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Câmara de Bananeiras aprova criação de medalhas de méritos para homenagear quem trabalham pelo bem comum

A Câmara Municipal de Bananeiras aprovou projetos e decretos legislativos durante Sessão Ordinária Remota. Com as aprovações, foram instituídas medalhas de méritos de agropecuária “Celso Dantas”, da caridade Padre Cristiano Muffler, do esporte “Vereador Cândido”, e ambiental “Cidade Sustentável”.

As medalhas buscarão engrandecer e reconhecer cidadãos, entidades e membros da sociedade que realizam atividades nas áreas citadas, uma maneira do Poder Legislativo de estar mais perto da sociedade e reconhecendo quão relevantes são os serviços prestados por nossa gente.

 

Redação FN

 

 

Brasil passa Londres 2012 em número de medalhas e fica perto de recorde

(Foto: Daniel Zappe/MPIX/CPB)
(Foto: Daniel Zappe/MPIX/CPB)

Com o bronze de Verônica Hipólito nesta quarta-feira, o Brasil chegou a 44 medalhas e superou a marca obtida na edição anterior das Paralimpíadas, realizada em Londres, em 2012. Restando quatro dias para o fim dos Jogos Paralímpicos do Rio, o país está a quatro pódios de bater o recorde de medalhas em uma mesma edição, de 47, conquistadas em Pequim 2008. Atletismo e natação seguem como os carros-chefes da equipe brasileira. Juntas, as duas modalidades somam 35 medalhas. O nadador Daniel Dias é o atleta com a maior contribuição: ao todo, já conquistou cinco medalhas, duas de ouro, duas de prata e uma de bronze. As competições terminam no próximo domingo, dia 18 de setembro.

Se for levada em consideração a classificação pelo número de ouros, no entanto, a campanha deste ano ainda é inferior à de Londres 2012. Atualmente, o Brasil possui 10 ouros, 21 pratas e 13 bronzes. Naquela ocasião, das 43 medalhas do país, 21 foram de ouro, atual recorde. Em Pequim 2008 foram 47 medalhas: 16 de ouro, 14 de prata, 17 de bronze.

Daniel Dias ouro (Foto: Reuters)Descrição da imagem: Daniel Dias exibe uma das cinco medalhas que já conquistou na Rio 2016 (Foto: Reuters)

Foi em Londres 2012 também a melhor classificação final do Brasil em uma Paralimpíada, o 7º lugar geral. Marca que pode ser batida em 2016. Apesar da menor quantidade de ouros até o momento, o país ocupa atualmente a 5ª colocação no ranking. Esta posição é justamente a meta do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), objetivo considerado ousado, mas factível. O Brasil conta na Rio 2016 com a maior delegação de sua história, 288 atletas. As quatro primeiras colocadas são as superpotências paralímpicas China, Grã-Bretanha, Ucrânia e Estados Unidos, delegações que haviam terminado à frente do Brasil em 2012. Na ocasião, o país também ficou atrás de Rússia e Austrália. Em 2016, no entanto a delegação russa foi proibida de participar da Paralímpiada em razão do escândalo de doping que também tirou diversos atletas das Olimpíadas do Rio, o que favorece a busca da meta do CPB. A Austrália, por sua vez, encontra-se em sexto lugar e é a principal ameaça à quinta colocação brasileira.
Petrucio Ferreira ouro 100m T47 paralimpíada rio 2016 atletismo (Foto: Reuters)Descrição da imagem: Petrucio Ferreira comemora ouro. Atletismo é maior fonte de medalhas para o país (Foto: Reuters)

Nos Jogos Olímpicos, disputados em agosto, a delegação brasileira também bateu o recorde de medalhas. Foram sete de ouro, seis de prata e seis de bronze, totalizando 19 pódios. A marca anterior era de 17 medalhas, em Londres 2012. A meta estabelecida pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), de terminar a Rio 2016 entre os 10 países com o maior número de medalhas, no entanto, não foi alcançada. O país terminou na 13ª colocação.

