Arquivo da tag: Manchas

Paraíba tem 16 praias atingidas por manchas de óleo; número sobe para 132 no Nordeste

Já são 132 praias atingidas por manchas de óleo no Nordeste, segundo o balanço do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) divulgado neste domingo (6).

No total, 61 municípios foram afetados em 9 estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

O último estado a ser atingido foi a Bahia, na última quinta-feira (3).

O governo de Sergipe decretou situação de emergência em razão das manchas de óleo. Nesta segunda (7), o ministro Ricardo Salles visitará o estado. O projeto Tamar suspendeu a soltura de filhotes de tartarugas marinhas por conta do problema.

No sábado (5), o presidente Jair Bolsonaro determinou uma investigação sobre as origens do óleo.

Petróleo cru acumulado em ponto do litoral de Sergipe (SE) — Foto: Reprodução/TV Sergipe

Petróleo cru acumulado em ponto do litoral de Sergipe (SE) — Foto: Reprodução/TV Sergipe

O Ibama informou que desde o dia 02 de setembro vem estabelecendo uma série de ações, juntamente com o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (DF), Marinha e Petrobras, com o objetivo de investigar as causas e responsabilidades do despejo, no meio ambiente, do petróleo cru que atingiu o litoral nordestino.

O resultado conclusivo das amostras, solicitadas anteriormente pelo Instituto e pela Capitania dos Portos, e cuja análise foi feita pela Marinha e pela Petrobras, apontou que a substância encontrada nos litorais trata-se de petróleo cru, ou seja, não se origina de nenhum derivado de óleo.

Investigação do Ibama com apoio dos Bombeiros do DF aponta que o petróleo que está poluindo todas as praias seja o mesmo. Contudo, a sua origem ainda não foi identificada. Em análise feita pela Petrobras, a empresa informou que o óleo encontrado não é produzido pelo Brasil. O Ibama requisitou apoio da Petrobras para atuar na limpeza de praias. Os trabalhadores que estão sendo contratados pela petrolífera são agentes comunitários, pessoas da população local, que recebem treinamento prévio da empresa para ocasiões em que forem necessários os serviços de limpeza. No entanto, o número efetivo de mão-de-obra dependerá da quantidade de pessoas treinadas disponíveis nas áreas.

Segundo o relatório do Ibama, dentre as 132 praias afetadas em todo o Nordeste desde o início de setembro, 11 estão em processo de limpeza, 74 ainda tem manchas visíveis e 48 estão livres da substância na areia.

Pelo menos 12 animais foram atingidos pelo óleo – nove tartarugas e uma ave foram encontradas mortas ou morreram após o resgate.

Uma investigação do Ibama aponta que as manchas são de petróleo puro e que todas as amostras têm a mesma origem, mas ainda não é possível afirmar de onde ele veio. Em nota, a Petrobras afirma que o material não é produzido pela companhia.

A suspeita é que o petróleo tenha vindo de navios que passam pela região, segundo a Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco (CPRH), que está analisando imagens de satélite da costa. A pesquisa, no entanto, ainda está em estágio inicial.

As manchas começaram a aparecer no início de setembro. Até quinta-feira (26), eram 99 localidades atingidas. Na sexta (27), o número subiu para 109. No domingo (29), chegou a 113 e na terça-feira (1) foi para 115. Agora, já são 124 praias afetadas.

A lista completa de municípios e praias atingidos está disponível no site do Ibama.

Origem da substância

Manchas voltaram a se encontradas na praia de Pirambu — Foto: Ibama/SE

Manchas voltaram a se encontradas na praia de Pirambu — Foto: Ibama/SE

Na terça-feira (1) uma reunião foi realizada no Recife com representantes de seis dos nove estados nordestinos para discutir estratégias para diminuir os impactos das manchas de óleo. A Bahia foi o único estado da região que não foi afetado.

Na reunião, os estados decidiram protocolar, em conjunto, uma denúncia sobre o caso, a ser enviada à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal.

Nesta quarta-feira (2) a Polícia Federal do Rio Grande do Norte comunicou que um inquérito foi instaurado para investigar a origem das manchas. A apuração sobre a possibilidade da ocorrência de dano ambiental começou no mês passado.

Manchas sendo recolhidas por equipes da Adema na Atalaia Nova, Barra dos Coqueiros (SE) — Foto: Adema/Divulgação

Manchas sendo recolhidas por equipes da Adema na Atalaia Nova, Barra dos Coqueiros (SE) — Foto: Adema/Divulgação

Há suspeita de que a contaminação tenha relação com navios petroleiros. A hipótese é que algum deles tenha efetuado uma limpeza nos tanques e despejado os rejeitos no mar.

