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Formulário da UFPB substitui ‘masculino’ e ‘feminino’ por identidade de gênero

Formulário de inscrição da UFPB | Reprodução

Circula nas redes sociais a reprodução de um formulário de inscrição da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) que, entre outras informações, pede a identidade de gênero do candidato. A imagem causou surpresa entre os usuários porque, em vez de “masculino” e “feminino”, a inscrição pede para que o candidato escolha entre “Mulher Trans”, “Mulher Cis”, “Não-Binário”, “Travesti”, entre outras. Mas esse formulário é real?

O formulário é verdadeiro e trata-se da inscrição para o processo seletivo de ingresso no curso de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI) da UFPB. Após a imagem viralizar, o edital foi retificado por um novo com algumas mudanças. Houve a retirada da opção “Travesti” e a inclusão de um campo com espaço para que o candidato preencha a opção que mais se enquadra, entre outros.

A pergunta sobre identidade de gênero foi mantida, assim como um campo para o preenchimento do nome social do candidato. O formulário retificado está disponível onlineno site do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) da instituição e o formulário antigo, antes da retificação e que incluía a opção “Travesti”, foi armazenado pelo Google e acessada pela equipe de checagem do GLOBO.

Novo formulário, com a mudança nas opções

Entre as mudanças feitas na retificação do edital também foram incluídas duas notas de rodapé com a indicação de que tanto a identidade de gênero quanto a pergunta anterior, sobre o nome social do candidato, são feitas conforme o decreto 8.727. Em vigor desde 28 de abril de 2016, ele “dispõe sobre o uso do nome social e o reconhecimento da identidade de gênero de pessoas travestis e transexuais no âmbito da administração pública federal direta, autárquica e fundacional.”

Em entrevista ao ‘É Isso Mesmo?’, o coordenador do PPGCI, Henry Poncio, esclareceu que, na montagem do edital, foi seguida uma normativa da reitoria chamada de “edital de referência”, que abriu a possibilidade para os editais de seleção também trabalhem a inclusão. A informação foi confirmada pela pró-reitora de pós-graduação da UFPB, Maria Luiza Alencar.

Segundo Poncio, o que houve foi uma readequação à realidade do programa, que já tem alunos transgêneros. Ele também destaca que o PPGCI é o primeiro programa de pós-graduação da UFPB a fazer esta mudança em seus formulários.

— Também permitimos que o candidato coloque seu nome social. Só faz sentido trabalharmos com nome social se trabalhamos também com identidade de gênero. O objetivo é incluir pessoas, ampliar o acesso e legitimar como as pessoas se compreendem. É uma realidade que nós vivemos. Na UFPB temos duas professras trans, além de um numero significativo de alunos na graduação que vão para a pós — explica Poncio.

Cientistas testam anticoncepcional masculino

anticoncepcional-masculinoPara os homens que não estão querendo ter filhos agora, o Vasalgel, é uma boa opção, pois ele é um anticoncepcional masculino. Mas o método não dispensa o uso da camisinha, por causa das doenças sexualmente transmissíveis.

Para funcionar, ele deve ser aplicado através de injeção uma única vez. O medicamento funciona como um gel bloqueador de espermatozoides. Ele cria uma barreira no duto deferente, que é o tubo responsável por transportar os espermatozoides, impedindo o fluxo deles.

Para voltar ao normal, o homem precisa tomar outra injeção para retirar a barreira e o fluxo de espermatozoides volta normalmente. Além disso, o procedimento do Vasalgel é muito mais simples, já que não se trata de um procedimento cirúrgico. Basta uma anestesia local para a aplicação do gel.

Como o medicamento ainda está em fase de testes, não existem ainda locais para venda. Acredita-se que este comece a ser comercializado em 2017, com um valor de US$ 400 (certa de R$ 1.500,00).

Fonte: Nerdices

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Pela primeira vez em uma eleição, eleitorado feminino será maior que o masculino em todos os estados

Brasilia, BRAZIL:  A woman votes during Brazilian presidential elections' second round in Brasilia, 29 October 2006. Brazilians headed to the polls Sunday in a run-off that looked likely to give a second term to Luiz Inacio Lula da Silva, a self-styled defender of the downtrodden. Voter intention surveys ahead of the voting credited Lula with 61 percent support and a lead of 22 points over centrist former Sao Paulo governor Geraldo Alckmin.      AFP PHOTO/ Evaristo SA  (Photo credit should read EVARISTO SA/AFP/Getty Images)

Desde o pleito de 2000, o número de mulheres eleitoras ultrapassa o de homens. Mas, nas Eleições Municipais de 2016, pela primeira vez, o eleitorado feminino será maior que o masculino nos 26 estados onde haverá votação no dia 2 de outubro (não haverá eleição no Distrito Federal e nem em Fernando de Noronha).

