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CEF reduz limite máximo para parcelar imóveis usados

casa-propriaA Caixa Econômica Federal baixou o limite máximo para parcelamento da casa própria para imóveis usados. As mudanças passam a valer no dia 4 de maio.

Para o Sistema Financeiro de Habitação (imóveis de até R$ 750 mil nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal; nos demais Estados, o valor é de R$ 650 mil), será permitido parcelar até 50% do valor do imóvel. No momento, é permitido financiar até 80%.

Para o Sistema Financeiro Imobiliário (que rege as operações não contempladas no SFH e é voltado, principalmente, para grandes investidores institucionais), o limite máximo de parcelamento vai cair dos atuais 70% para 40%. O restante do valor do imóvel deverá ser pago à vista.

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A Caixa afirma que as mudanças não valem para imóveis novos, nem para os financiamentos usando recursos do FGTS ou do programa Minha Casa, Minha Vida.

A empresa informou, ainda, que o foco do banco neste ano será o financiamento de imóveis novos, com destaque para a habitação popular.

Queda na poupança

Os depósitos em poupança têm caído ao longo deste ano e batido recordes negativos. A diferença entre o que entrou na poupança e o que foi sacado está negativa em R$ 23,2 bilhões até março,  no pior primeiro trimestre desde 1995.

Os bancos usam o dinheiro da poupança para financiar as operações imobiliárias. Assim, a Caixa está enfrentando um cenário difícil, com menos recursos para emprestar nesta modalidade de crédito.

Uol

Risco de faltar energia no país atinge 5%, máximo tolerado pelo governo

apagao-sul-e-sudesteO risco de faltar energia no país em 2015 atingiu 5%, o nível máximo tolerado pelo governo, informou nesta quarta-feira (5) o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE). Por conta disso, o colegiado voltou a admitir que “ações conjunturais específicas podem ser necessárias” para garantir o atendimento da demanda por eletricidade, mas não explica quais.

O risco de 5% de déficit de energia no próximo ano é para as regiões Sudeste e Centro-Oeste, responsáveis por 70% da capacidade de geração de energia do país, e onde os reservatórios de hidrelétricas sofrem com a falta de chuvas – na terça-feira (4), o nível médio de armazenamento de água era de 18,3 %, índice mais baixo que o registrado nessa mesma época em 2001, quando o país passava por racionamento.

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Essa é a primeira reunião do CMSE após as eleições. No encontro passado, realizado no início de outubro, a previsão era de que o risco de faltar energia no Sudeste e Centro-Oeste em 2015 era de 4,7%.

Na região Nordeste, onde os reservatórios também sofrem com a estiagem, o risco de faltar energia em 2015 é hoje de 0,7%, de acordo com o CMSE. Para 2014, o atendimento da demanda está garantido em todo o país.

O CMSE informou ainda que em outubro choveu abaixo do normal no Sudeste e Centro-Oeste (64% da média histórica) e no Nordeste (36% da média histórica), o que contribuiu para o agravamento da situação dos reservatórios nessas regiões.

Apesar disso, o comitê afirma que “o sistema elétrico brasileiro apresenta-se estruturalmente equilibrado, devido à capacidade de geração e transmissão instaladas no país, que continua sendo ampliada com a entrada em operação de usinas, linhas e subestações.”

O CMSE vem monitorando a situação do sistema elétrico brasileiro por conta da queda no volume de água armazenado pelos reservatórios das principais hidrelétricas. Para poupar água, o país aumentou a produção de energia pelas termelétricas – usinas movidas a combustíveis como gás e óleo, e que geram energia mais cara e encarecem as contas de luz.

No início de 2014, houve temor de que o país pudesse passar por um novo racionamento, como o que ocorreu em 2001. O governo, porém, vem negando o risco de faltar energia para atender à demanda.

G1