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Manifestação pró-Dilma passa ao largo de escândalos e foca contra “golpe”

protestoCentenas de pessoas participaram, na tarde desta sexta-feira (13), de um ato favorável  a presidente Dilma Rousseff, no Centro de João Pessoa. A concentração foi na lagoa do Parque Solon de Lucena e  a caminhada tomou como destino o ‘Ponto de Cem Réis’.

O protesto passou longe dos escândalos em esfera nacional como  mensalão e petrolão e focou nos ataques aposição e a imprensa sob a acusação de golpe contra o governo eleito.

Entre os manifestantes, a presença de muitos políticos.  Dos presentes, destacam-se  o presidente do PSB, de João Pessoa, Ronaldo Barbosa, o deputado estadual Frei Anastácio (PT),  a ex-candidata a prefeita de João Pessoa, Lurdes Sarmento (PCO) e o deputado federal Luiz Couto (PT).

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Muitas das pessoas presentes na manifestação são ligadas a  CUT, MST, movimento estudantil e partidos políticos como PT, PSB e PCdoB que também participam das manifestações.

Os aliados da petista atacam o senador Aécio Neves, garantindo que o tucano não suportaria uma mulher no poder.

Em uma faixa, os protestantes pedem que seja respeitado o voto na presidente. “Votei na Dilma. Respeitem a minha escolha, a democracia e o Brasil”, diz o texto.

O presidente do PSB da Capital, Ronaldo Barbosa, que foi um dos que comandaram o movimento, classificou o protesto como positivo.

“Acho que os movimentos sociais e a população em geral  acolheu no nosso apelo e veio às ruas. Acho que João Pessoa,  de novo,  vire a capital nacional da mobilizações a exemplo da greve geral de 1988 contra o Governo Sarney”, destacou.

O movimento foi acompanhado de perto pela Polícia Militar da Paraíba, inclusive com o uso do helicóptero Acauã, da Segurança do Estado, sobrevoando a manifestação.

Acauã

Durante a passagem pelo prédio do Ministério Público, os manifestantes atrapalharam os trabalhos de filmagens de uma televisão local.

MaisPB – Roberto Targino, com informações de Écliton Monteiro

Em greve há cerca de um mês, servidores da Cagepa fazem nova manifestação

GREVEEm greve desde o dia 16 de junho, os trabalhadores da Companhia de Água e Esgoto do Estado do interior da Paraíba fizeram uma manifestação em frente à Gerência Regional da empresa em Campina Grande na manhã desta segunda-feira (14).

A mobilização ocorreu com a utilização de carro de som, faixas, bandeiras e discursos de lideranças do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas da Paraíba (Stiupb).

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A classe pede reajuste salarial de 15% e aumento de 27% no ticket alimentação. As reivindicações econômicas são para repor as perdas em relação ao salário mínimo e a inflação. A Cagepa informou que oferece aumento de 6,54%, proposta aceita na Capital, mas contestada no interior.

Na manhã desta segunda-feira (14), o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas da Paraíba (Stiupb) recebeu uma liminar do Tribunal regional do Trabalho na Paraíba que determina a manutenção de 100% dos serviços essenciais da Cagepa.

De acordo com o sindicato, que representa a classe profissional no interior da Paraíba, antes mesmo da decisão judicial, o sindicato e os trabalhadores já vinham mantendo os 100% do funcionamento dos serviços essências incluindo o setor operacional.

 

portalcorreio

Policiais e Bombeiros militares realizam manifestação por melhores salários

policia-militar

Nesta quarta-feira (21), Policiais e Bombeiros Militares realizarão uma manifestação em João Pessoa cobrando melhores salários. Os militares se reunirão em frente ao Palácio do Governo, na Praça João Pessoa.Caso não haja abertura no diálogo com a categoria, não é descartada a possibilidade de greve por tempo indeterminado. Além da abertura do diálogo, os militares têm como pauta de luta a correção dos salários; a paridade entre ativos e inativos; seguro de vida; concurso público, uma vez que o déficit no quadro é mais de 9 mil homens no efetivo.

