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Manifestantes fazem ato em apoio ao presidente Jair Bolsonaro na Paraíba

Manifestantes foram às ruas da duas maiores cidades da Paraíba, João Pessoa e Campina Grande, em ato público de apoio ao presidente da república Jair Bolsonaro (PSL) na tarde deste domingo (26). As duas manifestações começaram por volta das 15h e a dispersão aconteceu por volta das 18h30. Em João Pessoa os manifestantes ocuparam o Busto de Tamandaré, na orla da praia de Tambaú, enquanto em Campina Grande, a manifestação foi na Praça da Bandeira, no Centro.

Por volta das 17h, os organizadores da manifestação de apoio ao presidente Jair Bolsonaro informaram que cerca de cinco mil pessoas participaram do ato. A Polícia Militar informou que não vai emitir estimativas de público.

A manifestação teve início por volta das 15h20, quando os primeiros manifestantes e um trio elétrico chegaram ao Busto de Tamandaré, no final da Avenida Epitácio Pessoa. Os integrantes do ato se espalharam pela área do busto e pelas avenidas Cabo Branco e Almirante Tamandaré, até as 18h30, quando a mobilização terminou.

Campina Grande

Em Campina Grande, munidos de cartazes e camisas amarelas, os manifestantes pediam uma investigação no poder judiciário, ao que eles chamam de “Lava-Toga” e da implementação da medida provisória 870.

CAMPINA GRANDE, 16H: Ato concentrou manifestantes na Praça da Bandeira — Foto: Reprodução/Sílvio S. Medeiros

CAMPINA GRANDE, 16H: Ato concentrou manifestantes na Praça da Bandeira — Foto: Reprodução/Sílvio S. Medeiros

De acordo com a organização, cerca de 600 pessoas participaram do protesto e defenderam a aprovação da reforma da Previdência e do pacote anticrime, proposto pelo ministro da Justiça Sérgio Moro.

A maior parte dos manifestantes vestiu verde e amarelo e usou bandeiras do Brasil. Também foram usados um carro de som e faixas com frases de apoio ao presidente. O trânsito ficou bloqueado em algumas vias por conta do protesto, que terminou por volta das 17h30.

Foto: Antônio Vieira/TV Cabo Branco

G1

 

Manifestantes interditam BR-101 e impedem tráfego de veículos entre a Paraíba e Pernambuco

Uma manifestação de integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra na BR-101 está impedindo o tráfego de veículos nas proximidades de Alhandra na manhã desta quarta-feira (29). O trecho interditado é o quilômetro 109 da BR-101.

De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), ainda não há previsão de liberação da via. Cerca de 20 manifestantes interditaram a rodovia por volta das 7h.

Imagens compartilhadas por internautas mostram um grande congestionamento.

Outra manifestação também impede o tráfego de veículos na BR-230, em Cruz do Espírito Santo. A interdição da rodovia interrompeu o trânsito entre João Pessoa e Campina Grande.

No km 53 da BR-230, concentraram-se cerca de 100 manifestantes para possibilitar a interdição. Até o momento não há previsão de liberação da rodovia.

clickpb

Manifestantes fecham ruas, rodovia e Terminal de Integração em João Pessoa

(Foto: Walter Paparazzo/G1)

Protestos contra o presidente Michel Temer fecharam ruas, rodovias e o Terminal de Integração nas primeiras horas desta sexta-feira (30) em João Pessoa. Após liberar o terminal de ônibus do Varadouro, os manifestantes ocuparam o entorno do Parque da Lagoa, no Centro, e inteditaram o trânsito no local. A rodovia BR-101, no trecho no km 123, próximo a João Pessoa foi interdidata às 8h, segundo Polícia Rodoviária Federal (PRF).

O protesto foi convocado por nove centrais sindicais, Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado da Paraíba (Fetag) e Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O manifestantes pedem a saída do presidente Michel Temer e o fim das reformas trabalhista e da Previdência. Segundo organização do protesto, cerca de 300 pessoas participam na manifestação. A Polícia Militar não divulgou estimativa.

De acordo com a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob), informou que a decisão de fechar a Integração foi tomada pela administração do local para evitar que manifestantes protestassem dentro do terminal. A Integração do Varadouro ficou fechado entre 5h30 e 6h30, ainda de acordo com a Semob. Após seguir para o Parque da Lagoa, os manifestantes ocuparam a entrada de um supermercado para evitar a abertura do estabelecimento.

Terminal de Integração de João Pessoa foi fechado para evitar ocupação (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Terminal de Integração de João Pessoa foi fechado para evitar ocupação (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Os ônibus que seguiam para o terminal desembarcaram os passageiros em ruas próximas. Os veículos que não precisaram parar no Terminal de Integração desviaram pela rua Cardoso Vieira em direção as paradas localizadas no Paço Municipal. Até as 8h o trânsito no entorno do Parque da Lagoa seguia interditado, segundo a Semob.

Campina Grande

Em Campina Grande, manifestantes interromperam a saída dos ônibus da garagem da maior empresa de transporte coletivo da cidade. O Terminal de Integração, contudo, estava funcionando normalmente até as 7h desta sexta-feira.

Manifestantes ocuparam entrada de supermercado para impedir funcionamento (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Manifestantes ocuparam entrada de supermercado para impedir funcionamento (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Transporte Público

Os ônibus de transporte público e os trens que atendem a Região Metropolitana de João Pessoa funcionam normalmente no início da manhã desta sexta-feira (30). O Terminal de Integração da capital paraibana funciona normalmente, mesmo após ter ficado fechado por cerca de uma hora.

