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Manifestantes queimam pneus e colocam pedras na saída de Araçagi

Moradores de pequenas comunidades que ficam próximas ao conjunto Emília Borges, no município de Araçagi (Brejo paraibano), fizeram protesto cobrando providências urgentes para diminuir o número de acidentes e atropelamentos naquele trecho. O episódio aconteceu no final da manhã desta segunda-feira (13).

Os manifestantes queimaram pneus, colocaram pedras e pedaços de paus no trecho para tentar evitar que os veículos trafegassem normalmente. Eles cobram a implantação de quebra mola, melhorias na sinalização e mais segurança na área, onde, “vários atropelamentos com vítimas fatais já foram registrados”.

Protesto contra acidentes Foto: reprodução/Araçagi

Os moradores alegam também que é corriqueiro acidentes envolvendo animais soltos e perambulando na pista. A polícia foi chamada para conter os ânimos e, por mais de uma hora, formou-se um grande congestionamento na saída de Araçagi, destino Itapororoca, na Paraíba.

 

paraiba.com.br

 

 

Manifestantes fazem ato em apoio ao presidente Jair Bolsonaro na Paraíba

Manifestantes foram às ruas da duas maiores cidades da Paraíba, João Pessoa e Campina Grande, em ato público de apoio ao presidente da república Jair Bolsonaro (PSL) na tarde deste domingo (26). As duas manifestações começaram por volta das 15h e a dispersão aconteceu por volta das 18h30. Em João Pessoa os manifestantes ocuparam o Busto de Tamandaré, na orla da praia de Tambaú, enquanto em Campina Grande, a manifestação foi na Praça da Bandeira, no Centro.

Por volta das 17h, os organizadores da manifestação de apoio ao presidente Jair Bolsonaro informaram que cerca de cinco mil pessoas participaram do ato. A Polícia Militar informou que não vai emitir estimativas de público.

A manifestação teve início por volta das 15h20, quando os primeiros manifestantes e um trio elétrico chegaram ao Busto de Tamandaré, no final da Avenida Epitácio Pessoa. Os integrantes do ato se espalharam pela área do busto e pelas avenidas Cabo Branco e Almirante Tamandaré, até as 18h30, quando a mobilização terminou.

Campina Grande

Em Campina Grande, munidos de cartazes e camisas amarelas, os manifestantes pediam uma investigação no poder judiciário, ao que eles chamam de “Lava-Toga” e da implementação da medida provisória 870.

CAMPINA GRANDE, 16H: Ato concentrou manifestantes na Praça da Bandeira — Foto: Reprodução/Sílvio S. Medeiros

CAMPINA GRANDE, 16H: Ato concentrou manifestantes na Praça da Bandeira — Foto: Reprodução/Sílvio S. Medeiros

De acordo com a organização, cerca de 600 pessoas participaram do protesto e defenderam a aprovação da reforma da Previdência e do pacote anticrime, proposto pelo ministro da Justiça Sérgio Moro.

A maior parte dos manifestantes vestiu verde e amarelo e usou bandeiras do Brasil. Também foram usados um carro de som e faixas com frases de apoio ao presidente. O trânsito ficou bloqueado em algumas vias por conta do protesto, que terminou por volta das 17h30.

Foto: Antônio Vieira/TV Cabo Branco

G1

 

Manifestantes interditam BR-101 e impedem tráfego de veículos entre a Paraíba e Pernambuco

Uma manifestação de integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra na BR-101 está impedindo o tráfego de veículos nas proximidades de Alhandra na manhã desta quarta-feira (29). O trecho interditado é o quilômetro 109 da BR-101.

De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), ainda não há previsão de liberação da via. Cerca de 20 manifestantes interditaram a rodovia por volta das 7h.

Imagens compartilhadas por internautas mostram um grande congestionamento.

Outra manifestação também impede o tráfego de veículos na BR-230, em Cruz do Espírito Santo. A interdição da rodovia interrompeu o trânsito entre João Pessoa e Campina Grande.

