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Marcha pra Jesus 2016 acontecera sábado em Guarabira

MACHA-PARA-JESUSO evento sera realizado no centro da cidade, e terá a concentração na praça do milênio de onde sairá com destino a Av. Dom Pedro II.

A marcha, que traz o tema, ‘Família Projeto de Deus’, já entra no calendário nacional. O projeto que vem Realizando um trabalho de evangelização em massa em toda a região, tem como meta pregar a unidade entre os povos, valorizando os princípios básicos e a família cristã.

Na oportunidade, estará  se apresentando varios cantores gospel da cidade, como Fábio Lobo, Francisco Jerônimo, Wilton Moura entre outros. A Banda Bona Vide também tem participação confirmada no evento.

Ainda estão convidados o PR Gilvan Camilo e PR Eli Silva onde estarão trazendo a palavra de Deus.

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Jovens do Polo da Borborema realizarão I Marcha da Juventude Camponesa em Remígio-PB nesta quinta-feira (28)

jovensNo ano em que o Polo da Borborema, uma articulação de 14 sindicatos de trabalhadores rurais da região da Borborema, completa 20 anos de existência, sua Comissão de Jovens e a AS-PTA realizarão, na quinta-feira, 28 de julho, em Remígio-PB, a partir das 8h, a “I Marcha da Juventude Camponesa na Luta pela Agroecologia”.

A Marcha reunirá cerca de mil jovens agricultores vindos dos 14 municípios de atuação do Polo. Será um momento de fortalecimento da identidade camponesa da juventude, além de dar visibilidade ao trabalho dos jovens agricultores, suas potencialidades e desafios e promover a agroecologia enquanto modo de vida e modelo de produção de alimentos.

“A gente nunca vai ter a vida igual, mas a gente tem que ter o mesmo direito. Quem for a marcha, cada qual tem sua diferença, mora num lugar diferente, tem casa diferente, tem suas opiniões, mas quando a gente está junto, somos todos iguais, lutando por melhoria para gente. O que eu mais estou falando ultimamente é que não podemos ter nenhum direito a menos. Diante da luta desse território, a juventude tem que dar continuidade. A gente tem que dar continuidade, mas não só a gente, temos que puxar nossos irmãos, nossos amigos, afirma Sidinéia Camilo, jovem agricultora de Remígio.

A concentração do público da Marcha acontecerá em um palco montado na Rua Bento Vitório, ao lado da Igreja Católica, no Centro da cidade. A partir das 8h, terá início com a acolhida às caravanas e às 9h, abertura oficial do evento. Em seguida haverá depoimentos de jovens camponeses falando sobre a sua experiência na agricultura.

As 9h30 os jovens sairão em marcha pelas ruas centrais da cidade acompanhados de carro de som, faixas, bandeiras e estandartes até a Rua Joaquim Cavalcante de Morais, também no Centro da cidade. No local onde tradicionalmente acontece a Feira Agroecológica do município, além de um segundo palco, acontecerá a II Feira Agroecológica e Cultural da Juventude Camponesa, onde estarão montadas 16 barracas para venda e exposição de produtos e experiências dos jovens.

SAM_2206Paralelamente à feira, acontecerão apresentações culturais como capoeira, ciranda, boi de reis, grafitagem, poesia e aboio entre outras expressões da cultura local dos municípios da região. Um trio de forró, formado por jovens de Remígio, também irá se apresentar. Estão previstas ainda três oficinas temáticas: aplicação em serigrafia, transgênicos (com a realização de testes de transgenia) e reutilização de materiais recicláveis como pneus e garrafas pet para a produção de canteiros horizontais e verticais. O encerramento está previsto para as 12h30.

“Um dos papéis do movimento sindical é se renovar. E se renova com pessoas novas. Acho que o papel do movimento sindical, do Polo da Borborema é isso. O Polo está no caminho certo quando tenta se renovar e favorecer com que as pessoas novas passem a contribuir com nosso projeto, um projeto de um sindicalismo diferenciado, o caminho é esse, é a juventude, afirma Manoel de Oliveira, conhecido por Nequinho, da Coordenação do Polo da Borborema.

A Marcha é uma realização da AS-PTA e do Polo da Borborema com apoio da Prefeitura Municipal de Remígio e das agências de cooperação internacional Comitê Católico Contra a Fome e a Favor do Desenvolvimento (CCFD), ActionAid, terre des hommes schweiz e Cofinanciamento da União Europeia.