Campanha do Brasil em edições da Paralimpíada (Foto: GloboEsporte.com)
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Isaquias é bronze e se torna 5º brasileiro com 2 medalhas no mesmo Jogos

imagem: Andre Penner/AP
imagem: Andre Penner/AP

Isaquias Queiroz entrou, nesta quinta-feira, em uma lista seleta de atletas brasileiros. Em um país em que as conquistas olímpicas não são tão comuns, ele é apenas o quinto homem a conseguir subir ao pódio mais de uma vez na mesma Olimpíada.

Além deles, o também nadador Gustavo Borges (prata nos 200m livres e bronze nos 100m livre em Atlanta-1996) e os atiradores Guilherme Paraense (ouro na pistola militar de 30m e bronze por equipes na pistola livre 50m na Antuérpia-1920) e Afrânio da Costa (prata na pistola livre de 50m e bronze por equipes na mesma prova de Paraense em 1920) conseguiram o feito.

Mas Isaquias quer mais. O brasileiro voltará à Lagoa já nesta sexta-feira para disputar a eliminatória da C2 -1000m ao lado de Erlon de Souza, prova na qual a dupla é a atual campeã mundial. Se conseguir mais uma medalha, Isaquias será o primeiro atleta do país a ter três pódios na mesma edição olímpica.

Isaquias Queiroz já havia entrado para a história do esporte olímpico na última terça-feira como primeiro medalhista de canoagem do Brasil. Na ocasião, ele teve uma disputa remada a remada com o alemão Sebastian Brendel e acabou em segundo na prova que considerava ter menos chances de sair com o ouro.

Na C1-200, especificamente, Isaquias chegou à final como um dos favoritos ao marcar o melhor tempo da história da prova em Jogos Olímpicos durante as semifinais. Porém, ele mesmo disse que precisou se reinventar para disputá-la, já que a largada, um de seus pontos fracos, é fundamental no curto percurso de 200 metros comparado ao de 1000 m. Ele foi bronze no último Mundial nesta mesma categoria.

Três pulmões

Nascido na cidade baiana de Ubaitaba, Isaquias Queiroz começou na canoagem aos 11 anos, apenas um depois de perder um rim após cair da árvore. O próprio canoísta brinca com o passado e diz que no lugar do rim ganhou mais um pulmão para ajudar em seu fôlego nas competições.

Apelidado de “Três pulmões”, Isaquias teve um ciclo olímpico vitorioso e ao mesmo tempo com pequenos sustos. Ganhou dois ouros e três bronzes nos Mundiais da categoria, que poderiam ser mais se não tivesse caído da canoa nos últimos metros da categoria C1-1000m da edição de 2014. Ele liderava a prova.

Já em 2015, o susto foi fora das águas. O atleta capotou o carro quando voltava para a cidade de Ubaitaba. Saiu sem nenhum arranhão e continuou a sua preparação normalmente para fazer história no Rio de Janeiro.

Uol

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Brasil volta com 90 quilos de medalhas do Parapan e terceiro título seguido

parapan-natacaoComo esperado, a delegação brasileira conquistou o primeiro lugar geral no Parapan de Toronto, mas ainda quebrou uma série de marcas. Uma delas é ter fechado a competição com 109 ouros, número muito a frente do antigo recorde de 83 obtido no Rio em 2007.

Outro feito expressivo se refere ao total de medalhas ganhas pelos atletas durante os jogos. Foram 257, o que significa que o avião que levara os esportistas de volta para o Brasil terá 90 quilos apenas de ouro, prata e bronze – cada medalha pesa 350 gramas.

Antes de Toronto, o melhor resultado da história do Parapan era brasileiro e conquistado em 2007. No ano em que a competição foi sediada no Rio de Janeiro o país levou 228 medalhas. O desempenho no Canadá foi tão bom que o recorde foi batido ainda na sexta-feira, um dia antes das ultimas finais serem disputadas.

