Arquivo da tag: médio

Aumenta número de alunos do ensino médio em tempo integral

O número de alunos matriculados no ensino médio integral em todo o país aumentou 1,5 ponto percentual entre 2016 e 2017. Dados do Censo Escolar 2017 divulgados hoje (31) pelo Ministério da Educação (MEC) apontam que 7,9% dos estudantes frequentaram essa modalidade de ensino no ano passado, contra 6,4% no ano anterior.

Ampliar o tempo de permanência do aluno nas escolas é um dos objetivos do da chamada reforma do ensino médio, sancionada pelo presidente Michel Temer em fevereiro do ano passado. No último dia 17, o governo anunciou a liberação de R$ 406 milhões para o Programa de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral. O recurso será destinado às 27 unidades da federação ao longo de 2018.

“[O ensino médio] continua sendo o maior desafio da educação brasileira”, disse a ministra interina da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro, ao destacar que a Base Nacional Comum do ensino médio será encaminhada ao Conselho Nacional de Educação em março. “A reforma do ensino médio tem por objetivo torná-lo mais atrativo e mais alinhado com o ensino médio do mundo inteiro”, completou.

Queda nas matrículas

Os dados do Censo Escolar, divulgados nesta quarta-feira, mostram ainda que, dos 48,6 milhões de matrículas feitas no ano passado em escolas de todo o país, 7,9 milhões foram no ensino médio, contra 8,1 milhões na mesma modalidade em 2016.

De acordo com o MEC, a tendência de queda observada nos últimos anos deve-se tanto a uma redução da entrada proveniente do ensino fundamental (a matrícula do 9º ano caiu 14,2% de 2013 a 2017) quanto à melhoria no fluxo no ensino médio (a taxa de aprovação do ensino médio subiu 2,8 pontos percentuais de 2013 a 2017).

Na avaliação da ministra interina, o ensino médio aparece como uma espécie de grande gargalo da educação básica brasileira. “Por isso, a prioridade da agenda do governo foi uma série de ações, como a base comum curricular, que vai melhorar esse quadro. Essas políticas apresentarão resultado mais para a frente, mas são fundamentais para que o aluno não desista do ensino médio”, concluiu.

 Agência Brasil

Um em cada quatro jovens vai abandonar o ensino médio até o final do ano

A cada ano, quase três milhões de jovens abandonam a escola no Brasil. É o que apontou o estudo Políticas Públicas para Redução do Abandono e Evasão Escolar de Jovens, elaborado pelo Ensino Superior em Negócios, Direito e Engenharia (Insper) e divulgado hoje (17).

Ao final deste ano, um em cada quatro jovens entre 15 e 17 anos de idade vão abandonar seus estudos, não vão se matricular para o ano seguinte ou serão reprovados. Isso corresponde a um universo de 2,8 milhões de pessoas (27%), entre os 10 milhões de jovens estimados no país nessa faixa etária e que deveriam, de acordo com a Constituição, estar frequentando a escola.

Desse total de 10 milhões de jovens, cerca de 15% ou 1,5 milhão, sequer vão se matricular para o início do ano letivo. Do restante, entre aqueles que se matriculam, cerca de 7% ou 700 mil jovens vão abandonar a escola antes do final do ano. Além disso, cerca de 600 mil alunos (5%) serão reprovados por faltas, o que completa os 2,8 milhões de jovens que estarão fora da escola a cada ano.

Segundo o estudo, mais da metade desses jovens (59% do total ou cerca de 6,1 milhões) vai concluir o Ensino Médio com no máximo um ano de atraso. Além de todos os problemas que isso provocará para o futuro desse jovem e para o país, a evasão (ausência de matrícula no início do ano letivo) e o abandono escolar (desistência durante o ano escolar) dos jovens também implica em prejuízo econômico: cerca de R$ 35 bilhões por ano são desperdiçados no país por causa dessa realidade.

O estudo mostra ainda que houve uma estagnação na matrícula dos jovens entre 15 e 16 anos e que a porcentagem de jovens de 17 anos fora da escola cresceu 6 pontos percentuais nos últimos 15 anos, passando de 34% para 39,8%. Isso, segundo o estudo, contradiz uma tendência mundial: dados da Unesco apontam que 74% dos países avançam mais rapidamente na inclusão de jovens de 15 a 17 anos que o Brasil.