O Brasil possui atualmente mais de 144 milhões de votantes, sendo 75.226.056 mulheres cadastradas na Justiça Eleitoral – 6,4 milhões a mais que homens. Rio de Janeiro, com 53,48%, Pernambuco, com 53,42%, e Alagoas, com 53,22%, são os estados que possuem mais eleitoras nas Eleições 2016. Já Tocantins (50,03%), Mato Grosso (50,24%) e Pará (50,24%) são as unidades da Federação onde a diferença entre mulheres e homens é menor. No Rio Grande do Norte, estado pioneiro no reconhecimento do voto feminino, 52,55% dos eleitores são mulheres.

Os números sobre o eleitorado feminino, a cada eleição maiores, mostram uma evolução na participação das mulheres como cidadãs. Em 2008, havia uma maioria feminina no universo de 130 milhões de eleitores. De total, 51,7% eram mulheres. No pleito de 2010, elas somaram 51,82% dos 135 milhões de eleitores. Já nas eleições de 2012, as mulheres representaram 51,9% dos 140 milhões de eleitores. Em contrapartida, apenas 31% dos candidatos das Eleições 2016 são mulheres.

O voto da mulher

Em 3 de maio de 1933, na eleição para a Assembleia Nacional Constituinte, a mulher brasileira, pela primeira vez, em âmbito nacional, votou e foi votada. A luta por esta conquista durou mais de 100 anos, pois o marco inicial das discussões parlamentares em torno do tema começou em meados do Século XIX.

A Constituição de 1824 não trazia qualquer impedimento ao exercício dos direitos políticos por mulheres, mas, por outro lado, também não era explícita quanto à possibilidade desse exercício, que foi introduzido no ano anterior, com a aprovação do Código Eleitoral de 1932.

O artigo 2º deste Código continha a seguinte redação: “É eleitor o cidadão maior de 21 anos, sem distinção de sexo, alistado na forma deste Código”. A aprovação do Código de 1932, no entanto, aconteceu por meio do Decreto nº 21.076, durante o Governo Provisório de Getúlio Vargas.

Mas, somente dois anos depois, em 1934, por meio da segunda Constituição da República, esses direitos políticos conferidos às mulheres foram incluídos em bases constitucionais. No entanto, a nova Constituição restringiu a votação feminina às mulheres que exerciam função pública remunerada.

Já a Constituição de 1946, finalmente, nem se preocupou em especificar os brasileiros de um e outro sexo afirmando no Art. 131: “São eleitores os brasileiros maiores de 18 anos que se alistarem na forma da lei”. Apesar de a Constituição não fazer distinção, essa diferença só foi superada, definitivamente, com o Código Eleitoral atual, de 1965.

Primeira eleitora

Em 1927, o Rio Grande do Norte colocou em vigor lei eleitoral que determinava, em seu artigo 17, que no estado poderiam “votar e ser votados, sem distinção de sexos”, todos os cidadãos que reunissem as condições exigidas pela lei. Assim, o estado ingressou na História do Brasil como pioneiro no reconhecimento do voto feminino.

A professora potiguar Celina Guimarães Viana é considerada a primeira eleitora do país. Desde que ela conseguiu seu registro para votar, em 1928, a participação feminina no processo eleitoral brasileiro se consolidou.

Acesse aqui as estatísticas do eleitorado de 2016.

TSE

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Brasil atropela Japão e vence mais uma no polo aquático masculino

imagem: Laszlo Balogh/Reuters
imagem: Laszlo Balogh/Reuters

A seleção masculina de polo aquático conseguiu sua segunda vitória em dois jogos, dessa vez de virada, ao fazer 16 a 8 sobre o Japão nesta segunda-feira (8), no Centro Aquático Maria Lenk. O resultado deixou o time em situação confortável no Grupo A, em que quatro das seis equipes avançam.

A torcida teve um papel importante na vitória. O Brasil começou perdendo por dois gols feitos logo nos primeiros minutos, mas as arquibancadas empurraram o time com gritos importados do futebol. O time reagiu, virou e transformou um começo ruim em um passeio.

“Uh, pulaê, faz o caldeirão ferver”, foi um dos cânticos entoados pela torcida.

O próximo desafio da seleção acontece nesta terça-feira (10), contra a Sérvia, que empatou suas duas primeiras partidas. O jogo começa às 19h30 (de Brasília).

Uol

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Brasil surpreende a Polônia e estreia com vitória no handebol masculino

imagem: REUTERS/Marko Djurica
imagem: REUTERS/Marko Djurica

A seleção brasileira masculina de handebol estreou bem na Olimpíada e surpreendeu a Polônia, neste domingo, na Arena do Futuro. Empurrado pela torcida, o Brasil contou com excelentes atuações dos goleiros Bombom e Maik e bateram os poloneses, que desembarcaram no Rio de Janeiro de olho em uma vaga no pódio, por 34 a 32.

