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Em 66% dos casos de câncer de mama é a própria mulher que detecta os sinais

mamaUma pesquisa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) divulgada nesta quinta-feira (6) aponta que, em 66,2% dos casos de câncer de mama, é a própria mulher quem detecta os primeiros sinais da doença.

O estudo foi feito pelo Núcleo de Pesquisa Epidemiológica da Divisão de Pesquisa Populacional do Inca, que entrevistou 405 mulheres que procuraram atendimento devido a câncer de mama pela primeira vez entre junho de 2013 e outubro de 2014 no Rio de Janeiro.

Os principais sinais notados por essas mulheres foram a presença de um caroço (citado por 89,6% das mulheres) dor na mama (20,9%), alterações na pele da mama (7,1%), alterações no mamilo (2,6%), saída de secreção do mamilo (5,6%) e alteração no formato da mama (3,7%).

Em 30,1% dos casos, a doença foi identificada por uma mamografia ou outro exame de imagem e, em 3,7% dos casos, um profissional de saúde detectou a suspeita. O Inca e o Ministério da Saúde lançaram, nesta quinta-feira, uma campanha do Outubro Rosa, movimento de prevenção ao câncer de mama celebrado este mês, chamada “Câncer de mama: vamos falar sobre isso?”. A ideia é divulgar a informação de que todas as mulheres de 50 a 69 anos façam a mamografia a cada dois anos.

Câncer mais comum entre mulheres
O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil. Segundo estimativa do Inca, o Brasil deve ter 57.960 novos casos de câncer de mama em 2016. O câncer de mama também pode atingir homens, mas apenas 1% dos casos da doença correspondem a eles.

Em 2013, último ano com dados disponíveis, 14.388 pessoas morreram de câncer de mama no Brasil, sendo 14.206 mulheres e 181 homens.

Diagnóstico
A realização anual da mamografia para mulheres a partir de 40 anos é importante para que o câncer seja diagnosticado precocemente.

O autoexame é muito importante para que a mulher conheça bem o seu corpo e perceba com facilidade qualquer alteração nas mamas e assim procure rapidamente um médico. Vale lembrar que o autoexame não substitui exames como mamografia, ultrassom, ressonância magnética e biopsia, que podem definir o tipo de câncer e a localização dele.

Tratamento
O câncer de mama tem pelo menos quatro tipos mais comuns e alguns outros mais raros. Por isso, o tratamento não deve ser padrão. Cada tipo de tumor tem um tratamento específico, prescrito pelo médico oncologista. Entre os tratamentos estão a quimioterapia e radioterapia, a terapia alvo e a imunoterapia.

Por G1

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Diagnóstico pode salvar: 800 paraibanas devem desenvolver câncer de mama este ano

cancer-mamaO Instituto Nacional do Câncer (Inca) previu 800 casos novos de câncer de mama no Estado, até o final de 2016, mas pela dificuldade de diagnóstico, nem todas descobrirão. No Hospital Napoleão Laureano, em João Pessoa, referência para o tratamento na Paraíba, 200 mulheres iniciaram terapias, até agora. A dificuldade no agendamento, de consultas e exames, feito pelos municípios, e o adiamento da consulta por algumas mulheres podem agravar os casos e aumentar os óbitos que, este ano, chegam a 166, e somam 1.121 mortes de 2011 a 2015.

Para a mastologista Joana Barros, presidente da ONG Amigos do Peito,  existe muita burocracia para agendar a mamografia e as falhas na rede pública fazem com que haja um número menor de mulheres com o diagnóstico e a possibilidade de iniciar o quanto antes o tratamento. “Existe algo provando que não flui, porque a mulher não consegue agendar, não ultrapassa a barreira no meio do caminho. Não há o cumprimento do rastreamento mamográfico que é capaz de reduzir a mortalidade por câncer de mama”, analisou.

A médica observou que o autoexame, orientado pelas Secretarias de Saúde, é importante, mas não suficiente para que a paciente tenha um diagnóstico precoce. Ela ressaltou também que, em João Pessoa, há mamógrafos suficientes. “Já no interior, a situação é caótica. São pouquíssimos os municípios que têm condições”, lamentou.