Os dados revelam que mais da metade das nações tem menor porcentagem de jovens fora da escola que o Brasil. Se manter este ritmo, o país levará 200 anos para atingir a meta estabelecida no Plano Nacional de Educação: universalizar o atendimento escolar para essa faixa etária – que, pelo plano, deveria ter sido concluída no ano passado.Ensino médioDentre outras alternativas, o estudo propõe a criação de cursos profissionalizantes, um sistema de aconselhamento e práticas esportivas e artísticas Arquivo/Agência Brasil

Solução para o desengajamento

As principais razões para o chamado “desengajamento dos jovens”, segundo o estudo, estão associadas à pobreza e à dificuldade de acesso, tais como a falta de escolas na comunidade onde o jovem vive ou a falta de recursos para o transporte até a escola. Há também questões relacionadas à inadequação do currículo adotado, do clima escolar e da baixa qualidade dos serviços oferecidos pela escola.

Para reverter o quadro, o estudo propõe a criação de políticas públicas para diminuir o desengajamento como a garantia de acesso principalmente para aqueles que vivem em áreas rurais ou que têm alguma deficiência ou para jovens que cumprem pena privados de liberdade.

O estudo também propõe a criação de cursos profissionalizantes, um sistema de aconselhamento, práticas esportivas e artísticas, aumento das atividades à distância e flexibilização dos horários das aulas e do modelo de avaliação para ajudar a reduzir a evasão escolar.

O estudo Políticas Públicas para Redução do Abandono e Evasão Escolar de Jovens é organizado pela Fundação Brava, pelo Instituto Unibanco e pelo Instituto Ayrton Senna e está disponível no site Galeria de Estudos e Avaliação de Políticas Públicas, o Gesta.

Agência Brasil

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Grupos protestam contra reformas da Previdência e do Ensino Médio na PB

(Foto: Artur Lira/G1)
(Foto: Artur Lira/G1)

Manifestantes se reuniram em João Pessoa e Campina Grande, na tarde desta sexta-feira (31), para protestar contra a Reforma da Previdência e do Ensino Médio. Com faixas e bandeiras, os grupos foram às ruas a partir das 15h gritando palavras de ordem e fazendo discursos.

A Polícia Militar informou que não vai divulgar estimativa de público. Em João Pessoa, a organização estima a presença de 6 mil pessoas. A organização em Campina Grande estima que 400 pessoas participaram do protesto.

Em João Pessoa, a concentração aconteceu no Lyceu Paraibano, no Centro da cidade. A convocação foi feita pela Frente Brasil Popular Paraíba e pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e o movimento faz parte do calendário nacional dos professores.

Os manifestantes saíram do Lyceu em caminhada, passando pela Procuradoria-Geral da República e pelo anel externo da Lagoa, seguindo para a Avenida Dom Pedro II pela Avenida Diogo Velho. O encerramento deve acontecer no Ponto de Cem Réis, onde chegaram por volta das 17h50.

O protesto em Campina Grande tem concentração na calçada da Avenida Cardoso Vieira, no Centro da cidade. A convocação foi do Comitê Contra a Reforma na Previdência, mas o grupo também protesta contra o presidente Michel Temer, terceirização, a Reforma do Ensino Médio e a pós-graduação paga em instituições públicas.

Manifestantes em João Pessoa fizeram um boneco com o rosto do presidente Michel Temer. (Foto: Gabriel Costa/G1)Manifestantes em João Pessoa fizeram um boneco com o rosto do presidente Michel Temer. (Foto: Gabriel Costa/G1)
G1 PB

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

 

Michel Temer sanciona lei que reforma ensino médio; entenda o que foi alterado

ensino-medioO presidente Michel Temer sancionou nesta quinta-feira (16), em cerimônia no Palácio do Planalto, a reforma do ensino médio. Segundo ele, a sanção da MP representa um “momento revelador de nosso governo com ousadias responsáveis e necessárias para que o país possa crescer e prosperar”.

