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Médico é levado à delegacia depois de promover festa em condomínio de Bananeiras

Desde a última sexta-feira, 20, o município de Bananeiras tem sido o foco das atenções dos paraibanos graças à grande movimentação de veículos que chegaram ao local. Mas, neste domingo, 21, o médico Edvan Benevides Júnior, ex-diretor do Hospital de Trauma de João Pessoa, que promovia uma festa animada por um trio de forró no badalado condomínio “Yes, Bananas” chegou a ser conduzido à delegacia para prestar depoimento já que estava estimulando a aglomeração de pessoas, o que não é permitido durante a pandemia de coronavírus.

Ele responderá por descumprimento do artigo 268 do Código Penal, que trata de infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa. A pena é detenção, de um mês a um ano, e multa. “Soubemos do fato através das redes sociais e mandamos averiguar”, confirmou o prefeito Douglas Lucena.

A promotora de Justiça Ana Maria Pordeus Gadelha informou que depois da condução do médico à delegacia de Polícia, o Ministério Público vai investigar o caso: “Isso muito me entristece porque é uma falta de consciência por parte de pessoas tidas como esclarecidas, de um bom nível cultural, intelectual e financeiro”.

*ParlamentoPB

Médico remigense perde a batalha para o Coronavírus na Paraíba

Veio a óbito neste domingo, 14 de junho, o médico Dr. Ricardo Passos, 43 anos, filho do ex-prefeito remigense Dr. José Passos da Costa- “Dr. Passos”, estava na linha de frente de combate ao Coronavírus, quando contraiu a doença juntamente com o H1N1, onde chegou a ser internado e encontrava-se entubado devido a gravidade da doença, poucos dias após o entubamento o Ricardo Passos foi submetido ao tratamento com o plasma sanguíneo para ajudar a combater a doença sendo considerado o primeiro paciente a receber esse tratamento na rede pública, realizado no dia 28 de maio no Hospital do Trauma.

Dr. Ricardo Passos


Todos de Remígio e região se encontram de luto com a perda repentina do médico querido na região que realizava atendimentos gratuitos para os mais necessitados e sempre solicito para com todos
As vezes chegamos ao ponto;
Em que tudo começa fazer sentido;
Das coisas mais belas e simples;
Que passamos despercebidos;
Momento que paramos pra pensar;
Como seria bom apenas viver;
Em um mundo repleto de coisas boas;
E jamais disso poder esquecer;
Esse não é um tom de despedida;
Não é um sentimentalismo barato;
Simplesmente são momentos;
Que sempre devem ser recordados;
A doença parou o mundo;
As pessoas começaram a enxergar;
Que o mundo sem Deus não é nada;
É não adianta querer mudar;
Quero deixar aqui nesse dia;
Um pouco do que eu vivi;
De vida de médico a paciente;
Foi o que me trouxe até aqui;
Desde a entrada no SAMU;
Com sua sirene ligada;
A luz no teto da ambulância;
Agora já não falta mais nada;
Essa é a vida dos pacientes;
Vista do olhar do médico que atende;
Mas quando nos colocamos no lugar;
É aí que você realmente entende!
Dr. Ricardo Passos
 
” informação repassada pelo zap de amigos
setimaregional

 

Criança morre e família afirma que atendimento médico foi negado em hospital de João Pessoa

Alice, de 3 anos de idade, morreu na sexta-feira (24), após sofrer um AVC hemorrágico e ter constatada morte cerebral, no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. A família da menina alega que ela teve o atendimento negado no Hospital João Paulo II, devido a 12 dias que faltavam cumprir de carência no plano de saúde Smile.

