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Efraim Filho e o ex-ministro Mandetta fazem live nesta segunda, 29

O deputado federal Efraim Filho estará ao lado do ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, nesta segunda-feira, 29, quando juntos, em live, no perfil do Demoncratas, discutirão o cenário atual da pandemia no Brasil.

A live terá início às 18h, no perfil @democratas, no instagram, e abordará os temas reabertura e experiência de sucesso, situação atual e perspectivas de futuro, entre outros temas.

pbagora

 

 

Após fazer deboche da demissão de Mandetta, deputado paraibano é alvo de críticas nas suas redes sociais

Ontem (16), após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) confirmar a demissão do agora ex-ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM), o deputado estadual Cabo Gilberto Silva (PSL), fez uso das suas redes sociais para debochar da imagem do ex-ministro num post nas suas redes sociais. O ato acarretou uma onda de críticas dos internautas ao parlamentar por seu post.

No post, Cabo Gilberto faz uma associação do ex-ministro a forma a uma critica a ex-presidente Dilma Roussseff (PT), debochando do país ainda não ter chegado no pico de casos que do novo coronavírus ou (Cvid19). “Agora, eu entendi, com o novo ministro da saúde”, diz trecho da postagem.

Veja o posts do deputado e alguns das centenas de comentários negativos a sua publicação:

https://www.instagram.com/p/B_DCPcOp0sg/?igshid=86tsrvut0678

pbagora

 

 

Efraim Filho diz que trama de Onyx e Osmar Terra contra Mandetta ‘impacta’ DEM: “Péssimo”

O líder do Democratas na Câmara Federal, Efraim Filho, comentou o diálogo vazado pela CNN entre o ministro Onyx Lorenzoni e o deputado Osmar Terra, que discutiram a demissão do ministro da Saúde, Henrique Mandetta.

Efraim disse que “é um episódio que impacta na bancada do Democratas. Gera um ruído péssimo, já que todos tínhamos nos mobilizado para dar suporte ao Mandetta na crise da pandemia. E assim continuaremos…”.

Ele pontuou, no entanto, que o partido vai ‘olhar para frente’, deixando o caso de lado em apoio ao trabalho do ministro, que é filiado ao partido.

“Se trata um diálogo pessoal que não nos cabe avaliar a conduta de cada um. A bancada vai olhar pra frente e focar no trabalho para salvar vidas e empregos”, declarou.

 

Portal WSCOM

 

 

Após críticas de Bolsonaro, Mandetta diz que seguirá trabalhando: ‘Foco na doença’

O ministro da Saúde, Henrique Mandetta, disse ao blog nesta sexta-feira (3) que seu foco é o combate ao coronavírus, ao ser questionado a respeito das novas críticas do presidente Jair Bolsonaro ao seu trabalho.

Perguntado pelo blog se ele pretendia se demitir após Bolsonaro ter dito ontem que eles não “andam se bicando” e que Mandetta precisa “ter mais humildade”, o ministro respondeu: “Foco na doença, vida que segue. Foco, lavoro, lavoro, lavoro”.

Nos bastidores, aliados do ministro acreditam que o presidente tem forçado repetidamente Mandetta a pedir demissão, para evitar o desgaste de dispensar um ministro com apoio popular em meio a pandemia. Mandetta, no entanto, diz que só sai demitido.

Além disso, ele tem apoio de outros colegas da Esplanada dos Ministérios, como o ministro da Justiça, Sergio Moro — o assessor mais popular do governo Bolsonaro.

Ministros têm procurado Mandetta para dizer que vão seguir as suas orientações técnicas na crise — e não as do presidente Bolsonaro, o que tem irritado o chefe do Executivo, que gostaria de uma discussão antecipada sobre o fim do isolamento social para combater o coronavírus, o que Mandetta e autoridades de saúde mundial não orientam.

O ministro Mandetta ainda tem feito constante trabalho de manter sua equipe, de respeitados profissionais da área da saúde, para resistir as constantes ameaças do presidente e permanecer na missão.

Mandetta tem enfatizado o discurso de que seguirão juntos ate o fim da pandemia: só sairão juntos.

