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Saneamento melhora, mas metade dos brasileiros segue sem esgoto no país

Dados mais recentes disponbilizados mostram cobertura de 83,3% de água e 50,3% de esgoto no país (Foto: Editoria de Arte/G1)

Dados mais recentes disponbilizados mostram cobertura de 83,3% de água e 50,3% de esgoto no país (Foto: Editoria de Arte/G1)

Dez anos após a Lei do Saneamento Básico entrar em vigor no Brasil, metade da população do país continua sem acesso a sistemas de esgotamento sanitário. Segundo os dados mais recentes do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), divulgados em janeiro deste ano e referentes a 2015, apenas 50,3% dos brasileiros têm acesso à coleta de esgoto, o que significa que mais de 100 milhões de pessoas utilizam medidas alternativas para lidar com os dejetos – seja através de uma fossa, seja jogando o esgoto diretamente em rios.

Em 2007, quando a lei 11.445 foi sancionada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, 42% da população era atendida por redes de esgoto. Até 2015, o índice aumentou 8,3 pontos percentuais, o que corresponde a menos de um ponto percentual por ano. Quanto ao abastecimento de água, apesar de a abrangência ser bem superior à de esgoto, a evolução foi ainda mais lenta: passou de 80,9% em 2007 para 83,3% em 2015, um aumento de apenas 2,4 pontos percentuais. Já o índice de esgoto tratado passou de 32,5% para 42,7%.

Em algumas regiões do país, como a Norte, a situação é ainda mais grave: 49% da população é atendida por abastecimento de água, e apenas 7,4%, por esgoto. O pior estado – da região e do país – é o Amapá, com 34% e 3,8%, respectivamente. Já o melhor estado é São Paulo, com 95,6% de cobertura em água e 88,4% em esgoto. O Distrito Federal também tem taxas altas: 99% e 84,5%. Um mesmo estado, porém, pode ter cidades com índices muito elevados e muito baixos, algumas com serviços privatizados e outras, com públicos – por isso, é considerada a média de todos os municípios.

Os dados do SNIS utilizados pelo G1 são: “Índice de atendimento total de água” e “Índice de atendimento total de esgoto referido aos municípios atendidos com água”. Os indicadores são os mesmos utilizados pelo Instituto Trata Brasil e são os recomendados pelo Ministério da Cidades para fazer as análises (Veja abaixo o ranking completo dos estados baseado nos dados)

Comparando a situação do saneamento básico no país entre 2007 e 2015:

  • O total de brasileiros atendidos por abastecimendo de água tratada passou de 80,9% para 83,3%
  • A população atendida por coleta de esgoto passou de 42% para 50,3%
  • O percentual de esgoto tratado foi de 32,5% para 42,7%
  • A região Norte segue com os indicadores mais baixos do país (56,9% para cobertura de água, 8,7% para esgoto e 16,4% para esgoto tratado)
  • A Sudeste continua como a região com a melhor situação: 91,2% (água), 77,2% (esgoto) e 47,4% (tratamento de esgoto)

“No geral, o avanço foi muito pequeno no país. Dez anos para conseguir passar da metade da população em esgoto é muito pouco. Não dá para continuar nesse ritmo. Estamos falando de uma agenda do século 19, de discussões de países desenvolvidos do século 19”, afirma Édison Carlos, presidente executivo do Instituto Trata Brasil.

Segundo ele, a falta de saneamento adequado traz não apenas problemas sociais ao país, mas também ambientais, financeiros e de saúde, já que é um fator importante na disseminação de doenças. “O saneamento é a estrutura que mais benefícios traz para a população. O ‘básico’ do nome não está ali à toa, é a estrutura mais elementar e a mais relevante.” Por isso, a questão da melhora dos índices e da própria universalização se torna tão urgente na pauta do país, afirma.

O Ministério das Cidades diz que os grandes déficits históricos vêm sendo combatidos, e a complexidade de grande parte das obras e o seu tempo médio de duração ainda não permitem que todos os benefícios esperados sejam sentidos de imediato pela população, nem refletidos ainda de modo mais significativo pelos índices como os informados no SNIS. “Deve-se ressaltar que o saneamento básico é uma área que ainda tem grandes desafios a vencer, mas está recebendo uma grande priorização por parte do governo federal. Há um grande esforço para a continuidade dos investimentos no setor, apesar do momento de restrições orçamentárias pelo qual ainda passa o país e um empenho especial aos aprimoramentos necessários ao emprego eficiente dos recursos”, afirma, em nota.

