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Eletricista morre eletrocutado ao fazer manutenção de máquina em Campina Grande

Um técnico em eletricidade de 32 anos morreu na terça-feira (26) após ser vítima de um choque enquanto fazia a manutenção de uma câmara fria, em um buffet de Campina Grande. O homem estava trabalhando quando o acidente aconteceu.

A vítima era funcionário de uma empresa de manutenção de serviços de climatização e refrigeração industrial. Funcionários do buffet onde ele estaria oferecendo assistência teriam sentido a falta dele e o acharam desacordado.

Ele ainda foi socorrido pelo Samu e levado para o Hospital de Trauma de Campina Grande, mas não resistiu e morreu antes de chegar até a unidade hospitalar.

Segundo informações do Instituto de Polícia Científica (IPC) da cidade, uma perícia feita no corpo do eletricista apontou que a morte dele foi causada pela descarga elétrica que ele recebeu.

O G1 tentou entrar em contato com a empresa onde a vítima trabalhava, mas até as 17h30 desta quinta-feira, as ligações não foram atendidas. Em nota divulgada em uma rede social, a organização lamentou a morte do colaborador e externou conforto para a família dele.

O G1 também entrou em contato com a Polícia Civil e foi informado de que o caso não se trata de um crime, mas de um acidente de trabalho.

G1

 

Homem morre e outro fica ferido após máquina cair sobre eles, em João Pessoa

Um homem morreu e outro ficou ferido, na manhã desta sexta-feira (30), depois de uma máquina cair em cima deles, no Distrito Industrial, em João Pessoa. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu em um galpão.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para o local, mas não precisou atuar, porque não houve vítimas presas nas ferragens. O atendimento foi realizado pelo Samu e o óbito foi constatado.

O caso aconteceu por volta das 9h. O homem ferido foi levado para um hospital de João Pessoa. Não há informações sobre o estado de saúde dele.

G1

 

Celular e máquina fotográfica são proibidos na cabina de votação

cabinedevotacaoA cabina de votação é o local reservado da seção eleitoral em que o eleitor pode expressar, com total sigilo e inviolabilidade, seu voto na urna eletrônica. Assim, quando se dirigir à cabina de votação, o eleitor deve tomar cuidado para respeitar as proibições contidas na legislação eleitoral para que tudo corra dentro da normalidade no instante do voto.

Com o objetivo de assegurar o sigilo da votação, não é permitido ao eleitor, na cabina, o uso de celular (inclusive para tirar “selfie” do momento do voto). Também são proibidos máquinas fotográficas, filmadoras, equipamentos de radiocomunicação ou qualquer instrumento que possa comprometer esse sigilo. Cabe à mesa receptora reter esses objetos enquanto o eleitor estiver votando.

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Admar Gonzaga ressalta que “quando o eleitor se dirige ao local de votação, é necessário ter em mente que está ali para o exercício de um direito de alta relevância na sua condição de cidadão”. “É um momento solene, em que ele exerce o seu direito de se expressar democraticamente para escolher, dentre os candidatos que concorrem, aqueles que entenda serem os mais aptos para exercer os cargos em disputa: cargos que determinam o exercício, pelo prazo de quatro anos, do mandato de prefeito e vereador, por exemplo, que cuidam das competências executivas e legislativas, respectivamente, no plano municipal”, acrescenta.

Sobre o sigilo do voto, o ministro salienta que “tão importante é esse direito que o cidadão deve exercê-lo com absoluta liberdade, ou seja, é dever da Justiça Eleitoral zelar para que o eleitor vote sem qualquer assédio, intervenção ou constrangimento”. “Mais que isso, a garantia do sigilo do voto se projeta como benefício para a sociedade, haja vista que a percepção de liberdade, para se manter íntegra, não pode ser abalada por episódios que se convertam em desconfiança contra o processo democrático. Com efeito, atuar contra a liberdade do voto, em qualquer hipótese, tem repercussão contra os interesses da sociedade e do país como nação. Isso porque o direito ao voto livre e consciente é um direito de igual valor para todos os cidadãos que estejam no pleno gozo de seus direitos políticos”, afirma o ministro.

Admar Gonzaga alerta que atentar contra a liberdade do voto é crime, conforme previsto no artigo 312 do Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965). “Portanto, caso o eleitor se apresente ao local de votação portando algum tipo de equipamento (máquina fotográfica, filmadora, celular, tablet etc.) capaz de registrar o próprio voto, deverá ser advertido a não utilizá-lo pelos mesários a serviço da Justiça Eleitoral”, observa.

