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Confirmado mais um caso de malária na Paraíba, totalizando 13 até agora

Mais um caso de malária foi confirmado neste sábado (13) ,na Paraíba. O paciente está internado no Hospital Universitário Lauro Wanderley, em João Pessoa, conforme divulgado boletim divulgado nesta manhã. O paciente deu entrada na unidade ontem sexta-feira (12).

O paciente é um homem de 59 anos, também morador do Conde, município em que há o foco da doença, situado no Litoral Sul paraibano. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, ele é a única pessoa com malária internada na instituição, já iniciou o tratamento e está clinicamente bem.

O primeiro caso de malária na Paraíba este ano foi constatado no dia 29 de março. Desde então, novos casos foram diagnosticados e, apenas em junho, cinco casos, incluindo o importado, identificado em uma venezuelana, foram registrados.

Outros 12 casos da doença, além de um caso “importado”, ou seja, que não foi contraído na região, já foram identificados no estado.

pbagora

 

Paraíba tem 13º caso de malária diagnosticado em venezuelana

Uma venezuelana foi diagnosticada com malária e está em tratamento no Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW) de João Pessoa. Esse é o 13º caso registrado na Paraíba em 2019, confirmado nesta quarta-feira (26) pela unidade de saúde. De acordo com a assessoria do HU, a mulher de 51 anos chegou no Brasil, em Roraima, no dia 1º de junho.

Em João Pessoa, ela chegou na última segunda-feira (24), fez o teste da gosta espessa em um posto de saúde e segue em tratamento no HU. Ainda conforme informação da unidade de saúde, o quadro clínica da mulher teria começado em Brasília, onde esteve no dia 2 junho, logo após a chegada ao Brasil.

O 12º caso de malária na Paraíba em 2019 foi confirmado no dia 18 de junho pelo HULW, em João Pessoa. Só este mês foram confirmados seis casos. De acordo com o hospital, o paciente é um homem, de 32 anos, agricultor, e morador do sítio Gurugi II, na zona rural da cidade do Conde. Ele deu entrada na instituição no dia 17, já com o diagnóstico de malária, e também iniciou o tratamento. Ele recebeu alta na tarde desta terça-feira (25).

Malária

A malária é uma doença infecciosa febril aguda, causada por protozoários transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles. Toda pessoa pode contrair a malária. Pessoas que tiveram vários episódios de malária podem atingir um estado de imunidade parcial, apresentando poucos ou mesmo nenhum sintoma no caso de uma nova infecção. A doença não é contagiosa.

Os principais sintomas da malária são febre alta, calafrios, tremores, sudorese, dor de cabeça, que podem ocorrer de forma cíclica, em dias intercalados. Muitas pessoas, antes de apresentarem estas manifestações mais características, sentem náuseas, vômitos, cansaço e falta de apetite.

G1

 

Confirmado 12º caso de malária no Conde

Um homem de 32 anos diagnosticado com malária foi internado no Hospital Universitário Lauro Wanderley, em João Pessoa, na tarde dessa segunda-feira (17). Ele é agricultor e morador de um sítio na Zona Rural de Conde, município da região metropolitana. Este é o 12º caso confirmado da doença, segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES).

De acordo com a assessoria do Hospital Universitário, o homem já chegou ao hospital com um teste positivo para malária. Ele está internado em situação estável e deve permanecer no hospital por no mínimo sete dias.

Além deste paciente, outros dois homens diagnosticados com malária continuam em tratamento no Hospital Universitário e passam bem.

 

portalcorreio

 

 

Paraíba tem oito casos de malária confirmados em menos de três meses, em 2019

Mais dois casos de malária foram confirmados pelo Hospital Universitário Lauro Wanderley (HU), em João Pessoa, nesta segunda-feira (3). Um homem de 25 anos e uma mulher de 53 anos, ambos moradores do Conde, Região Metropolitana de João Pessoa, deram entrada na unidade de saúde no último sábado (1º). Já são oito casos da doença confirmados em menos de três meses, em 2019. O primeiro caso foi registrado no dia 29 de março de 2019.