Em 2015, foi lançada a campanha ‘Dê uma chance a elas’, com a venda de camisetas e outros produtos. O valor arrecadado foi usado na realização de biópsias para mulheres que haviam sido triadas no Laureano. Das mais de 100 mulheres atendidas em uma clínica particular, 40 apresentaram alterações e realizaram biópsias a baixo custo com a ajuda de parceiros da ONG Amigos do Peito. Destas, 38 tiveram diagnóstico positivo para câncer de mama.

“Resolvemos fazer esse trabalho porque há uma demora muito grande entre a mulher encontrar a lesão, seja ela vendo ou através de mamografia, e a realização da biópsia, que é essencial para dar início ao tratamento. Tem muitas mulheres nessa situação. Nas que conseguimos triar, demos uma agilidade no diagnóstico e foram encaminhadas para fazer o tratamento. Ou seja, com uma estrutura pequena, fizemos 38 diagnósticos de câncer. Imagine quantos casos estão por serem diagnosticados”, constatou a mastologista Joana Barros.

“O que é agendado pelos municípios, nós fazemos, mas estão sobrando mamografias. Isso traz prejuízo para o tratamento porque não começa a tempo. Fico triste com isso”, lamentou o diretor do Hospital Napoleão Laureano, Ivo Borges.

Até o final do ano, a Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa deve levar unidades móveis aos bairros de João Pessoa, equipadas com mamógrafos, reduzindo a distância entre pacientes e o exame, conforme Niedja Rodrigues, diretora de Atenção à Saúde da SMS.

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Câncer de mama antes dos 50 anos chega a 40% dos casos, diz estudo

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Embora o Ministério da Saúde recomende a realização periódica da mamografia somente a partir dos 50 anos, um novo estudo feito pelo A.C. Camargo Cancer Center traz de volta a polêmica sobre a idade a partir da qual as mulheres devem fazer o exame capaz de detectar o câncer de mama.

Levantamento do hospital com 4.527 pacientes mostra que 40% das mulheres que receberam o diagnóstico da doença entre os anos de 2000 e 2010 no centro médico tinham menos de 50 anos e não descobririam o tumor se tivessem seguido a orientação do ministério. Do total de pacientes acompanhadas, 11,4% descobriram a doença até os 39 anos e outras 28,7%, entre os 40 e os 49 anos. A Sociedade Brasileira de Mastologia recomenda o exame a partir dos 40 anos.

“Não podemos dizer que os dados do A.C. Camargo refletem toda a realidade brasileira, até porque somos um centro de referência em oncologia e isso leva a mais diagnósticos precoces. No entanto, esse estudo mostra que vale a pena investir na mamografia mais cedo. Sabemos que a curva de incidência da doença começa a aumentar a partir dos 40 anos e, quanto mais cedo descoberto o tumor, maior a chance de cura”, diz Fabiana Baroni Makdissi, cirurgiã oncologista e diretora de Mastologia do A.C. Camargo.

Os dados do levantamento provam o quanto o diagnóstico precoce é decisivo no sucesso do tratamento. Do total de mulheres que descobriram a doença no estágio 1, 96,1% estavam vivas após cinco anos. No grau 2, eram 89,2%. No estágio 3, o índice foi de 71,6%, número que caiu para 30,3% no estágio 4, o mais avançado.

Sinal. Diagnosticada com câncer de mama aos 37 anos, a supervisora de vendas Patrícia Rosa Moreira, hoje com 40, atribui à sorte a realização da mamografia que a fez descobrir a doença. “Foi por acaso. Eu fui doar sangue e deu uma alteração nas plaquetas. Resolvi fazer um check-up e pedi para a médica uma guia para fazer mamografia. Ela não queria dar de jeito nenhum, disse que eu ainda não estava na idade, mas eu bati o pé e ela deu”, conta.

O exame feito em 2014 detectou o tumor no grau 2. A supervisora teve de retirar a mama esquerda, fazer 16 sessões de quimioterapia e 25 de radioterapia. “O câncer já estava com 4 centímetros e eu não tinha nenhum sintoma, ele não era palpável. Nunca descobriria sem um exame. Se eu tivesse feito a mamografia aos 50 anos, ele já estaria espalhado pelo corpo.”

