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Novo Mapa Turístico da Paraíba tem 68 municípios

A Secretaria de Turismo da Paraíba concluiu o novo Mapa Turístico, com 68 municípios. A ferramenta de mapeamento dos municípios, enviada ao Ministério do Turismo, permite direcionamento mais eficaz das políticas do setor. O mapa obtido em primeira mão pelo Portal ClickPB revela quais são as 11 regiões turísticas.

“São 68 municípios que resolveram integrar o mapa. Porque não é somente a gente, é o Estado, os municípios e o governo federal. Para atualizar o mapa, o Ministério estabeleceu novos critérios, por exemplo, o municípios teria que ter recursos destinados para o Turismo, uma secretaria de turismo, um conselho de turismo, então não fomos nós que excluímos, os municípios que não preencheram os critérios do Ministério, ficou de fora”, explicou Ivan Buriry, secretário executivo do Turismo da Paraíba.

O mapa foi oficializado junto ao Ministério do Turismo. Para integrarem o mapa, os municípios precisavam atender aos requisitos do Ministério do Turismo e o Estado fez a ponte para inseri-los no mapa. “Nós acabamos de concluir esse mapa, e a partir desse mapa nós vamos começar a desenvolver essas estratégias visando consolidar produtos dentro dessas temáticas da aventura, da história, temos a rota histórica, nós temos aqui desde as Várzeas do Paraíba até a Fazenda Acauã lá em Sousa, toda uma história de ocupação, de colonização, a Coluna Prestes passou aqui, Lampião passou por aqui, falta lincar”, explicou Ivan Burity.

A elaboração do mapa do turismo é a primeira etapa, disse o secretário, e a segunda etapa será o desenvolvimento de projetos para desenvolver os produtos turísticos. “Estamos trabalhando na sistematização disso aí, para a gente ter um produto Paraíba voltado para os paraibanos”, disse o secretário executivo do Turismo. Segundo ele, a estratégia de divulgar a Paraíba deverá ser ancorada nas redes sociais.

“A gente quer convidar os paraibanos, no nosso povo para conhecer o nosso Estado. Você chega em Boqueirão e tem as crocheteiras de Marinho, um lugar belíssimo, em cima de um lajedo, que tem um artesanato fortíssimo, uma culinária, então se a gente agrega isso a um outro roteiro, que tenha hospedagem, que faça um circuito integrado com esse atrativo, a gente passa a ter um produto”, contou.

Entre as ações de proteção ao turismo, o Governo do Estado pretende organizar a APA do Cariri, que está sem conselho gestor e não tem plano de manejo ainda. Já o Parque da Pedra da Boca já tem o conselho gestor implantado, mas ainda falta tomar posse.

O mapa – O Mapa do Turismo Brasileiro é um instrumento de orientação para a atuação do Ministério do Turismo no desenvolvimento de políticas públicas, tendo como foco a gestão, estruturação e promoção do turismo, de forma regionalizada e descentralizada. Sua construção é feita em conjunto com os órgãos oficiais de Turismo dos estados brasileiros.

A atualização periódica do Mapa faz parte de uma estratégia do Plano Brasil + Turismo, para fortalecer o setor de viagens no país. A partir de 2017 o Mapa passou a ser atualizado a cada dois anos. Sua construção é feita em conjunto com os interlocutores estaduais que representam o MTUR e órgãos oficiais de Turismo dos estados brasileiros e instâncias de governança regional.

Em 2017, 101 cidades da Paraíba integravam o mapa do turismo no estado, 59 municípios a mais do que em 2016.

 

 

clickpb

 

 

Brasil tem 6,5 homicídios por hora, aponta Mapa da Violência

disparoO Brasil registrou 57 mil homicídios em 2014, aponta um estudo coordenado pelo professor e sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, diretor de pesquisa do Instituto Sangari e coordenador da Área de Estudos sobre Violência da Faculdade Latino-americana de Ciências Sociais (FLACSO). O dado corresponde a 6,5 assassinatos por hora.