De acordo com a assessoria de imprensa do HU em João Pessoa, o homem de 25 anos chegou até a unidade de saúde no sábado e, após exames, a doença foi confirmada. No entanto, ele não precisou de internação e está sendo tratado no município do Conde.

No mesmo dia, a mulher de 53 anos também chegou até o hospital com os sintomas da malária. O caso foi confirmado e ela permanece em tratamento no HU. O estado de saúde é considerado estável.

Outros quatro casos confirmados

O sexto caso de paciente com malária na Paraíba foi confirmado no dia 27 de maio pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). A paciente é moradora de João Pessoa, mas tinha constância em ir para o município do Conde, área de risco potencial da doença. Após apresentar sintomas compatíveis com os da doença, somado ao histórico de idas ao Conde, a paciente foi submetida ao teste rápido que confirmou a presença do vírus. Ela permanece internado no Hospital Universitário da capital, com estado de saúde estável.

O quinto caso de malária foi confirmado no município do Conde, Litoral Sul da Paraíba, no dia 20 de maio. De acordo com a secretária de saúde da cidade, Renata Martins, uma mulher de 27 anos deu entrada no pronto atendimento com os sintomas semelhantes.

A confirmação do quarto caso foi identificada em um idoso, de 60 anos, que mora no bairro Village Jacumã, no Conde. Após o diagnóstico, o tratamento foi iniciado no município, mas devido a outras doenças, ele foi transferido para o Hospital Universitário (HU) Lauro Wanderley, da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa. Ele recebeu alta no dia 8 de maio.

O terceiro caso foi identificado em uma mulher, de 40 anos, moradora do bairro de Jacumã, no Conde. Ela deu entrada no HU no dia 11 de abril, quando a confirmação de malária foi feita por meio de um teste rápido, e recebeu alta no dia 22 do mesmo mês.

Já o segundo caso foi diagnosticado em um homem, de 53 anos, que deu entrada inicialmente no Hospital de Ortotrauma de Mangabeira e, depois, foi transferido para o HU no dia 5 de abril, quando exames confirmaram a suspeita. Ele mora no município de Tavares, mas trabalha no Conde, segundo a Secretaria de Estado da Saúde e a Secretaria de Saúde do Conte. Ele recebeu alta médica no dia 12 de abril.

O primeiro caso da doença no estado, este ano, foi constatado em uma mulher, de 35 anos, moradora do município do Conde, na Região Metropolitana da capital paraibana. Ela foi internada no mesmo hospital no dia 29 de março e, após passar por tratamento, recebeu alta no dia 9 de abril.

G1

 

Paraíba tem quinto caso de malária em 2019 confirmado, diz Secretaria de Saúde do Conde

O quinto caso de malária foi confirmado no município do Conde, Litoral Sul da Paraíba, nesta segunda-feira (20). De acordo com a secretária de saúde da cidade, Renata Martins, uma mulher de 27 anos deu entrada no pronto atendimento na última sexta-feira (17) com os sintomas semelhantes.

A malária foi confirmada após a realização do exame de sangue, cujo resultado foi divulgado nesta segunda-feira. A mulher é moradora do Conde e, após ser comunicada sobre o resultado positivo para a malária, informou que está viajando, mas que retornaria para iniciar o tratamento.

A paciente não será transferida para o Hospital Universitário (HU) Lauro Wanderley, da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, porque não está inserida em um grupo de risco e está na fase inicial da doença.

O tratamento vai ser realizado em casa, com medicamentos. De acordo com a secretária, a paciente mora na mesma região das pessoas dos outros 4 casos. “Quando antes tratar, melhor, para evitar que outro mosquito seja vetor da doença”, explicou Renata.

Uma comissão especial foi formada com trabalhadores da Atenção Básica e Vigilância Epidemiológica da cidade para elaborar um relatório sobre o assunto, no prazo de 60 dias desde a data da descoberta da primeira paciente.