A atuação do ex- ministro Osmar Terra, junto a Bolsonaro e nas redes sociais, negando a necessidade do isolamento social, na linha do que pensa o presidente, é motivo de queixa permanente da equipe da saúde.

Nos bastidores do próprio Planalto, Terra é chamado por ministros de ala militar de “desleal”. Na conversa do presidente com Mandetta no último sábado, no Alvorada, o ministro disse que Bolsonaro poderia trocá-lo por Terra, mas não “duraria” dois minutos pois o ex-ministro, assim como o presidente da Anvisa, não tem “vínculo de confiança” com a sociedade em meio à pandemia.

Terra, inclusive, esteve na reunião de médicos com Bolsonaro, da qual Mandetta não participou porque não foi convidado, como o blog revelou nesta semana. Os médicos, no entanto, repetiram o que o Ministério da Saúde tem dito sobre as recomendações- inclusive sobre os efeitos colaterais da cloroquina.

Foto: Reprodução/TV Brasil

G1

 

Um dia após Mandetta enfatizar isolamento social, Bolsonaro passeia pelo comércio de Brasília

Um dia depois de o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, dizer que as pessoas devem permanecer em casa, em isolamento social, para evitar a disseminação do coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro saiu de carro da residência oficial do Palácio da Alvorada, na manhã deste domingo (29), para fazer um passeio por Brasília.

Ele foi a uma farmácia e a uma padaria no bairro Sudoeste, em Brasília, depois ao Hospital das Forças Armadas e ao centro de Ceilândia, uma das regiões administrativas do Distrito Federal.

Nas ruas, a presença do presidente provocou pequenas aglomerações, contrariando as recomendações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde (OMS).

No Sudoeste, ouviu grito de “Abre o comércio, presidente”. Uma mulher fez um apelo por isolamento. “Isolamento para nós, hein? Sem isolamento, a gente não vai conseguir”. Outros desejaram boa sorte. “Presidente, Deus te ilumine”.

Do Sudoeste, Bolsonaro seguiu para o Hospital das Forças Armadas. Na saída, se aproximou de pessoas e fez fotos, juntando o rosto ao de apoiadores que o aguardavam do lado de fora.

“Passei por lá também para ver como estava o fluxo de pessoas porventura chegando”, afirmou Bolsonaro ao retornar do passeio, sobre a visita ao hospital. Ele não quis responder ao ser indagado se fez exame. “Que pergunta, meu Deus do céu. Outra pergunta”, disse.

Em seguida, foi ao centro de Ceilândia, onde uma aglomeração maior se juntou. Alguns populares aparentemente eram maiores de 60 anos, grupo mais vulnerável ao contágio do novo coronavírus.

O presidente parou para conversar com um ambulante que vende espetinhos de churrasco. O vídeo com a gravação da conversa foi postado na página de uma das redes sociais do presidente.

Decreto do último dia 19 do governador Ibaneis Rocha (MDB), determinou o fechamento até o próximo dia 5 de lojas, bares, restaurantes e a proibição de cultos e missas no Distrito Federal devido ao coronavírus. Escolas também estão com as atividades suspensas. De acordo com o decreto, podem se manter em funcionamento clínicas médicas, laboratórios, farmácias, postos de gasolina, mercados, lojas de material de construção e padarias.

Sob o argumento de que as reações à crise são motivadas por “histeria” e “pânico”, Bolsonaro vem defendendo a reabertura do comércio e de escolas, embora o Ministério da Saúde tenha posição contrária. O fechamento desses estabelecimentos é medida recomendada por especialistas como forma de conter a disseminação do coronavírus.

No sábado (28), Bolsonaro fez uma reunião com Luiz Henrique Mandetta e outros ministros no Palácio da Alvorada a fim de discutir medidas contra a crise do coronavírus. No mesmo dia, uma juíza do Rio de Janeiro proibiu a veiculação da propaganda “O Brasil não pode parar”, registrada em uma das páginas de redes sociais do governo e cujo vídeo foi compartilhado por parlamentares bolsonaristas. Segundo a Secretária de Comunicação da Presidência, o vídeo era de “caráter experimental” e não existe uma campanha publicitária sobre o assunto.

G1