Segundo o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco, José Bertotti, os responsáveis pelo problema podem pagar uma multa que vai de R$ 5 milhões a R$ 50 milhões pelo crime ambiental, que é considerado gravíssimo. O governo do estado se preocupa com a repercussão no turismo.

Em entrevista ao G1 na última sexta (27), o diretor da Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco, Eduardo Elvino, disse que o órgão está atuando em conjunto com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) para identificar possíveis fontes do vazamento.

O trabalho envolve analisar imagens de satélite que abrangem 187 quilômetros do litoral dos estados de Pernambuco e Paraíba. Segundo Elvino, ainda não é possível apontar quais navios podem ser responsáveis pela tragédia ambiental porque a análise está em estágio inicial.

“Com essa varredura das imagens de satélite a gente identificou os pontos no mapa que podem ser navios, e aí estamos analisando a existência de pontos pigmentados ao lado desses possíveis navios. Esses pontos coloridos podem ser realmente manchas de óleo, mas também podem ser cardumes de peixe ou concentrações de alga, por exemplo. São várias possibilidades”, explica Elvino.

Segundo o coordenador do sindicato dos trabalhadores na indústria do petróleo de Pernambuco e Paraíba (Sindipetro PE/PB), Rogério Almeida, a prática é proibida, mas ainda é realizada.

“É um óleo grosso, quase um piche. Pode ser rejeito de um navio após a limpeza dos tanques. Muitos navios continuam fazendo isso e deve ter caído em uma corrente marítima”, disse Almeida.

De acordo com Elvino, com a identificação das correntes marinhas, “existe a possibilidade de identificar o navio que fez a referida rota” e tentar rastrear se “o piche encontrado nas praias faz parte do combustível dos navios”. Segundo o analista, pela legislação, o produto deve ser descartado nos portos, onde empresas especializadas recolhem o material.

Animais afetados

Tartaruga foi encontrada no litoral do RN coberta de óleo e limpa pela equipe do Aquário de Natal — Foto: Heloísa Guimarães/Inter TV Cabugi

Tartaruga foi encontrada no litoral do RN coberta de óleo e limpa pela equipe do Aquário de Natal — Foto: Heloísa Guimarães/Inter TV Cabugi

O número de animais afetados também é computado pelo Ibama. Segundo o último balanço do órgão, publicado na segunda-feira (30), o óleo já atingiu ao menos 11 tartarugas e uma ave bobo-pequeno ou furabucho (Puffinus puffinus), conhecida pela longa migração. Quatro tartarugas foram encontradas vivas e sete foram encontradas mortas ou morreram após o resgate. A ave também não resistiu ao óleo.

  • 1/9 – 1 tartaruga marinha – Praia de Sabiaguaba, Fortaleza (CE) – morta
  • 4/9 – 2 tartarugas marinhas – Praia do Paiva, Cabo de Santo Agostinho (PE) – mortas
  • 7/9 – 1 ave bobo pequeno – Praia de Cumbuco, Caucaia (CE) – morta
  • 11/9 – 1 tartaruga marinha – Praia de Jacumã, Ceará-Mirim (RN) – viva
  • 16/9 – 1 tartaruga marinha – Ilha dos Poldos, Aroises (MA) – morta
  • 22/9 – 1 tartaruga marinha – Praia de Itatinga, Alcântara (RN) – viva
  • 22/9 – 1 tartaruga marinha – Praia da Redinha Nova, Extremoz (RN) – morta
  • 23/9 – 1 tartaruga marinha – Praia da Redinha Nova, Extremoz (RN) – viva
  • 24/9 – 1 tartaruga marinha – Jericoacoara, Jijoca de Jericoacoara (CE) – morta
  • 28/09 – 1 tartaruga marinha – Ilha Grande, Ilha Grande (PI) – morta
  • 29/09 – 1 tartaruga marinha – Praia do Serluz, Fortaleza (CE) – viva
  • Localidades atingidas (PDF –  5,23 MB  – Atualizado em 06/10/2019)
  • Fauna atingida (PDF – 2,11 MB – Atualizado em 30/09/2019)

G1

 

 

Manchas podem ser sinal de câncer de pele

Fique alerta para procurar um dermatologista em qualquer sinal de mudança ou aparecimento de lesões na pele.
São Paulo, Maio de 2019 – O câncer de pele é o tipo de câncer mais incidente e corresponde a 30% de todos os tumores malignos registrados no Brasil- um número que chega a 180 mil novos casos por ano, segundo dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer). O melanoma é o tipo menos frequente dentre todos os tipos de cânceres de pele, corresponde a 3% deste total, mas é considerado o mais grave e com grande potencial de se espalhar para outros órgãos.