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Prefeito Beto do Brasil participa da 18ª Marcha dos Prefeitos  

beto e romuloO prefeito Beto do Brasil integra o grupo de quase 160 prefeitos da Paraíba que participam da 18ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB).

A Marcha visa reivindicar aumento no repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), defender o Pacto Federativo, o atraso no repasse das verbas e debater sobre o desenvolvimento dos municípios brasileiros.

Os prefeitos participantes da 18° Marcha também poderão consultar técnicos dos 12 órgãos federais sobre como podem acessar programas e recursos federais para as suas cidades.

O gestor municipal aproveita sua ida a Brasília para cumprir uma agenda paralela, com reuniões e visitas aos ministérios pleiteando ajuda para Solânea.

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“Muito trabalho, inclusive entrando em contato com todos da bancada federal da Paraíba, buscando emenda para resolver definitivamente o problema das famílias da rua Alípio da Rocha, entre outras solicitações”, afirmou Beto do Brasil, prefeito de Solânea.

Dicom Solânea

Agricultoras participam da 6ª edição da Marcha pela Vida das Mulheres e pela Agroecologia

marchaCerca de três mil agricultoras e lideranças rurais se reuniram em Lagoa Seca, na Paraíba, nesta quinta-feira 12 de março (quinta-feira), na 6ª edição da Marcha pela Vida das Mulheres e pela Agroecologia. Na atividade, a Secretária de Estado da Agricultura Familiar e do Desenvolvimento do Semiárido (SEAFDS), se fez presente, dando apoio, no dia de ontem o governador Ricardo Coutinho, recebeu a comissão dos diversos movimentos e negociou diretamente todos os pontos da pauta unificada e reuniu um fórum de sindicatos e organizações da agricultura familiar que congrega 14 municípios e mais de cinco mil famílias do Agreste da Borborema, com a assessoria da AS-PTA Agroecologia e Agricultura Familiar.

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marcha1A Marcha é um momento de denunciar as desigualdades sociais e a violência contra mulher. É também a expressão da luta por direitos e por relações de gênero mais justas na agricultura familiar. Em todos os anos, o ato marca o encerramento de uma série de eventos municipais em que se faz uma leitura crítica das manifestações das desigualdades e a persistência histórica da cultura patriarcal. Busca-se ainda valorizar e dar a visibilidade as estratégias de superação encontradas pelas mulheres e afirmar seu papel na construção do projeto agroecológico para a região. “A marcha vem se reafirmando num espaço importante para se refletir as desigualdades presentes nas vida das mulheres, que sempre tiveram seu trabalho sempre desvalorizado. Então há uma rede de mulheres integrantes da marcha que debatem alternativas para se combater essas dificuldades que as mulheres sofrem tanto físicas como psicológicas”, afirmou Maria Leonia Soares Coordenadora do polo da Borborema e presidente dos Trabalhadores Rurais de Massaranduba.

marcha2Para o secretário de Estado da Agricultura Familiar e do Desenvolvimento do Semiárido (SEAFDS) Lenildo Morais que esteve representando o governador Ricardo Coutinho, está marcha já faz parte do calendário de mobilização social da Paraíba, pois simboliza um pouco daquilo que é a luta cotidiana das mulheres, para que possam a cada dia serem protagonistas em nosso país, com justiça e com igualdade. “Nós não só apoiamos a 6ª edição da Marcha pela Vida das Mulheres e pela Agroecologia, como fizemos questão de ontem (11) junto ao governador Ricardo Coutinho, discutir uma pauta que tratou da geração de políticas públicas para as mulheres, como a criação de uma agroindústria a partir do banco de sementes da cidade de Lagoa Seca. A iniciativa visa aproveitar a produção de milho orgânico e nativo dos pequenos agricultores para a produção de cuscuz. Esse cenário mostra que o governador está antenado as questões que envolvem a melhoria de vida de quem mora no campo”, afirmou Lenildo. Desde de 2014 o trabalho de preparação vem debatendo as questões propostas pela Marcha. “O processo preparatório da Marcha nesse ano foi bastante interessante. Podemos dizer que não paramos de marchar desde Massaranduba, pois o tema das desigualdades entre homens e mulheres perpassou todos os momentos de formação do Polo da Borborema. Contudo, vale destacar o processo de formação específico para marcha. Esse ano, foram mais de 35 encontros municipais e comunitários envolvendo perto de 1500 mulheres. Promovemos um encontro com as lideranças jovens do Polo que por sua vez, se fará presente de forma mais organizada na Marcha. Vale ainda destacar o processo municipal. Os educadores e gestores escolares da rede de educação de Lagoa Seca também participaram de um momento de formação específico e a pauta da Marcha será levada para dentro das salas de aula. É assim que a Marcha vai se consolidando com apoios como da SEADFS como um forte movimento de mulheres na região da Borborema”, avalia Adriana Galvão Freire, assessora técnica da AS-PTA e da Coordenação da Marcha. Durante todo o percurso, as mulheres seguiram carregando bandeiras, faixas, cartazes e cantando canções que tratam da realidade de desigualdade, isolamento, injustiça e violência a qual muitas mulheres ainda estão submetidas.

