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Dilma rebate Marcelo e aponta proteção da mídia aos “artífices do golpe”

dilmaEm nota oficial divulgada nesta quinta-feira (2), a ex-presidente Dilma Rousseff rebate as acusações do empresário preso Marcelo Odebrecht, que prestou depoimento dentro das investigações da Operação Lava Jato. Dilma nega que tenha pedido recursos a Marcelo ou a outros empresários e autorizado qualquer tipo de pagamento por meio de caixa dois nas campanhas presidenciais de 2010 e 2014.

“Também não é verdade que Dilma Rousseff tenha indicado o ex-ministro Guido Mantega como seu representante junto a qualquer empresa tendo como objetivo a arrecadação financeira para as campanhas presidenciais. Nas duas eleições, foram designados tesoureiros, de acordo com a legislação. O próprio ex-ministro Guido Mantega desmentiu tal informação”, diz a nota.

O comunicado de Dilma também critica a mídia golpista. “Estranhamente, são divulgadas à imprensa, sempre de maneira seletiva, trechos de declarações ou informações truncadas. E ocorrem justamente quando vêm à tona novas suspeitas contra os artífices do Golpe de 2016, que resultou no impeachment da ex-presidenta da República”.

Veja a nota completa abaixo:

NOTA À IMPRENSA

Sobre as declarações do empresário Marcelo Odebrecht em depoimento à Justiça Eleitoral, a Assessoria de Imprensa de Dilma Rousseff afirma:

1. É mentirosa a informação de que Dilma Rousseff teria pedido recursos ao senhor Marcelo Odebrecht ou a quaisquer empresários, ou mesmo autorizado pagamentos a prestadores de serviços fora do país, ou por meio de caixa dois, durante as campanhas presidenciais de 2010 e 2014.

2. Também não é verdade que Dilma Rousseff tenha indicado o ex-ministro Guido Mantega como seu representante junto a qualquer empresa tendo como objetivo a arrecadação financeira para as campanhas presidenciais. Nas duas eleições, foram designados tesoureiros, de acordo com a legislação. O próprio ex-ministro Guido Mantega desmentiu tal informação.

3. A insistência em impor à ex-presidenta uma conduta suspeita ou lesiva à democracia ou ao processo eleitoral é um insulto à sua honestidade e um despropósito a quem quer conhecer a verdade sobre os fatos.

4. Estranhamente, são divulgadas à imprensa, sempre de maneira seletiva, trechos de declarações ou informações truncadas. E ocorrem justamente quando vêm à tona novas suspeitas contra os artífices do Golpe de 2016, que resultou no impeachment da ex-presidenta da República.

5. Dilma Rousseff tem a certeza de que a verdade irá prevalecer e o caráter lesivo das acusações infundadas será reparado na própria Justiça.

6. Por fim, cabe reiterar que todas as doações às campanhas de Dilma Rousseff foram feitas de acordo com a legislação, tendo as duas prestações de contas sido aprovadas pelo Tribunal Superior Eleitoral.
ASSESSORIA DE IMPRENSA
DILMA ROUSSEFF

Brasil 247

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BELÉM: aliado de Ricardo Marcelo será o vice de Edgar Gama. Betânia fica com o prefeito

Bau e Edgar (da esquerda para direita)
Bau e Edgar (da esquerda para direita)

O prefeito de Belém (PB), Edgar Gama (PSB), anunciou o nome do ex-vereador Severino Porpino (Bau) como vice-prefeito em sua chapa. O anúncio foi feito por volta das 19h deste sábado (23) durante plenária socialista.

Bau foi vereador de Belém por vários mandatos e hoje tem o filho, Junior Porpino, exercendo a função de vereador, eles são ligados ao grupo do deputado Ricardo Marcelo (PMDB).

A operação que levou a formulação da chapa foi abonada pelo deputado estadual Ricardo Marcelo, que encaminhou o apoio de cinco vereadores do seu bloco.

Após a retirada da candidatura de Crisneildes Rodrigues (esposa de Ricardo Marcelo), o grupo entendeu que a melhor saída seria a aliança com o grupo do prefeito Edgar.

