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Corpo de homem é achado boiando no mar do Bessa, em João Pessoa

 (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)
(Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)

Um corpo de um homem foi encontrado boiando no mar do Bessa, em João Pessoa, na manhã deste domingo (25). De acordo com a Polícia Civil, os guarda-vidas da praia viram o corpo e chegaram a resgatar para a areia, mas a vítima já estava morta. A suspeita da polícia é de que o homem tenha se afogado.

Segundo o agente João Strauss, da Polícia Civil, os guarda-vidas viram o homem boiando por volta das 10h30, em um trecho de maré alta. A vítima estava vestindo apenas uma bermuda e aparenta ter entre 45 e 50 anos. Na praia, os banhistas não souberam dizer quem era a vítima.

“Tomamos conhecimento de que ele veio à praia sozinho e foi tomar banho, mas de lá não voltou. Tudo o que temos de identificação dele é um nome que consta em um cartão de crédito encontrado com ele, mas não sabemos se o cartão é dele e não apareceu ninguém da família aqui”, explicou Strauss.

O corpo do homem foi levado para a Gerência de Medicina e Odontologia Legal (Gemol), para passar por uma perícia que pode identificar a causa da morte. Até as 12h40, a vítima permanecia sem reconhecimento de nenhum familiar.

G1 PB

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“Os Dez Mandamentos” bate recorde e alcança 31 pontos no Ibope na abertura do Mar Vermelho

Divulgação/Record
Divulgação/Record

O tão esperado capítulo desta terça-feira (10) da novela bíblica “Os Dez Mandamentos”, da Rede Record, levou a emissora a um novo recorde de audiência. Segundo dados prévios do Ibope, a produção épica bateu a Globo por larga margem, marcando 27,8 pontos contra 19,4 da concorrente. No melhor momento, teve pico de 31 pontos. Os números podem ser alterados na manhã desta quarta-feira (11), quando o instituto puder divulgar os dados já consolidados.

No Rio de Janeiro, o folhetim teve média de 30,3 contra 19,4 da Globo. No melhor momento, a novela alcançou 34 pontos na cidade. Em Belo Horizonte, a vitória foi de 23,3 a 20,8.

O capítulo mostrou o momento em que o Mar Vermelho se abre, permitindo a fuga dos hebreus em busca da terra prometida. Os soldados egípcios que os perseguem morrem quando o mar volta a se fechar, mas esta cena ficou para o próximo capítulo.

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Assista ao vídeo que mostra como a cena foi gravada e, mais abaixo, veja galeria de fotos dos bastidores da cena:

 

 

portalcorreio

Motorista erra manobra na praia e Camaro vai parar dentro do mar

Um Camaro foi levado pelo mar na praia de Cotovelo, litoral Sul do Rio Grande do Norte, na tarde desta terça-feira (20). Segundo informações de pessoas que estavam no local, o condutor do veículo trafegava na orla, fez uma manobra errada e não percebeu que a maré estava enchendo. Cotovelo fica na cidade de Parnamirim, na região metropolitana de Natal.

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Ainda segundo as pessoas que estavam na praia, assim que percebeu que o Camaro estava sendo puxado pelo mar, o condutor desceu e pediu socorro a outros motoristas. O Camaro foi rebocado e levado para uma pista. Ainda não se sabe o valor do prejuízo do proprietário do veículo.

Camaro teve que ser rebocado para sair do mar (Foto: Edson Flávio/Via Certa Natal)Camaro teve que ser rebocado para sair do mar (Foto: Edson Flávio/Via Certa Natal)

G1

 

Alessandra Ambrosio mostra foto entrando no mar só de shortinho

ambrosioAlessandra Ambrosio publicou uma foto no Instagram em que aparece entrando no mar só de shortinho. Na imagem, a top brasileira aparece de costas. “Sonho de verão”, escreveu na legenda, sem dizer quando e onde o clique foi feito.

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Nascida na cidade de Erechim, no Rio Grande do Sul, a modelo, que vive nos Estados Unidos, tem o costume de vir ao Brasil em dezembro para as festas de fim de ano. Um dos destinos preferidos de Alessandra para o Réveillon é Florianópolis (SC).

Quem

Turista atingida por raio em Guarujá (SP) chamava o filho para sair do mar, diz irmão

raio-turistaA turista Rosângela Biavati, 36, que morreu na tarde de segunda-feira (13) depois de ser atingida por um raio em Guarujá, estava chamando o filho e os sobrinhos para saírem do mar por causa do mau tempo quando recebeu a descarga elétrica.