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Com tantos dados positivos, o Brasil conquistou o terceiro título seguido em Parapan. A modalidade que mais contribuiu para o feito foi a natação, com 104 medalhas sendo 38 de ouro. Na sequência aparece o atletismo que foi 80 vezes ao pódio e 34 no lugar mais alto. Cabe ressaltar que os dois esportes tinham os maiores números de competidores da delegação brasileira.

Midas do Parapan

Como esperado o atleta com mais medalhas de ouro foi Daniel Dias, da natação. Ele foi o primeiro lugar nas oito provas em que competiu. O resultado não surpreende porque se trata de um dos maiores nomes do esporte paraolímpico do mundo. Daniel ganhou o prêmio Laureus, considerado o Oscar do Esporte, duas vezes nos anos de 2009 e 2013.

O nadador é dono de 10 medalhas de ouro conquistadas nas Paraolímpiadas de Pequim e Londres. Pelo bom desempenho no Pan o Daniel escreveu um texto em seu site agradecendo a Deus e aos familiares.

Uol

Brasil encerra 2013 com 30 medalhas em Mundiais

Divulgação/ME
Divulgação/ME

Com a medalha de ouro da Seleção Brasileira feminina de handebol em Belgrado, na Sérvia, conquistada em 22 de dezembro, o Brasil encerrou o ano de 2013 com 30 medalhas em Campeonatos Mundiais ou competições equivalentes.

Desse total,  27 pódios foram obtidos em provas que fazem parte do programa olímpico e que as 30 medalhas não levam em conta o desempenho do País em competições como o vôlei, a Liga Mundial ou o Grand Prix, de altíssima relevância para a modalidade, mas que não têm o status de um Campeonato Mundial.

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Só nas provas olímpicas, os atletas conquistaram ouros, dez pratas e nove bronzes. Com isso, a temporada termina com o melhor ano pós-olímpico do País em todos os tempos. Para se ter uma ideia de como o 2013 foi vitorioso no cenário internacional, antes desta temporada o melhor ano tinha sido em 2005 (após os Jogos de Atenas-2004), quando o número de medalhas em Mundiais ou equivalentes não passou de 11.

A conquista do time do técnico Morten Soubak na Sérvia foi ainda mais contundente devido à forma como o troféu de campeão do mundo foi conquistado. O Brasil terminou a competição invicto, tendo vencido todas as nove partidas, e ainda voltou para casa com dois prêmios individuais importantíssimos: a armadora Duda foi eleita a MVP (jogadora mais importante do torneio) e Babi fechou o torneio como a melhor goleira do mundo.

O sucesso da Seleção Brasileira feminina de Handebol é fruto de muito esforço e dedicação por parte das atletas e de toda a comissão técnica. Mas também só foi possível devido ao investimento que o governo federal está fazendo na modalidade (e em outros esportes).

Desde a preparação para os Jogos Olímpicos de Londres-2012, a Seleção feminina de handebol já contou com R$ 5,4 milhões em recursos. Especificamente para os Jogos do Rio 2016, as Seleções feminina e masculina terão R$ 3 milhões do Ministério do Esporte, além das verbas das empresas estatais: R$ 4,4 milhões do Banco do Brasil e R$ 2 milhões dos Correios, totalizando R$ 9,4 milhões.

Em 2009, o Brasil fechou o ano com nove medalhas em Mundiais ou competições equivalentes. Mas a conquista do direito de sediar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 pelo Rio de Janeiro elevou o esporte brasileiro a um novo patamar e possibilitou a entrada de novos recursos nas modalidades por parte do governo federal, segundo Ricardo Leyser, secretário nacional de Alto Rendimento do Ministério do Esporte.

Esses recursos vêm sendo repassados não apenas para o esporte de alta performance — como a Bolsa Pódio —, mas também para obras e descoberta/manutenção de talentos, de forma que os Jogos Olímpicos de 2016 deixem um grande legado para o Brasil em todos os sentidos.