Temer acrescentou que as discussões em torno da matéria acabaram por aperfeiçoá-la. “Temos enviado propostas que geram saudável polêmica. A polêmica, crítica, portanto, gera aperfeiçoamento. Certa e seguramente, algumas modificações feitas pelo Congresso Nacional foram feitas pela sociedade. Acabou, então, saindo uma coisa consensual”, disse.

Mudanças

Aprovada na última semana pelo Senado, a nova legislação prevê, entre os principais pontos, que o currículo deve ser 60% preenchido pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Os 40% restantes serão destinados aos chamados itinerários formativos, em que o estudante poderá escolher entre cinco áreas de estudo: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica e profissional. O projeto prevê que os alunos poderão escolher a área na qual vão se aprofundar já no início do ensino médio.

As escolas não são obrigadas a oferecer aos alunos todas as cinco áreas, mas deverão oferecer ao menos um dos itinerários formativos. Durante a tramitação na Câmara, o projeto retomou a obrigatoriedade das disciplinas de educação física, arte, sociologia e filosofia na Base Nacional Comum Curricular, até então fora do texto original.

A proposta apresenta também uma meta de ampliação da carga horária para pelo menos mil horas anuais e, posteriormente, chegar a 1.400 horas para as escolas do ensino médio. Elas devem ampliar a carga horária para 5 horas diárias – atualmente a obrigação é 4 horas diárias. A intenção é que progressivamente ampliem a carga horária para 7 horas diárias, para ofertar educação em tempo integral. Para viabilizar essa ampliação, será disponibilizado apoio financeiro do governo federal.

Outra mudança importante foi a permissão para que profissionais com notório saber, mas sem formação acadêmica específica, possam dar aulas no ensino técnico e profissional. Com isso, um engenheiro, por exemplo, poderá dar aulas de matemática ou física.

Sancionada a MP, o próximo passo a ser dado é a implantação da Base Nacional Comum Curricular que, atualmente, está sendo elaborada por um comitê presidido pelo Ministério da Educação.

O presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Fred Amâncio, destacou o fato de a reforma ajudar a tornar a escola mais atrativa aos estudantes brasileiros. Segundo ele, a flexibilidade do ensino médio está alinhada também com o Plano Nacional de Educação, que apresenta metas para a melhoria do sistema educacional brasileiro.

Agência Brasil

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

Senado aprova MP da reforma do ensino médio; texto vai a sanção

educacaoO texto principal da polêmica MP (Medida Provisória) que reestrutura o ensino médio foi aprovado no plenário do Senado Federal nesta quarta-feira (8), em turno único. Foram 43 votos favoráveis e 13 contrários.

A maioria dos senadores rejeitou os dois destaques defendidos pela oposição. O PT pediu a obrigatoriedade dos chamados itinerários formativos, em que o estudante poderá escolher entre cinco áreas de estudo: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica e profissional.

Também foi rejeitado o pedido de que não fossem aceitos professores de “notório saber”. O texto aprovado prevê a aceitação de profissionais deem aulas de temas que não sejam de sua especialização.

Depois da discussão liderada pelo presidente recém-eleito Eunício Oliveira (PMDB-CE), o texto da reestruturação do ensino médio segue agora para sanção presidencial.

Aprovada pela Câmara dos Deputados em dezembro do ano passado, a medida provisória seguia em regime de urgência e trancava a pauta do Senado.

Temer comemora aprovação

O presidente Michel Temer disse, por meio de nota, que aprovação da reforma do ensino médio “conclui com êxito” o debate do tema. Segundo ele, a reestruturação da etapa escolar é um instrumento “fundamental” para melhoria do ensino no país.

“As soluções eram amplamente conhecidas não só por especialistas, mas também pela classe política e pela sociedade em geral. Faltava vontade política para chegar a um resultado com a urgência exigida pelo assunto”, afirmou.

Entenda na prática as principais mudanças nesta etapa do ensino:

Carga horária: Uma das principais mudanças está em relação ao tempo de permanência dos estudantes em sala de aula. A partir da media provisória, está previsto que a carga-horária escolar passe das atuais 800 horas anuais para 1.000 horas (5h diárias). Progressivamente, esse tempo ainda irá ser ampliado para 1.400 horas por ano (7h diárias).

