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Na PB, Marina diz que tem moral e ficha limpa para mudar o Brasil

Em entrevista ao programa Arapuan Verdade, na tarde desta segunda-feira (01), a candidata a presidente pelo PV, Marina Silva, afirmou que tem feito uma campanha baseada no diálogo e que algumas pessoas estão votando por medo do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, ou do candidato do PT, Fernando Haddad.

Ela disse que o Brasil precisa de coragem moral e destacou que não está envolvida em nenhum escândalo de corrupção.

– As pessoas que votam comigo têm esperança e confiança que eu posso mudar o Brasil – disse.

Marina participa de caminhada nesta segunda-feira (01) em João Pessoa.

 

pbagora

Bolsonaro, 28%; Haddad, 22%; Ciro, 11%; Alckmin, 8%; Marina, 5%

O Ibope divulgou nesta segunda-feira (24) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 2.506 eleitores entre sábado (22) e domingo (23).

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Os resultados foram os seguintes:

  • Jair Bolsonaro (PSL): 28%
  • Fernando Haddad (PT): 22%
  • Ciro Gomes (PDT): 11%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
  • Marina Silva (Rede): 5%
  • João Amoêdo (Novo): 3%
  • Alvaro Dias (Podemos): 2%
  • Henrique Meirelles (MDB): 2%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 1%
  • Cabo Daciolo (Patriota): 0%
  • Vera Lúcia (PSTU): 0%
  • João Goulart Filho (PPL): 0%
  • Eymael (DC): 0%
  • Branco/nulos: 12%
  • Não sabe/não respondeu: 6%
Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Evolução da intenção de voto para presidente — Foto: Arte/G1

Pesquisa Ibope – 24 de setembro – Evolução da intenção de voto para presidente — Foto: Arte/G1

Em relação ao levantamento anterior do instituto, divulgado na terça-feira (18):

Jair Bolsonaro se manteve com 28%;

Haddad foi de 19% para 22%;

Ciro se manteve com 11%;

Alckmin foi de 7% para 8%;

Marina passou de 6% para 5%;

Os indecisos foram de 7% para 6% e os brancos ou nulos, de 14% para 12%.

Rejeição

O Instituto também perguntou: “Dentre estes candidatos a Presidente da República, em qual o (a) sr. (a) não votaria de jeito nenhum? Mais algum? Algum outro?”.

Neste levantamento, portanto, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

  • Os resultados foram:
  • Bolsonaro: 46%
  • Haddad: 30%
  • Marina: 25%
  • Alckmin: 20%
  • Ciro: 18%
  • Meirelles: 11%
  • Cabo Daciolo: 11%
  • Eymael: 11%
  • Boulos: 11%
  • Vera: 10%
  • Alvaro Dias: 9%
  • Amoêdo: 9%
  • João Goulart Filho: 9%
  • Poderia votar em todos: 2%
  • Não sabe/não respondeu: 7%
Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Evolução da rejeição da intenção de voto para presidente. — Foto: Arte/G1

Pesquisa Ibope – 24 de setembro – Evolução da rejeição da intenção de voto para presidente. — Foto: Arte/G1

Simulações de segundo turno

  • Haddad 43% x 37% Bolsonaro (branco/nulo: 15%; não sabe: 4%)
Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Simulação de segundo turno entre Haddad e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1

Pesquisa Ibope – 24 de setembro – Simulação de segundo turno entre Haddad e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1

  • Ciro 46% x 35% Bolsonaro (branco/nulo: 15%; não sabe: 4%)
Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Simulação de segundo turno entre Ciro e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1

Pesquisa Ibope – 24 de setembro – Simulação de segundo turno entre Ciro e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1

  • Alckmin 41% x 36% Bolsonaro (branco/nulo: 20%; não sabe: 4%)
Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Simulação de segundo turno entre Alckmin e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1

Pesquisa Ibope – 24 de setembro – Simulação de segundo turno entre Alckmin e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1

  • Bolsonaro 39% x 39% Marina (branco/nulo: 19%; não sabe: 4%)
Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Simulação de segundo turno entre Bolsonaro e Marina. — Foto: Arte/G1

Pesquisa Ibope – 24 de setembro – Simulação de segundo turno entre Bolsonaro e Marina. — Foto: Arte/G1

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Entrevistados: 2.506 eleitores em 178 municípios
  • Quando a pesquisa foi feita: 22 e 23 de setembro
  • Registro no TSE: BR-06630/2018
  • Nível de confiança: 95%
  • Contratantes da pesquisa: TV Globo e “O Estado de S.Paulo”

G1

Pesquisa Datafolha: Lula, 39%; Bolsonaro, 19%; Marina, 8%; Alckmin, 6%; Ciro, 5%

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (22) apontou os percentuais de intenção de voto para presidente da República em dois cenários com candidatos diferentes do PT – o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro cenário e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad no segundo.

