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Vereadores de Baía da Traição, na PB, trabalham em média 24 dias por ano

Os nove vereadores de Baía da Traição, no Litoral Norte da Paraíba, trabalham apenas 24 dias por ano, em média, e somam um salário de R$ 42 mil, segundo os dados do sistema Sagres, do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB). A jornada reduzida de trabalho está prevista no regimento interno da Casa, elaborado em 1990. O documento prevê recesso de seis meses nas atividades parlamentares.

De acordo com o calendário de sessões, em 2017 os vereadores trabalharam em fevereiro, março e abril, e ficam em recesso até setembro, quando trabalham novamente até o mês de novembro.

Nos meses de trabalho, há apenas uma sessão por semana, nas sextas-feiras. Para isso, os vereadores de Baía da Traição recebem um salário mensal de R$ 3.500, o que daria o valor de R$ 1.750 por dia de trabalho. O presidente da casa recebe o dobro do valor.

Calendário de sessões da câmara de vereadores de Baía da Traição em 2017 (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)

Calendário de sessões da câmara de vereadores de Baía da Traição em 2017 (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)

A população de Baía da Traição comentou sobre o assunto e alguns moradores disseram, em entrevista à TV Cabo Branco, não estar muito satisfeitos com a situação. “Assim é uma vida boa demais”, comenta o pescador Francisco José Alcântara.

“Eu não ganho isso trabalhando todo dia, porque eles ganham trabalhando só um dia? É justo?”, questiona a agente administrativa Elisabete Falcão.

Na última legislatura, a vereadora Luiza Dantas (DEM) tentou apresentar um projeto para reduzir o tempo de recesso pela metade, mas o projeto não entrou na pauta de votações. Reeleita, a parlamentar disse que vai tentar novamente.

“Nós temos que mostrar o nosso trabalho. Realmente o salário que a gente ganha pelo expediente que a gente dá, por 180 dias de férias, é um absurdo”, disse.

Segundo o 1º secretário da câmara, vereador José Roberto da Silva (PRB), a pauta deve ser debatida quando a Casa voltar do recesso, no dia 1º de setembro. “Desde 1990 que temos este recesso aqui e o presidente da câmara disse que quando voltar do recesso apresentaria o projeto e com certeza aprovaria”, explicou.

G1

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Três mananciais enchem com chuvas acima da média, mas maioria ainda tem situação crítica no Estado

As chuvas de março, abril e junho foram mais intensas esse ano em relação a anos anteriores, portanto, estamos tendo um inverno um pouco melhor que o período chuvoso dos últimos cinco anos. No Litoral e Agreste, regiões polarizadas por João Pessoa e Campina Grande, as chuvas têm sido acima da média história.

Mas, como se vê no mapa da Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), dos principais reservatórios do Estado, os mais volumosos, apenas três estão cheios . O mapa da Aesa  mostra que nos demais mananciais o volume de água ainda é crítico, sobretudo no  Cariri, Curimataú e Sertão, apesar de registros de chuvas nessas regiões.

Os 123 açudes monitorados pela Aesa têm capacidade de acumular 3,7 bilhões de metros cúbicos d’água mas a Paraíba hoje dispõe apenas de algo em torno de 600 milhões de metros cúbicos d’água. Com a seca prolongada de cinco anos vai ser preciso alguns bons invernos para que os mananciais recuperem seus volumes e a Paraíba possa ter de novo segurança hídrica.

De acordo com o presidente da Aesa, João Fernandes, o percentual atual do volume total nos 123 açudes é de apenas 14% dos 3,7 bilhões de metros cúbicos. No Conde, a barragem Gramame-Mamuaba, com capacidade de 56,9 milhões de metros cúbicos, está com 100% de sua capacidade. Está chovendo apenas no Agreste, Brejo e Litoral. Parou de chover no Sertão,  Cariri e Curimataú. A situação continua crítica na maioria dos açudes,  disse essa semana o presidente da Aesa.

O fato novo é que as águas da transposição do Rio São Francisco começam a garantir reforço no abastecimento de algumas regiões e num futuro próximo, o canal Acauã-Araçagi, em construção pelos governos estadual e federal vai distribuir  melhor essas águas do velho Chico a partir da barragem Acauã numa extensão de 112,4 quilômetros desaguando no Brejo paraibano. Água não só para beber mas para irrigar 16 mil de hectares. Essa obra histórica, a maior obra hídrica da Paraíba e uma das maiores do Nordeste, transformará diretamente a economia de 38 municípios com benefícios para 590 mil paraibanos. Estão sendo investidos R$ 1,1 bilhão.