Os números foram adiantados pelo Profissão Repórter, da TV Globo. Veja os destaques do estudo:

– O Brasil teve 29 homicídios para cada 100 mil habitantes em 2014.
– São Luís, no Maranhão, foi a cidade mais violenta do país, com 90 homicídios para cada 100 mil habitantes.
– Alagoas foi o estado mais violento para a população negra. A cada 13 vítimas de homicídio, 12 eram negras.
Mortes por armas de fogo
Nesta quinta-feira (25), Waiselfisz divulgou o Mapa da Violência 2016. Nele, o pesquisador detalha os homicídios cometidos por armas de fogo no país, que somaram 42.291 casos em 2014, ou 21,2 para cada 100 mil habitantes. Em 2004, essa taxa era de 20,7.
“Ficou evidente, nesse estudo, o progressivo, sistemático e ininterrupto incremento das taxas de homicídio por arma de fogo”, escreveu o pesquisador. Veja os destaques:

 

– Fortaleza (CE) foi a capital com maior taxa de homicídios por armas de fogo em 2014, com 81,5 vítimas a cada 100 mil habitantes.

– Recife (PE), que em 2004 liderava a lista, caiu para a 13ª posição. A taxa de homicídios por arma de fogo na cidade caiu de 77,8, naquele ano, para 35,8 em 2014.

– Boa Vista (RR) foi a capital com a menor taxa de homicídios por arma de fogo em 2014, com 9,1 para cada 100 mi habitantes.

– Alagoas foi o estado com maior taxa de homicídios por arma de fogo em 2014, com 56,1 mortes para cada 100 mil habitantes.

– O estado do Rio de Janeiro, que em 2004 liderava a lista, caiu para a 15ª posição. A taxa no estado caiu de 47, naquele ano, para 21,5 em 2014.

– Santa Catarina foi o estado com menor taxa de homicídios por arma de fogo em 2014, com 7,5 mortes para cada 100 mil habitantes.

G1

Arma de fogo mata cinco pessoas por hora no Brasil, diz Mapa da Violência

revolver11A cada uma hora, cinco pessoas foram mortas por armas de fogo no Brasil em 2012. Ao todo, mais de 42,4 mil vidas foram perdidas após disparos de armas de fogo nos 365 dias daquele ano, segundo o levantamento do Mapa da Violência 2015, que será divulgado nesta quinta (14). Esse é o pior resultado de toda a série histórica iniciada em 1980.

Elaborado com base nos dados do Subsistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, que registra as declarações de óbito expedidas em todo o país, o levantamento mostra que 94,5% dessas mortes, mais de 40 mil ao todo, resultaram de homicídios. As demais causas são: acidente (284), suicídio (989) ou indeterminada (1.066). Do total de vítimas de arma de fogo, 94% são do sexo masculino.

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De acordo com o Mapa da Violência, entre 1980 e 2012, mais de 880 mil pessoas morreram vítimas de disparo de arma de fogo. Esse número saltou de 8.710, em 1980, para 42.416 em 2012 – um crescimento de 387%. A taxa de crescimento populacional no mesmo período foi de aproximadamente 61%.

Considerando a taxa de mortalidade por armas de fogo – que leva em conta o crescimento da população –, o ano de 2012 registrou o segundo pior resultado em toda a série histórica, com 21,9 óbitos para cada 100 mil habitantes. Esse dado coloca o Brasil na 11ª posição entre 90 países analisados pelo estudo. Estão na frente do Brasil, segundo a taxa de mortalidade por arma de fogo, Venezuela, Ilhas Virgens, El Salvador, Trinadad e Tobago, Guatemala, Colômbia, Iraque, Bahamas, Belize e Porto Rico. A pior taxa de mortalidade no Brasil foi verificada em 2002, quando o índice ficou em 22,2 mortes para cada 100 mil habitantes.