O tratamento terminou em dezembro de 2015 e, hoje, Patrícia aguarda pela cirurgia de reconstrução mamária, prevista para dezembro ou janeiro. “Enquanto eu estava no hospital, conheci muitas moças, de menos de 30 anos, com a doença. Acho errado passarem a mamografia só a partir dos 50 anos.”

O Ministério da Saúde diz que segue a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), de realização da mamografia para fins de rastreamento entre os 50 e 69 anos, porque “essa é a faixa etária com maior efetividade na prevenção e que possui evidência científica de impacto na mortalidade”.

A pasta diz ainda que orienta os médicos a solicitarem o exame antes às pacientes que tenham histórico da doença na família, especialmente se uma parente de primeiro grau tenha recebido o diagnóstico antes dos 50 anos. Nesses casos, a recomendação é que as mulheres passem por avaliação médica a partir dos 35 anos para que sejam definidos os exames necessários. Isso porque, no caso de mulheres mais jovens, com estrutura mamária diferente por causa da idade, nem sempre a mamografia é suficiente – podem ser solicitados ultrassom ou ressonância magnética.

Polêmica

Há quem critique a realização de mais mamografias para fins de rastreamento por causa do risco de resultado falso positivo – quando o exame inicial aponta a presença de uma lesão que não se confirma maligna em exames adicionais.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Medicina da Família e Comunidade, a recomendação para realização da mamografia periodicamente não resultou em queda da taxa de mortalidade por câncer de mama. Além disso, diz a entidade, o falso positivo pode causar danos às mulheres, como ansiedade, estresse e procedimentos desnecessários.

A oncologista do A.C. Camargo afirma que os benefícios do rastreamento são maiores do que os malefícios. “Por mais que, em alguns casos, a mamografia aponte a suspeita e ela seja descartada depois, em outros casos, o exame vai possibilitar que a mulher descubra mais cedo e tenha mais chances de cura”, afirma Fabiana.

Uol

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Começa na PB campanha ‘Outubro Rosa’ de alerta ao câncer de mama

outubro_rosaO Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, inicia nesta segunda-feira (3), a Campanha “Outubro Rosa”. A ação acontece em toda Paraíba com o objetivo de incentivar mulheres de todas as idades a realizarem exames clínicos para a prevenção do câncer de mama, o que mais atinge às mulheres. A abertura será realizada às 8h, no Centro do Diagnóstico do Câncer (CEDC), com um café da manhã, acolhimento, distribuição de material informativo, palestra com especialista, além de testemunho de mulheres que venceram o câncer de mama. A campanha acontece até dia 31.

Durante todo o mês de outubro, o CEDC vai oferecer atendimento às mulheres com suspeita ou diagnóstico de câncer de mama. Serão realizadas mamografias, coletas de citopatológico do colo do útero e consultas com mastologista. O Centro tem estrutura para receber toda a demanda do estado, com profissionais qualificados para os procedimentos de diagnósticos. Aliado a isso, têm laboratórios de citologia e patologia que auxiliam na confirmação do diagnóstico.

“O mês de outubro é dedicado à saúde mamária e é importante fazer um chamamento para que as mulheres possam vir as Unidades de Saúde da Família mais próximas das suas residências, para fazer o exame clínico, e numa alteração que houver, elas serão encaminhadas para o CEDC. O mais importante no Outubro Rosa é a união de forças da sociedade para despertar sobre a necessidade do exame clínico e, se for o caso, ir ao mastologista que pedirá ultrassonografia, mamografia, punção aspirativa ou biópsia mamária, a depender da situação”, explicou a diretora geral do CEDC, Roseane Machado.

O CEDC está localizado na Avenida Duarte da Silveira, nº 590, centro, em João Pessoa.

Hemocentro

O Hemocentro da Paraíba inicia nesta segunda-feira (3), às 9h, a Campanha de Doação Feminina alusiva ao Outubro Rosa, com o objetivo de aumentar o percentual de mulheres doadoras, e esclarecer sobre os mitos da doação entre as mulheres. O evento acontecerá até o dia 31 de outubro.

Na abertura da campanha, as mulheres presentes contarão com atividades de ginástica laboral, dinâmicas de grupos, além de sorteio de brindes e participação da palhaça Bom Te Ver.

O Hemocentro recebe em média 200 doadores e desse total somente 23% são do sexo feminino, cujo percentual está abaixo da meta proposta pelo Ministério da Saúde a todos os Hemocentros, que é de 30%.