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O Fórum dos Servidores, da qual entidades representativas da PM fazem parte, apóia o protesto. “O governo Ricardo Coutinho é omisso em relação a todas as áreas do serviço público e, particularmente, com a da segurança, e o resultado são elevados índices de violência nunca vistos na Paraíba, fazendo dos cidadãos reféns do medo”, afirma a nota do Fórum.

 

clickpb

Cássio Cunha Lima admite candidatura em 2014 e diz que estará atento à manifestação do povo

cassioO senador Cássio Cunha Lima (PSDB), admitiu de forma clara, a possibilidade de disputar o governo do Estado em 2014. Embora garanta que preservará a aliança entre PSDB e PSB, e, consequentemente, o apoio à reeleição de Ricardo Coutinho, Cássio deixou transparecer que sonha em voltar ao Palácio da Redenção.

Em entrevista a Rádio Caturité AM neste sábado (21), o senador tucano analisou a possibilidade do PSDB lançar candidatura própria ao Governo do Estado da Paraíba, tendo o nome dele como provável postulante. Segundo Cássio o partido em 2014 vai ouvir os filiados e a sociedade para decidir sobre as duas teses que existem dentro da legenda. Uma defendendo a manutenção da aliança com o PSB e outra querendo candidatura própria.

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– Não será uma única pessoa que decidirá uma questão dessa envergadura, a decisão é coletiva. Vamos ouvir outras forças partidárias e estaremos absolutamente atentos à manifestação da sociedade, do povo paraibano – destacou ele. Cássio reconhece que existe um desejo dos líderes nacionais do PSDB e também de paraibanos por sua candidatura ao Governo da Paraíba.

– Percebo manifestações na sociedade de pessoas simpáticas à minha candidatura – ressaltou Cássio. O tucano tem sofrido pressão da direção nacional do PSDB. O senador Aécio Neves (PSDB-MG) pré-candidato a presidente da República, tem defendido a candidatura de Cássio. Aécio Neves está pressionando o senador paraibano Cássio Cunha Lima a disputar o Governo da Paraíba em 2014. Na Paraíba, tucanos como o senador Cícero Lucena e o deputado federal Ruy Carneiro, também sonham em ver CCL disputando de novo o Governo do Estado.

PBAgora

Manifestação é frustrada e apenas sete pessoas comparecem em ato público

valedopianconoticias
valedopianconoticias

Manifestantes tentaram organizar um protesto pelas ruas da cidade de Conceição, Sertão paraibano, nesse sábado (29), mas não obtiveram sucesso. O ato foi marcado pela internet 48 horas antes e o público presente foi de apenas 7 pessoas.

A organização contava com 500. O objetivo era fazer um protesto pacifico em apoio às causas dos grandes manifestos que ocorrem pelo país.

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Os organizadores acreditam que o fracasso do evento esteja relacionado com a conotação política que foi ganhando força dentro do movimento nas redes sociais. Representantes de diversas categorias se mobilizaram no facebook, mas não compareceram ao ato.

Apesar do número reduzido de manifestantes, os participantes não desanimaram e com cartazes cobram melhorias na educação e saúde. O grupo se concentrou no Centro Cultural da cidade onde expuseram os encartes da manifestação.

Manifestantes no evento Foto: Manifestantes no evento
Créditos: valedopianconoticias

 

Por Hyldo Pereira

Manifestação em São Paulo deixa saldo de jornalistas feridos, presos e agredidos

As imagens da prisão do repórter do Portal Aprendiz, Pedro Ribeiro Nogueira – ainda preso e que será solto nesta sexta para responder em liberdade – repercutiam na imprensa e nas redes sociais quando novas informações de que profissionais estavam sendo detidos e agredidos começaram a ser divulgadas na tarde desta quinta-feira (13/6).
O quarto protesto realizado pelo Movimento Passe Livre contra o aumento das passagens do transporte público em São Paulo foi o mais violento – na ação contra os manifestantes e jornalistas – e o que deixou o maior número de profissionais de imprensa feridos, presos e agredidos.