“No caso de desobediência ou que a utilização desse tipo de equipamento seja apenas percebida após o exercício do voto, o fato deverá ser registrado em ata, pelo presidente da Mesa Receptora, para fins de apuração da hipótese de crime ou outra espécie de ilícito, dentre os quais a corrupção eleitoral, que, além de igualmente constituir crime, pode determinar a cassação do mandato do eleito, caso se apure a participação direta ou indireta do eleito no ilícito”, destaca o ministro.

Lembrete

No momento de votar, o eleitor pode levar para a cabina uma “cola”, um lembrete, ou seja, um papel com os números de seus candidatos para que possa marcar na urna eletrônica. Imprima aqui a sua.

Manifestação silenciosa

No dia da votação, é permitida apenas a manifestação individual e silenciosa da preferência do eleitor por partido político, coligação ou candidato, revelada exclusivamente pelo uso de bandeiras, broches, dísticos e adesivos.

blogdogordinho

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Operário morre após ser atingido por máquina em fábrica de João Pessoa

samuUm funcionário de uma fábrica de tecidos morreu após um maquinário cair em cima dele durante o serviço na manhã desta segunda-feira (8) no Distrito Industrial, em João Pessoa. De acordo com a assessoria de comunicação da Secretaria de Estado da Segurança e Defesa Social (Seds), a Polícia Militar recebeu o chamado por volta das 10h. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser chamado, mas o homem não resistiu e morreu no local.

Ainda segundo a Seds, uma equipe da Polícia Civil e do Instituto de Polícia Científica (IPC) estavam no local por volta das 11h30 para realizar uma perícia. O G1 tentou entrar em contato com a fábrica, mas as ligações não foram atendidas até as 11h45.

G1 PB

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Aluna da Paraíba cria máquina de amassar latas de alumínio

Divulgação
Divulgação

Uma máquina de amassar latas de alumínio, ideia que se tornou trabalho de conclusão de curso de uma aluna de Tecnologia em Automação Industrial do Intituto Federal de Tecnologia da Paraíba, do Campus de Cajazeiras, no Sertão, está prestes a ser patenteada e pode se tornar uma grande aliada no trabalho de catadores de material reciclado.

O equipamento possui uma tecnologia elétrico-mecânica de baixo custo de manutenção e grande capacidade, chegando a processar aproximadamente 2000 latas por hora.

O trabalho foi desenvolvido pela aluna Andrécia Pereira da Costa e pelo Professor Romualdo Figueiredo de Sousa, a partir da demanda dos catadores de materiais recicláveis no mercado local. “Espero que essa seja uma ferramenta útil para as pessoas que irão trabalhar com esse tipo de processo, visando sempre o custo-benefício, segurança, qualidade e produtividade no momento do seu uso”, disse Andrécia, que hoje está cursando o mestrado em Engenharia Elétrica no Campus João Pessoa do IFPB.

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De acordo a estudante, o equipamento além de aumentar a produtividade, amplia a segurança dos catadores, facilitando ainda a logística do processo de reciclagem.
“Com a ajuda da máquina, seja em cooperativas ou até mesmo nos bares que possuem um grande volume de vendas de bebidas embaladas em latas de alumínio, esses produtos já sairiam para o descarte amassados, facilitando o transporte e diminuindo o lixo reciclável nestes ambientes”, contou Andrécia.

O pedido de patente para a Máquina de amassar latas de alumínio se deu no dia 10 de outubro deste ano. De acordo com o professor Romualdo, a expectativa é que seja concedido no próximo ano. Esta é a quinta patente do IFPB depositada no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual. O trabalho de reconhecimento às produções dos alunos do IFPB é fruto das ações voltadas à propriedade intelectual, que têm sido desenvolvidas pela Diretoria de Inovação Tecnológica como o apoio técnico e orientações a alunos e professores.

 

Portal Correio

“Ditadura tinha uma máquina de ocultar cadáveres”

Comissão Nacional da Verdade
Comissão Nacional da Verdade

Na tentativa de esconder a tortura e as barbáries cometidas pelo Estado, a ditadura brasileira contava uma engenhosa logística para enterrar os corpos de oposicionistas mortos em seus porões. Segundo Iara Xavier Pereira, ex-militante da ALN (Ação Libertadora Nacional) que depôs nesta segunda-feira 24 à Comissão da Verdade do Estado de São Paulo “Rubens Paiva” e à Comissão Nacional da Verdade, os agentes mantinham uma verdadeira “máquina de ocultação de cadáveres”.