No caso dos homicídios praticados com armas de fogo, a taxa de mortalidade de 2012 ficou em 20,7 para cada grupo de 100 mil habitantes – a mais elevada desde o início da série histórica.

O Mapa da Violência 2015 – Mortes Matadas por Armas de Fogo é uma parceria da Secretaria-Geral da Presidência da República, da Secretaria Nacional de Juventude (SNJ), da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil e da Faculdade Latino Americana de Ciências Sociais (FLACSO).

Agência Brasil

Banco é explodido em Conde; mapa apreendido mostrava cidade como alvo dos bandidos na Paraíba

Divulgação Banco explodido na madrugada
Divulgação
Banco explodido na madrugada

Uma quadrilha de assaltantes de banco explodiu a agência do Bradesco na cidade de Conde, na região metropolitana de João Pessoa. Segundo o coronel Lívio Delgado, comando do Policiamento Regional da Polícia Militar da 1ª Região Integrada de Segurança Pública (Reisp), os criminosos não conseguiram levar nada.Conde é uma das cidades que aparecem no mapa apreendido pela Polícia Civil dos alvos de ações criminosas contra instituições bancários.

Segundo Carla Virgínia, escrivã da Delegacia de Alhandra, no Litoral Sul, por volta das 4h, quatro homens utilizando três motocicletas e um veículo Saveiro chegaram na cidade e explodiram parcialmente o banco utilizando dinamites. “Parte da estrutura do banco ficou danificada. Mas, peritos do Instituto de Polícia Científica (IPC) de João Pessoa confirmaram que os explosivos não atingiram o cofre da agência. Eles fugiram sem levar nada”, disse. Uma família mora no andar de cima do prédio da agência e falou ter ficada assustada com o barulho.

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Conforme o coronel, o carro utilizado no crime foi deixado na BR-101, na entrada de Conde. “Dentro do veículo Saveiro foi deixado explosivos, grampos, campus e outros objetos utilizados na explosão. O automóvel vai ser levado para a Delegacia de Alhandra para ser periciado”, confirmou. O caso foi registrado pelo delegado de Alhandra, Francisco Basílio, mas o inquérito será encaminhado para a Delegacia de Conde.

Dados do Sindicato dos Bancários da Paraíba apontam que só este ano 17 ações criminosas contra bancos foram registradas no estado, sendo 7 delas utilizando explosivos.

Mapa

Um mapa apreendido pela Polícia Civil em Guarabira, no Brejo do estado, no dia 4 fevereiro deste ano, mostra a rota de uma organização criminosa especializada em crimes contra bancos, correios e casas lotéricas, na Paraíba e em outros estados brasileiros. O esquema foi descoberto durante a Operação Catálogo, realizada por policiais civis da 8ª Delegacia Seccional do Brejo do estado. A apreensão de um vasto material ocorreu em um sítio localizado entre as cidades de Arara e Solânea, no Brejo paraibano.

Segundo o delegado Walber Virgolino, titular da 8ª DPC, Conde aparece no mapa como alvo dos assaltantes. “Conforme estava marcada no mapa a cidade de Conde, os bandidos agiram rápido e cumpriram o plano. Mas, estamos no encalços deles”, disse. Além de Conde, as cidades paraibanas de João Pessoa, Campina Grande e Guarabira estão marcadas no mapa como os próximos alvos dos assaltantes. A quadrilha marcou com uma cor vermelha os locais e a rota de fuga. O Grupo Tático Especial (GTE) monitora as ações da quadrilha.

