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Trump diz que muro na fronteira com o México já está sendo elaborado

 (Foto: Reuters/Carlo Allegri)
(Foto: Reuters/Carlo Allegri)

Washington, 8 fev (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira que o muro que prometeu construir na fronteira com o México “está sendo elaborado”, será “grande” e “de muita ajuda” para garantir a segurança do país.

“O muro está sendo elaborado atualmente”, comentou Trump em discurso perante uma conferência de chefes de polícia e oficiais das forças da ordem ao argumentar que, ao contrário do que alguns pensaram, “não estava brincando” durante a campanha eleitoral quando prometeu erguer a barreira.

“Eu não brinco sobre coisas assim, teremos um muro. Será um grande muro e fará muito, será de muita ajuda. Perguntem a Israel sobre muros. Os muros funcionam? Só perguntem a Israel. Eles (os muros) funcionam se forem feitos da maneira certa”, insistiu o republicano.

Em outro momento ao longo do discurso desta quarta-feira, o líder americano afirmou que “é hora de deter” a entrada de drogas nos Estados Unidos.

Essas declarações de Trump coincidem com a visita de hoje a Washington do chanceler do México, Luis Videgaray, que pretende se reunir com os secretários americanos de Segurança Nacional, John Kelly, e de Estado, Rex Tillerson.

Além da construção do muro, cujo custo deve ser pago pelo México, segundo Trump, a relação bilateral passa por um momento tenso pela intenção do líder americano de renegociar o Tratado de Livre-Comércio da América do Norte (NAFTA), do qual ambos os países fazem parte junto com o Canadá.

Vários veículos da imprensa vazaram na semana passada parte do conteúdo de uma conversa por telefone na qual Trump supostamente propôs ao colega mexicano, Enrique Peña Nieto, o envio tropas ao México.

Em entrevista à emissora “Fox”, Trump afirmou que nessa ligação Peña Nieto parecia estar “muito disposto” a receber ajuda dos Estados Unidos para combater os cartéis.

No entanto, o porta-voz da presidência mexicana, Eduardo Sánchez, respondeu nesta semana em outra entrevista com um “não contundente” à suposta proposta de Trump de enviar tropas.

EFE

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México reage e diz que país ‘não pagará por nenhum muro’

mexicoO presidente do México, Enrique Peña Nieto, reafirmou que seu país não pagará pelo muro que o norte-americano Donald Trump ordenou que seja construído na fronteira. A informação é da Agência Ansa.

Em mensagem divulgada em rede nacional logo após Trump assinar o decreto que autoriza a construção do muro – uma das promessas de campanha mais controversas do magnata republicano -, Peña Nieto exigiu “respeito” dos Estados Unidos (EUA) com o México, “uma nação soberana”.

“Lamento a decisão dos Estados Unidos de continuar a construção de um muro que, em vez de nos unir, divide”, afirmou o mexicano, criticando o presidente norte-americano. “O México não acredita em muros, disse isso mais de uma vez. O México não pagará por nenhum muro”, rebateu Peña Nieto. O presidente mexicano também anunciou que “analisará os próximos passos que tomará”, baseando-se no resultado de reuniões de alto nível que devem ocorrer nos próximos dias em Washington com representantes dos dois governos.

Circulam boatos na imprensa mexicana de que Peña Nieto poderia até cancelar uma viagem oficial que tem agendada para terça-feira (31) aos Estados Unidos. Membros de seu gabinete, como o chanceler Luis Videgaray e o ministro da Economia, Ildefonso Guajardo, já estiveram em Washington e se encontraram com o gabinete de Trump.

O presidente tomou posse no último dia 20 de janeiro, após vencer as eleições de novembro contra a candidata democrata, Hillary Clinton. Durante toda a campanha eleitoral, ele prometeu construir um muro na fronteira com o México e endurecer as leis imigratórias nos EUA. Segundo analistas, o muro tem custo estimado em US$ 12 bilhões.

Trump já ameaçou confiscar remessas de mexicanos que vivem nos EUA, caso o país vizinho se nege a pagar pela obra. O muro teria 3.200 quilômetros (km) de extensão, sendo que 1.046 km seriam cobertos por cercas. A barreira passaria por Matamoros, Ciudad Juarez, El Paso e Tijuana.