Currículo escolar: Até então os estudantes eram obrigados a cursar 13 disciplinas durante os tês anos: português, matemática, biologia, física, química, filosofia, geografia, história, sociologia, educação física, artes, língua estrangeira e literatura.

Com a MP, apenas matemática, português e inglês são obrigatórios durante os três anos do ensino médio. O restante do currículo deverá ser definido 60% pela BNCC (Base Nacional Comum Curricular)– ainda em discussão, contendo as disciplinas educação física, artes, sociologia e filosofia. O texto não deixa claro se as disciplinas citadas serão obrigatórias durante os três anos ou em apenas uma parte da formação.

Os outros 40% do currículo estão reservados aos chamados itinerários formativos, no qual o aluno poderá escolher qual área do conhecimento deseja estudar: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica e profissional.

De acordo com a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), a obrigatoriedade da língua estrangeira no ensino médio deveria ser a partir da quinta-série do ensino fundamental (hoje, sexto ano). A medida provisória altera a regra e define que o inglês seja obrigatório na mesma etapa.

A música também era uma das disciplinas previstas pela LDB. O texto da medida provisória não faz qualquer menção à área.

Formação de professores: Diante da proposta para o novo ensino médio, os professores com o chamado “notório saber” (sem a formação específica na área de atuação) poderão lecionar no ensino técnico e profissional.

Além disso, os profissionais graduados que não tenham cursos de licenciatura estão autorizados a dar aulas no ensino médio. A condição é que façam complementação pedagógica.

Outra mudança é que os professores podem ser formados em cursos de licenciaturas plena feitos em qualquer faculdade e não mais apenas em universidades e institutos superiores de educação.

Uol

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

Chamadas de fixo para celular terão reajuste médio de 1,33% na próxima semana

telefone-fixoAs ligações feitas de telefone fixo para celulares vão ficar mais caras a partir de próxima semana. Nesta quarta (25), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autorizou as aperadoras a elevar a tarifa em, em média, 1,33%.

Para que os novos valores possam ser aplicados, as prestadoras devem dar ampla publicidade ao reajuste nas localidades de prestação do serviço com antecedência mínima de dois dias.

A Vivo poderá aumentar o valor das chamadas em 2,28%, a Oi em 1,67%, a Sercomtel em 1,35%, a Claro em 0,88% e a Algar Telecom em 0,10%.

Agência Brasil

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

Ministro diz que Enem deste ano não servirá como certificação do ensino médio

enemO ministro da Educação, Mendonça Filho, confirmou hoje (17) que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) não servirá mais como meio para se obter uma certificação de conclusão do ensino médio.

“A notícia deve ser oficializada amanhã, a separação do Enem em relação ao Encceja [Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos]”, disse Mendonça Filho após sair de uma reunião com a ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo o ministro, o Encceja, que já é aplicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) todos os anos como meio de certificação de conclusão do Ensino Fundamental, será ampliado para servir também como certificação do Ensino Médio já a partir do segundo semestre deste ano.

“O Enem não servirá como instrumento de certificação e conclusão de Ensino Médio e sim como instrumento de acesso ao ensino superior… [pois] termina exigindo de um jovem ou de adulto que queira a certificação no ensino médio mais do que seria necessário, é uma imposição de um ônus, de ter que ter um conhecimento a mais, para aqueles que só querem ter uma certificação no Ensino Médio”, disse Mendonça Filho.

A provável exclusão do certificado de conclusão do ensino médio do Enem havia sido antecipada pela presidente do Inep, Maria Inês Fini, em novembro. Outra possível alteração seria a exclusão de treineiros, aqueles que fazem a prova só para testar conhecimentos.

Uma consulta pública será lançada amanhã (18) a respeito de outras alterações no Enem, com o objetivo de adequar o exame à reforma no Ensino Médio, ainda em discussão no Congresso Nacional. Mendonça Filho dará entrevista coletiva sobre o assunto às 11h de quarta-feira.