 

Por Hyldo Pereira

Mapa da Violência confirma: taxa de homicídios cai na Paraíba durante gestão de Ricardo Coutinho

bandeira-paraíbaDepois de quase dez anos de crescimento ininterrupto, a Paraíba é o segundo estado do Brasil que mais que conseguiu reduzir o número de ocorrências de assassinatos no ano de 2012, em relação ao ano anterior. É o que aponta a Prévia do “Mapa da Violência 2014. Os jovens do Brasil”, do Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos (Cebela). O documento traça um retrato da situação e evolução da mortalidade violenta no país de 1980 a 2012 e ratifica a diminuição de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) – homicídios dolosos e outros crimes dolosos que resultem em morte – no Estado, depois da implantação do Programa Paraíba Unida pela Paz.

 

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De acordo com o mapa, a taxa de homicídios em solo paraibano diminuiu 6,2%. Em números absolutos, os números foram de 1.619 ocorrências para 1.528. O material ainda revela que de 2002 a 2010 esse tipo de crime mais que dobrou, indo de 608 casos para 1.457. No Nordeste, além da Paraíba, apenas Alagoas e Pernambuco reduziram as ocorrências, com taxas de que reduziram em 10,4% e 5,1%, respectivamente. O Ceará atingiu um aumento de 36,5% em sua taxa e Sergipe de 18,3%.

O governador Ricardo Coutinho disse que os números apresentados no Mapa da Violência só referendam a política de segurança implantada pelo Governo do Estado. “Os números são fruto de uma política séria de segurança, do trabalho integrado das policiais e de ações de inteligência nas áreas de risco.

O Programa Paraíba Unida Pela Paz reestruturou as Forças de Segurança, estabeleceu metas e qualificou os profissionais, melhorou a infraestrutura e condições de trabalho das polícias e os resultados são comprovados com a contínua redução da criminalidade”, afirmou o governador, que acrescentou que nos anos de 2013 e nos quatro primeiros meses deste ano, os homicídios na Paraíba continuam apresentando índices de quaeda, seguindo na contramão dos outros estados do Brasil.

Para o secretário de Estado da Segurança e da Defesa Social, Cláudio Lima, a redução na taxa de homicídios se deve às ações estruturantes realizadas pelo Governo, por meio de uma visão da segurança pública como uma política de Estado. “Encaramos a segurança pública como um sistema, que envolve o Ministério Público, Poder Judiciário e outros órgãos. Focamos em resultados com a integração entre as polícias Civil, Militar e Corpo de Bombeiros; a compatibilização de áreas, que definiu os territórios e a responsabilidade da gestão dos órgãos operativos; e na repressão qualificada com fortalecimento da Inteligência Policial. Assim, conseguimos em 2011 desacelerar o crescimento dos CVLI e em 2012, pela primeira vez em dez anos, alcançar uma redução de 8,21%”, afirmou.

Ainda de acordo com o secretário, a fim de monitorar os números de assassinatos ocorridos no Estado, foi criado em 2011 o Núcleo de Análise Criminal e Estatística, que conta não só os homicídios, mas outros 17 tipos penais. “A metologia de contagem é multifonte, transparente, e abrange números do Instituto de Polícia Científica e ainda da imprensa e do Sistema de Saúde. Por isso, a redução é mantida, mas os nossos dados são diferentes e maiores do que os apresentados pelo estudo, pois têm uma maior abrangência.

Contamos confrontos policiais e homicídios dentro do Sistema Prisional, o que outros estados não fazem, e isso nos confere reconhecimento do Ministério da Justiça sobre a credibilidade dos nossos números”, frisou Lima. Os dados de CVLI são divulgados trimestralmente pela Secretaria da Segurança na página do Programa Paraíba Unida pela Paz (http://www.paraiba.pb.gov.br/especiais/pbunidapelapaz/).

O Mapa da Violência 2014, feito pelo sociólogo Júlio Jacobo Waiselfisz, tem como base dados do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde deve ser publicado na íntegra nas próximas semanas. O estudo utiliza os atestados de óbito emitidos em todos os estados do país.