“O Outubro Rosa é uma importante campanha mundial, que dá visibilidade à luta contra o câncer de mama, chamando atenção para a seriedade dos cuidados preventivos, por isso o Hemocentro se mobiliza para aderir a essa campanha, lembrando também da importância da saúde das mulheres para a doação de sangue”. Destacou Sandra Sobreira, diretora Geral do Hemocentro.

Coleta externa – Durante o mês de outubro, o Hemocentro da Paraíba promoverá várias coletas externas nas quais as mulheres poderão comparecer para fazer suas doações e ajudar a salvar vidas. No entanto, as doações externas estarão abertas para receber homens e mulheres.

“A mulher, assim como o homem, pode doar, apenas a gestação e o primeiro ano da amamentação impedem a doação em mulheres. O intervalo para cada doação é de dois meses para o homem e três meses para a mulher”, explicou a chefe do Núcleo de Ações Estratégicas do Hemocentro, Divane Cabral, adiantando que as ações serão intensificadas para este público, sensibilizando e incentivando as mulheres para serem doadoras.

Dados

De acordo com dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), no ano de 2015 foram registrados 244 óbitos por câncer de mama na Paraíba, sendo sua maioria – 129 óbitos – na faixa etária de 50 a 69 anos. Em 2016, até o momento, são 160 óbitos.

Câncer de Mama

Os principais fatores de risco para desenvolver o câncer de mama são o envelhecimento, a vida reprodutiva da mulher, história familiar de câncer de mama, sedentarismo, idade, entre outros aspectos.

O objetivo da detecção precoce é reduzir a mortalidade por câncer de mama, por meio do exame clínico anual, a partir dos 40 anos e da mamografia, no máximo, a cada dois anos, para mulheres de 50 a 69 anos.

Assessoria

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Governo inicia ‘Outubro Rosa’ para alertar sobre câncer de mama

outubro-rosaO Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, inicia na próxima segunda-feira (3), a Campanha “Outubro Rosa”. A ação acontece em toda Paraíba com o objetivo de incentivar mulheres de todas as idades a realizarem exames clínicos para a prevenção do câncer de mama, o que mais atinge às mulheres. A abertura será realizada às 8h, no Centro do Diagnóstico do Câncer (CEDC), com um café da manhã, acolhimento, distribuição de material informativo, palestra com especialista, além de testemunho de mulheres que venceram o câncer de mama. A campanha acontece até dia 31.

Durante todo o mês de outubro, o CEDC vai oferecer atendimento às mulheres com suspeita ou diagnóstico de câncer de mama. Serão realizadas mamografias, coletas de citopatológico do colo do útero e consultas com mastologista.  O Centro tem estrutura para receber toda a demanda do estado, com profissionais qualificados para os procedimentos de diagnósticos. Aliado a isso, têm laboratórios de citologia e patologia que auxiliam na confirmação do diagnóstico.

“O mês de outubro é dedicado à saúde mamária e é importante fazer um chamamento para que as mulheres possam vir as Unidades de Saúde da Família mais próximas das suas residências, para fazer o exame clínico, e numa alteração que houver, elas serão encaminhadas para o CEDC. O mais importante no Outubro Rosa é a união de forças da sociedade para despertar sobre a necessidade do exame clínico e, se for o caso, ir ao mastologista que pedirá ultrassonografia, mamografia, punção aspirativa ou biópsia mamária, a depender da situação”, explicou a diretora geral do CEDC, Roseane Machado.

Serviço de Diagnóstico Mamário da Paraíba – Em agosto deste ano, o Governo do Estado inaugurou no CEDC o Serviço de Diagnóstico Mamário da Paraíba. Para o serviço foi adquirido um mamógrafo totalmente digital, de alta tecnologia e definição da imagem mamográfica – o único deste tipo na Rede de Assistência da Paraíba. “O Serviço de Diagnóstico Mamário é um diferencial importante para o Estado. A mulher faz, em um mesmo lugar, sua consulta especializada [mastologista], sua mamografia e a ultrassonografia mamária. Além disso, a paciente pode realizar o procedimento necessário para o diagnóstico precoce do câncer de mama e encaminhar para o Laboratório de Patologia/Citopatologia, também no CEDC o material para ser analisado. Isso tudo reduz sobremaneira o percurso diagnóstico e terapêutico da mulher dentro da Rede SUS”, informou Roseane Machado.

