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VÍDEO – Casal é flagrado fazendo sexo dentro de vagão do metrô

No último fim de semana, o inacreditável aconteceu dentro de um vagão do metrô de Nova York. Um casal foi flagrado fazendo sexo enquanto esperavam para desembarcar.

Depois de terem presenciado o New York Yankees ser derrotado em casa pelo Boston Red Sox — grande rival na Major League Baseball (MLB, principal liga de beisebol profissional dos EUA) — decidiram esquecer a derrota de maneira bastante ousada.

A cena foi filmada por um passageiro, viralizou e caiu em uma conta no Instagram que exibe as “coisas bizarras” do metrô da cidade.

Assista o vídeo aqui

Metrópoles

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Casal é flagrado transando em estação do metrô com bebê no colo

Um casal foi flagrado transando em público na escada de uma estação de metrô no Reino Unido.

Um passageiro filmou a cena e o vídeo já viralizou na internet. Na gravação, a mulher aparece apoiada na escada e com a calça comprida abaixada sem parecer se importar com as pessoas que entravam e saíam da estação.

 

Passageiro chutou o homem na tentativa de fazer o casal parar
Passageiro chutou o homem na tentativa de fazer o casal parar Foto: Reprodução/ Youtube

 

Eles só pararam quando um homem os abordou
Eles só pararam quando um homem os abordou Foto: Reprodução/ Youtube

O casal só para quando um passageiro chuta o homem e pede para eles pararem. Então, o mais surreal é revelado: a mulher estava carregando um bebê em uma espécie de mochila na frente do corpo.

 

Mulher carregava um bebê em uma mochila na frente do corpo
Mulher carregava um bebê em uma mochila na frente do corpo Foto: Reprodução/ Youtube

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Extra

Apagão atinge Grande SP, Rio, PR e ES; metrô tem portas fechadas

metroUm apagão em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Paraná e no Espírito Santo desligou parte da energia elétrica desses Estados nesta segunda-feira (19). A energia ainda não foi restabelecida.

O ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) não confirma os locais atingidos, mas, por meio de sua assessoria, assegurou que há áreas no país em que o fornecimento foi interrompido.

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O Ministério de Minas e Energia informou que não tem conhecimento do ocorrido, mas que está buscando mais informações sobre o problema. Há possibilidade de que outros Estados tenham sido afetados.

Em nota oficial, em sua página na internet, a Eletropaulo disse que o desligamento de seus clientes teria ocorrido por orientação do próprio ONS, que “cortou mais de 700 MW (megawatts) de energia”. No entanto, pouco depois, a empresa informou que a totalidade de sua carga de energia foi restabelecida às 15h50.

A assessoria de imprensa da Light confirmou que foi orientada pelo ONS a interromper o fornecimento em alguns locais, o que teria acontecido a partir das 14h53. No Paraná, a Copel disse que cortou 320 megawatts por determinação do operador. Segundo a empresa, todo o Estado foi afetado.

No Espírito Santo, a EDP Escelsa informou ter feito, também por determinação da ONS, “redução de carga no seu sistema”, na tarde desta segunda que atingiu o fornecimento de energia em parte de oito municípios do Estado. A capital do Estado, segundo a empresa, não foi afetada.

Folha 

Homofobia: Casal gay é espancado e expulso por 15 homens no Metrô em São Paulo

Grupo de 15 homens agrediu metroviário e bancário que se beijavam no percurso entre Tiradentes e Luz; eles foram expulsos do vagão a pontapés

 

casal-gayUm casal gay foi espancado por um grupo de cerca de 15 homens dentro de um trem da Linha 1-Azul do Metrô de São Paulo, na tarde de domingo, 9. O metroviário Danilo Ferreira Putinato, de 21 anos, e o bancário Raphael Almeida Martins de Oliveira, de 20, foram agredidos com socos e chutes no percurso entre as Estações Tiradentes e Luz, no sentido Jabaquara, e expulsos a pontapés da composição pelo grupo, após se negarem a sair espontaneamente.