Enquanto a equipe feminina de handebol é apontada como uma das potências da modalidade atualmente, o time masculino iniciou a disputa como azarão. O Brasil ficou fora dos Jogos de Londres e conta com uma geração de jovens promissores, que encara essa primeira experiência olímpica como uma oportunidade de ganhar rodagem para Tóquio, em 2020. A Polônia, em contrapartida, desembarcou no Rio embalada pela medalha de bronze no último Mundial.
Na terça-feira, às 16h40, o Brasil enfrenta a Eslovênia pelo grupo B da Olimpíada. Suécia, Alemanha e Egito completam a chave.

Bombom brilha no 1º tempo

Inspirado, o goleiro Bombom fez defesas importantes e chegou a marcar um gol, o sétimo da equipe na partida. As boas intervenções do jogador colocaram o Brasil na frente no primeiro tempo.

A Polônia, mais organizada em relação ao início da partida, cresceu de produção no ataque durante o primeiro tempo e encostou no placar.

O Brasil finalizou o primeiro tempo vencendo por 16 a 13.

Defesas de Maik e atuação segura do Brasil animam o público

Após o intervalo, a torcida seguiu apoiando o Brasil com a mesma intensidade do início da partida. O time respondeu aos estímulos e conseguiu manter a vantagem na casa dos quatro gols.

O goleiro Maik, que substituiu Bombom no decorrer da partida, levou o público à loucura ao aproveitar um vacilo da defesa polonesa e marcar um gol por cobertura.

Sem desperdiçar chances cara a cara com o goleiro polonês, o Brasil se manteve firme e administrou o placar até o fim do duelo.

Hino à capela e “cheerleaders” polonesas: as reações da torcida

A torcida brasileira encheu a Arena do Futuro para acompanhar o time do técnico Jordi Ribera. Participativos, os fãs cantaram o hino nacional à capela e abafaram os canticos poloneses.

Mesmo em pequeno número, os poloneses tentaram incentivar seus atletas nos primeiros minutos de jogo. Um grupo de quatro jovens vestidas de branco e vermelho, cores do país europeu, roubou a cena e chamou a atenção dos brasileiros ao agitar pompons na arquibancada.

No segundo tempo, a torcida brasileira festejava as defesas do goleiro Maik como se fossem gols do time verde e amarelo. Ao fim da partida, até os torcedores poloneses se entusiasmaram com a festa e gravaram

UOL
imagem: UOL

Uol

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Anticoncepcional masculino é método revolucionário de prevenir a gravidez

Pesquisadores encontraram uma técnica revolucionária, para prevenir a gravidez, que vai mudar a vida de todo mundo. O Vasalgel é um contraceptivo injetável que permite que homens tenham relações sexuais sem o risco de engravidar a parceira.

Segundo a Parsemus Fountadion, organização sem fins lucrativos norte-americana que trabalha na produção do produto, o remédio não é usado em doses diárias, mas em uma única aplicação não hormonal, reversível, que funciona por até 10 anos! Se o homem decidir virar pai, basta uma injeção de bicarbonato de sódio (feita em laboratório) para dissolver o gel e os espermatozóides voltam a seguir o seu caminho.

COMO FUNCIONA
O médico injeta uma gota do gel contraceptivo no canal deferente (o tubo que transporta o esperma), localizado abaixo da pele de cada testículo, que bloqueia a passagem do esperma. Não se assuste! O local é anestesiado para receber a injeção.

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O Vasalgel, patenteado pelos americanos, é inspirado no contraceptivo RISUG (Inibição Reversível de Esperma Sob Supervisão, na tradução original), que age de maneira parecida e foi desenvolvido há mais de 30 anos por um professor de engenharia biomédica do Instituto Indiano de Tecnologia chamado Sujoy Guha. Os testes realizados pelo indiano provam que o RISUG não tem efeitos colaterais e funciona com quase 100% de eficácia.

A principal diferença entre os dois é a instabilidade química. O RISUG, quando guardado dentro de uma seringa, tinha seu componente acidificado, deixando o gel inicial diferente do encontrado na seringa depois de uns anos. O Vasalgel já utiliza o subproduto ácido como a matéria prima da injeção. Os pesquisadores garantem que ele tem a mesma eficácia do seu antecessor.

O grande desafio é conseguir patrocínio para o desenvolvimento do projeto. Por ser um procedimento rápido e super barato (uma injeção custaria muito menos do que um DIU de US$ 800), o Vasagel não atrai os olhares da indústria farmacêutica.

