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Governo inicia ‘Outubro Rosa’ para alertar sobre câncer de mama

outubro-rosaO Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, inicia na próxima segunda-feira (3), a Campanha “Outubro Rosa”. A ação acontece em toda Paraíba com o objetivo de incentivar mulheres de todas as idades a realizarem exames clínicos para a prevenção do câncer de mama, o que mais atinge às mulheres. A abertura será realizada às 8h, no Centro do Diagnóstico do Câncer (CEDC), com um café da manhã, acolhimento, distribuição de material informativo, palestra com especialista, além de testemunho de mulheres que venceram o câncer de mama. A campanha acontece até dia 31.

Durante todo o mês de outubro, o CEDC vai oferecer atendimento às mulheres com suspeita ou diagnóstico de câncer de mama. Serão realizadas mamografias, coletas de citopatológico do colo do útero e consultas com mastologista.  O Centro tem estrutura para receber toda a demanda do estado, com profissionais qualificados para os procedimentos de diagnósticos. Aliado a isso, têm laboratórios de citologia e patologia que auxiliam na confirmação do diagnóstico.

“O mês de outubro é dedicado à saúde mamária e é importante fazer um chamamento para que as mulheres possam vir as Unidades de Saúde da Família mais próximas das suas residências, para fazer o exame clínico, e numa alteração que houver, elas serão encaminhadas para o CEDC. O mais importante no Outubro Rosa é a união de forças da sociedade para despertar sobre a necessidade do exame clínico e, se for o caso, ir ao mastologista que pedirá ultrassonografia, mamografia, punção aspirativa ou biópsia mamária, a depender da situação”, explicou a diretora geral do CEDC, Roseane Machado.

Serviço de Diagnóstico Mamário da Paraíba – Em agosto deste ano, o Governo do Estado inaugurou no CEDC o Serviço de Diagnóstico Mamário da Paraíba. Para o serviço foi adquirido um mamógrafo totalmente digital, de alta tecnologia e definição da imagem mamográfica – o único deste tipo na Rede de Assistência da Paraíba. “O Serviço de Diagnóstico Mamário é um diferencial importante para o Estado. A mulher faz, em um mesmo lugar, sua consulta especializada [mastologista], sua mamografia e a ultrassonografia mamária. Além disso, a paciente pode realizar o procedimento necessário para o diagnóstico precoce do câncer de mama e encaminhar para o Laboratório de Patologia/Citopatologia, também no CEDC o material para ser analisado. Isso tudo reduz sobremaneira o percurso diagnóstico e terapêutico da mulher dentro da Rede SUS”, informou Roseane Machado.

O CEDC está localizado na Avenida Duarte da Silveira, nº 590, centro, em João Pessoa.

Dados – De acordo com dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), no ano de 2015 foram registrados 244 óbitos por câncer de mama na Paraíba, sendo sua maioria – 129 óbitos – na faixa etária de 50 a 69 anos.  Em 2016, até o momento, são 160 óbitos.

Câncer de Mama – Os principais fatores de risco para desenvolver o câncer de mama são o envelhecimento, a vida reprodutiva da mulher, história familiar de câncer de mama, sedentarismo, idade, entre outros aspectos.

O objetivo da detecção precoce é reduzir a mortalidade por câncer de mama, por meio do exame clínico anual, a partir dos 40 anos e da mamografia, no máximo, a cada dois anos, para mulheres de 50 a 69 anos.

Programação

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 Secom-PB

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Conheça os 11 sintomas do câncer de mama mais ignorados

cancer-de-mamaNormalmente se recomenda que a mulher faça o toque mamário para tentar descobrir se existe algo diferente – com um nódulo ou uma massa estranha – que possa indicar o risco de câncer de mama.