Um exemplo são os 285 Centros de Iniciação ao Esporte que serão construídos por todo o País em 2014, dentro do PAC 2, e os investimentos voltados par a Liga de Desenvolvimento de Basquete, que nesta edição teve 20 times, de 11 estados e mais o Distrito Federal. A perspectiva da Liga e da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) é a de que, quando for criada a segunda divisão do Novo Basquete Brasil (NBB), o principal torneio disputado País, o número de equipes chegue próximo a 80 em todos os campeonatos em disputa no Brasil.

Antes do ouro no Mundial Feminino de Handebol 2013, a modalidade já havia recebido R$ 5,9 milhões do Ministério do Esporte para realizar o Campeonato Mundial Feminino 2011, em São Paulo, quando o Brasil chegou ao então inédito quinto lugar e deu início à trajetória que levaria as meninas do País ao sexto lugar nos Jogos de Londres-2012 e, finalmente, ao troféu na Sérvia neste ano.

Por meio de dois convênios firmados em 2011 (em um total de R$ 4 milhões), a Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) teve recursos para estruturar as seleções adultas, feminina e masculina, visando as temporadas seguintes.

Há, ainda, recursos que valem para o handebol, de um convênio do Ministério do Esporte de R$ 2 milhões para estruturação da modalidade no Complexo Esportivo Bernardo Werner, de Blumenau (mesmo local onde também por meio de convênio o Sesi-SC aportará R$ 5,2 milhões para apoiar o handebol, o atletismo e o rúgbi). Também foi feita uma parceria do governo federal com São Bernardo do Campo, em São Paulo, que finaliza o Centro de Desenvolvimento do Handebol Brasileiro. Nesse caso, são R$ 12 milhões repassados à prefeitura, que entrou com investimento de R$ 1 milhão.

Avanço das modalidades

O sucesso do handebol fecha de forma espetacular uma temporada brilhante dos atletas do Brasil em 2013. Ídolos como o ginasta Arthur Zanetti e o nadador Cesar Cielo, ambos campeões olímpicos, ampliaram suas conquistas nesta temporada. Zanetti, agora, é também mundial. E Cielo, além das medalhas olímpicas e recordes mundiais nas provas de velocidade, agora é tricampeão mundial dos 50m livre e bicampeão mundial nos 50m borboleta.

No mar, o velejador bicampeão olímpico Robert Scheidt, aos 40 anos, surpreendeu a ele mesmo com o ouro do Mundial de Laser depois de ficar afastado da classe desde 2005, quando optou por competir na classe Star.

De todos os atletas que se destacaram no ano, a maioria quase absoluta faz parte do programa Bolsa-Atleta e vários deles já subiram para a Bolsa Pódio, parte do Plano Brasil Medalhas, implantado pelo Ministério do Esporte visando ao ciclo olímpico 2013-2016.

Evolução no individual e no coletivo

Vários dos atletas que tiveram sucesso em 2013 são jovens promessas, como Sarah Nikitin (oitavo lugar no Mundial de Tiro com Arco) e Fernando Reis (sétimo na categoria +105 kg do Mundial de Levantamento de Peso), que conseguiram as melhores colocações para o Brasil até hoje na história de seus esportes.

No Mundial de Canoagem de Velocidade, Isaquías Queiroz foi bronze na C1 1000 m (prova olímpica) e levou o ouro na C1 500 m (não-olímpica). Nos Mundiais de Canoagem de Slalom, Ana Sátila, aos 17 anos, foi bronze no Mundial Júnior e 12º no Mundial Adulto. O boxeador Róbson Conceição subiu das oitavas de final para a prata da categoria 60 kg no Campeonato Mundial deste ano. Além dele, Guilherme Dias também subiu ao pódio, com o bronze na categoria 58 kg do Mundial de Taekwondo.

São vários os exemplos de bons resultados em 2013. Mas o desempenho das mulheres no judô merece destaque, uma vez que nossas atletas arrasaram no Mundial, disputado no Rio de Janeiro, com cinco medalhas em categorias olímpicas, entre elas o ouro inédito de Rafaela Silva nos 57 kg. No masculino, a única medalha foi de Rafael Silva, prata na categoria +100 kg.