Ascom

Ministério Público abre concurso na Paraíba; Mapa divulga gabarito das provas

ConcursoO procurador geral de Justiça do Ministério Público da Paraíba, Bertrand de Araújo Asfora, autorizou na tarde dessa segunda-feira (5) a realização de concurso público para preenchimento de dez vagas na área de tecnologia da informação. Cinco das vagas serão para candidatos de nível médio, com curso de técnico de informática e as outras cinco para os de nível superior, ou seja, analistas de sistemas.

O edital do concurso público deve sair dentro de 60 dias e de acordo com o MPPB e o certame será realizado para atender a necessidade de intensificar o processo de implantação do Ministério Público virtual.

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Para os cargos de analista de sistemas, dois serão para administradores de bancos de dados, um para suporte e dois para programadores. Já para técnico de informática, uma vaga será para webdesigner e quatro para suporte.

Além disto, uma comissão especial da instituição está fazendo um levantamento técnico que servirá de base para a preparação de outro concurso público para servidores do MPPB, previsto para o próximo ano. Além do levantamento técnico, a comissão especial também irá apontar em seu relatório a necessidade de reformulação do quadro de servidores e a possível mudança nos horários de expediente da instituição.

 

Já os candidatos as 765 vagas do Ministério da Agricultura (Mapa) já podem acessar ao gabarito preliminar da seleção. Os candidatos que quiserem interpor têm até essa quarta-feira (7) para entrar com o recurso, que deve ser feito através do site da Consuplan.

As provas foram aplicadas no domingo (4) e contou com 412.118 candidatos inscritos. A maior concorrência foi para o cargo de auxiliar de laboratório, em Recife, com 23.141 candidatos para 12 vagas. Na Paraíba, a disponibilidade é de sete vagas, sendo quatro para João Pessoa e três para Guarabira. Os salários variam de R$ 2.818,02 a R$ 12.539,38.

As vagas do concurso são para Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Rondônia, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo, Tocantins e Distrito Federal.

Confira o gabarito.

 

 

PORTAL CORREIO com Portal do MPPB

Mapa divulga marcas de vinho com suspeita de adição de antibiótico

mapa-divulga-marcas-de-vinho-com-suspeita-de-adicao-de-antibioticoO Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou nesta sexta-feira (2) as empresas e marcas de vinho investigados por suspeita de adulteração com antibióticos no Rio Grande do Sul. A lista inclui rótulos fabricados por 13 vinícolas do estado.

De acordo com o chefe do serviço de inspeção vegetal do Mapa no estado, José Fernando Werlang, exames constataram a presença da substância natamicina, antifúngico que prolonga a conservação do vinho. O uso da substância como conservante é proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Todos os lotes já foram recolhidos do mercado. As amostras foram coletadas no ano passado em 53 indústrias pelo Serviço de Inspeção de produtos de Origem Vegetal (Sipov). Segundo Werlang, a natamicina era utilizada por ser um produto barato e eficiente para matar germes e bactérias, mas que pode gerar resistência a outros remédios se ingerida com frequência. O Mapa alertou que as empresas foram autuadas e poderão ser fechadas se reincidirem na adulteração.

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Para o diretor do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Carlos Paviani, a fraude prejudica a imagem do vinho gaúcho no mercado. “Esperamos que o problema seja detectado o mais breve possível e que as empresas que estão atuando irregularmente sejam autuadas e pelo ministério e cessem imediatamente para não acarretar uma imagem ruim para todo o setor vitivinícola”, afirmou.

Os vinhos que tiveram lotes recolhidos são os das marcas Casa Gilioli, Casa Gilioli Seleção, Casa Motter, Bela Itália, Del Tchodo, Bortolini, Quinta Estação, Cave Titton, Bampi, Forqueta, Muraro, Adega Forqueta, Don Victor Emanuel, Santini, Capelleti, Santa Teresa de Calcuta, Santa Teresa de Ávila, San Francisco, Don Silvestri, Del Prado PIO XII.