Mas, como destaca o site Good Housekeeping, o tumor da mama pode apresentar outros sintomas que não devem ser negligenciados. Conheça-os:

Ter os mamilos muito sensíveis, inchados ou que liberam líquido – que não seja leitematerno;

A textura da pele da mama está diferente, tipo casca de laranja, e com os poros muito abertos;

Tem um hematoma (nódoa negra) ou uma ferida que não desaparece ou sara;

Uma tosse ou rouquidão que surge do nada e não desaparece;

Tem alterações no funcionamento da bexiga e/ou do intestino sem motivo aparente;

Está sem energia e sente-se muito cansada e fraca independentemente de quantas horas durma;

Notou mudanças significativas no seu peso, apesar de não estar fazendo nada para isso;

Tem um nódulo na axila – o tecido mamário estende-se até às axilas, por isso é possível que um tumor surja na axila e não no peito;

Os seus seios ficaram com um tamanho irregular – um ficou notavelmente maior ou menor do que o outro?

Tem muita coceira nos seios;

Tem dores na parte superior das costas que não passam.

(Com Notícias ao Minuto)

180 Graus

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Brasil dá salto em sobrevivência a câncer de mama e próstata, diz estudo

cancer-de-mamaO Brasil deu importantes saltos nas taxas de sobrevivência de câncer de mama e próstata, segundo estudo publicado nesta quarta-feira na edição online do periódico especializado The Lancet.

O estudo mapeou diversos tipos de tumores em 67 países e quantas pessoas sobreviviam a eles cinco anos após seu diagnóstico.

A partir de dados de diagnósticos e óbitos analisados em sete cidades brasileiras, abrangendo cerca de 80 mil casos, concluiu-se que a porcentagem de sobrevivência de pacientes com câncer de mama subiu de 78,2% entre 1995 e 1999 para 87,4% entre 2005 e 2009 (dados mais recentes). O índice se assemelha ao de alguns países desenvolvidos.

Na análise de pacientes de câncer de próstata, a sobrevivência aumentou de 83,4% em 1995-99 para 96,1% em 2005-09.

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“Isso parece indicar uma melhoria na qualidade do tratamento e um aumento na detecção precoce dessas doenças no país”, disse à BBC Brasil Gulnar Azevedo e Silva, coautora do artigo do Lancet e pesquisadora e professora associada do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. “Mostra que o Brasil melhorou muito na atenção a alguns tipos de câncer.”

No entanto, os dados analisados por Azevedo no mesmo período sugerem uma piora nas taxas de sobrevivência a outros tipos mais letais – e de diagnóstico mais difícil – de câncer, como estômago (índice caiu de 33% para 25%), fígado (de 16% para 11,6%) e leucemia em adultos e crianças (de 34,3% para 20,3% e de 71,9% para 65,8%, respectivamente).

Para a especialista, isso pode não necessariamente significar que os brasileiros estão morrendo mais dessas doenças, mas sim que ficou mais fácil o acesso aos dados de mortalidade analisados pelo estudo entre 1995 e 2009.

“Acredito que, antes, muitos desses casos, ainda que letais, não eram registrados como casos de câncer e portanto nós (pesquisadores) não tínhamos como identificá-los. Portanto, essas porcentagens podem não ser totalmente comparáveis”, diz.

“Mas também parece não ter havido uma melhora no acesso ao diagnóstico e ao tratamento. Não é um problema só daqui – os índices foram semelhantes em outros países da América Latina.”

No Chile e em Cuba, por exemplo, as taxas de sobrevivência em câncer de estômago são de 18% e 26,2%. Mas o índice chega a ser bem mais alto em alguns países desenvolvidos: no Japão, ela sobe para 54%, mais que o dobro da taxa brasileira.

Para Azevedo, o país precisa manter o foco na detecção precoce dos tumores e investir para que a qualidade do tratamento dos cânceres se torne mais igualitária nas diversas partes do país.

Foto: Thinkstock
Acesso a tratamento e diagnóstico tem grandes diferenças em vários países do mundo

Disparidades no mundo

O estudo, o maior mapeamento internacional já feito para analisar a sobrevivência de 11 tipos de câncer, envolveu cerca de 26 milhões de casos em 67 países, mas concluiu que os dados de sobrevida de pacientes ainda são escassos.

Uma das principais conclusões, a partir dos dados existentes, é que existe uma grande disparidade entre países na eficiência de sistemas de saúde em diagnosticar e tratar as doenças. Isso faz com que cânceres sejam muito mais letais em alguns países do que em outros.

