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Mulher que teria sido internada por erro médico morre em maternidade de João Pessoa

Na noite dessa quarta-feira (25) a mulher, de 28 anos, que estava internada na Maternidade Cândida Vargas após um suposto erro médico durante um parto cesariano apontado pelos familiares, veio a óbito.

Segundo informações da direção do hospital, Kellyane sofreu uma parada cardiorrespiratória. Ela já havia tido morte cerebral no último dia 19.

De acordo com a família, materiais cirúrgicos teriam sido esquecidos dentro da mulher após a realização de um parto cesariano na unidade de saúde no mês de setembro.

Ao retornar ao hospital após o parto, uma bactéria foi detectada no corpo da paciente. Após sete dias de internação para tratar a bactéria, uma ultrassom foi realizada em Kellyane, que passou por três cirurgias devido a perfurações no intestino grosso e delgado.

Após a confirmação do óbito, nesta quinta-feira (26), a Secretaria Municipal de Saúde informou que os familiares estão recebendo todo o acompanhamento necessário por parte da equipe multiprofissional e, da direção do Instituto Cândida Vargas (ICV).

PB Agora

 

Paulo Nunes é empossado após licença maternidade da vereadora Regislaine em Solânea

O vereador Paulo Nunes assumiu na última terça-feira a cadeira na Casa Antônio Melo, após licença maternidade da vereadora Regislaine, na suplência durante as últimas eleições, Paulo Nunes que já foi vereador durante um mandato em Solânea está de volta pelo período de 6 meses até o retorno da vereadora.

“Fico feliz por poder voltar a está casa como vereador e representar aqueles que sempre acreditaram em nosso trabalho, espero corresponder com dedicação e trabalho, mesmo num período curto”, destacou o vereador Paulo Nunes.

Os demais parlamentares elogiaram o novo membro da Câmara Municipal. Já o presidente da Casa vereador Flávio Evaristo deu as boas-vindas ao parlamentar. “Todos nós já conhecemos o trabalho do vereador Paulo Nunes, quero dizer a ele que é sempre bem-vindo a esta Casa e tenho certeza que o mesmo vem contribuir ainda mais com esse parlamento, como também aproveito para desejar a vereadora Regislaine que tudo ocorra da melhor forma possível durante o final de sua gestação e a sim que retornar a esta Casa também será mais uma vez bem vida”, comentou o presidente Flávio Evaristo.

 

Ascom-CMS

 

 

Chió reivindica implantação de maternidade e reformas nos hospitais de Serraria e Solânea

Em audiência com o secretário de Saúde do Estado, Dr. Geraldo Medeiros, na tarde da terça-feira, 01 de Outubro, o deputado estadual Chió (REDE) reivindicou atenção do Governo do Estado para melhorias em saúde de alta complexidade, nas regiões do Brejo, Curimataú e Borborema.  

O parlamentar relatou a difícil situação de famílias, em uma região com mais de 400 mil pessoas, que não possuem cobertura de uma maternidade.

“Na Paraíba há uma região descoberta de serviços públicos obstétricos de alta complexidade. Falta uma maternidade para atender as mães de toda uma região compreendida entre as cidades de Esperança, Areial, Remígio, Areia, Algodão de Jandaíra, Arara, São Sebastião de Lagoa de Roça e muitas outras. São mães que precisam não só de atendimento, mas, de todo um acolhimento e humanização na hora mais importante de suas vidas”, defendeu Chió.

O parlamentar informou que segundo o secretário de Saúde do Estado, Dr. Geraldo Medeiros, já existem estudos técnicos para implantação da maternidade e para que as reformas dos hospitais Solânea e Serraria, de fato aconteçam. “O nosso trabalho é para que esses dois hospitais sejam contempladas o mais rápido possível, com essas necessárias reformas”, enfatizou Chió.

Fonte: Ascom Deputado Estadual Chió (REDE)

 

 

Bebê abandonada em maternidade foi adotada por casal de Guarabira

Um casal da cidade de Guarabira adotou a recém-nascida abandonada pela mãe depois do parto no Hospital Regional de Guarabira. A menina foi adota há pouco mais de 30 dias, respeitando-se a fila da adoção, de acordo com a Vara da Infância e Juventude da Comarca de Guarabira.