Sobre a discrepância dos índices entre as regiões, o ministério diz que “um dos grandes desafios da política pública brasileira é exatamente vencer a barreira das desigualdades sociais, assegurando, no caso do setor saneamento, o direito humano fundamental à água e esgotos, preconizado em resolução da ONU, em que o Brasil é signatário”.

São Paulo e Distrito Federal lideram a lista; Amapá é o estado com os piores índices (Foto: Editoria de Arte/G1)

São Paulo e Distrito Federal lideram a lista; Amapá é o estado com os piores índices (Foto: Editoria de Arte/G1)

Em busca da universalização

A Lei do Saneamento Básico prevê a universalização dos serviços de abastecimento de água e de tratamento da rede de esgoto no país, tendo como um dos principais pilares a elaboração de um plano municipal do setor para cada cidade. Além disso, a lei estabeleceu regras básicas para o setor ao definir as competências do governo federal, dos estados e dos municípios para os serviços, bem como a regulamentação e a participação de empresas privadas. Por conta disso, a expectativa era que o setor ia crescer exponencialmente após a lei.

O Ministério das Cidades diz que os planos municipais de saneamento básico são importantes porque constituem instrumentos que visam diagnosticar a situação local existente e estabelecer prioridades para investimentos e ações no curto, médio e longo prazos. “Trata-se de uma relevante ferramenta de gestão para a boa aplicação de recursos e para o controle social, o que beneficia diretamente a população local. Ter o plano será condição para o acesso a recursos federais na área de saneamento a partir de 2018.”

Édisn Carlos afirma, no entanto, que “o problema começou com a baixa compreensão dos municípios pela obrigatoriedade da lei”. “O nível de adesão tem sido muito baixo, e não só pela falta de vontade, mas pelo despreparo das cidades. Fazer um plano exige capacidade técnica, algo que muitas cidades do país, principalmente as pequenas, não têm.”

Segundo suas estimativas, nem metade das cidades do Brasil tem um plano. Por conta das dificuldades, os prazos estabelecidos para as prefeituras elaborarem o plano foram prorrogados diversas vezes, passando de 2013 para 2015 e, posteriormente, para 2017.

Édison Carlos destaca também a situação das agências reguladoras do país como um dos pontos de entrave da lei. “A questão é muito aberta, pois cada prefeitura pode trabalhar para ter uma agência reguladora no seu município. É uma possibilidade ampla, mas, do ponto de vista do Brasil, é uma loucura poder ter 5.570 agências [o número total de cidades no país]”, afirma.

“Hoje, temos uma mistura muito grande de agências municipais, intermunicipais, estaduais e por consórcio. Imagina isso para uma empresa que presta o serviço de saneamento em várias cidades, como a Sabesp, que atende mais de 300 municípios em São Paulo. Como você é regulado por diversas agências com regras diferentes para a mesma coisa?”

Amapá é o estado com os indicadores de saneamento mais baixos do país (Foto: Abinoan Santiago/G1)

Amapá é o estado com os indicadores de saneamento mais baixos do país (Foto: Abinoan Santiago/G1)

Plano Nacional de Saneamento

Em paralelo com a Lei do Saneamento Básico, um plano nacional foi elaborado e lançado em 2014 pelo governo federal para servir de base para o setor. O plano estabelece metas de curto, médio e longo prazo com base em indicadores de água, esgoto, manejo de resíduos sólidos, drenagem e manejo de águas pluviais e gestão dos serviços de saneamento. Há metas de universalização dos serviços, de diminuição dos índices de desperdício de água, de erradicação de lixões, entre outros.

Segundo o plano, o custo para universalizar os quatro serviços (água, esgoto, resíduos e drenagem) é de R$ 508 bilhões entre 2014 e 2033. Já para a universalização de água e esgoto, o custo será de R$ 303 bilhões. De acordo com Édison Carlos, porém, bastou um ano após a edição do plano para que os cenários estabelecidos nas metas ficassem obsoletos por causa dos diferentes índices previstos de inflação e de crescimento do PIB. Um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontou que, com o ritmo atual de investimentos, o Brasil apenas conseguirá universalizar o atendimento de água em 2043, e de esgoto, em 2054.