Cenário com Lula

No cenário que inclui como candidato do PT o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a pesquisa apresentou o seguinte resultado:

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 39%
  • Jair Bolsonaro (PSL): 19%
  • Marina Silva (Rede): 8%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 6%
  • Ciro Gomes (PDT): 5%
  • Alvaro Dias (Podemos): 3%
  • João Amoêdo (Novo): 2%
  • Henrique Meirelles (MDB): 1%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 1%
  • Cabo Daciolo (Patriota): 1%
  • Vera (PSTU): 1%
  • João Goulart Filho (PPL): 0%
  • Eymael (DC): 0%
  • Branco/nulos/nenhum: 11%
  • Não sabe: 3%

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”. É o primeiro levantamento do Datafolha realizado depois dos registros das candidaturas na Justiça Eleitoral.

Cenário com Haddad

Lula está preso em Curitiba, condenado em segunda instância no caso do triplex no Guarujá. Pela Lei da Ficha Limpa, ele está inelegível.

Por essa razão, a Procuradoria Geral da República impugnou (questionou) a candidatura.

O caso está sendo analisado pelo ministro Luís Roberto Barroso e será decidido pelo TSE depois de ouvir a defesa de Lula, a favor do registro da candidatura.

Em razão desse quadro jurídico, o Datafolha pesquisou outro cenário, com o atual candidato a vice na chapa de Lula, Fernando Haddad.

Nesse cenário, o resultado seria:

  • Jair Bolsonaro (PSL): 22%
  • Marina Silva (Rede): 16%
  • Ciro Gomes (PDT): 10%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 9%
  • Alvaro Dias (Podemos): 4%
  • Fernando Haddad (PT): 4%
  • João Amoêdo (Novo): 2%
  • Henrique Meirelles (MDB): 2%
  • Vera (PSTU): 1%
  • Cabo Daciolo (Patriota): 1%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 1%
  • João Goulart Filho (PPL): 1%
  • Eymael (DC): 0%
  • Branco/nulos/nenhum: 22%
  • Não sabe: 6%

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: dois pontos percentuais para mais ou para menos
  • Quem foi ouvido: 8.433 eleitores em 313 municípios
  • Quando a pesquisa foi feita: de 20 e 21 de agosto
  • Registro no TSE: protocolo nº BR 04023/2018
  • nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro;
  • 0% significa que o candidato não atingiu 1%; traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado

G1

Pesquisa Ibope: Lula, 37%; Bolsonaro, 18%; Marina, 6%; Ciro, 5%; Alckmin, 5%

Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (20) apurou os percentuais de intenção de voto para presidente da República em dois cenários com candidatos diferentes do PT – o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro cenário e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad no segundo.

Cenário com Lula

No cenário que inclui como candidato do PT o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a pesquisa apresentou o seguinte resultado:

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 37%
  • Jair Bolsonaro (PSL): 18%
  • Marina Silva (Rede): 6%
  • Ciro Gomes (PDT): 5%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 5%
  • Alvaro Dias (Podemos): 3%
  • Eymael (DC): 1%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 1%
  • Henrique Meirelles (MDB): 1%
  • João Amoêdo (Novo): 1%
  • Cabo Daciolo (Patriota): 0
  • Vera (PSTU): 0
  • João Goulart Filho (PPL): 0
  • Branco/nulos: 16%
  • Não sabe/não respondeu: 6%

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “O Estado de S.Paulo”. É o primeiro levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral.

Cenário com Haddad

Lula está preso em Curitiba, condenado em segunda instância no caso do triplex no Guarujá. Pela Lei da Ficha Limpa, ele está inelegível.

Por essa razão, a Procuradoria Geral da República impugnou (questionou) a candidatura.

O caso está sendo analisado pelo ministro Luís Roberto Barroso e será decidido pelo TSE depois de ouvir a defesa de Lula, a favor do registro da candidatura.

Em razão desse quadro jurídico, o Ibope pesquisou outro cenário, com o atual candidato a vice na chapa de Lula, Fernando Haddad.