Agenda Paraíba 

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PB registra 438 homicídios de janeiro a abril deste ano; média é de mais de 3 por dia

De acordo com números apresentados pela Secretaria da Segurança e da Defesa Social (Sesds) ao governador Ricardo Coutinho, durante reunião de monitoramento ocorrida na tarde desta quinta-feira (4), no Palácio da Redenção, em João Pessoa, de janeiro a abril deste ano, foram contabilizadas 438 ocorrências de homicídios dolosos ou qualquer outro crime doloso que resulte em morte, o que resulta em uma média de 3,65 assassinatos por dia e de 109,5 por mês.

O relatório do Núcleo de Análise Criminal e Estatística da Secretaria de Estado da Segurança e Defesa Social ainda mostrou que, apesar dos números expressivos, houve uma redução de 7,6% nos homicídios em comparação ao primeiro quadrimestre de 2016, quando foram registrados 474 casos. Os assassinatos de mulheres também diminuíram no período, sendo contabilizados 27 registros nestes quatro primeiros meses, enquanto que no ano passado foram 37 em igual período, representando uma redução de 27%.

Ainda segundo os números da Sesds, das 21 Áreas Integradas de Segurança Pública distribuídas no estado, 11 apresentaram redução de homicídios, a exemplo daquelas que abrangem as Zonas Sul e Norte de João Pessoa, Esperança, Santa Rita, Bayeux, Cabedelo, Queimadas, Solânea, Monteiro, Patos e Cajazeiras, entre outras.

Além do governador Ricardo Coutinho, também participaram da reunião de monitoramento o secretário de Segurança Cláudio Lima, a vice-governadora Lígia Feliciano, o comandante geral da Polícia Militar, coronel Euller Chaves, o delegado geral da Polícia Civil, João Alves, e demais representantes da área da segurança.

portalcorreio

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Verão de 2017 deve ter chuvas dentro da média na Paraíba, prevê Aesa

(Foto: Reprodução/TV Paraíba/Arquivo)
(Foto: Reprodução/TV Paraíba/Arquivo)

A estação do verão começou nesta quarta-feira (21) e a previsão para os três primeiros meses de 2017 é a ocorrência de chuvas dentro da média histórica nas regiões do Cariri, Curimataú e Sertão. A informação foi divulgada pela Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), durante reunião realizada nesta manhã. Para janeiro e fevereiro, deve ocorrer maior variabilidade das chuvas, mas as condições devem ficar mais favoráveis a partir do mês de março, época da estação de chuvas da região do Cariri.

Segundo a Aesa, as atuais condições oceânicas e atmosféricas globais indicam a configuração do fenômeno “La Niña” de intensidade fraca na região do Oceano Pacífico equatorial. Isso ocorre porque a Temperatura da Superfície do Mar (TSM) está com índice levemente inferiores a média história.

Na região do Cariri paraibano a cidade de Taperoá tem uma média história de volumes de chuva em torno de 34.1mm no mês de janeiro, 83.0mm no mês de fevereiro e 134.9mm em março. As chuvas nessa região são importantes pois os rios que passam pelo Cariri – Rio Taperoá e Rio Paraíba – deságuam no açude Epitácio Pessoa, conhecido como Açude de Boqueirão, que está com apenas 5% da capacidade total de armazenamento, o que corresponde a 20.375.588 metros cúbicos de água.

Já na cidade de São José de Piranhas, no Sertão paraibano, as médias são de 123.2mm em janeiro, 98.7mm em fevereiro e 241.4mm no mês de março. Na região do Curimataú, o município de Araruna tem médias históricas de 48.8mm de chuva em janeiro, 68.1mm em fevereiro e 133.0 em março.

Outras regiões
Em Alagoa Nova, no Brejo paraibano, a média de chuvas é de 72.6mm em janeiro, 100.6mm em fevereiro e 154.4mm em março. Na capital João Pessoa as médias são de 80.1mm de chuva em janeiro, 101.1mm em fevereiro e 204.8mm em março.