Em nota, o Hospital João Paulo II informou que a criança foi atendida “com hipótese diagnóstica de meningite. Naquela ocasião, o quadro de saúde era estável, sem febre, sem convulsão e sem necessidade de oxigenoterapia […]. Não havia emergência, e se tratava de uma solicitação de internamento eletiva para investigação da hipótese de diagnóstico realizada na UPA, situação para a qual a paciente estava sob período de carência junto a seu plano de saúde”. A nota diz ainda que “realizou o encaminhamento para o hospital de referência para tratar doenças infectocontagiosas” e que “a criança não permaneceu nas dependências do Hospital João Paulo II por mais de 30 minutos”.

Também em nota, o plano de saúde Smile diz que não ocorreu qualquer ilegalidade. “Reiteramos a nota de esclarecimento de nosso prestador de serviços em todos os seus termos, ao passo que no colocamos à disposição para sanar eventuais dúvidas”.

O Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) emitiu nota comunicando que irá abrir uma sindicância para apurar infração ética da equipe médica envolvida no caso de Alice. O caso está em análise e se forem constatados indícios de infração ética médica, é instaurado um processo ético-disciplinar contra os profissionais envolvidos.

Procura por atendimento médico para criança

De acordo com Leandro Gonzales, padrasto de Alice, no dia 18 de abril, quando estava dormindo na casa dos avós maternos, Alice acordou às 5h chorando e se queixando de uma dor de cabeça. Os avós de Alice perceberam que a boca da criança estava torta, e que um dos olhos estava tremendo. Os avós chegaram à conclusão de que Alice estava sofrendo convulsões e socorreram a neta para a Unidade de Pronto Atendimento Oceania, no bairro de Manaíra.

Na UPA, Leandro e Jéssica, mãe de Alice, encontraram com a criança. “A médica que estava lá nos atendeu super bem, mas ela não tinha o que fazer na UPA, eles não tinham os equipamentos necessários pra fazer um atendimento desse nível, ela precisava de uma tomografia urgente. Então a médica nos comunicou que iria fazer uma transferência”, disse Leandro.

Jéssica e sua filha Alice, de 3 anos; família acusa hospital por negligência médica, em João Pessoa — Foto: Leandro Gonzales/Arquivo Pessoal

Jéssica e sua filha Alice, de 3 anos; família acusa hospital por negligência médica, em João Pessoa — Foto: Leandro Gonzales/Arquivo Pessoal

Jéssica contou à médica que Alice tinha plano de saúde Smile, então a médica ligou para o Hospital João Paulo II, que atende ao plano. Quando a família estava saindo da UPA, foi informada que o atendimento foi recusado devido à carência do convênio.

“Ligaram do hospital dizendo que foi recusado o atendimento, devido à carência do plano de 6 meses, sendo que elas estavam no plano há 5 meses. Faltando 12 dias pra completar 6 meses, eles recusaram”, conta o padrasto de Alice.

A família retornou pra UPA onde tentaram entrar em contato com o plano de saúde. A empresa pediu uma série de documentos, incluindo uma declaração da médica sobre o caso de Alice. Eles enviaram o documento digitalizado e eles pediram manuscrito, eles fizeram manuscrito e foram para o hospital.

Chegando no Hospital João Paulo II, a equipe reforçou que o atendimento foi negado. “Nesse momento Alice estava nos braços da mãe, a médica em nenhum momento perguntou o estado de Alice, nem sequer olhou pra criança, em nenhum momento ofereceram uma maca para colocar a criança deitada”, desabafa Leandro.

Ainda conforme a família, a médica da UPA seguiu acompanhando o caso e entrou em contato com um amigo do Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW-UFPB), que atualmente está como unidade de referência para casos de Covid-19. Mesmo assim, a criança foi atendida na unidade.

No HULW, foi feita uma tomografia e constataram um AVC hemorrágico. O médico disse que Alice precisava ser levada para o Hospital de Emergência e Trauma. “Eu não tenho o que reclamar da rede pública por onde a gente passou, todos os profissionais foram excelentes”, relata Leandro.