Rodrigo Paiva/Estadão
Em São Paulo, cinegrafista é atingido por spray de pimenta
Logo no início da manifestação, que começou na região central de São Paulo, o repórter da revista CartaCapital, Piero Locatelli foi preso e encaminhado para a 78ª delegacia por carregar vinagre na bolsa. Por volta de 19h ele foi liberado.
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O fotógrafo do Portal Terra, Fernando Borges, também foi detido, mesmo se apresentando como profissional de imprensa, ele ficou junto detido com outros manifestantes por volta de 40 minutos e liberado.
Jornalistas do jornal O Estado de S.Paulo e da Rádio Estadão também relataram cenário de extrema violência por parte da polícia, principalmente no lançamento de bombas de efeito moral e spray de pimenta.

A repórter da revista Exame, Amanda Previdelli, presenciou a manifestação e narrou os momentos de violência pelo twitter. “Gente, desculpa, ainda tô muito impressionada. Não vi a frente e o fim da manifestação, mas a ABSURDA maioria era PACÍFICA”, disse Amanda em um dos posts.

A Rede Brasil Atual também informou, em seu perfil no Facebook, que uma repórter do veículo foi agredida. “Ela estava sentada escrevendo no bloco de anotações quando recebeu pancadas de cassetete no rosto e nas pernas. Há pelo menos uma dezena de jornalistas reprimidos hoje pela PM de São Paulo”, disse a nota publicada.

Cenário de guerra

Reprodução
Giuliana Vallone foi ferida no rosto por balas de borracha
Do jornal Folha de S.Paulo, sete repórteres foram atingidos e dois levam tiros no rosto. Segundo a publicação, a jornalista Giuliana Vallone, da TV Folha, e o colega Fábio Braga foram atingidos por balas de borracha no rosto disparadas pela Tropa de Choque da Polícia Militar. O repórter-fotográfico Fábio Braga recebeu dois disparos, um no rosto e outro na virilha.

 

Entidades de defesa à imprensa
No início da noite, a Anistia Internacional divulgou nota sobre as manifestações. “A Anistia Internacional vê com preocupação o aumento da violência na repressão aos protestos contra o aumento das passagens de ônibus no Rio de Janeiro e em São Paulo”. A entidade destacou a preocupação em relação ao discurso das autoridades sinalizando a “radicalização da repressão”.
A organização Repórteres Sem Fronteiras divulgou no fim da manhã uma nota de repúdio à prisão do jornalista Pedro Ribeiro Nogueira e a detenção que aconteceram na terça (11/6) do jornalista Leandro Machado, Folha de S. Paulo, do fotógrafo Leandro Morais, do UOL e a agressão do repórter do R7, Fernando Mellis.

Reprodução
Fábio Braga, jornalista da Folha

“A mídia desempenha um papel crucial nas manifestações, divulgando as queixas dos participantes, relatando a resposta das autoridades e contribuindo a abrir um debate sobre as reivindicações. Os jornalistas não podem ser assimilados aos manifestantes. Por conseguinte, as forças da ordem devem comprometer-se a respeitar a neutralidade e integridade dos profissionais da informação”, declarou RSF.

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo condenou a agressão contra os jornalistas. “A Abraji considera preocupante que esta ação contrária ao trabalho da imprensa parta do Estado, e justamente da PM, mandada à rua para manter a ordem e garantir direitos”.

“Fora Rede Globo”

Por volta de 18h30, quando a manifestação seguia na Rua  da Consolação, região central, IMPRENSA acompanhou o protesto e presenciou a ação da Polícia Militar.Entre os manifestantes, ouvia-se palavras de ordem contra a TV Globo. Muitos manifestantes consideram que alguns veículos da imprensa estão fazendo uma cobertura parcial das manifestações.