A vice-prefeita Betânia Barros que até então estava rompida, voltará a base e apoiará o prefeito Edgar.

Rafael San

 

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Grupo de investimentos confirma Marcelo no Fla por três temporadas

marceloÉ questão de tempo para que Marcelo Cirino seja confirmado como reforço do Flamengo. A transação envolvendo o Atlético-PR, o Rubro-Negro carioca e o fundo de investimentos Doyen Group está selada e o anúncio depende somente do acordo salarial do atacante. Os termos da negociação são os mesmos da ida de Leandro de Damião para o Santos. O contrato será de três anos, mesmo período que o clube da Gávea tem para pagar o empréstimo de R$ 16,5 milhões para compra de 50% dos direitos econômicos do atacante.

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Anualmente, o valor será ajustado em 10%. Caso o Flamengo venda o jogador neste período, fica com 20% deste montante, com os outros 80% indo para Doyen Group. Ambas as partes vêm o negócio com grande potencial de lucro técnico e financeiro, uma vez que Marcelo tem somente 22 anos e foi eleito a revelação do Brasileirão de 2013. A expectativa é de que o reforço já se apresente com o restante do elenco rubro-negro na segunda-feira, no Ninho do Urubu.

Representante da Doyen no Brasil, Renato Duprat confirmou o final feliz para transação.

– Já está tudo acertado, falta apenas o acordo salarial do Flamengo com o Marcelo. O contrato será de três anos, prazo que o clube terá para nos pagar o investimento realizado. Após este período, o Marcelo será do Flamengo. Se houver uma negociação, ficamos com 80% e o clube com 20% – revelou em contato com o GloboEsporte.com.

O Doyen é um grupo que tem como principal atividade a mineração – óleo, gás, ouro, ferro, etc. Com escritórios também em Istambul, na Turquia, e em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, o grupo iniciou os trabalhos esportivos em 2011, tornando-se “uma alternativa de financiamento” para clubes que têm menos recursos”. O modelo criado com a autorização da Uefa tira da mão de terceiros (grupos de empresários, por exemplo) os direitos econômicos dos jogadores, o que faz do grupo praticamente um banco.

 

Globoesporte.com

Vaticano investigou padre Marcelo Rossi por quase 10 anos

Arquivo pessoal
Arquivo pessoal

O padre Marcelo Rossi teve seus passos, CDs, livros, missas e aparições na TV seguidos de perto pelo Vaticano do final dos anos 90 até cerca de quatro anos atrás.

A investigação, que durou quase 10 anos, foi provocada por uma denúncia feita por um religioso brasileiro, que acusou o padre de culto ao personalismo, exibicionismo por ir demais às TVs, de desvirtuar as práticas católicas e de transformar a missa em uma espécie de “circo”.

A investigação foi comandada pela Congregação para a Doutrina da Fé, liderada pelo cardeal Joseph Ratzinger, que mais tarde se tornaria o papa Bento 16.  ACongregatio pro Doctrina Fidei é o novo nome que o Vaticano dá para a assassina Inquisição.

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O UOL apurou com exclusividade que, entre o final dos anos 90 e a década de 2000, a Congregação recebia regularmente vídeos com as participações do padre Marcelo em programas como o de Gugu Liberato no SBT e de Fausto Silva, na Globo.

A Cogregatio matou na fogueira, por asfixia ou afogamento centenas de milhares de pessoas no mínimo entre os séculos 12 e século 19 (mas há relatos de incipientes matanças já no século 10).

A Inquisição também calou, excomungou ou proibiu de ensinar milhares de padres e freiras ao redor do mundo até o presente.

Procurada, a assessoria do padre Marcelo e do bispo dom Fernando, da Mitra de Santo Amaro, superior direto do padre, disseram desconhecer a investigação. A assessoria do padre afirma que, “se isso realmente ocorreu, trata-se de um fato do passado.”

O Vaticano, por meio de sua “embaixada” no Brasil, se recusou a se manifestar a respeito.

Procurada por telefone e por e-mail durante vários dias, a CNBB também se calou sobre o fato.