G1 PB

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Saúde da PB terá repasse de R$ 33 mi para média e alta complexidade

saudeA saúde da Paraíba terá um repasse de R$ 33 milhões do governo federal para a alta e média complexidade. A verba faz parte de um crédito suplementar de R$ 1,7 bilhão para ações de assistência ambulatorial e hospitalar em todo o país. O orçamento para este ano previa déficit de dois meses no pagamento desses serviços e, com a medida, levada ao Congresso Nacional pelo Ministério da Saúde, estados e municípios vão receber integralmente os recursos para fechar o ano.

No início deste ano, o Ministério da Saúde reconhecia que as verbas destinadas ao setor eram insuficientes para o pagamento dos serviços prestados pelos estados e municípios, o que poderia resultar em dívidas com prestadores ou risco de interrupção do atendimento à população. Apesar da recomposição de R$ 7 bilhões pelo relator do orçamento no Congresso Nacional, o deputado Ricardo Barros, que hoje está à frente do Ministério, o cenário para o setor era de déficit de R$ 2 bilhões.

O pedido de crédito suplementar de R$ 1,7 bilhão foi enviado pelo Governo Federal ao Congresso Nacional em outubro deste ano com intuito de cumprir o compromisso assumido com todos estados e municípios. O recurso é para o pagamento do Teto de Alta e Média Complexidade, que inclui todo o atendimento hospitalar, como cirurgias, exames, internações e consultas com especialistas. Com aprovação pelos parlamentares na segunda-feira (19) e a publicação da lei, fica assegurado valor integral para esses serviços (12 parcelas).

“A aprovação do crédito é importante para equilibrar o orçamento da pasta e manter nosso compromisso com os estados e municípios em dia. Isso trará tranquilidade para os prestadores de serviço e garante a continuidade do atendimento da população”, destacou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

correiodaparaiba

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Chuvas ficam abaixo da média para o mês de julho, diz AESA

chuvaA Gerência de Monitoramento e Hidrometria (Gemoh) da Agência Executiva de Gestão das Águas no Estado da Paraíba (Aesa) informou que choveu pouco neste mês de julho em todo o Estado. Mesmo na região do Litoral, as chuvas ficaram abaixo da média histórica neste período em que tradicionalmente chove bastante.

“Em julho, choveu pouco em todo o estado. O período chuvoso do litoral é de abril a julho, chovendo mais em junho e julho. Mesmo assim, a média histórica de pluviometria ficou abaixo da média nesta região”, afirmou a meteorologista da Aesa, Marle Bandeira.

Chuvas acumuladas do mês – De 1º a 29 de julho, as cidades paraibanas com maior índice pluviométrico foram João Pessoa, com 1111,1mm; seguida de Cabedelo (1018,0mm) e Alhandra (1003,1mm). Os menores índices de chuva acumulada pertencem aos municípios de Alagoinha (11,8mm); Juarez Távora (10,2mm) e São José dos Ramos (10,2mm).

Fim de semana – A previsão para este fim de semana para as regiões do Agreste, Brejo e Litoral é de nebulosidade variável, com chuvas esparsas; e apenas variação de nuvens no Alto Sertão, Sertão e Cariri/Curimataú. Em todo o estádio, a amplitude térmica variará de 16ºC a 32ºC. Em cada região, os termômetros variam entre 19º e 32º no Sertão e Alto Sertão; entre 16º e 30º no Cariri/Curimataú; entre 17º e 28º no Agreste; entre 16º e 27º no Brejo; e 20º e 29º no Litoral.

Secom

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Paraíba tem a menor média salarial do Brasil em 2013, aponta IBGE

salarioA Paraíba registrou a menor média salarial do Brasil, segundo as estatísticas do Cadastro Central de Empresas (Cempre) 2013, divulgadas nesta terça-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estado teve uma média de 2,2 salários mínimos, valor abaixo da média nacional, que no ano de referência foi de 3,1. O levantamento considerou o valor médio anual do salário mínimo de R$ 678, em 2013.

De acordo com o levantamento, os maiores salários médios foram identificados no Distrito Federal (5,5 salários mínimos), Rio de Janeiro (3,7 salários mínimos), São Paulo e Amapá (3,6 salários mínimos), todos com valores iguais ou acima da média nacional.