 

Luiz Gustavo Pacete e Vanessa Gonçalves

Fiéis fazem manifestação em prol de padre excomungado por defender homossexuais

Fiéis desceram o Calçadão no centro de Bauru (Foto: Alan Schneider / G1)
Fiéis desceram o Calçadão no centro de Bauru (Foto: Alan Schneider / G1)

Fiéis católicos fizeram uma manifestação no centro de Bauru (SP) na manhã deste sábado (4), a favor do Padre Beto, excomungado pela Diocese da cidade na última segunda-feira (29). O motivo da punição teria sido por causa de vídeos e comentários sobre temas polêmicos, como o homossexualismo, publicados por ele nas redes sociais em que, segundo a Diocese, o padre foi de encontro às doutrinas da Igreja Católica.

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Cerca de 300 pessoas se reuniram com faixas e lenços brancos em frente à Catedral, na Praça Rui Barbosa. Em seguida, desceram em passeata pelo Calçadão da Batista de Carvalho. Para uma das organizadoras do movimento, Inês Faneco, o encontro serviu para mais uma reflexão. “O objetivo nosso é gritar para o mundo que nós não queremos brigar com ninguém. Queremos refletir em nome do amor. Padre Beto é amor. Isso não pode criar uma barreira tão grande como foi criada. A igreja não pode se posicionar tão contra a uma coisa que eles pregam também, que é o amor”.

Inês Faneco afirmou ainda que a Diocese de Bauru exagerou com a medida da excomunhão. “Foi uma postura absurda e retrógada. Não dá para continuar com isso em pleno século 21. Alguma coisa tem que mudar nesse país. Só pedimos para que as pessoas enxerguem que o Padre Beto nada mais e nada menos é amor. Não é que queremos que ele volte. Porque se ele voltar e continuar com essa hipocrisia é melhor que ele não volte. Não adianta você entrar na igreja e pregar amor e ser hipócrita. A igreja católica precisa de uma renovação urgente”.

Entre os fiéis estava Maria Zita, de 86 anos. Frequentadora da igreja, ela participou da passeata do início ao fim. “Mais pessoas deveriam participar e apoiar o Padre Beto. Ele é uma pessoa excepcional. Nas missas ele nunca falou uma coisa que fosse contra a religião. Sempre nos ensinou tudo que está na Bíblia. Eu, com 86 anos, concordo que assuntos polêmicos devem ser debatidos”, disse.

Concentração de fiéis foi na Catedral, na Praça Rui Barbosa (Foto: Alan Schneider / G1)Concentração de fiéis foi na Catedral, na Praça
Rui Barbosa (Foto: Alan Schneider / G1)

Outra pessoa presente foi o vereador e representante do movimento da diversidade, Marcos Souza. Ele contou que ajudou a convocar os fiéis para a última missa do padre. “Ajudei desde a chamar as pessoas para lotar a igreja na última missa do Padre Beto. Após a missa começamos o movimento ‘eu apoio o padre Beto’. É importante deixar bem claro que não é uma manifestação contra ninguém, contra a igreja católica. Mas sim, uma manifestação para mostrar o carinho pelo padre Beto e a falta que ele vai fazer na igreja”.

‘Marquinhos da Diversidade’, como é conhecido na cidade, também expressou sua opinião sobre a punição aplicada pela Diocese de Bauru. “Excomungar um padre porque ele colocou em suas palavras que uma relação extraconjugal, desde que consentida pelo parceiro, não é traição e falar que é a favor da união do mesmo sexo, a gente acha um absurdo. A igreja católica só tem cada vez mais a perder os seus fiéis com posturas como essa, de excomungar um padre de Bauru. Perde a igreja, perde a cidade, perde o padre, perde o munícipe”.

Entenda o caso
Após declarações polêmicas sobre temas como a homossexualidade, fidelidade e a necessidade de mudanças na estrutura da Igreja Católica, todas publicadas nas redes sociais, causaram um pedido de retratação por parte da Diocese de Bauru (SP). Roberto Francisco Daniel, conhecido como padre Beto, anunciou no dia 27 de abril que deixaria de exercer suas funções como pároco a partir da última segunda-feira (29).