O Brasil também brilhou nas maratonas aquáticas, com três medalhas (ouro, prata e bronze) de Poliana Okimoto e duas (prata e bronze) de Ana Marcela Cunha no Mundial de Desportos Aquáticos de Barcelona. Isso sem contar, na mesma modalidade, o crescimento da categoria entre os homens, com Samuel de Bona tendo chegado à primeira medalha de ouro masculina para o Brasil em etapas de Copa do Mundo.

No pentatlo moderno, a medalhista de bronze nos Jogos de Londres-2012 Yane Marques conquistou uma inédita medalha de prata para o Brasil em Campeonatos Mundiais. Na Vela, além do sucesso de Robert Scheidt, as jovens Martine Grael e Kahena Kunze, ambas com 22 anos, foram prata no Mundial de 49erSX e fecharam o ano no topo do ranking mundial. Ainda na vela, Jorginho Zarif, de 21 anos, fez história ao conquistar os títulos de campeão mundial júnior e adulto na classe Finn, proeza que fez dele o vencedor do Prêmio Brasil Olímpico 2013, promovido pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB).

No atletismo, Mauro Vinícius “Duda” da Silva foi quinto no salto em distância no Mundial, enquanto Carlos Chinin chegou em sexto no decatlo. No salto com vara, Augusto Dutra, de 23 anos, e Thiago Braz, 20, mantiveram um duelo brasileiro, com ambos melhorando suas marcas. No hipismo, o Brasil também conseguiu resultados sensacionais com suas equipes de base no salto, em um ano sem Mundial Adulto.

Nos esportes coletivos, as garotas da Seleção de vôlei foram campeãs do Grand Prix pela nona vez, enquanto, no masculino, o Brasil ficou com a prata na Liga Mundial. No basquete feminino, a Seleção garantiu vaga para o Mundial de 2014 ao conquistar a medalha de bronze na Copa América.

O sucesso dos atletas do Brasil em 2013 mostra que o País está no rumo certo para que a delegação nacional chegue bem preparada para os Jogos de 2016. O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) tem um estudo que, para que um país termine os Jogos Olímpicos de 2016 entre os dez melhores do quadro de medalhas, é necessário que ele conquiste entre 23 e 30 medalhas na competição. Nesse sentido, as 27 medalhas conquistadas em Mundiais em provas olímpicas neste ano são um ótimo parâmetro.

Medalhas do Brasil em Campeonatos Mundiais em 2013

Retrospecto (30 medalhas – 9 ouros, 10 pratas, 11 bronzes)

Handebol

Campeonato Mundial Feminino da Sérvia

Disputado entre 6 e 22 de dezembro

Ouro – Seleção Brasileira (modalidade olímpica)

Desportos aquáticos

Campeonato Mundial de Barcelona

Disputado entre 19 de julho e 4 de agosto

Natação

Ouro – Cesar Cielo – 50m borboleta (prova não olímpica)

Ouro – Cesar Cielo – 50m livre (prova olímpica)

Bronze – Felipe Lima – 100m peito (prova olímpica)

Bronze – Thiago Pereira – 200m medley (prova olímpica)

Bronze – Thiago Pereira – 400m medley (prova olímpica)

Maratona aquática

Ouro – Poliana Okimoto – 10km (prova olímpica)

Prata – Poliana Okimoto – 5km (prova não olímpica)

Prata – Ana Marcela Cunha – 10km (prova olímpica)

Bronze – Ana Marcela Cunha – 5km (prova não olímpica)

Bronze – Allan do Carmo, Poliana Okimoto, Samuel de Bona – Revezamento 5 km (prova não olímpica)

Ginástica Artística

Campeonato Mundial da  Antuépia (Bélgica)

Disputado entre 30 de setembro a 6 de outubro

Ouro – Arthur Zanetti – argolas (prova olímpica)

Boxe

Campeonato Mundial de Almaty (Cazaquistão)

Disputado entre 4 e 20 de outubro

Bronze – Éverton Lopes – 64kg  (prova olímpica)