Alice tinha 3 anos e morreu devido um acidente vascular cerebral, na PB — Foto: Leandro Gonzales/Arquivo Pessoal

Alice tinha 3 anos e morreu devido um acidente vascular cerebral, na PB — Foto: Leandro Gonzales/Arquivo Pessoal

De acordo com o Hospital de Trauma de João Pessoa, no dia 18, por volta das 13h, Alice deu entrada no hospital, onde foi feito o atendimento de urgência. Os médicos constataram que metade do corpo de Alice estava paralisado e internaram a criança em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Durante a noite do mesmo dia, o cérebro de Alice continuou inchando e foi preciso uma cirurgia no crânio de urgência. Leandro relata que no dia 19, os médicos conversaram com Jéssica, mãe de Alice, e disseram desconfiar da morte encefálica da criança.

Na segunda-feira (20) foi iniciado o processo para confirmar a morte cerebral de Alice, de acordo com Leandro. Na quarta-feira (22), a morte cerebral de Alice foi confirmada.

“O procedimento é reduzir os medicamentos até o coração parar de bater, porém o coração dela começou a melhorar. Nós mobilizamos muita gente nessa cidade, em prol de oração, em prol de reza, em prol de buscar a Deus, em prol de um milagre. E realmente foi um milagre ela se manter bem até a sexta”, conta Leandro.

Na sexta-feira (24) os aparelhos de Alice foram desligados. A família de Alice alega negligência médica da equipe do Hospital João Paulo II e do plano de saúde Smile.

“Nós acreditamos que poderia ter acontecido algo diferente se o Hospital João Paulo II, mesmo se recusando a internar a gente, fazer o atendimento primário, fazer os testes que fizeram no HU. Poderiam ter indicado pra gente o melhor, indicar pra gente ir direto pro trauma, porque a gente não perderia tempo no translado. Se eles tivessem orientando a gente, a gente teria ganhado três horas. Se eles tivessem feito o mínimo, mas nem olhar pra criança eles olharam”, desabafa o padrasto.

Família de Alice pretende processar plano de saúde, hospital e médica por negligência, em João Pessoa — Foto: Leandro Gonzales/Arquivo Pessoal

Família de Alice pretende processar plano de saúde, hospital e médica por negligência, em João Pessoa — Foto: Leandro Gonzales/Arquivo Pessoal

 

G1

 

 

Médico ressalta a importância de idosos se movimentarem, mesmo em isolamento devido ao coronavírus

Cerca de 30% das pessoas que frequentam academias de musculação em João Pessoa desde 2018 têm acima de 60 anos. Mas em virtude da pandemia provocada pelo coronavírus, todos estão em suas casas, cumprindo o isolamento social, mas, mesmo assim, eles recebem orientações e aulas de seus professores para fugirem do sedentarismo. Dados da Associação Brasileira de Academias (Acad) mostram que há dez anos os idosos representavam menos de 5% dos frequentadores de academias. Em virtude dessa necessidade o ortopedista especializado em coluna vertebral, Daniel Oliveira ensina exercícios que os mais velhos podem fazer sem sair de casa.

“Nessa fase, a mobilidade e força muscular acabam comprometidas e os exercícios são fundamentais para melhorar o sistema imunológico, tão falado no momento, a resistência, a coordenação motora, o equilíbrio e a disposição ao longo do dia. Além de melhorar a saúde cardiovascular, respiratória e diminuir o estresse nas articulações”, comentou o ortopedista.

Os idosos são apontados como grupo de risco para o coronavírus justamente pelas complicações advindas das características normais da idade avançada. Questões como a imunidade e o perigo maior quanto a doenças crônicas fazem com que o quadro de quem contrai o vírus se agrave, continua o médico.

O pedido é para que essas pessoas não saiam nas ruas. “Assim, aqueles que antes praticavam caminhada, hidroginástica ou atividades nas academias ao ar livre acabam sem saber o que fazer em suas residências e como realizar esses exercícios. Diferente do que muitos pensam, é possível movimentar o corpo sem sair de casa. Alongamentos, caminhadas leves, mesmo que pelos cômodos da casa, além de atividades que fazem uso do próprio peso corporal e danças são recomendadas e essenciais. Além dos benefícios para o corpo físico, as atividades auxiliam também na redução da ansiedade durante esse momento de pandemia”, comentou Daniel.

