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Maluf chama Lula de “grande estadista” e diz que Dilma vence no 1º turno

maluf1O ex-ministro da Saúde da presidente Dilma Rousseff e pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, Alexandre Padilha, selou na manhã desta sexta-feira (30) a aliança com o PP de Paulo Maluf, agregando mais de um minuto no horário eleitoral gratuito.

O evento foi realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo, zona sul da cidade.

Em discurso, Maluf elogiou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, disse que Dilma Rousseff vence as eleições no 1º turno e explicou porque irá apoiar Padilha.

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Uol

Maluf tenta novo acordo e oferece US$ 1 mi para não ser preso em Nova York

maluf-interpolOs advogados do deputado Paulo Maluf (PP-SP) em Nova York propuseram um acordo à Promotoria daquela cidade, pelo qual Maluf pagaria uma multa de US$ 1 milhão (R$ 2,2 milhões), para se livrar de uma ordem de prisão preventiva decretada em 2007. A informação é do jornal “Folha de S.Paulo” e foi publicada nesta quarta-feira. Maluf quer voltar a viajar para o exterior sem correr o risco de ser preso, segundo a publicação.

Na proposta de Maluf, ele também entregaria um anel de sua mulher, Sylvia Maluf, avaliado em US$ 250 mil (R$ 557 mil). O anel, de rubi e diamantes, foi enviado para ser leiloado nos EUA, mas acabou apreendido por promotores.

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Maluf foi incluído na lista de procurados, em 2010, a pedido da Promotoria de Nova York, após investigação conjunta de promotores brasileiros e americanos, iniciada no Brasil em 2001. Em 2007, a justiça americana determinou a prisão de Maluf pelos crimes de conspiração, auxílio na remessa de dinheiro ilegal para Nova York e roubo de dinheiro público em São Paulo.

O deputado federal é acusado de desviar recursos das obras de uma avenida na capital paulista e remetê-los para Nova York, e em seguida para a Suíça, Inglaterra e Ilha de Jersey, um paraíso fiscal. Depois, segundo o MP paulista, parte do dinheiro era investida na Eucatex, empresa do ex-prefeito em São Paulo. Maluf nega as acusações.

De acordo com a “Folha”, esta é a segunda vez que o deputado faz uma tentativa de acordo com promotores de Nova York. Em 2009 seus advogados propuseram pagar entre US$ 13 milhões e US$ 15 milhões para acabar com a ação. No final daquele ano, a Promotoria retirou o nome de Maluf da lista da Interpol para que ele pudesse passar o final do ano na Europa.

 

O Globo

Maluf terá de devolver mais de R$ 21 milhões aos cofres de São Paulo

A juíza Liliane Keyko Hioki, da 3ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, determinou que o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) terá de devolver mais de R$ 21 milhões à Prefeitura de São Paulo até o final de outubro. O ex-prefeito perdeu uma ação movida pelo Ministério Público Estadual representada por adversários petistas na época em que comandava a administração municipal, de acordo com reportagem publicada nesta quarta-feira, 10, no jornal Folha de S. Paulo.

O valor é referente aos prejuízos causados pelo “escândalo dos precatórios”, como ficou conhecido o caso de improbidade administrativa sobre as operações com papéis do Tesouro Municipal. Caso Maluf não devolva a quantia, cujo valor foi atualizado em agosto, deverá pagar juros e multa de 10%.

A representação foi apresentada pelo PT em 1996, no último ano do mandato de Maluf, que começou seu governo à frente da Prefeitura em 1993. Atualmente, o parlamentar integra a coligação de Fernando Haddad, o candidato petista à administração paulistana.

Maluf, via assessoria de imprensa, disse não ter qualquer responsabilidade pelas operações sobre as quais o processo se baseia. Assessores do deputado disseram em nota que ele “nunca assinou nenhum documento relativo à ação. Isso está ainda em discussão com a Justiça”.

Fonte: Estadão

Marta vai gravar para Haddad, mas não quer aparecer ao lado de Maluf

A senadora Marta Suplicy (PT-SP) concordará em gravar mensagem de apoio ao candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, no horário eleitoral, mas não quer aparecer em nenhum ato ao lado do deputado Paulo Maluf (PP), que aderiu à campanha petista. A decisão de Marta será comunicada nesta segunda-feira ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com quem ela vai almoçar.

Na semana passada, a presidente Dilma Rousseff fez um apelo à senadora para que ela ajudasse Haddad. Nas duas conversas mantidas no Palácio do Planalto, Dilma pediu a Marta que apresentasse o ex-ministro da Educação aos eleitores de São Paulo, principalmente na zona leste, onde ele vem perdendo votos para Celso Russomanno (PRB).