“Os indicadores mostram que o avanço está muito abaixo do que o Brasil precisa. Você pega o avanço de menos de 1 ponto percentual ao ano com coleta de esgoto, por exemplo. Muito baixo”, diz Édison Carlos. Diante da situação, ele afirma que o que tem que ser discutido é: o que dá para fazer para ir além da Lei do Saneamento, já que ela não conseguiu alavancar o setor o suficiente sozinha?

A resposta é difícil, mas, segundo ele, o caminho das pedras começa com mais recursos para a área de saneamento. “O governo federal precisa garantir mais recursos e diminuir a burocracia. Os estados precisam zelar pelas empresas, mas zelando mesmo, não transformando esses locais em cabide de emprego de amigo. Zelar por transparência, pois não dá para pensar em universalizar os serviços sem pensar em melhorar as empresas e as agências reguladoras”, afirma. “Não dá para esperar até 2054 para melhorar a situação. É incabível.”

O Ministério das Cidades diz que a implementação do Plano Nacional de Saneamento Básico, resultante de uma mobilização dos principais atores do setor saneamento, “é o caminho seguro para se alcançar as metas estabelecidas”. “Lembrando que o plano foi aprovado em 2013, com horizonte de 20 anos e previsão de revisão a cada quatro anos. A questão tanto da coleta quanto do tratamento de esgoto está sendo priorizada pelo governo federal, e nenhum projeto é considerado com funcionalidade se não houver previsão de tratamento do esgoto coletado. Deve-se ressaltar ainda o esforço de boa parte dos demais entes federados e dos prestadores de serviços de saneamento.”

Com cobertura mínima, Macapá tem esgoto a céu aberto nas ruas (Foto: Abinoan Santiago/G1)

Com cobertura mínima, Macapá tem esgoto a céu aberto nas ruas (Foto: Abinoan Santiago/G1)

G1

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Além de mantê-lo vivo, respirar ajuda a reconhecer medo e melhora memória

memoriaPela primeira vez, cientistas descobriram que respirar tem outra função além de trazer oxigênio para o corpo. Um estudo publicado no Journal of Neuroscienceafirma que o ritmo da respiração cria atividade elétrica no cérebro humano e potencializa a memória e os julgamentos emocionais.

Quando o assunto é recordar, a respiração se mostra importante durante a inalação. Segundo a pesquisa, somos mais propensos a nos lembrar de um objeto, por exemplo, se nós tivermos olhado para ele enquanto inspirávamos, e não quando expirávamos. Mas este efeito desaparece se a respiração for feita pela boca.

Os cientistas usaram 60 voluntários para testar a memória – ligada ao hipocampo do cérebro. Os participantes olhavam rapidamente para a imagem de um objeto na tela de um computador, e, mais tarde, os pesquisadores pediam para eles relatassem tudo que lembravam sobre a foto.

Após o teste, foi possível concluir que os que viram a imagem enquanto inspiravam tinha mais recordações do que aqueles que observaram a fotografia enquanto expiravam.

Os pesquisadores também avaliaram as relações entre atividade cerebral e respiração em sete pacientes com epilepsia que tinham cirurgias no cérebro programadas. Uma semana antes das operações, um médico implantou eletrodos no cérebro dos pacientes para identificar a origem das convulsões.

O método permitiu que os cientistas recebessem centenas de informações vindas diretamente dos cérebros. Assim, foram registrados sinais elétricos que mostraram a atividade cerebral mudando de acordo com a respiração.

As mudanças foram captadas em áreas do cérebro onde as emoções, a memória e os cheiros são processados, sugerindo também que as funções desempenhadas por essas áreas cerebrais (hipocampo e amígdala, responsáveis respectivamente pela memória e pelo processamento do medo) sejam diretamente afetadas pela respiração.

Respiração ajuda a detectar o medo?

iStock

No mesmo estudo, feito na Northwestern Medicine, os 60 voluntários foram testados para ver se a respiração os ajudava a identificar o medo, já que a parte do cérebro chamada amígdala está fortemente ligada ao processamento das emoções relacionadas ao medo.

Os indivíduos viam fotos de rostos com expressões de medo ou surpresa e tinham que indicar o mais rápido possível qual emoção cada face tinha.

Quando os voluntários olhavam as fotos durante a inalação, eles reconheciam caras assustadas mais rápido do que quando expiravam. Isso não acontecia com os rostos que expressavam surpresa. E ambos efeitos diminuíam quando a mesma tarefa era executada enquanto respiravam pela boca.