Além da participação das mulheres do Polo da Borborema, a Marcha também recebeu caravanas vindas de várias regiões da Paraíba que compõem a Articulação do Semiárido Paraibano (ASA Paraíba), o Coletivo Estadual de Mulheres do Campo e da Cidade, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra da Paraíba (MST-PB) e o Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Campo (MTTC), entre outros movimentos de mulheres.

Assessoria

Renan agora diz que vai instalar duas CPIs exclusivas da Petrobras; é a marcha da irracionalidade. E a questão do medo

Aloysio Nunes: governo está com medo porque, na CPI, as línguas se destravam

Aloysio Nunes: governo está com medo porque, na CPI, as línguas se destravam

Em vez de uma, podem ser instaladas duas CPIs da Petrobras. Eis um sintoma da mais absoluta irracionalidade que tomou conta das hostes governistas. Vamos pensar um tantinho e pôr um pouco de lógica nessa conversa. Os defensores da CPI mista conseguiram o número necessário de assinaturas no Senado e na Câmara, que é um terço em cada Casa. Nesta última, aliás, houve a adesão de 230 deputados — bastavam 171. Há 30 senadores — bastavam 27. Ora, deixar de instalar, então, a comissão conjunta por quê?

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A crispação era tal entre os deputados que muitos, e não só os formalmente ligados à oposição, ameaçavam recorrer ao Ministério Público e ao Conselho de Ética do Senado contra Renan. Há mais: a decisão de Rosa Weber, do STF — em favor da CPI exclusiva da Petrobras — não determinou a sua instalação nesta ou naquela Casa. A ministra se pronunciou sobre a essência e a natureza do processo de investigação como um direito fundamental da minoria — logo, alcança também uma comissão mista.

Em entrevista concedida nesta terça à noite ao programa “Os Pingos nos Is”, da Jovem Pan, o senador Aloysio Nunes Ferreira, líder do PSDB,  afirmou que a oposição indicaria, sim, os nomes da CPI do Senado, mas que não havia aberto mão, de jeito nenhum!, da comissão mista, também com os deputados. E, como ele observou, é claro que esta é preferível àquela. Mas, se for o caso, afirmou Nunes, que se façam, então, duas comissões.

O governo quer agora restringir a investigação apenas ao Senado porque considera ter mais controle sobre essa Casa Legislativa do que sobre a Câmara — coisa, aliás, que deveria deixar os senadores irritados porque passam a ser tratados como capachos do Executivo.

No fim da noite desta terça, Renan convocou líderes da oposição e afirmou que vai instalar, na próxima terça-feira, as duas CPIs exclusivas da Petrobras: uma só com senadores e outra mista. Faz sentido? Nenhum! Se o governo não queria CPI nenhuma e, depois, acabou concordando com a do Senado ao menos, em que esta comissão mudaria o conteúdo da mista?

Pior: o homem que anunciou a disposição de instalar as duas comissões anunciou que não desistiu de apelar ao Supremo para impedir as CPIs só da Petrobras. Ele quer porque quer aquela comissão X-Tudo…

Na entrevista ao programa “Os Pingos nos Is”, Aloysio Nunes resumiu: “O governo não queria de jeito nenhum a CPI da Petrobras. Está apavorado com essa história. A CPI é um catalisador de informações que já estão vindo de todo lado. Dentro da Petrobras, você tem muita gente, técnicos qualificados, que não se conformam com aquilo que aconteceu, que vem acontecendo na Petrobras. Então, muitas línguas vão se destravar”.