Desde que foi obrigada por Lula e Dilma a desistir da candidatura para o lançamento de Haddad, no ano passado, a senadora tem se recusado a entrar na campanha do PT. Agora, Marta cederá aos apelos de Lula, mas com algumas condições. Não quer, por exemplo, ver Maluf por perto, embora o deputado também tenha apoiado sua frustrada tentativa de reeleição, no segundo turno da campanha de 2004, quando ela perdeu a Prefeitura para José Serra, do PSDB.

“Eu pensava que teria pesadelos com o (prefeito Gilberto) Kassab. Imagine agora com o Maluf”, disse a senadora, em junho, quando o PT fechou aliança com o deputado do PP, que é acusado de lavagem de dinheiro e tem o nome no alerta vermelho da Interpol (Polícia Internacional).

Lula foi à casa de Maluf, naquele mês, e tirou votos com o deputado no dia em que ele anunciou o apoio a Haddad. A estratégia deu errado e, depois disso, o candidato do PT caiu nas pesquisas de intenção de voto.

O ex-presidente até hoje atribui o que os petistas chamam de “tiro no pé” a integrantes do Diretório Municipal do PT e ao próprio candidato, que o teriam convencido da necessidade de posar ao lado de Maluf.

Além de se recusar a aparecer junto com Maluf, Marta não pretende gastar sola de sapato por Haddad. Ela irá a um ou outro compromisso da campanha e subirá no palanque do ex-ministro, mas não com a frequência que desejam os petistas.

Em março, Marta disse ao Estado que Haddad precisava “gastar sola de sapato” para sair do anonimato. Recomendou, ainda, que ele prestasse atenção nas alianças. “O restante é conhecer os problemas da cidade e conquistar a militância. Ninguém pode substituir nem fazer isso pelo candidato”, afirmou a senadora, à época.

Fonte: Estadão

Estadão cita acordo de Aguinaldo com Maluf como “maior baque” do PMDB

Estadão cita acordo de Aguinaldo com Maluf como “maior baque” do PMDB, mas diz que pode haver mudança, como em Manaus

O Jornal Estado de São Paulo voltou a comentar o acordo que envolveu o Ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro e Paulo Maluf, para garantir o apoio do PP ao candidato petista à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad. Segundo o Estadão, o acordo de Aguinaldo com Maluf foi o “maior baque” que o PMDB sofreu do PT no país.

“Nessas eleições, o maior baque foi o rompimento da aliança de mais de oito anos em Campina Grande, onde o PT deixou de apoiar o candidato do senador Vital do Rêgo Filho (PMDB-PB) para compor a chapa de Daniella Ribeiro (PP), irmã do ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro. A composição foi parte do acordo para que o PP de Paulo Maluf apoiasse Fernando Haddad em São Paulo”, diz o jornal.

O Estadão dá a entender, porém, que pode haver mudança no rumo do PT em Campina Grande, que decidiu apoiar a candidata Daniela Ribeiro, irmã do Ministro Aguinaldo Ribeiro. O jornal cita o caso de Manaus, onde o PT, que havia anunciado apoio à candidata do PP à Prefeitura local, voltou atrás e decidiu apoiar o candidato apoiado do Eduardo Braga (PMDB-AM).

Veja a matéria, na íntegra:

Disputas municipais acentuam feridas entre PT e PMDB

As divergências eleitorais em cidades estratégicas, como São Bernardo do Campo, no ABC paulista, e Campina Grande, na Paraíba, agravaram feridas na combalida relação entre PT e PMDB. De acordo com um cacique peemedebista, os rumos da aliança com o PT em 2014 dependem do resultado das eleições municipais e, logo depois, da sucessão nas presidências da Câmara e do Senado. Outra conjuntura política poderá surgir desses novos cenários, diz o peemedebista.

O PMDB receia que o PT não cumpra o compromisso de apoiar o seu candidato na sucessão do petista Marco Maia (RS) na presidência da Câmara, conforme acordo firmado no ano passado. Os rumores são de que o governo rejeitaria o nome do líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), que cobiça o cargo. Por isso, planejaria apoiar, nos bastidores, o candidato de uma ampla aliança entre partidos médios, encabeçada por PSB e PSD.

Esse medo se acentua com a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que reconheceu o direito do PSD ao tempo de televisão e aos recursos do fundo partidário. Nesse cenário, o PSD desponta como a terceira maior bancada da Câmara, ultrapassando o PSDB, e como força política com musculatura para enfrentar o PMDB, caso junte-se ao PSB do governador Eduardo Campos (PE).

O PMDB já não escondia o ressentimento com o PT ao perder espaço no governo da presidente Dilma Rousseff, quando deixou de comandar pastas importantes, como o Ministério da Saúde. Nessas eleições, o maior baque foi o rompimento da aliança de mais de oito anos em Campina Grande, onde o PT deixou de apoiar o candidato do senador Vital do Rêgo Filho (PMDB-PB) para compor a chapa de Daniella Ribeiro (PP), irmã do ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro. A composição foi parte do acordo para que o PP de Paulo Maluf apoiasse Fernando Haddad em São Paulo.