Outros quatro casos confirmados

O primeiro caso da doença no estado, este ano, foi constatado em uma mulher, de 35 anos, moradora do município do Conde, na Região Metropolitana da capital paraibana. Ela foi internada no mesmo hospital no dia 29 de março e, após passar por tratamento, recebeu alta no dia 9 de abril.

Já o segundo caso foi diagnosticado em um homem, de 53 anos, que deu entrada inicialmente no Hospital de Ortotrauma de Mangabeira e, depois, foi transferido para o HU no dia 5 de abril, quando exames confirmaram a suspeita. Ele mora no município de Tavares, mas trabalha no Conde, segundo a Secretaria de Estado da Saúde e a Secretaria de Saúde do Conte. Ele recebeu alta médica no dia 12 de abril.

O terceiro caso foi identificado em uma mulher, de 40 anos, moradora do bairro de Jacumã, no Conde. Ela deu entrada no HU no dia 11 de abril, quando a confirmação de malária foi feita por meio de um teste rápido, e recebeu alta no dia 22 do mesmo mês.

A confirmação do quarto caso foi identificada em um idoso, de 60 anos, que mora no bairro Village Jacumã, no Conde. Após o diagnóstico, o tratamento foi iniciado no município, mas devido a outras doenças, ele foi transferido para o Hospital Universitário (HU) Lauro Wanderley, da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa. Ele recebeu alta no dia 8 de maio.

Malária

As secretarias chamam a atenção para os seguintes casos suspeitos:

  • toda pessoa residente ou que tenha se deslocado para área endêmica para malária, no período de 8 a 30 dias anterior à data dos primeiros sintomas, e que apresente febre alta e intermitente (periódica entre 42 a 72 horas) acompanhada ou não de cefaleia, calafrios, sudorese, cansaço ou mialgia;
  • diante da suspeita, avaliar a clínica e solicitar teste rápido para malária e/ou gota espessa (lâmina);
  • importante também investigar outras arboviroses como dengue, zika e chikungunya;

A malária não é uma doença comum no estado, mas é transmitida pela fêmea do mosquito Anopheles, que pode ser encontrado na Paraíba nas espécies An.aquasalis; An. albitarsis; An.bellator e An. Argyritarsis.

É necessário que o mosquito esteja infectado pelo protozoário Plasmodium nas espécies P. vivax, P. falciparum e P. malariae, que age na corrente sanguínea para causar a doença.

Além da transmissão por mosquito, a doença pode ser difundida por contato de uma corrente sanguínea com o sangue contaminado.

G1

 

Paciente do quarto caso de malária na Paraíba recebe alta médica do Hospital Universitário

O paciente do quarto caso de malária confirmado na Paraíba, em 2019, recebeu alta médica no fim da tarde desta quarta-feira (8), de acordo com a assessoria de comunicação do Hospital Universitário (HU) de João Pessoa. O paciente foi diagnosticado no dia 2 de maio, no município do Conde, na Região Metropolitana de João Pessoa.

A malária foi identificada em um idoso, de 64 anos, que mora no bairro Village Jacumã, no Conde. Após o diagnóstico, o tratamento foi iniciado no município, mas devido a outras doenças, ele foi transferido para o Hospital Universitário Lauro Wanderley, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em João Pessoa.

De acordo com a assessoria do hospital, nenhum outro caso de malária está sendo tratado na unidade de saúde.

A Secretaria do Estado e a Secretaria Municipal do Conde informaram que investigam possíveis casos. Uma comissão especial foi formada com trabalhadores da Atenção Básica e Vigilância Epidemiológica da cidade para elaborar um relatório sobre o assunto, no prazo de 60 dias desde a data da descoberta da primeira paciente.

Outros três casos confirmados

O primeiro caso da doença no estado, este ano, foi constatado em uma mulher, de 35 anos, moradora do município do Conde, na Região Metropolitana da capital paraibana. Ela foi internada no mesmo hospital no dia 29 de março e, após passar por tratamento, recebeu alta no dia 9 de abril.