A ideia é importantíssima para reforçar a necessidade da divisão de responsabilidade entre homens e mulheres na hora do sexo, evitar a gravidez na adolescência e a diminuição no número de mulheres se arriscando em clínicas clandestinas por conta da gravidez indesejada. Além disso as mulheres desse mundão não precisariam mais se entupir de hormônios. Tem coisa melhor?

Fonte: SOS Solteiros/Uol

Anticoncepcional masculino deve chegar ao mercado em 2017

anticopecionalDaqui a pouco tempo, homens e mulheres que não quiserem ter filhos poderão dividir a responsabilidade da pílula. Segundo a Parsemus Foundation, organização não governamental norte-americana que investe na produção do anticoncepcional masculino Vasalgel, o remédio deve chegar ao mercado em 2017. Diferente da pílula, ele não é usado em doses diárias, mas em uma única aplicação que funciona por um longo período. O medicamento em gel não envolve tratamento hormonal e pode ser revertido.

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A fabricante já está na segunda fase de testes com babuínos. Até agora, os machos que usaram o produto cruzaram com cerca de 15 fêmeas e, pela segunda vez, não engravidaram nenhuma delas. Agora, é preciso acompanhá-los para garantir que o efeito do Vasalgel será revertido e eles poderão voltar a fertilizar. A Parsemus já realizou testes bem sucedidos com coelhos. A próxima etapa, prevista para o ano que vem, prevê experiências com humanos.

Contraceptivo
O Vasalgel é um anticoncepcional masculino que não tem hormônios em sua fórmula e funciona de modo similar à vasectomia. O gel contraceptivo com polímeros é injetado nos vasos deferentes, que transportam o esperma na ejaculação, impedindo a fecundação. O objetivo da organização é garantir que o tratamento possa ser revertido facilmente, com um outro remédio que libera os vasos.

No site da empresa, eles explicam que o Vasalgel foi inspirado no medicamento indiano Risug, que funciona de forma similar e também passa pela fase de exames clínicos em seu país de origem. O desenvolvimento da “pílula masculina” é financiado por doações de interessados, já que, segundo a própria Parsemus, a indústria farmacêutica “não tem interesse em um medicamento com efeitos de longo prazo”.

Divisão da responsabilidade
Apesar de ainda estar longe de virar uma realidade acessível nas farmácias, a possibilidade de um anticoncepcional masculino pode provocar alterações profundas nas relações sexuais entre homem e mulher. Para a psicóloga especialista em sexualidade Aparecida Favoreto, eles poderão assumir mais responsabilidades.
– Isso dá ao homem um poder maior para decidir sobre a sua reprodução. Também responsabiliza mais, porque o peso dessa decisão não fica só com a mulher – opina a mestre em saúde coletiva, que também alerta: – Muitos homens usam a caminha mais preocupados em não engravidar do que com as doenças sexualmente transmissíveis. O lado ruim é que isso poderia trazer um relaxamento no uso da camisinha.

“Mais de 23 mil homens e mulheres assinaram uma petição clamando por novos métodos (contraceptivos), e 18 mil pessoas estão aguardando notícias dos exames clínicos de Vasalgel. Homens desesperados para ter mais controle sobre o seu destino reprodutivo já doaram milhares de dólares para o projeto”, escreveu Elaine Lissner, diretora da Parsemus, em um artigo publicado no The New York Times, sobre o anticoncepcional masculino.

180 Graus

Livro indica ponto G masculino e formas para enlouquecer homem na cama

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Beijos apaixonados, carícias nas partes íntimas, posições sexuais inusitadas e tantrismo, tudo feito com vontade e naturalidade. Os quatro ingredientes prometem deixar um homem enlouquecido de desejo, segundo a autora do livro 201 Maneiras de Enlouquecer um Homem na Cama, Tina Robbins. Os beijos devem começar nos lábios e seguir por todo o corpo, as carícias não precisam ser feitas apenas com as mãos e devem passar pelo  “ponto G masculino” – localizado entre o escroto e o ânus – , indicou.  “Os homens são muito livres em relação ao sexo e podem se surpreender se a parceira liberar a criatividade”, afirmou.

 

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Na obra, Tina reúne conselhos para antes, durante e depois da transa que vão desde mensagens picantes no horário de trabalho, pompoarismo e encenação de personagens na cama até giro de 180° no momento da relação. Algumas dicas são ainda mais ousadas, como excitar o homem com lambidas nas axilas e fazer sexo na casa de outra pessoa. “A monotonia é o grande empecilho para um relacionamento saudável. Fazer surpresas de vez em quando estabelece uma dinâmica divertida”, contou ela que estuda há anos o assunto. Os momentos após o orgasmo não devem ser desmerecidos e são destinados à continuidade romântica do ato, disse a autora.

