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Mídia nacional aponta a Paraíba como o único estado do Nordeste em que a a renda do trabalhador cresceu

Um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado em matéria da rede Globo de Televisão ontem (15), mostrou que o Estado da Paraíba é um dos poucos estados da federação que apresentaram um aumento de renda do trabalho por pessoa.

Segundo a matéria, a Paraíba apresentou um crescimento de R$ 3,1% passando de uma renda de R$ 568 para R$ 585, enquanto a maioria dos outros estados apresentou significativa queda. Sendo assim a PB é o único Estado do Nordeste a apresentar alta na renda dos trabalhadores. Veja a matéria completa no link: http://g1.globo.com/globo-news/jornal-globo-news/videos/v/crise-reduz-renda-do-trabalho-em-22-estados-revela-estudo/6947817/

 

pbagora

Lula aponta farsa da Lava Jato em conluio com a mídia

O Instituto Lula divulgou uma nota em que denuncia “conluio” entre procuradores da Lava Jato e Rede Globo, Folha de S. Paulo O Estado de S. Paulo na produção de “mais uma farsa contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva”.

“Agendas de ex-diretores da Petrobras, anexadas pelos procuradores à ação sobre o tríplex do Guarujá, foram manipuladas pela imprensa de forma a apontar uma falsa contradição no depoimento de Lula ao juiz Sergio Moro”, diz a assessoria.

Confira a íntegra:

NOTA À IMPRENSA
Lava Jato e imprensa montaram farsa com agendas da Petrobras

São Paulo, 25 de maio de 2017,

Em conluio com procuradores da Lava Jato em Curitiba, a Rede Globo, a Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo produziram semana passada mais uma farsa contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Agendas de ex-diretores da Petrobras, anexadas pelos procuradores à ação sobre o tríplex do Guarujá, foram manipuladas pela imprensa de forma a apontar uma falsa contradição no depoimento de Lula ao juiz Sergio Moro.

A juntada de “documentos” sobre supostas “reuniões” de Lula com a diretoria da Petrobras não foi fruto da descoberta de algum segredo em um trabalho de investigação sério, mas uma tentativa tosca de reescrever a história e criminalizar atos como viagens oficiais ao exterior, reuniões interministeriais e cerimônias da Presidência acompanhadas pela imprensa.

Uma irresponsabilidade que atenta contra o papel institucional do Ministério Público em uma democracia. Parece que para a equipe de Deltan Dallagnol, o crime de Lula foi ter sido presidente da República. E a mesma imprensa que acompanhou e divulgou essas agendas durante os dois mandatos de Lula, agora dá manchetes sem checar nem mesmo seus próprios arquivos.

A fraude começou a ser montada em 15 de maio, cinco dias depois do depoimento de Lula. Naquela data, os procuradores anexaram 78 documentos aos autos, sem explicitar o propósito. 27 destes documentos são cópias de agendas de ex-diretores, registrando “reuniões”, “almoços” e “jantares” com Lula. As cópias de agendas foram entregues pela Petrobrás aos acusadores de Lula, mas não a sua defesa.

Na manchete de 17 de maio, a Folha afirmou: “Lava Jato contraria com documentos fala de Lula a Moro”. Segundo o jornal, as agendas mostrariam que Lula não teve apenas duas reuniões com a diretoria da Petrobrás em seu governo, como ele havia declarado a Moro, mas pelo menos 23. O Estadão destacou “reuniões de Lula” com três ex-diretores condenados na Lava Jato. O Jornal Nacional juntou as duas coisas, elevou para 28 as supostas “reuniões” e citou o Ministério Público como fonte de suas ilações, numa reportagem de três minutos.

A farsa desmorona quando se compara o que está escrito nas agendas da Petrobrás e o que Lula realmente fez nas datas indicadas. Por exemplo: das 27 agendas, três se referem a recepções oferecidas por chefes de Estado a Lula e sua comitiva, em viagens internacionais: uma pelo presidente da China Hu Jintao, outra pelo rei da Arábia Saudita, Abdullah bin Abdul Aziz, e outra pela presidenta do Chile, Michelle Bachelet.