Uma jovem, identificada por Juliana Fernandes da Paz, de 23 anos, moradora da cidade de Araçagi, ganhou neném em parto normal no dia 7 de maio passado, no Hospital Regional de Guarabira, e fugiu dois dias depois pela janela do banheiro da enfermaria.

Uma funcionária da limpeza contou que teve de pedir ajuda para arrombar a porta, que foi fechada pela mãe. Ela teria usado um balde grande, cheio de roupas, para escalar a parede até chegar à janela, por onde conseguiu fugir.

A direção da unidade hospitalar acionou o Conselho Tutelar para que fossem adotadas as medidas. A criança permaneceu no hospital sob os cuidados da equipe de enfermagem e pediatria até ser transferida para uma casa de acolhimento da cidade (Comunidade Talita), onde ficou até que a Justiça definisse seu destino.

Preenchidos os critérios para adoção definidos em lei, o juízo sacramentou a adoção para o casal, que não teve a identidade nem endereço revelados, para garantir o sigilo e a segurança do casal e da criança.

Quando o caso foi levado a conhecimento público e amplamente divulgado pela imprensa, muitos foram os casais que apresentaram para adotar a criança, mas somente os que já estavam na fila de espera é que tiveram as condições avaliadas pela Justiça.

Quem pode adotar e como?

Qualquer pessoa maior de 18 anos, independente do estado civil, credo religioso, orientação sexual ou aspectos econômicos pode adotar. No entanto, o pretendente deve ser, pelo menos, 16 anos mais velho que o adotando e estar disposto a oferecer um ambiente familiar adequado para o desenvolvimento da criança ou adolescente.

Uma das modalidades legalizadas de adoção ocorre por meio do Cadastro Nacional de Adoção (CNA), quando uma equipe da Vara da Infância e Juventude cruza as informações no sistema e encaminha a criança ou adolescente para a pessoa ou casal que se encontra na fila de pretendentes.

Já nos casos em que um dos cônjuges ou companheiro decide adotar o filho do outro, acontece a chamada adoção unilateral, na qual mantém-se a relação de filiação do adotado com o pai ou a mãe, incluindo, apenas, a nova relação de parentesco.

Além disso, em algumas situações, também é permitido que a mãe biológica entregue diretamente seu filho a alguém. As situações específicas envolvem adoção unilateral; adoção em família, desde que haja afetividade ou afinidade; ou casos em que o adotante for tutor ou guardião legal de criança maior de três anos de idade.

 

portal25horas

 

 

Mulher descobre gravidez de gêmeos na hora do parto em Maternidade de Mamanguape

Um fato inusitado no Hospital Geral de Mamanguape, localizado no Litoral Norte da Paraíba, aconteceu na semana passada, mas só foi divulgado nesta segunda-feira (1). A dona de casa Ana Daniele de Souza, 31 anos, deu entrada na maternidade da unidade saúde na manhã da quinta-feira (27) já em trabalho de parto e, logo após o nascimento da criança, uma menina a quem os pais chamaram de Rebeca, o pequeno Isaac veio ao mundo, surpreendendo a todos, pois a família não fazia ideia de que se tratava de uma gestação gemelar. As crianças nasceram de parto normal, e devem receber alta nos próximos dias.

Como a família não sabia da existência do outro bebê, assim que nasceu, Isaac foi inserido na lista de beneficiados do projeto de humanização Beija-Flor, desenvolvido na unidade hospitalar. Assim, alguns minutos depois, foi providenciado um kit com o material que o pequeno necessitava neste primeiro momento.

Ainda surpresa com a novidade, a mãe Ana Daniele, moradora da Baía da Traição, conta que está bastante feliz por saber que os filhos mais novos estão bem. “Vim para Mamanguape acreditando que teria o quinto filho, uma menina. Foi um susto para mim e para meu marido saber que levaríamos mais uma criança para casa. Os médicos e enfermeiros estão nos ajudando, inclusive com doações para o nosso pequeno, pois só tínhamos roupinhas e enxoval para uma criança, mas, apesar da surpresa, somos gratos por esse presente”, contou a mãe dos gêmeos.