O que dizem as empresas
A VT Vinhos LTDA declarou a empresa foi surpreendida com a divulgação do Ministério. De acordo com a empresa, a análise é antiga e não há motivo para preocupar a população, já que os produtos não teriam ido para o mercado. A empresa pretende  se posicionar oficialmente na segunda-feira (5), mas adianta que sua estrutura está disponível para análise dos técnicos.

A Cooperativa Victor Emanuel LTDA nega que seus produtos tenham qualquer tipo de antibiótico e que não possui vinhos em estoque com problemas.

O representante da Santini Indústria Vinícola LTDA afirmou que a empresa ainda está analisando os dados do ministério para poder se manifestar de forma mais precisa.

Segundo a representante da Vinícola Capeletti, a divulgação do Mapa é inconclusiva e não há provas de que produtos ilegais tenham sido utilizados nos vinhos produzidos.

A Vinhos Bampi LTDA afirmou que não pretende se manifestar sobre o assunto.

G1 entrou em com a Cooperativa Vitivinícola Forqueta, Vinícola Gilioli, Indústria e Comércio de Bebidas Del Colono LTDA, I.A. Sandi e Adega Silvestri, mas os representantes das empresas não foram localizados pelos funcionários.

A Vinícola Casa Motter foi contatata, mas ainda não se manifestou sobre o caso.

Já os responsáveis pela Indústria Vinícola São Luiz LTDA e pela Indústria e Comércio de Bebidas CMS LTDA ainda não foram localizados.

Confira a lista de empresas, marcas e lotes 
Vinícola Gilioli LTDA
– vinho tinho de mesa suave bordo (Casa Gilioli) – Lote 27/05/13 e 26/06/13
– vinho branco de mesa suave (Casa Gilioli) – Lote 09/06/13
– vinho tinto de mesa suave (Casa Gilioli Seleção) – Lote 25/07/13
– vinho branco de mesa suave (Casa Gilioli Seleção) – Lote 23/07/13

Vinícola Casa Motter
– vinho rosado de mesa suave (Casa Motter) – Lote 005

Indústria e Comércio de Bebidas Del Colono LTDA
– vinho tinto de mesa suave (Bela Itália) – Lote 01
– vinho branco de mesa suave (Bela Itália) – Lote 10
– vinho branco de mesa suave (Del Tchodo) – Lote 03

Indústria Vinícola São Luiz LTDA
– vinho tinto de mesa suave (Bortolini) – Lote 02/11

VT Vinhos LTDA
– vinho tinho de mesa suave (Quinta Estação) – Lote 01/2013
– vinho branco de mesa (Cave Titton) – Lote 01/2013
– vinho tinto de mesa suave (Cave Titton) – Lote 01/2013

Vinhos Bampi LTDA
– vinho tinto de mesa suave (Bampi) – Lote 002

Cooperativa Vitivinícola Forqueta
– vinho branco de mesa suave (Forqueta) – 04
–  vinho tinto de mesa suave (Muraro) – Lote 002
– vinho rosado de mesa suave (Forqueta) – Lote 05
– vinho tinto de mesa suave (Adega Forqueta) – Lote 149

Cooperativa Vinícola Victor Emanuel LTDA
– vinho tinto de mesa suave (Don Victor Emanuel) – Lote 05
– vinho branco de mesa suave (Don Victor Emanuel) – Lote 02

Santini Indústria Vinícola LTDA
– vinho tinto de mesa suave (Santini) – Lote 008/13

Vinícola CapellettiLTDA
– vinho tinto de mesa suave (Capelleti) – sem lote

I.A. Sandi
– vinho tinto de mesa suave (Santa Teresa de Calcutá) – Lote 003
– vinho tinto de mesa suave (Santa Teresa de Ávila) – sem lote
– vinho tinto de mesa suave (San Francisco) – Lote 01/10
– vinho branco de mesa suave (San Francisco) – sem lote