Pelo menos 14 agendas referem-se à participação de ex-diretores em cerimônias públicas nas quais Lula estava presente, em inaugurações, visitas a instalações da Petrobrás ou em reuniões interministeriais, como as do Conselho Nacional de Política Energética. Não se tratam, portanto, de reuniões com a diretoria da Petrobrás, muito menos de agendas com diretores específicos. E tudo realizado com cobertura da mídia.

Para verificar a veracidade das agendas (o que no jornalismo se chama checagem), basta conferir as datas mencionadas com a agenda de viagens nacionais e internacionais do ex-presidente Lula, que está disponível no site da Presidência da República.

As agendas da Petrobras mencionam duas supostas reuniões do delator Paulo Roberto Costa em Brasília, que não podem ser confirmadas porque o atual governo retirou do site da Presidência as agendas diárias de Lula. Mas o próprio delator afirmou, em dois depoimentos ao juiz Sergio Moro, um deles feito ontem (24), que nunca teve reuniões individuais com o ex-presidente Lula. Confira aqui.

Paulo Roberto da Costa fez essa declaração como testemunha, ou seja, com a obrigação de falar a verdade. Ele já havia dito o mesmo em depoimento anterior, mas a imprensa ignorou este fato para sustentar a farsa das agendas.

Não há dúvida de que as agendas foram plantadas no processo para desqualificar o depoimento de Lula em 10 de maio, o que nem mesmo seus maiores adversários conseguiram fazer. Uma imprensa imparcial ao menos teria checado os fatos antes de publicá-los sob o viés dos detratores de Lula. E não precisaria se esforçar tanto, pois boa parte dessas agendas foram noticiadas pelos próprios jornais, como está registrado neste documento.

Lula foi o presidente brasileiro que mais visitou as diversas instalações da Petrobrás em todo o País, em eventos públicos relacionados à empresa, que viveu forte valorização durante o seu mandato. Mais de 60 dessas visitas foram registradas pela imprensa. Quanto às reuniões com a diretoria, conforme declarou no depoimento, foram mesmo raríssimas. E Lula citou duas: uma para discutir o plano estratégico da empresa e outra para decidir o cancelamento de leilões para exploração de petróleo em áreas do pré-sal, quando ele foi descoberto, em 2008.

Os dados a seguir mostram a verdade sobre as agendas da Petrobrás, revelam o golpe baixo dos procuradores de Curitiba e denunciam a indigência e parcialidade de jornalistas que se comportam como papagaios da Lava Jato para difamar Lula.

Veja aqui o documento.

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Amidi repudia campanha ofensiva contra mídia digital

jornalismoA Associação de Mídia Digital (Amidi) emitiu, na manhã desta segunda-feira, uma nota repudiando a campanha veiculada pelo Jornal Correio da Paraíba através das redes sociais. A Amidi considera a campanha ofensiva e pejorativa contra o jornalismo digital.

Confira a Nota

A Amidi, através de sua Diretoria, lamenta a equivocada postura adotada pelo Jornal Correio da Paraíba contra a mídia e jornalismo digital paraibano, perpetrada em deformada campanha publicitária assinada pela agência Sala 10, com conteúdo pejorativo e ofensivo às empresas legitimamente constituídas e aos profissionais/jornalistas do segmento.

A campanha em questão – personificada com peças para redes sociais baseada em deboches e insinuações maldosas – não encontra eco nos números do consistente crescimento do nosso setor e nem amparo no acesso em tempo real dos nossos milhões de leitores, o que atesta o alcance, a credibilidade e o profissionalismo de todos os que militam de forma digna e honrada nesse campo do novo jornalismo.

Repudiamos a vã tentativa de desqualificação ou diminuição dos valores, compromisso ético e responsabilidade no tratamento adequado da notícia, desde a sua apuração à rápida divulgação, prática e mandamento maior de nossos associados.

Eventuais desvios existem em qualquer meio, mas não dão o direito, por exemplo, que o nosso aponte o jornal impresso como adepto da prática de noticiar fatos incompletos, disseminar boatos ou cometer erros. Aí está o pecado central das peças produzidas contra o meio digital: a pouco inteligente e indecente generalização.