Essa era a data limite para “confissão humilde de que errou quanto a sua intepretação e exposição da doutrina, da moral e dos bons costumes ensinados pela igreja”, como exigia a nota assinada pelo Bispo Dom Caetano Ferrari no dia 23 de abril, na qual pedia a retratação e retirada do conteúdo, contrário aos dogmas da Igreja, publicados na internet.

Durante entrevista coletiva, o então sacerdote afirmou aos jornalistas que sua decisão foi tomada após várias reflexões, entre elas, a de não aceitar que seja possível seguir um modelo que não respeita a liberdade de reflexão e expressão por parte dos fiéis e membros do clero.

No entanto, na segunda-feira, antes de entregar sua carta de renúncia, padre Beto foi surpreendido pela cúpula da Diocese de Bauru ao excomungá-lo. De acordo com a nota publicada pela igreja, um padre perito em Direito Penal Canônico foi acionado para avaliar a situação e constatou, conforme esclarece a nota, que o “padre feriu a Igreja com suas declarações consideradas graves contra os dogmas da Fé Católica, contra a moral e pela deliberada recusa de obediência ao seu pastor (obediência esta que prometera no dia de sua ordenação sacerdotal), incorrendo, portanto, no gravíssimo delito de heresia e cisma cuja pena prescrita no cânone 1364, parágrafo primeiro do Código de Direito Canônico é a excomunhão anexa a estes delitos”.

Pessoas pediram mais liberdade de expressão dentro da Igreja Católica (Foto: Alan Schneider / G1)Pessoas pediram mais liberdade de expressão dentro da Igreja Católica (Foto: Alan Schneider / G1)

G1

Entidade fará manifestação para chamar atenção de Dilma sobre agricultores

manifestoCerca de mil agricultores paraibanos devem participar, na próxima segunda-feira (04), de uma manifestação pacífica para chamar a atenção da presidenta Dilma Roussef ( PT) sobre problemas que atingem a categoria e que não estão tendo o devido cuidado por parte do Governo Federal. Questões como a assistência aos produtores que sofrem com as consequências da seca, o endividamento dos agricultores e a morosidade e paralisação das obras de transposição do Rio São Francisco são alguns dos assuntos que dizem respeito ao protesto.

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De acordo com o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, a mobilização tem o objetivo de mostrar a presidenta o que está acontecendo e cobrar medidas mais efetivas na resolução dos problemas. “Estamos precisando de medidas urgentes e a presidenta Dilma precisa saber o que está acontecendo, por isso resolvemos apoiar o movimento que será pacífico e ordeiro, mas que deve chamar atenção da presidenta e despertá-la na busca de soluções imediatas e eficazes”, afirma Murilo.

 

Ele lembra que os prejuízos com a seca no Nordeste foram muito grandes face a insignificante resposta do governo federal para amenizar a situação, que é preciso retomar as obras do projeto de transposição do Rio São Francisco para que o Nordeste tenha soluções definitivas para a escassez de água, que a questão do endividamento dos produtores precisa de uma solução urgente e que o governo precisa rever sua política de combustível que privilegia a gasolina, em detrimento do combustível limpo que é o álcool. “São questão fundamentais e que precisam ser prioridade do governo federal”, finaliza o dirigente da Asplan.

 

A princípio, a manifestação está marcada para acontecer no período da manhã, nas proximidades do Centro de Convenções da Paraíba, mas pode ser alterada em função de modificações na agenda da presidenta Dilma.

 

politicapb

Familiares de policiais presos acusados de tortura fazem manifestação pela liberdade dos militares

twitter @EdgleyMonteiro

Familiares e amigos dos 18 policiais que estão presos no 2º Batalhão em Campina Grande acusados de torturar e matar o técnico em monitoramento Tiago Moreira Alves, de 27 anos, fizeram uma manifestação na tarde desta quinta-feira (27).