“Há uma diferença dramática na atividade cerebral na amígdala e hipocampo durante a inalação em comparação com a expiração”, disse uma das autoras do estudo, Christina Zelano. “Quando você respira, descobrimos que você está estimulando os neurônios dessas áreas e ativando o reconhecimento do medo e a memória”.

Agora quando você precisar lembrar algo ou estiver em uma situação de perigo, inspire fundo para respiração te ajudar.

Uol

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Praticar exercícios físicos torna pessoas mais espertas e melhora humor

mulher-malhandoTodos nós sabemos que a prática de exercícios pode melhorar a qualidade de vida. Mas além de ajudar a perder peso e dar disposição, você sabia que a atividade física pode influenciar no bom humor, na cognição e na produção de novos neurônios?

Pois é, malhar fortalece o cérebro.

Um estudo teórico divulgado no jornal Frontiers in Neuroscience se baseou em diversas teses já publicadas para defender a hipótese de que a prática constante de exercícios físicos em níveis leves e moderados impulsiona a formação de novos neurônios, um fenômeno chamado de neurogênese no hipocampo adulto.

Anteriormente, acreditava-se que a criação de neurônios acontecia só durante o desenvolvimento do cérebro e não continuava por toda a vida.

Porém, cientistas identificaram a produção contínua em algumas partes do cérebro, principalmente no hipocampo –e estes novos neurônios seriam altamente responsivos ao exercício.

O hipocampo é a parte do cérebro com papel fundamental na formação de novas memórias e na regulação emocional, por isso o nascimento de neurônios nesta região do cérebro melhora a cognição e o humor, de acordo com o neurologista Fábio Porto, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

iStock

Mas não adianta fazer um abdominal e esperar como resposta diversos neurônios ou maior controle emocional. Os benefícios da neurogênese acontecem com o tempo.

“Existem duas respostas corporais distintas que afetam o humor e estão relacionadas aos exercícios. De imediato temos a liberação da endorfina, que nos deixa feliz logo após o suor. A longo prazo temos a neurogênese, que pode trazer equilíbrio ao cérebro e nos deixar de bom humor”, afirma o neurologista Lucas Schilling, pesquisador do Instituto do Cérebro da PUC Rio Grande do Sul.

Mas o exagero faz mal

Schilling explica que a tese abordada no artigo leva em conta o nível dos exercícios –atividade física moderada e leve tem como benefício a produção de neurônios e o equilíbrio entre os neurônios que já existem. Mas a atividade exagerada, que força os limites, provoca respostas negativas do corpo, como inflamações, lesões e desidratação.

“Os cientistas acreditam que o acompanhamento dos níveis da neurogênese no hipocampo pode ser uma boa maneira de mensurar as respostas dos exercícios, com a possibilidade de analisar se a atividade gera novos neurônios ou não”, explica Schilling.

Uol

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Tai chi chuan melhora equilíbrio de pacientes com parkinson

taiO tai chi chuan é uma verdadeira fonte de juventude. Ele ativa os hormônios e as células imunes, fortalece o coração, melhora os reflexos e equilíbrio e diminui os sinais da idade, de acordo com pesquisas realizadas – como o estudo feito no Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – o poder de rejuvenescimento do tai chi chuan, tanto físico como mental, tem sido comprovado, pois a atividade abaixa a pressão sanguínea, irriga as juntas, estimula a circulação, fortalece os músculos e o sistema imunológico, promovendo a calma mental.

Outra boa notícia é que o tai chi chuan ajuda os pacientes com Parkinson a melhorarem seu equilíbrio e aumentarem a força muscular, segundo estudos dos pesquisadores do Instituto de Pesquisa de Oregon, liderados pelo médico Fuzhong Li.

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O acupunturista Ansélio D’Castilho, mestre em tai chi chuan, explica que o tai chi chuan é e uma meditação em movimento. Ao mesmo tempo em que nos concentramos (meditando), exercitamos os músculos e, alongamos os tendões. E, a cada movimento executado, expiramos ou inspiramos o ar dos pulmões. Esse conjunto de ações equilibra as energias Yin e Yang observando os mesmos princípios da acupuntura (Medicina Tradicional Chinesa).

De acordo com o mestre Ansélio D’Castilho o exercício é feito por meio de movimentos simples, suaves e fáceis de serem aprendidos. “Não exige habilidades especiais e pode ser executado em qualquer lugar, interior ou exterior, sozinho ou em grupo. Qualquer pessoa pode desenvolver a arte a níveis bastante elevados. Basta uma prática consistente, concentração e um bom professor”, explica.