Brasil 247

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Conmebol confirma saída do México e planeja distribuição das três vagas

O anúncio oficial ainda não foi feito, mas a Conmebol já trabalha com a Libertadores 2017 sem os times do México. A entidade sul-americana confirmou a decisão que vinha sendo divulgada por dirigentes de clubes mexicanos e agora planeja a redistribuição das vagas.

Estádio - Tigres x Emelec (Foto: Reprodução / Twitter)Tigres foi um dos três mexicanos a disputar uma final da Libertadores, em 2015 (Foto: Reprodução / Twitter)

Os mexicanos criticaram as mudanças na Libertadores, destacando problemas para conciliar os calendários, além de insatisfação com a redistribuição de vagas. O México seguiria com três times, o Brasil subiria para sete, e a Argentina para seis.

Agora, a tendência é redistribuir essas três vagas do México para os países que não ganharam mais times na última alteração do regulamento. Brasil (duas vagas), Argentina, Chile e Colômbia (uma vaga cada) haviam sido os beneficiados. O martelo sobre este assunto deve ser batido em uma reunião da Conmebol nos dias 29 e 30 de novembro, em Montevidéu.

Na visão da cúpula da Conmebol, a decisão é boa esportivamente, mas ruim comercialmente, já que a competição perde visibilidade em mercados como México e dos Estados Unidos.

Presentes na Libertadores desde 1998, os mexicanos participaram do torneio com 18 clubes diferentes ao longo desses 18 anos. Nunca foram campeões, não tinham direito à vaga no Mundial de Clubes nem com título, mas chegaram a três finais, com o Cruz Azul, em 2001, Chivas, em 2010, e Tigres, 2015.

Globoesporte.com

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Brasil sofre mais que previsto, mas vence México em estreia na Rio-2016

imagem: Marcelo del Pozo/Reuters
imagem: Marcelo del Pozo/Reuters

A seleção masculina de vôlei estreou nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro neste domingo (07), contra seleção mexicana, e teve mais dificuldade do que estava previsto antes da partida, mas conquistou sua primeira vitória no torneio.

Agora, o Brasil volta a jogar na terça-feira (09), quando enfrentará o Canadá.

Wallace lidera retomada da seleção brasileira

Matt Rourke/AP
Wallace teve boa atuação contra a seleção mexicanaimagem: Matt Rourke/AP

O oposto Wallace foi o ponto de equilíbrio da seleção brasileira na partida contra o México. No primeiro set, o atleta teve atuação apagada e não conseguiu contribuir ofensivamente. Entretanto, o atleta do Sada-Cruzeiro acordou nos sets seguintes e foi o principal atleta da seleção com 18 pontos marcados, que lhe tornaram o maior pontuador em quadra pelo lado brasileiro.

Mauricio Borges tem atuação abaixo da média 

Marcelo del Pozo/Reuters
Mauricio Borges contribuiu pouco na vitória da seleção brasileira sobre o Méxicoimagem: Marcelo del Pozo/Reuters

O ponteiro Mauricio Borges teve desempenho abaixo da média diante dos mexicanos. O atleta fez um jogo fraco na parte ofensiva, e teve performance apenas regular em suas funções defensivas.

Torcida incentiva Brasil mesmo em momentos adversos e vaia Luciano Huck

Johannes Eisele/AFP Photo
Torcedores apoiaram bastante a seleção brasileira contra o Méxicoimagem: Johannes Eisele/AFP Photo

A torcida que compareceu ao Maracanãzinho para acompanhar a seleção brasileira não deixou de torcer em nenhum momento, especialmente no primeiro set, quando o Brasil perdeu para os mexicanos. Fazendo bastante barulho, a torcida incendiou os atletas em quadra a todo instante e não deixou que o desânimo abatesse os brasileiros mesmo nos momentos adversos. A empolgação da torcida era tanta que sobrou até para o apresentador da TV Globo, Luciano Huck. O astro estava no local e, enquanto concedia entrevista que foi exibida no telão, foi vaiado pelo público presente no ginásio.