O CEDC está localizado na Avenida Duarte da Silveira, nº 590, centro, em João Pessoa.

Dados – De acordo com dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), no ano de 2015 foram registrados 244 óbitos por câncer de mama na Paraíba, sendo sua maioria – 129 óbitos – na faixa etária de 50 a 69 anos.  Em 2016, até o momento, são 160 óbitos.

Câncer de Mama – Os principais fatores de risco para desenvolver o câncer de mama são o envelhecimento, a vida reprodutiva da mulher, história familiar de câncer de mama, sedentarismo, idade, entre outros aspectos.

O objetivo da detecção precoce é reduzir a mortalidade por câncer de mama, por meio do exame clínico anual, a partir dos 40 anos e da mamografia, no máximo, a cada dois anos, para mulheres de 50 a 69 anos.

Programação

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 Secom-PB

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Conheça os 11 sintomas do câncer de mama mais ignorados

cancer-de-mamaNormalmente se recomenda que a mulher faça o toque mamário para tentar descobrir se existe algo diferente – com um nódulo ou uma massa estranha – que possa indicar o risco de câncer de mama.

Mas, como destaca o site Good Housekeeping, o tumor da mama pode apresentar outros sintomas que não devem ser negligenciados. Conheça-os:

Ter os mamilos muito sensíveis, inchados ou que liberam líquido – que não seja leitematerno;

A textura da pele da mama está diferente, tipo casca de laranja, e com os poros muito abertos;

Tem um hematoma (nódoa negra) ou uma ferida que não desaparece ou sara;

Uma tosse ou rouquidão que surge do nada e não desaparece;

Tem alterações no funcionamento da bexiga e/ou do intestino sem motivo aparente;

Está sem energia e sente-se muito cansada e fraca independentemente de quantas horas durma;

Notou mudanças significativas no seu peso, apesar de não estar fazendo nada para isso;

Tem um nódulo na axila – o tecido mamário estende-se até às axilas, por isso é possível que um tumor surja na axila e não no peito;

Os seus seios ficaram com um tamanho irregular – um ficou notavelmente maior ou menor do que o outro?

Tem muita coceira nos seios;

Tem dores na parte superior das costas que não passam.

(Com Notícias ao Minuto)

180 Graus

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Brasil dá salto em sobrevivência a câncer de mama e próstata, diz estudo

cancer-de-mamaO Brasil deu importantes saltos nas taxas de sobrevivência de câncer de mama e próstata, segundo estudo publicado nesta quarta-feira na edição online do periódico especializado The Lancet.

O estudo mapeou diversos tipos de tumores em 67 países e quantas pessoas sobreviviam a eles cinco anos após seu diagnóstico.

A partir de dados de diagnósticos e óbitos analisados em sete cidades brasileiras, abrangendo cerca de 80 mil casos, concluiu-se que a porcentagem de sobrevivência de pacientes com câncer de mama subiu de 78,2% entre 1995 e 1999 para 87,4% entre 2005 e 2009 (dados mais recentes). O índice se assemelha ao de alguns países desenvolvidos.

Na análise de pacientes de câncer de próstata, a sobrevivência aumentou de 83,4% em 1995-99 para 96,1% em 2005-09.

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“Isso parece indicar uma melhoria na qualidade do tratamento e um aumento na detecção precoce dessas doenças no país”, disse à BBC Brasil Gulnar Azevedo e Silva, coautora do artigo do Lancet e pesquisadora e professora associada do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. “Mostra que o Brasil melhorou muito na atenção a alguns tipos de câncer.”

No entanto, os dados analisados por Azevedo no mesmo período sugerem uma piora nas taxas de sobrevivência a outros tipos mais letais – e de diagnóstico mais difícil – de câncer, como estômago (índice caiu de 33% para 25%), fígado (de 16% para 11,6%) e leucemia em adultos e crianças (de 34,3% para 20,3% e de 71,9% para 65,8%, respectivamente).

Para a especialista, isso pode não necessariamente significar que os brasileiros estão morrendo mais dessas doenças, mas sim que ficou mais fácil o acesso aos dados de mortalidade analisados pelo estudo entre 1995 e 2009.