Bibliotecas em presídios

O motivo da ida de Mendonça Filho ao STF foi para firmar com Cármen Lúcia um contrato que oficializa o fornecimento de 20 mil livros para a implantação de bibliotecas em 40 penitenciárias.

Segundo o ministro da Educação, a primeira unidade contemplada deverá ser uma penitenciária feminina em Minas Gerais, na próxima quinta-feira, em solenidade com a presença de Cármen Lúcia, embora a agenda não tenha sido confirmada pela assessoria do STF.

A parceria já vinha sendo discutida desde novembro, mas a oficialização da medida se deu somente nesta terça-feira, servindo também como um anúncio positivo em meio a uma das maiores crises já vividas pelo sistema carcerário nacional.

Desde o início do ano, ao menos 127 presos foram assassinados durante rebeliões em unidades prisionais do Amazonas, de Roraima e do Rio Grande do Norte, estados que convivem com uma disputa entre facções pelo controle das prisões.

Agência Brasil

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Preço médio da gasolina cai na Paraíba nos primeiros dias de 2017, diz ANP

gasolinaLevantamento da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) apontou  que o preço médio da gasolina caiu na Paraíba na primeira semana de janeiro. No entanto, em outros 18 estados, o combustível está mais caro.

De acordo com o estudo semanal da ANP,  o preço médio da gasolina seria de R$ 3,613, queda de 1,12% nos primeiros seis dias do ano.

Pernambuco apresenta o melhor preço da gasolina esta semana. Já o acre a mais cara.

Veja a preço médio da gasolina por estado e sua variação em relação a semana anterior:

Acre
R$ 4,231, alta de 0,38%
Alagoas
R$ 3,733, queda de 0,35%
Amapá 
R$ 3,825, alta de 4,08%
Amazonas
R$ 3,993, alta de 0,15%
Bahia
R$ 3,753, queda de 1,13%
Ceará
R$ 3,9800, queda de 0,18%
Distrito Federal
R$ 3,724, alta de 1,83%
Espírito Santo
R$ 3,740, queda de 1,01%
Goiás
R$ 3,903, sem variação
Maranhão
R$ 3,61, alta de 0,03%
Mato Grosso
R$ 3,782, alta de 0,50%
Mato Grosso do Sul
R$ 3,661, alta de 0,14%
Minas Gerais
R$ 3,827, alta de 0,31%
Pará
R$ 4,093, alta de 0,57%
Paraíba
R$ 3,613, queda de 1,12%
Paraná
R$ 3,694, alta de 0,76%
Pernambuco
R$ 3,552, queda de 1,47%
Piauí
R$ 3,642, alta de 0,69%
Rio de Janeiro
R$ 4,023, alta de 0,52%
Rio Grande do Norte
R$ 3,926, queda de 0,18%
Rio Grande do Sul
R$ 3,909, queda de 0,26%
Rondônia
R$ 3,971, alta de 0,05%
Roraima
R$ 3,884, alta de 0,18%
Santa Catarina
R$ 3,670, alta de 0,22%
São Paulo
R$ 3,605, alta de 0,31%
Sergipe
R$ 3,743, alta de 0,29%
Tocantins
R$ 3,838, alta de 2,18%

MaisPB

com G1

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

Preço da gasolina sobe pela segunda semana seguida e bate R$ 3,65 na PB

gasolinaO preço da gasolina subiu pela segunda semana seguida no Brasil e atingiu o valor médio mais caro do ano, segundo levantamento da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgado nesta sexta-feira (16).

O valor médio do litro da gasolina cobrado nos postos ficou em R$ 3,742 nesta semana, cerca de 5 centavos ou 1,4% acima do valor praticado na semana anterior (R$ 3,691). Na Paraíba, o preço médio ficou em R$ 3,656, mais caro do que em São Paulo, com preço médio de R$ 3,561.

Até então, o preço mais alto do ano tinha sido registrado pela ANP na semana terminada no dia 2 de abril, quando o litro ficou em média em R$ 3,734.