Seleção brasileira

 MARCELO DEL POZO/REUTERS
Seleção brasileira comemora ponto marcado contra o Méxicoimagem: MARCELO DEL POZO/REUTERS

A seleção brasileira entrou em quadra desatenta e com ritmo abaixo do esperado. No primeiro tempo técnico, o Brasil já perdia por 8 a 5. Mesmo após as orientações de Bernardinho, a seleção voltou rendendo pouco e acabou superada por 25 a 23. Já na etapa seguinte, a seleção cresceu de produção graças aos ataques de Wallace. O oposto passou a ter melhor aproveitamento nos ataques e liderou a seleção na vitória por 25 a 19. No terceiro set, a equipe teve a tranquilidade que era esperada no começo da partida e não teve dificuldades para fechar o período em 25 a 14. No último set, novamente a seleção mexicana ameaçou o domínio brasileiro, mas acabou derrotada após bons ataques de Lucarelli.

Seleção mexicana

Matt Rourke/AP Photo
Seleção mexicana deu trabalho para o Brasil no primeiro setimagem: Matt Rourke/AP Photo

A seleção mexicana aproveitou a desatenção da seleção brasileira no primeiro set e conseguiu vencer por 25 a 23. No segundo set, com a seleção brasileira mais ligada na partida, os mexicanos tiveram dificuldade de conter as investidas de Wallace e acabaram derrotados por 25 a 19. No terceiro set, a seleção mexicana sentiu o forte ritmo brasileiro e não ofereceu resistência, sendo derrotada por 25 a 14. No último período, o México retomou o ritmo do primeiro set, em que venceu a seleção, mas não conseguiu repetir o feito e viu o Brasil vencer a partida.

Bernardinho

Marcelo del Pozo/Reuters
Bernardinho observa desempenho do Brasil contra o Méxicoimagem: Marcelo del Pozo/Reuters

Apesar do primeiro set ruim de seu time, Bernardinho manteve uma postura calma do lado de fora da quadra. A derrota na parcial, após um desafio errado, não tirou o treinador do sério. Ao final da partida, o técnico chamou seus jogadores no centro da quadra para um rápido bate-papo.

“Jogo foi tenso, por mais que a gente trabalhe isso, existe a tensão da estreia. O México jogou solto, bem, tem estilo diferente, mas a adaptação foi difícil no início. Claro que existe (a ansiedade), é natural da estreia. A gente tem os grandes pela frente, mas se o México jogar com o entusiasmo que jogou, pode complicar a vida de alguém. Agora, é acertar alguns erros de saque e ataque. O Canadá já é a segunda partida e é de altíssimo nível. A estreia nos permitiu uma equipe menos experiente, qualificada e rodada. O que precisamos é ser muito mais consistentes que fomos na primeira partida”, declarou o treinador em entrevista ao canal “Sportv”

Brasil entra em quadra ao som de “liberar geral”

AP Photo/Matt Rourke
Torcida faz festa antes do início da partida entre Brasil e Méxicoimagem: AP Photo/Matt Rourke

Os comandados por Bernardinho inovaram ao entrar em quadra ao som de “Liberar geral”, do grupo de Terra Samba. O som divertiu os torcedores que compareceram ao ginásio, que dançaram enquanto os atletas se posicionavam em quadra.

 Uol

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Em visita de Estado ao México, Dilma assina nesta terça acordos comerciais

DilmaA presidente Dilma Rousseff realiza nesta terça-feira (26) para sua primeira visita de Estado ao México, que terá como objetivo principal ampliar as relações comerciais entre os dois países. Uma das missões da chefe do Executivo será convencer o governo mexicano a diminuir as barreiras tarifárias aos produtos brasileiros, queixa recorrente do empresariado no Brasil. A previsão é que a presidente retorne ao Brasil na quarta-feira (27).

Dilma já esteve no México em 2012, quando participou, na cidade de Los Cabos, da reunião da cúpula do G20. Desta vez, no entanto, será recebida com honras de chefe de Estado pelo coelga mexicano, Enrique Peña Nieto.

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Entre os acordos bilaterais que serão assinados está um chamado no meio diplomático de Cooperação e Facilitação de Investimentos (ACFI), uma espécie de manual com as regras de cada país para fechar negócios e seus respectivos marcos regulatórios, além de apresentar mecanismos de prevenção e solução de controvérsias. O documento é o terceiro deste tipo que o Brasil será signatário. Os dois primeiros foram fechados com Moçambique e Angola.