“Acredito que, antes, muitos desses casos, ainda que letais, não eram registrados como casos de câncer e portanto nós (pesquisadores) não tínhamos como identificá-los. Portanto, essas porcentagens podem não ser totalmente comparáveis”, diz.

“Mas também parece não ter havido uma melhora no acesso ao diagnóstico e ao tratamento. Não é um problema só daqui – os índices foram semelhantes em outros países da América Latina.”

No Chile e em Cuba, por exemplo, as taxas de sobrevivência em câncer de estômago são de 18% e 26,2%. Mas o índice chega a ser bem mais alto em alguns países desenvolvidos: no Japão, ela sobe para 54%, mais que o dobro da taxa brasileira.

Para Azevedo, o país precisa manter o foco na detecção precoce dos tumores e investir para que a qualidade do tratamento dos cânceres se torne mais igualitária nas diversas partes do país.

Foto: Thinkstock
Acesso a tratamento e diagnóstico tem grandes diferenças em vários países do mundo

Disparidades no mundo

O estudo, o maior mapeamento internacional já feito para analisar a sobrevivência de 11 tipos de câncer, envolveu cerca de 26 milhões de casos em 67 países, mas concluiu que os dados de sobrevida de pacientes ainda são escassos.

Uma das principais conclusões, a partir dos dados existentes, é que existe uma grande disparidade entre países na eficiência de sistemas de saúde em diagnosticar e tratar as doenças. Isso faz com que cânceres sejam muito mais letais em alguns países do que em outros.

“A sobrevivência em cinco anos de crianças com leucemia aguda linfoblástica é de menos de 60% em diversos países, mas chega a 90% no Canadá e em quatro países europeus, o que indica grandes deficiências no gerenciamento de uma doença altamente curável”, diz o levantamento.

No Brasil, a taxa de sobrevivência dessa doença foi de 65,8% até 2009.

“As comparações de tendências internacionais revelam diferenças muito amplas de sobrevivência, que provavelmente podem ser atribuídas a diferenças no acesso a diagnósticos precoces e tratamento ideal”, prossegue o texto.

“A continuidade da observação da sobrevida ao câncer deve se tornar uma fonte indispensável de informação para pacientes e pesquisadores e um estímulo para políticos, que devem melhorar leis e sistemas de saúde.”

Por um lado, o estudo afirma que “o fardo global do câncer está crescendo, particularmente em países de renda baixa e média”, que têm de “implementar estratégias efetivas de prevenção” com urgência e pensar, no longo prazo, em estratégias de prevenção.

Por outro, houve melhorias consistentes na sobrevida de pacientes de câncer de próstata, intestino e mama em diversos países do mundo.

Já os tumores malignos de fígado e pulmão continuam sendo letais no mundo inteiro, com taxas de sobrevida ainda baixas (no Brasil, cerca de um terço dos pacientes sobrevive após cinco anos).

BBC Brasil

Outubro Rosa: LBV apoia iniciativa e conscientiza mulheres sobre o câncer de mama

 

LBV_OutubroRosaOutubro Rosa: a campanha internacional que acontece durante todo o mês tem por objetivo informar mulheres sobre a importância do exame preventivo do câncer de mama. Laços cor-de-rosa, monumentos iluminados com a mesma cor e ações de conscientização são realizadas de diferentes maneiras, em especial nesta época do ano, para alertar as mulheres sobre a importância de cuidar-se, realizar exames periódicos e também o autoexame das mamas.

 

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O movimento teve início nos anos 1990, nos Estados Unidos, e a cada ano vem se tornando mais presente em todo o mundo. É uma importante mobilização para o tema, já que o câncer de mama é a doença que mais mata mulheres entre 35 e 54 anos em todo o mundo.

 

Tipo mais comum em mulheres, o câncer de mama, quando descoberto em estágio inicial, pode ter cura em 95% dos casos. Por este motivo, o diagnóstico precoce é tão importante.

 

Ciente da importância da informação e da instrução para que este diagnóstico possa ocorrer o mais cedo possível, a Legião da Boa Vontade realiza diversas ações que colaboram para o objetivo da campanha Outubro Rosa. O cuidado com o Ser Humano em sua totalidade, passando pela reeducação de hábitos e a conscientização sobre diversos assuntos, é uma das premissas da LBV. Logo, a Instituição não poderia ficar de fora dessa importante campanha de alerta que é o Outubro Rosa.