As linhas de ônibus que passam pelo Parque da Lagoa, intertidato pelos manifestantes, seguem pela avenida Vasco da Gama e depois pela avenida João Machado. Outras linhas estão desviando pela avenida Tabajaras e Eurípedes Tavares, no sentido Parque Zoobotânico Arruda Câmara, a Bica.

Comércio

Decisões judiciais asseguraram a abertura dos estabelecimentos comerciais de João Pessoa e de Campina Grande, de acordo com a Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) das duas cidades. As entidades ressaltam a importância de abrir os estabelecimento diante do cenário de crise. “O nosso posicionamento não é contra a luta dos trabalhadores. Temos a certeza que é de extrema importância a união da classe em busca dos seus direitos”, acrescenta em nota.

Bancos

O presidente do Sindicato dos Bancários da Paraíba, Marcelo Alves, informou na quinta-feira (29) que as agências bancárias no estão não abrem nesta sexta-feira porque a categoria aderiu à paralisação. Os atendimentos bancários voltam normalmente na segunda-feira (3).

Escolas

As escolas particulares da Paraíba e do públicas da rede estadual não têm aula nesta sexta-feira (30) porque a categoria aderiu à paralisação, de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino Privado da Paraíba (Sinteenp) e o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação do Estado da Paraíba (Sintep). Os professores das escolas públicas da rede municipal de João Pessoa também aderiram a “Greve Geral” e os estudantes também não têm aula nesta sexta, segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Município de João Pessoa.

G1

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Manifestantes marcam “punhetaço” contra projeto de lei antimasturbação

punhetacoManifestantes resolveram organizar um protesto bem-humorado contra o deputado federal Marcelo Aguiar (DEM/SP), que apresentou um projeto à Câmara sugerindo que as operadoras telefônicas criem uma maneira de vetar conteúdos de sexo virtual, prostituição e sites pornográficos. Segundo ele, há “viciados em conteúdo pornô e na masturbação” e os jovens estão mais susceptíveis a desenvolver esse tipo de dependência.

Veja a seguir o texto publicado na página do evento, marcado para o próximo dia 22 na Avenida Paulista, em São Paulo.

O deputado federal Marcelo Aguiar (DEM/SP) apresentou um projeto à Câmara propondo que as operadoras telefônicas criem uma maneira de vetar “conteúdos de sexo virtual, prostituição e sites pornográficos”.

Isso fere a liberdade individual e como nós aprendemos com nossas co-irmãs feministas (sem elas não existiríamos) vamos fazer um protesto, com masturbação coletiva contra este absurdo.

Sugiro um pacto de união com nossas co-irmãs feministas – Depiladas ou Peludas – em defesa de nossa liberdade.

Vale lembrar que o deputado e PASTOR, já engravidou a amante e fez sucesso com música sertaneja de cunho sexual

revistaforum

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Manifestantes fazem protestos no país contra a PEC dos gastos

protestoGrupos de manifestantes foram às ruas nesta terça-feira (13) para protestar contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55, que estabelece um limite para os gastos públicos pelos próximos 20 anos no Brasil. O texto foi aprovado em segundo turno no Senado nesta terça.

Até por vota das 15h30, oito estados tinham registrado protestos. Em algumas capitais, como São Paulo, Cuiabá e Porto Alegre, ruas foram fechadas. Estudantes, servidores públicos, integrantes de movimentos populares, entre outros grupos, participam dos atos.

Votações
Nesta terça, a PEC foi aprovada por 53 votos a favor e 16 contra no Senado. Eram necessários 49 votos para a aprovação (3/5 da quantidade de senadores).

Os senadores já haviam aprovado a PEC em primeiro turno, por 61 votos a 14, em 30 de novembro. Por se tratar de uma mudança na Constituição, contudo, a proposta precisava passar por outra votação. A sessão do Congresso destinada à promulgação da PEC está marcada para as 9h desta quinta-feira (15).

Veja a situação em cada estado:

Acre
Quase 20 dias após uma paralisação de 24 horas, os policiais civis de Cruzeiro do Sul (AC) fizeram um novo ato público na manhã desta terça, em repúdio à PEC 55. Apenas 30% dos serviços estão sendo executados. Ao menos 35 pessoas participam da paralisação e se manifestaram diante da delegacia da cidade, de acordo com a organização. A PM não está acompanhando o ato, que é pacífico.

Alagoas
Integrantes de movimentos sindicais, rurais e estudantis protestam na manhã desta terça-feira no centro de Maceió. Eles estiveram reunidos na Praça Dom Pedro II, no Centro e saíram em caminhada pelas ruas da região. A Polícia Militar não acompanha a manifestação. De acordo com os organizadores, havia cerca de mil pessoas.

Ceará
Estudantes da Universidade Federal do Ceará (UFC) fizeram das 4h às 8h15 uma manifestação contra a votação da PEC 55, que limita os gastos públicos pelos próximos 20 anos. A Avenida da Universidade ficou bloqueada, próximo a Avenida 13 de Maio, no Bairro Benfica. Segundo a organização, 250 alunos participaram do ato. A PM não fez estimativa de participantes.

Espírito Santo
Servidores da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) bloquearam a passagem de carros nas entradas da instituição, em protesto, no campus de Goiabeiras, em Vitória. A organização do protesto informou que a quantidade de participantes variou entre 80 e 300 pessoas ao longo da manhã.

Mato Grosso
Um trecho da Avenida Fernando Corrêa da Costa, em Cuiabá, ficou interditado na manhã desta terça, depois que manifestantes atearam fogo em pneus na pista. Segundo a Polícia Militar, um grupo de pessoas fez uma barricada com os pneus e saiu do local após colocar fogo.

Minas Gerais
Cerca de 50 manifestantes fecharam a BR-040, em Congonhas, na Região Central de Minas Gerais, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Estudantes e servidores colocaram fogo em pneus e interditaram os dois sentidos da rodovia, na altura do quilômetro 611. A pista foi liberada por volta das 8h20. Os organizadores não foram localizados para divulgar o número de participantes.