De acordo com a Dra. Sheila Ferreira, oncologista do Centro Paulista de Oncologia (CPO) – Grupo Oncoclínicas, esse tipo de tumor tem origem no crescimento anormal dos melanócitos, células responsáveis pela pigmentação da pele e pode surgir em qualquer parte do corpo, inclusive em áreas não expostas diretamente ao Sol e menos visíveis, como o couro cabeludo.

A exposição à radiação ultravioleta, sem dúvida, representa o principal fator de risco para desenvolvimento do câncer de pele. Pessoas com pele, cabelos e olhos claros tem o risco aumentado de desenvolver o câncer de pele. A idade constitui outro fator, principalmente a partir da quinta década de vida, pois quanto maior o tempo de exposição da pele ao Sol, mais envelhecida ela fica. Evitar a exposição excessiva e constante aos raios solares sem a proteção adequada é a melhor medida – e isso vale desde a infância.

“O câncer de pele geralmente se manifesta como alterações de pele que podem se assemelhar a pintas ou manchas escurecidas, novas ou de nascença, que passam a apresentar modificações ao longo do tempo. Tais alterações suspeitas correspondem ao que qualificamos como ‘ABCD’- Assimetria, Bordas irregulares, Cor e Diâmetro”, explica a especialista. Qualquer novo sinal na pele ou mudança de uma mancha já existente deve ser um alerta para procurar um dermatologista. O diagnóstico é feito pela avaliação médica e biópsia da lesão suspeita.

Avaliação precoce é fundamental

O câncer de pele do tipo melanoma é, na maioria das vezes, agressivo, mas quando descoberto no início tem mais de 90% de chance de cura. Sinais ou manchas, muitas vezes, podem ser apenas lesões benignas- como um hematoma ocasionado por um impacto ou, ainda, uma infecção localizada, mas podem tratar-se de tumores de pele. “É preciso buscar aconselhamento médico especializado principalmente quando uma mancha surge repentinamente, sem que algum acontecimento justifique”, frisa Dra Sheila.

Uma vez feito o diagnóstico, quando a doença é localizada, o principal tratamento é a ressecção cirúrgica da área, ou seja, a retirada de todo o tecido comprometido e a avaliação ganglionar em casos indicados. Em estágios mais avançados da doença, o tratamento pode consistir na utilização de quimioterapia, radioterapia e/ou imunoterapia. Diversos estudos apontam bons resultados e respostas duradouras com a chamada imunoterapia, medicações que estimulam o sistema imunológico do paciente, fazendo com que o próprio sistema de defesa do organismo passe a reconhecer e combater as células “estranhas”. “Os sintomas não devem ser ignorados, mesmo que não causem qualquer desconforto. O melanoma pode avançar para gânglios linfáticos e é capaz de atingir outros órgãos, como cérebro, fígado, ossos e pulmões. A medida preventiva mais eficaz contra o câncer de pele consiste na redução da exposição ultravioleta sem proteção, particularmente da exposição ao Sol. Recomenda-se observar regularmente a própria pele à procura de lesões suspeitas e consultar um dermatologista anualmente para um exame completo. O diagnóstico precoce é fundamental para o combate ao câncer”, conta a especialista.

Sobre o CPO

Fundado há mais de três décadas pelos oncologistas clínicos Sergio Simon e Rene Gansl, o Centro Paulista de Oncologia CPO – Grupo Oncoclínicas, oferece cuidado integral e individualizado ao paciente oncológico. Com um corpo clínico com mais de 50 oncologistas e hematologistas e uma capacitada equipe multiprofissional com psicólogos, nutricionistas, farmacêuticos, enfermeiros e reflexologistas. Oferece consultas médicas oncológicas e hematológicas, aplicação ambulatorial de quimioterápicos, imunobiológicos e medicamentos de suporte, assistência multidisciplinar ambulatorial, além de um serviço de apoio telefônico aos pacientes 24 horas por dia e acompanhamento médico durante internações hospitalares.