 

Pesquisadora da sexualidade, Tina afirmou a importância de conhecer o parceiro e traçar as atrações favoritas dele na cama. “É importante, para ter uma relação sexual plena, ser natural e se deixar levar pelo parceiro”, disse. Da mesma forma deve agir o homem, segundo ela. “Para evocar o desejo feminino é importante se esforçar nas preliminares. Jogos amorosos antes do encontro, uma carta de amor ou flores estimulam um encontro mais ardente”, afirmou.

 

Além da rotina, Tina levantou como potencial “esfriador de relacionamento” a chegada dos filhos. A dica para casais que já são pais é reservar tempo na rotina para a vida sexual. “Podem ser os amantes secretos que alimentam o amor no dia-a-dia. O importante é encontrarem momentos íntimos e não adiá-los, viver com mensagens picantes e de paixão e reinventarem a forma de se relacionar de tempo em tempo”, concluiu.

 

Confira abaixo o que os casais Luana D. e Danilo A., Karina K. e Cléber M., e Jacqueline A. e Thiago C., entrevistados pelo Terra, acharam de 21 dicas dadas pelo livro 201 Maneiras de Enlouquecer um Homem na Cama. 

 

Olho por olho, carícia por carícia: sempre que fizerem sexo, mentalizem os locais de seu corpo que ele acaricia e a forma como ele faz isso. Depois, imite-o.
Danilo:
 legal, mas às vezes a gente espera ser surpreendido com algumas coisas, não é porque o homem faz que ele gostaria de receber da mesma forma.
Luana: hum, pode ser verdade.

 

Fale sobre sexo e também durante o sexo: você não sabe o quanto um homem se excita quando você o informa sobre o que pensa a respeito do sexo.
Danilo:
funciona muito bem para mim, eu adoro quando ela fala.
Luana: acho que depende muito (risos), mas eu uso bastante interjeições durante o ato, eu gosto e me parece que ele adora.

 

Fazer sexo na casa de outra pessoa pode apimentar a relação Foto: Getty Images
Fazer sexo na casa de outra pessoa pode apimentar a relação
Foto: Getty Images

 

Exercite o músculo do amor: a vagina é mais do que um receptáculo, é como uma caixinha mágica. Como treinar? Contraia os músculos pélvicos para interromper a micção, após entender o movimento, faça a contração 25 vezes ao dia em momentos em que estiver relaxada. Introduza um vibrador, fique em pé e não o deixe cair. Depois deite e tente expulsá-lo apenas com a força na vagina.
Karina:
credo, que nojo!
Cléber: acho um pouco nojento.
Jacqueline: fala sério! Não tenho tempo para isso, pelo amor!
Thiago: é coisa de filme, (risos), mas parece interessante.

 

O look do seu púbis: poderíamos considerar quase como um consenso masculino o fato de um púbis minuciosamente depilado ser mais sensual do que um descuidado.  Converta a aparência do púbis em um instrumento erótico. São seus pelos, é a sua natureza. Faça cosquinhas por todo o corpo dele, acariciando-o com seus tufos encrespados ou convide-o para deslizar os dedos entre seus pelos pubianos. Para as que preferem depilar a região, recortes criativos são sensuais.
Jacqueline:
cruzes! Acho desnecessária a história dos pelos!
Thiago: depilados são melhores.
Danilo: os cortes depilados diferentes chamam muito a atenção, inclusive a gente vê como um presente, feito pensado em mim.
Luana: aff, eu acho nojento ficar com pelos, se fico três dias sem depilar já fico incomodada. Me depilo com gilete mesmo e geralmente deixo a pele lisinha (risos).

Fotonovela erótica: peça a uma amiga para fazer uma sessão de fotos sensuais, escolha as melhores e envie-as ao parceiro por correio, em um envelope sem remetente. Você também pode enviar por e-mail, use um assunto inocente para que ele não desconfie. A imagem do seu corpo nu na tela do computador o fará alucinar.
Danilo:
isso é muito bacana, inclusive já fizemos. Orra, se funciona!
Luana: eu faço isso com ele, mas as fotos sou eu mesma que tiro e mando no máximo duas por e-mail ou mensagem do celular. Ele sempre me chama de louca e safada, e diz que só se preocupa se não tem alguém por perto, evitando que vejam. Geralmente, mando no horário de trabalho, então, imagina a surpresa para ele. Eu acho um barato!
Jacqueline: aí ele abre e todos os colegas de trabalho ficarão alucinados também, (risos).
Thiago: o ensaio da minha parceira iria ser uma surpresa, bem surpresa!