Os dados da pesquisa mostram ainda que no ano de 2013, a Paraíba tinha 64.844 unidades de trabalho locais, que empregavam 645.948 pessoas até o dia 31 de dezembro daquele ano. No ranking do Nordeste, o estado ficou em quinto lugar, atrás da Bahia, Pernambuco, Ceará e Maranhão. Em relação ao número total de pessoas ocupadas, entre empregados e sócios ou proprietários, o estado registrou o número de 721.974 pessoas.

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Entre os postos de trabalho, a principal atividade realizada no estado é o ‘comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas’, com 31.223 empresas. Este setor da economia tinha 132.523 pessoas ocupadas, sendo 97.841 assalariados e 34.682 proprietários ou sócios no ano de referência.

Dos municípios acompanhados pela pesquisa, o que mais tem unidades locais é João Pessoa, com 19.800 unidades empregando 320.330 pessoas. A cidade de Campina Grande ficou em segundo lugar, com 8.969 unidades locais e 105.360 pessoas empregadas.

No Brasil, o Cempre mostrou que em 2013 havia 5,2 milhões de empresas e outras organizações formais ativas. Estas empresas empregavam 55,2 milhões de pessoas, sendo 47,9 milhões (86,8%) de empregados e 7,3 milhões (13,2%) de sócios ou proprietários. Em relação ao ano de 2012, o país apresentou um aumento de 3,8% (197 mil) no total de empresa. O número total de pessoas ocupadas subiu 3,3% (1,8 milhões) e o número de salário e outras remunerações apresentou alta de 6,1%.

 

Do G1 PB

Mídia internacional vê ‘classe média branca’ por trás de protestos anti-Dilma

protestoOs grandes protestos contra o governo realizados neste domingo em várias partes do Brasil ganharam destaque na imprensa estrangeira nesta segunda-feira. Muitos jornais enxergaram um “protagonismo da classe média branca” nas manifestações.
“Centenas de milhares de brasileiros predominantemente brancos e de classe média tomaram as ruas ontem” para pedir o impeachment da presidente e, alguns, um golpe militar, publicou o britânico The Guardian.
Já o espanhol El País noticiou, na capa do periódico, que “os protagonistas das marchas pertencem às classes médias mais educadas”. Foram, segundo o jornal, “médicos, professores, advogados e estudantes bem preparados e informados”.

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Na argentino Clarín, destacou-se que o deputado federal Paulinho da Força (SD-SP) foi “o único que levou grande número de manifestantes que não são nem brancos nem ricos para a manifestação”.
O diário destacou, porém, que Paulinho – líder da Força Sindical e um dos únicos a defender abertamente o impeachment da presidente- foi hostilizado por manifestantes que apenas “toleram” a camada social de trabalhadores representada por este político.
Os jornais noticiaram também a baixa popularidade da presidente e associaram o fato à crise econômica e à operação Lava Jato, entre outros.
O New York Times seguiu esta linha e destacou os desafios que o governo enfrenta com a “estagnação da economia, um escândalo de corrupção e uma revolta de algumas das figuras mais poderosas de sua coalizão”.
No domingo, diversos manifestantes protestaram com cartazes em inglês com o objetivo de obter atenção da mídia internacional. Fonte BBC Brasil

Já a revista de economia “Forbes” chamou os protestos de “festival do ódio”. “Estranhamento, não é a deterioração da economia que irrita os brasileiros. É a política. É a corrupção. Em outras palavras, a política de sempre. E, agora, os brasileiros estão abrindo as janelas dos seus apartamentos, colocando as cabeças para fora e gritando”, diz, em referência ao filme “Rede de Intrigas”, de 1976.

O jornal americano “New York Times” ressaltou que o impeachment ainda parece uma possibilidade distante, e defendeu a postura de Dilma diante dos protestos. “Em contraste com outros líderes da região que responderam à dissidência com ataques a seus críticos e uso de forças de segurança, a senhora Rousseff assumiu uma postura relativamente pouco confrontadora”, disse o “New York Times”, destacando que a presidente defendeu o direito de protestar dos brasileiros.

