamente para a construção de uma comunicação cidadã e para a liberdade de opinião e expressão de comunidades e segmentos que, na maioria das vezes, não tem oportunidade de veiculá-las a partir dos grandes meios de comunicação”, sublinha.

Democratização

Segundo Oliboni, se aprovado, o PL 159/2012 contribuirá para a manutenção e o incremento dos pequenos veículos de comunicação existentes nas regiões, municípios e bairros, pelos quais, grande parcela da população gaúcha recebe informações e opiniões acerca das suas comunidades. “Esse fomento servirá também para maior isenção no fluxo de informações fortalecendo a própria democracia, visto que possibilitará a desconcentração das notícias e versões noticiosas divulgadas, as quais, nos dias de hoje, estão centralizadas nos grandes conglomerados de comunicação existentes no Estado e no País”, avalia.

“Entendemos, por fim, que a Política Estadual de Incentivo às Mídias Regionais e Locais, ao possibilitar a destinação de um percentual de recursos públicos para esses veículos, fortalece a liberdade de imprensa, a manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, conforme previsão do caput do Art. 220 da Constituição Federal, combinado com o inciso III do Art. 221, dispondo sobre a regionalização da produção cultural, artística e jornalística”, conclui Oliboni.

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