“A sobrevivência em cinco anos de crianças com leucemia aguda linfoblástica é de menos de 60% em diversos países, mas chega a 90% no Canadá e em quatro países europeus, o que indica grandes deficiências no gerenciamento de uma doença altamente curável”, diz o levantamento.

No Brasil, a taxa de sobrevivência dessa doença foi de 65,8% até 2009.

“As comparações de tendências internacionais revelam diferenças muito amplas de sobrevivência, que provavelmente podem ser atribuídas a diferenças no acesso a diagnósticos precoces e tratamento ideal”, prossegue o texto.

“A continuidade da observação da sobrevida ao câncer deve se tornar uma fonte indispensável de informação para pacientes e pesquisadores e um estímulo para políticos, que devem melhorar leis e sistemas de saúde.”

Por um lado, o estudo afirma que “o fardo global do câncer está crescendo, particularmente em países de renda baixa e média”, que têm de “implementar estratégias efetivas de prevenção” com urgência e pensar, no longo prazo, em estratégias de prevenção.

Por outro, houve melhorias consistentes na sobrevida de pacientes de câncer de próstata, intestino e mama em diversos países do mundo.

Já os tumores malignos de fígado e pulmão continuam sendo letais no mundo inteiro, com taxas de sobrevida ainda baixas (no Brasil, cerca de um terço dos pacientes sobrevive após cinco anos).

BBC Brasil

Outubro Rosa: LBV apoia iniciativa e conscientiza mulheres sobre o câncer de mama

 

LBV_OutubroRosaOutubro Rosa: a campanha internacional que acontece durante todo o mês tem por objetivo informar mulheres sobre a importância do exame preventivo do câncer de mama. Laços cor-de-rosa, monumentos iluminados com a mesma cor e ações de conscientização são realizadas de diferentes maneiras, em especial nesta época do ano, para alertar as mulheres sobre a importância de cuidar-se, realizar exames periódicos e também o autoexame das mamas.

 

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O movimento teve início nos anos 1990, nos Estados Unidos, e a cada ano vem se tornando mais presente em todo o mundo. É uma importante mobilização para o tema, já que o câncer de mama é a doença que mais mata mulheres entre 35 e 54 anos em todo o mundo.

 

Tipo mais comum em mulheres, o câncer de mama, quando descoberto em estágio inicial, pode ter cura em 95% dos casos. Por este motivo, o diagnóstico precoce é tão importante.

 

Ciente da importância da informação e da instrução para que este diagnóstico possa ocorrer o mais cedo possível, a Legião da Boa Vontade realiza diversas ações que colaboram para o objetivo da campanha Outubro Rosa. O cuidado com o Ser Humano em sua totalidade, passando pela reeducação de hábitos e a conscientização sobre diversos assuntos, é uma das premissas da LBV. Logo, a Instituição não poderia ficar de fora dessa importante campanha de alerta que é o Outubro Rosa.

 

Parcerias com postos de saúde e profissionais da área orientam e conscientizam principalmente as mulheres atendidas pela Instituição e as mães das crianças que participam das atividades socioeducacionais oferecidas pela Entidade.

 

Uma série de ações de conscientização é realizada por ocasião do Outubro Rosa. Na capital paraibana, a Legião da Boa Vontade (LBV) reunirá nesta terça, 21, os grupos da melhor idade atendidos pelo programa LBV — Vida Plena, para uma palestra com a assistente social da instituição para orientações sobre a prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama.

 

Para detectar precocemente o câncer de mama, os idosos serão orientados a realizar constantemente o autoexame. “É fundamental a realização constante do autoexame, baseado na palpação e também na mamografia, exame que utiliza radiação para identificar as alterações no órgão, como nódulos e tumores”, explicou a assistente social da LBV, Janielen Cavalcante.

 

Neste mês, a LBV intensifica em suas 77 unidades de atendimento as atividades de conscientização do tipo de câncer que mais atinge as mulheres no Brasil. Nos lares para idosos, escolas e centros comunitários da Instituição, elas representam 56% dos atendidos. Em João Pessoa, PB, O Centro Comunitário de Assistência Social, da Legião da Boa Vontade, está localizado na Rua das Trincheiras, 703 — Jaguaribe. Para outras informações, ligue: (83) 3198-1500.