O CPO possui a acreditação em nível III pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e a Acreditação Canadense Diamante (Accreditation Canada), do Canadian Council on Health Services Accreditation, o que confere ao serviço os certificados de “excelência em gestão e assistência” e qualifica a instituição no exercício das melhores práticas da medicina de acordo com os padrões internacionais de avaliação. A instituição possui uma parceria internacional com o Dana Farber Institute / Harvard Cancer Center, que garante a possibilidade de intercâmbio de informações entre os especialistas brasileiros e americanos, bem como discussão de casos clínicos. Além disso, ainda, proporciona a educação médica continuada do corpo clínico do CPO, com aulas, intercâmbios e eventos com novidades em estudos e avanços no tratamento da doença. Atualmente o CPO possui duas unidades de atendimento em São Paulo, nos bairros de Higienópolis e Vila Olímpia.

Sobre o Grupo Oncoclínicas

Fundado em 2010, é o maior grupo especializado no tratamento do câncer na América Latina. Possui atuação em oncologia, radioterapia e hematologia em 11 estados brasileiros. Atualmente, conta com mais de 60 unidades entre clínicas e parcerias hospitalares, que oferecem tratamento individualizado, baseado em atualização científica, e com foco na segurança e o conforto do paciente.

Seu corpo clínico é composto por mais de 450 médicos, além das equipes multidisciplinares de apoio, que são responsáveis pelo cuidado integral dos pacientes.

O Grupo Oncoclínicas conta ainda com parceira exclusiva no Brasil com o Dana-Farber Cancer Institute, um dos mais renomados centros de pesquisa e tratamento do câncer no mundo, afiliado a Harvard Medical School, em Boston, EUA.

Para obter mais informações, visite www.grupooncoclinicas.com.

 

DIGITAL TRIX

 

 

Governo do Estado investiga casos de doenças com manchas avermelhadas de causas desconhecidas

Funcionário da TV Arapuan ficou doente
Funcionário da TV Arapuan ficou doente

Desde o mês de março, em algumas regiões do Estado, está sendo registrada a ocorrência de casos atípicos de doenças exantemáticas (manchas avermelhadas), que não se enquadram nas definições de casos suspeitos de dengue e outras doenças, como sarampo e rubéola, de notificação compulsória (obrigatória). Diante deste cenário, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) solicitou o apoio do Ministério da Saúde, que enviou técnicos para orientar e executar as ações que estão sendo desenvolvidas, com o objetivo de esclarecer o diagnóstico da doença. Até o momento, as amostras de espécimes coletadas desses pacientes para sorologia e analisadas pelo Laboratório de Saúde Pública do Estado (Lacen-PB) deram positivas apenas para dengue.

A recomendação da SES às Secretarias Municipais de Saúde é para que os pacientes atendidos nas unidades de saúde, apresentando exantema (manchas avermelhadas na pele com coceira), acompanhado ou não de febre (até 37,7ºC), independente de outros sintomas, deverão ser notificados como casos suspeitos de dengue, assim como aqueles com a sintomatologia clássica da dengue (febre, dores no corpo, nas articulações, atrás dos olhos, de cabeça e manchas vermelhas pelo corpo), conforme preconizado pelo Ministério da Saúde. “A notificação é importante para que as ações de investigação sejam desencadeadas”, esclareceu a gerente executiva de Vigilância em Saúde da SES, Renata Nóbrega.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

De acordo com o Ministério da Saúde, os casos devem ser testados primeiro para dengue, caso sejam negativos, serão avaliados outros diagnósticos.

Ao apresentar esses sintomas, os usuários devem procurar as Unidades de Saúde de seus municípios para avaliação das equipes de saúde. Para os casos de dúvidas, a SES disponibiliza os contatos da Vigilância Epidemiológica Estadual: 3218-7331 /0800-281-0023/ 8828-2522 (Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde Estadual – Cievs).

Secom PB

Urina pode ser melhor que cremes para tratar manchas no rosto

Thinkstock
Thinkstock

Já imaginou que a urina pode ser melhor que muitos cremes para tratar manchas no rosto? De acordo com uma especialista em saúde nutricional e natural do Reino Unido, o xixi é um ótimo aliado para melhorar o aspecto da pele e deixar o rosto mais bonito. As informações são do site Daily Mail desta segunda-feira (19).

De acordo com a autora do estudo, Martha Christy, a urina tem propriedades antibacterianas e antifúngicas que ajudam a aumentar a imunidade. Ela ainda afirma que o xixo é uma vitamina líquida rica em minerais, e ajuda a tratar a acne, eczema (dermatite), psoríase (doença inflamatória de pele) e infecções provenientes de fungos. o xixi deve ser aplicado diretamente na pele.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

A especialista vai ainda mais longe e sugere que beber sua própria urina pode melhorar ainda mais a saúde.