A sociedade conectada pelo digital tem o devido senso crítico para perceber que esse tipo de ofensiva transita na contramão da realidade prática na forma de se comunicar e interagir das pessoas no mundo contemporâneo. Graças à Internet, hoje o público já não é mais refém de um ou outro veículo. Porque tem todo o conteúdo na palma da mão e de graça.

Luiz Fábio Targino
Presidente

Confira trechos da campanha do Jornal Correio da Paraíba através do perfil Sala 10 Comunicação no Facebook:

clickpb

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Dilma rebate Marcelo e aponta proteção da mídia aos “artífices do golpe”

dilmaEm nota oficial divulgada nesta quinta-feira (2), a ex-presidente Dilma Rousseff rebate as acusações do empresário preso Marcelo Odebrecht, que prestou depoimento dentro das investigações da Operação Lava Jato. Dilma nega que tenha pedido recursos a Marcelo ou a outros empresários e autorizado qualquer tipo de pagamento por meio de caixa dois nas campanhas presidenciais de 2010 e 2014.

“Também não é verdade que Dilma Rousseff tenha indicado o ex-ministro Guido Mantega como seu representante junto a qualquer empresa tendo como objetivo a arrecadação financeira para as campanhas presidenciais. Nas duas eleições, foram designados tesoureiros, de acordo com a legislação. O próprio ex-ministro Guido Mantega desmentiu tal informação”, diz a nota.

O comunicado de Dilma também critica a mídia golpista. “Estranhamente, são divulgadas à imprensa, sempre de maneira seletiva, trechos de declarações ou informações truncadas. E ocorrem justamente quando vêm à tona novas suspeitas contra os artífices do Golpe de 2016, que resultou no impeachment da ex-presidenta da República”.

Veja a nota completa abaixo:

NOTA À IMPRENSA

Sobre as declarações do empresário Marcelo Odebrecht em depoimento à Justiça Eleitoral, a Assessoria de Imprensa de Dilma Rousseff afirma:

1. É mentirosa a informação de que Dilma Rousseff teria pedido recursos ao senhor Marcelo Odebrecht ou a quaisquer empresários, ou mesmo autorizado pagamentos a prestadores de serviços fora do país, ou por meio de caixa dois, durante as campanhas presidenciais de 2010 e 2014.

2. Também não é verdade que Dilma Rousseff tenha indicado o ex-ministro Guido Mantega como seu representante junto a qualquer empresa tendo como objetivo a arrecadação financeira para as campanhas presidenciais. Nas duas eleições, foram designados tesoureiros, de acordo com a legislação. O próprio ex-ministro Guido Mantega desmentiu tal informação.

3. A insistência em impor à ex-presidenta uma conduta suspeita ou lesiva à democracia ou ao processo eleitoral é um insulto à sua honestidade e um despropósito a quem quer conhecer a verdade sobre os fatos.

4. Estranhamente, são divulgadas à imprensa, sempre de maneira seletiva, trechos de declarações ou informações truncadas. E ocorrem justamente quando vêm à tona novas suspeitas contra os artífices do Golpe de 2016, que resultou no impeachment da ex-presidenta da República.

5. Dilma Rousseff tem a certeza de que a verdade irá prevalecer e o caráter lesivo das acusações infundadas será reparado na própria Justiça.

6. Por fim, cabe reiterar que todas as doações às campanhas de Dilma Rousseff foram feitas de acordo com a legislação, tendo as duas prestações de contas sido aprovadas pelo Tribunal Superior Eleitoral.
ASSESSORIA DE IMPRENSA
DILMA ROUSSEFF

Brasil 247

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Jornalista paraibana lança livro sobre transformações na mídia e sociedade

jornalistaTradicionalmente o jornalista é alguém que se apaga ante a objetividade da informação apresentada. A chamada objetividade jornalística, que pede o distanciamento do jornalista em relação ao fato noticioso, vem sofrendo transformações.