Jean Carlos
Assessoria de Comunicação LBV/PB

Quando precoce, câncer de mama tem 98% de chances de cura

cancer-de-mamaOs sinais e sintomas do câncer de mama podem variar de mulher para mulher. Algumas podem não apresentar nenhum, enquantooutras podem ter todos. A medicina não é matemática, cada organismo reage de um jeito.

O mais importante é a mulher conhecer o próprio corpo para detectar, antecipadamente, o possível tumor.

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“É de extrema importância que a mulher faça os exames rotineiros anualmente, que ela conheça o histórico genético de sua família,assim como o seu próprio corpo. Elas precisam chegar ao consultório para compartilhar o máximo de informações com o médico. Não se auto diagnosticarem, mas sim fornecer informações para o médico conhecer ainda mais a paciente”, afirma a psico-oncologista Dra. Luciana Holtz.

Sintomas do câncer de mama

Nódulo endurecido
Abaulamento de uma parte da mama
Inchaço da pele
Vermelhidão no local
Inversão do mamilo
Sensação de massa ou nódulo em uma das mamas
Sensação de nódulo aumentado na axila
Espessamento ou retração da pele ou do mamilo
Secreção sanguinolenta ou serosa pelos mamilos
Inchaço do braço
Descamação ou coceira

Quando um dos sintomas acima for apresentado, procure um ginecologista ou mastologista. O câncer, segundo a Luciana Holtz, quando diagnosticado precocemente tem chance em 98% de cura.

“A mulher precisa entender a importância dos exames de rotina. A mamografia salva vidas. Esse exame detecta o câncer ainda em estágio inicial. É de extrema importância a mulher a cima dos 40 anos realizar anualmente a mamografia. E para as mais novas, o ultrassom de mamas, que também é muito eficiente para a prevenção do câncer de mama”, afirma psico-oncologista.

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Alguns fatores de risco são comprometedores para aumentar a chance da mulher em desenvolver o câncer de mama. “Vale lembrar que ter um desses fatores não significa que você vai desenvolver a doença. Conhecer esses fatores serve para você melhorar os hábitos de vida”, afirma Luciana Holtz.

 

Fatores de risco

Ser mulher
Raça branca
Predisposição genética hereditária
Mulher sem história de gravidez ou com gravidez depois dos 30 anos de idade
Obesidade
Cigarro
Consumo de álcool (mais de suas doses diárias)
Menopausa tardia
Primeira menstruação antes dos 11 anos
Terapia de composição hormonal combinada (por mais de 10 anos)
Antecedentes de radioterapia
Mamas densas

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Aprenda a reconhecer os primeiros sintomas do câncer de mama

Cancer-de-mamaSe falamos de câncer, em qualquer de seus tipos, a primeira reação das pessoas geralmente é o medo. Claro que não se trata de uma doença “menor” em gravidade, mas atualmente as pessoas têm maiores probabilidades de tratarem e lidarem com o problema quando recebem o tratamento adequado.

É de vital importância o autoexame dos seios, que deve ser realizado periodicamente, desse modo será possível detectar qualquer anomalia na região e procurar por uma avaliação médica que avaliará se há gravidade ou não. Nem sempre essa avaliação indicará a presença de um câncer, mas a melhor opção é saber do que se trata o quanto antes.

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Os homens também podem se prejudicados por essa patologia, mas como os casos ocorrem com maior frequência em mulheres devido à carga hormonal, é raríssimo ouvir sobre câncer de mama em homens, mas na realidade eles também estão vulneráveis a isso.

A seguir, mencionaremos os primeiros sintomas do câncer de mama. Mas, lembre-se, a intenção desse artigo não é gerar medo e estresse mas sim informar sobre sintomas e demais características para que o conhecimento seja o melhor aliado a quem, infelizmente, precise em algum momento lidar com a doença.