Ficar o dia todo deitado na cama ou sentado no sofá pode ocasionar dores na coluna e na lombar, além de prejuízos ao aspecto emocional dos mais velhos. A inatividade contribui para o aumento nas taxas de queda, de obesidade e doenças cardíacas. “É tudo que o idoso não precisa, ainda mais que está enquadrado como grupo de risco para a COVID-19. Hábitos devem ser recriados nesse período. Acordar, tomar banho, trocar de roupa e tomar um café da manhã saudável já fazem com que a cama não seja a primeira opção”, diz o ortopedista. Se ficar assentado no sofá, Daniel recomenda estipular um tempo específico para isso e, pelo menos a cada meia hora ou 40 minutos, levantar e andar pela casa. “Não gaste o dia inteiro em uma mesma posição. Tente outras atividades que exijam um pouco mais de esforço.”

 

pbagora

 

 

Atestado médico já pode ser enviado ao INSS pela internet

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) já começou a receber atestado médico pela internet, sem necessidade de perícia. O atestado pode ser enviado pelo site ou aplicativo Meu INSS.

A Portaria Conjunta 9.381, que permite o início do procedimento, foi publicada na última terça-feira (7) no Diário Oficial da União. Entre outras medidas, a portaria permite também a antecipação no valor de R$ 1.045 para segurados que solicitarem o auxílio-doença. A concessão se dará sem a realização de perícia médica, enquanto perdurar o regime de plantão reduzido de atendimento nas agências da Previdência Social.

Para quem já usa o aplicativo é preciso baixar a atualização. Caso não tenha o aplicativo, basta baixar. O aplicativo está disponível para Android e iOS.

O INSS criou um passo a passo para entender como enviar o atestado.

A antecipação de R$ 1.045 será devida a partir da data de início do benefício e terá duração máxima de três meses.

Para requerer o auxílio-doença, o atestado deverá estar legível e sem rasuras; conter a assinatura do profissional emitente e carimbo de identificação, com registro do conselho de classe; conter as informações sobre a doença ou Classificação Internacional de Doenças (CID); e conter o prazo estimado de repouso necessário.

O beneficiário poderá requerer a prorrogação da antecipação do auxílio-doença, com base no prazo de afastamento da atividade informado no atestado médico anterior ou mediante apresentação de novo atestado médico.

 

Agência Brasil

 

 

Médico é encontrado morto dentro de casa, em Princesa Isabel

O médico Glauco Suassuna foi encontrado morto em casa, na cidade de Princesa Isabel, Sertão paraibano, na manhã desta sexta-feira (14). Ainda não há definição exata da causa da morte.

As informações são de que o médico não foi trabalhar nem atendeu o telefone. Então pessoas próximas decidiram forçar a porta do quarto e o encontraram sem vida.

O corpo deve ser examinado pelo Instituto Médico Legal (IML) de Patos para identificar a causa da morte.

Glauco Suassuna tinha 42 anos e era natural de Catolé do Rocha, embora sua família morasse há muitos anos em Campina Grande onde se formou em medicina. Em 2002, ele foi contratado para trabalhar em Juru e desde então permaneceu na região de Princesa Isabel.

 

clickpb

 

 

Médico paraibano alerta sobre cuidados para se prevenir do Coronavírus, que já pode ter chegado ao Brasil

Sem uma medicação específica para combater o coronavírus, o médico infectologista paraibano, Fernando Chagas, faz um alerta para evitar a contaminação pelo Coronavírus que pode ter chegado ao país.

Fernando Chagas relata que o melhor caminho para evitar a contaminação pelo vírus é lavar as mãos sempre. “O grande segredo é ensinar a população a se prevenir, para se a doença chegar aqui a gente possa reduzir ao máximo a quantidade de casos e mortes causados pelo coronavírus. E a lavagem das mãos tem um impacto muito grande na diminuição do risco de transmitir essa  doença”, disse.