Nos últimos anos, num cenário de midiatização, temos observado que alguns jornalistas que transmitem a notícia são também noticiados. Essa dinâmica se evidencia com o aparecimento dos profissionais de jornalismo diante das câmeras de TV e ganha ainda mais força com os movimentos que são provocados pelas redes sociais.

São essas transformações observáveis nas bases da mídia e da sociedade que intrigam a jornalista e pesquisadora Ana Lúcia Medeiros, que decidiu observar esse fenômeno no trabalho de doutorado que realizou na Universidade de Brasília.

A tese dá origem ao livro “Noticiador-Noticiado: perfis de jornalistas numa sociedade em midiatização”, que será lançado no Café Galeria, em João Pessoa, às 19h30 da próxima terça-feira, 31 de janeiro.

A obra aborda os processos de mudança nas lógicas jornalísticas e nas relações que se estabelecem entre jornalistas famosos e seus circuitos de interação, os internautas e telespectadores, que consomem e, ao mesmo tempo, retroalimentam a mídia com informações.

Para realizar o trabalho, a paraibana Ana Lúcia Medeiros entrevistou profissionais que atuam em emissoras de TV de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Recife e Salvador. A autora observa que, ao aparecer, o jornalista evidencia as competências pessoais. O que se manifesta como curioso é que não há um perfil específico do jornalista que adquire o status de celebridade nem um padrão determinado que estabeleça critérios para que um jornalista se torne conhecido.

A pesquisadora observou que cada entrevistado tem em suas singularidades a marca que o faz um profissional famoso. Também verificou que cada um deles reage de uma maneira particular aos processos da fama; assim como averiguou que não há um modo de reação uníssono da sociedade a essa situação da visibilidade adquirida pelo jornalista.

Entrevistas com Tadeu Schmidt, Caco Barcellos, Rachel Sheherazade, Ticiana Villas Boas e Rosana Jatobá dão corpo à obra. Alexandre Garcia, Juca Kfouri, Francisco José, Beatriz Castro e Malu Fontes fazem parte de um trabalho preliminar que permitiu o avanço das observações sobre as particularidades dessa profissão que sofre transformações à medida que a sociedade passa a interagir como coautora nos processos midiáticos, em constante movimento que se manifesta longe de terminar.

Lançamento: Café Galeria

Avenida João Maurício, 1443 – orla de Manaíra, em João Pessoa

Data: Terça-feira, 31 de janeiro de 2017, a partir das 19h30

Sobre a autora:

Ana Lúcia Medeiros é jornalista, formada pela Universidade Federal da Paraíba; doutora e mestre em Comunicação pela Universidade de Brasília. Fez doutorado-sandwich na Université de Rennes-1 (França). Estudos pós-doutorais na Universidade Federal da Bahia. Além da obra “Noticiador-Noticiado”, é autora do livro “Sotaques na TV” e de artigos em livros e publicações acadêmicas na área da Comunicação. Foi ombudsman e repórter (Secom/UnB). Durante o período em que foi professora na Universidade Católica de Brasília (1999-2006) e professora substituta na Universidade de Brasília (2006-2008), idealizou e coordenou as agências de comunicação OPN (UCB) e Facto (UnB). Foi repórter colaboradora do Jornal da USP e trainee em televisão.

correiodaparaiba

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Atraso: associação de rádios “segura” mídia do Governo do Estado

palacio-da-redencaoA Associação das Emissoras de radiodifusão da Paraíba (Asserp) vai “segurar” a divulgação das mídias do Governo do Estado até que seja tomada uma decisão definitiva em relação aos débitos que o Poder Executivo possui com as empresas.

Em contato com o Portal MaisPB nesta segunda-feira (9), a vice-presidente da Associação, Lúcia Duarte, explicou que a medida não é um boicote ao governo do Estado e que se trata apenas de um “parada”, enquanto a Asserp negocia com o secretário de Estado da Comunicação Institucional, Luis Tôrres.

“É uma questão delicada, porque sabemos que não afeta apenas a Paraíba. A gente tomou essa decisão de segurar um pouco a mídia do Estado para também não aumentar demais e para que haja uma negociação”, explicou Lúcia Duarte.