 

Sessões de cinema voyeur: ler livros e poesias eróticas ou ver filme pornô com o amante são atividades divertidas, que colocam um pouco de entusiasmo e dão variedade ao sexo. Você terá a oportunidade de se excitar vendo como fazem os atores na tela ou até imitando algumas coisas.
Karina:
já fizemos isso.
Cléber: funciona, sim, já testamos.
Jacqueline: eu não gosto de ver, não, é tudo muito exagerado.
Thiago: não curto.

 

Gravações íntimas: peça ao parceiro que se torne sua estrela de amor favorita. Diga-lhe que quer ver em vídeo todas as coisas deliciosas que ocorrem enquanto fazem amor. Ele se sentirá encantado em entrar na brincadeira.
Danilo:
isso é legal, a gente já fez. Tudo que gera perigo dá uma sensação a mais no sexo. Ver depois como você fica em ação é bem bacana, a gente gosta muito, acho sensacional.
Luana: também fizemos e foi bem legal, uma pena que apagamos depois com medo de alguém encontrar o vídeo.
Jacqueline: nada de fotos ou vídeos, acho muito particular e, se não sou atriz pornô, não tem que gravar nada e nem ser gravado!
Thiago: nunca fiz e também nunca pensei nisso, acho que não faria.

 

Bombardeio de mensagens eróticas: nada é mais eficaz para uma intensa e longa sessão de sexo do que passar todo o dia esperando e pensando no momento em que fará amor. Organize um verdadeiro livro com frases apimentadas e escreva em diferentes papeizinhos. Reparta estrategicamente todas as anotações em lugares como os bolsos da jaqueta, estojo dos óculos, maleta, etc. Vale também as via celular.
Danilo:
é legal porque você já começa a pensar no que vai fazer à noite, começa a acender o negócio.
Luana: uau! Adorei isso, não havia pensado na ideia dos papeizinhos, com certeza vou fazer em breve.

 

Ligações com conversas sensuais também promete excitar o parceiro, segundo a autora do livro Foto: Getty Images
Ligações com conversas sensuais também promete excitar o parceiro, segundo a autora do livro
Foto: Getty Images

 

Ligações de arrepiar: quando ele menos esperar, ligue para o serviço dele ou para o celular e, quando ele atender, comece a dizer, sem rodeios, que passará a noite saboreando os mamilos dele, beijando o umbigo e degustado seu pênis.
Cléber:
seria muito bom!
Karina: acho que ele sentiria prazer.
Luana: já fiz isso, geralmente quando ele está viajando a trabalho. Adoro imaginar ele excitado no meio de uma reunião, por exemplo, ou com o coração batendo forte, (risos).
Jacqueline: fala sério, aí alguém escuta, que mico! O termo “degustar” é péssimo.
Thiago: me pegaria bem de surpresa, ficaria vermelho de vergonha e não saberia onde enfiar a cara (risos) acho melhor por sms mesmo.

 

Excite-o em público: aja diretamente na mente dele, com um importuno e suscetível sussurro, diga a seu amante algo obsceno em algum momento em que estiverem em público, ao redor de muitas pessoas. Utilize um tom completamente normal, como se estivesse mencionando qualquer trivialidade, de modo que as pessoas em volta não percebam e ele fique em estado de choque.
Jacqueline:
isso é bem legal, posso testar para ver se funciona.
Thiago: ficaria vermelho.
Luana: eu adoro fazer isso, ele sempre fala que por mais que eu tente disfarçar, minha cara sempre me entrega.

 

Esqueça a lingerie em casa: convide-o para ir algum dia ao teatro ou cinema, coloque uma roupa formal e não use lingerie. Quando iniciar o espetáculo, aproxime-se do ouvido dele e, com tom bastante inocente, conte que esqueceu a calcinha em casa.
Danilo:
acho que é meio um convite, sugestivo. Mas não se compara a estar em um carro dirigindo, ao invés de falar, ela pegar o carro e entrar em um motel. Seria algo mais convidativo do que falar sobre a calcinha.
Luana: hum, gostei.
Jacqueline: não acho que com tom inocente vá fazer alguma diferença. É capaz de o cara responder “beleza, depois do filme ou peça a gente vai e compra” (risos).
Thiago: simplesmente sairia do espetáculo e iria para casa, não aguentaria ficar lá sabendo disso.

 

Fazer amor na casa alheia: aproveite que sua amiga está viajando e peça – ou consiga – a chave da casa dela. Convide o parceiro e diga que conseguiu um lugar para devorá-lo sem interrupções. A ideia de fazer sexo na cama, sofá ou tapete de outra pessoa o enlouquecerá.
Jacqueline:
sem ninguém em casa? Isso excita alguém? Sério? Acho que não, hein?
Thiago: muito legal!
Luana: já fizemos isso, mas com os amigos na casa mesmo, em uma festa, parece mais excitante.