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“Era algo que passava pela conivência do IML, pela dos cartórios, e dos médicos legistas que adulteravam os óbitos que chegavam à Justiça. Uma máquina perfeita com modus operandi de ocultação e montada para acobertar esses crimes”, afirmou.

Carioca e filha de comunistas, Iara perdeu os irmãos Iuri e Alex Xavier, o companheiro Arnaldo Cardoso e os amigos Marcos Nonato da Fonseca, Ana Maria Nacinovic, Gelson Reicher, Francisco Seiko Okama, Francisco Emmanuel Penteado. As mortes ocorreram em três ações repressivas em São Paulo, um intervalo de 14 meses, entre janeiro de 1972 e março de 1973.

Segundo Iara, Alex e Gelson foram enterrados com os nomes de João Maria de Freitas e Emiliano Sessa (utilizados na militância). Um certificado militar encontrado em documentos do Superior Tribunal Militar mostra que Gelson portava no momento de sua morte carteira de identidade, identificação do centro acadêmico, certificado de rendimento, assim como uma série de documentos de Emiliano Ernesto, falsificados para a vida clandestina. “Cai, então, por terra a versão dos militares de que o haviam enterrado com outro nome por não saber quem ele era”, explica. “É a prova que ocultaram por alguma razão. Não foi gratuito.”

Ela lembra ainda que o médico que assina o laudo, Isaac Abramovitch, era vizinho da família de Gelson e seu professor na Faculdade de Medicina da USP. O médico não teria, portanto, avisado a família do militante da ALN, o que contribuiu para que ele fosse enterrado como indigente no Cemitério Dom Bosco, em Perus.

Corrobora a tese o depoimento de Antonio Eustáquio, administrador do Cemitério de Perus entre 1976 e 1992. Eustáquio conta ter encontrado no arquivo do cemitério declarações de óbito que identificavam os militantes de esquerda contrários ao regime com um T vermelho carimbado no documento. “Inicialmente, eu não sabia que eram ‘terroristas’. Vim saber que aquela letra T vermelha era uma declaração de óbito que indicava isso mais tarde, por causa do número de visitas anormais, de familiares em carros com placas de outros lugares, como Rio de Janeiro.”

Apesar de não haver separação entre os locais onde eram enterrados militantes e indigentes, Eustáquio lembra: diferentemente dos camburões que traziam cinco ou mais corpos indigentes, os militantes de esquerda chegavam um a um – e acompanhado por um forte aparato militar. “Eles ficavam no portão do cemitério na entrada e proibiam entrada e saída de qualquer pessoa até que se sepultasse aquela pessoa”, conta. “Isso era feito de dia. Em alguns casos, a própria polícia chegava a sepultar o corpo.”

Em relação à Vala de Perus, Eustáquio conta tê-la descoberto anos mais tarde, quando funcionários do cemitério lhe contaram. O descobrimento tardio, no entanto, não o impediu de receber ameaças para ocultar informações sobre o tema. “Depois da Anistia, quando familiares começaram a procurar o cemitério, fui chamado para uma reunião no Hotel Jaraguá, no centro, da qual deveria participar o prefeito Mário Covas. Nela, disseram para eu não dar muito alarde ou informações a respeito daquela vala ou mesmo de pessoas que pudessem ser procurados como indigentes”, rememora. “A orientação era para não dar entrevista, não falar a respeito dos registros de óbitos e nunca mostrar os livros com eles.”

Peritos. Também na audiência desta segunda-feira, peritos da Comissão Nacional da Verdade apresentaram novos laudos que contrastam com os exames necroscópicos da época do regime militar. No caso de Iuri Xavier, por exemplo, os peritos encontraram o dobro de feridas que o documento anterior atestava. “São informações que, quando não são lançadas, fazem imaginarmos que foi para esconder alguma coisa”, observa o perito Mauro Yared.

Além disso, encontraram também marcas e perfurações no rosto, na região do coração, além de dois tiros na lombar. Quantidade de “lesões paralisantes” que indicam a impossibilidade de reagir do militante, explicou o perito.