Pernambuco
Manifestantes bloquearam o cruzamento das Avenidas Norte e Cruz Cabugá, no Centro do Recife. Eles estavam com uma faixa contra o governo de Michel Temer. O protesto deixou o trânsito lento na região. A Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) informou que cerca de 30 pessoas participavam do ato. Os organizadores não contabilizaram o total de manifestantes. O protesto foi encerrado por volta das 7h30, horário local.

Rio Grande do Sul
Estudantes bloquearam a Avenida Bento Gonçalves, no sentido bairro-Centro, na manhã desta terça-feira, em frente à Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Os manifestantes atearam fogo ainda em uma barricada com entulho e pneus. O Batalhão de Choque da Brigada Militar foi acionado e os policiais usaram bombas de efeito moral para afastar os manifestantes. O número de participantes não foi informado.

Por volta das 7h, teve início um novo protesto, desta vez, no Centro de Porto Alegre. Manifestantes bloquearam a Avenida João Pessoa, próximo à Avenida André da Rocha, com bloqueio da via no sentido bairro-Centro. Por volta das 7h30 o tráfego foi liberado.

São Paulo
Integrantes do Movimento Luta Popular fizeram um protesto contra a PEC 55 na Zona Sul de São Paulo. O ato começou por volta das 6h30, na altura da Avenida Dona Belmira Marin. Às 8h, quatro das cinco faixas da Avenida Senador Teotônio Vilela estavam interditadas no sentido Centro. O protesto terminou por volta das 8h50.

G1

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Protesto de servidores no Rio tem bombas e confronto entre manifestantes

O ato que reúne milhares de servidores públicos do Estado do Rio de Janeirocontra o pacote de medidas de austeridade apresentado pelo governo, em discussão na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio), teve confronto entre dois grupos de manifestantes, derrubada de uma grade e repressão policial, com bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo, nesta quarta-feira (16).

A manifestação acontece diante do Palácio Tiradentes, sede do Legislativo estadual, no centro da capital fluminense. O prédio está cercado por grades e é protegido por policiais militares. Apesar disso, os manifestantes tentam arrebentar a grade de proteção que cerca o prédio. Numa segunda tentativa, ela foi derrubada. A PM jogou spray de pimenta e dispersou a confusão. Com isso, foi ocupada a escadaria. Há uma corrente de PMs e outra grade.

Com o clima tenso e a nova tentativa de invasão, a PM jogou bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo para reprimir o grupo que estava à frente. Pelo menos, um manifestante ficou ferido e foi socorrido. Não foi informado o estado de saúde da vítima.

O Choque e a cavalaria foram chamados para ajudar na segurança. Houve agressões a manifestantes que estavam com máscaras de gás. Segundo PMs ouvidos pela reportagem, a orientação do comando militar é manter a integridade do patrimônio público e permitir a manifestação, desde que não seja violenta. O comandante da operação estava em reunião na Alerj e ainda não falou sobre o caso.

Severino Silva/Agência O Dia/Estadão Conteúdo

Manifestantes entram em confronto entre si durante protesto

Primeira confusão

De cima de um carro de som alugado por policiais militares, no qual está estendida uma faixa que pede “intervenção militar já!”, um manifestante que falava ao microfone viu a chegar de pessoas que traziam bandeiras de centrais sindicais e do PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado).

“Abaixem as bandeiras, isso aqui não é um movimento político. Não temos partido. Somos servidores estaduais reivindicando nossos direitos”, gritou.

Após a ordem, dezenas de manifestantes, em sua maioria integrantes de forças de segurança do Estado –PM, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros– se dirigiram ao local em que estavam os outros participantes do ato, dando início a um empurra-empurra e troca de xingamentos.

Um homem que estava no grupo dos que levavam bandeiras pediu que a faixa pró-intervenção militar fosse retirada. Nesse momento, um senhor, que foi identificado por colegas com um policial aposentado e usava camisa regata azul, sacou um spray de pimenta e disparou contra os manifestantes.

O repórter do UOL registrava a ação e filmava o homem que jogava o gás quando foi puxado por outro manifestante e teve o celular arremessado longe por um tapa. O agressor também foi identificado como policial militar por seus colegas.

Nesse momento, um grupo de PMs foi falar com o repórter e pediu que tivesse cuidado com as imagens, “para não prejudicar o colega”. Eles pediram desculpas pelo “companheiro” e disseram que ele “não sabia que era um jornalista”. Outro jornalista também foi agredido, ao tentarem tirar a máscara de gás que ele usava.

Questionados sobre a faixa pró-intervenção militar no carro de som, eles disseram que “todos aqui são a favor”. “Nós fomos trazidos à beira de um abismo”, disse um manifestante, que se identificou como sargento Firmino.

“A sociedade está no seu limite!”, dizia o cartaz colado nas costas de um dos manifestantes.

Desde o início do ato, os participantes do protesto afixaram cartazes na grade erguida no fim de semana –com o custo de R$ 20 mil para a Alerj.

Muitos deles ironizam a cerca e comparam a Assembleia Legislativa e seus integrantes com um “presídio de segurança máxima” e “presos perigosos”, respectivamente. Até mesmo uma “guarita” foi erguida no local como forma de protesto.

Gritos de “Fora, Pezão” são ouvidos com frequência durante o protesto, pela saída do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB).

Mauro Pimentel/Folhapress

Policiais militares reforçam a segurança em frente ao prédio da Alerj

Cronograma

Cercada por grades, a Alerj começaria hoje a debater as propostas do pacote de ajuste fiscal anunciado pelo governo estadual.