Ela estava com um grupo de 12 pessoas, entre familiares e amigos, na praia da Enseada, quando o tempo fechou. Eles haviam chegado a Guarujá às 12h e pretendiam passar o dia na cidade.

O irmão dela, Elias Biavati, disse que o tempo fechou por volta de 15h, enquanto o grupo aguardava a retirada do jet ski da família do mar.

Nesse momento, Rosângela foi até a beira d’água para chamar as crianças e foi atingida pelo raio. “Foi tudo muito rápido. Ela estava animada com o passeio e em seguida foi atingida”, disse o irmão da vítima.

O marido de Rosângela, Leandro Lopes Santos, e uma irmã dela também sentiram o impacto causado pela descarga elétrica. Leandro ficou com um hematoma no rosto.

Segundo Elias, o grupo não foi alertado sobre o perigo de ficar na praia no início do temporal.

O marido de Rosângela reclamou que não havia “estrutura adequada” para um atendimento de emergência na praia no momento do acidente. “Não tinham nenhum equipamento”, disse à Folha. Segundo ele, a mulher foi socorrida por banhistas e funcionários de uma marina próxima ao local.

Um perito da Polícia Científica de Guarujá estimou que Rosângela tenha recebido uma descarga superior a 3.000 volts. No laudo do IML, consta como causa da morte uma parada cardíaca.

Rosângela era casada havia 13 anos, tinha um filho de dez anos e morava em Ribeirão Pires, na Grande São Paulo.

A proprietária da loja de roupas em que ela trabalhava como vendedora disse que a funcionária era uma “ótima vendedora, uma pessoa alegre e feliz”. “Ainda não caiu a ficha”, afirmou Neuma Alves.

O corpo de Rosângela saiu do IML de Guarujá às 17h45 de hoje em direção ao cemitério Vale dos Pinheirais, em Mauá, na Grande São Paulo, onde será velado ainda esta noite.

O corpo da turista será cremado amanhã no crematório de Vila Alpina, na capital paulista.

folha de s.paulo

Guaratiba, campo da fé, mar da tristeza

cf-7-size-598Quando veio a chuva, voltaram as poças. E o manto d’água sobre o barro avermelhado criou pequenos espelhos que ainda refletem fragmentos do imenso altar preparado para receber Francisco. O papa não vem, nem virão os peregrinos e suas bandeiras coloridas. Os funcionários que acompanharam o lamaçal em Guaratiba nos últimos meses já sabiam que só por milagre o terreno suportaria o evento programado para sábado e domingo. Mas ainda assim a notícia de que nem o pontífice nem os quase dois milhões de fiéis veriam a obra pronta foi uma decepção. “Chorei a noite inteira. Não gosto nem de falar que me dá vontade de chorar de novo. A gente se entregou de corpo e alma. Para mim, foi maravilhoso trabalhar pela vinda do papa”, disse André Luiz Ruela, de 39 anos, que trabalhava na obra de Guaratiba dirigindo caminhão para abastecer os lotes com água potável – um desafio para a estrutura temporária de Guaratiba. Eram 12 veículos nesse trabalho. No dia da missa final, seis ficariam na parte interna do campo, e André tinha negociado para ser um dos motoristas a ver o papa de perto. “Agora, não tenho esperança de ver o papa”, admitiu.

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O espetáculo da Jornada Mundial da Juventude é o público

Acompanhe a Jornada Mundial da Juventude no site de VEJA

O Campus Fidei foi entregue para o evento no domingo, depois de seis meses de uma batalha contra as poças d’água que se formavam a cada chuva. Foram 500.000 viagens de caminhões carregando terra para nivelar a área e um mês de jornadas de 24 horas de trabalho ininterrupto, divididas em dois turnos. Na segunda-feira, uma forte chuva atingiu o Rio, e o terreno não suportou. Um trator já havia sido engolido pela lama durante as obras, e um caminhão atolou ao fazer uma entrega na manhã de quarta-feira.

A Defesa Civil foi ao terreno e comunicou que não seria mais possível realizar o evento. “Era um clima de morte”, resumia um dos funcionários, que na sexta-feira já desmontava o Campus Fidei. Os operários estão desanimados. Durante os meses de trabalho, acharam que estavam participando de uma obra histórica. Com o tempo, fizeram amizade – entre eles e com a vizinhança. “Não queria participar da desmontagem. Estou aqui há três meses e, durante a semana, durmo no carro. Aqui, um ajudava o outro. É triste, mas não tinha como ser aqui. Se não chovesse, o povo ia comer poeira. Se chovesse, faria lama”, disse Paulo Roberto Costa, de 49 anos.