Segundo ela, a terapia de urina ou uroterapia tem raízes históricas no antigo Egito, China e Índia. Ela conta que banhos de urina também são benéficos, e afirmou que as francesas do século 18 costumavam seguir essa prática.

Já a nutricionista Shona Wilkinson, Nutritionist at NutriCenter, diz que, há maneiras mais simples de obter esses nutrientes.

— A urina é composta de 95% de água e 5% de nutrientes, como cálcio, ferro, magnésio e zinco. Sugiro um copo de água e uma refeição saudável ou um multivitamínico. Os benefícios excedem em muito um copo de urina.

 

R7

Tomar sol com a pele descascada causa manchas; saiba evitar

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

O desejo de ficar com o bronzeado em dia para curtir o verão faz com que muitas pessoas se descuidem na hora de se proteger do sol, hábito que pode desencadear problemas desagradáveis principalmente se a pele estiver descascada. Se não houver um respeito pelo tempo de recomposição da pele, bastante sensível devido à ação dos raios solares, é alto o risco de sofrer com manchas de diversos tons espalhadas por todo o corpo.

 

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Quem já tomou sol e está em processo de descamação não deve se expor novamente aos raios solares, o ideal é esperar até que a cútis volte totalmente ao normal. “A pele descasca porque a exposição solar causa dano à epiderme (camada mais superficial da pele), que é totalmente eliminada. Neste momento, ainda pode haver uma pigmentação residual e provocar marcas”, afirma Marcia Monteiro, especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

 

Cuidados
Para minimizar os efeitos que o sol pode causar sobre a pele já queimada é preciso seguir algumas dicas durante toda a temporada. A primeira delas é deixar de tomar sol enquanto estiver descascando. Porém se não for possível evitar uma nova exposição é indicado fazê-la em horários alternativos, pela manhã até às 9h ou à tarde após as 16h, com a devida proteção.

 

Como não poderia deixar de ser, o uso de filtros solares com fator de proteção solar mínimo de 30 é imprescindível. “Eles devem ser reaplicados a cada duas horas e espalhados de forma uniforme e generosa sobre a pele para barrar os efeitos da radiação solar sobre um tecido que já sofreu uma agressão anteriormente”, diz Marcia.

 

Usar roupas que protejam o corpo como, por exemplo, as peças de algodão, enquanto estiver fora do mar também é uma maneira interessante de resguardar a saúde. Além disso, vale a pena recorrer aos bonés e chapéus, responsáveis por proteger a face, o colo e até mesmo parte das costas do constante contato com o sol.

 

Agência Hélice
Terra 

Manchas de vinho são facilmente removidas com água morna

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

No calor da emoção provocada pelo Natal, entre uma taça e outra, é comum que um pouquinho de vinho respingue na roupa, no tapete ou no sofá e deixe manchas. Porém, a marca avermelhada no tecido não deve ser motivo para aborrecimento, pois ela pode ser facilmente removida com a união da água morna com o alvejante.

 

Para ter sucesso com a solução caseira é necessário misturar água morna com uma tampa de alvejante em pó e aplicar diretamente sobre a mancha causada pela bebida, prensando o tecido. “Inicialmente ela ficará azul, mas não se desespere, pois logo depois ela desaparece sem nem mesmo ter o esforço de esfregar”, afirma a consultora Maria Claudia Razzé.

 

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Após perceber que mancha desapareceu, basta passar um pano úmido sobre ela para retirar o excesso do produto de limpeza. “Esse truque dá resultado depois que o vinho secou, mas se for na hora ele será muito mais eficiente”, diz.

 

Quem não tem alvejante em casa pode recorrer a outro método simples, mas que precisa ser feito imediatamente à queda da bebida. Coloque sal e suco de limão sobre a marca, aguarde a mistura agir por cerca de 30 minutos, até que desapareça completamente. Logo em seguida, esfregue bem com a mão e lave normalmente com água e sabão neutro.

 

Contra doces e refrigerantes
Comuns nas roupas das crianças, as marcas de doces, chocolates e refrigerantes também podem ser eliminadas em casa. Assim como na primeira receita, a água morna é a grande protagonista deste truque. Em um pote, misture água, detergente neutro e uma colher (de sopa) de vinagre e, em seguida, aplique sobre a peça. Não se assuste se em um primeiro momento a mancha ficar amarelada, pois logo depois a cor do tecido ficará uniforme.

 

Terra