Dessa maneira, com conhecimento, as probabilidades de recuperação serão cada vez maiores, pois isso fará a diferença entre uma detecção tardia ou não.

Primeiros sintomas

Dentre os primeiro sintomas podemos mencionar os nódulos, que podem aparecer nos seios ou nas axilas. Para detectá-los devemos realizar o exame do toque nos seios, e considerar que esse autoexame deve ser realizado logo depois de terminar o período menstrual, pois antes e durante esse período os seios se inflamam e isso dificulta uma boa exploração.

O afundamento na região da pele dos seios ou do bico deve chamar sua atenção. Se a pele na região do bico do seio se tornar escamosa também será um sinal de alerta. Outro sinal é a saída de alguma secreção na região, mas é importante não se desesperar, pois alguns desses sintomas não dão a certeza da presença de um câncer.

Tendo em vista esses sintomas, caso algum se manifeste, o procedimento é bem simples. Devemos ser responsáveis por nossa saúde e procurar um médico para obter um diagnóstico exato, evitando a detecção tardia desse tipo de doença.

Para isso, é recomendável realizar revisões médicas periódicas, anuais ou semestrais, sempre a critério profissional.

Cancer-de-mama

A maioria das pessoas tem ou péssimo costume de procurar o médico apenas quando passam por um susto ou um mal-estar importante. Mas as visitas periódicas podem fazer a diferença entre a vida e a morte de um paciente. Muitas vezes uma doença é detectada nesse tipo de visita e não precisamente por algum sintoma alarmante.

Também é importante conhecer os fatores de risco que podem aumentar as possibilidades de que uma pessoa desenvolva um câncer.

Fatores de risco

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Dentre os fatores de risco podemos mencionar os seguintes:

  • O sexo. Pessoas do sexo feminino têm probabilidades maiores de desenvolverem um câncer de mama, como mencionamos anteriormente, a carga hormonal no organismo feminino aumenta as probabilidades.
  • A idade. A idade avançada também é um fator que aumenta a probabilidade de desenvolvermos a doença. O câncer de mama geralmente se desenvolve em mulheres a partir dos 45 anos, porém há casos de ocorrência em mulheres mais jovens.
  • Fatores genéticos, alterações ou defeitos genéticos hereditários também predispõem ao desenvolvimento da doença.
  • Outros fatores como a obesidade, o sedentarismo, a má alimentação, aumentam o risco de desenvolvermos câncer de mama.
  • O uso de pílulas anticoncepcionais e o consumo de bebidas alcoólicas aumentam o risco de acordo com a frequência e quantidade de uso.

Cabe destacar que, tanto os sintomas como os fatores de risco do câncer de mama podem ser muito relativos. É possível que uma pessoa seja diagnosticada com o problema sem ter apresentado nenhum sintoma prévio, também existe a possibilidade de que uma pessoa com fatores de risco muito acentuados não apresentem alterações.

Da mesma forma, é importante conhecer os primeiros sintomas e os fatores de risco para que perante qualquer anomalia, recorramos a um profissional que realize a avaliação correta. O diagnóstico precoce pode salvar a sua vida!

 

melhorcomsaude

Estudo nos EUA liga carne vermelha a risco de câncer de mama

Thinkstock
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Comer muita carne vermelha no início da vida adulta pode aumentar ligeiramente o risco de câncer de mama, de acordo com um estudo realizado nos Estados Unidos.

Pesquisadores de Harvard dizem que substituir a carne vermelha por uma combinação de feijões, ervilhas e lentilhas, aves, nozes e peixe pode reduzir o risco da doença em mulheres mais jovens.

Mas especialistas britânicos pedem cautela, dizendo que outros estudos não mostraram ligação clara entre carne vermelha e câncer de mama.

Pesquisas anteriores demonstraram que a ingestão de grande quantidade de carne vermelha e processada provavelmente aumenta o risco de câncer de intestino.

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Os novos dados vêm de um estudo realizado nos Estados Unidos acompanhando a saúde de 89 mil mulheres com idades entre 24 a 43.

A equipe, liderada pela Escola de Saúde Pública de Harvard, analisou a dieta de quase 3.000 mulheres que desenvolveram câncer de mama.