 

clickpb

 

 

 

Maternidade nas redes sociais: conteúdos podem gerar comparação e frustração

Em tempos de redes sociais, compartilhar parte da rotina virou algo normal para muitos e até profissão para alguns, que passam a ser reconhecidos como influenciadores. Na infinita gama de assuntos apresentados nas plataformas está a maternidade dita como real. De acordo com a psicóloga do Hospital Edmundo Vasconcelos, Marina Arnoni Balieiro, esta exposição nem sempre é benéfica a quem assiste ao conteúdo.

A especialista explica que apesar de apresentarem a temática como uma realidade, há uma escolha no que compartilhar, e neste recorte, é possível que frustrações sejam despertadas nas mães que assistem a esses conteúdos. “É muito difícil basear sua realidade nas redes sociais. Nestes espaços são compartilhados o que priorizam como importante, e por isso, gera uma comparação entre as mães que consomem esse conteúdo, entendendo que a sua vida é pior”, complementa.

Neste cenário, a diferença de educação e possíveis falhas não devem ser vistas como pontos negativos. Marina ressalta que a relação entre pais e filhos não tem uma fórmula e depende da personalidade e estrutura familiar. “Cada um vai ter uma forma de lidar com os filhos, e nesta relação, assim como qualquer outra, a falha é inerente, e isso não torna a maternidade pior, ou melhor”, reforça.

Assim como a falha, a ausência é outro assunto tratado nas redes, mas que não é totalmente prejudicial no processo de educação. Neste quesito, a psicóloga esclarece que às vezes é na falta que é possível ensinar e aprender. A partir disso a criança é estimulada a ter independência e compreender o espaço dos pais.

“Claro que quando ainda são pequenos dependem mais dos adultos, mas ensinar sobre essa ausência ajuda na rotina pessoal, e compreender que ter tempo pra si é indispensável para a saúde e para a relação com os filhos, pois é possível aproveitar o tempo juntos com mais entrega”, conclui.

HOSPITAL EDMUNDO VASCONCELOS

Localizado ao lado do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o Hospital Edmundo Vasconcelos atua em mais de 50 especialidades e conta com cerca de 1.000 médicos. Realiza aproximadamente 12 mil procedimentos cirúrgicos, 13 mil internações, 230 mil consultas ambulatoriais, 145 mil atendimentos de Pronto-Socorro e 1,45 milhão de exames por ano. Dentre os selos e certificações obtidos pela instituição, destaca-se a Acreditação Hospitalar Nível 3 – Excelência em Gestão, concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e o primeiro lugar no Prêmio Melhores Empresas para Trabalhar na categoria Saúde – Hospitais, conquistado por dois anos consecutivos, 2017 e 2018.

 

 

PEC que amplia licença-maternidade é aprovada

O Conselho de Constituição e Justiça aprovou, nesta terça- feira(15), a admissibilidade da proposta do deputado federal Efraim Filho(DEM) que amplia a licença-maternidade para gestante ou mãe adotiva de mais de uma criança.

De acordo com o texto, a atual licença de 120 dias terá um acréscimo de 30 dias a partir do nascimento ou adoção do segundo filho. A medida beneficia, por exemplo, as mães de gêmeos, trigêmeos e múltiplos.

Na avaliação do parlamentar, a ausência desta previsão legal prejudica a qualidade de vida da mãe e dos filhos, sobretudo nos casos em que a criança necessita de cuidados especiais.

“Em 55,5% das gestações de múltiplos, os bebês nascem antes de 36 semanas de gestação. Com isso, aumenta-se o risco de terem pulmões subdesenvolvidos e maior risco de problemas no desenvolvimento cerebral e neurológico”, explicou.

Segundo o deputado, a PEC foi inspirada na proposta apresentada pela estudante Cinthya Pâmella Casado Paulo, que,na época, representava a Escola Professor Lordão (PB), durante o Programa Parlamento Jovem Brasileiro, em 2015. Atualmente,ela faz o curso de Direito, em João Pessoa.

Com a aprovação pela admissibilidade na CCJ,  será criada uma comissão especial para apreciação e aprovada em comissão. Ela será votada em dois turnos pelo Plenário.