Serão 21 projetos de lei, incluindo cortes de gastos, extinção de programas sociais, aumento de impostos e elevação na contribuição previdenciária dos servidores públicos. No total, o Estado do Rio pretendia ter um impacto positivo de R$ 27,8 bilhões nas contas de 2017 e 2018, mas o pacote já está R$ 11,8 bilhões menor.

Embora nada vá ser votado nesta quarta, sindicatos e associações de servidores públicos estaduais marcaram novo protesto contra o pacote de ajuste, em frente à Alerj.

Nos próximos dias, os deputados discutirão medidas polêmicas. Amanhã, será debatido o projeto que eleva a contribuição previdenciária dos servidores públicos estaduais de 11% para 14% do salário bruto.

No cronograma da Alerj, as medidas serão debatidas em sessões ordinárias e extraordinárias de seis dias, até o próximo dia 30. A ideia do presidente da Alerj, deputado Jorge Picciani (PMDB), é começar a votar a partir de 6 de dezembro.

Participam do protesto servidores de diversas áreas afetadas pelas medidas, como segurança, educação e saúde.

Invasão

Na terça (8) da semana passada, servidores da segurança pública estadual protestaram –em número similar ao desta quarta– durante mais de sete horas em frente a Alerj.

Durante o ato, centenas de manifestantes chegaram a invadir o Palácio Tiradentes para pressionar os deputados estaduais a arquivar as medidas apresentadas pelo governo e pedir a abertura do impeachment de Pezão.

Uol

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Manifestantes fazem ato em João Pessoa contra impeachment de Dilma

Reprodução/Instagram/anisiomaiafilho
Reprodução/Instagram/anisiomaiafilho

Um grupo de manifestantes composto, segundo a organização do ato, de pelo menos 300 pessoas realiza, na noite desta quarta-feira (31), protesto contra o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. O evento acontece na frente da Universidade Federal da Paraíba, no bairro do Castelo Branco, na Zona Leste de João Pessoa.

Segundo agentes do Batalhão de Polícia Ambiental da Capital, que não divulgou o número exato de manifestantes, disse que alguns componentes do grupo atearam fogo a objetos e o Corpo de Bombeiros foi acionado. Até as 21h, não houve registro de confrontos físicos e a ocorrência seguia pacífica.

Conforme a organização, o ato foi mobilizado através das redes sociais e teve início na Praça da Paz, no bairro dos bancários, na Zona Sul de João Pessoa.

“Este é o início da resistência contra o golpe em nosso país”, disse um dos manifestantes.

Além da Paraíba, ao menos outros nove estados têm protestos contra o impeachment.

portalcorreio

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Manifestantes desocupam prédio do Ministério da Cultura, no Rio

Manifestantes começaram a desocupar o prédio do Ministério da Cultura, no Centro do Rio, por volta das 9h desta segunda-feira (25). Desde o início da manhã, o edifício Gustavo Capanema estava cercado por agentes da Polícia Federal. Mais cedo, uma tropa de choque de homens mascarados impedia que os manifestantes ocupassem o pilotis do prédio, enquanto estes argumentavam que o local é uma área pública.

Agente da Polícia Federal orienta manifestantes durante a desocupação do Palácio Capanema, prédio do Ministério da Cultura (MinC) no Rio de Janeiro. O local estava ocupado há 2 meses por manifestantes contrários ao governo interino de Michel Temer (Foto: Jose Lucena/Futura Press/Estadão Conteúdo)Agente da Polícia Federal orienta manifestantes durante a desocupação do Palácio Capanema, prédio do Ministério da Cultura (MinC) no Rio de Janeiro. O local estava ocupado há 2 meses por manifestantes contrários ao governo interino de Michel Temer (Foto: Jose Lucena/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Os agentes entraram no edifício e retiraram colchões e barracas. Há 70 dias, cerca de 50 pessoas ocupavam o prédio, pedindo a saída do presidente em exercício Michel Temer, considerado um governo ilegítimo pelos ocupantes. Durante o período, muitas atividades culturais aconteceram no Gustavo Capanema e artistas como Caetano Veloso, Seu Jorge e Lenine se apresentaram no local.

Em nota, o Ministério da Cultura informou que buscou diversas alternativas de diálogo com os manifestantes, mas nas últimas semanas recebeu relatos de depredação do patrimônio público, ameaça aos servidores públicos, uso de drogas, presença de indivíduos armados, além da circulação de menores e, em função disso, solicitou à Advocacia-Geral da União a reintegração de posse dos edifícios. (Leia a íntegra da nota do Ministério no final desta reportagem).

Polícia cerca prédio do Ministério da Cultura, no Centro (Foto: Reprodução / TV Globo)Polícia cerca prédio do Ministério da Cultura, no Centro (Foto: Reprodução / TV Globo)

Produtora cultural, Adriana Tiúba afirma que os policiais agiram com truculência. “Fomos surpreendidos por 15 policiais na sala Portinari. Estava somente eu e minha amiga de 60 anos, militante há 40 e poucos anos. E tinha policiais armados de metralhadora, com o rosto coberto. Eles usaram a força legitimada para tirar lá de cima, me agrediram e em algum momento que estava me debatendo falei: preciso de água porque vou desmaiar. Não me deixaram beber água. Veio mulher, com homem, me pegaram cada um em um braço, em uma perna. Torceram meu braço, fizeram de tudo. Desci da escada rolando”, diz ela.

O advogado dos manifestantes, Rodrigo Mondego, afirma que não teve acesso ao prédio assim que chegou. Por volta de 9h10 ele já havia entrado. “Eu cheguei há 40 minutos e pedi para entrar, enquanto advogado, e não me foi permitido o acesso com o argumento de que precisa de uma autorização superior que não chega. O superior é uma pessoa inacessível. A Polícia Federal está desrespeitando a lei”.