Segundo a vice-presidente, a entidade ainda aguarda o posicionamento de todos os associados para que uma correspondência com as reivindicações das empresas seja enviada ao secretário de Comunicação.

“Não se trata de boicote ou que a gente vá parar em definitivo de veicular as mídias do governo. É só uma fase de negociação. O secretário está aberto a negociações e estamos apenas aguardando a resposta das empresas para ver quem vai entrar nessa negociação”, frisou Lúcia.

Porém, a vice-presidente evitou falar em suspensão. “Não se pode falar em suspensão por não haver nenhuma campanha veiculando no momento. Não recusamos nenhuma campanha do Governo da Paraíba”, garantiu.

A decisão de “segurar” a divulgação das mídias do governo ocorreu durante uma reunião, na terça-feira (3), convocada pela Asserp com as empresas. Um levantamento está sendo feito junto às empresas de radiodifusão para estabelecer o valor da dívida do Estado.

MaisPB

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Dilma pode sofrer impeachment, diz mídia internacional

DilmaO jornalista do britânico Financial Times no Brasil, Joe Leahy, assina coluna na edição impressa desta sexta-feira, 3, em que afirma que a presidente Dilma Rousseff corre o risco de sofrer impeachment.

“Com a popularidade tão baixa, Dilma está vulnerável ao impeachment particularmente se as investigações sobre a Petrobras encontrarem algo ligando ela ao problema”, diz o jornalista na coluna “Global Insight”. Leahy diz, porém, que a impopularidade de Dilma “não parece inteiramente merecida”.

Ao relatar a forte queda de popularidade de Dilma Rousseff entre os eleitores, o jornalista diz que “a única esperança dela é que o ajuste fiscal de Joaquim Levy estabilize a fraca economia e ganhe tempo para restaurar o crescimento”.

Apesar de mencionar o risco de impeachment, Leahy defende que a impopularidade de Dilma “não parece inteiramente merecida, já que outros presidentes presidiram o País em períodos piores, mas mantiveram números melhores nas pesquisas”.

“A maior economia da América Latina está caminhando para uma recessão e a taxa de desemprego subiu. A 6,75% em maio, o desemprego se aproxima níveis argentinos, mas certamente não é tão mau como na Grécia ou em outros lugares no sul da Europa”, diz o texto.

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“Analistas brasileiros falam livremente da ‘crise’, mas o País não está enfrentando a turbulência que caracteriza crise. Não há nenhuma crise de balanço de pagamentos, por exemplo. O Brasil ainda tem uma das mais altas reservas cambiais do mundo”, exemplifica o jornalista.

Leahy reconhece que há motivos para que eleitores estejam insatisfeitos. Ele cita que a campanha para a reeleição de Dilma Rousseff negava problemas na economia, mas, logo após a vitória, o governo começou uma reviravolta com adoção de medidas austeras.

O jornalista também cita que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva “não tem ajudado” e lembra do cenário composto pelo escândalo de corrupção na Petrobras e por maior acesso à informação do eleitorado.

“Talvez a principal razão para os eleitores estarem tão zangados é que as expectativas eram muito elevadas”, diz.

Exame

Crise da mídia faz nova vítima: Arnaldo Jabor

arnaldoO grupo Estado de S. Paulo anunciou, nesta terça-feira 14, que a coluna de Arnaldo Jabor não será mais publicada. O anúncio é mais uma medida de ajuste no grupo que, há duas semanas, iniciou um corte de mais de 100 profissionais. Jabor se notabilizou por colunas em que destilava ódio aos governos Lula, Dilma e à esquerda.

No último dia 6, o jornal anunciou corte que atingiu 125 funcionários, em todas as redações do Grupo Estado; entre os demitidos estavam o repórter especial Lourival Sant’Anna, o repórter de cultura Jotabê Medeiros e os de política Fábio Brandt e Roldão Arruda; na Folha de S. Paulo, o corte foi de 50 jornalistas.