Na sua agenda de dois dias no México, Dilma também deve assinar um acordo sobre serviços aéreos e um memorando de entendimento de cooperação turística. Os presidentes dos dois países vão relançar ainda os trabalhos de uma comissão binacional, chefiada por chanceleres e membros de ministérios. Os trabalhos serão divididos em quatro subcomissões: política, econômica, técnico-científica e educativa-cultural. Em paralelo, será realizado um seminário com empresários mexicanos e brasileiros.

Parceiro comercial
Segundo maior parceiro comercial do México, atrás apenas dos Estados Unidos, o Brasil espera que a viagem seja um catalisador para elevar o patamar de investimentos mexicanos no país, atualmente, na casa dos US$ 23 bilhões por ano.

Os recursos brasileiros aportados no México giram em torno de US$ 2 bilhões por ano, com dois grandes projetos em andamento. O primeiro é o polo petroquímico Etileno XXI, operado pela brasileira Braskem e a mexicana Idesa, no estado de Veracruz, no valor de quase US$ 5 bilhões. O segundo é um complexo siderúrgico da Gerdau orçado em US$ 600 milhões.

G1

 

Operadoras de turismo da Europa e do México se interessam em divulgar Destino Paraíba

turismoRepresentantes de operadoras do México e da Grécia se mostraram interessados em divulgar os principais atrativos turísticos do Destino Paraíba. Este foi o resultado da apresentação feita pela Empresa Paraibana de Turismo (PBTur) durante a IX Convenção Schultz, uma das maiores operadoras de turismo do Brasil, que está sendo realizada em Gramado (RS) para mais de 500 agentes de viagens brasileiros. O evento teve início no último domingo (1º) e termina nesta quinta-feira (5).

A informação é da turismóloga  e consultora de Marketing da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur), Debora Luna, que fez a apresentação nesta quarta-feira (4). A apresentação do Destino Paraíba aconteceu no Centro de Eventos do Hotel Serra Azul, em Gramado, e destacou os principais pontos turísticos do Estado, além de sol e mar, mas, sobretudo, os festejos juninos, com ênfase ao Maior São João Mundo realizado em Campina Grande.

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Débora Luna revelou também que a operadora Europamundo, por intermédio de representantes, procurou obter maiores informações sobre a infraestrutura hoteleira de João Pessoa e valor de diárias e pacotes turísticos. Existe a expectativa que a operadora lance um catálogo com informações sobre a Paraíba.

“A apresentação foi proveitosa e gerou muitos contatos a médio e longo prazos. Esse treinamento foi importante porque pudemos ficar próximos dos agentes de viagem que vendem o produto final, que é o destino turístico. Isso é fundamental para a Paraíba, que é um produto que está começando a ser mais conhecido”, declarou Luna.

Na avaliação da presidente da PBTur, Ruth Avelino, a convenção da Schultz é uma referência, um evento que é realizado nos primeiros meses do ano. “Estar presente  num evento que reúne os melhores profissionais da área é muito importante. Isso massifica o nosso produto junto aos operadores e agentes de viagens”, enfatizou a executiva.

Débora Luna afirmou ainda que, além do contato direto com os agentes de viagens, a marca do Destino Paraíba será exposta em todo o material promocional da operadora Schultz, no hotsite da convenção, local onde são apresentados os patrocinadores e fornecedores que participam efetivamente do evento, até a consolidação da inscrição. O tema da convenção será ‘A tecnologia potencializa as vendas, mas o conhecimento gera resultados’.

De acordo com o presidente da Operadora, Aroldo Schultz , o critério da escolha dos agentes de viagens foi muito amplo. “Nem sempre o que mais vende será convidado. Os nossos executivos de conta selecionam os agentes e a gerência comercial nacional, em conjunto com a diretoria, decidem o escolhido”, explicou o empresário.

Secom-PB

Explosão de gás em maternidade mata ao menos quatro bebês e fere 37 na Cidade do México

maternidadeUma explosão de gás em uma maternidade em Cuajimalpa, na Cidade do México, matou ao menos sete pessoas, incluindo quatro bebês, e deixou 37 pessoas feridas. Segundo o prefeito Miguel Ángel Mancera, um caminhão que abastecia o hospital com o produto teve a mangueira arrebentada e causou a explosão pouco após as 7h (locais). Um número desconhecido de pessoas estaria presas nos escombros.

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Autoridades de emergência alertaram para o colapso do prédio após a explosão. Inicialmente, o prefeito indicou que havia 54 feridos.