Alguns peregrinos anteciparam-se e mudaram-se para Guaratiba. Um grupo de 25 jovens, acompanhado do padre Clesio Ribeiro dos Santos, de 34 anos, chegou de Belo Horizonte na madrugada desta sexta-feira. Desembarcaram na casa alugada por 5.000 reais, a 500 metros do Campus Fidei. “Alugamos a casa há sete meses para ficar bem perto do lugar onde o papa rezaria a missa. Agora, corremos o risco de não participar da Jornada. Não tem mesmo jeito. Pelo que vi, o terreno é só terra. Parece Serra Pelada”, disse o padre.

O comércio também terá perdas. Fábio Azevedo, dono de uma loja de conveniência, e Patricia Marques, proprietária de um mercado, se juntaram para montar um esquema de venda de comida e bebida para os peregrinos. Investiram 300.000 reais em produtos, alugaram duas casas há dois meses para fazer a estocagem e a venda ao lado do Campus Fidei. Souberam na quinta que não haveria evento em Guaratiba. “É um descaso com quem está aqui. Desanimador”, reclamou Patricia, que colocou um carro de som nas ruas chamando as pessoas para o mercado, onde ela revenderá as comidas e bebidas. Fábio ficou com a outra parte dos produtos. “Mesmo revendendo mercadoria, a gente perde uns 100.000 reais”, explicou.

Outros investiram menos, como Jaqueline de Paula, de 35 anos, que pegou um empréstimo de 300 reais para comprar massa para fazer salgados. “Vou tentar vender de dia e de noite para o pessoal daqui mesmo. Fazer o que?”, disse Jaqueline. Na quinta, ela estava no ônibus quando soube que não haveria celebração em Guaratiba. Só teve tempo de ligar para o fornecedor e avisou que não queria mais os oito engradados de refrigerante. No outro lado da rua, Cesar da Cruz, dono de um bar, não se conforma com a perda e com a vergonha. “Decepção para nós. Vergonha para o país”, afirmou.

Veja

Apropriação indevida: mar avança e derruba bares em JP

Devido a apropriação indevida de espaços considerados de preservação como as areias das praias, comerciantes que invadem estes locais acabam sofrendo a depredação de seus estabelecimentos comerciais quando a maré fica muito alta ou tem ressaca. Foi o que aconteceu ontem na Capital.

O mar avançou e derrubou parte de bares localizados na Praia do Seixas em João Pessoa. No sábado (8) o G1 esteve no local e conversou com alguns comerciantes. Maria Rodrigues, que é proprietária de um dos estabelecimentos da orla, contou que sofre com o avanço do mar desde 2005 e que a estrutura do bar que trabalha está danificada desde julho deste ano.

(Foto: Walter Paparazzo/G1)

Redação com G1

Aeronáutica localiza em alto mar destroços de avião que podem ser de empresário paraibano

Empresário paraibano Francisco Fernandes Dutra (Radar Sertanejo)

Equipes da Força Aérea Brasileira localizaram uma tampa de entrada de ar que pode ser do monotor PA-46 Piper Malibu, que está desaparecido desde a noite da última terça-feira (21) no estado do Rio de Janeiro, que levava um empresário paraibano Francisco Fernandes Dutra para São Paulo.

Até agora, a aeronave da FAB já cobriu uma área superior a 760 Km², que abrange a região entre a Barra da Tijuca e a Baía de Sepetiba. Trinta e oito militares da Força Aérea Brasileira participam dessa missão, sendo 28 do Esquadrão Puma, da Base Aérea dos Afonsos, e 10 do Salvaero Curitiba, centro de coordenação de busca e resgate.

O avião monomotor que levava o empresário Francisco Dutra desapareceu desde a última terça-feira (21) no estado do Rio de Janeiro. De acordo com informações da Aeronáutica, a aeronave, de modelo Piper PA-46 Malibu, decolou às 19h35 do aeroporto de Jacarepaguá e caiu no mar.

O avião, que tinha capacidade para seis pessoas mais a tripulação, seguia com destino ao aeroporto Campo de Marte, em São Paulo. Além de Francisco Fernandes Dutra, que é empresário natural de São José de Pinharas, no Alto Sertão da Paraíba e distante 492 quilômetros da capital João Pessoa, estava a bordo o piloto Fernando Rubinho Lopes, 36 anos. Segundo a família, o empresário é do ramo da construção civil e fazendeiro. Ele esteve na sua terra natal, pela última vez, no ano passado.

O Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa-3) – subordinado ao Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), com sede em Brasília – ainda aguarda a localização dos destroços para intensificar as apurações sobre as causas do acidente. Segundo a Anac, a aeronave estava com todas as revisões em dia, assim como a documentação do piloto.

Desde esta quarta-feira (22), um helicóptero da aeronáutica e um navio da marinha brasileira estão realizando buscas na região sul de Jacarepaguá, entre a Barra da Tijuca e Paraty, no estado carioca. De acordo com informações da assessoria de comunicação da Força Aérea Brasileira (FAB), as buscas pela aeronave de pequeno porte foram reiniciadas no início da manhã desta quinta-feira.

O major-aviador Silvestre, integrante do Seripa-3, informou que nesta quarta-feira as buscas foram feitas cerca de uma milha náutica, tomando como ponto de referência o Aeroporto de Jacarepaguá, no Rio. Apesar de Silvestre já ter admitido que o avião possa ter caído no mar do Rio, as buscas se intensificaram desde a Restinga de Marambaia, na Barra da Tijuca, até Paraty, no Sul do Estado do Rio. Segundo informações da FAB, o avião perdeu o contato com a torre de controle de voo assim que decolou do Aeroporto de Jacarepaguá. E ainda é apurado se o monomotor fez um pouso de emergência em algum lugar. O major disse que as buscas estão sendo coordenadas pelo Salvaero do Departamento de Controle de Espaço Aéreo (Decea).

Participam da operação o navio patrulha Gurupi com o apoio de equipes da agência em Paraty e das delegacias em Angra dos Reis e Itacuruçá. Um helicóptero da FAB também dá apoio às buscas.

Por Felipe Silveira, com Rede Record

Avião com empresário paraibano cai no mar no Rio de Janeiro; Marinha e Aeronáutica realizam buscas

Modelo do monomotor Piper PA-46 (Imagem ilustrativa)

Um avião monomotor que pertence a um empresário paraibano desapareceu desde a última terça-feira (21) no estado do Rio de Janeiro. De acordo com informações da Aeronáutica, a aeronave, de modelo Piper PA-46 Malibu, decolou às 19h35 do aeroporto de Jacarepaguá e caiu no mar.

O avião, que tinha capacidade para seis pessoas mais a tripulação, seguia com destino ao aeroporto Campo de Marte, em São Paulo. Além de Francisco Fernandes, que é empresário natural de São José de Pinharas, no Alto Sertão da Paraíba e distante 492 quilômetros da capital João Pessoa, estava a bordo o piloto Fernando Rubinho Lopes, 36 anos. Segundo a família, o empresário não visita a cidade natal há um ano.

O Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa-3) – subordinado ao Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), com sede em Brasília – ainda aguarda a localização dos destroços para intensificar as apurações sobre as causas do acidente. Segundo a Anac, a aeronave estava com todas as revisões em dia, assim como a documentação do piloto.

Desde esta quarta-feira (22), um helicóptero da aeronáutica e um navio da marinha brasileira estão realizando buscas na região sul de Jacarepaguá, entre a Barra da Tijuca e Paraty, no estado carioca. De acordo com informações da assessoria de comunicação da Força Aérea Brasileira (FAB), as buscas pela aeronave de pequeno porte foram reiniciadas no início da manhã desta quinta-feira.

O major-aviador Silvestre, integrante do Seripa-3, informou que nesta quarta-feira as buscas foram feitas cerca de uma milha náutica, tomando como ponto de referência o Aeroporto de Jacarepaguá, no Rio. Apesar de Silvestre já ter admitido que o avião possa ter caído no mar do Rio, as buscas se intensificaram desde a Restinga de Marambaia, na Barra da Tijuca, até Paraty, no Sul do Estado do Rio. Segundo informações da FAB, o avião perdeu o contato com a torre de controle de voo assim que decolou do Aeroporto de Jacarepaguá. E ainda é apurado se o monomotor fez um pouso de emergência em algum lugar. O major disse que as buscas estão sendo coordenadas pelo Salvaero do Departamento de Controle de Espaço Aéreo (Decea).

Participam da operação o navio patrulha Gurupi com o apoio de equipes da agência em Paraty e das delegacias em Angra dos Reis e Itacuruçá. Um helicóptero da FAB também dá apoio às buscas.

Por Felipe Silveira, com Rede Record