No km 53 da BR-230, concentraram-se cerca de 100 manifestantes para possibilitar a interdição. Até o momento não há previsão de liberação da rodovia.

clickpb

Manifestantes fecham ruas, rodovia e Terminal de Integração em João Pessoa

(Foto: Walter Paparazzo/G1)

Protestos contra o presidente Michel Temer fecharam ruas, rodovias e o Terminal de Integração nas primeiras horas desta sexta-feira (30) em João Pessoa. Após liberar o terminal de ônibus do Varadouro, os manifestantes ocuparam o entorno do Parque da Lagoa, no Centro, e inteditaram o trânsito no local. A rodovia BR-101, no trecho no km 123, próximo a João Pessoa foi interdidata às 8h, segundo Polícia Rodoviária Federal (PRF).

O protesto foi convocado por nove centrais sindicais, Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado da Paraíba (Fetag) e Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O manifestantes pedem a saída do presidente Michel Temer e o fim das reformas trabalhista e da Previdência. Segundo organização do protesto, cerca de 300 pessoas participam na manifestação. A Polícia Militar não divulgou estimativa.

De acordo com a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob), informou que a decisão de fechar a Integração foi tomada pela administração do local para evitar que manifestantes protestassem dentro do terminal. A Integração do Varadouro ficou fechado entre 5h30 e 6h30, ainda de acordo com a Semob. Após seguir para o Parque da Lagoa, os manifestantes ocuparam a entrada de um supermercado para evitar a abertura do estabelecimento.

Terminal de Integração de João Pessoa foi fechado para evitar ocupação (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Terminal de Integração de João Pessoa foi fechado para evitar ocupação (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Os ônibus que seguiam para o terminal desembarcaram os passageiros em ruas próximas. Os veículos que não precisaram parar no Terminal de Integração desviaram pela rua Cardoso Vieira em direção as paradas localizadas no Paço Municipal. Até as 8h o trânsito no entorno do Parque da Lagoa seguia interditado, segundo a Semob.

Campina Grande

Em Campina Grande, manifestantes interromperam a saída dos ônibus da garagem da maior empresa de transporte coletivo da cidade. O Terminal de Integração, contudo, estava funcionando normalmente até as 7h desta sexta-feira.

Manifestantes ocuparam entrada de supermercado para impedir funcionamento (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Manifestantes ocuparam entrada de supermercado para impedir funcionamento (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Transporte Público

Os ônibus de transporte público e os trens que atendem a Região Metropolitana de João Pessoa funcionam normalmente no início da manhã desta sexta-feira (30). O Terminal de Integração da capital paraibana funciona normalmente, mesmo após ter ficado fechado por cerca de uma hora.

As linhas de ônibus que passam pelo Parque da Lagoa, intertidato pelos manifestantes, seguem pela avenida Vasco da Gama e depois pela avenida João Machado. Outras linhas estão desviando pela avenida Tabajaras e Eurípedes Tavares, no sentido Parque Zoobotânico Arruda Câmara, a Bica.

Comércio

Decisões judiciais asseguraram a abertura dos estabelecimentos comerciais de João Pessoa e de Campina Grande, de acordo com a Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) das duas cidades. As entidades ressaltam a importância de abrir os estabelecimento diante do cenário de crise. “O nosso posicionamento não é contra a luta dos trabalhadores. Temos a certeza que é de extrema importância a união da classe em busca dos seus direitos”, acrescenta em nota.

Bancos

O presidente do Sindicato dos Bancários da Paraíba, Marcelo Alves, informou na quinta-feira (29) que as agências bancárias no estão não abrem nesta sexta-feira porque a categoria aderiu à paralisação. Os atendimentos bancários voltam normalmente na segunda-feira (3).

Escolas

As escolas particulares da Paraíba e do públicas da rede estadual não têm aula nesta sexta-feira (30) porque a categoria aderiu à paralisação, de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino Privado da Paraíba (Sinteenp) e o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação do Estado da Paraíba (Sintep). Os professores das escolas públicas da rede municipal de João Pessoa também aderiram a “Greve Geral” e os estudantes também não têm aula nesta sexta, segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Município de João Pessoa.