O médico destaca que a transmissão se dá por vias aéreas, por meio de gotículas. “Como essas gotículas são pesadas, ao tossir ou espirrar elas podem atingir até um metro e meio de distância. Mesmo assim o vírus fica sobre as superfícies e pode gerar a contaminação de quem tocar nessas superfícies”, comentou.

Medidas do Governo – Na Paraíba, as medidas incluem divulgação de nota técnica para os profissionais de saúde indicando o fluxo de atendimento, unidade estadual de referência para tratamento, além de orientações de vigilância em saúde e medidas de prevenção para a população e profissionais de saúde. O monitoramento de Portos e Aeroportos são realizados pela Anvisa. A Nota Técnica será publicada nesta segunda-feira, 27 de janeiro, segundo as orientações da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde.

O secretário estadual de Saúde, Geraldo Medeiros, afirma que “nós temos, na rede estadual, uma estrutura hospitalar preparada para atender casos suspeitos de Coronavírus que é o Complexo de Doenças Infectocontagiosas Clementino Fraga, em João Pessoa. Então qualquer caso que se encaixe no perfil deve ser solicitado a transferência para este serviço”. Na eventualidade de ser identificado alguma vítima em outro serviço da rede, está previsto até o transporte aeromédico para garantir o melhor tratamento disponível para este paciente. “Nós estamos atentos ao que acontece no mundo e preparados”, garante o secretário.

O secretário também falou sobre a possibilidade de adquirir Equipamentos de Proteção Individual (EPI) em maior volume, caso seja necessário. além de aumentar a vigilância em portos, aeroportos e fronteiras, como sugere o protocolo do Ministério da Saúde. “Se for necessário, iremos aderir a uma ata para aquisição de EPI para proteger pacientes e profissionais”.

Sobre os sintomas, é recomendado a população que “se tiver febre, tosse ou dificuldade para respirar, dentro de um período de 14 dias após viagem para China ou contato direto com pessoa com caso confirmado de Coronavírus, deve buscar imediatamente um serviço de saúde”, alerta o secretário.

Sobre o Coronavírus – Coronavírus é um vírus que tem causado doença respiratória pelo agente coronavírus, recentemente identificado na China. Os Coronavírus são uma grande família viral, conhecidos desde meados de 1960, que causam infecções respiratórias em serem humanos e animais. Geralmente, infecções por Coronavírus causam doenças respiratórias leves a moderadas, semelhantes a um resfriado comum. Alguns coronavírus podem causar doenças graves com impacto importante na saúde pública como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARG), identificada em 2002 e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), identificada em 2012.

 

pbagora

 

 

Médico é afastado do Hospital Regional de Cajazeiras após suposto relacionamento com paciente

O médico acusado de se relacionar com uma paciente do Hospital Regional de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba, foi afastado das funções e foi aberta sindicância para apurar o caso, segundo informou ao ClickPB a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde. O HRC divulgou nota nesta quarta-feira (22) comentando sobre o caso que teria acontecido dentro da unidade.

De acordo com a nota divulgada pela direção do Hospital Regional de Cajazeiras, a paciente teve retorno à instituição após complicações do pós-operatório.

Veja a nota na íntegra

Diante da repercussão nas redes sociais sobre o suposto envolvimento de um profissional médico funcionário do Hospital Regional de Cajazeiras e uma paciente, a Direção Geral da Unidade Hospitalar vem por meio desta explicar que:

01 – Para a apuração legal da situação, a unidade hospitalar por meio de sua Direção Geral, informa que será aberta uma sindicância para apurar os supostos fatos noticiados nas mídias sociais e de comunicação, a partir desta sindicância todas as medidas cabíveis pertinentes ao caso serão tomadas;