Nesse cenário, o resultado seria:

  • Jair Bolsonaro (PSL): 20%
  • Marina Silva (Rede): 12%
  • Ciro Gomes (PDT): 9%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
  • Fernando Haddad (PT): 4%
  • Alvaro Dias (Podemos): 3%
  • Eymael (DC): 1%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 1%
  • Henrique Meirelles (MDB): 1%
  • João Amoêdo (Novo): 1%
  • Cabo Daciolo (Patriota): 1%
  • Vera (PSTU): 1%
  • João Goulart Filho (PPL): 1%
  • Branco/nulos: 29%
  • Não sabe/não respondeu: 9%

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: dois pontos percentuais para mais ou para menos
  • Quem foi ouvido: 2002 eleitores em 142 municípios
  • Quando a pesquisa foi feita: de 17 a 19 de agosto
  • Registro no TSE: protocolo nº BR‐01665/2018
  • nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro;
  • 0% significa que o candidato não atingiu 1%; traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado.

G1

 

Alckmin deve ter 44% do tempo de TV; Bolsonaro e Marina, menos de 5%

Líderes na corrida eleitoral nos cenários sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) e a ex-ministra Marina Silva (Rede Sustentabilidade) terão, juntos, menos de 5% do espaço da propaganda de TV e rádio, que começa no próximo dia 31.

Sem perspectiva de alianças relevantes e também com palanques fracos nos estados, os dois candidatos serão obrigados a tentar suprir na internet a fragilidade estrutural de suas campanhas.

Em cada bloco do horário eleitoral, Bolsonaro terá direito a apenas 7 segundos, menos de 1% do total.

Marina, que fechou aliança com o PV, aparecerá por 24 segundos —pouco mais de 3% do programa.

O maior tempo de TV, disparado, será o do tucano Geraldo Alckmin, com cerca de 44% de todo o espaço da propaganda —5 minutos e 32 segundos por bloco.

O candidato do PT —Lula, que está preso em Curitiba desde abril, deve ser barrado pela Justiça Eleitoral— e Henrique Meirelles (MDB) vêm logo em seguida, com cerca de 17% e 15% respectivamente.

O tempo oficial de propaganda será definido pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na segunda quinzena deste mês, após o registro de todas as candidaturas.

A projeção feita pela Folha pode sofrer algumas alterações já que as últimas siglas farão convenções no domingo (5).

Além disso, algumas podem recuar até o dia 15, data limite de registro de chapas.

A propaganda dos candidatos a presidente na TV e rádio dura 35 dias e ocorre de duas formas.

Às terças-feiras, quintas-feiras e sábados, os candidatos a presidente terão direito a dois blocos fixos de 12 minutos e 30 segundos cada um, à tarde e à noite.

O que as campanhas consideram como sendo o “filé”, entretanto, está no segundo formato: o das “inserções” ou “spots” exibidos ao longo da programação.

Trata-se de curtas peças, de 15 ou 30 segundos de duração, que são veiculadas diariamente, de 31 de agosto a 4 de outubro, nos intervalos comerciais das emissoras, entre 5h e meia-noite.

Por alcançarem os eleitores que não assistem aos programas mais longos, em horário fixo, esses spots são considerados mais importantes por políticos, marqueteiros e analistas.

Alckmin terá direito a cerca de 12 inserções de 30 segundos a cada dia, por emissora. O candidato do PT e Henrique Meirelles terão quatro cada um.

Já Marina Silva terá apenas um spot por dia. A situação de JairBolsonaro é pior ainda: terá uma inserção a cada três dias.

A propaganda eleitoral na TV tem sido, historicamente, um dos principais mecanismos de campanha presidencial, essencial para vitórias e derrotas, em boa parte dos casos.

Ciro Gomes (PDT), que tenta pela terceira vez chegar ao Palácio do Planalto, naufragou, em grande parte, em 2002 em decorrência da campanha negativa de que foi alvo.

Na época, o PSDB de José Serra veiculou, entre outras peças, uma cena em que ele chamava de “burro” um ouvinte de uma emissora de rádio durante uma entrevista.

Nas últimas eleições foi a vez de Marina Silva (Rede) ser abatida. Após a morte de Eduardo Campos (PSB) em acidente aéreo, ela assumiu a cabeça de chapa e chegou a empatar na liderança das pesquisas com Dilma Rousseff (PT).