Tomara! E só para concluir: ter duas CPIs é um troço de tal sorte irracional que me parece que o mais provável é que se instale mesmo a CPI mista!

Por Reinaldo Azevedo

Em tempos de Marcha pela Família, atriz Bete Mendes relembra tortura: ‘a pior perversidade da raça humana’

“Não dá para ter raiva de quem me torturou. A gente é tão humilhado, seviciado, vilipendiado que o que se quer é sobreviver e bem”, diz Bete Mendes
“Não dá para ter raiva de quem me torturou. A gente é tão humilhado, seviciado, vilipendiado que o que se quer é sobreviver e bem”, diz Bete Mendes

Presa e torturada em 1970, a atriz Bete Mendes encontrou o coronel Brilhante Ustra numa viagem ao Uruguai em 1985. Ela era deputada federal, e ele atuava na embaixada em Montevidéu. Na volta, ela denunciou Ustra ao presidente Sarney. Aos 64, a atriz diz não temer retrocessos, mas pede atenção aos movimentos contra a democracia. Em depoimento publicado domingo, no diário paulistano Folha de S.Paulo, a atriz afirma que superou o trauma com tratamento psicológico e se afirma socialista.

Leia abaixo as declarações de Bete Mendes.

Fui presa duas vezes. Na primeira, não fui torturada fisicamente. Na segunda, foi total. Fui torturada [em 1970] e denunciei [o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra]. Isso me marcou profundamente. Não desejo isso para ninguém – nem por meus inimigos. A tortura física é a pior perversidade da raça humana; a psicológica, idem.

Não dá para ter raiva (de quem me torturou). A gente é tão humilhado, seviciado, vilipendiado que o que se quer é sobreviver e bem. Estou muito feliz, sobrevivi e bem. E não quero mais falar desse assunto.

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Superei isso com tratamento psicológico e com trabalho. Agradeço à família, à classe artística, aos amigos que foram meu alicerce.

Carlos Zara me convidou para fazer a novela “O Meu Pé de Laranja Lima”, e isso me salvou. Continuei o trabalho artístico, fui fundadora do PT, fui deputada federal duas vezes e secretária da Cultura de São Paulo.

Comecei a fazer teatro e cantar com seis anos de idade. Com oito já participava de manifestações de alunos. Era do grêmio do colégio, depois fui para o diretório da faculdade. Em bibliotecas públicas ou pegando livros emprestados lia tudo: Rousseau, Marx, Mao, Lênin, Gorki, Aristóteles. Depois, adotei o codinome de Rosa em homenagem a Rosa Luxemburgo.

Var Palmares

Na adolescência escrevi textos de peças de teatro. Quando fui presa, eles levaram esses textos. Achavam que eles eram prova de crime, que depunham contra mim. Nunca mais os recuperei. Era coisa tão pouca, boba, pessoal.

Quando fecharam as portas à democracia, me senti usurpada, revoltada, aprisionada. Achei que a única saída era entrar numa organização revolucionária contra a ditadura militar. Entrei na VAR-Palmares. Fizemos aquela opção. Foi certa, errada? É difícil julgar hoje.

A minha visão era a revolução socialista: tirar poder dos militares, dos opressores, do capitalismo selvagem. Deixar a gente governar para o bem de todos, com todos participando.

Eu tinha 18, 19 anos e achava que podia fazer tudo. Não tinha consciência do risco imenso que estava correndo. Era atriz de uma novela que explodia no Brasil, “Beto Rockfeller”, estudava ciências sociais na Universidade de São Paulo e participava de uma organização clandestina revolucionária. Aí deu zebra.

O medo era a pior coisa que a gente sentia na época. Historicamente tem que se reconhecer que nós entramos numa ditadura muito mais pesada do que foi dito no passado. Isso vai sendo desdito atualmente pela Comissão da Verdade.

Hoje não tenho medo de retrocesso, mas é preciso prestar atenção em manifestações como de movimentos nazistas em vários países e no Brasil. Por exemplo? O coronel Brilhante Ustra faz parte desse movimento. Ele tem um site. Há jovens fazendo movimento nazista.

Democracia

É um receio. É preciso ser cauteloso em relação a movimentos que podem ser prejudiciais ao avanço democrático. Mas impedir jamais, porque a gente legitima a manifestação de todos, de opiniões diversas. É preciso cuidar da democracia para que esses movimentos não cresçam.

