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Médico sugere que seja criada licença menstrual para mulheres poderem faltar ao trabalha entre um a três dias todos os meses

Mulheres que sofrem de dores menstruais e sentem os efeitos dela todos os meses, devem ter licença remunerada, de acordo com a sugestão de um médico.

Gedis Grudzinskas, médico de obstetrícia e ginecologia, acredita que “a licença menstrual” iria aumentar a motivação e produtividade das mulheres quando estão no trabalho.

Explicando o seu raciocínio, ele disse: “Algumas mulheres sentem ofensivamente a menstruação. Ir para o trabalho é uma luta e elas se sentem péssimas.”

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Como a licença maternidade, ele propõe a licença menstrual de um a três dias a cada mês. A Licença Menstrual já é reconhecida em alguns países da Ásia, como o Japão e Indonésia. O conceito também está sendo discutido no Canadá.

Médico sugere que seja criada licença menstrual para mulheres poderem faltar ao trabalho

Médico Gedis Grudzinskas sugeriu a criação de licença menstrual para aumentar motivação e produtividade das mulheres, que poderiam faltar de um a três dias ao trabalho, todos os meses.

No entanto, quando a questão foi debatida no ano passado no Parlamento russo, ela causou alvoroço e foi expulsa.

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Ativistas dos direitos das mulheres no país reagiram com raiva às propostas de Mikhail Degtyaryov, um membro do partido nacionalista LDPR, que propôs o projeto de lei para aumentar a proteção das mulheres no local de trabalho.

“Durante esse período, a maioria das mulheres sentem desconforto psicológico e fisiológico,” disse Mikhail, de 32 anos, que é casado e tem dois filhos.

Mas os defensores dos direitos humanos foram contra a ideia, alegando que existem outras formas para o problema, assim como pagar um bônus para as mulheres que trabalharem efetivamente no período, e também pelo fato da medida constranger as mulheres ao ter que relatar o período.

Fonte: Daily Mail

Cólica menstrual com diarreia pode ser sinal de endometriose

colicaA cólica é uma das principais queixas femininas durante o ciclo menstrual. Normalmente, ao realizar alguns procedimentos caseiros e tomar alguns remédios as dores melhoram. Porém, quando as dores vêm acompanhadas de crises de diarreia, dores na região pélvica antes, durante ou após a menstruação e até mesmo durante a relação sexual, a mulher pode ter endometriose.

De acordo com o ginecologista responsável pelo setor de Histeroscopia Ambulatorial do Hospital Sírio Libanês, Joji Ueno, a doença atinge 10% das brasileiras em idade reprodutiva e é ocasionada por uma afecção inflamatória provocada pelas células do endométrio.

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― Algumas dessas células não são expelidas corretamente, pois mudam seu percurso e caem nos ovários, chegando à cavidade abdominal. Com isso, elas se grudam em órgãos como bexiga, ovário, intestino e vagina.

Ao ficarem instaladas em outros órgãos, essas células desencadeiam um processo inflamatório dentro do organismo, causando dores e sangramentos.

― Quando o endométrio se aloja nas trompas pode levar a diminuição da fertilidade feminina.

Segundo o ginecologista, isso não significa que a mulher deixará de ser fértil, mas quer dizer que as chances de engravidar naturalmente são drasticamente reduzidas.

― Um dos tratamentos indicados para reverter a endometriose é a cirurgia laparoscópica. Mas este é um procedimento que deve ser realizado mediante a gravidade da doença. Outro recurso é o uso de medicamentos que suspendem o menstruação como a pílula anticoncepcional tomada sem intervalos, que tenta impedir ou protelar a endometriose.

R7

Mioma aumenta fluxo menstrual e pode levar à falta de ferro no sangue

menstruacaoA anemia causada pela deficiência de ferro no organismo provoca fraqueza, desânimo, falta de atenção, queda de cabelo e também prejudica a memória, o aprendizado e o desenvolvimento.

Porém, a causa desse problema nem sempre é a alimentação e por isso deve ser investigada, como alertaram o ginecologista José Bento e o hematologista Rodolfo Cançado.

Uma das possíveis causas da anemia são os miomas nas mulheres. Eles aumentam o fluxo menstrual e há uma perda intensa de sangue, o que pode levar à carência ou ausência de ferro no organismo. Nesse caso, a histerectomia, cirurgia de remoção do útero, pode resolver o problema já que consegue retirar esses miomas.

Anemia (Foto: Arte/G1)

Apesar de ser a cirurgia mais comum entre as mulheres, a histerectomia deve ser o último recurso contra doenças e outras complicações.

Existem técnicas que retiram apenas a parte superior do útero e mantém o colo, porém mesmo assim, a irrigação dessas regiões pode se prejudicar e a mulher pode sentir sintomas como calor e perda da libido – em alguns casos, a histerectomia causa também dor na relação sexual.

É regra que na cirurgia se preserve os ovários, a não ser que eles também estejam com algum problema. Após a operação, a mulher não vai mais menstruar e não poderá ter mais filhos, mas poderá manter a qualidade de vida.

Já nos homens, a perda de sangue pode acontecer por causa de doenças inflamatórias ou câncer no intestino. Essa inflamação intestinal pode dificultar a absorção do ferro, o que causa a anemia em grande parte dos adultos.

Para evitar o problema, seja qual for sua causa, é importante detectar antes a carência de ferro no sangue através de um exame simples, barato e disponível no SUS, que avalia os níveis de ferritina, um marcador do estoque de ferro no fígado. Se diagnosticada essa carência, o médico deve agir o quanto antes para impedir que ela evolua para uma deficiência da substância.

Se for diagnosticada a anemia e descoberta sua causa, o médico pode orientar o tratamento da melhor maneira, com a ajuda também de um nutricionista que pode passar uma suplementação de ferro para o paciente seguir corretamente.

Fora isso, a alimentação também pode ajudar com a ingestão de carnes, como o fígado, e a ingestão de vegetais e frutas, como brócolis, espinafre, couve, rúcula, limão e laranja.

Exclusivo para a web
Após o programa, o ginecologista José Bento e o hematologista Rodolfo Cançado participaram de um bate-papo na internet e tiraram dúvidas dos internautas sobre a anemia e a histerectomia. Assista ao lado.

 

 

Papo de verão
O quadro “Papo de verão” com o ginecologista José Bento. O primeiro assunto foi o biquini – o médico alertou para o uso de roupas molhadas.

Com a imunidade mais baixa por causa do calor e o ambiente úmido, a pessoa pode desenvolver o fungo da candidíase, que pode causar dor, corrimento e até infecção urinária. Para evitar isso, é importante lavar e secar as roupas de banho antes de usá-las ou, melhor ainda, levar outros biquinis ou sungas para trocar e não usar os mesmos sempre.

 

 

G1