 

Sexo mudo: um encontro mudo e exclusivamente sexual, mais do que uma técnica é um pacto erótico especial. O acordo é o seguinte: você e seu companheiro não fazem qualquer tipo de contato durante todo o dia,  os telefonemas estão proibidos. A única aproximação que poderão ter dentro de 24 horas será à noite para fazer amor selvagem, em silêncio.
Cléber:
não gostei, não.
Karina: não achei legal.

 

O sexo oral combinado á penetração também está entre as dicas Foto: Getty Images
O sexo oral combinado á penetração também está entre as dicas
Foto: Getty Images

 

Desafio orgástico: quem tiver um orgasmo primeiro perde e terá que convidar o outro para um jantar com tudo pago ou transar em uma posição inusitada.
Cléber:
gostei, vou sugerir isso.
Karina: curti, vamos fazer isso.
Jacqueline: não é justo! É muito óbvio que o cara vai primeiro!
Thiago: o homem perderia todas, (risos).

 

Pintura corporal: compre suas cores favortias e aproveite algum dia em que vocês tenham planejado ficar tranquilamente em casa para pintar o corpo dele. O efeito do pincel úmido sobre a pele produzirá uma sensação erótica. Depois, convide-o a fazer o mesmo com você. Termine a brincadeira em um banho erótico.
Jacqueline:
cara, como assim?! Não acho isso sexy!
Thiago: ideia bem diferente e legal.

 

Faça-se de voyeur: olhar um homem se masturbar é extremamente excitante e tem duas grandes vantagens: a primeira é que depois você pode imitá-lo e saberá exatamente como masturbá-lo e a segunda é que ele desfrutará da obscenidade de seu olhar. Peça para ele se masturbar para você.
Jacqueline: não, mesmo!
Thiago: gostei da ideia.
Luana: eu adoro e realmente fico excitada, nossa!

 

O poder das axilas: todas as partes do corpo que geralmente não são expostas ao ar livre e são protegidas por pelos são sensíveis. As axilas estão na lista, então, não perca a maravilhosa oportunidade de mordê-las, lambê-las e beijá-las. Estará pedindo a ele um bom sexo.
Danilo:
esse aí eu nunca fiz e acredito, pelo menos para mim, não sentiria nada. Acho que seria engraçado, bacana não seria. Um negócio que não tem nada a ver com o momento.
Luana: não achei isso legal, não.
Jacqueline: ai, meu, credo! Acho que eu teria um ataque de risos!
Thiago: morreria de cócegas facilmente, ficaria ruim da bronquite e não rolaria nada depois. Axilas não são muito legais, não.

 

Descobrir o ponto G masculino está entre as dicas do livro Foto: Getty Images
Descobrir o ponto G masculino está entre as dicas do livro
Foto: Getty Images

 

O ponto G masculino: o períneo é um ponto mágico que todos os homens possuem e é comparável ao nosso famoso ponto G. Ele encontra-se exatamente entre o escroto e o ânus, qualquer tipo de pressão ou movimento sobre essa zona o excitará, coloque um dedo sobre o períneo e faça movimentos circulares.
Danilo:
não sei se seria nesse local. Acho bacana o saco escrotal, mas nessa área especificamente, não que não acho que é valido, só não tive a experiência ainda.
Luana: sim! E com a língua percebo que é mais gostoso ainda, ele adora (risos)!

 

Mão sobre mão: masturbe-o com as duas mãos, sem parar e sem perder o ritmo, que deve ser rápido. O objetivo é que a cabeça do pênis fique o menor tempo possível descoberta, vá alternando as mãos: deslize a mão passando pela cabeça do pênis e descendo por ele, antes de chegar à base, leve a outra mão à cabeça e volte a baixar.
Jacqueline:
será que funciona?
Thiago: bom também, recomendado.
Luana: já fiz isso, mas não durou muito tempo (risos).

 

Traslado oral-genital: qualquer homem arderá em chamas se você acariciar o pênis dele e o passar da boca para vagina e da vagina para a boca. Tente fazer um sexy traslado oral-genital.
Danilo:
é muito bacana.
Luana: gostei e com certeza ele também vai adorar.
Jacqueline: mega nojento!
Thiago: nunca imaginei isso, parece ser muito bom.

 

Giro de 180° em cima dele: mantenha-se em cima dele e sem tirar o pênis da sua vagina, gire 180° de modo que fique olhando para os pés dele. Segure com força nas pernas dele e movimente todo o corpo.
Danilo:
isso aí é fantástico, é muito bacana, se ela conseguir pressionar é melhor ainda.
Luana: hum… Ele adora quando faço isso. Eu também amo (risos).
Cléber: vou às nuvens.
Karina: É a melhor coisa do mundo.