Mais de 40 pessoas foram deslocadas para hospitais próximos ao local. A maior parte dos ferimentos foi causada pelos vidros quebrados, e não seria grave.

Segundo Mancera, cerca de 30 a 40% do hospital teria sido danificado, que teria espaços sob risco de desabamento.

— Temos que ver o que pode ser utilizado e o que não — informou o prefeito.

O secretário de proteção civil da Cidade do México, Fausto Lugo, disse à rede Televisa que a prioridade das operações agora está em resgatar pessoas que poderiam estar sob escombros.

O Globo

Terremoto de magnitude 5,2 sacode Novo México e Arizona, nos EUA

imagem ilustrativa
imagem ilustrativa

Um terremoto de magnitude 5,2 perto da fronteira do Arizona e Novo México sacudiu uma faixa significativa no sudoeste dos Estados Unidos na tarde do último sábado (28), mas não causou grandes danos ou ferimentos, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês).

O terremoto foi centrado a cerca de 31 milhas (50 quilômetros) a noroeste da cidade de Lordsburg, no Novo México, e podia ser sentida a cerca de 150 milhas (240 quilômetros) a oeste, na cidade de Tucson, no Arizona, e 300 milhas a leste (480 quilômetros), em Roswell, no Novo México, segundo o USGS e a mídia local.

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O terremoto atingiu às 21h59, no horário local, a uma profundidade de cerca de 3 milhas (5 quilômetros) e foi seguido por dois pequenos tremores secundários, disse o USGS.

O terremoto arrancou quadros de muros e balançou luminárias, segundo a imprensa local. Ele também levou dezenas de pessoas em toda a região a chamarem o 911.

No sudeste da cidade de Arizona Thatcher, os moradores viram estradas e estruturas balançando.

Reuters

Na batalha de Fortaleza: Brasil tenta, mas goleiro do México ‘pega tudo’ e garante empate: 0 a 0

brasilDepois da suada vitória sobre a Croácia na estreia, o técnico Luiz Felipe Scolari já avisava: a virada no sufoco no Itaquerão tinha sido só o primeiro de muitos sustos que a seleção brasileira levaria dentro da Copa do Mundo. Ainda assim, ninguém estava preparado para o sofrimento vivido pela torcida da casa nesta terça-feira, no Castelão, em Fortaleza, contra o México. Depois de noventa minutos de muita briga, divididas ríspidas e sufoco de ambas as partes, a dona da festa teve de amargar um empate sem gols, deixando o time empatado com os próprios mexicanos no topo da tabela (o Brasil só leva vantagem no saldo de gols, dois contra um). O herói do jogo para os mexicanos foi o goleiro Guillermo Ochoa, que fez uma apresentação impressionante e evitou pelo menos três gols brasileiros. Mas não foram só os mexicanos quem escaparam de sofrer gols: a seleção pentacampeã penou diante dos tiros de longa distância da raçuda equipe visitante. Agora, Felipão precisa descobrir como reerguer seu time, que saiu abatido do gramado do Castelão, para continuar na luta pela taça. A seleção volta a campo na próxima segunda, em Brasília, para fechar a fase de grupos enfrentando Camarões, que pega a Croácia nesta quarta, em Manaus – as duas equipes perderam na estreia.

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O México apresentou seu cartão de visitas logo no primeiro minuto, com duas faltas duríssimas em sequência e os primeiros sinais de catimba, atrasando as cobranças, escondendo a bola, provocando. O ruído dos torcedores, que travavam uma guerra à parte nas arquibancadas, transformava o estádio em uma panela de pressão. Depois de um início atribulado, em que teve dificuldades para entrar no ritmo do jogo, o Brasil conseguiu construir o primeiro bom lance aos 10 minutos: Marcelo lançou Oscar pela esquerda, e ele cruzou rasteiro para Fred desviar, raspando a trave. O Brasil jogava firme, encarando o estilo bruto dos mexicanos, mas os visitantes não paravam de recorrer às faltas – Oscar e Neymar foram atingidos com violência pelos marcadores. Os brasileiros, porém, também batiam – pela segunda vez nesta Copa, Neymar, que entrou para o jogo pendurado com um cartão amarelo, acertou o cotovelo no rosto de um rival, desta vez o veterano capitão Rafa Márquez. Se esbanjavam vigor físico e espírito de luta, os mexicanos revelavam limitações técnicas. Mas ainda asim, na base da força e da vontade, sabiam igualar a partida, recorrendo aos chutes de longa distância para evitar o confronto direto com Thiago Silva e David Luiz, dois leões na zaga, e tentar superar Júlio César.