Uma campanha negativa contra ela comandada pelo marqueteiro de Dilma, João Santana, tirou-a do segundo turno.

Uma das peças do PT, por exemplo, lembrava que Marina defendia a autonomia do Banco Central, mostrando pratos de comida sumindo da mesa de uma família enquanto banqueiros sorriam.

O país teve sete eleições presidenciais desde o fim da ditadura militar.

Em quatro delas, venceu aquele que teve o maior tempo de propaganda na TV (FHC em 1994 e 1998, Dilma em 2010 e 2014).

Em duas, o vitorioso foi o que teve o segundo maior tempo (Lula em 2002 e 2006).

O ponto fora da curva ocorreu na primeira disputa, em 1989 —Ulysses Guimarães (MDB) teve o maior tempo, mas ficou em sétimo lugar.

Folha de São Paulo 
Ranier Bragon/Bruno Boghossian

Lula tem 25%, Marina 15% e Aécio 11%, aponta pesquisa Datafolha para 2018

datafolhaUma pesquisa do instituto Datafolha, divulgada nesta segunda-feira (12) pelo jornal “Folha de S.Paulo”, apontou que o ex-presidente Lula lidera as intenções de voto no primeiro turno das eleições de 2018. Veja o resultado:

Lula (PT): 25%
Marina Silva (Rede): 15%
Aécio Neves (PSDB): 11%
Jair Bolsonaro (PSC): 9%
Ciro Gomes (PDT): 5%
Michel Temer (PMDB): 4%
Luciana Genro (Psol): 2%
Ronaldo Caiado (DEM): 2%
Eduardo Jorge (PV): 1%
Branco/nulo: 20%
Não sabe: 6%

A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para cima ou para baixo e índice de confiança de 95%. O Datafolha ouviu 2.828 pessoas nos dias 7 e 8 de dezembro.

Lula também lidera em outros três cenários de primeiro turno simulados pela pesquisa. Em um desses cenários a pesquisa acrescentou o governador Geraldo Alckmin (PSDB). Ele fica com 8%. Marina tem 17% e Lula tem 26%.

No cenário com o ministro das Relações Exteriores José Serra (PSDB), o tucano aparece com 9%. Marina com 16% e Lula com 25%.

Marina lidera simulações de segundo turno

A ex-senadora Marina Silva, que foi ministra do Meio Ambiente no governo Lula e fundou o partido Rede Sustentabilidade, teve a liderança das intenções de voto em todos os cenários de segundo turno em que ela aparece.

Na disputa com Lula, Marina obteve 43% e o petista, 34%. Se o segundo turno fosse com Aécio, ela teria 47% e o tucano, segundo o Datafolha, 25%. Contra Alckmin, a ex-senadora teria 48% e o governador, 25%.

Por fim, num eventual segundo turno contra Serra, Marina teria 47% e o rival teria 27%.

G1

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Pesquisa mostra Marina à frente nos cenários para 2018

MarinaA ex-senadora Marina Silva (Rede) lidera numericamente as intenções de voto para a Presidência da República em 2018 e tem entre 21% e 24% das intenções de voto, dependendo de quem for o candidato do PSDB.

Marina, o senador Aécio Neves (PSDB) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) são os nomes mais citados para a eleição de 2018, segundo pesquisa Datafolha feita em 17 e 18 de março.

Considerando a margem de erro do levantamento, de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os três aparecem empatados quando confrontados entre si.

Entre a pesquisa realizada em fevereiro e a da semana passada, o ex-presidente Lula é quem mais sofreu com o cenário político do país.

Em todas as simulações em que a disputa envolve Marina e um tucano (seja Aécio, o governador Geraldo Alckmin ou o senador José Serra), Lula perdeu pontos além da margem de erro, na comparação com a pesquisa anterior.

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Contra Alckmin e Serra, Lula ainda ficaria em segundo lugar, mas o ex-presidente cai para a terceira posição em um eventual confronto com Marina e Aécio Neves. Neste cenário, Lula aparece com 17%, Marina com 21% e Aécio com 19%.

Mas é o senador mineiro quem mais perdeu pontos nesta mesma simulação, caindo de 24% das intenções de votos em fevereiro para 19% agora. Em dezembro do ano passado, ele chegou a ter 27% das intenções de voto.
Em delação premiada tornada pública na semana passada, o senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS) disse que Aécio recebeu propina de Furnas.