O sistema respiratório é beneficiado pela prática de respiração constante, trabalhando-a de forma correta.

O sistema cardiovascular é beneficiado, pois há um aumento da elasticidade das artérias, que encolhe com o avanço da idade, e está ligado a doenças cardiovasculares como a hipertensão, por exemplo. É uma atividade ótima para a redução do peso corporal. o tai chi busca o equilíbrio do sistema nervoso e das emoções. Um coração calmo é a base do caminho para o rejuvenescimento.

Benefícios

*Equilibra a pressão sanguínea

* Reduz o estresse, diminuem a frequência cardíaca e aumentam

*Aumenta a capacidade de concentração:

* Alonga os músculos e deixa as juntas flexíveis

*Melhora o equilíbrio e reduz o risco de quedas e acidentes:

* Melhora a circulação

* Melhora o humor

 

 

correiodaparaiba

Pesquisadores descobriram que dormir em redes melhora qualidade do sono

redeQuando Pero Vaz de Caminha tentou descrever para o rei de Portugal o lugar onde os índios dormiam, chamado por eles de “ini”, a palavra encontrada foi “rede”, pela semelhança com o acessório mais comum usado na época para pescar. Desde os tempos do descobrimento do Brasil até hoje, a rede saiu das tribos, mudou de formato, passou a ser confeccionada em diferentes materiais e hoje enfeita espaços no interior da casa, como sala, quartos e home offices.

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— As redes já não são mais exclusividade dos ambientes externos, como varandas e terraços. Agora, elas ganham cada vez mais destaque em outros locais — diz a designer de interiores Anna Paula Falcão.

Coloridas, com franjas, listradas, estampadas e de algodão, fibras naturais ou fios de náilon, elas podem dar charme e conforto, por exemplo, a uma sala de estar. No quarto, a comprovação é científica: dormir em rede melhora a qualidade do descanso. Depois de examinar as ondas cerebrais de 12 adultos, pesquisadores da Universidade de Genebra, na Suíça, chegaram à conclusão de que o vaivém ajuda a alcançar mais rapidamente o estágio profundo do sono.

A escolha certa do lugar para pendurar a peça é fundamental para que haja mobilidade no ambiente.

— A rede não pode dificultar a circulação de pessoas e obrigar as visitas a passarem por baixo dela — afirma o arquiteto Paulo Hiram Lage. — Na sala, aconselho sempre que o cliente opte por um canto livre, sem outros móveis, e com uma distância adequada para um balanço tranquilo.

É importante também que o modelo traga harmonia para a decoração. O produto artesanal, vendido em sites como o da Redes de Dormir e o do Ramalho Têxtil, diretamente de produtores de Ceará e Paraíba, podem combinar com móveis arrojados ou de design assinado.

— Se as cores da sala são neutras e sóbrias, uma rede colorida ou estampada pode funcionar — explica Anna.

Depois do local e modelo escolhidos, a atenção deve se voltar para a segurança antes e depois da instalação. Recomenda-se usar fixadores adequados, seguir as orientações do fabricante e respeitar a capacidade máxima de carga suportada pelo produto para evitar qualquer surpresa desagradável.

Estadão

Estudo revela que emagrecer melhora saúde, mas não melhora humor

emagrecerDe acordo com um estudo, pessoas acima do peso que emagrecem têm mais probabilidade de se sentirem infelizes do que aqueles que se mantêm iguais. A pesquisa observou 1,9 mil pacientes britânicos acima do peso com mais de 50 anos, aconselhados a perder peso por questões de saúde.

estudo, publicado na revista científica PLOS One, afirma que pessoas que perderam mais de 5% de peso ficaram mais saudáveis, porém mais propensos a sentir mau humor.

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A equipe da Universidade College London (UCL) afirmou que quem estiver tentando perder peso deve procurar o apoio de amigos e profissionais de saúde, caso sinta necessidade.

Os pacientes foram observados durante quatro anos, ao longo dos quais tiveram monitorados peso, pressão sanguínea e nível de lipídios no sangue.

As 278 pessoas que emagreceram também registraram queda na pressão e no nível de lipídios.

Obstáculos da dieta

Mas também tiveram uma probabilidade 50% maior de se sentir tristes, em comparação com aqueles que mantiveram o mesmo peso.