Adega SilvestriLTDA
– vinho tinto de mesa suave (Don Silvestri) – Lote 05
– vinho branco de mesa suave (Don Silvestri) – Lote 03

Indústria e Comércio de Bebidas CMS LTDA
– vinho tinto de mesa suave (Del Prado) –  Lote 04 e 26
– vinho branco de mesa suave (Del Prado) – Lote 01
– coquetel de vinho rosado (PIO XII) – Lote 01/02/03/04

 

G1

Taxa de homicídios cresce 100% e coloca 10 cidades do Agreste, Brejo e Curimataú no Mapa da Violência

 

ViolênciaA taxa de homicídios registrada em dez municípios do Agreste, Brejo e Curimataú paraibano cresceu 100% em três anos e colocou essas cidades no Mapa da Violência 2013 – Homicídios e Juventude do Brasil. Enquanto em 2009 essas cidades somaram 20 assassinatos, em 2011 esse número passou para 40. Algumas delas conseguiram reduzir esse índice. Outras, porém, mais que dobraram a quantidade de crimes ocorridos.

Foi o caso de Guarabira que passou de 9 homicídios em 2009, para 19 em 2011. Um aumento de 111%, de acordo com o estudo. Em 2010 a Rainha do Brejo registrou 18 assassinatos.

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Bananeiras é um exemplo de cidade que oscilou o número de mortes violentas. Em 2009 foram 3 assassinatos. O número cresceu para 8, em 2010, e foi reduzido em 2011, quando foram registrados 5 homicídios.

Areia não registrou nenhum assassinato em 2009. Entretanto, em 2010 foram 5 mortes, sendo que em 2011 esse índice caiu para 2.

Solânea teve apenas uma morte violenta em 2009, nenhuma em 2010 e pulou para 2, em 2011.

Em Arara foram registrados 2 homicídios em 2009, 4 em 2010 e 3, em 2011.

Já em Cacimba de Dentro houve apenas uma morte violenta em 2009. Em 2010 o número se repetiu e, em 2011, foram 3 assassinatos.

Casserengue pulou de zero, em 2009, para 3 assassinatos em 2011. Em 2010 foi registrada apenas uma morte.

Remígio reduziu o índice nos três anos estudados. A cidade partiu de 3 assassinatos, em 2009, para 2 em 2011, tendo registrado esse mesmo número em 2010.

Serraria teve apenas uma morte violenta em 2009 e uma em 2011. Em 2010 não foram registrados homicídios no município.

Damião foi a única, das dez cidades das três regiões, que não registrou nenhum assassinato nesses três anos estudados no Mapa da Violência 2013.

 

Redação/Focando a Notícia

Mapa da Violência 2013: 67,1% das vítimas por arma de fogo são jovens

armaDe cada três mortos por arma de fogo, dois estão na faixa dos 15 a 29 anos, é o que mostra o Mapa da Violência 2013: Mortes Matadas por Armas de Fogo. O estudo, diz que os jovens representam 67,1% dos mortos por arma de fogo.

As informações se referem ao período de 1980 a 2010 e revelam que, em 30 anos, um total de 799.226 pessoas morreram vítimas de armas de fogo. Desses, 450.255 mil eram jovens entre 15 e 29 anos de idade. A pesquisa, feita pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos e pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, analisou as mortes por armas de fogo decorrentes de agressão intencional de terceiros (homicídios), autoprovocadas intencionalmente (suicídios) ou de intencionalidade desconhecida, cuja característica comum foi a morte causada por arma de fogo.

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De acordo com a pesquisa, a análise dos dados de morte de jovens no ano de 2010, mostra que as armas de fogo são a principal causa de morte no próprio segmento. Neste ano, foram registradas 75.553 mortes de jovens de 15 a 29 anos de idade, sendo que um terço (22.694) foi decorrente do uso de arma de fogo. “Bem longe da segunda causa: os acidentes de trânsito, que representam 20% da mortalidade juvenil”, diz a pesquisa.