Leia abaixo as reportagens publicadas anteriormente no 247:

EM CRISE AGUDA, ESTADÃO CORTA 125 PROFISSIONAIS

Do Portal Imprensa – Nesta segunda-feira (6/4), o jornal O Estado de S. Paulo iniciou mais um processo de demissões em massa. Os primeiros cortes atingiram a equipe da sucursal de Brasília (DF), mas também afetarão Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP).

IMPRENSA apurou que os cortes devem atingir 125 funcionários, em todas as redações do Grupo Estado. Os departamentos de fotografia, arte e a Agência Estado também foram afetados. Entre os demitidos estão o repórter especial Lourival Sant’Anna, o repórter de cultura Jotabê Medeiros; os de política Fábio Brandt e Roldão Arruda; Sílvio Barsetti, da sucursal do Rio de Janeiro; e Gabriel Perline, do caderno “Divirta-se”; Caio do Valle, de “Metrópole” e a editora de arte Andrea Pahim.

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A reportagem tentou contato com Ricardo Gandour, diretor do Grupo Estado, para averiguar o motivo das demissões, bem como quantos profissionais serão atingidos, mas não obteve retorno.

De acordo com o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP), o Estadão vem promovendo, desde o início do ano, uma série de cortes isolados em tentativa de “mascarar” um processo demissão em massa. A última onda de demissões aconteceu em fevereiro deste ano.

CRISE NA MÍDIA IMPRESSA: FOLHA CORTA 50 JORNALISTAS

Portal Imprensa – Desde a última quinta-feira (9/4), a Folha de S. Paulo iniciou o corte de profissionais na redação. Na semana passada, o jornal Agora São Paulo, pertencente ao mesmo grupo, já havia demitido sete funcionários. A empresa alega diminuição da verba publicitária como motivo para a redução do quadro de trabalhadores.

IMPRENSA apurou que Diógenes Campanha, da Agência Folha; Rodrigo Machado e Bia Bittencourt, da TV Folha; e Paulo Peixoto, correspondente em Belo Horizonte (MG); Luisa Alcântara, editora de “Turismo”, e Giovanna Balogh, de “Cotidiano”, estão na lista de demitidos.

A previsão é que cerca de 50 profissionais sejam cortados. Até o momento, sabe-se que o jornal pretende demitir seis profissionais do banco de dados, dois jornalistas de “Cotidiano”, quatro repórteres do caderno de “Esporte”, dois do Folhapress e um de “Mercado”.

Mudanças estruturais

Além da diminuição do quadro de funcionários, a Folha também fará mudanças estruturais no jornal. A partir de agora, todos os suplementos serão descontinuados e incorporados a outros cadernos, com exceção de “Turismo”. Por exemplo, o suplemento de “Ciência” terá espaço em “Cotidiano”.

Com esta alteração, os suplementos continuam como páginas em seus respectivos dias, mas feitos por uma editora unificada, que agregará todos os repórteres que sobreviverão ao corte. Eles serão comandados pela jornalista Laura Mattos, que era editora da “Folhinha”.

Procurada, a secretaria de redação do jornal ainda não comentou os cortes e as mudanças estruturais do diário.

 

 

brasil247

Kotscho: mídia e oposições perdem de novo

protestoPara o colunista Ricardo Kotscho, a queda na adesão ao movimento ‘Fora, Dilma’ significa uma nova derrota da mídia e da oposição: “durou menos de um mês a alegria da aliança do atraso para derrubar no grito e nas manchetes o governo eleito de Dilma Rousseff; sem líderes, que mais uma vez não apareceram nas “manifestações espontâneas”, a oposição formal tucana e seus agregados jogaram tudo na mídia e nas redes sociais”.

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Leia o artigo de Kotscho sobre o assunto:

Antes das quatro da tarde deste domingo de sol, manifestantes desenxabidos, com suas faixas e bandeiras recolhidas sob os braços, já começavam a deixar a avenida Paulista, em São Paulo, o principal centro de oposição ao governo federal.