Para os cientistas, isso poderia ser explicado pelas dificuldades de se manter uma dieta, como por exemplo resistir a beliscar e evitar encontros com amigos que envolvam refeições.

– Não queremos desestimular as pessoas a tentar perder peso, porque isso traz enormes benefícios de saúde. Mas as pessoas não devem ter a expectativa de que emagrecer vai imediatamente melhorar todos os aspectos de suas vidas – afirmou a doutora Sarah Jackson, que coordenou a pesquisa.

A médica criticou a publicidade de marcas de dietas que criam “expectativas irreais” sobre emagrecimento.

Segundo Jackson, a publicidade também promete a melhora em outros aspectos da vida.

Especialistas dizem que é comum o humor melhorar depois que as pessoas atingem as suas metas de peso e passam a mantê-lo.

Por isso, eles recomendam que quem entre em dietas de emagrecimento se mantenha atento aos efeitos físicos e psicológicos disso.

Para Sarah Jackson, o objetivo não é desencorajar quem tenta perder peso, já que isso traz enormes benefícios físicos. “As pessoas não devem esperar que a perda de peso melhore instantaneamente todos os aspectos da vida. A publicidade pode dar às pessoas expectativas irreais sobre emagrecer’, afirma.

Os cientistas recomendam que as pessoas façam dieta. No Reino Unido, por exemplo, o último levantamento apontou que 60% da população já está na categoria de obesos. No entanto, deve-se ficar atento às mudanças de humor para que o esforço não leve o magrinho a se tratar de outros males.

BBC Brasil

Mujica pede a Obama melhora nas relações com Brasil

Obama e Mujica conversam com a imprensa antes de reunião na Sala Oval da Casa Branca (Foto: BRENDAN SMIALOWSKI/AFP)
Obama e Mujica conversam com a imprensa
antes de reunião na Sala Oval da Casa Branca
(Foto: BRENDAN SMIALOWSKI/AFP)

O presidente do Uruguai, José Mujica, pediu nesta segunda-feira (12) a seu colega americano, Barack Obama, que melhore as relações com o Brasil, defendendo que é do interesse de toda a região.

“Pedi a ele que tente melhorar as relações, com um grande respeito, com um país fundamental da América Latina, que se chama Brasil”, disse Mujica, durante entrevista coletiva depois de encontro bilateral na Casa Branca, em Washington.

Mujica não revelou a reação de Obama a seu pedido.

As relações Brasil-Estados Unidos sofreram um afastamento em 2013, depois das revelações de que a Agência de Segurança Nacional americana (NSA, na sigla em inglês) havia interceptado comunicações pessoais eletrônicas da presidente Dilma Rousseff.

O escândalo motivou a suspensão de uma esperada visita de Estado que Dilma faria a Washington em outubro do ano passado.

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Desde então, o Departamento de Estado americano e o Itamaraty tentam aparar as arestas e o mal-estar gerado pelo escândalo para recompor o diálogo político e diplomático entre os dois países.

Na semana passada, a subsecretária de Estado americana para a América Latina, Roberta Jacobson, disse à imprensa que as relações bilaterais “estão melhorando”. Segundo ela, essa tendência ficará mais clara após a eleição presidencial no Brasil.

O vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, virá ao Brasil para assistir à estreia da seleção americana na Copa do Mundo em 16 de junho e, no dia seguinte, vai se reunir com Dilma em Brasília.

 

Da AFP

Aprenda a preparar o leite de alpiste, que emagrece, melhora espinhas e muito mais!

Não somente comida para passarinho, o alpiste possui diversas qualidades e pode fazer parte do nosso cardápio. Rico em fibras, proteínas, hidrato de carbono, vitaminas E e B1, com propriedades anti-inflamatórias e diuréticas, a semente é uma aliada no cuidado com o corpo.

Leita de enzimas

Foi descoberto que o alpiste possui propriedades que auxiliam no processo de emagrecimento. A enzima lipase dissolve a gordura acumulada nas artérias e veias, melhorando a circulação e ajudando no controle do colesterol e da obesidade. Conhecido como leite de enzimas, o leite de alpiste é bem fácil de fazer e promete emagrecimento se tomado todos os dias.