No caso de Alex, chegou-se à conclusão de que as escoriações não eram decorrentes dos tiros levados, como apontava o laudo da época. Incongruências também foram encontradas em relação aos atestados de óbito de Ana Maria, Marcos e Gelson, que apresentava escoriações no tronco e na face, além de marcas de perfuração por projétil na cabeça. “É muito difícil isso ser fruto de acidente de trânsito ou reação a um tiroteio”, concluiu Yared.

 

 

cartacapital

Crise afeta maior máquina de guerra e EUA devem reduzir Exército

O secretário de Defesa Chuck Hagel planeja reduzir o Exército dos Estados Unidos à menor versão desde o fim da Segunda Guerra Mundial e eliminar uma classe inteira dos caças de ataque da Força Aérea, um plano para a nova proposta de corte de gastos, de acordo com o jornal estadunidense The New York Times. O relatório do chefe do Ministério da Defesa, o Pentágono, deve ser divulgado nessa segunda-feira (24).

 

Associated Press

Estados Unidos enviam tanques M1A1 para exercício militar anual "Key Resolve", com a Coreia do Sul.Estados Unidos enviam tanques M1A1 para exercício militar anual “Key Resolve”, com a Coreia do Sul.

Dono do maior Exército do mundo, os EUA também são cenário dos debates aquecidos sobre os gastos do Ministério da Defesa, os custos do setor militar e a crise sistêmica da qual patinam para sair. Segundo o New York Times, “oficiais descrevem [a nova proposta] como o primeiro orçamento do Pentágono que empurra as Forças Armadas agressivamente para longe do pé de guerra adotado após os ataques terroristas de 2001.”

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Desde então, o avanço militar dos EUA sobre o mundo retomaram força através da política generalizada de uma “guerra ao terror” abrangente, que serviram para justificar inúmeras intervenções e violações, insuflando a máquina de guerra estadunidense.

A proposta foi descrita ao jornal por oficiais “em condição de anonimato” e leva em consideração, segundo as fontes, “a realidade fiscal de um governo de austeridade e a realidade política de um presidente que prometeu encerrar duas guerras custosas e exaustivas,” embora enfatize o posicionamento sobre o direito dos EUA a empreender políticas agressivas que justifica como “defesa da liberdade e da democracia”.

A expectativa, assim, é que o país manterá um Exército “capaz de derrotar qualquer adversário, mas muito limitado para ocupações prolongadas no estrangeiro,” explicam os oficiais, que ressaltam as duas “ações militares de larga escala” mantidas em simultâneo, a Guerra no Afeganistão e a Guerra contra o Iraque.

Para as fontes, “a vitória demorará mais tempo e haverá um maior número de baixas” com a redução do Exército, que também “poderia convidar adversários a se aventurarem” contra o país. Suas declarações demonstram que, apesar da defesa firme entre diversos grupos políticos sobre a necessidade de diminuir o orçamento do Pentágono, a discussão sobre a dimensão das Forças Armadas será aquecida.

Menor Exército desde 1940

De acordo com um alto oficial do Pentágono, o debate é centrado na característica do Departamento de Defesa e o financiamento que ele requer. “Sempre é preciso manter as instituições preparadas, mas não se pode manter um grande Departamento de Defesa dedicado à guerra terrestre quando já não há uma grande guerra terrestre.”

Propostas de algumas iniciativas orçamentárias, sujeitas à aprovação do Congresso estadunidense, também emergiram, informa o New York Times, “uma indicação de que, mesmo antes da sua divulgação, o orçamento certamente ficará sob o ataque político.” Além disso, também deve ser sentida a reação incisiva dos grupos de pressão da indústria de armamentos, que permeam inclusive o setor midiático e cultural – sobretudo através de Hollywood.

Uma das principais ênfases da proposta de Hagel seria a diminuição do efetivo militar, o que causará o redirecionamento do que for economizado às obscuras Forças de Operações Especiais e à “guerra cibernética”, o que o jornal caracterizou como “a nova forma americana de fazer a guerra.”

Os EUA mantêm tropas espalhadas por todo mundo, assim como 11 porta-aviões deslocados a vários pontos, o que também será reavaliado dentro de um período de um ano, de acordo com a proposta do secretário de Defesa.