Um alento nesse cenário de disputas foi Manaus (AM), onde após intensa articulação, o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), conseguiu trazer o PT para a coligação de um candidato apoiado por ele. O PT resistia e Braga chegou a desabafar com a presidente Dilma Rousseff que seria um desprestígio pra ele, como líder do governo, não levar o PT para a aliança local. Na última hora, uma reviravolta: a candidata que era para ser Rebecca Garcia, do PP, abandonou a disputa. Com isso, a candidata a prefeita será a senadora Vanessa Graziottin (PCdoB), com apoio do PMDB de Braga, do PSD do governador Omar Aziz e do PT. O vice na chapa será um petista, o ex-secretário municipal do Trabalho Vital da Costa Melo.

Fonte: Acompanhamento de Mídia e Estadão

Folha diz que Daniella Ribeiro ganhou apoio do PT como “recompensa” pelo cargo que o irmão deu a Maluf

A edição impressa do jornal Folha de São Paulo trouxe matéria, nesta quinta-feira 21),  na qual afirma que a pré-candidata do Partido Progressista (PP) à Prefeitura de Campina Grande, Daniela Ribeiro (que a Folha chamou de Danielle Ribeiro) ganhou o apoio do Partido dos Trabalhadores em Campina Grande como “recompensa” pelo cargo no Ministério das Cidades que o irmão, Aguinaldo Ribeiro deu a Maluf, para acomodar um aliado.

Segundo a reportagem, Daniela foi beneficiada pelo trabalho de articulação que o irmão Aguinaldo Ribeiro fez para levar o apoio de Maluf e do PP a Fernando Haddad, candidato a Prefeito de São Paulo pelo PT. “A operação petista para atrair o ex-prefeito foi combinada há cerca de 20 dias entre o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro (PP), o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff”, disse a Folha.

A reportagem, assinada pelos jornalistas Bernardo Mello Franco, Daniela Lima, Diógenes Campanha e Andréia Sadi, tem um sub-tópico intitulado “RECOMPENSA”, no qual relata que a irmã de Aguinaldo foi beneficiada com o apoio do PT graças ao cargo dado pelo irmão a Maluf.

“Ao intermediar sua mudança de lado, o ministro das Cidades obteve a adesão do PT à sua irmã, Danielle Ribeiro, que disputará a Prefeitura de Campina Grande (PB)”, disse o jornal Folha de São Paulo.

Acompanhamento de Mídia, com Folha de São Paulo

Erundina admite desistir de candidatura a vice por causa de Maluf

A deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP) afirmou nesta segunda-feira que irá reavaliar a decisão de sair candidata a vice na chapa de Fernando Haddad (PT) à Prefeitura de São Paulo por causa do apoio de Paulo Maluf ao petista.

– É uma situação muito constrangedora. Tenho que rever essa situação – afirmou ao GLOBO.

Erundina acrescentou que conversou com lideranças da sociedade, que se mostraram contrárias às aliança.

– Não sabia dessa possibilidade de composição com o Maluf (quando aceitou entrar na chapa). Isso se confirma num gesto público muito simbólico, com os três (Maluf, Lula e Haddad) na casa do Maluf.

Para a deputada, a ligação de Maluf com a ditadura militar é inaceitável. Ela vai tomar uma posição definitiva nos próximos dias.

– Vou conversar com o meu partido. Meu partido tem outros nomes, não tem problema nenhum. Mas eu não aceito.

O Globo

Maluf afirma que fez aliança com PT por ‘amor a São Paulo’

Em ato em que formalizou o apoio do PP à candidatura de Fernando Haddad (PT) à Prefeitura de São Paulo, o deputado Paulo Maluf (PP-SP) negou nesta segunda-feira relação da aliança com a nomeação de um indicado seu no Ministério das Cidades.

O deputado disse não conhecer Osvaldo Garcia, nomeado secretário nacional de saneamento ambiental do Ministério das Cidades na última sexta-feira e afirmou que apoiará o pré-candidato do PT em São Paulo, Fernando Haddad, “por amor a São Paulo”.

Questionado sobre o pepista no ministério Maluf disse: “Não conheço ele. Parece que é do Paraná. É do PP do Paraná.”

A aliança foi fechada hoje na casa de Maluf, no Jardim Europa, com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do presidente do PT, Rui Falcão, além de malufistas históricos, como o vereador Wadih Mutran (PP).

