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Desembargador Leandro dos Santos toma posse como membro substituto no Tribunal Regional Eleitoral da PB

possoO desembargador Leandro dos Santos tomou posse na tarde desta segunda-feira como membro substituto do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, na categoria desembargador. Numa solenidade rápida ele fez o juramento prometendo cumprir os deveres inerentes ao cargo e assinou o termo de posse. O presidente da Corte Eleitoral, desembargador Saulo Henriques de Sá e Benevides, deu as boas vindas e o comunicou que a qualquer momento ele pode ser convocado para atuar junto aos outros membros.

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O empossado agradeceu o acolhimento da Corte e afirmou ter a consciência da responsabilidade caso seja necessário assumir o cargo. Declarou que já conhecia o trabalho da Justiça Eleitoral da Paraíba, que está entre os melhores do Brasil e prometeu manter esse nível de jurisdição com sua participação.

O procurador regional eleitoral, Rodolfo Alves, saudou o novo membro substituto ressaltando sua vida dedicada à magistratura. Ele também destacou a importância da atuação jurisdicional para a democracia, lembrando que a judicialização da política paraibana é constante para garantir os dois pilares da Justiça Eleitoral, que são a igualdade de oportunidades e a liberdade do voto.

O desembargador Leandro dos Santos também foi muito saudado pelos demais membros da Corte. O advogado Fábio Brito falou como conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Paraíba. “Esta é uma casa de fino e fácil trato”, afirmou, atestando a relação respeitosa que os advogados recebem dos magistrados e servidores do TRE-PB de modo geral.

Assessoria do TRE-PB

Membro de torcida organizada do Treze é morto a tiros em Campina

As brigas envolvendo torcidas organizadas deixaram mais uma vítima em Campina Grande nesta sexta-feira. Um adolescente de apenas 14 anos, que fazia parte de uma torcida organizada do Treze, da qual usava uma camiseta no momento do crime, foi assassinado com três tiros no bairro de Santa Rosa. Segundo o sogro da vítima, Lucinaldo Pereira, ele vinha sofrendo ameaças de morte constantes, supostamente por membros de uma torcida rival, do Campinense.

– Era um rapaz trabalhador, mas tinha envolvimento com esse negócio de torcida. O problema é que ele era torcedor do Galo e o pessoal da Raposa não gostava dele. Já muitas vezes ele era ameaçado de morte. Disseram que quando ele aparecesse lá no Pedegral (outro bairro de Campina) iriam matar ele – disse Lucinaldo.

Apesar da afirmação feita pelo sogro da vítima, a Polícia Militar disse que ainda é muito prematuro afirmar que a morte do adolescente foi realmente ocasionada por desentendimentos entre as torcidas organizadas de Treze e Campinense.

– Ainda é muito prematuro a gente afirmar que esse crime foi motivado por isso (briga de torcidas). Mas a Polícia vai trabalhar com todas as possibilidades existentes para colocar o assassino no seu devido lugar – comentou o cabo Gizivaldo Gomes, policial responsável pelo atendimento da ocorrência.

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Assassinato torcedor do Treze (Foto: Reprodução / TV Paraíba)Jovem de apenas 14 anos, membro de torcida organizada do Treze, foi assassinado com três tiros no final da tarde desta sexta-feira (Foto: Reprodução / TV Paraíba)

Histórico de violência com torcidas organizadas em Campina Grande

Caso fique confirmada que a morte do menor foi mesmo motivada por briga de torcidas, ele será a quarta vítima dos confrontos no espaço de um ano em Campina Grande. Todos os torcedores faziam parte da Torcida Jovem do Galo  (TJG)

Antes dele, o presidente da TJG, Jeferson da Costa Silva morreu após passar 20 dias internado após ser atingido por um disparo na cabeça. Antes disso, em março de 2013, o então presidente da Jovem do Galo, Wagner Albuquerque, de 22 anos, foi encontrado morto no Bairro da Glória, em Campina Grande. Segundo informações da PM, Wagner vinha recebendo ameaças antes de ser encontrado morto na Avenida Santo Antônio, quando voltava do trabalho.

Já em julho do ano passado, outro integrante da Torcida Jovem do Galo foi morto a tiros em Campina Grande. Johnny Almeida, de 19 anos, foi assassinado com um tiro a queima roupa em uma área que, segundo a Polícia Militar, é conhecida por servir de ponto de venda de drogas. Meses antes, Johnny Almeida e Jeferson Silva tinham sido presos por porte ilegal de armas e confessaram à polícia que iriam “matar um desafeto rival”.