Na semana passada, em entrevista à rádio Jovem Pan, Marina Silva criticou a nomeação de Lula para a Casa Civil de Dilma Rousseff. Ela disse considerar a decisão um ato “paliativo” em meio a uma “crise sem precedentes”.
“É como se o governo da presidente Dilma não caísse porque não tem para onde cair”, afirmou a ex-senadora.

SERGIO MORO

Saudado nos protestos pró-impeachment do dia 13, o juiz Sergio Moro, da Operação Lava Jato, foi incluído pelo Datafolha pela primeira vez na pesquisa de intenção de voto para 2018.
No cenário em que foi testado, Moro ficou em 4º lugar, com 8% –atrás de Marina, Lula e Aécio, e à frente de nomes como Serra, Bolsonaro e Alckmin.
*
CENÁRIO 1 com Aécio (PSDB)
1. Marina (Rede): 21
2. Aécio (PSDB): 19
3. Lula (PT): 17
4. Bolsonaro (PSC): 6
5. Ciro Gomes (PDT): 6
*
CENÁRIO 2 com Alckmin (PSDB)
1. Marina (Rede): 23
2. Lula (PT): 17
3. Alckmin (PSDB): 11
4. Ciro Gomes (PDT): 7
5. Bolsonaro (PSC): 6
*
CENÁRIO 3 com Serra (PSDB)
1. Marina (Rede): 24
2. Lula (PT): 17
3. Serra (PSDB): 13
4. Ciro Gomes (PDT): 7
5. Bolsonaro (PSC): 7
*
CENÁRIO 4 com os três tucanos
1. Marina (Rede): 17
2. Lula (PT): 17
3. Aécio (PSDB): 14
4. Sergio Moro (sem partido): 8
5. Serra (PSDB): 6
6. Bolsonaro (PSC): 5
7. Ciro Gomes (PDT): 5
8. Alckmin (PSDB): 5
Fonte: pesquisa Datafolha realizada nos dias 17 e 18 de março de 2016, com 2.794 entrevistados em 171 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos; outros candidatos citados –Luciana Genro (PSOL), Eduardo Jorge (PV), Ronaldo Caiado (DEM) e Michel Temer (PMDB)– não alcançam mais do que 3% em todos os cenários

Folha de São Paulo

Coordenadora da campanha, paraibana Erundina abandona Marina e critica apoio a Aécio: “equivocada e incoerente”

erundinaA deputada federal Luiza Erundina (PSB) está entre os políticos que se afastaram da presidenciável Marina Silva, após as eleições 2014. O fato seria o apoio que a socialista deu ao tucano Aécio Neves no segundo turno das eleições, de acordo com matéria da Folha de São Paulo.

De acordo com a Folha, passados três meses da eleição, a ex-senadora, que chegou a liderar as pesquisas de intenção de voto, submergiu e viu o núcleo político de sua candidatura se esfacelar. Entre esses afastamentos, os dois coordenadores da campanha, Walter Feldman e Luiza Erundina.

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Outra baixa sofrida por Marina Silva, seria na equipe que organiza a fundação da Rede Sustentabilida. Um grupo de militantes rompeu com Marina e agora tenta criar outro partido, o Avante, inspirado no Podemos espanhol.

Parte do isolamento de Marina deve-se à decisão de apoiar o tucano Aécio Neves no segundo turno da eleição presidencial, caminho que dividiu os marineiros. Para Erundina, a opção foi “equivocada” e “incoerente”.

“Marina criticava a polarização entre PT e PSDB, mas decidiu aderir a um dos polos. Foi uma contradição com o discurso que ela fez na campanha”, afirma a deputada, que se aproximou dos dissidentes da Rede engajados na organização do Avante.

Erundina também critica o sumiço de Marina, que não compareceu nem às posses de aliados, como a do governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB). Para a deputada e ex-prefeita de São Paulo, quem recebeu 22 milhões de votos em outubro não deveria se omitir no momento em que o governo anuncia medidas impopulares, como o aumento de impostos e o corte de benefícios sociais.

“A Marina está muito silenciosa, muito calada. A conjuntura é grave, mas não ouço ela se manifestar”, critica. “Ela criou a expectativa de que enfrentaria as questões nacionais, mas lamentavelmente a sociedade está sem resposta”, completa.

Marina deve reaparecer em público nesta segunda-feira (26), no Rio de Janeiro, em ato pela criação da Rede.