A investigação foi feita no Vaticano ao mesmo tempo em que ocorriam outras centenas de investigações a respeito de outros padres, freiras e bispos ao redor do mundo.

A Congregação costuma se reunir aos sábados, no Vaticano.

PERTO DA SUSPENSÃO

A reportagem do UOL levantou junto a fontes da Santa Sé que o padre Marcelo Rossi e o bispo dom Fernando estiveram a ponto de serem chamados ao Vaticano para prestar contas, no final de 2004 e início de 2005.

O padre esteve próximo de ter suas atividades suspensas, bem como a publicação de livros e CDs –por pressão do denunciante, o qual a identidade o Vaticano mantém oculta sob sete chaves. Ele não poderia mais celebrar missas, ouvir confissões e dar a hóstia.

Curiosamente, o que acabou por livrar padre Marcelo da punição foi a morte do papa João Paulo 2º, em abril de 2005, quando praticamente toda a atividade da Congregação para a Doutrina da Fé foi interrompida com a eleição de Ratzinger para o posto de novo papa. Ele era o “prefeito” da congregação.

BARRADO NO BAILE

Em 2007, padre Marcelo tentou se reunir com papa Bento 16 durante a visita deste ao Brasil.

No entanto, o padre foi impedido de se encontrar com Bento 16. Segundo dados obtidos pelo UOL, quem impediu o papa de aceitar o encontro foram funcionários da Congregação que estavam presentes na comitiva de Bento 16.

Segundo eles, não cairia bem ao papa receber um religioso que estava “sob investigação”. Bento 16 concordou e se recusou a receber Marcelo Rossi no mosteiro de São Bento. O padre o aguardara desde as 5h e mal havia dormido, de tão ansioso que estava pelo encontro.

Na ocasião, o UOL publicou reportagem contando o ocorrido, sobre o impedimento do padre, com exclusividade. Padre Marcelo então negou veementemente que isso tivesse acontecido.

Dois anos atrás, porém, em entrevista à revista “Veja”, o padre se retratou e confirmou que a reportagem estava correta e que, sim, fora barrado pela comitiva de Bento 16.

O que o padre não sabia era que o veto se devia à investigação a que ele estava sendo submetido pelo Vaticano.

No final de 2009, a Congregação decidiu encerrar as investigações sobre padre Marcelo. Ele foi inocentado de todas as falsas “acusações”.

Arquivo pessoal

Em janeiro de 2014, o padre Marcelo foi recebido por Bento 16, no Vaticano

Em janeiro deste ano (2014), o padre finalmente foi recebido por Bento 16, no Vaticano, e este lhe outorgou um prêmio de Evangelizador Moderno, concedido pela Fundação São Mateus.

Foi o final feliz para quase dez anos de suspeitas sobre o trabalho do padre, que chamou a atenção desde que um de seus CDs vendeu quase 3,5 milhões de cópias e se tornou um fenômeno social e midiático.

 

Uol

Ricardo Marcelo tentará implacar Agra na majoritária do PSDB

Ricardo-MarceloO presidente estadual do PEN (Partido Ecológico  Nacional), Ricardo Marcelo, revelou na manhã dessa sexta-feira (27), estar dialogando para incluir o nome do ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Agra (PEN), na vaga de primeiro suplente de senador na chapa majoritária do PSDB.

A revelação foi durante sua chegada na Asplan, aonde acontece a convenção do PEN. Mesmo empreendendo esforços para ter um filiado do PEN na majoritária, Ricardo Marcelo disse que o colega está à vontade.

 

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Ricardo Marcelo disse que, mesmo trabalhando para colocar Agra na majoritária, tem deixado o colega de partido à vontade, pois o mesmo tem capacidade de disputar qualquer cargo nas eleições estaduais.

 

Mais pb

 

Tião Gomes rebate Ricardo Marcelo e acusa: ‘ele é o grande líder da oposição na Assembleia’

Tião gomesO deputado estadual, Tião Gomes (PSL), telefonou para o programa Rádio Verdade, da Arapuan FM, nesta terça-feira (6,) depois de escutar a declaração do presidente da Assembleia Legislativa, Ricardo Marcelo (PEN), afirmando que não atrapalhava o trabalho do Governo.