02 – A segunda pessoa envolvida no suposto fato, citada em matérias e programas de rádio, segundo informações, é uma profissional da área de nutrição, mas, se faz necessário esclarecer que a mesma não faz parte do quadro funcional deste hospital. Trata-se de uma paciente em retorno, onde a mesma em poucos dias havia passado por procedimento cirúrgico nesta unidade, e notou a necessidade da procura pelos serviços médicos, ao notar complicações no pós-operatório;

03 – Reiteramos que o Hospital Regional de Cajazeiras, segue de forma incansável no que diz respeito a prestação do cuidado e, também, sempre primando pelos princípios da administração pública, e desenvolvendo seu trabalho com transparência pautada na ética e na verdade, levando em consideração que, nesta unidade, temos mães e pais de família que se dedicam 24 horas por dia, cuidando e tratando de outras famílias que nos procuram.

A Direção Geral do Hospital Regional de Cajazeiras, segue na busca de melhorias para gerar um atendimento de qualidade e humanizado para a população sertaneja. No mais, nos colocamos a disposição para outros esclarecimentos.

Cajazeiras, 22 de janeiro de 2020

 

clickpb

 

 

Médico alerta para cuidados contra a Hanseníase na Gravidez

A hanseníase é uma doença crônica e transmissível, causada pela bactéria Mycobacterium leprae, que se multiplica lentamente, levando a sintomas que podem demorar até 20 anos para aparecer. Ela afeta principalmente os nervos periféricos e está associada a lesões cutâneas características. Sem tratamento, pode causar danos aos nervos, demonstrados por fraqueza nas mãos e pés e pela presença de deformidade visível. Embora a doença seja completamente curável, com uma terapia que é gratuita, a demora em iniciar o tratamento pode levar à incapacidade permanente.

O Brasil concentra mais de 90% dos casos de hanseníase da América Latina, sendo o segundo país no mundo com a maior incidência, ficando atrás apenas da índia. Janeiro é o mês escolhido para a conscientização sobre a doença.

O ginecologista e obstetra Dr. Alberto Guimarães explica sobre a Hanseníase durante a gravidez:

Que problemas a hanseníase durante a gestação pode trazer à mãe e ao bebê?

A hanseníase começa de uma forma aparentemente inocente, com uma alteração na pele, e o desfecho pode levar a grandes mutilações, por isso quando um infectado era identificado ele era isolado, porque as pessoas começam a perder partes do corpo devido ao processo de atrofiamento e deformação, o que acabava causando uma segregação, sem o convívio com a sociedade.

Como é o tratamento da doença quando a paciente está grávida?

Como é uma doença que avança de uma maneira lenta e gradual, muitas pessoas que nem sabem que tem hanseníase acabam engravidando. Caso o diagnóstico seja feito durante a gestação, a principal questão é o tratamento que envolve vários medicamentos e que podem ter alteração no bebê, mas isso depende da fase que foi feito esse diagnóstico e do momento e que se inicia o tratamento. O tratamento da hanseníase dentro e fora da gravidez é o mesmo, com polimendicação, ou seja, a utilização de vários medicamentos.

Como a gestante pode evitar a hanseníase?

A hanseníase é transmitida principalmente por meios respiratórios, então é importante para a mulher – e não só a gestante – evitar os grandes conglomerados, a convivência em espaços com pouca ventilação, ou lugares aonde as pessoas não tem muita higiene. Uma abordagem interessante seriam campanhas que pudessem lembrar as pessoas que a hanseníase continua existindo, mesmo que a gente viva em um momento onde o Zika Vírus exige muitos recursos para descobrir como lidar com esse vírus, no Brasil ainda existem mais de 30 mil casos de hanseníase novos por ano e que passam despercebidos. É necessário que as pessoas estejam atentas ao seu próprio corpo e principalmente lembrar que manchas na pele e diminuição de sensibilidade (térmica, dolorosa e tátil) são situações que precisam ser investigadas. Se for feito o diagnóstico, a pessoa tem que entender a importância de ser tratado, geralmente o tratamento é longo, dependendo da fase da doença, e não é algo que termina em uma semana ou um ano, é um acompanhamento. É interessante ficar claro essa importância do tratamento e ser indicado, caso a mulher saiba que contraiu essa doença, a esperar a cura para se engravidar.