O jornal italiano “La Repubblica” destacou que havia manifestantes pedindo intervenção militar para “por fim ao predomínio político do partido dos trabalhadores”. O jornal argentino “Clarín” se referiu aos protestos como “uma crise vizinha”, e descreveu multidões de “dezenas de milhares” nos protestos. A publicação ressaltou que as manifestações que chegavam a pedir a saída do governo Dilma ocorreram 30 anos depois da redemocratização do país. O jornal disse ainda que alguns partidários do governo chamaram de golpistas os protestos.

blog osamigosdopresidentelula

Brasileiro inadimplente deve, em média, sete vezes a renda familiar

dividaO consumidor brasileiro inadimplente deve, em média, R$ 21.676, já incluindo as multas e taxas cobradas pelo atraso. O valor representa 768% da renda familiar mensal dos entrevistados nesta situação, que é R$ 2.822, de acordo com pesquisa encomendada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), feita em 27 capitais entre 1º e 8 de fevereiro.

O levantamento mostra que o brasileiro inadimplente está com o nome sujo há cerca de dois anos. Ele deve, em média, para 3,7 empresas, e contraiu as dívidas por meio de cartão de crédito e de lojas. O valor atual das dívidas é, em média, 70% maior que o seu valor inicial, que era R$ 12.776 (453% da renda familiar).

“Por isso, o consumidor inadimplente deve negociar e pagar o que deve o mais rápido possível para que a dívida não se transforme em uma bola de neve”, explica a economista do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

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A falta de planejamento no orçamento pessoal foi apontada por 48% dos entrevistados, entre consumidores inadimplentes e ex-inadimplentes, como a principal causa do não pagamento das contas. Somente depois aparecem perda do emprego (28%), diminuição da renda (21%) e atraso no pagamento de salário (17%).

Segundo 61% dos consumidores inadimplentes, o não pagamento da fatura do cartão de crédito foi a razão para ficarem com o nome sujo. Em seguida aparecem os atrasos nas parcelas de cartões de loja (51%), no pagamento de empréstimos (31%) e de boletos bancários (37%), além de cheques sem fundo (20%) e deixar de pagar o cheque especial (18%).

De acordo com o levantamento, a tendência do consumidor no momento de cortar gastos, para pagar as dívidas, é reduzir as despesas com roupas e calçados (39%), lazer (38%), alimentação fora de casa (34%), salão de beleza (21%) e telefonia celular (21%). O presidente do SPC Brasil, Roque Pellizaro, considera dois anos muito tempo para o brasileiro inadimplente quitar sua dívida. “Negociar a dívida rapidamente é muito mais vantajoso do que deixar os juros rolarem. A taxa média de desconto para negociação é 22% e chega a 69% para quem propõe pagamento à vista”.

Agência Brasil

Renda média domiciliar na Paraíba fica em R$ 682, uma das mais baixas do país

dinheiroA renda média domiciliar per capita na Paraíba era de R$ 682, uma das mais baixas do país, em 2014. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.

O resultado coloca a Paraíba entre os estados com a menor renda média domiciliar do país e bem abaixo do valor nacional, que é de R$ 1.052. O estado ocupa a quinta posição no Nordeste, no ranking das médias salariais mais baixas da região; no país, está em sétimo lugar.

Os maiores rendimentos nominais domiciliares estão todos nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste. Em São Paulo, que tem o maior parque industrial do país, o valor é R$ 1.432. Goiás, tem um rendimento nominal domiciliar, por pessoa, de R$ 1.031.

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O estado com menor renda média do Brasil é o Maranhão, onde o valor chega a R$ 461. Já a maior média salarial do país é do Distrito Federal, onde os rendimentos podem ser de R$ 2.055, em média, por mês.

As informações divulgadas pelo IBGE serão encaminhadas ao Tribunal de Contas da União e as estimativas de rendimento domiciliar per capita servirão de base para o rateio do Fundo de Participação dos Estados (FPE), conforme definido pela Lei Complementar 143, de julho de 2013.

A Pnad Contínua é uma pesquisa domiciliar que, a cada trimestre, levanta informações socioeconômicas em mais de 200 mil domicílios, distribuídos em cerca de 3.500 cidades. Os rendimentos domiciliares são o resultado da soma dos rendimentos, do trabalho e de outras fontes, recebidos por cada morador no mês de referência da entrevista, considerando todos os moradores do domicílio.

O rendimento domiciliar per capita é calculado com base no total dos rendimentos domiciliares e o total dos moradores, para cada unidade da Federação e o Brasil, considerando sempre os valores expandidos pelo peso anual da pesquisa.

 

Agência Brasil