De acordo com Modego, os manifestantes estão descendo para a área pública do prédio, que ele afirma que é pública e da qual eles não poderiam ser retirados. “O prédio e público e inclusive está exercendo sua função pública. Essa área era desabitada, com muitos assaltos”, explicou Mondego.

Agentes da Polícia Federal ocupam prédio desde o começo da manhã desta segunda (Foto: Cristina Boeckel / G1)Agentes da Polícia Federal ocupam prédio desde o começo da manhã desta segunda (Foto: Cristina Boeckel / G1)

Integrantes do Ocupa Minc afirmam que a saída do prédio é pacífica, mas que o grupo pretende permanecer no pilotis. Até a publicação desta reportagem, a Polícia Federal ainda não havia se pronunciado sobre a desocupação.

Os manifestantes contam que a argumentação de que estavam destruindo o patrimônio público não é verdadeiro, pois os jardins e objetos como tapetes e cadeiras foram preservados e cobertos com plásticos e panos. Eles relatam ainda que a manifestação não está sendo permitida nem nas áreas públicas, como a calçada. Os manifestantes gritam que “o MinC é do povo” e criticam o presidente interino Michel Temer e o ministro da Cultura Marcelo Calero.

Nota do Ministério da Cultura na íntegra:
“O Ministério da Cultura – MinC e suas entidades vinculadas buscaram, desde o final do mês de maio de 2016, a construção do diálogo e da conciliação com os movimentos de ocupação artística em diversas unidades administrativas desta Pasta Ministerial e das entidades vinculadas. As manifestações, desde que respeitados os contornos do Estado democrático de direito, são expressões de cidadania e, nesse sentido, merecem diálogo franco e aberto.

No entanto, nas últimas semanas, o Ministério tem recebido relatos de depredação do patrimônio público, ameaça aos servidores públicos, uso de drogas, presença de indivíduos armados, além da circulação de menores. O risco de danos ao patrimônio público em prédios históricos é eminente e, por diversas vezes, funcionários públicos já foram impedidos de prestar serviços de atendimento e de circular livremente em seus locais de trabalho. Na Funarte, em São Paulo, um piano de cauda foi inteiramente pichado e uma tela que retrata a pianista Guiomar Novaes foi encontrada jogada num corredor. No caso específico do Palácio Gustavo Capanema, há a necessidade de desobstruir o mezanino e o pilotis, além do esvaziamento completo do edifício, para que as obras de reforma orçadas em R$ 20 milhões tenham a devida continuidade.

Tendo em vista o que precede, solicitou-se à Advocacia-Geral da União reintegração de posse dos edifícios nos quais a segurança dos servidores e do patrimônio público estavam em risco.  Referida medida tornou-se imperiosa para que o Ministério da Cultura pudesse desempenhar as suas atividades institucionais com regularidade e de modo a evitar qualquer dano ao patrimônio e ao Erário.”, diz a nota.

Manifestantes protestam durante a desocupação do Palácio Capanema, prédio do Ministério da Cultura (MinC) no Rio de Janeiro. O local estava ocupado há 2 meses por manifestantes contrários ao governo interino de Michel Temer (Foto: Jose Lucena/Futura Press/Estadão Conteúdo)Manifestantes protestam durante a desocupação do Palácio Capanema, prédio do Ministério da Cultura (MinC) no Rio de Janeiro. O local estava ocupado há 2 meses por manifestantes contrários ao governo interino de Michel Temer (Foto: Jose Lucena/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Reintegração de posse do Palácio Capanema começou na manhã desta segunda (25) (Foto: Cristina Boeckel/G1)Reintegração de posse do Palácio Capanema começou na manhã desta segunda (25) (Foto: Cristina Boeckel/G1)

G1

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Benjamin Maranhão é mais um parlamentar a ser alvo de hostilização de manifestantes contra o impeachment

benjamin-predioMais um deputado da Paraíba foi alvo de protesto após votar a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) no último domingo (17). Desta vez, o coordenador da bancada federal, Benjamin Maranhão (SD), foi hostilizado em frente ao seu prédio, em João Pessoa.

Os manifestantes se aglomeraram em frente à residência do parlamentar e escreveram os dizeres “Aqui mora um golpista”.

Benjamin é um dos árduos críticos do governo da presidente Dilma Rousseff (PT) e apostou que o Senado Federal manterá a decisão da Câmara de afastar a petista do comando do país.

“Dilma cometeu crime de responsabilidade, atentou contra Constituição e contra a Lei Orçamentária, abriu crédito sem autorização do Congresso, fez empréstimos em bancos públicos e roubou o dinheiro da refinaria da Petrobras em Pasadena (EUA). Ela responderá pelos seus atos. Hoje o julgamento é político por crime de responsabilidade e depois ela responderá criminalmente” , disse o deputado.

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Manifestantes fazem maiores atos a favor de Dilma desde 2015; JP contou com 20 mil, segundo PM

protestoManifestantes realizaram nesta sexta-feira (18) os maiores atos em favor do governo da presidente Dilma Rousseff desde 2015 e pela primeira vez contaram com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que fez um discurso em São Paulo.

Segundo levantamento do G1 com dados atualizados até as 21h30, os atos reuniram 275 mil pessoas, na conta da polícia, e 1,3 milhão, na conta dos organizadores, em 55 cidades de todos os estados e no Distrito Federal. (O maior protesto pró-Dilma do ano passado, em dezembro, havia reunido 98 mil, segundo a PM, e 292 mil, segundo organizadores.)

No domingo, protestos contra Dilma levaram às ruas 3,6 milhões, segundo a PM, e 6,9 milhões, segundo organizadores.