G1

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Manifestantes marcam “punhetaço” contra projeto de lei antimasturbação

punhetacoManifestantes resolveram organizar um protesto bem-humorado contra o deputado federal Marcelo Aguiar (DEM/SP), que apresentou um projeto à Câmara sugerindo que as operadoras telefônicas criem uma maneira de vetar conteúdos de sexo virtual, prostituição e sites pornográficos. Segundo ele, há “viciados em conteúdo pornô e na masturbação” e os jovens estão mais susceptíveis a desenvolver esse tipo de dependência.

Veja a seguir o texto publicado na página do evento, marcado para o próximo dia 22 na Avenida Paulista, em São Paulo.

O deputado federal Marcelo Aguiar (DEM/SP) apresentou um projeto à Câmara propondo que as operadoras telefônicas criem uma maneira de vetar “conteúdos de sexo virtual, prostituição e sites pornográficos”.

Isso fere a liberdade individual e como nós aprendemos com nossas co-irmãs feministas (sem elas não existiríamos) vamos fazer um protesto, com masturbação coletiva contra este absurdo.

Sugiro um pacto de união com nossas co-irmãs feministas – Depiladas ou Peludas – em defesa de nossa liberdade.

Vale lembrar que o deputado e PASTOR, já engravidou a amante e fez sucesso com música sertaneja de cunho sexual

revistaforum

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Manifestantes fazem protestos no país contra a PEC dos gastos

protestoGrupos de manifestantes foram às ruas nesta terça-feira (13) para protestar contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55, que estabelece um limite para os gastos públicos pelos próximos 20 anos no Brasil. O texto foi aprovado em segundo turno no Senado nesta terça.

Até por vota das 15h30, oito estados tinham registrado protestos. Em algumas capitais, como São Paulo, Cuiabá e Porto Alegre, ruas foram fechadas. Estudantes, servidores públicos, integrantes de movimentos populares, entre outros grupos, participam dos atos.

Votações
Nesta terça, a PEC foi aprovada por 53 votos a favor e 16 contra no Senado. Eram necessários 49 votos para a aprovação (3/5 da quantidade de senadores).

Os senadores já haviam aprovado a PEC em primeiro turno, por 61 votos a 14, em 30 de novembro. Por se tratar de uma mudança na Constituição, contudo, a proposta precisava passar por outra votação. A sessão do Congresso destinada à promulgação da PEC está marcada para as 9h desta quinta-feira (15).

Veja a situação em cada estado:

Acre
Quase 20 dias após uma paralisação de 24 horas, os policiais civis de Cruzeiro do Sul (AC) fizeram um novo ato público na manhã desta terça, em repúdio à PEC 55. Apenas 30% dos serviços estão sendo executados. Ao menos 35 pessoas participam da paralisação e se manifestaram diante da delegacia da cidade, de acordo com a organização. A PM não está acompanhando o ato, que é pacífico.

Alagoas
Integrantes de movimentos sindicais, rurais e estudantis protestam na manhã desta terça-feira no centro de Maceió. Eles estiveram reunidos na Praça Dom Pedro II, no Centro e saíram em caminhada pelas ruas da região. A Polícia Militar não acompanha a manifestação. De acordo com os organizadores, havia cerca de mil pessoas.

Ceará
Estudantes da Universidade Federal do Ceará (UFC) fizeram das 4h às 8h15 uma manifestação contra a votação da PEC 55, que limita os gastos públicos pelos próximos 20 anos. A Avenida da Universidade ficou bloqueada, próximo a Avenida 13 de Maio, no Bairro Benfica. Segundo a organização, 250 alunos participaram do ato. A PM não fez estimativa de participantes.

Espírito Santo
Servidores da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) bloquearam a passagem de carros nas entradas da instituição, em protesto, no campus de Goiabeiras, em Vitória. A organização do protesto informou que a quantidade de participantes variou entre 80 e 300 pessoas ao longo da manhã.

Mato Grosso
Um trecho da Avenida Fernando Corrêa da Costa, em Cuiabá, ficou interditado na manhã desta terça, depois que manifestantes atearam fogo em pneus na pista. Segundo a Polícia Militar, um grupo de pessoas fez uma barricada com os pneus e saiu do local após colocar fogo.