 

Parcerias com postos de saúde e profissionais da área orientam e conscientizam principalmente as mulheres atendidas pela Instituição e as mães das crianças que participam das atividades socioeducacionais oferecidas pela Entidade.

 

Uma série de ações de conscientização é realizada por ocasião do Outubro Rosa. Na capital paraibana, a Legião da Boa Vontade (LBV) reunirá nesta terça, 21, os grupos da melhor idade atendidos pelo programa LBV — Vida Plena, para uma palestra com a assistente social da instituição para orientações sobre a prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama.

 

Para detectar precocemente o câncer de mama, os idosos serão orientados a realizar constantemente o autoexame. “É fundamental a realização constante do autoexame, baseado na palpação e também na mamografia, exame que utiliza radiação para identificar as alterações no órgão, como nódulos e tumores”, explicou a assistente social da LBV, Janielen Cavalcante.

 

Neste mês, a LBV intensifica em suas 77 unidades de atendimento as atividades de conscientização do tipo de câncer que mais atinge as mulheres no Brasil. Nos lares para idosos, escolas e centros comunitários da Instituição, elas representam 56% dos atendidos. Em João Pessoa, PB, O Centro Comunitário de Assistência Social, da Legião da Boa Vontade, está localizado na Rua das Trincheiras, 703 — Jaguaribe. Para outras informações, ligue: (83) 3198-1500.

Jean Carlos
Assessoria de Comunicação LBV/PB

Quando precoce, câncer de mama tem 98% de chances de cura

cancer-de-mamaOs sinais e sintomas do câncer de mama podem variar de mulher para mulher. Algumas podem não apresentar nenhum, enquantooutras podem ter todos. A medicina não é matemática, cada organismo reage de um jeito.

O mais importante é a mulher conhecer o próprio corpo para detectar, antecipadamente, o possível tumor.

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“É de extrema importância que a mulher faça os exames rotineiros anualmente, que ela conheça o histórico genético de sua família,assim como o seu próprio corpo. Elas precisam chegar ao consultório para compartilhar o máximo de informações com o médico. Não se auto diagnosticarem, mas sim fornecer informações para o médico conhecer ainda mais a paciente”, afirma a psico-oncologista Dra. Luciana Holtz.

Sintomas do câncer de mama

Nódulo endurecido
Abaulamento de uma parte da mama
Inchaço da pele
Vermelhidão no local
Inversão do mamilo
Sensação de massa ou nódulo em uma das mamas
Sensação de nódulo aumentado na axila
Espessamento ou retração da pele ou do mamilo
Secreção sanguinolenta ou serosa pelos mamilos
Inchaço do braço
Descamação ou coceira

Quando um dos sintomas acima for apresentado, procure um ginecologista ou mastologista. O câncer, segundo a Luciana Holtz, quando diagnosticado precocemente tem chance em 98% de cura.

“A mulher precisa entender a importância dos exames de rotina. A mamografia salva vidas. Esse exame detecta o câncer ainda em estágio inicial. É de extrema importância a mulher a cima dos 40 anos realizar anualmente a mamografia. E para as mais novas, o ultrassom de mamas, que também é muito eficiente para a prevenção do câncer de mama”, afirma psico-oncologista.

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Alguns fatores de risco são comprometedores para aumentar a chance da mulher em desenvolver o câncer de mama. “Vale lembrar que ter um desses fatores não significa que você vai desenvolver a doença. Conhecer esses fatores serve para você melhorar os hábitos de vida”, afirma Luciana Holtz.

 

Fatores de risco

Ser mulher
Raça branca
Predisposição genética hereditária
Mulher sem história de gravidez ou com gravidez depois dos 30 anos de idade
Obesidade
Cigarro
Consumo de álcool (mais de suas doses diárias)
Menopausa tardia
Primeira menstruação antes dos 11 anos
Terapia de composição hormonal combinada (por mais de 10 anos)
Antecedentes de radioterapia
Mamas densas

180 graus

Aprenda a reconhecer os primeiros sintomas do câncer de mama

Cancer-de-mamaSe falamos de câncer, em qualquer de seus tipos, a primeira reação das pessoas geralmente é o medo. Claro que não se trata de uma doença “menor” em gravidade, mas atualmente as pessoas têm maiores probabilidades de tratarem e lidarem com o problema quando recebem o tratamento adequado.