Os atos foram organizados pela Frente Brasil Popular (FBP), que é composto por 60 entidades, entre elas o PT, a CUT, o MST e outros movimentos sociais e organizações politicas. Segundo os organizadores, os atos foram em apoio à democracia, ao governo Dilma Rousseff e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em algumas capitais, parte dos manifestantes mostrou cartazes e entoou gritos contra a TV Globo.

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O maiores protestos foram em São Paulo (80 mil pessoas na Avenida Paulista, segundo a PM, 380 mil na conta dos organizadores e 95 mil, na avaliação do instituto Datafolha), Recife (15 mil, PM; 100 mil, org.), Salvador (60 mil, PM; 100 mil, org.) e Rio de Janeiro (sem estimativa da PM; 70 mil, org.).

As manifestações foram pacíficas no geral, com alguns incidentes isolados.

Veja os atos pró-Dilma:

PARAÍBA
Em João Pessoa, manifestantes em defesa do governo Dilma ocuparam a Avenida Getúlio Vargas. Segundo organizadores, 30 mil pessoas participaram do ato. A PM informou que 20 mil pessoas estiveram presentes.

ACRE

Em Rio Branco, manifestantes protestaram a favor do governo, em frente ao Palácio Rio Branco, no Centro da cidade. Organizadores estimaram 10 mil manifestantes no ato. Segundo a PM, eram entre 5 e 6 mil manifestantes.

Em Cruzeiro do Sul, segunda maior cidade do Acre, organização estimou 400 participantes; a polícia,  200 pessoas.

Homem com boné de movimento agrário agita bandeira do Brasil duranrte manifestação pró-Dilma em Maceió (Foto: Jonathan Lins/G1)Homem com boné de movimento agrário agita bandeira do Brasil duranrte manifestação pró-Dilma em Maceió (Foto: Jonathan Lins/G1)

ALAGOAS
Em Maceió, manifestantes se concentraram durante a manhã na Praça do Centenário para fazer uma manifestação em apoio ao governo do PT. O ato foi coordenado pelo movimento Frente Brasil Popular e contou com a presença de diversas centrais sindicais.

Segundo representantes da Frente Brasil Popular, cerca de 8 mil pessoas participam da marcha. A Polícia Militar estimou 3 mil participantes. O protesto terminou por volta das 13h, na Praça Dom Pedro II, em frente à Assembleia Legislativa de Alagoas.

AMAPÁ
Em Macapá, manifestantes se concentraram em frente ao Teatro das Bacabeiras, no Centro da capital. A Polícia Militar estimou o número de participantes em 180. Organizadores não informaram o número de manifestantes.

AMAZONAS
Em Manaus, organizadores do protestos disseram que foram às ruas a favor da democracia e do governo Dilma Rousseff. Segundo a Polícia Militar, foram 3 mil pessoas participando do ato. Segundo organizadores, 17 mil. O protesto foi encerrado por volta das 20h50.

BAHIA
Manifestantes se concentraram na Praça do Campo Grande, centro de Salvador, para uma caminhada em direção à Praça Castro Alves. Segundo os organizadores, 100 mil pessoas participam do ato. Segundo a PM, 60 mil.

A manifestação foi organizada sob o tema “Todos em defesa da Democracia e contra o golpe”. Foi uma mobilização de apoio ao governo Dilma Rousseff e contra o impeachment.

Em Itabuna, Sul da Bahia, manifestantes fizeram ato em apoio ao governo. Segundo organizadores, 5 mil pessoas estiveram presentes. Segundo a Polícia, 1,5 mil.

Em Teixeira de Freitas, cerca de 2,5 mil pessoas protestaram, segundo organizadores. A Polícia estimou o número de manifestantes em 1,1 mil.

Em Barreiras, oeste da Bahia, também houve protesto. Cerca de 600 pessoas, segundo organizadores, participaram. Já a PM não informou o número de participantes.

Em Vitória da Conquista, cerca de 1,5 mil pessoas, segundo organizadores, protestaram a favor do governo. O cálculo da PM foi de 500 presentes.

Em Juazeiro, no norte da Bahia, 3 mil pessoas, segundo organizadores participam do ato; e mil pessoas, segundo a PM.

Concentração da mobilização em favor do governo Dilma Rousseff no Campo Grande, centro de Salvador, tem 6 mil pessoas, segundo a PM. Segundo a assessoria da CUT, 7  mil pessoas estão no local. Os manifestantes vão caminhar até a Praça Castro Alves.  (Foto: Maiana Belo/G1)Concentração da mobilização em favor do governo Dilma Rousseff no Campo Grande, centro de Salvador, tem 6 mil pessoas, segundo a PM. Segundo a assessoria da CUT, 7 mil pessoas estão no local. Os manifestantes vão caminhar até a Praça Castro Alves. (Foto: Maiana Belo/G1)

CEARÁ
Na manhã desta sexta, um ato em Sobral, região Norte do Ceará, reuniu manifestantes em apoio a Dilma e Lula. De acordo com a organização, aproximadamente 2 mil pessoas compareceram ao ato. Segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), a manifestação reuniu cerca de 100 pessoas.

Em Fortaleza, o protesto foi na Praça do Ferreira, no Centro da cidade, e os manifestantes se posicionavam contra o impeachment de Dilma e em defesa do ex-presidente Lula. Segundo a organização, o protesto reuniu 50 mil pessoas. A Polícia Militar informou, ao fim do evento, que 6 mil pessoas participaram.

DISTRITO FEDERAL
Em Brasília, manifestantes a favor do governo Dilma e do PT se reuniram ao lado do Museu da República. Segundo a PM, 6 mil participaram do ato. Os organizadores dizem que 50 mil pessoas compareceram.

ESPÍRITO SANTO
Em Vitória, um ato em defesa da presidente Dilma e de Lula  aconteceu na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).