Era o retrato do fracasso do movimento “Fora, Dilma”, promovido em 15 Estados e no Distrito Federal, que só reuniu 65 mil pessoas, em todo o país, até este horário, segundo levantamento feito pelo portal UOL, do Grupo Folha, junto às Polícias Militares. É menos gente do que foi aos estádios para ver os jogos das quartas de final do campeonato paulista neste final de semana. Foram 10 mil no Rio, 5 mil em Belo Horizonte e 2 mil em Salvador. A PM de São Paulo e o Datafolha não tinham divulgado seus números sobre a avenida Paulista, que apresentava grandes vazios em toda a sua extensão.

Os milhões das multidões de 15 de março, de qualquer forma, transformaram-se agora em apenas algumas dezenas de milhares na chamada “rebelião das ruas”, como era possível ver na televisão. Durou menos de um mês a alegria da aliança do atraso para derrubar no grito e nas manchetes o governo eleito de Dilma Rousseff.

Sem líderes, que mais uma vez não apareceram nas “manifestações espontâneas”, a oposição formal tucana e seus agregados jogaram tudo na mídia e nas redes sociais. O Datafolha bem que tentou dar uma forcinha ao divulgar na véspera uma nova pesquisa que rendeu a manchete “Reprovação a Dilma estaciona, maioria apoia impeachment”. O levantamento mostra que 6 em cada 10 brasileiros reprovam o governo Dilma-2 e 63% aprovam a abertura de um processo de impeachment contra a presidente.

Era de se esperar que mais gente fosse às ruas um mês após o espasmo pós-eleitoral dos derrotados de outubro no último dia 15 de março, mas aconteceu o contrário.

Em tempo (atualizado às 18 horas):

Novos números divulgados pelo portal UOL, segundo dados fornecidos pelas Polícias Militares, informaram que 456 mil pessoas participaram das manifestações de protesto neste domingo em todo o país, sendo 275 mil na avenida Paulista. Até este horário, o Datafolha ainda não havia divulgado sua avaliação de público.

Em tempo (atualizado às 22h25):

Manchete do nosso portal R7 acaba de informar os números finais das manifestações deste domingo, segundo as Polícias Militares: 680 mil em 24 Estados. O Datafolha registrou 100 mil pessoas na avenida Paulista. Em 15 de março, os números ficaram em torno de 2 milhões de participantes em todo o país. .

E não deixem de ler o mais lúcido e brilhante resumo publicado hoje sobre o fracasso do “Fora, Dilma” no blog do meu colega Nirlando Beirão, aqui mesmo no R7.

 

 

brasil247

Crise na mídia impressa: Folha corta 50 jornalistas

folhaDesde a última quinta-feira (9/4), a Folha de S. Paulo iniciou o corte de profissionais na redação. Na semana passada, o jornal Agora São Paulo, pertencente ao mesmo grupo, já havia demitido sete funcionários. A empresa alega diminuição da verba publicitária como motivo para a redução do quadro de trabalhadores.

IMPRENSA apurou que Diógenes Campanha, da Agência Folha; Rodrigo Machado e Bia Bittencourt, da TV Folha; e Paulo Peixoto, correspondente em Belo Horizonte (MG); Luisa Alcântara, editora de “Turismo”, e Giovanna Balogh, de “Cotidiano”, estão na lista de demitidos.

A previsão é que cerca de 50 profissionais sejam cortados. Até o momento, sabe-se que o jornal pretende demitir seis profissionais do banco de dados, dois jornalistas de “Cotidiano”, quatro repórteres do caderno de “Esporte”, dois do Folhapress e um de “Mercado”.

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Mudanças estruturais

Além da diminuição do quadro de funcionários, a Folha também fará mudanças estruturais no jornal. A partir de agora, todos os suplementos serão descontinuados e incorporados a outros cadernos, com exceção de “Turismo”. Por exemplo, o suplemento de “Ciência” terá espaço em “Cotidiano”.

Com esta alteração, os suplementos continuam como páginas em seus respectivos dias, mas feitos por uma editora unificada, que agregará todos os repórteres que sobreviverão ao corte. Eles serão comandados pela jornalista Laura Mattos, que era editora da “Folhinha”.

Procurada, a secretaria de redação do jornal ainda não comentou os cortes e as mudanças estruturais do diário.

 

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