Minas Gerais
Cerca de 50 manifestantes fecharam a BR-040, em Congonhas, na Região Central de Minas Gerais, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Estudantes e servidores colocaram fogo em pneus e interditaram os dois sentidos da rodovia, na altura do quilômetro 611. A pista foi liberada por volta das 8h20. Os organizadores não foram localizados para divulgar o número de participantes.

Pernambuco
Manifestantes bloquearam o cruzamento das Avenidas Norte e Cruz Cabugá, no Centro do Recife. Eles estavam com uma faixa contra o governo de Michel Temer. O protesto deixou o trânsito lento na região. A Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) informou que cerca de 30 pessoas participavam do ato. Os organizadores não contabilizaram o total de manifestantes. O protesto foi encerrado por volta das 7h30, horário local.

Rio Grande do Sul
Estudantes bloquearam a Avenida Bento Gonçalves, no sentido bairro-Centro, na manhã desta terça-feira, em frente à Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Os manifestantes atearam fogo ainda em uma barricada com entulho e pneus. O Batalhão de Choque da Brigada Militar foi acionado e os policiais usaram bombas de efeito moral para afastar os manifestantes. O número de participantes não foi informado.

Por volta das 7h, teve início um novo protesto, desta vez, no Centro de Porto Alegre. Manifestantes bloquearam a Avenida João Pessoa, próximo à Avenida André da Rocha, com bloqueio da via no sentido bairro-Centro. Por volta das 7h30 o tráfego foi liberado.

São Paulo
Integrantes do Movimento Luta Popular fizeram um protesto contra a PEC 55 na Zona Sul de São Paulo. O ato começou por volta das 6h30, na altura da Avenida Dona Belmira Marin. Às 8h, quatro das cinco faixas da Avenida Senador Teotônio Vilela estavam interditadas no sentido Centro. O protesto terminou por volta das 8h50.

G1

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Protesto de servidores no Rio tem bombas e confronto entre manifestantes

O ato que reúne milhares de servidores públicos do Estado do Rio de Janeirocontra o pacote de medidas de austeridade apresentado pelo governo, em discussão na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio), teve confronto entre dois grupos de manifestantes, derrubada de uma grade e repressão policial, com bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo, nesta quarta-feira (16).

A manifestação acontece diante do Palácio Tiradentes, sede do Legislativo estadual, no centro da capital fluminense. O prédio está cercado por grades e é protegido por policiais militares. Apesar disso, os manifestantes tentam arrebentar a grade de proteção que cerca o prédio. Numa segunda tentativa, ela foi derrubada. A PM jogou spray de pimenta e dispersou a confusão. Com isso, foi ocupada a escadaria. Há uma corrente de PMs e outra grade.

Com o clima tenso e a nova tentativa de invasão, a PM jogou bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo para reprimir o grupo que estava à frente. Pelo menos, um manifestante ficou ferido e foi socorrido. Não foi informado o estado de saúde da vítima.

O Choque e a cavalaria foram chamados para ajudar na segurança. Houve agressões a manifestantes que estavam com máscaras de gás. Segundo PMs ouvidos pela reportagem, a orientação do comando militar é manter a integridade do patrimônio público e permitir a manifestação, desde que não seja violenta. O comandante da operação estava em reunião na Alerj e ainda não falou sobre o caso.

Severino Silva/Agência O Dia/Estadão Conteúdo

Manifestantes entram em confronto entre si durante protesto

Primeira confusão

De cima de um carro de som alugado por policiais militares, no qual está estendida uma faixa que pede “intervenção militar já!”, um manifestante que falava ao microfone viu a chegar de pessoas que traziam bandeiras de centrais sindicais e do PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado).

“Abaixem as bandeiras, isso aqui não é um movimento político. Não temos partido. Somos servidores estaduais reivindicando nossos direitos”, gritou.

Após a ordem, dezenas de manifestantes, em sua maioria integrantes de forças de segurança do Estado –PM, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros– se dirigiram ao local em que estavam os outros participantes do ato, dando início a um empurra-empurra e troca de xingamentos.