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Confira a receita

Leita de alpiste

Aprenda como fazer o famoso leite de enzimas | Imagem: Reprodução

Separe de duas a cinco colheres (sopa) de semente de alpiste e deixe de molho num copo d’água. Espere virar a noite (8 horas), no outro dia jogue fora a água, adicione um litro de água fervida ou filtrada no liquidificador junto às sementes. Depois de bem trituradas as sementes, coe o líquido, tome um copo de jejum e o que sobrar durante o dia.

O alpiste também pode ser consumido de outras formas, tais como: em chá, em alguma massa de pão (em grão), na salada, triturar as sementes e fazer uma farinha que pode ser incrementada em iogurtes, sucos, sopas etc.

Mais benefícios do alpiste

Além de emagrecedor, o alpiste ainda auxilia no tratamento e prevenção de outras doenças. Veja em que a semente pode ser eficaz ao homem:

  • No tratamento da obesidade;
  • Anti-inflamatório natural, agindo no fígado, pâncreas e rins;
  • Tratamento da diabetes;
  • Auxiliando no controle da pressão arterial;
  • Controle da acne;
  • Faz crescer mais rápido cabelos e unhas;
  • Aumenta o tônus muscular, ótimo para quem busca ganho de massa nos músculos;
  • Fonte de antioxidantes, que previnem o envelhecimento e desgaste prematuro da pele;
  • É diurético, limpa os rins e alivia inchaços;
  • Pode ser eficaz com pedra nos rins, gastrite, ulceras e outros problemas devido às suas propriedades diuréticas.

Dica para os vegetarianos: As proteínas encontradas num grande pedaço de carne podem ser encontradas nessas sementinhas. É essencial manter-se em cuidado constante com as proteínas no nosso sistema.

garotabeleza

Cirurgia melhora qualidade de vida de pessoas com Parkinson

Brain ElectrostimulationQuando recebeu o diagnóstico de mal de Parkinson, há seis anos, a advogada Juliana Torres, 59 anos, disse que achou que a sua vida tivesse perdido o sentido. “Sabia que era uma doença degenerativa. Com o passar do tempo, os sintomas só foram piorando. Meu corpo ficou rígido, mal mexia o pescoço. A gente também sofre de solidão, porque perde o convívio social”, relatou. Em fevereiro deste ano, no entanto, uma cirurgia de alta tecnologia mudou a perspectiva de vida dela. O implante de um eletrodo no cérebro, feito pela equipe de neurocirurgia funcional da Santa Casa de São Paulo, fez com que ela recuperasse os movimentos e, com eles, a qualidade de vida.

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O procedimento, custeado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), consiste em estimular, por meio de um dispositivo, as regiões do cérebro responsáveis pela manifestação dos principais sintomas da doença, como tremor e rigidez. “A ideia de tratar cirurgicamente essa doença vem há mais de 50 anos, mas antes cauterizavam-se pedaços que estavam doentes”, explicou o neurocirurgião Nilton Lara, que coordena a equipe. O método com o eletrodo é considerado pouco invasivo, tendo em vista que o dispositivo é instalado por um pequeno furo e o risco de sangramento diminui de 2% para 0,05%.

Logo depois de passar pela cirurgia, Juliana retomou atividades simples que há anos não fazia. “Conseguir escrever foi muito impactante para mim. Antes, eu só conseguia digitar e, ainda assim, com muita dor”, descreveu. Aos poucos, a advogada está conquistando outros movimentos. “Voltei a viver. Senti um bem-estar como nunca”, relatou. Estima-se que 200 mil brasileiros, assim como ela, sofram com a doença, especialmente pessoas a partir dos 50 anos, segundo dados do Ministério da Saúde. A perspectiva é que esse número aumente nos próximos 30 a 50 anos com o envelhecimento da população.

Essa cirurgia que pode custar até R$ 150 mil na rede particular é feita gratuitamente na Santa Casa desde janeiro deste ano e quatro pacientes já receberam o implante. “Esperamos atender até quatro pacientes por mês”, disse o neurocirurgião. De acordo com o médico, a entidade é a única da rede pública a fazer a cirurgia. “As informações que temos é que o Hospital das Clínicas fez alguns implantes com o viés de estudos. Fora isso, somente hospitais privados [fizeram] e, ainda assim, em poucas capitais, como o Rio de Janeiro, Curitiba, Goiânia, Recife e Belo Horizonte”, informou.