“Temos uma epidemia de violência em todo o Brasil e sabemos o perfil de quem ela atinge mais: são jovens, negros e, geralmente, de baixa renda,” disse para a Agência Brasil o sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, responsável pelo estudo. Entre as causas da morte por arma de fogo entre os jovens, Waiselfisz indica o abandono da escola e a baixa inserção no mercado de trabalho. “Hoje temos 9 milhões de jovens que não estudam, não trabalham e que estão vulneráveis a situações de violência”, disse.

A pesquisa mostra que a maior parte dos homicídios resulta da chamada “cultura da violência”. Os dados contrariam a “visão amplamente difundida, principalmente nos meios ligados à Segurança Pública, de que a violência homicida do país se encontra imediatamente relacionada às estruturas do crime e mais especificamente à droga”.

A afirmação se ancora em pesquisa do Conselho Nacional do Ministério Público, divulgada em 2012, e elaborado a partir de inquéritos policiais referentes a homicídios acontecidos em 2011 e 2012 em 16 Unidades da Federação. O levantamento apontou que as maiores causas de homicídios decorreram de motivos fúteis, como “brigas, ciúmes, conflitos entre vizinhos, desavenças, discussões, violências domésticas, desentendimentos no trânsito.”

A impunidade também foi apontada como fator importante, tanto para as mortes de jovens, quanto para a população em geral. “O índice de elucidação dos crimes de homicídio é baixíssimo no Brasil. Estima-se, em pesquisas feitas, inclusive a da Associação Brasileira de Criminalística feita em 2011, que [a elucidação] varie entre 5% e 8%. Esse percentual é 65% nos Estados Unidos, no Reino Unido é 90% e na França é 80%,” diz a pesquisa.

Agência Brasil

RN prepara mapa de repressores e reprimidos durante a ditadura de 1964

Um mapa político que incluirá os nomes e as funções dos agentes da repressão e das vitimas da ditadura civil-militar de 1964 está sendo elaborado por entidades de direitos humanos do Rio Grande do Norte. Esse material será impresso e distribuído aos interessados. Até agora, o mapa já foi preenchido por 350 eleitores que se incluem entre os atingidos pelas forças repressivas.

A iniciativa integra o projeto RN/Nunca Mais e tem apoio da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. É coordenada pelo Centro de Direitos Humanos e Memória Popular/CDH-MP de Natal, com a participação dos comitês e das comissões da verdade, públicas e não governamentais.

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Decreto 477
Os pesquisadores estão também recolhendo os relatórios de inquéritos administrativos em todos os níveis do poder público incriminando pessoas com base no Decreto nº 477 editado pelo governo ditatorial.

O decreto-lei nº 477, de 26 de fevereiro de 1969, foi assinado pelo general- presidente Artur da Costa e Silva e atingiu alunos, professores, e funcionários muitos dos quais foram expulsos entre os atingidos pelo 477 esteve o então professor da USP, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Os docentes foram proibidos de ensinar durante cinco anos e os estudantes foram punidos com dois anos de suspensão das atividades acadêmicas. Outra atividade em andamento é a atualização da lista dos mortos e desaparecidos políticos no Rio Grande do Norte naquele período histórico.

Essa vista inclui 475 pessoas entre as mortes provocadas pela repressão política. Recentemente, o CDH/MP publicou o Relatório Veras, preparado em 1964 por delegados da Policia Federal por encomenda do Governo do Estado. Com base nesse relatório, cerca de 400 servidores públicos, a maioria dos quais concursados, perderam o seu emprego.

Além disso, vários deles foram obrigados a buscar asilo em outros países. Um deles foi o próprio ex-prefeito de Natal, Djalma Maranhão, que morreu exilado em Montevidéu, no Uruguai.

 

 

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