Sou política como qualquer cidadão. Sou cidadã, atriz, socialista. O socialismo se constrói todo dia. Não temos o modelo socialista do passado, mas a gente constrói um novo. Quero continuar trabalhando como atriz e viajar mais. Poder viver essa democracia até morrer. Sonho político? Que o trabalho escravo acabe no Brasil.

Problema de audição? Tenho. É que eu fui torturada. (Fica com os olhos marejados).

 

Pragmatismo Político

 

‘Marcha pela Vida’ reúne 3,5 mil pessoas no Agreste do Estado

Divulgação/Luciano Silveira
Divulgação/Luciano Silveira

Mais de 3,5 mil pessoas participaram ontem da V Marcha pela Vida das Mulheres e pela Agroecologia, que aconteceu na cidade de Massaranduba, Agreste paraibano. O evento que é organizado pelo Polo da Borborema, conjunto de sindicatos de vários municípios, geralmente acontece no Dia Internacional da Mulher, mas mudou de data em 2014 pela proximidade dos festejos carnavalescos. Os principais objetivos da marcha são denunciar a violência contra a mulher e dar visibilidade a sua contribuição para a agricultura familiar.

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De acordo com Maria Leônia Soares, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Massaranduba, a marcha reuniu agricultoras, militantes, lideranças e membros da sociedade civil. “A cada ano mais mulheres se envolvem nesse evento e as políticas públicas para mulheres são fortalecidas. Infelizmente, ainda lidamos com muito machismo. Esse é um dia de liberdade para todas as agricultoras, em que relembramos a força da ação sindical e o quanto o trabalho delas é importante para a família”, afirmou.

Casos de violência contra a mulher na Paraíba, como a ‘Barbárie de Queimadas’, que vitimou a recepcionista Michele Domingos e a professora Izabella Pajuçara em fevereiro de 2012, foram lembrados na marcha. Além dos assassinatos de Vani dos Santos Lima e Maria Lúcia da Silva, espancadas até a morte em 1998 e 2006, respectivamente, em Massaranduba.

Além de depoimentos de familiares das vítimas, houve um momento de silêncio em frente à igreja matriz da cidade em homenagem às jovens.

Durante o trajeto, 63 mulheres vestidas de preto e carregando cruzes de madeira relembraram as 63 mulheres mortas na Paraíba durante o ano de 2013. No final da marcha, foram homenageadas as parteiras, benzedeiras e rezadeiras da cidade.

 

 

jornaldaparaiba

Marcha do MST termina com 30 PMs e 2 manifestantes feridos em Brasília

O confronto entre policiais militares e manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra na tarde desta quarta-feira (12) na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, terminou com 32 pessoas feridas – 30 PMs e dois integrantes da marcha. De acordo com o comando da PM, oito policiais precisaram de atendimento médico em hospitais.

Manifestante ferido é socorrido (Foto: Isabella Calzolari / G1)Manifestante ferido é socorrido no gramado da Esplanada dos Ministérios  (Foto: Isabella Calzolari / G1)

De acordo com o Corpo de Bombeiros, parte dos policiais foi atendida no posto da Câmara dos Deputados e outros levados ao Hospital de Base. Segundo a assessoria da PM, os policiais feridos que necessitaram de atendimento médico foram atingidos por pedras e pedaços de paus na cabeça.

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A marcha pela reforma agrária reuniu cerca de 15 mil pessoas, segundo a PM, e interrompeu o trânsito na área central da capital. Na Praça dos Três Poderes, houve enfrentamento entre integrantes da passeata e policiais.

O ministro da Secretaria Geral, Gilberto Carvalho, recebe em frente ao Palácio do Planalto carta com reivindicações do MST (Foto: Juliana Braga / G1)O ministro da Secretaria Geral, Gilberto Carvalho,
recebe em frente ao Palácio do Planalto carta com
reivindicações do MST (Foto: Juliana Braga / G1)

Os manifestantes ocuparam a praça, onde ficam o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal e o Palácio do Planalto, sede do Poder Executivo. A presidente Dilma Rousseff não se encontrava no palácio no momento do tumulto – ela estava no Palácio da Alvorada, residência oficial.

Em pelo menos três momentos houve confusão entre policiais militares e manifestantes na Praça dos Três Poderes. O Batalhão de Choque da PM chegou a jogar bombas de gás e dar tiros de borracha na direção dos sem-terra. Manifestantes arremessaram objetos contra os PMs.