Os manifestantes começaram a se concentrar em frente ao Teatro Universitário por volta das 16h30 e seguiram para a frente da sede da Rede Gazeta. Segundo organizadores, 5 mil pessoas participaram do ato. A Polícia informou que 1,5 mil pessoas participam do ato.

GOIÁS
Manifestantes protestam na Praça Universitária, em Goiânia. Segundo os organizadores, 5 mil pessoas estiveram no ato. A PM informou que 500 pessoas participaram.

MARANHÃO
Em São Luís, manifestantes se concentraram na Praça Deodoro, no Centro. Segundo os organizadores, 5 mil pessoas participaram. A PM calculou o total em 400 pessoas. A manifestação foi organizada por movimentos sociais e centrais sindicais da CUT, CTB, MST. Sete ônibus pariram da região Tocantina (Imperatriz, Porto Franco, Campestre, Buritirana, Bom Jesus das Selas).

MATO GROSSO
Em Cuiabá, manifestantes se reuniram na Praça Alencastro, no Centro da cidade. Os organizadores afirmaram que o ato foi realizado em defesa da democracia e pela permanência de Dilma na Presidência da República e em apoio ao ex-presidente Lula. Cerca de mil pessoas participam, segundo organizadores. A Polícia estimou o total em 250 manifestantes.

Em Sinop, um ato a favor do governo reuniu 50 pessoas, segundo organizadores. Segundo a PM, eram 15 os participantes.

Em Rondonópolis, segundo os organizadores, 200 pessoas participaram da manifestação. A Polícia Militar informou que não acompanhou o ato.

MATO GROSSO DO SUL
Em Campo Grande, manifestantes realizam um ato em frente à sede da TV Morena, afiliada da Rede Globo. Segundo PM, cerca de 400 pessoas estavam no ato. A organização diz que eram 3 mil manifestantes.

Ato pró-Dilma e Lula se concentra na Praça Afonso Arinos, em Belo Horizonte (Foto: Reprodução/TV Globo)Ato pró-Dilma e Lula se concentra na Praça Afonso Arinos, em Belo Horizonte (Foto: Reprodução/TV Globo)

MINAS GERAIS 
Em Belo Horizonte os organizadores do protesto disseram que o ato era em defesa do governo da presidente Dilma Rousseff, da nomeação para a Casa Civil do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da democracia. O ato também foi contra o impeachment da presidente. Segundo a PM, 18 mil participaram. Já os organizadores informaram que 100 mil pessoas participam.

Em Governador Valadares, 350 participaram deum ato a favor do governo, segundo os organizadores. A PM calculou 150 pessoas.

Em Juiz de Fora, manifestantes saíram às ruas em apoio ao PTe ao ex-presidente Lula. Segundo a Polícia Militar, 600 pessoas estiveram na passeata. A organização informou que havia 20 mil participantes.

Em Montes Claros, manifestantes diziam que estavam nas ruas em apoio à democracia. De acordo com os organizadores, cerca de 200 pessoas participaram do ato. A PM não estava no local e não informou o número de participantes.

Em Uberaba, manifestantes se reuniram em apoio ao governo Dilma e ao ex-presidente Lula, na Praça Rui Barbosa.  A Polícia informou que 200 pessoas estavam presentes. Os organizadores não informaram número.

Em Uberlândia, manifestantes protestaram a favor do governo no Centro da cidade. Segundo a organização, 2 mil pessoas passaram pelo local. A PM informou o número de 1 mil participantes.

PARÁ
Em Belém, manifestantes se concentraram à tarde em frente ao Theatro da Paz. De acordo com os organizadores, cerca de 35 mil participantes protestaram. A PM não divulgou estimativa de participantes. O ato terminou às 19h30.

Em Tucuruí, no sudeste do Pará, o ato foi pela manhã. Segundo a organização do evento, cerca de 500 pessoas participaram. Já a Polícia Militar informou que 150 pessoas estiveram na manifestação.

Em Altamira, sudoeste do Pará, também houve manifestação pró-democracia e em defesa do governo de Dilma. Segundo os organizadores, cerca de 200 pessoas participaram da manifestação. A PM não divulgou o número de participantes. O protesto percorreu as principais ruas do centro da cidade e terminou por volta das 15h.

Em Santarém, manifestantes realizaram ato na Praça Tiradentes, em defesa da democracia e dos direitos sociais, e a favor do ex-presidente Lula e do governo Dilma Rousseff. De acordo com a organização do ato, até as 18h30 500 pessoas participaram do protesto. A Polícia Militar não acompanhou a manifestação.

PARANÁ

Em Curitiba, manifestantes em apoio à presidente Dilma começaram a se reunir em frente ao prédio histórico da Universidade Federal do Paraná, no Centro da cidade. A PM estima que 5 mil pessoas participaram do ato. Segundo organizadores, 30 mil pessoas participaram do ato.

PERNAMBUCO
No Recife, manifestantes se reuniram na Praça do Derby, na área central da capital. O ato, segundo eles, foi convocado a favor do governo Dilma, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da democracia. O total de participantes, segundo os organizadores, foi de cerca de 200 mil pessoas. A PN informou que 15 mil pessoas participaram. O ato foi encerrado por volta das 20h.

Em Caruaru, houve manifestação em apoio ao governo de Dilma e ao ex-presidente Lula. Segundo os organizadores, 2 mil pessoas estiveram no ato. Já a PM estimou em 600 pessoas o número de manifestantes. O ato foi encerrado às 19h.

Em Petrolina, a concentração começou à 15h, na Praça do Bambuzinho, na Avenida Souza Filho e contou a participação de militantes de movimentos sociais e bases sindicais da região. Segundo a organização, na praça, estavam presentes mil  manifestantes. A PM afirma que o número chegou a 800.