Nilton Lara explicou que o perfil dos pacientes selecionados para receber o eletrodo são os que já não apresentam melhoras com o uso do medicamento ou que desenvolveram efeitos colaterais. “No começo, a dopamina [substância utilizada no tratamento] funciona muito bem, mas depois começa a apresentar efeitos colaterais, que são movimentos involuntários. Algumas vezes, eles são mais incapacitantes do que os próprios sintomas da doença de Parkinson. Fica uma coisa sem saída.” A perda de funcionalidade do remédio ocorre depois de cinco a dez anos de uso.

Era assim que Juliana se sentia antes de fazer o procedimento. “Estava no fundo do poço. A cirurgia para mim foi uma luz no fim do túnel. Tomava a medicação de duas em duas horas e, para evitar que perdesse o efeito, não podia me alimentar. Estava para definhar de fome”, relatou. O neurocirurgião destacou que estão sendo feitos estudos para avaliar o uso precoce do eletrodo, já quando aparecem os primeiros sintomas. Mas ele concorda que, por enquanto, seja mantido o perfil de paciente que já não apresentam resposta ao medicamento. “Se você toma a medicação e se sente bem, porque se submeter a um procedimento cirúrgico? A cirurgia não altera a evolução da doença, o remédio também não”, disse.

Apesar de não significar a cura do mal de Parkinson, o implante possibilita que, até que apareçam sintomas de comprometimento cognitivo e comportamental, o paciente tenha uma vida normal, por meio do controle dos sintomas motores. “No estágio avançado, começam a aparecer complicações cognitivas. Aí não há mais nada a fazer, mas eles podem demorar de 20 a 30 anos para aparecer”, destacou.

Depois de instalado, o eletrodo não precisa mais ser substituído. Somente a bateria, colocada no mesmo local do marcapasso da cirurgia cardíaca, é que precisa ser trocada quando apresentar desgaste. “Após a alta, que ocorre cerca de quatro dias após o procedimento, o paciente retorna semanalmente ao hospital para que a gente faça regulagem da estimulação por meio de telemetria”, explicou o médico. Depois a regulação fica mais espaçada, até que não sejam mais necessárias idas mensais ao hospital. “A gente passa a alterar a estimulação caso o paciente relate alguma piora”, disse.

 

 

Agência Brasil

Meia hora a mais de sono já melhora o comportamento das crianças

Pesquisadores canadenses mostraram como pequenas mudanças na rotina de uma criança podem impactar de forma positiva o seu desempenho escolar e o relacionamento social. Segundo um novo estudo, 27 minutos a mais de sono por noite pode ser o suficiente para que jovens em idade escolar melhorem comportamentos como distração e impulsividade.

Por outro lado, dormir uma hora a menos pode piorar de forma significativa essas condutas. Essas conclusões fazem parte de uma pesquisa publicada na segunda-feira (15/10) na revista Pediatrics.

O estudo, desenvolvido na Universidade McGill, em Montreal, no Canadá, selecionou 34 crianças de sete a 11 anos de idade que não apresentavam distúrbios do sono ou outros problemas médicos, de comportamento ou de desemprenho escolar.

Parte das crianças foi orientada a dormir mais do que a quantidade habitual de sono e o restante, a dormir menos. A duração e a atividade do sono foram medidas com um dispositivo inserido em um relógio de pulso, e as mudanças de comportamento dos jovens, relatas por pais e professores.

Segundo os autores, estima-se que 64% das crianças entre seis e 12 anos de idade dormem após às nove horas da noite e que 43% dos meninos de 10 a 11 anos não atingem a quantidade de sono recomendada para a faixa-etária.

A Fundação Nacional do Sono do Canadá recomenda que crianças de cinco a 12 anos durmam de 10 a 11 horas por noite. Esses resultados, explica a equipe, acrescentam evidências a outras pesquisas que indicaram os efeitos positivos do aumento, mesmo que pequeno, da duração do sono de uma criança em idade escolar.

[B]Sintomas[/B]

Para os pesquisadores, é importante que os pais fiquem atentos aos sinais de que a criança não está dormindo o suficiente. São comportamentos como bocejo, sonolência, hiperatividade, irritabilidade, impulsividade e dificuldades de concentração.

Para ajudar a melhorar o sono do filho, os adultos devem estipular horários fixos para que eles se deitem e acordem e devem evitar que a criança coma alimentos pesados antes de dormir e que tire cochilos ao longo do dia.

Além disso, afirmam os autores, praticar alguma atividade física e fazer a lição de casa mais cedo também podem ajudar o jovem a ter um sono com mais qualidade.

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