MaisPB

Apoio de Marina a Aécio esvazia comando da rede em SP

marinaO apoio da ex-senadora Marina Silva (PSB) ao candidato do PSDB à sucessão presidencial, Aécio Neves, causou uma debandada na Executiva Estadual da Rede em São Paulo. Em carta, divulgada nesta segunda-feira (13), sete coordenadores do partido, que foi abrigado pelo PSB na disputa eleitoral deste ano, pediram renúncia de suas atribuições no comando estadual.

No texto, o grupo afirma que o apoio a qualquer um dos candidatos à sucessão presidencial que passaram para o segundo turno reforça a polarização entre PT e PSDB, a qual foi criticada pela Rede no primeiro turno da disputa presidencial.

“Um apoio, explícito ou velado, por parte da Rede a qualquer um dos candidatos finalistas reforça o argumento daqueles que acusam a sigla de ser mais do mesmo, de ser só uma nova roupagem para a velha e corrupta política que tanto nos dispusemos a combater”, disse.

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Em uma crítica ao PSDB, o grupo afirma que não pode servir indiretamente a um projeto de poder que “já foi testado” e com o qual ele não concorda.

“As nossas esperanças de um Brasil mais justo, mais ético e mais sustentável mostraram-se como mercadorias, à venda por promessas que não surtirão resultados a médio e a longo prazo”, ressaltou.

Ao todo, deixaram a Executiva da Rede em São Paulo os coordenadores executivos Valfredo Pires e Marcelo Pilon; os coordenadores de comunicação Emílio Franco e Renato Ribeiro; os coordenadores de finanças Gérson Moura e Marcelo Saes e o coordenador de organização Washington Carvalho.

O porta-voz da Rede em São Paulo, Alexandre Zeitune, lamentou a renúncia dos integrantes do comando estadual do partido. “Houve um debate interno e foi decidido seguir a decisão nacional. Há um grupo que se sentiu incomodado e a gente lamenta”, disse.

 

Brasil 247

 

Presidente do PSB rompe com Marina e formaliza apoio à candidata Dilma Rousseff

robertoO presidente do Partido Socialista Brasileiro, Roberto Amaral, anunciou neste domingo em carta aberta aos militantes do PSB e ao povo brasileiro que não concorda com a decisão de Marina Silva de apoiar Aécio Neves, portanto, rompe com sua ex-candidata e confirma apoio à reeleição de Dilma Rousseff à presidência da República.

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Eis o Manifesto, a seguir:

Mensagem aos militantes do PSB e ao povo brasileiro 

A luta interna no PSB, latente há algum tempo e agora aberta, tem como cerne a definição do país que queremos e, por consequência, do Partido que queremos. A querela em torno da nova Executiva e o método patriarcal de escolha de seu próximo presidente são pretextos para sombrear as questões essenciais. Tampouco estão em jogo nossas críticas, seja ao governo Dilma, seja ao PT, seja à atrasada dicotomia PT-PSDB – denunciada, na campanha, por Eduardo e Marina como do puro e exclusivo interesse das forças que de fato dominam o país e decidem o poder.

Ao aliar-se acriticamente à candidatura Aécio Neves, o bloco que hoje controla o partido, porém, renega compromissos programáticos e estatutários, suspende o debate sobre o futuro do Brasil, joga no lixo o legado de seus fundadores – entre os quais me incluo – e menospreza o árduo esforço de construção de uma resistência de esquerda, socialista e democrática.

Esse caminhar tortuoso contradiz a oposição que o Partido sustentou ao longo do período de políticas neoliberais e desconhece sua própria contribuição nos últimos anos, quando, sob os governos Lula dirigiu de forma renovadora a política de ciência e tecnologia do Brasil e, na administração Dilma Rousseff, ocupou o Ministério da Integração Nacional.

Ao aliar-se à candidatura Aécio Neves, o PSB traiu a luta de Eduardo Campos, encampada após sua morte por Marina Silva, no sentido de enriquecer o debate programático pondo em xeque a nociva e artificial polarização entre PT e PSDB. A sociedade brasileira, ampla e multifacetada, não cabe nestas duas agremiações. Por isso mesmo e, coerentemente, votei, na companhia honrosa de Luiza Erundina, Lídice da Mata, Antonio Carlos Valadares, Glauber Braga, Joilson Cardoso, Kátia Born e Bruno da Mata, a favor da liberação dos militantes. O Senador Capiberibe votou em Dilma Rousseff.