Alimentação saudável e exercícios ajudam a prevenir o câncer; veja dicas

Na revista British Medical Journal, eles relataram que a “ingestão elevada de carne vermelha no início da idade adulta pode ser um fator de risco para o câncer de mama”.

Os próprios cientistas de Harvard, porém, descreveram o risco como ‘pequeno’.

O epidemiologista da Universidade de Oxford Tim Key disse que o estudo americano descobriu ‘apenas um elo fraco’ entre comer carne vermelha e câncer de mama, o que não era forte o suficiente para mudar a evidência apontada em estudos anteriores de que não há ligação definitiva entre a dois.

— As mulheres podem reduzir o risco de câncer de mama mantendo um peso saudável, ingerindo menos álcool e praticando exercícios, e não é uma má ideia trocar um pouco de carne vermelha — que está ligada ao câncer de intestino — por carne branca, feijão ou peixe.

Segundo a diretora da Unidade de Epidemiologia do Câncer da mesma universidade, Valerie Beral, dezenas de estudos já investigaram o risco de câncer de mama associado com a dieta.

— A totalidade da evidência disponível indica que o consumo de carne vermelha tem pouco ou nenhum efeito sobre o risco de câncer de mama, por isso os resultados de um único estudo não podem ser considerados isoladamente.

Evidências demonstram que provavelmente há uma relação entre comer muita carne vermelha e processada e o risco de câncer de intestino.

O Ministério da Saúde britânico recomenda que pessoas que comem mais do que 90 g (peso cozido) de carne vermelha e processada por dia devem reduzir a porção para 70 g.

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A cada 100 mulheres, 37 podem ter câncer de mama no Nordeste; Entenda

cancer-de-mamaNo mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, um dado alarmante ainda preocupa muitas mulheres. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), cerca de 57 mil novos casos de câncer de mama são estimados para 2014. Os dados fazem parte da publicação Estimativa 2014 – Incidência de Câncer no Brasil, lançado em parceria com o Ministério da Saúde.

 

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O câncer de mama é o tipo que mais acomete as mulheres em todo o mundo, tanto em países em desenvolvimento quanto em países desenvolvidos, respondendo por 22% dos novos casos a cada ano. No Brasil, a doença é a mais fequente nas mulheres das regiões Sul (71 casos/100 mil), Sudeste (71 casos/100 mil), Centro-Oeste (51 casos/100 mil) e Nordeste (37 casos/100 mil). Na região Norte é o segundo tipo mais incidente (21 casos/100 mil).

 

Os dados revelam que as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas, muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estágios avançados. Segundo a médica ginecologista e mastologista do Hapvida Saúde, Nair Margotti, o risco de desenvolvimento do câncer de mama aumenta quando a paciente apresenta fatores de riscos, como histórico familiar. A ginecologista destaca a importância da realização da mamografia. Para a médica, esse é o melhor método para diagnosticar a doença em uma fase inicial, antes que ela se dissemine para outros órgãos. Nesse estágio, as chances de cura são de 90%. “Devemos ter atenção para a realização da consulta com o mastologista e a realização da mamografia anualmente a partir dos 40 anos de idade”, explica.

 

A prevenção primária ainda é a melhor forma de combater a doença. Cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados por medidas como uma alimentação saudável, prática de atividade física regular e manutenção do peso ideal.

 

Segundo a fisioterapeuta Juliana Elias, da clínica Equilibra, o exercício físico é indicado não só na prevenção como também na recuperação das mulheres com câncer de mama, mas é preciso alguns cuidados. “Além de conversar com o médico para saber quando iniciar a atividade física após uma mastectomia, as pacientes devem buscar profissionais qualificados, que trabalhem exercícios adequados a cada fase de reabilitação pós-cirúrgica. Os movimentos devem focar o ganho de amplitude de movimento perdida após a cirurgia, equilibrando o trabalho de flexibilização e fortalecimento muscular”, alerta.