Gomes atacou o presidente da casa afirmando que ele é o “grande líder da oposição” que manda nos deputados. “O governador está totalmente certo quando diz que Ricardo Marcelo mente. Sob todos os aspectos, o presidente da AL odeia o governador Ricardo Coutinho (PSB) e faz tudo contra o Governo”, declarou.

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“Mas é claro que ninguém vai dizer por que têm medo”, apontou. O deputado lembrou que recebeu uma nota de repúdio assinada por 26 deputados. “Vários me ligaram e disseram que não sabiam o que significava isso, mas Ricardo Marcelo desafia qualquer um a desmentir. Ele falta com a verdade quando diz que não instruí os deputados. Todos sabem disso”, colocou.

 

“Se quiserem cassar meu mandato por causa disso, podem cassar”, concluiu.

Pedro Callado

Ricardo Marcelo diz que 70% do PEN está fechado com Cássio Cunha Lima

Ricardo MarceloO presidente estadual do Partido Ecológico Nacional (PEN), deputado Ricardo Marcelo, declarou, nesta segunda-feira (24), que o seu partido deve marchar com o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) nas eleições estaduais de 2014. De acordo com Ricardo Marcelo, hoje a tendência pela pré-candidatura do senador tucano é de 70% dentro da legenda.

“O PEN está inclinado em 70% para votar no senador Cássio. Como esta semana nessa peregrinação no Estado inteiro talvez não tenhamos tempo de fazer uma reunião com todas as lideranças do partido para de forma unânime sabermos o caminho que devemos tomar. Mas, acredito que a tendência é para o senador Cássio”, declarou Ricardo Marcelo em entrevista ao radialista Ary Ramalho, na cidade de Patos.

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O presidente estadual da Assembleia Legislativa foi à cidade de Patos assinar convênio com a Câmara de Vereadores para a realização de um curso de capacitação de vereadores e servidores de poderes legislativos no Estado.

Roberto Targino – MaisPB

Ricardo Marcelo diz que é “impossível” Cássio recuar de concorrer a eleição

Ricardo-MarceloO presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, deputado estadual Ricardo Marcelo (PEN) declarou, neste final de semana, que a probabilidade do senador Cássio Cunha Lima (PSDB) voltar atrás pela aliança com o governador Ricardo Coutinho é “impossível”.
Em entrevista ao repórter Rudney Araújo, durante festa de aniversário do deputado federal Manoel Júnior, em João Pessoa, o presidente estadual do Partido Ecológico Nacional (PEN), avaliou que a aliança entre PSDB e PSB seria inviável para 2014 e não seria mais possível diante da diferença de pensamento e forma de administrar entre Cássio e Ricardo.

Ainda durante a entrevista, Ricardo Marcelo assegurou que o PEN também estará compondo a chapa majoritária do PSDB para o pleito eleitoral e essa seria uma vontade do senador Cássio Cunha Lima.

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Nesta segunda-feira (24), Ricardo Marcelo comandará uma reunião do Conselho Nacional Deliberativo do Partido Ecológico Nacional (PEN) para tratar das eleições 2014. Ricardo Marcelo disse que o objetivo é fortalecer o partido no pleito eleitoral de outubro.

Já o PSDB se reúne na sede do partido em João Pessoa para debater a posição da legenda nas eleições  estaduais de  2014. O encontro terá a presença dos senadores Cássio Cunha Lima e Cícero Lucena, além dos demais membros da comissão executiva.

Roberto Targino 

com informações Rudney Araújo

Tião Gomes faz duras críticas à decisão de Dr. Chiquinho em apoiar a candidatura de Ricardo Marcelo

tião em solaneaOO deputado Tião Gomes (PSL) fez duras críticas à decisão do ex-prefeito de Solânea, Francisco de Assis de Melo (Dr. Chiquinho-PMDB), em apoiar à candidatura a reeleição do deputado estadual Ricardo Marcelo. Com a mudança, a parceria entre o ex-gestor e o parlamentar chega ao fim depois de 28 anos. 