 

 

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De acordo com Putinato, as agressões foram iniciadas após o bando exigir que o casal parasse de se beijar dentro do trem. Na ocasião, o metroviário seguia para o trabalho na companhia do namorado. “Eles se mostraram indignados com o fato de nós estarmos juntos, mandaram parar de nos beijar, mandaram sair do trem, mas não respondemos nada, deixamos eles falando sozinhos e aí começaram a nos bater”, comenta Putinato.

 

Segundo a vítima, o grupo, que havia embarcado na Estação Armênia da Linha 1-Azul, xingava o casal gay de “viadinhos” e “bichinhas” e dizia que eles “deveriam ter respeito” e parar de trocar carinhos em público. Putinato e Martins foram agredidos no rosto e no corpo com chutes, socos e empurrões. Após a expulsão do trem, as vítimas procuraram agentes de segurança do Metrô, que cuidaram dos primeiros socorros e levaram os jovens para a Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, na região central.

 

O bancário teve o nariz quebrado e terá de passar por uma cirurgia para reparar a fratura. O metroviário não sofreu ferimentos graves. “Acho que ficamos apanhando por uns três minutos. Se não tivessem nos colocado para fora, não sei o que teria acontecido”, diz o jovem, que afirmou ter ficado desapontado com o fato de nenhum dos passageiros da composição ter agido para socorrê-los.

 

“O trem estava mais ou menos cheio, mas ninguém fez nada. Eu tenho absoluta certeza de que eles tiveram medo dos caras. Mas também acho que pelo fato de sermos gays isso não incentivou muito (a ajudarem). Lá fora um homem se voluntariou para ser testemunha, só isso”, relata.

 

Investigação. Após passarem por atendimento médico, os dois registraram a ocorrência na Delegacia do Metropolitano (Delpom). “A polícia tem tudo para identificar os homens. Aquela frota infelizmente não tem câmeras, mas como indiquei aos policiais qual era o trem e o horário, eles podem pegar as gravações das estações”, conta Putinato. A investigação deverá ser conduzida pela Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi). A reportagem não conseguiu contato com a Polícia Civil na noite de ontem para verificar como estão as investigações do caso.

 

Putinato defende punições mais rígidas para qualquer um que cometer atos homofóbicos. “O sentimento é de revolta. Tudo isso tem origem no machismo que é tão disseminado em toda parte. O diferente não é aceito. Não só os gays sofrem com isso, mas as lésbicas, transexuais, e todos os outros que ousam ser ‘diferentes’”, afirma o metroviário. “Enquanto não existir uma campanha ainda mais ampla, e o ódio contra nós não for criminalizado, mais casos como este vão acontecer”, afirmou.

Estadão

Trem descarrila no metrô de Moscou e deixa mortos

Um trem do metrô de Moscou – o principal meio de transporte da capital da Rússia -, descarrilou nesta terça-feira (15), deixando pelo menos 19 mortos e mais de 120 feridos, segundo a Reuters.

O comitê de investigação da Rússia disse estar examinando as causas do acidente, mas parece não haver suspeita de crime.

Passageiros feridos eram levados para fora das estações em macas, ensanguentados e com ataduras. Helicópteros transportavam para o hospital as vítimas em estado mais grave. Os passageiros estavam em estado de choque ou gritando quando levados para a superfície pelas equipes de socorro.

“Não há mais ninguém vivo para resgatar”, disse o vice-prefeito de Moscou, Peter Biryukov. Ele acrescentou, entretanto, que ainda há corpos presos soterrados.

Passageiro publicou imagem de estragos causados por acidente no metrô de Moscou (Foto: Reprodução/Instagram/maksim_pushkin)Passageiro publicou imagem de estragos causados por acidente no metrô de Moscou (Foto: Reprodução/Instagram/maksim_pushkin)
Integrantes dos serviços de emergência esperam do lado de fora de estação de metrô para atender feridos. (Foto: Sergei Karpukhin / Reuters)Integrantes dos serviços de emergência esperam do lado de fora de estação de metrô para atender feridos. (Foto: Sergei Karpukhin / Reuters)

O acidente aconteceu na linha azul do metrô de Moscou às 8h30 (1h30 de Brasília), no trecho entre as estações Slavianski Bulvar e Park Pobedy, no oeste da cidade. Dezenas de ambulâncias foram enviados à estação Slavianski Bulvar, que foi esvaziada. Um helicóptero também ajuda na remoção de feridos.