Aos 23, Herrera foi o primeiro a assustar, soltando uma pancada que passou por cima da meta brasileira. Aos 25, o goleiro Ochoa operou um milagre para evitar um gol de cabeça de Neymar, que subiu muito e aproveitou cruzamento preciso de Daniel Alves – a tecnologia da linha do gol mostrou que o goleiro espalmou exatamente sobre a risca. Aos 32, Neymar voltou a levantar a torcida da casa com uma incrível arrancada desde o meio – contra três marcadores, o camisa 10 acabou sendo desarmado quando preparava o arremate. Aos 34, depois de um escanteio batido da direita por Neymar, Fred cabeceou mas Ochoa defendeu outra vez. Aos 40, o México voltou a arriscar de longe, com Vazquez, que bateu com efeito, mas pelo lado esquerdo do gol de Júlio César. Três minutos depois, outra grande chance brasileira, com Paulinho, aproveitando uma sobra de bola após cobrança de falta pelo alto –Ochoa, de novo, bloqueou. Depois de muitos lances violentos, o primeiro a ser advertido pelo árbitro turco Cuneyt Cakir foi Ramires, que levou amarelo por derrubar Aguilar. Com o primeiro tempo encerrado, a seleção voltava aos vestiários com vantagem nas chances criadas, mas ainda em busca de atalhos para furar o bloqueio mexicano.

A arma a que Felipão recorreu foi o jovem Bernard, o mais franzino do time, que substituiu Ramires no intervalo. O técnico não temeu submetê-lo aos truculentos marcadores mexicanos. Pelo contrário: a aposta para vencer a pancadaria era na velocidade e no drible. Logo aos dois minutos, o caçula da seleção foi lançado por Daniel Alves, disparou pela direita e cruzou. A zaga mexicana colocou para escanteio. Aos 7 foi a vez de Guardado bater forte e de longe – Thiago Silva desviou de cabeça. Dois minutos depois, o México soltava outro petardo, agora com Aguilar. Era o pior momento do Brasil na partida, e os mexicanos sufocavam a equipe da casa. Num intenso bombardeio, Herrera chutou mais uma, de novo pelo alto, mas de novo com perigo. Enfim o México levou seu primeiro cartão, com Aguilar, mas a equipe visitante não se intimidava: continuava controlando as ações. Com o Brasil cada vez mais nervoso, a torcida fazia sua parte, cantando alto e não deixando de apoiar nem nos momentos mais delicados. Aos 16, numa das poucas escapadas do time de Felipão para o ataque, Vazquez atropelou Neymar e também foi advertido. Na cobrança da falta, Neymar bateu bem, mas a bola saiu ao lado do ângulo da trave defendida por Ochoa. O Brasil parecia colocar os nervos no lugar, voltando para o jogo.

Na metade da etapa final, Felipão trocou Fred, que fazia uma partida ruim, por Jô. No primeiro lance com o novo centroavante, quase o fim do sufoco: em jogada de Neymar, que matou no peito dentro na grande área, o craque chutou à queima-roupa, mas Ochoa brilhou mais uma vez. O Brasil tomava, enfim, as rédeas da partida, agora atuando claramente como o dono da casa. Mas os aguerridos mexicanos não se dobravam, mantendo a postura desafiadora que o time do técnico Miguel Herrera demonstrou durante a partida toda. Aos 30 minutos, depois de boa jogada criada por Bernard no lado esquerdo, Jô entrou na área e bateu cruzado, mas longe do gol. Entrando nos quinze minutos derradeiros, o ritmo do Brasil diminuía, assim com o o da torcida, que agora dava sinais de desconfiança. A onze minutos do fim, Thiago Silva fez falta violenta em Chicharito Hernández, um último recurso para impedir o gol dos mexicanos, e também ficou pendurado. Na batida, da entrada da área, Giovani dos Santos acertou a barreira. A partida entrava nos minutos finais com festa mexicana, ao som de Cielito Lindo, entoada a plenos pulmões pelos visitantes. Oscar, que começou bem mas caiu de produção ao longo da partida, deu lugar a Willian. Aos 40 minutos, Ochoa fechava uma atuação antológica com outra defesa extraordinária, em cabeceio firme de Thiago Silva, sozinho na pequena área, depois de falta batida por Neymar. Os minutos finais, porém, foram todos dos mexicanos, que deram mais dois grandes sustos no Brasil, com Guardado e Jimenez. Na saída dos times, a farra era verde e vermelha.