Um homem que estava no grupo dos que levavam bandeiras pediu que a faixa pró-intervenção militar fosse retirada. Nesse momento, um senhor, que foi identificado por colegas com um policial aposentado e usava camisa regata azul, sacou um spray de pimenta e disparou contra os manifestantes.

O repórter do UOL registrava a ação e filmava o homem que jogava o gás quando foi puxado por outro manifestante e teve o celular arremessado longe por um tapa. O agressor também foi identificado como policial militar por seus colegas.

Nesse momento, um grupo de PMs foi falar com o repórter e pediu que tivesse cuidado com as imagens, “para não prejudicar o colega”. Eles pediram desculpas pelo “companheiro” e disseram que ele “não sabia que era um jornalista”. Outro jornalista também foi agredido, ao tentarem tirar a máscara de gás que ele usava.

Questionados sobre a faixa pró-intervenção militar no carro de som, eles disseram que “todos aqui são a favor”. “Nós fomos trazidos à beira de um abismo”, disse um manifestante, que se identificou como sargento Firmino.

“A sociedade está no seu limite!”, dizia o cartaz colado nas costas de um dos manifestantes.

Desde o início do ato, os participantes do protesto afixaram cartazes na grade erguida no fim de semana –com o custo de R$ 20 mil para a Alerj.

Muitos deles ironizam a cerca e comparam a Assembleia Legislativa e seus integrantes com um “presídio de segurança máxima” e “presos perigosos”, respectivamente. Até mesmo uma “guarita” foi erguida no local como forma de protesto.

Gritos de “Fora, Pezão” são ouvidos com frequência durante o protesto, pela saída do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB).

Mauro Pimentel/Folhapress

Policiais militares reforçam a segurança em frente ao prédio da Alerj

Cronograma

Cercada por grades, a Alerj começaria hoje a debater as propostas do pacote de ajuste fiscal anunciado pelo governo estadual.

Serão 21 projetos de lei, incluindo cortes de gastos, extinção de programas sociais, aumento de impostos e elevação na contribuição previdenciária dos servidores públicos. No total, o Estado do Rio pretendia ter um impacto positivo de R$ 27,8 bilhões nas contas de 2017 e 2018, mas o pacote já está R$ 11,8 bilhões menor.

Embora nada vá ser votado nesta quarta, sindicatos e associações de servidores públicos estaduais marcaram novo protesto contra o pacote de ajuste, em frente à Alerj.

Nos próximos dias, os deputados discutirão medidas polêmicas. Amanhã, será debatido o projeto que eleva a contribuição previdenciária dos servidores públicos estaduais de 11% para 14% do salário bruto.

No cronograma da Alerj, as medidas serão debatidas em sessões ordinárias e extraordinárias de seis dias, até o próximo dia 30. A ideia do presidente da Alerj, deputado Jorge Picciani (PMDB), é começar a votar a partir de 6 de dezembro.

Participam do protesto servidores de diversas áreas afetadas pelas medidas, como segurança, educação e saúde.

Invasão

Na terça (8) da semana passada, servidores da segurança pública estadual protestaram –em número similar ao desta quarta– durante mais de sete horas em frente a Alerj.

Durante o ato, centenas de manifestantes chegaram a invadir o Palácio Tiradentes para pressionar os deputados estaduais a arquivar as medidas apresentadas pelo governo e pedir a abertura do impeachment de Pezão.

Uol

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Manifestantes fazem ato em João Pessoa contra impeachment de Dilma

Reprodução/Instagram/anisiomaiafilho
Reprodução/Instagram/anisiomaiafilho

Um grupo de manifestantes composto, segundo a organização do ato, de pelo menos 300 pessoas realiza, na noite desta quarta-feira (31), protesto contra o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. O evento acontece na frente da Universidade Federal da Paraíba, no bairro do Castelo Branco, na Zona Leste de João Pessoa.

Segundo agentes do Batalhão de Polícia Ambiental da Capital, que não divulgou o número exato de manifestantes, disse que alguns componentes do grupo atearam fogo a objetos e o Corpo de Bombeiros foi acionado. Até as 21h, não houve registro de confrontos físicos e a ocorrência seguia pacífica.

Conforme a organização, o ato foi mobilizado através das redes sociais e teve início na Praça da Paz, no bairro dos bancários, na Zona Sul de João Pessoa.