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Investigadores disseram que uma elevação repentina na tensão elétrica provocou a parada do trem e fez com que diversos vagões saíssem dos trilhos entre as estações.

“Otrem freou bruscamente. Saíram faíscas e havia muita fumaça. Fui empurrado contra algo e todo mundo caiu do mesmo lado”, contou ao canal de televisão Moscou 24 um passageiro, com o nariz ensanguentado.

Pelo menos 200 pessoas foram retiradas do local do acidente.

Serviços de emergência usam helicóptero para transportar feridos. (Foto: Sergei Karpukhin / Reuters)Serviços de emergência usam helicóptero para transportar feridos. (Foto: Sergei Karpukhin / Reuters)
G1

Jornais gringos se assustam com multidão no metrô de SP às vésperas da Copa

USUÁRIOS LOTAM METRÔ DE SÃO PAULOA greve dos motoristas de ônibus, na última quarta-feira, produziu um verdadeiro caos nas estações de metrô da cidade de São Paulo. Em um vídeo divulgado pela Folha, é possível ver cenas assustadoras de uma multidão se empurrando para achar algum espaço na estação Pinheiros, Zona Oeste da capital. Como era de se esperar, o material correu o mundo e ganhou destaque em grandes jornais internacionais, que se disseram assustados com as imagens e colocaram em xeque a preparação do Brasil para a Copa do Mundo, que começa no próximo dia 12.

Huffington Post, dos Estados Unidos, não economizou nas palavras e classificou o ocorrido como “aterrorizante”: “Deixa muitos preocupados com a capacidade de transporte do Brasil”, diz trecho da matéria, que vai além e alerta: “O vídeo é mais um sinal abominável da falta de preparação da Copa do Mundo no Brasil. Olha lá, turistas do futebol, é desesperador”.

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“Insano”, foi como definiu o portal norte-americano Washington Post. “Quando você for reclamar do Metro Center de Washington, apenas se lembre dos nossos primos do Sul. Talvez você se sinta melhor”, critica trecho da matéria. Em seguida, os protestos e a violência na país da Copa também são mencionados.

“Medo”, disse o portal britânico The Mirror. “Os ‘chefes’ ingleses estão preocupados com o que os torcedores poderão encontrar na Copa do Mundo”. Na nota, o periódico lembra que a seleção da Inglaterra jogará contra o Uruguai no próprio Itaquerão, em São Paulo.

O Mundial no Brasil começa no próximo dia 12 de junho. A seleção canarinha fará o jogo de estreia na capital paulista contra a Croácia, pelo grupo A.

Uol

Siemens confirma aval do governo de São Paulo para cartel do metrô

AlckminA transnacional Siemens afirma que o governo de São Paulo soube e deu aval a um cartel que atuava em licitações de obras do metrô. Segundo informações divulgadas pela Folha de S. Paulo, a empresa alemã entregou documentos com a denúncia às autoridades brasileiras.

O conteúdo das acusações se refere à linha 5 – Lilás do metrô de São Paulo. Segundo a Siemens, o esquema ocorreu no ano de 2000, na gestão do tucano Mário Covas, morto no ano seguinte.

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A Folha ainda destaca que o cartel se estendeu ao governo de Geraldo Alckmin (2001-2006) e ao primeiro ano da administração de José Serra, em 2007.

O acordo entre as empresas permitia a formação de um consórcio único para ganhar a licitação. Em seguida, as empresas perdedoras eram subcontratadas.

A revelação da existência de um cartel foi feita pela Siemens no último 16 de julho. Conforme a denúncia, além de São Paulo, o cartel também fraudava licitações do metrô no Distrito Federal.