 

Para Juliana Elias, também é importante o profissional observar a resposta do exercício, ficar alerta a qualquer inchaço na região e ajustar o programa de acordo com a evolução da paciente. “O Pilates já pode ser iniciado assim que houver a possibilidade de movimento, pois irá trabalhar a reconexão desta mulher com o próprio corpo, a partir da respiração consciente e da percepção de cada movimento proposto. Neste método, a qualidade do movimento realizado promove uma reeducação e recuperação dos movimentos perdidos e da postura, levando ao resgate da autoconfiança e autoestima”, destaca a fisioterapeuta da Equilibra.

 

Campanha educativa

 

Com o intuito de alertar, prevenir e orientar as mulheres a respeito da importância do diagnóstico precoce do câncer de mama, o Paraíba Cap lançou uma campanha educativa em parceria com o Hospital Napoleão Laureano. O vídeo, com duração de quase dois minutos, traz o depoimento da médica mastologista Lakime Ângelo Mangueira Porto, que faz uma série de recomendações, destacando as principais armas de combate à doença, sendo a principal delas o diagnóstico precoce.

 

“Quanto mais cedo se faz o diagnóstico dessa patologia, mais chances de cura e de tratamento do paciente. As nossas armas são: o autoexame, o exame clínico com um profissional da área de saúde e a mamografia”, alerta a médica.

 

O vídeo faz parte do projeto “Minuto Cidadania” e pode ser conferido na internet, através do canal do youtube (https://www.youtube.com/watch?v=MezP-1DsaL8&list=UUUcQl63wh5-EwQ7NDnJVdfA).

paraiba.com com Assessoria

Para alertar sobre câncer de mama, mulheres arremessam sutiãs em Paris

Dezenas de mulheres – e também alguns homens – jogaram sutiãs para o alto na Praça do Trocadero em Paris neste domingo (16), em ação promovida por uma ONG para chamar atenção à prevenção e tratamento do câncer de mama.

Esta é a 5ª edição do evento batizado de Primavera e Arremesso de Sutiã da Pink Bra, organização sem fins lucrativos que o promove anualmente. A ação contou com a participação de dançarinas burlescas, que se apresentaram de lingerie e participaram do arremesso.

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Grupo fez apresentação de dança burlesca antes do arremesso de sutiãs (Foto: Benoit Tessier/Reuters)Grupo fez apresentação de dança burlesca antes do arremesso de sutiãs (Foto: Benoit Tessier/Reuters)
Arremesso de sutiãs chamou atenção de passantes no centro de Paris, na França (Foto: Benoit Tessier/Reuters)Arremesso de sutiãs chamou atenção de passantes no centro de Paris, na França (Foto: Benoit Tessier/Reuters)
G1

Um copo de suco de tomate por dia pode ajudar a prevenir câncer de mama

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Para quem gosta de suco de tomate, um incentivo a mais para apreciá-lo: estudo da Universidade de Rutgers, nos Estados Unidos, descobriu que um copo da iguaria por dia pode ajudar a prevenir câncer de mama. Os dados são do jornal Daily Mail.

 

O levantamento avaliou níveis hormonais de 70 mulheres a partir dos 55 anos, antes e depois do aumento do consumo de tomate por 10 semanas. Todas tinham excesso de peso ou parente próximo com câncer de mama, colocando-as em maior risco da doença.

 

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Constatou-se que o alimento aumenta em até 9% os níveis do hormônio adiponectina, envolvido na regulação das taxas de gordura e obesidade. O benefício vem do licopeno, que dá a cor vermelha ao tomate.

 

“Os resultados demonstram a importância de ideias de prevenção da obesidade. Consumir uma dieta rica em tomates teve um impacto maior sobre os níveis de hormônio em mulheres que mantiveram um peso saudável”, afirmou a cientista Adana Llanos.

 

Yinka Ebo, do Instituto de Pesquisa do Câncer do Reino Unido, comentou que é improvável que comer qualquer alimento específico tenha um grande impacto na prevenção do câncer. “Não há necessidade de começar a estocar os tomates. As mulheres podem reduzir o risco de câncer de mama por meio da manutenção de um peso saudável, beber menos álcool e ser fisicamente ativas”, finalizou Yinka.

 

 

Ponto a Ponto Ideias