“Este é o início da resistência contra o golpe em nosso país”, disse um dos manifestantes.

Além da Paraíba, ao menos outros nove estados têm protestos contra o impeachment.

portalcorreio

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Manifestantes desocupam prédio do Ministério da Cultura, no Rio

Manifestantes começaram a desocupar o prédio do Ministério da Cultura, no Centro do Rio, por volta das 9h desta segunda-feira (25). Desde o início da manhã, o edifício Gustavo Capanema estava cercado por agentes da Polícia Federal. Mais cedo, uma tropa de choque de homens mascarados impedia que os manifestantes ocupassem o pilotis do prédio, enquanto estes argumentavam que o local é uma área pública.

Agente da Polícia Federal orienta manifestantes durante a desocupação do Palácio Capanema, prédio do Ministério da Cultura (MinC) no Rio de Janeiro. O local estava ocupado há 2 meses por manifestantes contrários ao governo interino de Michel Temer (Foto: Jose Lucena/Futura Press/Estadão Conteúdo)Agente da Polícia Federal orienta manifestantes durante a desocupação do Palácio Capanema, prédio do Ministério da Cultura (MinC) no Rio de Janeiro. O local estava ocupado há 2 meses por manifestantes contrários ao governo interino de Michel Temer (Foto: Jose Lucena/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Os agentes entraram no edifício e retiraram colchões e barracas. Há 70 dias, cerca de 50 pessoas ocupavam o prédio, pedindo a saída do presidente em exercício Michel Temer, considerado um governo ilegítimo pelos ocupantes. Durante o período, muitas atividades culturais aconteceram no Gustavo Capanema e artistas como Caetano Veloso, Seu Jorge e Lenine se apresentaram no local.

Em nota, o Ministério da Cultura informou que buscou diversas alternativas de diálogo com os manifestantes, mas nas últimas semanas recebeu relatos de depredação do patrimônio público, ameaça aos servidores públicos, uso de drogas, presença de indivíduos armados, além da circulação de menores e, em função disso, solicitou à Advocacia-Geral da União a reintegração de posse dos edifícios. (Leia a íntegra da nota do Ministério no final desta reportagem).

Polícia cerca prédio do Ministério da Cultura, no Centro (Foto: Reprodução / TV Globo)Polícia cerca prédio do Ministério da Cultura, no Centro (Foto: Reprodução / TV Globo)

Produtora cultural, Adriana Tiúba afirma que os policiais agiram com truculência. “Fomos surpreendidos por 15 policiais na sala Portinari. Estava somente eu e minha amiga de 60 anos, militante há 40 e poucos anos. E tinha policiais armados de metralhadora, com o rosto coberto. Eles usaram a força legitimada para tirar lá de cima, me agrediram e em algum momento que estava me debatendo falei: preciso de água porque vou desmaiar. Não me deixaram beber água. Veio mulher, com homem, me pegaram cada um em um braço, em uma perna. Torceram meu braço, fizeram de tudo. Desci da escada rolando”, diz ela.

O advogado dos manifestantes, Rodrigo Mondego, afirma que não teve acesso ao prédio assim que chegou. Por volta de 9h10 ele já havia entrado. “Eu cheguei há 40 minutos e pedi para entrar, enquanto advogado, e não me foi permitido o acesso com o argumento de que precisa de uma autorização superior que não chega. O superior é uma pessoa inacessível. A Polícia Federal está desrespeitando a lei”.

De acordo com Modego, os manifestantes estão descendo para a área pública do prédio, que ele afirma que é pública e da qual eles não poderiam ser retirados. “O prédio e público e inclusive está exercendo sua função pública. Essa área era desabitada, com muitos assaltos”, explicou Mondego.

Agentes da Polícia Federal ocupam prédio desde o começo da manhã desta segunda (Foto: Cristina Boeckel / G1)Agentes da Polícia Federal ocupam prédio desde o começo da manhã desta segunda (Foto: Cristina Boeckel / G1)

Integrantes do Ocupa Minc afirmam que a saída do prédio é pacífica, mas que o grupo pretende permanecer no pilotis. Até a publicação desta reportagem, a Polícia Federal ainda não havia se pronunciado sobre a desocupação.