Depois do tumulto, os manifestantes se concentraram no gramado em frente ao Congresso Nacional. Segundo lideranças do MST, um manifestante foi detido após confronto e pelo menos dois ficaram feridos.

O senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), que acompanhou a manifestação do alto de um carro de som, disse que os manifestantes não tinham a intenção de invadir prédios públicos. “A polícia achou que eles tinham a intenção de invadir o Palácio do Planalto, mas nunca houve essa ideia. A polícia foi para cima e os manifestantes reagiram. Estou aqui desde o começo para não deixar virar pancadaria”, disse o parlamentar.

O ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, conversou com manifestantes e recebeu uma carta do MST. Ele informou que na manhã desta quinta a  presidenteDilma Rousseff receberá uma comissão de representantes do movimento.

Integrantes do MST ocupam o gramado do Congresso Nacional (Foto: Felipe Néri / G1)Integrantes do MST ocupam o gramado do Congresso Nacional (Foto: Felipe Néri / G1)

Embaixada dos EUA
Antes, por volta das 15h30, manifestantes entraram em confronto com a polícia em frente à embaixada dos Estados Unidos. Um policial chegou a apontar uma arma de pulsos elétricos em direção aos manifestantes.

Fui informado agora pela segurança que o tribunal corre o risco de ser invadido”
Ministro Ricardo Lewandowski, pouco antes de deixar o prédio do Supremo Tribunal Federal junto com os demais ministros da corte

Os policiais fizeram um cordão de isolamento em frente à embaixada, para impedir a aproximação dos manifestantes. O grupo seguiu apenas pela via lateral ao prédio.

Pouco depois das 16h, os manifestantes entraram em confronto com os policiais. Um grupo de sem-terra tentou ultrapassar uma barreira de PMs e houve troca de socos e pontapés.

Alguns manifestantes disseram que houve uso de spray de pimenta. A corporação negou o fato e disse que o movimento transcorria com tranquilidade até que “baderneiros infiltrados” iniciaram a confusão.

Supremo
Por causa da manifestação, a segurança do Supremo retirou os ministros do prédio. A sessão desta quarta do tribunal foi suspensa e posteriormente retomada.

O presidente em exercício da Corte, Ricardo Lewandowski, informou por volta de 16h10 que havia risco de invasão ao tribunal pelo grupo do MST.

“Fui informado agora pela segurança que o tribunal corre o risco de ser invadido”, afirmou Lewandowski naquele momento.

Um grupo chegou a derrubar as grades que protegem o tribunal, mas foi barrado pela segurança do Supremo Tribunal Federal.

Às 19h, a maior parte dos manifestantes retornou para o acampamento montado ao lado do estádio Nacional Mané Garrincha.

 

G1

Marcha das Vadias reúne mais de mil no Rio e vira hit em rede social

Desentendimentos entre fiéis e manifestantes da Jornada Mundial da Juventude marcaram o ato (Foto: Silva Izquierdo/AP Photo)Desentendimentos entre fiéis e manifestantes da Jornada Mundial da Juventude marcaram o ato (Foto: Silva Izquierdo/AP Photo)
Movimento foi o mais comentado em rede social brasileira à noite (Foto: Tasso Marcelo/AFP Photo)Movimento foi o mais comentado em rede social
brasileira à noite (Foto: Tasso Marcelo/AFP Photo)

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A Marcha das Vadias do Rio de Janeiro, em seu terceiro ano consecutivo, reuniu mais de mil manifestantes na orla carioca, na tarde deste sábado (27), e causou alvoroço nas redes sociais, assumindo a liderança dos trending topics do Twitter no Brasil no início da noite. O grupo saiu às 15h20 de Copacabana pela Avenida Atlântica e foi até Ipanema, pela Avenida Vieira Souto, pedindo a legalização do aborto e o fim da violência sexual. Por volta das 19h, diminuto, o grupo voltou à Copacabana. Duas horas depois, pelo segundo dia seguido, uma manifestação entrou em espaço reservado para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ).

O nome irônico do protesto, segundo os organizadores, teve origem no Canadá, quando um policial justificou um estupro por conta das roupas utilizadas pela mulher violentada. No Rio, o grupo reforçou a autodeterminação sobre o corpo feminino caminhando pela praia com gritos e cartazes. Num deles, a manifestante provocava: “Será preciso eu usar burca para você me respeitar?”.