A Siemens relatou que as combinações ilícitas entre as empresas em São Paulo resultavam em contratos com preços até 20% superiores ao comum. Ao entregar o esquema, a Siemens garantiu imunidade administrativa e criminal tanto para a companhia quanto para os seus executivos.

Foto: Governo SP

Jorge Américo,

 

De São Paulo, da Radioagência NP

Panes no metrô paulistano: sintomas do sucateamento

Trens em velocidade reduzida ou parados por vários minutos entre uma estação e outra, aumento do tempo de espera nas plataformas, portas que não abrem. Em 2012, o paulistano vem sofrendo ainda mais com as constantes falhas no metrô de São Paulo. Entre janeiro e maio deste ano, por exemplo, foram canceladas 170% mais viagens programadas pelo sistema em relação ao mesmo período de 2011, segundo dados do Serviço de Informação ao Cidadão (SIC), disponibilizados no site do Metrô (Companhia do Metropolitano de São Paulo).

Na grande maioria dos casos, as falhas não são decorrentes de erros humanos e sim do próprio sistema metroferroviário – e impedem o “despacho”, ou seja, a partida dos trens. A consequência prática é o aumento do tempo de espera nas plataformas e a maior lotação dos vagões. De acordo com os dados do SIC – que constam de um relatório obtido pelo jornal O Estado de S. Paulo em julho – o número de falhas entre janeiro e maio deste ano é ligeiramente maior do que o mesmo período do ano passado – 23 a 20 –, mas as ocorrências geraram mais do que o dobro de cancelamentos de saída de trens: 496 em 2012, 184 em 2011. Ou seja, as panes neste ano têm sido de mais gravidade.

Os problemas variam da não abertura das portas dos vagões ao choque de trens na Linha-3 Vermelha que ocorreu em maio deste ano, fruto de uma falha nos freios. Em 23 de agosto, por exemplo, por causa de um mau funcionamento no sistema de tração, as linhas 1, 2 e 3 circularam com velocidade reduzida. A situação restringiu a entrada de passageiros nos trens, superlotando as estações. O problema foi solucionado cerca de uma hora depois.

Segundo Narciso Soares, do Sindicato de Metroviários de São Paulo, o processo de terceirização de serviços dos trens, a falta de investimento do governo estadual na contratação de funcionários e manutenção e as Parcerias Público-Privadas (PPPs) são fatores que contribuem para o que ele chama de “sucateamento do sistema de transporte público por parte das gestões tucanas”. O PSDB está à frente do estado desde 1994.

Em 2000, o metrô paulistano transportava cerca de 2,4 milhões de pessoas por dia; um ano depois, tinha em seus quadros 7.300 trabalhadores. Hoje, são 4 milhões de usuários, mas o número de funcionários aumentou para apenas 8.600 – além disso, sua extensão cresceu consideravelmente, com a inauguração de novos trechos e estações. Com o aumento da demanda, uma manutenção mais efetiva e mais recorrente é imprescindível para o bom funcionamento do sistema. No entanto, muitas das funções são terceirizadas, como a limpeza e o recolhimento de tarifas. “Isso gera uma queda de qualidade, pois se deixa de lado todo o know-how dos metroviários e se contrata empresas que não têm nenhum conhecimento, que estão interessadas no lucro. Para elas, quanto menos gastos, melhor”, critica Narciso, funcionário do Metrô há oito anos.

Em São Paulo, a malha metroviária estende-se por 74 km, enquanto na Cidade do México são 201 km e em Nova York, 1.056 km. Entre 2003 e 2011 o governo do estado de São Paulo anunciou que investiria R$ 17,1 bilhões no metrô; no entanto, apenas R$ 9,8 bilhões, 57% do prometido, foram despendidos. O valor gasto em 2011 foi de R$ 1,3 bilhão, treze vezes mais que a cifra de 2003 (R$ 99,9 milhões), segundo notícia do portal Terra de maio deste ano.

Para o deputado estadual Simão Pedro (PT), o alto investimento nos trens, que deveria ser destinado a novas linhas e manutenção das demais, perde-se em meio aos desvios de verba, pagamentos de propina, obras superfaturadas e muitas vezes desnecessárias. “O Metrô sofre esses impactos em função de grandes desvios de dinheiro, que passa pelo pagamento de propina e serviços não realizados – as cláusulas estão ali para enganar. É o privado controlando e gerenciando um sistema altamente lucrativo”, denuncia.