Os manifestantes contam que a argumentação de que estavam destruindo o patrimônio público não é verdadeiro, pois os jardins e objetos como tapetes e cadeiras foram preservados e cobertos com plásticos e panos. Eles relatam ainda que a manifestação não está sendo permitida nem nas áreas públicas, como a calçada. Os manifestantes gritam que “o MinC é do povo” e criticam o presidente interino Michel Temer e o ministro da Cultura Marcelo Calero.

Nota do Ministério da Cultura na íntegra:
“O Ministério da Cultura – MinC e suas entidades vinculadas buscaram, desde o final do mês de maio de 2016, a construção do diálogo e da conciliação com os movimentos de ocupação artística em diversas unidades administrativas desta Pasta Ministerial e das entidades vinculadas. As manifestações, desde que respeitados os contornos do Estado democrático de direito, são expressões de cidadania e, nesse sentido, merecem diálogo franco e aberto.

No entanto, nas últimas semanas, o Ministério tem recebido relatos de depredação do patrimônio público, ameaça aos servidores públicos, uso de drogas, presença de indivíduos armados, além da circulação de menores. O risco de danos ao patrimônio público em prédios históricos é eminente e, por diversas vezes, funcionários públicos já foram impedidos de prestar serviços de atendimento e de circular livremente em seus locais de trabalho. Na Funarte, em São Paulo, um piano de cauda foi inteiramente pichado e uma tela que retrata a pianista Guiomar Novaes foi encontrada jogada num corredor. No caso específico do Palácio Gustavo Capanema, há a necessidade de desobstruir o mezanino e o pilotis, além do esvaziamento completo do edifício, para que as obras de reforma orçadas em R$ 20 milhões tenham a devida continuidade.

Tendo em vista o que precede, solicitou-se à Advocacia-Geral da União reintegração de posse dos edifícios nos quais a segurança dos servidores e do patrimônio público estavam em risco.  Referida medida tornou-se imperiosa para que o Ministério da Cultura pudesse desempenhar as suas atividades institucionais com regularidade e de modo a evitar qualquer dano ao patrimônio e ao Erário.”, diz a nota.

Manifestantes protestam durante a desocupação do Palácio Capanema, prédio do Ministério da Cultura (MinC) no Rio de Janeiro. O local estava ocupado há 2 meses por manifestantes contrários ao governo interino de Michel Temer (Foto: Jose Lucena/Futura Press/Estadão Conteúdo)Manifestantes protestam durante a desocupação do Palácio Capanema, prédio do Ministério da Cultura (MinC) no Rio de Janeiro. O local estava ocupado há 2 meses por manifestantes contrários ao governo interino de Michel Temer (Foto: Jose Lucena/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Reintegração de posse do Palácio Capanema começou na manhã desta segunda (25) (Foto: Cristina Boeckel/G1)Reintegração de posse do Palácio Capanema começou na manhã desta segunda (25) (Foto: Cristina Boeckel/G1)

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Benjamin Maranhão é mais um parlamentar a ser alvo de hostilização de manifestantes contra o impeachment

benjamin-predioMais um deputado da Paraíba foi alvo de protesto após votar a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) no último domingo (17). Desta vez, o coordenador da bancada federal, Benjamin Maranhão (SD), foi hostilizado em frente ao seu prédio, em João Pessoa.

Os manifestantes se aglomeraram em frente à residência do parlamentar e escreveram os dizeres “Aqui mora um golpista”.

Benjamin é um dos árduos críticos do governo da presidente Dilma Rousseff (PT) e apostou que o Senado Federal manterá a decisão da Câmara de afastar a petista do comando do país.

“Dilma cometeu crime de responsabilidade, atentou contra Constituição e contra a Lei Orçamentária, abriu crédito sem autorização do Congresso, fez empréstimos em bancos públicos e roubou o dinheiro da refinaria da Petrobras em Pasadena (EUA). Ela responderá pelos seus atos. Hoje o julgamento é político por crime de responsabilidade e depois ela responderá criminalmente” , disse o deputado.

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