Dragão do bloco do carnaval de Olinda Eu Acho é Pouco na concentração da manifestação, na Praça do Derby (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)Dragão do bloco do carnaval de Olinda Eu Acho é Pouco na concentração da manifestação, na Praça do Derby (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)

PIAUÍ
Em Teresina, 5 mil pessoas, segundo os organizadores, participaram de uma manifestação a favor do governo da presidente Dilma e do ex-presidente Lula. Já a PM estimou o público em 900 pessoas. A concentração foi na Praça Pedro II, no Centro da capital.

RIO DE JANEIRO
O ato em defesa de Dilma e de Lula encheu a Praça 15, no Centro do Rio de Janeiro. No palco montado na praça, onde se apresentaram artistas que defendem o governo, foi estendida uma grande bandeira do Brasil ao fundo. Houve grande concentração de policiais nos arredores. Segundo organizadores, 70 mil pessoas participam do ato. A PM não informou o número de manifestantes.

RIO GRANDE DO NORTE
Em Natal, manifestantes se reuniram em frente ao shopping Midway Mall, na Zona Sul da cidade. Representantes da Frente Brasil Popular disseram que 30 mil pessoas estavam presentes no evento. A PM estimou em 17 mil. O ato acabou por volta das 19h24.

RIO GRANDE DO SUL
O protesto em Porto Alegre foi na Esquina Democrática, no centro da capital. Segundo a polícia,10 mil manifestantes participaram. Os organizadores estimaram o público em 60 mil.

Em Pelotas, um grupo pró-Dilma se reuniu no calçadão da cidade. Segundo os organizadores, o ato reuniu pelo menos 800 pessoas. A Brigada Militar calculou 500 participantes.

Em Santa Maria, manifestantes se concentraram na Praça Saldanha Marinho, no Centro. São cerca de 300 pessoas, segundo a Brigada Militar. Já os organizadores não informaram o número de participantes.

RONDÔNIA
Em Porto Velho, a manifestação de apoio à presidente Dilma e ao ex-presidente Lula começou por volta de 16h30 (hora local). A concentração foi feita na Zona Leste de Porto Velho e foi convocada pelo PT, pela CUT e pelo MST. Segundo organizadores, 300 pessoas  participaram do ato. A Polícia não acompanhou.

Em Candeias do Jamari, integrantes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) fecharam a BR-364 em  O grupo pediu uma reunião com o governo do estado e com a prefeitura para tratar das compensações que não foram cumpridas com as famílias atingidas pela usina hidrelétrica de Samuel. Eles também afirmam “não apoiar o golpe” contra a presidente Dilma.

Segundo os organizadores, cerca de 250 pessoas estiveram no local. Já a Polícia Rodoviária Federal estima cerca de 70 manifestantes. Conforme os policiais rodoviários, os dois sentidos da BR-364 foram fechados. O protesto terminou no início da tarde.

RORAIMA
Em Boa Vista, manifestantes se reuniram no Centro Cívico da cidade, em um ato a favor do governo. Segundo os organizadores 1,5 mil pessoas participaram. Segundo a PM, 150 pessoas participaram.

SANTA CATARINA
Em Florianópolis, manifestantes se reuniram no centro da cidade. Segundo eles, o motivo do protesto era  demonstrar apoio à democracia e ao governo eleito. Segundo a Polícia Militar, 6 mil pessoas estiveram no ato. Os organizadores estimaram a participação de 20 mil manifestantes.

Em Lages, na Serra catarinense, um grupo de militantes foi às ruas pela manhã, por volta das 10h, distribuir panfletos e abordar pessoas sobre “os riscos de um golpe de estado”, informou a Frente Brasil Popular. Segundo a Polícia Militar 30 pessoas estavam presentes.

Em Chapecó, houve concentração de manifestantes na praça Coronel Bertaso, no centro da cidade. Os organizadores dizem que 3 mil pessoas participaram do ato. A PM informou que 350 pessoas estavam presentes.

Em Joinville, houve concentração no Centro da cidade, de cerca de 150 pessoas, segundo a Polícia Militar. A organização afirmou que eram 400 manifestantes.

SÃO PAULO
Manifestantes fizeram um ato em apoio à democracia e ao governo federal na Avenida Paulista, em São Paulo. Segundo os organizadores, por volta de 19h, havia 380 mil pessoas no ato. A polícia estimou em 80 mil pessoas.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou para participar do ato  por volta das 19h e discursou.

Protesto, manifestação, pró-Dilma, Lula, PT, Avenida Paulista, Masp (Foto: TV Globo)Protesto, manifestação, pró-Dilma, Lula, PT, Avenida Paulista, Masp (Foto: TV Globo)

SERGIPE
Manifestantes fizeram um ato em Aracaju “pela luta do direito dos trabalhadores, defesa da democracia e contra o golpe”. A manifestação foi organizada pela Frente Brasil Popular, que representa diversos sindicatos e movimentos sociais. Segundo os organizadores, 22 mil pessoas participaram da caminhada. A PM não divulgou os dados. Manifestantes encerraram o ato por volta das 18h34.

Manifestantes estão no Centro de Aracaju (Foto: Tassio Andrade/G1)Manifestantes estão no Centro de Aracaju (Foto: Tassio Andrade/G1)

TOCANTINS
O ato a favor do governo da presidente Dilma começou em Palmas por volta das 17h. Segundo os manifestantes, 2,1 mil pessoas se reuniram em frente a um colégio na avenida Juscelino Kubitschek, no centro da capital. Já a PM calculou 800.

Em Araguaína, manifestanes protestaram a favor do governo. Os organizadores não calcularam a quantidade de manifestantes. A PM também não divulgou números.

G1