O pré-natal de uma gestante com hanseníase deve ser diferenciado?

O pré-natal de uma mulher que tem hanseníase será sim diferenciado, já que dependendo da gravidade da doença podem existir sequelas na criança. Na hanseníase a questão começa pela pele, mas o bacilo causador da doença tem preferência por atacar os nervos periféricos e a partir disso começam as outras complicações, inclusive a doença pode comprometer a visão por conta da alteração do nervo ótico, atrofiar músculos, alteração da movimentação. Além da pessoa também perder a autoestima e acabar se isolando, devido à essas situações. Durante o pré-natal, são tomados cuidados gerais para diminuir estas complicações referentes ao ataque dos bacilos nos nervos periféricos da mãe.

O recomendado é que a mulher que tenha hanseníase espere estar curada para engravidar, porém, muitas mulheres engravidam nesse período, e o Brasil tem mais de 30 mil casos de hanseníase por ano, segundo a OMS. O que contribui para esse cenário, na sua opinião?

São vários os fatores que contribuem para que a hanseníase não seja erradicada no Brasil. A hanseníase é o que chamamos de “doença silenciosa”, então ela começa na pele, de forma pouco perceptível, e em embora seja uma patologia de fácil identificação médica, muitas vezes as mulheres que estão infectadas engravidam porque nem sabem que estão doentes.

Outro fator é que a doença tem um tratamento longo e muitas vezes as pessoas abandonam os remédios por não verem o resultado imediato. O que agrava ainda mais a situação é que no Brasil não há políticas públicas que incentivem o planejamento familiar, então se a mulher engravida por acidente as chances de o bebê ter como consequência doenças graves é ainda maior. A hanseníase é uma questão de saúde pública, ainda mais por se tratar de uma doença que se prolifera com mais incidência em classes sociais menos favorecidas, que vivem em espaços menores, com mais pessoas e com poucas condições de higienização.

Dr. Alberto Guimarães: ginecologista, obstetra e precursor do Parto sem Medo

Formado pela Faculdade de Medicina de Teresópolis (RJ) e mestre pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), o médico atualmente encabeça a difusão do “Parto Sem Medo”, novo modelo de assistência à parturiente que realça o parto natural como um evento de máxima feminilidade, onde a mulher e o bebê devem ser os protagonistas. Atuou no cargo de gerente médico para humanização do parto e nascimento do Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim, CEJAM, em maternidades municipais de São Paulo e na Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Site: https://www.partosemmedo.com.br/

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Médico paraibano morre em acidente trágico; carro que ele dirigia ficou destruído

O médico dentista paraibano Milton Marcolino, de 54 anos de idade, residente em Campina Grande, morreu em um trágico acidente automobilístico na BR-242, em Barreiras, na Bahia. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que o carro que o médico dirigia, um Renult Duster, teria invadido a pista contrária e colidido de frente com uma carreta que trafegava no sentido oposto.

Segundo a PRF, o impacto foi tão grande que Milton ficou preso às ferragens e morreu no local do acidente. O corpo da vítima foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado para o IML de Barreiras. O motorista do caminhão, cuja a identidade não foi revelada, foi socorrido pelo SAMU.

Carro do médico ficou com a frente destruída Foto: reprodução/Blog do Márcio Rangel

Na batida, a carreta tombou para o acostamento e espalhou óleo vegetal em uma parte do trecho da rodovia. Policiais do Corpo de Bombeiros realizaram a limpeza da área até o início da noite de terça-feira. O trânsito no local foi bloqueado para evitar outros acidentes. O corpo da vítima está sendo sepultado em Campina Grande.

paraiba.com.br