Prata – Róbson Conceição – 60kg  (prova olímpica)

Canoagem velocidade

Campeonato Mundial de Duisburg (Alemanha)

Disputado entre 27 de agosto e 1º de setembro

Ouro – Isaquías Queiroz no C1 masculino 500m (prova não olímpica)

Bronze – Isaquías Queiroz no C1 masculino 1000m (prova olímpica)

Judô

Campeonato Mundial do Rio de Janeiro (Brasil)

Disputado entre 26 de agosto a 1º de setembro

Feminino

Ouro – Rafaela Silva, até 57kg (prova olímpica)

Prata – Érika Miranda, até 52kg (prova olímpica)

Prata – Maria Suelen Altheman, mais de 78kg (prova olímpica)

Prata – por equipes (não-olímpica)

Bronze – Mayra Aguiar, até 78kg (prova olímpica)

Bronze – Sarah Menezes, até 48kg (prova olímpica)

Masculino

Prata – Rafael Silva, mais de 100kg (prova olímpica)

Pentatlo moderno

Campeonato Mundial de Kaohsiung (Taiwan)

Disputado entre 15 e 21 de agosto

Prata – Yane Marques (prova olímpica)

Vela

Campeonato Mundial da Classe Finn de Talinn (Estônia)

Disputado entre 23 a 31 de agosto

Ouro – Jorge João Zarif 2013 (prova olímpica)

Campeonato Mundial da Classe 49er.FX de Marseille (França)

Disputado entre 21 e 29 de setembro

Prata – Martine Grael/Kahena Kunze (prova olímpica)

Campeonato Mundial da Classe Laser

Disputado entre 17 e 23 de novembro

Ouro – Robert Scheidt (prova olímpica)

Vôlei de praia

Campeonato Mundial de Stare Jablonki (Polônia)

Disputado entre 1 e 7 de julho

Prata – Ricardo/Álvaro Filho (prova olímpica)

Bronze – Lili/Bárbara Seixas (prova olímpica)

Taekwondo 

Campeonato Mundial de Puebla (México)

Disputado entre 15 e 21 de julho

Bronze – Guilherme Dias – 58kg – (prova olímpica)

Fonte:
Ministério do Esporte

Baby conquista bronze e Brasil quebra recorde de medalhas no judô

Foram sete dias e 14 judocas em busca de quatro medalhas, número mágico estipulado pela Confederação Brasileira de Judô (CBJ) antes das Olimpíadas de Londres 2012. Quatro medalhas seriam suficientes para superar o recorde anterior da modalidade numa edição de Jogos. Como o coordenador-técnico Ney Wilson gosta de dizer, havia bastante “munição” para atingir o alvo. Pois foram necessárias todas para isso. A meta enfim foi cumprida nesta sexta-feira, na última categoria disputada, quando Rafael Silva, o “Baby” conquistou o bronze entre os pesos-pesados (acima de 100kg).

Rafael Silva comemora bronze no judô (Foto: AFP)Rafael Silva comemora ao ser anunciado vencedor: bronze inédito na categoria peso-pesado (Foto: AFP)

O sul-mato-grossense Baby venceu Kim Sung-Min, da Coreia do Sul, para assegurar a medalha histórica, a primeira do país em sua categoria. O feito veio com doses extras de tensão: Rafael Silva foi ao golden score (três minutos de morte súbita) em suas quatro últimas lutas; na que valeu o bronze, venceu por yuko, pontuação mínima do judô, graças ao acúmulo de shidos (advertências) contra seu adversário.

– Estou muito feliz, queria representar bem o Brasil. É muito gratificante. O Brasil inteiro está olhando para mim – disse o judoca, em entrevista ao SporTV.

A luta começou estudada, com ambos os judocas trocando toques embaixo sem arriscar entradas por mais de um minuto. Kim tentou a primeira queda, com um seoi nage, mas nem tirou o brasileiro do chão. Baby girava, tentava um toque aqui, outro ali, para desestabilizar o sul-coreano. O o-soto-gari, eficaz nas primeiras lutas do dia, foi bem defendido pelo adversário. O tempo passava e nenhum dos dois pontuava, nem levava punições. O primeiro shido, para ambos, veio apenas com 1m35s restando.