MaisPB

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Mulheres são presas na maternidade Frei Damião acusadas de tentar roubar bebê

maternidade-frei-damiaoDuas mulheres foram detidas na manhã desta terça-feira (15) na maternidade Frei Damião acusadas de tentar roubar um bebê. À polícia, uma delas contou que a outra não podia ter filhos e que elas teriam ido procurar uma mãe para doar a criança.

Uma das mulheres, Lidiane Nascimento, afirmou que conheceu a outra, Damiana Vilma de Sousa Andrade, na tarde de ontem quando ela pediu ajuda para adotar uma criança, pois não podia ter filhos e resolveu ajudar.

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Na versão das acusadas, elas teriam ido até a maternidade a Lidiane afirmou ter conversado com a assistente social para consultar as mães e ver se alguma queria doar a criança, porém a polícia contesta esta versão afirmando que a conversa com a assistente social foi na verdade uma distração para que a outra mulher pudesse entrar na área que estavam as crianças e sequestrar uma delas.

A outra mulher teria oferecido R$ 50 para uma funcionária do hospital ceder uma bata para que ela pudesse entrar sem ser percebida.

Funcionários do hospital perceberam a movimentação suspeita e a direção acionou a polícia. A polícia foi até a casa de Lidiane buscar os documentos dela para então ir até uma delegacia especializada.

A direção do hospital e a Secretaria de Saúde não quiseram se pronunciar sobre o fato.

Marília Domingues / Daniel Lustosa

Maternidade muda o cérebro das mulheres para sempre, diz estudo

gravidezTer filhos muda o cérebro da mulher e sua resposta aos hormônios para sempre. Esse é o principal resultado de um estudo coordenado pela pesquisadora Liisa Galea, da Universidade de British Columbia, no Canadá.

O trabalho, apresentado no Annual Canadian Neuroscience Meeting, descobriu que o grande aumento na quantidade de estrógenos – hormônios sexuais femininos – durante a gravidez pode influenciar no desenvolvimento de áreas importantes do sistema nervoso central. Além disso, ele ajudou a esclarecer se a terapia de reposição hormonal feita na menopausa aumenta, ou não, o risco de Alzheimer.

No estudo, foi analisado o comportamento em ratas de dois tipos de estrógenos usados nesses tratamentos, o estradiol e a estrona, levando em consideração a idade dos animais e se eles já tinham procriado.

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Segundo os cientistas, durante a gravidez, ambos podem alterar a “neuroplasticidade” ou gerar um super crescimento das células nervosas no hipocampo, área do cérebro responsável pela memória.

Uma das descobertas da pesquisa foi que o estradiol aumentou a produção de novas células e a chance de elas sobreviverem por mais tempo. Isso permitiu uma melhora na memória das ratas, que conseguiram se lembrar mais rapidamente de como sair de um labirinto.

Com os roedores que receberam a estrona, componente mais comum nas terapias de reposição, o mesmo só aconteceu com aqueles que ainda não tinham tido filhotes. O hormônio, quando injetado nas ratas que já haviam procriado, prejudicou a sua habilidade de aprender e memorizar.

IG

Maternidade fecha na cidade de Esperança/PB e a população vai às ruas protestar

protestoA maternidade São Francisco de Assis, na cidade de Esperança, fechou as portas na tarde deste domingo. Segundo o diretor da instituição, o fim das atividades aconteceu devido às altas despesas da unidade, que chegava a apresentar, há muito tempo, um déficit de R$ 30 mil por mês.

Com o fechamento da maternidade, mais de 700 atendimentos mensais nas áreas de clínica médica, pequenas cirurgias e internações serão cancelados.

Em protesto contra o fechamento da unidade, a população de Esperança foi às ruas. Cerca de mil pessoas levando faixas e bandeiras caminharam pela cidade, passando em frente à maternidade e à prefeitura, pedindo a reabertura da unidade.

A direção da maternidade afirma que a prefeitura está quatro meses atrasada com seus repasses. A assessoria da prefeitura alega que os repasses estão sendo feitos de forma correta.

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Da Redação 
Com Paraíba.com.br