O aumento acontece após a alta do preço dos combustíveis cobrado pela Petrobras nas refinarias, que entrou em vigor no último dia 6. Após dois meses de reduções de preços, a estatal elevou em 8,1% o valor da gasolina e em 9,5% o valor do diesel.

A estimativa da Petrobras era de que de que o preço do litro da gasolina subisse R$ 0,12 e o do diesel R$ 0,17 se a alta de preços fosse repassada integralmente. Na prática, o preço da gasolina está hoje mais caro do que estava antes do primeiro anúncio de redução de preços feito pela Petrobras em meados de outubro.

A Petrobras justificou o reajuste alegando a variação do câmbio e dos preços do petróleo, que subiram após a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) fechar um acordo para corte de produção.

Em outubro, a empresa mudou sua política de definição de preços, que tende a repassar movimentos de cotações do petróleo e câmbio, por exemplo. Visando dar mais transparência ao mercado, a companhia prevê atualmente avaliações de preços pelo menos uma vez por mês.

Há variações significativas nos valores praticados por estado. No Acre, onde a gasolina é a mais cara do país, o preço do litro fechou a semana em R$ 4,212. Já nem São Paulo, o valor médio ficou em R$ 3,561. No Rio, em R$ 3,999.

Diesel e etanol – Os valores cobrados pelo litro do diesel e do etanol também subiram na semana, segundo a ANP. O preço médio do diesel subiu para R$ 3,025, acima da média de R$ 2,983 registrada na semana anterior, e o maior valor desde abril. Foi a segunda alta semanal seguida, após quatro quedas consecutivas semanais.

Já o preço do etanol subiu pela 16ª semana seguida, segundo os dados da ANP. O preço médio do litro do etanol no país foi de R$ 2,824 nesta semana, acima do valor de R$ 2,822 registrado na semana anterior. Trata-se também do maior valor desde a semana encerrada em 9 de abril (R$ 2,852).

A ANP consultou 5.680 postos para calcular a média de preços da gasolina, 5.113 para o etanol e 3.559 para o diesel.

Segundo os dados do IBGE, no acumulado do ano até novembro os combustíveis registram alta de 1,71% – abaixo da inflação oficial do país no período (5,97%). Em 11 meses, os preços da gasolina subiram 0,78%; os do diesel, 0,73%. Já o etanol aumentou 5,87%.

Veja o preço médio da gasolina nesta semana, por estado:

Acre: R$ 4,212
Alagoas: R$ 3,687
Amapa: R$ 3,726
Amazonas: R$ 3,989
Bahia: R$ 3,879
Ceará: R$ 3,964
Distrito Federal: R$ 3,622
Espírito Santo: R$ 3,752
Goiás: R$ 3,852
Maranhão: R$ 3,595
Mato Grosso: R$ 3,753
Mato Grosso do Sul: R$ 3,628
Minas Gerais: R$ 3,784
Pará: R$ 4,067
Paraíba: R$ 3,656
Paraná: R$ 3,656
Pernambuco: R$ 3,654
Piauí: R$ 3,696
Rio de Janeiro: R$ 3,999
Rio Grande do Norte: R$ 3,887
Rio Grande do Sul: R$ 3,917
Rondônia: R$ 3,928
Roraima: R$ 3,880
Santa Catarina: R$ 3,656
São Paulo: R$ 3,561
Sergipe: R$ 3,758
Tocantins: R$ 3,783

clickpb

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

Mais de 70% dos brasileiros são a favor de reforma do ensino médio, diz Ibope

aulao_enemMais de 70% dos brasileiros são favoráveis à reforma do ensino médio, em tramitação no Congresso. É o que aponta pesquisa encomendada pelo Ministério da Educação (MEC)  ao Ibope.

A pesquisa indica também que 24% são contra a reforma, 3% não sabem e 1% não respondeu. As informações são do blog do Vladimir Chaves.

Segundo o Ibope,  na pesquisa, a maior aprovação foi registrada entre os entrevistados com 55 anos ou mais (78%) e a maior rejeição entre aqueles com 16 a 24 anos (35%).

O Ibope ouviu 1,2 mil pessoas entre os dias 30 de outubro e 6 de novembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Confira a matéria na íntegra

clickpb

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br