É de vital importância o autoexame dos seios, que deve ser realizado periodicamente, desse modo será possível detectar qualquer anomalia na região e procurar por uma avaliação médica que avaliará se há gravidade ou não. Nem sempre essa avaliação indicará a presença de um câncer, mas a melhor opção é saber do que se trata o quanto antes.

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Os homens também podem se prejudicados por essa patologia, mas como os casos ocorrem com maior frequência em mulheres devido à carga hormonal, é raríssimo ouvir sobre câncer de mama em homens, mas na realidade eles também estão vulneráveis a isso.

A seguir, mencionaremos os primeiros sintomas do câncer de mama. Mas, lembre-se, a intenção desse artigo não é gerar medo e estresse mas sim informar sobre sintomas e demais características para que o conhecimento seja o melhor aliado a quem, infelizmente, precise em algum momento lidar com a doença.

Dessa maneira, com conhecimento, as probabilidades de recuperação serão cada vez maiores, pois isso fará a diferença entre uma detecção tardia ou não.

Primeiros sintomas

Dentre os primeiro sintomas podemos mencionar os nódulos, que podem aparecer nos seios ou nas axilas. Para detectá-los devemos realizar o exame do toque nos seios, e considerar que esse autoexame deve ser realizado logo depois de terminar o período menstrual, pois antes e durante esse período os seios se inflamam e isso dificulta uma boa exploração.

O afundamento na região da pele dos seios ou do bico deve chamar sua atenção. Se a pele na região do bico do seio se tornar escamosa também será um sinal de alerta. Outro sinal é a saída de alguma secreção na região, mas é importante não se desesperar, pois alguns desses sintomas não dão a certeza da presença de um câncer.

Tendo em vista esses sintomas, caso algum se manifeste, o procedimento é bem simples. Devemos ser responsáveis por nossa saúde e procurar um médico para obter um diagnóstico exato, evitando a detecção tardia desse tipo de doença.

Para isso, é recomendável realizar revisões médicas periódicas, anuais ou semestrais, sempre a critério profissional.

Cancer-de-mama

A maioria das pessoas tem ou péssimo costume de procurar o médico apenas quando passam por um susto ou um mal-estar importante. Mas as visitas periódicas podem fazer a diferença entre a vida e a morte de um paciente. Muitas vezes uma doença é detectada nesse tipo de visita e não precisamente por algum sintoma alarmante.

Também é importante conhecer os fatores de risco que podem aumentar as possibilidades de que uma pessoa desenvolva um câncer.

Fatores de risco

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Dentre os fatores de risco podemos mencionar os seguintes:

  • O sexo. Pessoas do sexo feminino têm probabilidades maiores de desenvolverem um câncer de mama, como mencionamos anteriormente, a carga hormonal no organismo feminino aumenta as probabilidades.
  • A idade. A idade avançada também é um fator que aumenta a probabilidade de desenvolvermos a doença. O câncer de mama geralmente se desenvolve em mulheres a partir dos 45 anos, porém há casos de ocorrência em mulheres mais jovens.
  • Fatores genéticos, alterações ou defeitos genéticos hereditários também predispõem ao desenvolvimento da doença.
  • Outros fatores como a obesidade, o sedentarismo, a má alimentação, aumentam o risco de desenvolvermos câncer de mama.
  • O uso de pílulas anticoncepcionais e o consumo de bebidas alcoólicas aumentam o risco de acordo com a frequência e quantidade de uso.

Cabe destacar que, tanto os sintomas como os fatores de risco do câncer de mama podem ser muito relativos. É possível que uma pessoa seja diagnosticada com o problema sem ter apresentado nenhum sintoma prévio, também existe a possibilidade de que uma pessoa com fatores de risco muito acentuados não apresentem alterações.

Da mesma forma, é importante conhecer os primeiros sintomas e os fatores de risco para que perante qualquer anomalia, recorramos a um profissional que realize a avaliação correta. O diagnóstico precoce pode salvar a sua vida!

 

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