O tema, naturalmente, esbarrou em dogmas da Igreja Católica e em fiéis da JMJ que seguiam para o evento religioso, instalado em palco na Praia de Copacabana, na altura da Avenida Princesa Isabel. Com manifestantes usando pouca roupa e algumas delas de seios de fora, as discussões foram acaloradas. “Vou rezar por eles”, chegou a dizer uma peregrina.

Radicais quebraram imagens santas na Marcha das Vadias (Foto: Tasso Marcelo/ AFP Photo)Radicais quebraram imagens santas na Marcha
das Vadias (Foto: Tasso Marcelo/ AFP Photo)

Integrante do grupo Católicas pelo Direito de Decidir, Valéria Marques foi chamada de assassina por outra fiel. “Sinto pena de uma mulher que oprime o próprio gênero. A organização é apenas a favor das mulheres poderem decidir o que fazer com o próprio corpo, incluindo a legalização do aborto”, disse Valéria.

Radicais do movimento, no entanto, chegaram a quebrar imagens santas por volta das 16h30. Em outros momentos tensos, agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) foram insultados por manifestantes que perguntavam “Cadê Amarildo?”, em alusão ao pedreiro que sumiu há duas semanas depois de prestar depoimento a policiais da UPP da Rocinha. Várias vezes, foram ouvidos gritos de “Fora Cabral”.

A Polícia Militar acompanhou a caminhada com cerca de 50 PMs. Após a chegada em Ipanema, o grupo decidiu voltar para Copacabana e questionar fiéis sobre alguns tabus. Ao se aproximar do palco da Jornada Mundial da Juventude, uma barreira humana da Força Nacional foi armada em frente ao Hotel Rio Othon Palace.

O grupo fardado se estendia da calçada à areia e impedia que manifestantes se aproximassem do evento católico. Algumas manifestantes, com os seios à mostra, subiram nos ombros de companheiros e provocaram fiéis. Às 21h, o bloqueio foi furado e parte do grupo ocupou as areias nas proximidades do palco principal da JMJ.

Em nota, os organizadores do ato lamentaram a quebra de imagens. “A performance que envolveu quebra de imagens de santas na Marcha das Vadias hoje não foi programada pela organização deste evento”.

Manifestantes subiram nos ombros de colegas e, com os seios à mostra, provocaram fiéis que acompanhavam shows da Jornada Mundial da Juventude, em Copacabana (Foto: Tasso Marcelo/ AFP Photo)Manifestantes subiram nos ombros de colegas e, com os seios à mostra, provocaram fiéis que acompanhavam shows da Jornada Mundial da Juventude, em Copacabana (Foto: Tasso Marcelo/ AFP Photo)
Cerca de mil pessoas caminharam pela orla do Rio neste sábado (Foto: Reprodução/TV Globo)Cerca de mil pessoas caminharam pela orla do Rio neste sábado (Foto: Reprodução/TV Globo)

G1

Deputado Wilson Filho participa de marcha e defende melhoria do FPM

Wilson-FilhoO deputado federal Wilson Filho (PMDB) revelou que irá participar da Marcha de Prefeitos e Vereadores, nesta terça (9), em Brasília, com gestores que estão participando do evento.

“Vou defender mais ônibus escolares para os municípios paraibanos, perdão das dívidas dos agricultores, melhoria do FPM de 0.6 para 1.0, entre outros projetos para amenizar os problemas decorrentes da seca”, defendeu o deputado federal.

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A reunião foi convocada pela Federação das Associações de Municípios da Paraíba (FAMUP) e será realizada no Senado Federal, às 17h. “Acreditamos que cerca de 90 prefeitos devem participar do encontro”, adiantou Wilson Filho.

Na 16ª Marcha que prossegue até a próxima quinta-feira (11) participam milhares de pessoas, entre prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, representantes do Governo Federal, parlamentares, especialistas e demais agentes políticos.

Com o tema ‘O Desequilíbrio Federativo e a Crise nos Municípios’, a mobilização é organizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), em parceria com as entidades estaduais e regionais de Municípios. O evento prevê divulgação de estudos, palestras, seminários, fóruns e debates técnicos.

Entre as reivindicações dos gestores municipais estão às mudanças no Pacto Federativo, o encontro de contas em relação à Previdência Social da União com os Municípios e o aumento de 2% no percentual do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

MaisPB

com Assessoria