Kim passou a ser mais ativo, tentando provar aos árbitros que estava tentando. O o-soto-gari de Baby foi novamente bloqueado. Na tentativa de um contragolpe, o sul-coreano desequilibrou o brasileiro, que girou para não cair. Em seguida, os papéis se inverteram: Rafael derrubou e Kim girou, como um gato. Mais alguns segundos de tentativas frustradas, e Baby voltou ao golden score, pela quarta luta consecutiva.

Mais do mesmo. O brasileiro quase encaixou um o-soto-gari a 2m30s do fim, mas Kim se defendeu novamente. Outra tentativa falhou por pouco em seguida. O sul-coreano não queria luta. O árbitro central interrompeu com 1m47s para o fim, chamou os auxiliares e pediu para os judocas ajeitarem seus quimonos. Era o sinal de que viria a punição. Após segundos de tensão, a confirmação: shido para Kim, somando um yuko para Baby e garantindo o bronze.

Com quatro medalhas, a seleção brasileira de 2012 superou os desempenhos de Los Angeles 1984 (uma prata e dois bronzes) e Pequim 2008 (três bronzes) para se tornar a mais vitoriosa em Olimpíadas. Além de Baby, Felipe Kitadai (peso-ligeiro, até 60kg) e Mayra Aguiar (peso-meio-pesado, até 78kg) levaram bronzes, e Sarah Menezes (peso-ligeiro, até 48kg) conquistou o único ouro da campanha.

Globoesporte.com

Para-atletas paraibanos ganham 10 medalhas no Circuito Brasil Paraolímpico

Os para-atletas paraibanos fizeram bonito e conseguiram 10 medalhas, sendo seis de ouro, três de prata e uma de bronze, na etapa norte-nordeste Circuito Loterias Caixa Brasil Paraolímpico, realizada de 27 a 29 deste mês, em Natal (RN). Um dos destaques da delegação paraibana foi José Wellington, vencedor de duas medalhas de ouro e uma de prata. Ele foi primeiro nos 200 e 400 metros rasos e ainda conseguiu o segundo lugar nos 100 metros.

Outro paraibano que brilhou na competição foi João Luis com o ouro no arremesso de disco e de peso pela classe F-46. Já pela classe F-56, Gilvandro Dumont ficou com a primeira colocação nos arremessos de disco e de dardo e ainda  levou o bronze no de peso. As outras medalhas conquistadas foram de prata. Uma por Márcio Rodrigues, no arremesso de peso e a outra por Ailton Andrade, na modalidade de halterofilismo. Com os resultados, José Wellington, João Luis, Márcio Rodrigues e Ailton Andrade conseguiram o índice para as disputas da etapa nacional, que será realizada no mês de junho, em São Paulo.

José Marco, titular da Secretaria de Estado da Juventude, Esporte e Lazer (Sejel), disse que os para-atletas mais uma vez brilharam em nível nacional e ratificou o apoio do Governo em mais uma competição disputada. “A ajuda e colaboração do Governo do Estado aos para-atletas paraibanos continua e vem mostrando resultados positivos. Em 2011, fizeram sucesso no evento do Comitê Paraolímpico Brasileiro e agora, pelo Circuito Caixa, mais medalhas na cidade de Natal. A Paraíba é uma prova de brilho no para-desporto a nível nacional”, observou José Marco.

Já o técnico Jailton Lucas, que agradeceu o apoio do Governo do Estado, parabenizou toda a delegação e confirmou a preparação intensiva para a etapa nacional, que vai acontecer no meio do ano, em São Paulo. “Já que classificamos quatro para-atletas para a etapa nacional, precisamos intensificar a preparação no intuito de trazer mais medalhas. Quero agradecer o apoio do Governo por meio da Sejel, que nos deu apoio para participar da etapa regional de Natal”, frisou o treinador.

Portalmídia