O Exército já deve ser reduzido de acordo com planos anteriores para 490 mil tropas, após um pico de 570 mil alcançado após os ataques de 11 de setembro. A proposta de Hagel também inclui uma nova redução, ainda que modesta, para 440 ou 450 mil nos próximos anos. O que corresponderia ao menor Exército do país desde 1940.

Manter força de agressão e defesa

Um dos exemplos de corte, além dos funcionários do setor militar, seria a eliminação completa da esquadra de ataque A-10 da Força Aérea. “A aeronave foi desenhada para destruir tanques do período soviético no caso de invasão da Europa Ocidental, e as capacidades são consideradas menos relevantes atualmente”, explica o New York Times. Entretanto, o projeto garante o financiamento para o controverso F-35 de Ataque Conjunto, extremamente caro e cuja produção está bastante atrasada.

Ao todo, ressalta o jornal, “a proposta de Hagel, de acordo com os oficiais, é desenhada para permitir que as Forças Armadas americanas cumpram as diretivas do presidente Barack Obama para a segurança nacional: defender o território americano e os interesses da nação no exterior e dissuadir a agressão – e vencer decididamente se novamente enviadas à guerra.”

Por décadas, principalmente durante a Guerra Fria, o Pentágono defendeu que precisava de um corpo militar grande o suficiente para combater em duas guerras simultaneamente. Mas nos documentos mais recentes sobre orçamento e estratégia, afirma o New York Times, o Exército tem sido ordenado a preparar-se para vencer “decisivamente” um conflito enquanto “barrando as aspirações do adversário em um segundo, até que forças suficientes possam ser mobilizadas e redirecionadas para vencer” novamente.

Os cortes propostos por Hagel condizem com o Ato Orçamentário Bipartidário acordado entre Obama e o Congresso em dezembro, para impor um teto de gastos para as Forças Armadas de US$ 496 bilhões (R$ 1,2 trilhões) no ano fiscal de 2015. O plano deve sofrer pressões das associações de veteranos, das fabricantes de armas e de alguns membros do Congresso, pontua o jornal.

Por Moara Crivelente, da redação do Vermelho,
Com informações do The New York Times

Polícia apreende máquina de fabricar placas e adulterar veículos em CG

placasPoliciais civis da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) de Campina Grande apreenderam uma máquina de fabricar placas de carro e moto. Além de várias placas que estavam no local, os policiais também encontraram um máquina para adulterar chassis, além documentos de veículos. Um Honda Civic com placas KHj-2166, de Caruaru (PE), também foi apreendido pela DRF.

De acordo com o delegado Henry Fábio, todo o material pertence a homem identificado por Marcelo de Souza, contra o qual já há mandado de prisão expedido pela Justiça. “Nós fomos até a residência dele, no bairro do Tambor, mas ele não se encontrava. Depois, partimos para o galpão no Distrito dos Mecânicos, onde estava o maquinário e os outros objetos”, disse o delegado.

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Ele informou que Marcelo já responde por crimes de roubo de carro e adulteração de documentos.

Secom PB

Pente fino em cadeia da PB encontra chip de celular dentro de ovo e máquina de barbear em cela

Agentes Penitenciários e a Polícia Militar realizaram, nesta quarta-feira (12), uma operação ‘Pente Fino’ na cadeia pública da cidade de Picuí, no Curimataú paraibano, e encontraram chip de celular dentro de uma casca de ovo e até uma máquina de barbear.

De acordo com informações da Sétima Regional, o chip era destinado a um detento que cumpre por tráfico de drogas.

Durante a revista na cela do presidiário, quatro aparelhos celulares foram encontrados, além de carregadores, espetos e pedaços de espelhos.

Os materiais apreendidos foram entregues na Superintendência de Regional de Polícia Civil da região para providências cabíveis.

Fotos: Sétima Regional

Hyldo Pereira

Portalcorreio

Mulher morre depois de levar choque em máquina de lavar na PB

Folha do Sertão

A dona de casa Maria de Lourdes Pereira Rodrigues, 54 anos, morreu eletrocutada, na manhã desta quinta-feira (6), no município de Sousa, no sertão paraibano. A mulher chegou a ser socorrida, mas já chegou ao Hospital Regional da cidade sem vida.

De acordo com informações levantadas pela polícia, Maria de Lourdes estava lavando roupas e tentou ligar uma extensão elétrica na tomada da máquina de levar e sofreu uma descarga elétrica. A mulher ainda foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros, mas há chegou morta ao hospital.

portalcorreio