 

Terra

“O poder na imprensa ainda é masculino”, diz Miriam Leitão, recordista do Mulher IMPRENSA

Crédito:Flávio R. Guarnieri
Crédito:Flávio R. Guarnieri

Não é novidade que Miriam Leitão é uma das profissionais de imprensa mais premiadas do país. E, nesse sentido, o ano de 2012 foi emblemático para ela. Completando 40 anos de carreira, a jornalista se presenteou com algumas reportagens especiais que, nas palavras dela, “acabaram sendo premiadas”. Mas, enfatiza: “Não faço matérias para prêmio, mas para buscar o melhor jornalismo que sou capaz de fazer”.

Entre os prêmios, destacam-se nada menos que dois Jabutis (melhor livro-reportagem e melhor livro do ano), por “Saga brasileira: a longa luta de um povo por sua moeda”, e o 34º Prêmio Vladimir Herzog, por matéria da Globo News sobre a morte do ex-deputado federal Rubens Paiva, durante a ditadura militar. Mas, tiveram outros, muitos outros…

 

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No Troféu Mulher IMPRENSA do ano passado, tornou-se a mais premiada da história do prêmio. Nesse ano, levou seu oitavo troféu, o sexto na categoria comentarista/colunista de TV. Tudo isso, sem fazer campanha. “Não sou contra quem pede voto. Mas, gosto de saber que o voto veio espontaneamente.”

 

Na entrevista abaixo, a comentarista de economia da TV Globo, Rádio CBN e apresentadora da Globo News,  fala sobre as conquistas, liberdade de expressão no Brasil e defende que os espaços de poder do jornalismo ainda são predominantemente masculinos. “O machismo não morreu porque tem mais mulher na imprensa”.

 

IMPRENSA – Você tem ideia de quantos prêmios já recebeu?

MIRIAM LEITÃO – Na verdade, eu me surpreendo quando vejo essas contabilidades de prêmio feitas pelos jornalistas. Nunca tinha feito isso, até porque nunca faço meu trabalho para ganhar prêmio.

 

Você não acha relevante contabilizar?

Não acho. Se contabilizo, estou desprezando a pessoa que, como acontece no Troféu Mulher Imprensa, teve a gentileza enorme de entrar no site e votar no meu nome. Além disso, não me candidato, nem faço campanha. Gosto de saber que o voto veio espontaneamente. Não estou em uma corrida por prêmio, mas por fazer o melhor jornalismo que eu puder fazer.

 

O Jabuti foi um dos maiores reconhecimentos da sua carreira?

Sim. Já estava muito feliz, emocionada, chorando, quando ganhei o Jabuti por livro-reportagem. Quando chegou lá, ainda ganhei o livro do ano. Do ponto de vista da literatura, realmente, é o maior prêmio.

 

E o Prêmio Vladimir Herzog?

Foi emocionante. Minha geração foi marcada pela morte dele. Quando cheguei ao TUCA para receber o prêmio, levei a minha neta mais nova, que tem um ano, para passear no palco antes de começar a festa. Na hora, ela começou a correr no palco do TUCA, e eu me lembrei de que o TUCA foi incendiado pela ditadura. Então, estava ali recebendo o prêmio Vladimir Herzog, com os filhos do Rubens Paiva, no TUCA reconstruído, e minha neta correndo no palco. Chorei muito.

 

Como você vê o país hoje em termos de liberdade de expressão?

Como vivemos a ditadura, dou valor à liberdade que tenho hoje. Dentro das organizações Globo, várias vezes, dei opiniões que divergem do editorial. Ao mesmo tempo, recentemente, jornalistas foram mortos e ameaçados no país, sobretudo, por ameaçarem poderes locais. Liberdade de expressão é algo que você tem que ampliar e construir sempre.

 

Em relação ao partido governista, você vê algum problema em relação a isso?

De vez em quando, algumas pessoas do partido levantam bandeiras que parecem normais da democracia, mas que são de cerceamento de liberdade. Mas, a tentativa que houve no governo Lula, até hoje, foi rejeitada, e a presidente Dilma não tem se mostrado interessada nisso. Isso é valioso em um continente que está perdendo a guerra para pressões governamentais.

 

As mulheres ainda precisam quebrar muitas barreiras no jornalismo?

Sou da opinião – e, infelizmente, não tenho tido motivos para mudá-la –, de que o machismo não morreu porque tem mulher na imprensa. Os espaços de poder ainda são muito masculinos, os conselhos editoriais são predominantemente masculinos. Às vezes, vejo mulheres dizendo que esta questão de gênero não se discute mais nas redações. Não se discute porque as pessoas têm uma visão míope.

 

Gostaria de dizer mais alguma coisa?

Sim. Gostaria de dizer a cada pessoa que votou no meu nome que eu vou continuar trabalhando, enquanto eu puder, para merecer um voto de confiança.

 

 

Guilherme Sardas