Veja

Até o México peita os barões da mídia

televisaNos últimos anos, o México virou o queridinho da mídia colonizada. Servil aos EUA e comandado por forças direitistas, ele seria o contraponto aos governos mais à esquerda da América Latina e aos projetos de integração soberana da região. Toda esta paixão, porém, deve sofrer fortes abalos. Nesta semana, a agência reguladora de telecomunicações do México aprovou um projeto que obriga o principal império midiático do país, o Grupo Televisa, a se desfazer de parte dos seus negócios. A empresa terá de compartilhar a sua infraestrutura com outras companhias e perderá o direito à exclusividade nas transmissões de eventos esportivos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Será que a mídia colonizada do Brasil rotulará o governo mexicano de “chavista” e “comunista”?

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A medida aprovada pelo Instituto Federal de Telecomunicação (Ifetel) visa estimular a concorrência neste setor estratégico e reduzir o monopólio da Televisa, que atualmente controla 70% do mercado – outros 30% estão nas mãos do Grupo Azteca. O objetivo explícito é o de reduzir o poder destes grupos midiáticos, que colocam em risco a frágil democracia do país. Segundo a edição brasileira do jornal espanhol El País, o projeto aprovado representa “um duro golpe” nos monopólios e “pode causar uma reviravolta no panorama televisivo do país”. A direção do Grupo Televisa está atordoada e já anunciou que tomará todas as medidas legais para defender o seu “modelo de negócios” e a “liberdade de expressão” – a mesma conversa fiada dos barões da mídia nativa.

Além de proibir a Televisa de oferecer com exclusividade conteúdos “que no passado geraram altos níveis de audiências”, como torneios nacionais de futebol, finais de Copas do Mundo ou Olimpíadas, e de obrigá-la a conceder sua infraestrutura aos concorrentes através de uma tarifa pública e negociada, o projeto ainda determina que o grupo deverá fornecer toda a informação que for solicitada pela Ifetel, incluindo os dados sobre tarifas publicitárias. Imagine se estas medidas fossem aplicadas no Brasil! A TV Globo não sobreviveria por muito tempo! Ela seria obrigada a divulgar, pelo bem da transparência pública, os dados sobre o Bônus de Volume, o famoso BV, que nutre o esquema de suborno e propina entre a emissora e as agências de publicidade no Brasil.

As mudanças no México não se limitam às concessões públicas de televisão. Há vários meses, o Ifetel também investiga a empresa América Móvil, do magnata Carlos Slim, que controla 84% do mercado de telefonia fixa e de internet no país. Já numa parceira com a empresa de telefonia celular Telcel, o grupo domina 70% do setor. “Tanto a América Móvil como Televisa são de propriedade de dois mexicanos que integram a lista Forbes dos homens mais ricos do planeta. Carlos Slim, até este ano o homem mais rico do mundo, ocupa agora o segundo lugar com uma fortuna de 72 bilhões de dólares (168,54 bilhões de reais). Emilio Azcárraga, proprietário do Grupo Televisa, é o número 663, graças aos seus 2,6 bilhões de dólares (6,06 bilhões de reais)”, relata o jornal El País.

“A ação do instituto regulador contra ambos os grupos é o primeiro passo da ‘reforma das telecomunicações’, impulsionada no ano passado pelo presidente mexicano Enrique Peña Nieto, que seus críticos batizaram durante a campanha eleitoral como ‘o candidato de Televisa’, pelo suposto apoio que teria recebido dessa emissora de televisão. A lei, que inclui uma reforma constitucional, foi aprovada em junho de 2013 e contou com o apoio dos principais partidos da oposição, PAN (de direita) e PRD (de esquerda)”. Apesar dos atrasos e entraves, as mudanças neste setor estratégico estão em curso no México – assim como no Reino Unido da “bolivariana” Rainha Elizabeth II. Já no Brasil, o governo Dilma Rousseff não tem coragem para enfrentar os perigosos barões da mídia!

Créditos da foto: Arquivo
cartamaior