A situação mais precária, porém, é a dos funcionários. “Hoje se faz muita hora-extra no Metrô, ninguém vive sem. Se todos os metroviários resolverem não fazer hora-extra durante dois dias, o Metrô para. Tem dinheiro, o problema é definir prioridades”, denuncia Altino de Melo Prazeres Júnior, presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo. De acordo com ele, “falta dinheiro do governo – qualificação existe, mas faltam funcionários”. Já Narciso explica que não há resposta do governo em relação à contratação de novos funcionários. “A empresa [Metrô] coloca claramente que há um déficit de pessoas, mas não consegue contratar porque o governo não abre vagas.”

Uma greve dos metroviários estava marcada para o dia 4, mas, atendendo a um pedido do TRT (Tribunal Regional do Trabalho), foi adiada para o dia 24, caso as negociações não avancem. Os trabalhadores reivindicam uma divisão mais justa da PR (Participação dos Resultados), que, segundo o sindicato, é destinada de forma desigual, beneficiando os funcionários de altos cargos, cujo salário líquido já é mais elevado. Em carta aberta à população, o sindicato também exige a melhora da jornada de trabalho e a equiparação dos salários. “A população sofre a política do governo estadual, que privilegia os ricos. O sufoco do metrô lotado e a falta de investimento é um retrato da política do governador [Geraldo] Alckmin para os transportes públicos”, diz o texto.

A negligência do poder público em relação ao transporte coletivo também pode ser observada na esfera federal, com a falta de investimentos nas últimos gestões. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) destinou à área de transportes apenas 0,3% do PIB, enquanto no governo Lula (PT) o investimento foi de 0,4% – em ambos os casos, a prioridade foi o modal rodoviário, em detrimento do sistema metroferroviário. “A bandeira principal é pelo investimento de 2% do PIB nacional no transporte público”, defende Altino.

O presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo critica ainda a diminuição do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) sobre a produção de automóveis determinada pelo governo federal nos últimos anos. Para ele, a medida contribuiu para o aumento da venda de veículos privados. “A grande medida hoje, para salvar a economia, é diminuir o IPI. Esse foi o grande investimento do Estado. Isso é uma transferência de dinheiro do Estado para a indústria privada. Mais uma vez se priorizou o transporte privado. Por que não se investiu esse dinheiro em construção de quilômetros de metrô?”, reclama.

cartamaior

Em artigo no “Metro”, Datena critica Russomanno e diz que “urna não é televisão”

Na última segunda-feira (24/9), o apresentador José Luiz Datena,  da Band, utilizou sua coluna no jornal Metro para criticar Celso Russomanno, candidato do PRB à Prefeitura de São Paulo e ex-apresentador da TV Record, informou o portal tv online.

Crédito:Divulgação
Apresentador da Band criticou forma como Russomano age na campanha eleitoral

“Aparecer na televisão com milhões de pessoas confiando em você te dá uma vantagem em relação aos demais candidatos. Pode ser legal, mas não é justo. Ainda mais quando você mistura religião no meio dessa receita”, escreveu Datena no texto ‘Urna não é televisão nem igreja”.

“O fato de o cara ter popularidade necessariamente não vai significar que ele é um bom administrador ou que tenha credibilidade”, afirmou.. “Nada contra o Celso Russomanno, que sempre foi um cara simpático comigo. Também nada a favor, exatamente pelo que ele representa”, completou.

Portal IMPRENSA

Colisão entre trens do Metrô de SP deixa mais de 30 feridos

Trinta e três pessoas ficaram feridas no acidente entre dois trens da Linha 3-Vermelha do Metrô de São Paulo, de acordo com o Corpo de Bombeiros. A colisão ocorreu por volta 9h50 desta quarta-feira (16) e o resgate foi encerrado por volta das 11h30. Duas pessoas ficaram em estado grave com hemorragias e suspeita de traumatismo craniano.