Eles querem que a Justiça reveja o processo que culminou com a prisão dos policiais e afirmam que eles são inocentes e devem ser soltos.

Os manifestantes trouxeram faixas e cartazes e se concentraram em frente ao 2º Batalhao. Depois seguiram em passeata até a Praça da Bandeira, no Centro de Campina Grande.

Os parentes dos militares querem que eles sejam soltos para passar o ano novo com a família, já que permaneceram presos durante o natal.

Os mandados de prisão preventiva foram expedidos pela juíza Vanessa Andrade Dantas, substituta da 4ª Vara Criminal de Campina Grande e os policiais estão detidos desde o último dia 18. Tiago, que era viciado em drogas, foi morto no dia 5 de agosto após invadir a casa de um vizinho que é policial e ter tentado agredi-lo junto com a esposa.

O Ministério Público informou que a primeira audiência sobre o caso deve acontecer ainda na primeira quinzena de janeiro e que os militares estão detidos para não atrapalhar as investigações que estão sendo feitas para descobrir a participação de cada um deles no crime.

Portalcorreio, com informações de Ana Paula da TV Correio

Manifestação de estudantes termina em confronto com policiais na PB

Estudantes de João Pessoa realizam protesto por passe livre em ônibus (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Um protesto realizado na manhã desta quarta-feira (8) acabou em tumulto entre policiais e estudantes no Centro de João Pessoa. A confusão ocorreu durante uma manifestção estudantil pela gratuidade no uso de ônibus. Segundo a organização do movimento, os estudantes picharam ônibus porque a polícia tentou impedir o movimento.

Após saírem do Lyceu Paraibano, escola da rede estadual onde aconteceu a concentração do protesto, os estudantes dizem que os policiais militares da Força Tática tentaram impedir a manifestação. “Foi nesse momento que resolvemos radicalizar: nós pichamos alguns ônibus e tentamos fechar algumas ruas. A Polícia Militar agiu de maneira muito truculenta. Agrediu alguns companheiros com cacetetes e sprays de pimenta”, contou o diretor de eventos do grêmio estudantil do Lyceu Paraibano, Heráclito Targino.

Imagens ao lado mostram o momento em que um policial usa o spray de pimenta durante o confronto.

O capitão Clecitoni Francisco, comandante da Força Tática da Polícia Militar, explicou que após a ação de pichação de ônibus, dois estudantes que estavam na organização do protesto foram encaminhados para 2ª Delegacia Distrital, em Cruz das Armas, para prestarem esclarecimentos. Um outro estudante que foi flagrado tentando jogar pedras em um carro da PM também foi levado para a delegacia. Ainda segundo o capitão, não houve confronto direto entre a Força Tática e os manifestantes.

Segundo a polícia, participaram do evento cerca de 5 mil estudantes de escolas como Olivina Olívia e Burity. Durante toda a manhã desta quarta-feira, o trânsito nas proximidades do Parque Solón de Lucena ficou bastante complicado. Os agentes de mobilidade da Superintendência de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob) foram acionados para disciplinar o tráfego na área.

Estudantes picharam ônibus enquanto estavam parados no sinal, próximo ao Terminal de Integração de João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)Estudantes picharam ônibus próximo ao Terminal
de Integração da capital (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Reivindicação
Os estudantes pretendiam ir em passeata até a Assembleia Legislativa da Paraíba, onde tinham a esperança de ser recebidos por algum deputado. “O nosso movimento, o Passe Livre Já, é pacífico, mas não pretendíamos sair de lá sem pelo menos uma promessa”, afirmou Heráclito Targino, diretor do grêmio estudantil, que promoveu a manifestação.

“Em estados como São Paulo e Rio de Janeiro, a gratuidade já é um fato concreto, por que na Paraíba não pode ser? Vamos até a Assembleia e esperamos ser recebidos por alguém, caso contrário pretendemos radicalizar o nosso movimento”, explicou Heráclito Targino.

G1 PB