*Com informações da TV Paraíba

Globoesporte.com

Estelionatário é preso na PB após se passar por membro da Unicef e servidor do Governo do Estado

Portal Mídia

Um homem foi preso nessa quarta-feira (9), sob acusação de estelionato no município de Caiçara, localizado no Brejo paraibano. Joselan Alves Pinheiro, 45 anos, identificou-se como representante do Governo do Estado da Paraíba e ainda, membro da UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância).

A prisão foi realizada pelo Grupo Tático Especial da Polícia Civil da cidade de Guarabira, quando o acusado foi denunciado por um servidor da Secretaria de Educação de Caiçara, que suspeitou da abordagem do estelionatário e decidiu ligar para a Secretaria Estadual de Educação para confirmar os dados passados por Joselan.

Após ser informado que não havia representante da Secretaria Estadual de Educação pelo nome falso que o acusado havia dado (Israel Jonatas Pereira de Sousa), o servidor de Caiçara acionou a polícia que prontamente deu voz de prisão ao acusado, que estava hospedado em uma pousada da cidade. Diante da manobra com sua falsa identidade, Joselan conseguiu se alojar no hotel tendo todas as despesas pagas pela prefeitura municipal.[bb]

Joselan Alves Pinheiro, é  natural do Estado do Piauí. Ele ministrava aulas de artes, inglês e espanhol. Algumas de suas vítimas informaram ainda, que ele cobrava até R$ 200, alegando que poderia facilitar a aquisição da Carteira Ncional de Habilitação (CNH), através do programa ‘Habilitação Social’, do Governo da Paraíba

“Praticava os crimes, apenas para fazer o bem”, alegou o acusado em depoimento. Agora detido, ele vai responder na justiça pelos crimes de estelionato e falsidade ideológica.[bb]

Pollyana Sorrentino

TACIMA-PB. Menina de 14 anos diz que foi molestada aos 12 anos por um membro da igreja da qual participa

“Eu estava passando em frente a igreja quando ele me chamou. Disse que queria me mostrar algo. Achei que fosse algo ligado à igreja. Aí eu dei uma volta e entrei no templo pela parte de trás. Foi naquele dia que ele começou a dizer que eu estava crescida e tinha me transformado numa mulher muito bonita e que meu corpo chamava atenção de todos . Depois ele passou a me beijar e me acariciar. Foi quando eu saí correndo e acompanhei  minha amiga que estava me esperando.” Esse é parte do relato da menor de idade que confessou, na última semana, ter sofrido abuso sexual quando tinha apenas 12 anos de idade.
Quem conta os detalhes é a mãe da menor com quem nossa reportagem conversou.
A revelação aconteceu na noite da segunda-feira (11 de Junho). A mãe da vítima disse que após voltar da igreja, onde contou com detalhes o que teria acontecido ao seu pastor, a menor disse que precisava contar algo para sua mãe. A vítima narrou passa a passo como tudo ocorreu.
Depois do episódio ocorrido na igreja, dos beijos e carícias, a menor contou que sua mãe teria saído para realizar exames em outro município quando o acusado chegou em sua casa e lhe pediu um DVD emprestado. “Ele entrou e ficou procurando o DVD, aí eu voltei para o quarto onde estava estudando para uma prova. De repente ele entrou no quarto e passou a me agarrar e me beijar. Pedi para ele parar com aquilo, mas ele insistiu. Depois ele tirou minha roupa e iniciou a penetração. Disse que estava doendo, aí ele parou e passou a se masturbar. Foi nessa hora que ele percebeu que alguém estava chegando, aí correu e sentou no sofá.” Contou a menor à sua mãe.
A pessoa que estava chegando era uma amiga da família que, em depoimento ao Conselho Tutelar do município, afirmou ter encontrado o acusado sentado no sofá naquele dia.
Depois desse ocorrido, o acusado teria pedido para que a menor nunca revelasse o ato para ninguém, alegando ele, que isso iria prejudicar a vida dos dois.
A menor conviveu com isso, sem relatar para ninguém, até pouco tempo. Segundo uma informação, que não partiu da família, a participação em um grupo na igreja onde a menor frequenta, onde só meninas virgens poderiam participar, teria forçado a vítima a relatar o abuso sexual sofrido.
O acusado não está mais residindo no município, mas após ser convocado pelo Conselho Tutelar que, acompanha o caso, esteve na última sexta-feira (15), prestando depoimento. De acordo com o conselheiro Nando, o acusado negou toda a denúncia, negando inclusive, ter ido à casa da vítima no dia citado.
O caso agora segue para a justiça que deve apurar a denúncia.
Devido o caso ainda está em investigação, preservamos aqui, os nomes dos envolvidos.

Por Júnior Campos