Rodrigo Coca/Fotoarena/Folhapress
Maluf (à dir.) com Haddad e Lula em sua casa em evento para selar aliança com PT
Maluf (à dir.) com Haddad e Lula em sua casa em evento para selar aliança com PT

“É o nosso candidato porque eu amo São Paulo. E por amor a São Paulo eu tenho plena convicção de que São Paulo vai precisar do governo federal para resolver seus problemas.”

Esta será a primeira vez que PT e Maluf serão aliados no primeiro turno de uma eleição na capital paulista.

“Nós não devemos olhar pelo retrovisor. Temos de olhar pelo para-brisa. Quem olha pra trás, não olha para a frente.”

Maluf se dispôs a participar do programa de Haddad na TV, mas desconversou sobre a possibilidade de subir ao palanque com o petista.

“No que ele precisar de mim e do partido, vamos estar com ele. Hoje o palanque não tem mais, porque é proibido você levar artistas. No palanque eletrônico, se ele precisar, estou aqui.”

Maluf disse ainda que divergências ideológicas com o PT não existem mais.

“Não tem mais no mundo esquerda e direita”, disse Maulf. “O que tem hoje é “efficacité” [eficácia em francês]. Eu fiz a minha opção por uma parceria estratégica com o governo federal.”

Folha.com

Maluf apela a ministro para fugir da Interpol

Beto Oliveira/Câmara

Na mira da Interpol em mais de 170 países, menos no Brasil, o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) pediu ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, um ‘jeitinho’ para se livrar da prisão. Acusado pela Promotoria de Nova York de lavagem de dinheiro, entre outros crimes, enquanto prefeito de São Paulo, Maluf tem que depor no estado americano. Mas pode ser detido assim que desembarcar lá. O deputado tentou negociar depoimento na Embaixada dos Estados Unidos em Brasília, em vão. Agora, Cardozo intervém para que Maluf preste o depoimento por videoconferência.

‘Prisão’ domiciliar
Maluf só está na lista da Interpol porque não compareceu ao depoimento em NY. Apreciador de bons vinhos e viagens, sua maior prisão é não poder sair do Brasil.

Alô?, alô?
O deputado liga praticamente todos os dias para o ministro da Justiça atrás de novidades, e como forma de pressioná-lo. Os americanos estão irredutíveis.

Apagão no palácio
O que mais chamou a atenção na posse da ministra Carmem Lúcia, na presidência do TSE, não foi seu discurso que prometeu combater a corrupção. Os convidados ficaram boquiabertos com o nababesco prédio, que esbanja espaço e luxo, inaugurado ao preço de R$ 500 milhões.Mas, como nem tudo é perfeito, há constantes interrupções do fornecimento de energia e água.

MMA do Requião
O senador Roberto Requião aprontou uma na ExpoLondrina sexta passada, onde foi provocado por adversários locais. Para um canal de TV local, incitado a falar como via o evento, soltou: “Só vejo sonegador e ladrão de gado aqui”. O tempo fechou.

Zen supremo
Com a posse do ministro Ayres Britto na presidência do STF, a Corte entra na ‘era de Aquarius’. Britto é conhecido por seu astral zen, por ser poeta, bem distante da sisudez do seu antecessor Cezar Peluso.

Quem manda
Apesar do novo líder Eduardo Braga (PMDB-AM), quem voltou a mandar no Senado foram José Sarney e Renan Calheiros. Eles já controlam a CPI mista do Cachoeira.

Xerifona
Mas haverá ordem. Para a senadora Ana Amélia (PP-RS), mesmo que se confirme “um poder paralelo”, há limites para manobras dos dois caciques do PMDB.

Diagnóstico dos hospitais
Começa a render o apelo do presidente da Embratur, Flávio Dino, que perdeu um filho por mau atendimento em hospital de Brasília. A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara debaterá regras de fiscalização da rede privada de saúde.

A serra, de novo
Nova Friburgo, na serra do Rio, continua a sofrer com os efeitos das chuvas deste e do ano passado. O deputado Rogério Cabral (PSD) entregou ao governador Sérgio Cabral pauta com cinco projetos que considera essenciais para melhorar a situação.

Código de defesa
Os verdes querem postergar para depois da Conferência Rio+20, em junho, a votação do Código Florestal na Câmara, embora os partidos tenham tratado de colocá-lo em pauta semana que vem.

Mais um
O PMDB fez questão de ordem junto ao ministro Luiz Fux, do STF, e solicitou a reconsideração da decisão que tornou inelegível o ex-governador Marcelo Miranda (PMDB) na disputa pelo Senado. Ele quer a vaga de Vicentinho Alves.

Ponto Final
Cavendish, da Construtora Delta, contratou empresa de comunicação para gerenciamento de crise. E deram-lhe, claro, uma crise, com a exposição na mídia.

Com Gilmar Correa

http://congressoemfoco