Em contato com o FOCANDO A NOTÍCIA, Tião negou que tenha abandonado o Dr. Chiquinho no momento em que o ex-prefeito precisou. “Fui o único político da Paraíba a visitar Chiquinho, a esposa e o filho dele na prisão. Quer momento mais difícil na vida de um homem do que esse?”, relembrou Tião.

 

O deputado ainda falou que no momento em que apoiava Dr. Chiquinho, Ricardo Marcelo denegria a imagem do ex-prefeito. “A assessoria, ou assessorias, devem ser gordas!”, insinuou o parlamentar.

 

  redação focando a notícia

Ricardo Marcelo afasta apoio a RC e diz que PEN está aberto para negociar com Cássio ou Veneziano

Ricardo-MarceloPresidente da Assembleia Legislativa da Paraíba e dirigente máximo no Estado do Partido Ecológico Nacional (PEN), o deputado estadual Ricardo Marcelo, poderá representar uma importante peça que moverá o xadrez político de 2014. Cobiçado por vários partidos, e lideranças políticas do Estado, Ricardo Marcelo garante que o seu partido está aberto para conversar com todas as legendas, e que ainda não decidiu se fará parte do blocão formado pelo PT, PSC e PP.

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De forma enfática, Ricardo Marcelo, declarou que o partido ainda está analisando o cenário e fazendo ponderações para saber quem irá apoiar para Governo da Paraíba nas Eleições 2014. De uma coisa é certa: O PEN pode fazer a diferença no pleito que se aproxima. “Estamos fazendo ponderações para nosso ingresso no blocão”, afirmou.

Sem fazer muito arrodeio, Ricardo Marcelo reafirmou que está aberto ao diálogo com todos os partidos e lideranças, pois quer colaborar para a construção de um projeto que tenha como principal objetivo promover o desenvolvimento da Paraíba.

“A política é a arte de dialogar, conviver e respeitar as diferenças e dentro do PEN exercitamos muito bem isso. Em comum, nós temos essa vontade de fazer política de forma responsável e colaborar para a construção de um Estado com mais justiça social e igualdade de oportunidades”, disse o dirigente o PEN.

Com esse pensamento e já projetando 2014, Ricardo Marcelo, deixou claro que o PEN está aberto para celebrar alianças com o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) – caso o tucano seja candidato – ou com o ex-prefeito de Campina Grande Veneziano Vital, pré-candidato a governador pelo PMDB. Ele está disposto a apoiar qualquer um dos dois. “Os dois são lideranças forte na Paraíba e ambos são meu amigo. Afinal, política é a arte de dialogar, conviver e respeitar as diferenças e dentro do PEN exercitamos muito bem isso” disse. O deputado revelou ainda que o projeto do PEN é fazer política de forma responsável e colaborar para a construção de um Estado com mais justiça social e igualdade de oportunidades.

Se com Cássio ou Veneziano, Ricardo Marcelo está aberto para o diálogo, com o governador Ricardo Coutinho, a realidade é diferente. Ele praticamente fechou “por fora as portas” para o Palácio da Redenção.

Categórico e incisivo, o deputado afastou qualquer possibilidade do PEN apoiar a reeleição do governador Ricardo Coutinho, sob alegação de que o governador “não respeita os poderes e agride as pessoas”. “Certeza, não tem como conviver com uma pessoa que não tem respeito, acha que o sol nasceu só para ele”, repetiu.

O partido segundo ele, discorda da forma como RC vem governando a Paraíba. “A gente tem avaliado friamente e chegamos à conclusão de que nada tem funcionado direito, e é preciso que a gente fique do lado do povo e não de palácio” asseverou.

Em relação ao seu futuro político, Ricardo Marcelo não afastou a hipótese de disputar um mandato de deputado federal, trocando assim, a cadeira na Casa de Epitácio Pessoa por uma mais confortável na Câmara Federal. “Estou a disposição do partido e pronto par encarar qualquer missão, menos de candidato a deputado federal” afirmou.

Severino Lopes

PBAgora