O acidente aconteceu em um trecho na Zona Leste, entre as estações Penha e Carrão. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que será aberto um inquérito para investigar o acidente na Delegacia do Metropolitano (Delpom). Em entrevista por telefone à TV Globo, o presidente do Metrô, Peter Walker, confirmou que a principal suspeita é de uma falha no sistema de atuomação.

Até as 11h30, o Metrô não sabia informar as causas do acidente (veja íntegra abaixo). A companhia informa que a circulação dos trens na Linha 3-Vermelha está sendo realizada somente entre as estações Barra Funda e Tatuapé. Não havia previsão para liberação do trecho. Além do apoio de ônibus, o Metrô diz que está mantida a integração gratuita com a CPTM nas estações Tatuapé e Corinthians/Itaquera.

Após o acidente, as demais linhas do Metrô de São Paulo operavam com velocidade reduzida. A SPTrans informou que mudou a circulação de ônibus na região e acionou o sistema de apoio. O problema causava lentidão na Radial Leste, no sentido Centro. Por causa do resgate, faixas da via permaneciam interditadas às 11h30. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) recomendava que os motoristas evitassem a região.

Socorro
Sessenta e oito homens bombeiros e 23 veículos atuaram no local. As vítimas foram imobilizadas e colocadas em macas, que precisaram ser passadas por sobre o muro que separa os trilhos da Linha 3-Vermelha da Radial Leste Os feridos foram levados para o Hospital das Clínicas, Santa Casa e Hospital do Tatuapé.

Mapa acidente do Metrô (Foto: Arte/G1)

Segundo o major Fábio Barbieri, do Corpo de Bombeiros, uma das vítimas com ferimentos leves estava grávida e passou mal após o acidente, mas não perdeu o bebê e passa bem. Os demais tiveram luxações, escoriações e  ferimentos leves.

Falha em sistema de automação
Segundo o secretário-geral do Sindicato dos Metroviários, Paulo Pasin, houve um choque entre duas composições devido a uma falha no sistema de automação do Metrô. O sindicalista, que estava em reunião com dirigentes do Metrô para discussão de propostas salariais na hora do acidente, diz ter recebido informações de que o sistema automático que faz um trem parar quando outro está à frente não funcionou.

“Não pode ter havido falha humana porque esse sistema é automático”, disse Pasin. “Em 20 anos de Metrô, eu nunca vi nada disso acontecer”, acrescentou.

Ônibus
Segundo a SPTrans, todas as linhas de ônibus que circulam na Radial Leste seguiam direto até a Estação Tatuapé do Metrô, deixando de atender as estações Itaquera, Arthur Alvim, Patriarca, Guilhermina Esperança, Vila Matilde, Penha, e Carrão, por volta das 11h. A integração das linhas de ônibus com as estações do Metrô foi suspensa devido ao acidente.

Trânsito
A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) registrava 45 km de lentidão em São Paulo por volta das 12h35 desta quarta-feira, índice considerado acima da média. No horário, a Radial Leste estava com 3 km de filas no sentido Centro, entre os viadutos da Vila Matilde e Conselheiro Carrão.

Nota do Metrô
Veja abaixo a íntegra da nota enviada pelo Metrô:

“Metrô Informa

Por volta das 9h50, duas composições da Linha 3-Vermelha que circulavam no sentido Palmeiras/Barra Funda se colidiram próximas a estação Carrão do Metrô. As causas do acidente estão sendo apuradas pela Companhia do Metrô.

Os usuários que se acidentaram na colisão estão sendo socorridos por Agentes de Segurança do Metrô, Corpo de Bombeiros e SAMU.

Em razão deste acidente, a circulação dos trens na Linha 3-Vermelha está sendo realizada somente entre as estações Palmeiras/Barra Funda e Tatuapé. Para atender os usuários no trecho entre as estações Tatuapé e Corinthians/Itaquera, o Metrô acionou o serviço do PAESE e mantém integração gratuita com a CPTM nas estações Tatuapé e Corinthians/Itaquera.

G1