Como honrar o legado do PSB optando pelo polo mais atrasado? Em momento crucial para o futuro do país, o debate interno do PSB restringiu-se à disputa rastaquera dos que buscam sinecuras e recompensas nos desvãos do Estado. Nas ante-salas de nossa sede em Brasília já se escolhem os ministros que o PSB ocuparia num eventual governo tucano. A tragédia do PT e de outros partidos a caminho da descaracterização ideológica não serviu de lição: nenhuma agremiação política pode prescindir da primazia do debate programático sério e aprofundado. Quem não aprende com a História condena-se a errar seguidamente.

Estamos em face de uma das fontes da crise brasileira: a visão pobre, míope, curta, dos processos históricos, visão na qual o acessório toma a vez do principal, o episódico substitui o estrutural, as miragens tomam o lugar da realidade. Diante da floresta, o medíocre contempla uma ou outra árvore. Perde a noção do rumo histórico.

Ao menosprezar seu próprio trajeto, ao ignorar as lições de seus fundadores – entre eles João Mangabeira, Antônio Houaiss, Jamil Haddad e Miguel Arraes –, o PSB renunciou à posição que lhe cabia na construção do socialismo do século XXI, o socialismo democrático, optando pela covarde rendição ao statu quo. Renunciou à luta pelas reformas que podem conduzir a sociedade a um patamar condizente com suas legítimas aspirações.

Qual o papel de um partido socialista no Brasil de hoje? Não será o de promover a conciliação com o capital em detrimento do trabalho; não será o de aceitar a pobreza e a exploração do homem pelo homem como fenômeno natural e irrecorrível; não será o de desaparelhar o Estado em favor do grande capital, nem renunciar à soberania e subordinar-se ao capital financeiro que construiu a crise de 2008 e construirá tantas outras quantas sejam necessárias à expansão do seu domínio, movendo mesmo guerras odientas para atender aos insaciáveis interesses monopolísticos.

O papel de um partido socialista no Brasil de hoje é o de impulsionar a redistribuição da riqueza, alargando as políticas sociais e promovendo a reforma agrária em larga escala; é o de proteger o patrimônio natural e cultural; é o de combater todas as formas de atentado à dignidade humana; é o de extinguir as desigualdades espaciais do desenvolvimento; é o de alargar as chances para uma juventude prenhe de aspirações; é o de garantir a segurança do cidadão, em particular aquele em situação de risco; é o de assegurar, através de tecnologias avançadas, a defesa militar contra a ganância estrangeira; é o de promover a aproximação com nossos vizinhos latino-americanos e africanos; é o de prover as possibilidades de escolher soberanamente suas parcerias internacionais.

É o de aprofundar a democracia.

Como presidente do PSB, procurei manter-me equidistante das disputas, embora minha opção fosse publicamente conhecida. Assumi a Presidência do Partido no grave momento que se sucedeu à tragédia que nos levou Eduardo Campos; conduzi o Partido durante a honrada campanha de Marina Silva. Anunciados os números do primeiro turno, ouvi, como magistrado, todas as correntes e dirigi até o final a reunião da Comissão Executiva que escolheu o suicídio político-ideológico.

Recebi com bons modos a visita do candidato escolhido pela nova maioria. Cumprido o papel a que as circunstâncias me constrangeram, sinto-me livre para lutar pelo Brasil com o qual os brasileiros sonhamos, convencido de que o apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff é, neste momento, a única alternativa para a esquerda socialista e democrática. Sem declinar das nossas diferenças, que nos colocaram em campanhas distintas no primeiro turno, o apoio a Dilma representa mais avanços e menos retrocessos, ou seja, é, nas atuais circunstâncias, a que mais contribui na direção do resgate de dívidas históricas com seu próprio povo, como também de sua inserção tão autônoma quanto possível no cenário global.

Denunciámos a estreiteza do maniqueísmo PT-PSBD, oferecemos nossa alternativa e fomos derrotados: prevaleceu a dicotomia, e diante dela cumpre optar. E a opção é clara para quem se mantém fiel aos princípios e à trajetória do PSB.

O Brasil não pode retroagir.

Convido todos, dentro e fora do PSB, a atuar comigo em defesa da sociedade brasileira, para integrar esse histórico movimento em defesa de um país desenvolvido, democrático e soberano.

Rio de Janeiro, 11 de outubro de 2014.

Roberto Amaral

 

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