Já o segundo caso foi diagnosticado em um homem, de 53 anos, que deu entrada inicialmente no Hospital de Ortotrauma de Mangabeira e, depois, foi transferido para o HU no dia 5 de abril, quando exames confirmaram a suspeita. Ele mora no município de Tavares, mas trabalha no Conde, segundo a Secretaria de Estado da Saúde e a Secretaria de Saúde do Conte. Ele recebeu alta médica no dia 12 de abril.

O terceiro caso foi identificado em uma mulher, de 40 anos,moradora do bairro de Jacumã, no Conde. Ela deu entrada no HU no dia 11 de abril, quando a confirmação de malária foi feita por meio de um teste rápido, e recebeu alta no dia 22 do mesmo mês.

Malária

As secretarias chamam a atenção para os seguintes casos suspeitos:

  • toda pessoa residente ou que tenha se deslocado para área endêmica para malária, no período de 8 a 30 dias anterior à data dos primeiros sintomas, e que apresente febre alta e intermitente (periódica entre 42 a 72 horas) acompanhada ou não de cefaleia, calafrios, sudorese, cansaço ou mialgia;
  • diante da suspeita, avaliar a clínica e solicitar teste rápido para malária e/ou gota espessa (lâmina);
  • importante também investigar outras arboviroses como dengue, zika e chikungunya;

A malária não é uma doença comum no estado, mas é transmitida pela fêmea do mosquito Anopheles, que pode ser encontrado na Paraíba nas espécies An.aquasalis; An. albitarsis; An.bellator e An. Argyritarsis.

É necessário que o mosquito esteja infectado pelo protozoário Plasmodium nas espécies P. vivax, P. falciparum e P. malariae, que age na corrente sanguínea para causar a doença.

Além da transmissão por mosquito, a doença pode ser difundida por contato de uma corrente sanguínea com o sangue contaminado.

G1

 

Mortes e infecções por HIV, tuberculose e malária despencam em todo o mundo

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Menos pessoas estão morrendo em razão de doenças como aids, tuberculose e malária. É o que indica estudo inédito feito em 188 países e divulgado nesta segunda (21) pelo periódico inglês The Lancet. De acordo com a revista, o ritmo de queda nas mortes e infecções vem se ampliando desde o ano 2000, quando os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio foram estabelecidos na tentativa de frear o avanço dessas doenças até 2015.

Os números mostram que as novas infecções por HIV/aids caíram praticamente para um terço desde o início da epidemia de aids no mundo, enquanto as mortes por tuberculose diminuíram 1,4% ao ano desde 2000. As mortes provocadas pela malária em crianças que vivem na África Subsaariana caíram 31,5% na última década.

 

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O estudo aponta que intervenções em relação ao HIV – incluindo a terapia antirretroviral, a prevenção da transmissão vertical (da mãe para o bebê durante a gravidez ou no parto) e a profilaxia pós-exposição (uso de medicamentos por pessoas que podem ter entrado em contato recente com o vírus) – têm demonstrado resultados positivos.

“O HIV se mostra cada vez mais como uma doença com a qual as pessoas vivem do que uma doença pela qual as pessoas morrem”, destacou o documento. A publicação indica que os avanços possibilitaram um ganho de 20 milhões de anos na expectativa de vida de pessoas soropositivas em todo o mundo – 70% em países em desenvolvimento, como o Brasil.

Os números indicam que 14% desses anos de vida ganhos são entre crianças menores de 15 anos, 50% entre pessoas de 15 a 45 anos e 36% entre pessoas com 50 anos ou mais.  “Mas, apesar do progresso considerável, é preciso fazer mais para reduzir as mortes e infecções que estão por vir”, alertou o estudo.

O estudo Global, regional, and national incidence and mortality for HIV, tuberculosis, and malaria during 1990–2013: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2013 foi conduzido por um consórcio de pesquisadores liderado pelo Instituto de Metrologia e Avaliação da Saúde da Universidade de Washington.

Os resultados foram divulgados na Conferência Internacional sobre Aids em Melbourne, que contou com a participação de autoridades como o diretor executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV e Aids, Michel Sidibé, e o diretor executivo do Fundo Global de Luta contra a Aids, Tuberculose e Malária, Mark Dybul.

 

Agencia Barsil